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  • Série

    Spin-off de Arrow ganha primeira imagem conceitual

    19 de outubro de 2019 /

    O showrunner do Arrowverso, Marc Guggenheim, divulgou a primeira imagem conceitual do spin-off de “Arrow”. Disponibilizada em seu Twitter, a ilustração é uma capa fictícia de quadrinhos da DC Comics sobre “Green Arrow and the Canaries” (Arqueiro Verde e as Canários). A arte reúne as personagens Mia Smoak (Katherine McNamara na série), filha do Arqueiro Verde, com Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy), também conhecidas como a Canário Negro da Terra 2 (aka Sereia Negra) e a terceira Canário Negro da Terra 1. Na legenda, Guggenheim acrescentou: “A última temporada de ‘Arrow’ está sendo lançada, então parece apropriado compartilhar essa amostra do seu futuro”. A imagem sugere que o spin-off foi aprovado e dá algumas dicas sobre a trama, ao mostrar Mia com a roupa do Arqueiro Verde e não como Blackstar, interagindo com as versões “jovens” de Laurel e Dinah e não com suas contrapartes maduras do futuro. Fotos dos bastidores de “Crise nas Infinitas Terras”, crossover que vai encerrar a série “Arrow” e preparar terreno para a nova atração, já tinham revelado Mia entre personagens do “presente” do Arrowverse. Para quem não sabe, a filha do Arqueiro Verde apareceu até agora apenas em flashforwards do futuro distante – mais exatamente, de 2040. Após os eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, “Arrow” terá mais dois episódios para encaminhar seu final e possível spin-off. A arte abaixo foi feita pelos artistas Emanuela Lupacchino, Brett Breeding e Dave McCaig. #Arrow's final season bows today, so it feels appropriate to share this glimpse of its future. Many thanks to @DCComics @manulupac @DaveMcCaig & Brett Breeding for this stunning art. #TheFutureIsFemale@Kat_McNamara @MzKatieCassidy @JulianaHarkavy @SchwartzApprovd @ojbalderrama pic.twitter.com/i6H0WEZAEn — Marc Guggenheim (@mguggenheim) October 15, 2019

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  • Série

    Titãs recria a dança Batusi da série de Batman dos anos 1960

    19 de outubro de 2019 /

    O episódio de “Titãs” disponibilizado na sexta-feira (18/10) nos Estados Unidos incluiu uma referência especial à série clássica “Batman”, dos anos 1960. A trama acompanhou um mergulho na psique de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin, que passa a ser confrontado por um Bruce Wayne/Batman imaginário (Iain Glen) devido à amargura causada por um segredo. Numa das cenas, Dick vai a um cabaré atrás de informações, quando Bruce se materializa no meio de duas dançarinas exóticas e começa a dançar, repetindo os famosos passos do Batusi, a dancinha feita por Adam West como Batman num episódio de 1966. O Batusi era uma variação de uma dança que era moda na época, chamada de watusi. Ela também foi dançada por John Travolta no filme “Pulp Fiction” (1994). Compare abaixo. Os passos são idênticos. “Titãs” está atualmente na metade da sua 2ª temporada nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. A série é disponibilizada no mercado internacional pela Netflix.

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  • Filme

    Jared Leto não será mais o Coringa após interpretação de Joaquin Phoenix

    19 de outubro de 2019 /

    A reportagem da revista The Hollywood Reporter, que revelou as ações de Jared Leto para tentar impedir a produção de “Coringa”, afirma ter ouvido de uma fonte que o ator não retornará ao papel do vilão dos quadrinhos. Leto fez parte do elenco de “Esquadrão Suicida“, mas, de acordo com a fonte, seu desempenho ficou muito abaixo do esperado. “Apesar de não ter sido um filme próprio do Coringa, a tentativa de Leto em ‘inventar’ algo novo deu completamente errado”, disse a fonte. “Como você interpretaria aquela versão do Coringa novamente após a atuação de Joaquin Phoenix? Foi o fim da jornada dele.” Pressentindo o que aconteceria, Leto orientou seus agentes a obrigarem a Warner a “matar” o filme de Joaquin Phoenix, o que causou uma ruptura entre ele e seus antigos agentes, que se recusaram a entrar em conflito com os executivos do estúdio. Leto esperava produzir e estrelar um filme-solo focado na sua versão do personagem, mas o projeto foi cancelado pela Warner para dar espaço para o reboot de “Esquadrão Suicida” do diretor James Gunn e também ao longa de Todd Phillips, estrelado por Joaquin Phoenix. Para aumentar ainda mais sua frustração, parte de seus colegas de “Esquadrão Suicida” retornará no novo longa de Gunn. Além disso, Margot Robbie, que foi a Arlequina no filme de 2016, terá sua própria aventura com “Aves de Rapina”, que inicialmente começou como um filme sobre o relacionamento dela com o Coringa de Leto. O personagem, por sinal, está na história, mas aparecerá apenas de relance e interpretado por um figurante maquiado (veja as fotos).

