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  • Filme

    Desobediência marca a estreia provocante de Sebastian Lelio em inglês

    18 de agosto de 2018 /

    Não é exagero dizer que o diretor chileno Sebastian Lelio é visto pelo mercado internacional como um dos novos cineastas mais relevantes do momento. Seus dois longas anteriores, “Gloria” (2013) e “Uma Mulher Fantástica” (2017) rodaram diversos dos festivais mais prestigiados do mundo, culminando com o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2018. “Desobediência”, seu primeiro longa falado em inglês, vem como a grande prova do diretor até então, tendo que demonstrar que permanece com o mesmo espírito e criatividade que fez com que se destacasse ainda no Chile, e que também é capaz de dar conta de uma produção claramente mais cara, com mais obrigações a cumprir, com estrelas internacionais no elenco, etc. Lelio demonstra segurança, e faz um filme com temática e estilo muito parecidos ao que realizou anteriormente. Sua elegância nos cortes, na maneira de apresentar os personagens e deixar que os subtextos falem por si, e na direção de atores permanecem elogiáveis. É frustrante, porém, que tantas qualidades sejam colocadas em risco por um terceiro ato expositivo e convencional. Ronit (Rachel Weisz) é uma fotógrafa que mora em Nova York. É uma mulher forte e independente, que saiu de casa há muitos anos e leva a vida do jeito que quer. Ela é informada que seu pai morreu, o que a faz retornar ao lugar de onde veio, uma comunidade tradicional judaica, com regras muito rigorosas, principalmente para as mulheres. Seu pai era o líder, e seu retorno causa muitas dúvidas e desconfiança a todos. Nesse ambiente agitado, ela reencontra seu irmão, Dovid (Alessandro Nivola) e uma amiga de infância, Esti (Rachel McAdams), com quem havia tido um romance na época. O que ela não sabia é que os dois agora são casados, e a relação entre Ronit e Esti fica mais complexa após o retorno da fotógrafa. Quando focado na impossibilidade das personagens em serem felizes, e na conseguinte desobediência às leis, o filme é poderoso. Lelio constrói muito bem, de maneira cadenciada, a reaproximação de Ronit à comunidade, demonstrando visualmente, e através da expressão de Weisz, o quanto ela é diferente daquele lugar. Sua antiga casa é um lugar de cores frias, com atmosfera austera, clima denso – até por conta do luto – o que contrasta de maneira radical com os cenários que tem ao seu alcance em Nova York. E assim também são as pessoas para com ela, que possuem questões, dogmas, que representam uma vida a qual ela não pertence. Reencontrar seu irmão e um antigo amor nessas condições estabelece uma gama de questões em jogo, até numa conversa banal na cozinha, que demonstram perícia de Lelio para criar situações em que a compreensão de que o que não é dito é mais urgente do que o que se ouve. A delicada condução da relação entre Ronit, Esti e Dovid demonstra que a busca pela felicidade é a mesma para todos, mas as condições sociais em que cada um se insere modifica de maneira decisiva o trajeto. São três pessoas claramente honestas, que se importam pelas demais, mas que ferem o outro apenas por seguirem o que acreditam, ou por seguirem sua busca pessoal pelo que as faz felizes. É importante ressaltar as atuações de Weisz, McAdams e Nivola, que mesmo que tenham sido exigidos por conta de personagens com dramas intensos, conduzem-se longe do histrionismo, direcionando essa intensidade para as expressões, olhares, silêncios. As cenas possuem densidade dramática muito bem conduzida, afastando maniqueísmos, tornando a relação entre eles adulta, amarga e dolorida, pois assim é a vida. E exatamente por ser um trabalho de sutilezas, é bastante provável que sejam ignorados em premiações por aí. Há ecos inevitáveis de “Azul É A Cor Mais Quente” por conta do teor sexual que interliga as três personagens. Tal escolha oferece mais matizes sobre cada um, e dialogam com o sermão que ouvimos no início, sobre o equilíbrio entre o instinto e a obediência. E ocasionam a melhor cena do filme, a que as personagens mais se revelam. Fica difícil falar sem expor a trama, mas é realmente decepcionante o terceiro ato, quando toda a sutileza é colocada de lado para criar momentos de emoção imediata, jogando fácil pra que lágrimas venham ao fim. É tão complicado que faz com que se reveja detalhes dos personagens, se crie dúvidas em relação ao que vimos anteriormente, pois não se tratam de contradições dos personagens, ou novos fatos, mas sim uma maneira malsucedida de chegar a um final que concilia as coisas, com tudo ficando bem na medida do possível. É quase outro filme, outro jogo. Quase como se Lelio achasse que se o desfecho fosse com a mesma secura, poderia afastar a audiência. Infelizmente conseguiu efeito reverso. Torço pra que a trajetória “americana” de Lelio seja bem sucedida, caso ele decida permanecer fazendo filmes por lá. “Desobediência” é um filme elogiável, mesmo com deslizes, ficando acima da média da produção americana. Não é tão bom quanto “Gloria”, mas tem algo diferente a oferecer.

