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  • Série

    Lucifer: Tricia Helfer vai voltar à série para a temporada final

    16 de outubro de 2019 /

    A atriz Tricia Helfer vai voltar a interpretar Charlotte Richards na 5ª e última temporada de “Lucifer”. A própria atriz confirmou a participação, comentando ter se divertido no set de gravações. “Me diverti muito hoje no set. Não posso dizer o que…ainda… mas foi adorável atuar e estar perto de pessoas maravilhosas”, ela declarou. Em seguida, retuitou uma notícia do site americano TVLine, que anunciava seu retorno. Segundo a publicação, ela irá adotar um visual diferente. A foto que ilustra a notícia mostrou a atriz com um visual de dona de casa conservadora. Compare acima. Vale lembrar que Charlotte Richards morreu e foi carregada para o céu por Amenadiel (D.B. Woodside) no final da 3ª temporada. Mas, a mãe de Lucifer, que possuía o corpo de Charlotte na 2ª temporada, foi envidada para o inferno, onde Lucifer (Tom Ellis) será visto nos capítulos finais da série. Podem começar as teorias. A 5ª temporada de “Lucifer” terá 16 episódios para encerrar a trama. A estreia está prevista para maio de 2020. Had such fun on set today. Can't say for what…yet…but lovely to play and be around wonderful people. — Tricia Helfer (@trutriciahelfer) October 12, 2019 Ooohhhh! https://t.co/FRKxksWEA4 — Tricia Helfer (@trutriciahelfer) October 15, 2019

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  • Etc

    Anne Hathaway parabeniza Zoë Kravitz por virar a nova Mulher-Gato do cinema

    16 de outubro de 2019 /

    A atriz Anne Hathaway, que viveu Selina Kyle, a Mulher-Gato, em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, usou as redes sociais para parabenizar Zoë Kravitz por ter conseguido o papel da personagem no vindouro filme “The Batman”. Pelo Instagram, a atriz escreveu, aludindo às sete (nove nos Estados Unidos) vidas de um gato: “Os maiores parabéns para Zoë Kravitz por ter conseguido o papel de uma vida. Bem, uma vida de qualquer jeito… Curta o passeio, Selina”. Confira o post original abaixo. Curiosamente, Zoë já foi Mulher-Gato antes. Ela dublou a personagem em “Lego Batman: O Filme”, produção da Warner lançada em 2017. Além da Mulher-Gato, outros vilões clássicos dos quadrinhos, como Pinguim e Charada, devem aparecer na produção, sem esquecer de coadjuvantes obrigatórios, como Comissário Gordon e Alfred. Batman, por sua vez, será vivido por Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) Com direção de Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o filme tem estreia marcada apenas para junho de 2021. Ver essa foto no Instagram The biggest congrats to @zoeisabellakravitz on landing the role of a lifetime. Well, one life anyway…⁣⁣ Enjoy the ride, Selina ? #Catwoman Uma publicação compartilhada por Anne Hathaway (@annehathaway) em 15 de Out, 2019 às 6:36 PDT

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  • Filme

    Diretor revela que Jane Foster pode contrair câncer no quarto filme de Thor

    16 de outubro de 2019 /

    A trama de “Thor: Love and Thunder”, quarto filme do Deus do Trovão da Marvel, pode mostrar Jane Foster, personagem vivida por Natalie Portman, com câncer de mama. A revelação foi feita pelo diretor Taika Waititi em entrevista à revista Variety. “Eu acho que esta é uma parte realmente poderosa dos quadrinhos. Acho que é muito interessante que ela esteja lutando contra esta doença, e aí há duas batalhas ao mesmo tempo”, contou. Entretanto, isto pode mudar durante a produção, que atualmente está em fase de roteiro. “Pessoalmente, eu amo esta história. Mas se isto vai se materializar no filme é algo que ainda será decidido”. Ele elaborou. “Não sabemos se vamos adaptar esta história completa. Estas coisas mudam até no processo de edição às vezes. Tipo ‘vamos esquecer esta trama em que ela tem câncer de mama. Vamos mudar para outra coisa, ou quem sabe ela está saudável'”. Previsto para lançamento em novembro de 2021, o filme trará Jane Foster assumindo o lugar de Thor, como a Deusa do Trovão. Nos quadrinhos em que a trama se baseia, Thor Odinson se tornou indigno de levantar o Mjölnir, depois dos acontecimentos da saga “Pecado Original”. Com isso, Jane Foster é considerada digna pelo seu altruísmo e a dedicação em salvar vidas como médica e se torna a Poderosa Thor. Ao mesmo tempo, nessa história, ela descobre que tem câncer. Além dos retornos de Portman e Hemsworth, o filme ainda trará Tessa Thompson de volta como Valquíria. A estreia está marcada para 5 de novembro de 2021.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Presidente da Marvel Studios é promovido e passa a responder também pelas séries da editora