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  • Filme

    Taika Waititi confirma que vai filmar Akira após Thor: Love and Thunder

    19 de outubro de 2019 /

    O diretor Taika Waititi não desistiu de dirigir a adaptação live-action de “Akira”. Em entrevista ao site IGN para promover seu novo filme “Jojo Rabbit”, Waititi confirmou que a produção da Warner será seu próximo trabalho após “Thor: Love and Thunder” e, inclusive, explicou porque as filmagens foram adiadas. “Infelizmente, tudo aconteceu pelo timing envolvendo ‘Akira’. Nós estávamos trabalhando duro no roteiro, e a data para o início das filmagens precisou ser adiada várias vezes. Chegou um momento que colidiu com a produção de ‘Thor 4’. Ficaram muito próximas. Não seria possível fazer daquele jeito, e eu já estava comprometido com a Marvel naquela altura. Então, a melhor decisão foi adiar a estreia de Akira, pois vamos começar após ‘Thor 4’ ser concluído”, explicou. O projeto de “Akira” está em desenvolvimento há 17 anos na Warner, e é curioso que o estúdio insista em sua produção num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos e após adaptações americanas recentes de mangás terem dado enormes prejuízos – de “Ghost in the Shell” em 2017 a “Alita: Anjo de Combate” no começo do ano. Todas as versões desenvolvidas pela Warner preveem um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. A troca da ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York seria a justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, chegou perto de sair do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Embora “Akira” tenha se tornado conhecido devido a seu famoso anime de 1988, que chamou atenção mundial para a animação adulta japonesa, o projeto tem sido apresentado como uma adaptação mais fiel dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente do filme. E são muito mais complexos, motivo pelo qual a Warner realmente chegou a considerar dividir o filme em duas partes. O roteirista mais recente a tentar simplificar a história foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”).

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  • Filme

    Jared Leto teria tentado “matar” o filme do Coringa por ciúmes

    19 de outubro de 2019 /

    Uma reportagem da revista The Hollywood Reporter fez uma série de revelações bombásticas sobre como o ator Jared Leto, que viveu o Coringa no filme “Esquadrão Suicida”, reagiu à produção de um filme solo do personagem interpretado por outro ator. Entre frustração e fúria, ele teria até mesmo tentado fazer com a Warner desistisse da produção estrelada por Joaquin Phoenix. A publicação cita fontes próximas de Leto para afirmar que, ao saber do projeto do diretor Todd Phillips, ele se queixou amargamente para seus agentes da CAA, empresa que também representa Phillips, argumentando que aquela “não era forma de se tratar um vencedor do Oscar”. A falta de ação pela CAA pode ter sido o motivo por Leto ter trocado a agência pela WME, apesar de fontes do THR adicionarem que o ator tinha problemas frequentes com a empresa, tendo trocado de agente quatro vezes. Como não conseguiu resultados com a CAA, Leto teria pedido ao empresário que cuidava da sua carreira musical, Irving Azoff, que contatasse o CEO da Warner (não está claro se foi Jeff Bewkes da Time Warner ou Randall Stephenson da AT&T, dependendo do timing) com um ultimato. A ideia era “matar” “Coringa”. Mas Azoff sequer chegou a fazer a ligação, preferindo abandonar Leto. O descontentamento de Leto vêm do fato de que ele tinha acordado produzir e estrelar um filme-solo focado na sua versão do personagem, mas o projeto foi cancelado pelo estúdio para dar espaço para o reboot de “Esquadrão Suicida” do diretor James Gunn e também ao longa estrelado por Joaquin Phoenix. Para aumentar ainda mais sua frustração, parte de seus colegas de “Esquadrão Suicida” retornará para o novo longa de Gunn. Além disso, Margot Robbie, que foi a Arlequina no filme de 2016, terá sua própria aventura com “Aves de Rapina”, que inicialmente começou como um filme sobre o relacionamento dela com o Coringa de Leto. Ironicamente, a Warner pensava em fazer os dois filmes, mostrando o Coringa de Phoenix numa produção mais autoral para maiores, e preservando o de Leto para alguma superprodução de censura 13 anos (14 no Brasil). O estúdio não acreditava que o projeto Phillips ganharia muita projeção. Diante de seu tom sombrio, a Warner sequer liberou um grande orçamento para a produção. Entretanto, “Coringa” venceu o Festival de Veneza, explodiu nas bilheterias e vem forte para o Oscar 2020. Para aumentar ainda mais a dor-de-cotovelo de Jared Leto. Por sinal, este teria sido um dos motivos do ator aceitar estrelar o filme do vilão Morbius, trocando as adaptações dos quadrinhos da DC Comics pelo universo da Marvel controlado pela Sony.