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  • Filme

    A Noite do Jogo marca o resgate das comédias americanas engraçadas

    19 de maio de 2018 /

    Já reparou que Hollywood não faz mais tantas comédias como há alguns anos atrás? Entre umas e outras baladas cinematográficas, sempre tinha aquele descanso merecido para rir com Katie Hudson, Anne Hathaway e Matthew McConaughey, além de Sandra Bullock, Hugh Grant e Julia Roberts antes deles. Talvez esses filmes tenham abusado demais da fórmula, deixando o público cansado. Hollywood é assim. Mesmo quando acham algo original como “Se Beber, Não Case!” e “Missão Madrinha de Casamento”, a mina de ouro é explorada excessivamente em continuações ou imitações desnecessárias até não sobrar mais nada. É por isso que as comédias de grandes estúdios protagonizadas por atores famosos se tornaram cada vez mais raras. Mas Hollywood também tenta se reciclar de tempos em tempos e um filme como “A Noite do Jogo”, mesmo com seus prós e contras, precisa ser notado simplesmente porque, às vezes, é bom rir à toa. E “A Noite do Jogo” ainda oferecer algo a mais, o que é louvável e a faz terminar com um saldo positivo. Vamos começar pela maior força do filme: o casal principal interpretado por Rachel McAdams e Jason Bateman, que são eufóricos e carismáticos na medida certa; daqueles que adoramos ver na tela e nos identificamos rapidamente. Bateman e McAdams podem tentar qualquer gênero, porque são bons atores, mas não há como fugir do fato de que são exímios comediantes. Bateman se projetou a partir da série “Arrested Development”, com seu jeito ponderado, porém exalando ironias e um olhar que dispensa palavras para se comunicar com o público. Ele nasceu pra isso. Da mesma forma que Rachel McAdams, que se destacou como a melhor arma de “Meninas Malvadas” (depois do roteiro de Tina Fey). Juntos, eles são perfeitos em “A Noite do Jogo”, lembrando os bons tempos das comédias com Goldie Hawn, Steve Martin ou Chevy Chase. Mas talvez tenha sido “Uma Noite de Aventuras”, dirigido por Chris Columbus e estrelado por Elisabeth Shue em 1987, a maior influência da jornada noite adentro do casal e seus amigos – um elenco maravilhoso, com destaque para o mulherengo e cérebro de azeitona vivido por Billy Magnussem e, principalmente, o policial solitário do fantástico Jesse Plemons, que rouba todas as cenas em que aparece. “A Noite do Jogo” é mais ou menos assim: Rachel McAdams e Jason Bateman vivem um casal viciado em jogos. A maior diversão é reunir amigos e brincar de mímicas, adivinhações e outras atividades ramificadas dessas ideias. Tanto que uma delas leva a uma aventura que mistura realidade e ficção, como uma versão cômica daquele filme pouco visto de David Fincher com Michael Douglas, “Vidas em Jogo”. Tudo bem que os mistérios não se seguram por muito tempo, mas o filme caminha imprevisível mais pelas reações dos atores que o roteiro em si. E isso já está de bom tamanho, porque algumas cenas arrancam risadas magníficas, como a que Rachel tenta tirar uma bala do braço de Jason Bateman (o efeito sonoro emitido pelo brinquedinho enquanto ela faz o corte me fez chorar de rir). E, cara, tem uma piada com Denzel Washington que é impagável. Espere pra ver. Melhor ainda: é um filme que não precisa se apoiar em piadas apelativas e bater em minorias. Sim, “A Noite do Jogo” é um saudável besteirol à moda antiga, devidamente atualizado para o público carente de risadas. E se dá ao luxo de contar com uma ótima direção – coisa rara nesse tipo de filme –, com direito até mesmo a um plano sequência muito bem orquestrado quando os personagens tentam capturar um “ovo”. John Francis Daley e Jonathan Goldstein fizeram antes disso aquele reboot frustrante de “Férias Frustradas”, mas mostram que são capazes de muito mais, com um humor herdado de tanto assistir o “Férias Frustradas” original e outros filmes da época. Não por acaso, a trilha sonora faz bom uso de sintetizadores, meio oitentista, em referência à era dos arcades, a era de John Carpenter. Os diretores também demonstram talento para criar concepções cenográficas originais, ao entregar cenas visualmente incríveis, que muitas vezes emulam jogos, como a perspectiva em terceira pessoa ao posicionar as câmeras atrás de alguns personagens, e a transformação de uma vizinhança inteira numa espécie de plataforma de game. Há um corte logo no começo que é brilhante, acompanhando a queda do casal ao chão que se torna um tabuleiro num passe de mágica da edição. É verdade que o ato final exagera na dose, com a barreira entre o que é realidade e o que é ficção extrapolando os limites do bom senso, conforme o roteiro de Mark Perez tenta ligar os pontos. Mas tudo bem, porque a esta altura a trama e seus heróis já conquistaram com seu bom humor. Além disso, a moral da história é ótima, ao ensinar que só envelhecemos quando queremos; conceito que se mistura com a escolha ousada nos dias de hoje de um elenco adulto, não adolescente, para um filme baseado em brincadeiras de criança. Enfim, “A Noite do Jogo” pode ser indício de uma volta das grandes comédias. E pelo resultado do público a este filme nos Estados Unidos a tendência é que Hollywood se estimule a lançar outras ainda melhores.