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  • Filme

    Naomie Harris vai viver vilã da Marvel no segundo filme de Venom

    18 de outubro de 2019 /

    A atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), está em negociações para atuar na sequência de “Venom”. Conhecida também por seus papéis nas franquias “007” e “Piratas do Caribe”, ela deve interpretar a vilã Shriek. Nos quadrinhos da Marvel, Shriek tem o superpoder de manipular o som de várias maneiras possíveis e desorientar os seus oponentes, além de mexer com o lado sombrio de suas vítimas. Sua infância foi turbulenta e chegou a ter problema com drogas, tornando-se uma traficante. Ela também é amante de Cletus Kasady, o sanguinário Carnificina, que deve ser o vilão principal de “Venom 2”, após ser introduzido na cena pós-crédito do primeiro filme na pele do ator Woody Harrelson (“Zumbilândia”). A continuação será novamente estrelada por Tom Hardy e Michelle Williams. Mas há novidades atrás das câmeras. Desta vez, a direção estará a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer. “Venom 2” tem estreia marcada para 2 de outubro de 2020 – um cronograma bastante apertado para uma produção que ainda nem terminou de escalar seu elenco.

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  • Filme

    Novas fotos dos bastidores de O Esquadrão Suicida flagram Idris Elba e retorno de Viola Davis

    18 de outubro de 2019 /

    Os paparazzi do site JustJared flagraram novas imagens dos bastidores de “O Esquadrão Suicida”, dirigido por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), na cidade americana de Atlanta. As filmagens estão atualmente acontecendo numa prisão local e as imagens mostram os atores caminhando para o cenário principal, entre eles Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) e John Cena (“Bumblebee”) com uniformes laranjas de presidiários, a portuguesa Daniela Melchior (“O Caderno Negro”) em trajes civis e a volta de Viola Davis a seu terninho executivo, como Amanda Waller. Além destes, o elenco também contará com mais quatro integrantes do filme de 2016: Margot Robbie (Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flag), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller). E entre as novidades destacam-se ainda as participações de Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”)a, Storm Reid (“Euphoria”), Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Steve Agee (“Superstore”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e até Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”). Os detalhes da continuação do longa de 2016 permanecem em segredo. A estreia está marcada para agosto de 2021.

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras escala herói Espectro

    17 de outubro de 2019 /

    O ator canadense Stephen Lobo (das séries “Continuum” e “Travelers”) foi contratado para viver o detetive Jim Corrigan no Arrowverso. Apesar do anúncio, o showrunner Marc Guggenheim não confirmou se ele vestirá o manto verde de seu alter-ego poderoso, o “herói” Espectro, que nos quadrinhos tem grande importância no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. A história de Corrigan é trágica. Ele fez sua primeira aparição nos quadrinhos na década de 1940, criado por ninguém menos que Jerry Siegel, um dos “pais” do Superman. E foi logo assassinado em sua história de origem, vítima de criminosos que investigava. Como sua alma se recusa a partir e entrar no além, ele retorna como Espectro, um espírito de vingança obcecado com a justiça, que possui poderes sobrenaturais praticamente ilimitados. Curiosamente, o personagem já apareceu na série “Constantine” (2014), que acabou integrada ao Arrowverso via presença do personagem-título em “Legends of Tomorrow”. Na ocasião, porém, foi interpretado por outro ator: Emmett J Scanlan, o Lobo de “Krypton”. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção.

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  • Filme

    Paul Dano será o Charada no novo filme de Batman

    17 de outubro de 2019 /

    O ator Paul Dano (“Okja” e “12 Anos de Escravidão”) foi contratado para viver o vilão Charada em “The Batman”, novo filme do herói de Gotham City. No longa, Edward Nygma será apresentado como Edward Nashton, antes de assumir sua identidade maligna. Dano será o segundo ator a interpretá-lo no cinema, após Jim Carrey em “Batman Eternamente” (1995). A confirmação acontece após Zöe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”) ser anunciada como Mulher-Gato. Entretanto, Jonah Hill (“Anjos da Lei”), que negociava viver o Penguim, não entrou em acordo com a Warner e desistiu do papel. Rumores apontam que os produtores estariam agora atrás de Seth Rogen (“Vizinhos”). Escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o filme trará Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) como Batman. A produção deve começar a ser filmada em janeiro para um lançamento em junho de 2021.

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  • Filme

    Snake Eyes: Atrizes de La Casa de Papel e A Babá viverão Baronesa e Scarlett no derivado de G.I. Joe

    17 de outubro de 2019 /

    A atriz espanhola Ursula Corberó (a Tóquio de “La Casa de Papel”) foi confirmada como a vilã Baronesa e a australiana Samara Weaving (“A Babá”) como a heroína Scarlett em “Snake Eyes”, filme derivado da franquia “G.I. Joe” Em ascensão, a sobrinha de Weaving (“Matrix”) estrelou neste ano o terror “Ready or Not” (2009) e será vista em 2020 em “Bill & Ted: Encare a Música” e na série “Hollywood”, nova criação de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story”). Já Corberó, que recentemente encerrou as gravações da Parte 4 de “La Casa de Papel”, vai estrear em Hollywood com a produção. As duas personagens surgiram na segunda geração dos brinquedos da Hasbro, lançada nos anos 1980, respectivamente como primeira integrante heroína e a primeira vilã feminina da franquia. Posteriormente, ambas apareceram nos quadrinhos da Marvel e nas séries animadas da época. Elas também integraram o filme de 2009, “G.I. Joe: A Origem de Cobra”, vividas por Rachel Nichols (Scarlett) e Sienna Miller (Baronesa). Nos quadrinhos, Scarlett tem um relacionamento especial com Snake Eyes, que no filme será vivido por Henry Golding (“Podres de Ricos”). O personagem que dá título à produção, por sua vez, é conhecido por se vestir de preto, nunca revelar seu rosto e jamais falar. Seu inimigo jurado é Storm Shadow, um ninja que também é seu irmão de sangue – e que terá interpretação de Andrew Koji (da série “Warrior”) no novo filme. O ator indonésio Iko Uwais (“22 Milhas”) também faz parte do elenco, como o mentor de Snake Eyes. O filme foi escrito pelo grego Evan Spiliotopoulos, roteirista de “Hércules” (2014), “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017). A direção está a cargo de Robert Schwentke, que dirigiu dois filmes da franquia “Divergente”. E a previsão de lançamento é para outubro de 2020.

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras revela visual do supervilão Anti-Monitor

    16 de outubro de 2019 /

    Os produtores do Arrowverso divulgaram as imagens oficiais de mais dois personagens do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. Eles são o Pariah (abaixo), uma versão alternativa de Harry Wells (Tom Cavanagh) como o último sobrevivente de sua Terra, e o Anti-Monitor (acima), supervilão responsável pela destruição do multiverso. Considerada um marco dos quadrinhos, a história da “Crise” original, publicada em 1985, ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, por meio da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Na história clássica, Pariah é um personagem que viaja no tempo para testemunhar a criação do universo, mas ao fazer isso passa a acreditar que sua presença tenha originado o multiverso e sua antítese entrópica, materializados pelo Monitor e o Anti-Monitor (ambos interpretados por LaMonica Garrett), seres poderosos movidos por diferentes objetivos. Enquanto o primeiro se dedica a estudar o multiverso, a motivação do segundo é a destruição de todas as dimensões. Por causa da sua participação no big bang, Pariah é sempre enviado para locais que estão prestes a ser destruídos pela onda de antimatéria do Antimonitor, testemunhando as mortes de universos inteiros, um atrás do outro. Isto o leva ao desespero, mas, depois de muito se culpar, descobre que outro cientista, ao viajar no tempo até o Big Bang, foi quem realmente criou as entidades. O Anti-Monitor apenas se aproveitou da sua aparição como atalho para invadir sua dimensão, destruí-la e, com isso, aumentar sua anti-energia a ponto de se tornar uma ameaça para todo o multiverso. Não está claro o quanto da história original de Marv Wolfman será aproveitada na adaptação televisiva. Após o episódio de estreia de “Arrow”, o Pariah pode até ser o Harry Wells de Terra 2 (saiba mais aqui – com spoilers). De todo modo, o personagem já deve aparecer nos próximos episódios de “The Flash”.