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    Rachel McAdams vira mamãe após tentar manter gravidez em segredo

    10 de abril de 2018 /

    A atriz Rachel McAdams (“Doutor Estranho”) foi flagrada pelos paparazzi com um bebê recém-nascido, durante um passeio a um parque de Los Angeles, ao lado de seu namorado, o roteirista Jamie Linden (“Jogo do Dinheiro”). Veja abaixo. Ela tentou manter a gravidez escondida da imprensa, mas em fevereiro a revista People e o programa E! News revelaram seu segredo – que, entretanto, não foi confirmado por seus representantes para a imprensa. Segundo o site Hollywood Pipeline, o casal conversou com algumas pessoas no parque sobre como “o recém-nascido dormia bem e não os incomodava durante a madrugada”. A mamãe de 39 anos ficou afastada do público durante todo o período de gestação. Por conta disso, faltou ao tapete vermelho e às entrevistas de divulgação de sua comédia mais recente, “A Noite do Jogo”, que revelariam sua gravidez avançada. O filme, em que ela atua ao lado de Jason Bateman, chega em 10 de maio no Brasil.

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    Com 40 denúncias de abuso sexual, James Toback escapa da Justiça por prescrição

    10 de abril de 2018 /

    A promotoria de Los Angeles descartou os processos contra o cineasta James Toback por denúncias de assédio e abuso sexual. Mas não foi por falta de provas. O arquivamento aconteceu por prescrição. Cerca de 40 mulheres acusaram o diretor de má conduta sexual, mas a maioria dos casos prescreveu. Diante da perspectiva da impunidade, o escritório da promotoria enviou para a imprensa os documentos sobre as denúncias de assédio e abuso, ocorridos entre 1978 e 2008. Em uma delas, uma mulher não identificada afirma que, em 2008, o diretor “esfregou sua virilha contra sua perna nua até ejacular”. Ela tinha previsto dar um depoimento à Promotoria, mas não se apresentou, indicou o documento. Outra denunciante, também não identificada, indicou que o diretor se masturbou quatro vezes em sua presença durante uma reunião no hotel Bervely Hills em 1993. Também disse que Toback esfregou seu pênis contra sua perna. Este tipo de crime, detalhou a Promotoria, prescreve depois de um ano nos Estados Unidos. Entre as atrizes mais famosas a denunciar Toback, estão Selma Blair e Rachel McAdams. Em entrevista ao programa The Talk, Blair disse que esperava ver o diretor na prisão, após passar “17 anos com medo de James Toback”, que a ameaçou de morte. “Ele disse que me colocaria num sapato de cimento e furaria meus olhos com canetas se eu contasse para alguém”, ela afirmou. O mais recente filme de Toback foi “The Private Life of a Modern Woman” (2017). Estrelado por Sienna Miller, chegou a ser exibido no Festival de Veneza.

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    A Noite do Jogo: Veja seis cenas da comédia estrelada por Rachel McAdams e Jason Bateman

    22 de fevereiro de 2018 /

    A Warner divulgou seis cenas de “A Noite do Jogo” (Game Night), comédia estrelada por Rachel McAdams (“Doutor Estranho”) e Jason Bateman (“A Última Ressaca do Ano”). Os vídeos são de cenas já exploradas nos trailers, com destaque para o casal de protagonistas. A comédia gira em torno de um grupo de amigos que se reúne semanalmente para uma noite de jogos. Sob sugestão do personagem de Kyle Chandler (série “Bloodline”), eles resolvem intensificar a brincadeira com o objetivo de desvendar um crime: alguém do grupo seria raptado e os demais deveriam descobrir para onde ele foi levado. Como mostra uma das cenas, esta é a deixa para criminosos invadirem a casa e sequestrarem o próprio Chandler, que pede ajuda e jura que aquilo está acontecendo de verdade, enquanto os amigos aplaudem e comem salgadinhos. Não demora para eles descobrirem que o crime foi mesmo real. Mas, até lá, divertem-se horrores. O elenco também inclui Billy Magnussen (“Ponte dos Espiões”), Lamorne Morris (série “New Girl”), Jesse Plemons (série “Fargo”), Kylie Bunbury (série “Pitch”), Sharon Horgan (série “Catastrophe”) e Joshua Mikel (série “The Walking Dead”). Com direção de John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein (a dupla do reboot de “Férias Frustradas”), “A Noite do Jogo” estreia nesta sexta (23/2) nos Estados Unidos, mas apenas em 10 de maio no Brasil.