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  • Série

    Estreia de Arrow dá início à trama de Crise nas Infinitas Terras

    16 de outubro de 2019 /

    “Arrow” estreou sua 8ª e última temporada de forma apocalíptica na noite de terça (15/10) nos Estados Unidos, com o primeiro gostinho da “Crise nas Infinitas Terras”. Spoilers. Intitulado “Starling City”, o episódio acompanhou a visita de Oliver Queen (Stephen Amell), o Arqueiro Verde, à Terra 2. Ao contrário da história de origem do Arqueiro Verde, o Oliver da Terra 2 morreu no mar. Aproveitando-se desse fato, o herói da Terra 1 consegue se passar pelo filho desaparecido de Moira Queen (Susanna Thompson), que teria retornado após passar mais de uma década supostamente perdido numa ilha. Essa premissa foi um presente para os fãs, por permitir evocar paralelos criativos com o piloto e a 1ª temporada da série, além de resgatar vários personagens mortos na cronologia oficial de “Arrow”, ainda vivos em Terra 2. Mas não por muito tempo. O final do episódio serviu para mostrar a extensão da Crise que Oliver precisará enfrentar, conforme antecipado pelo Monitor (LaMonica Garrett). Mesmo economizando nos efeitos visuais – concentrados num cenário fechado, uma delegacia de polícia – , o desfecho apresentou a versão televisiva da DC para o “estalo” de Thanos, com a destruição de vários personagens diante do olhar aturdido do herói. Além da diferença orçamentária, na série ninguém foi poupado. O capítulo se encerra com a destruição total da Terra 2, da qual apenas Laurel Lance (Katie Cassidy), a Sereia Negra, conseguiu escapar, graças a um portal aberto por Oliver (e Diggle) para a segurança da Terra 1. Falando à imprensa após a exibição, os showrunners de “Arrow” revelaram ter pedido permissão aos produtores de “The Flash” para destruir a Terra paralela, originalmente introduzida na 2ª temporada da série do herói velocista, num arco que deu início à saga dos multiversos na TV. Isto porque, além das mortes vistas no episódio de “Arrow”, a catástrofe planetária pode ter representado o fim de personagens queridos, como o Harry Wells (Tom Cavanagh) da Terra 2 e sua filha velocista, Jesse Quick (Violett Beane). O destino deles deverá ser abordado na próxima semana, no terceiro episódio da 6ª temporada de “The Flash”. Ao contrário dos crossovers anteriores do Arrowverso, a trama de “Crise nas Infinitas Terras” já está a pleno vapor, várias semanas antes do evento oficial do encontro das séries. “Quando começamos a temporada, como não temos tantos episódios [serão só 10], sabíamos que queríamos começar com algo grande e apresentar a próxima Crise imediatamente. A Crise está começando mais cedo do que pensávamos”, disse Beth Schwartz para o site TVLine. Considerada um marco dos quadrinhos, a história da “Crise” original, publicada em 1985, ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, por meio da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de outras Terras, como Supergirl, num único Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil.

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  • Série

    Quadrinhos de Bone vão virar série da Netflix

    16 de outubro de 2019 /

    A Netflix anunciou a produção de uma série animada baseada em “Bone”, quadrinhos icônicos de Jeff Smith. Vencedora de 10 prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos), “Bone” foi originalmente publicada de forma independente em 55 edições, de 1991 a 2004, na maior sequência já escrita e desenhada pelo mesmo artista na história do gênero. Equilibrando humor, ação e fantasia, “Bone” tem como principal inspiração os quadrinhos clássicos de Carl Barks (“Tio Patinhas”), Walt Kelly (“Pogo”) e a obra literária de J R.R. Tolkien (“O Senhor dos Anéis”). A trama gira em torno de três primos – Fone Bone, Phoney Bone e Smiley Bone – pequeninos, carecas, totalmente brancos e narigudos, que se perdem num deserto vasto, depois de serem expulsos de sua cidade natal, e acabam encontrando seu destino num vale repleto de criaturas maravilhosas e aterradoras. Smith está encarregado de supervisionar a exibição na TV. “Esperei bastante tempo por isso”, disse o autor, em comunicado. “A Netflix é a casa perfeita para Bone. Fãs dos quadrinhos sabem que a história se desenrola capítulo a capítulo, livro por livro. E uma série de animação é exatamente o melhor jeito de fazer isso”.

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