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  • Filme

    A Noite do Jogo vira uma das comédias mais bem-avaliadas dos últimos anos

    20 de fevereiro de 2018 /

    De forma despretensiosa e sem fazer alarde, “A Noite do Jogo” (Game Night) subverteu expectativas e virou uma das comédias mais bem-avaliadas dos últimos anos. A produção estrelada por Rachel McAdams (“Doutor Estranho”) e Jason Bateman (“A Última Ressaca do Ano”), que estreia nesta sexta (23/2) nos Estados Unidos, não reinventa o gênero, como apontam diversas críticas, mas faz rir, o que é cada vez mais raro nas produções atuais. E isso lhe valeu 82% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Ao contrário do recente “A Casa Caiu: Um Cassino na Vizinhança” (2017), igualmente centrado num casal, seus amigos e seus jogos, que teve apenas 17% de aprovação e fracassou nas bilheterias, “A Noite do Jogo” não explora jogatina ilegal – também porque, qual a graça disso, com tantas opções online atuais, como a Betboo promoções. A comédia gira em torno de um grupo de amigos que se reúne semanalmente para uma noite de jogos. Sob sugestão do personagem de Kyle Chandler (série “Bloodline”), eles resolvem intensificar a brincadeira com o objetivo de desvendar um crime: alguém do grupo seria raptado e os demais deveriam descobrir para onde ele foi levado. Como mostra uma das cenas, esta é a deixa para criminosos invadirem a casa e sequestrarem o próprio Chandler, que pede ajuda e jura que aquilo está acontecendo de verdade, enquanto os amigos aplaudem e comem salgadinhos. Não demora para eles descobrirem que o crime foi mesmo real. Mas, até lá, divertem-se horrores. O elenco também inclui Billy Magnussen (“Ponte dos Espiões”), Lamorne Morris (série “New Girl”), Jesse Plemons (série “Fargo”), Kylie Bunbury (série “Pitch”), Sharon Horgan (série “Catastrophe”) e Joshua Mikel (série “The Walking Dead”). Confira alguns dos comentários dos críticos norte-americanos: “Poderia ter sido muito fácil para os riscos e a violência eventualmente desfazerem a linda sensação do filme, mas há um equilíbrio brilhante entre as muitas mudanças tonais envolvidas. Certamente, isso resulta de um filme que foi realmente escrito e não, como muitas comédias de estúdio da época recente, simplesmente improvisado em cima de uma premissa vendável por um elenco de comediantes” – Alonso Duralde, site TheWrap. “Jason Bateman tem uma inclinação natural para a comédia, mas McAdams se prova uma surpresa agradável aqui, uma parceira que é igualmente envolvente e não se conforma com papel secundário. Juntos, sua química na tela é um grande bônus” – Bruce Demara, jornal Toronto Star. “O filme é sobre o mesmo tipo de supercompensação social que rende praticamente toda comédia mainstream atual, mas se mostra confortável com isso, não desesperado numa tentativa de incluir palavrões e cenas apelativas para parecer inserido no contexto do gênero. Não consertará a comédia de estúdio, mas é uma tentativa bem-vinda e principalmente assistível” – Emily Yoshida, site Vulture. “Não é a comédia mais sofisticada baseada em desenvolvimento de personagens, mas é a aventura mais divertidamente boba que vimos há um bom tempo” – Colin Covert, jornal Minneapolis Star Tribune. “Repleto de referências de cultura pop e tiradas engraçadas de cada personagem-chave, é o tipo de entretenimento inteligente e de ritmo acelerado que torna um ato de malabarismo muito delicado parecer fácil” – Brian Lowry, rede CNN. “O roteiro de Mark Perez oferece algumas reviravoltas surpreendentemente satisfatórias, mantendo suficiente plausibilidade para evitar que o filme se torne um absurdo. As coisas se intensificam em direção ao inevitável final cheio de ação, executado de forma ok. Os verdadeiros talentos dos diretores John Francis Daley e Jonathan Goldstein residem na habilidade de realizar gags visuais simples com muita pompa” – Keith Watson, site Slant. “Algumas, talvez muitas, das piadas são estúpidas. Mas graças ao excelente elenco, timing cômico perfeito e estética inclusiva, é realmente engraçado” – Bill Goodykoontz, jornal Arizona Republic “Farsa é uma criatura difícil de acertar no cinema. O fato de ‘A Noite do Jogo’ atingir o alvo com mais freqüência do que erra é motivo de aplausos. Jason Bateman e Rachel McAdams certificam-se de que seja sempre hora de festa e diversão. Se alguém quiser uma companhia divertida, eles são os melhores” – Peter Travers, revista Rolling Stone. Com direção de John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein (a dupla do reboot de “Férias Frustradas”), “A Noite do Jogo” chega somente em 10 de maio no Brasil.

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  • Filme

    Rachel Weisz e Rachel McAdams vivem paixão proibida em trailer de drama britânico

    5 de fevereiro de 2018 /

    A Bleecker Street divulgou o primeiro trailer do drama britânico “Disobedience”, história de amor proibido entre Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) e Rachel McAdams (“Doutor Estranho”), com direção do chileno Sebastián Lélio (“Uma Mulher Fantástica”). Adaptação do romance homônimo da escritora Naomi Alderman, a trama acompanha o reencontro da personagem de Weisz, ovelha negra da família, com os parentes judeus ortodoxos para o enterro do pai, o rabino da comunidade. Ela acaba chocando os familiares quando decide relembrar o que a levou a sair de casa: seu amor reprimido pela antiga melhor amiga (McAdams), casada com seu primo profundamente religioso (Alessandro Nivola, de “Ginger & Rosa”). Além de dirigir, Lélio trabalhou no roteiro com a inglesa Rebecca Lenkiewicz (do premiado drama polonês “Ida”). A estreia está marcada para 27 de abril nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Rachel McAdams e Jason Bateman brincam de detetives no trailer da comédia A Noite do Jogo

    4 de fevereiro de 2018 /

    A Warner divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “A Noite do Jogo” (Game Night), comédia estrelada por Rachel McAdams (“Doutor Estranho”) e Jason Bateman (“A Última Ressaca do Ano”). O vídeo introduz a trama, mostrando um grupo de amigos que se reúne semanalmente para uma noite de jogos. A sugestão do personagem de Kyle Chandler (série “Bloodline”) é que a diversão da noite seja desvendar um crime: alguém do grupo seria raptado e os demais deveriam descobrir para onde ele foi levado. Como mostra o trailer, esta é a deixa para criminosos invadirem a casa e sequestrarem o próprio Chandler, que jura que aquilo não é brincadeira. Não demora e eles descobrem que o crime foi mesmo real. Mas, até lá, divertem-se horrores. O elenco também inclui Billy Magnussen (“Ponte dos Espiões”), Lamorne Morris (série “New Girl”), Jesse Plemons (série “Fargo”), Kylie Bunbury (série “Pitch”), Sharon Horgan (série “Catastrophe”) e Joshua Mikel (série “The Walking Dead”). Com direção de John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein (a dupla do reboot de “Férias Frustradas”), “A Noite do Jogo” estreia em 10 de maio no Brasil, quase três meses após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Selma Blair quer ver James Toback preso, após passar 17 anos com medo do diretor

    16 de janeiro de 2018 /

    Selma Blair deu mais detalhes de sua decisão de revelar o assédio que sofreu do diretor James Toback. Em entrevista ao programa The Talk, ela contou que espera ver o diretor na prisão, após passar “17 anos com medo de James Toback”, que a ameaçou de morte. “Ele disse que me colocaria num sapato de cimento e furaria meus olhos com canetas se eu contasse para alguém”, ela afirmou. A atriz confirmou que sentiu muito medo de denunciá-lo, mas depois que surgiram as primeiras acusações contra ele, tomou coragem. “Acreditei que surgiriam ainda mais mulheres, algumas muito mais famosas do que eu, que seriam levadas a sério, com denúncias claras, fazendo as pessoas realmente prestarem atenção, e isto aconteceu. Está realmente acontecendo. E será melhor para todos nós”. Blair fez sua denúncia originalmente à revista Vanity Fair, revelando como, durante uma reunião num hotel em 2000, para discutir sua participação no filme “O Garoto de Harvard”, Toback teria lhe pedido para que tirasse a roupa e recitasse um monólogo. Ainda insatisfeito, disse que iria se masturbar e a impediu de sair, intimidando-a com ameaças. “Há uma garota que foi contra mim”, Blair afirma que ele lhe disse. “Ela ia falar sobre algo que fiz. Mas vou te dizer, e isso é uma promessa, não importa o quanto tempo tenha passado, eu tenho pessoas que podem raptar quem falar e jogar no rio Hudson com blocos de cimento nos pés. Você entende do que estou falando, certo?” Além dela, atrizes como Rachel McAdams, Julianne Moore e Natalie Morales também compartilharam denúncias contra James Toback. Mas a maioria das vítimas do diretor foram atrizes aspirantes. Ao todo, 359 mulheres o acusaram de assédio e abuso, de acordo com o repórter do jornal Los Angeles Times que escreveu o artigo original com denúncias de 30 vítimas, e que inspirou Blair e as demais a finalmente contarem suas histórias. Uma investigação criminal foi aberta contra o diretor e Blair torce para que ele seja preso. “James Toback pertence à prisão”, ela apontou, considerando que este desdobramento será uma vitória “incrível”. “Parece incrivel que isto esteja acontecendo. Para todos nós. Foi um momento que se transformou em um movimento”, disse a atriz, referindo-se ao movimento #Metoo, que iniciou como uma desabafo nas redes sociais, virou campanha de solidariedade e evoluiu para dar nomes aos abusadores. Indicado ao Oscar pelo roteiro de “Bugsy” (1991), James Toback trabalha em Hollywood desde os anos 1970. Seu filme mais recente, “The Private Life of a Modern Woman”, tem Sienna Miller como protagonista e estreou no Festival de Veneza do ano passado.

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  • Filme

    Comédia A Noite do Jogo ganha trailer divertido com Rachel McAdams e Jason Bateman

    11 de novembro de 2017 /

    Provavelmente, as melhores piadas estão no trailer, mas é bem engraçada a primeira prévia legendada de “A Noite do Jogo” (Game Night), comédia estrelada por Rachel McAdams (“Doutor Estranho”) e Jason Bateman (“A Última Ressaca do Ano”), que também ganhou pôster internacional da Warner. O vídeo introduz a trama, mostrando um grupo de amigos que se reúne semanalmente para uma noite de jogos. A sugestão do personagem de Kyle Chandler (série “Bloodline”) é que a diversão da noite seja desvendar um crime: alguém do grupo seria raptado e os demais deveriam descobrir para onde ele foi levado. Como mostra o trailer, esta é a deixa para criminosos invadirem a casa e sequestrarem o próprio Chandler, que jura que aquilo não é brincadeira. Não demora e eles descobrem que o crime foi mesmo real. Mas, até lá, divertem-se horrores. O elenco também inclui Billy Magnussen (“Ponte dos Espiões”), Lamorne Morris (série “New Girl”), Jesse Plemons (série “Fargo”), Kylie Bunbury (série “Pitch”), Sharon Horgan (série “Catastrophe”) e Joshua Mikel (série “The Walking Dead”). Com direção de John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein (a dupla do reboot de “Férias Frustradas”), “A Noite do Jogo” estreia em 10 de maio no Brasil, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Ellen Pompeo revela ter interrompido tentativa de assédio de James Toback com palavrão

    7 de novembro de 2017 /

    A atriz Ellen Pompeo, estrela da série “Grey’s Anatomy”, revelou ter sido uma das mais de 300 mulheres assediadas pelo diretor James Toback. “Eu tive uma situação com ele. Tive que mandar ele de f*der, sinceramente”, ela contou, em entrevista para o jornal USA Today. “Nós estávamos em uma reunião em um local público, e eu trouxe comigo um amigo meu, Tony, e percebi que ele odiou que eu tinha feito isso”. “No minuto em que meu amigo teve que sair para ir ao banheiro ou algo assim, ele me perguntou se eu ficaria nua em um filme dele. Eu respondi: ‘É sério, cara? Meu amigo sai daqui por 30 segundos e você fala isso?’. Eu ri na cara dele”, completou. Toback também foi denunciado pela companheira de elenco de Pompeo em “Grey’s Anatomy”, Caterina Scorsone, por assédio sexual. O caso dela foi uma proposta de sexo por um papel num filme e a atriz quase desistiu da carreira por causa disso. A ficha corrida do diretor veio à tona numa reportagem do jornal Los Angeles Times, que trouxe denúncias de quase 40 mulheres contra ele. Desde então, as dezenas viraram centenas. De acordo com o jornalista Glenn Whipp, autor da reportagem do Times, mais de 300 mulheres o procuraram para dizerem que também foram vítimas do diretor. Além disso, Selma Blair e Rachel McAdams deram detalhes sórdidos do comportamento do cineasta, descrevendo até masturbação durante um suposto teste de elenco, em entrevista à revista Vanity Fair.

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    Atriz de Grey’s Anatomy revela ter quase desistido da carreira após assédio de James Toback

    31 de outubro de 2017 /

    A volumosa lista de atrizes e aspirantes assediadas por James Toback somou mais uma estrela conhecida. Caterina Scorsone, que interpreta a Dra. Amelia Shepherd em “Grey’s Anatomy”, foi ao Instagram acusar o diretor, após a Rolling Stone publicar uma entrevista em que ele rechaça as acusações, chamando-as de mentirosas. “Em resposta à negação de James Toback na Rolling Stone, sinto que devo corroborar as histórias dessas mulheres. Quero deixar claro que o diretor predatório que descrevi no artigo que publiquei alguns dias atrás era James Toback. O artigo foi escrito há 17 anos. Muitas pessoas da indústria sabiam sobre isso e me encorajavam a ficar em silêncio. Eu não fiquei, e isso afetou diretamente minha carreira. Eu fico ao lado de todas as mulheres que foram corajosas o suficiente para contar suas histórias. Eu também me identifico com todas as mulheres que sentem que não podem falar sobre isso, mesmo agora. Vamos jogar uma luz sobre todos os cantos mais sombrios”, ela escreveu. O artigo que ela menciona pode ser visto abaixo. Nele, a atriz descreve como sua participação num filme foi condicionada a um acordo de natureza sexual com o diretor, que chegou a questionar se ela realmente queria ser atriz por recusar o “convite”. Ao lado do texto, em que relata sua experiência, ela acrescentou: “Eu escrevi este artigo há 17 anos. Eu era adolescente. Depois que foi publicado, abandonei a carreira em reação ao véu de silêncio em torno desta questão. Eu eventualmente voltei a atuar como adulta, apoiada por showrunners como Shonda Rhimes. Ela é um exemplo do lado bom desta indústria. Esses exemplos existem. Vamos acabar com o outro tipo”. A entrevista de Toback à Rolling Stone foi publicada na semana passada, mas feita cinco dias antes do jornal Los Angeles Times trazer denúncias de quase 40 mulheres contra ele. Desde então, as dezenas viraram centenas. De acordo com o jornalista Glenn Whipp, autor da reportagem do Times, mais de 300 mulheres o procuraram para dizerem que também foram vítimas do diretor. Além disso, Selma Blair e Rachel McAdams deram detalhes sórdidos, descrevendo até masturbação durante um suposto teste de elenco, em entrevista à revista Vanity Fair. A resposta do cineasta na Rolling Stone revelou seu baixo nível chocante. “Todas essas acusadoras são chupadoras de p*u mentirosas ou de buc*tas mentirosas”, ele afirmou. “Posso ser mais claro do que isso?” In response to James Toback’s crass denial in Rolling Stone, I feel I must corroborate the stories of these women. I want to be clear that the predatory director I wrote about in the article I posted a few days back, was James Toback. The article was written 17 years ago. Many industry people knew about it and encouraged me to stay silent. I didn’t, and it directly affected my career. I stand with all the women who were brave enough to tell their stories. I also stand with all the women who don’t feel that they can speak up, even now. Let’s shine light into all the darkest corners. #metoo @rollingstone @hillelaron Uma publicação compartilhada por Caterina Scorsone (@caterinascorsone) em Out 27, 2017 às 8:46 PDT I wrote this article 17 years ago. I was a teenager. After it was published, I quit the business in reaction to the veil of silence surrounding this issue. I eventually returned to acting as an adult, supported by show runners like Shonda Rhimes. She is an example of the good side of this industry. These examples exist. Let’s be done with the other kind. #metoo Uma publicação compartilhada por Caterina Scorsone (@caterinascorsone) em Out 16, 2017 às 12:04 PDT

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    James Toback baixa o nível em entrevista sobre assédio sexual na revista Rolling Stone

    28 de outubro de 2017 /

    O diretor, produtor e roteirista James Toback deu uma entrevista à revista Rolling Stone dias antes de virar alvo do escândalo sexual mais volumoso de Hollywood. Publicada apenas agora, a entrevista foi feita cinco dias antes do jornal Los Angeles Times trazer as denúncias de quase 40 mulheres à tona, e registra um vocabulário de baixíssimo nível. A reportagem da Rolling Stone antecipou o assunto, citando mulheres que tinham se identificado como vítimas do diretor nas redes sociais, mas na época ainda não havia a profusão de denúncias atuais. De acordo com o jornalista Glenn Whipp, autor da reportagem do Times, em uma semana o número de mulheres que o procurou para afirmar ter sido assediada pelo cineasta já passou de 300. A resposta do cineasta ao questionamento dos então “rumores” revelou um baixo nível chocante. “Todas essas acusadoras são chupadoras de p*u mentirosas ou de buc*tas mentirosas”, ele afirmou para a Rolling Stone. “Posso ser mais claro do que isso?” “Qualquer pessoa que diga isso sobre mim, eu só quero cuspir na cara dela”, acrescentou. “Ninguém que já trabalhou comigo ou me conhece diria algo assim de mim. Ninguém”. Entretanto, após a reportagem do Times, Julianne Moore confirmou que ele a assediou como as mulheres descreveram no artigo. E Selma Blair e Rachel McAdams deram detalhes sórdidos, descrevendo até masturbação durante um suposto teste de elenco, em entrevista à revista Vanity Fair.

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