    16 de outubro de 2019 /

    Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, foi promovido após o desempenho fenomenal dos últimos filmes que produziu, entre eles “Vingadores: Ultimato”, que atingiu a maior bilheteria mundial de todos os tempos. Seu novo título é Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel. Ele assumiu ainda mais responsabilidades, ampliando o conteúdo produzido sob sua supervisão. Além de continuar à frente da divisão cinematográfica da Marvel, ele será o chefe das produções do estúdio em todas as diferentes plataformas, incluindo séries de streaming e TV. Na prática, ele já estava à frente das séries da Marvel em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), com a desculpa de que eram derivadas dos filmes. Agora, assumirá oficialmente o comando da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment, responsável pelos desenhos da empresa. Com a promoção de Feige, as divisões televisivas deixarão de ser subordinadas à sua antiga empresa-mãe, a Marvel Entertainment, passando a integrar uma divisão única de mídia da Marvel, uma nova e ainda mais poderosa Marvel Studios, cuja marca passará a estampar todos as adaptações de quadrinhos produzidas daqui para frente. Isto representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis. Devido aos choques constantes com Perlmutter, Feige chegou a comunicar há dois anos sua intenção de abandonar a Marvel Studios. Irritado com a proibição de produzir os filmes de “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”, ele desabafou com o CEO da Disney, Bob Iger, que decidiu realizar uma intervenção, mexendo no organograma do conglomerado para transferir a Marvel Studios para a unidade de cinema da Disney. Assim, Feige se livrou da chefia de Perlmutter, passando a responder aos Presidentes da Walt Disney Studios Alan Horn e Alan Bergman, que aprovaram seus planos e os filmes de super-heróis da companhia puderam arrecadar suas maiores bilheterias. Estes bastidores tumultuados vieram à tona no recente lançamento do livro de memórias de Iger. A transferência da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment para o grupo da Marvel Studios, sob comando de Feige, leva a uma separação definitiva, tanto dos filmes quanto das séries, da Marvel propriamente dita. Produtor mais bem-sucedido do século 21, Feige iniciou como assistente de produção no primeiro filme dos X-Men, lançado em 2000, até virar presidente da Marvel Studios em 2007, consolidando a divisão sob seu comando como uma fábrica de blockbusters, responsável pelos filmes que mais dinheiro rendem atualmente para a Disney.

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  • Filme

    Nova Mulher-Gato, Zöe Kravitz já viveu a personagem no cinema

    15 de outubro de 2019 /

    Uma curiosidade sobre a contratação de Zöe Kravitz, a Mulher-Gato de “The Batman”, é que ela já interpretou a heroína antes no cinema. Ela dublou a personagem em “Lego Batman: O Filme”, produção da Warner lançada em 2017. E tem mais. A atriz chegou a discutir participação em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, último filme do herói dirigido por Christopher Nolan. Mas acabou não ficando com o papel, que era pouco mais que uma figuração, por ser considerada “muito urbana” em 2012. Como se não bastasse, a filha do roqueiro Lenny Kravitz tem como segundo pai o ator Jason Momoa, intérprete de “Aquaman” nos filmes da DC Comics. Momoa se tornou seu padrasto ao se casar com sua mãe, Lisa Bonet. Além de dublar Selina Kyler, a Mulher-Gato, ela também já deu voz a uma personagem importante da Marvel: Mary Jane no sucesso animado “Homem-Aranha: No Aranhaverso”. A atriz estrela a seguir a série “High Fidelity”, baseada no filme “Alta Fidelidade”, e o drama musical “Viena and the Fantom”, com direção de Gerardo Naranjo (“Miss Bala”), ambos previstos para 2020. Já “The Batman”, dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), tem estreia marcada apenas para junho de 2021.

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  • Filme

    Ryan Reynolds revela reunião na Marvel

    14 de outubro de 2019 /

    Ryan Reynolds divulgou em seu Twitter a foto de uma visita ao Marvel Studios. A imagem sugere uma reunião no estúdio com o intérprete e produtor dos filmes de “Deadpool”, que deverá ser integrado ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) num futuro próximo – também conhecido como “Fase 5”. “Fiz testes para o papel de ‘Anthony Stark’. Não cheguei nem perto, mas um homem gentil com um taser me acompanhou até o Térreo”, ele escreveu ao lado da imagem. “Deadpool 3” está praticamente confirmado. Existe, inclusive, uma promessa de que a classificação “R” (para maiores) será mantida. Mas o planejado filme da “X-Force” dificilmente sairá do papel. Auditioned for the role of “Anthony Stark”. Didn’t come even remotely close, but the nice man with the taser escorted me to the ground. pic.twitter.com/1bwFDGdMOj — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) October 14, 2019

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  • Filme

    Zoe Kravitz será a Mulher-Gato do novo filme de Batman

    14 de outubro de 2019 /

    A atriz Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”, “Big Little Lies”) vai interpretar Mulher-Gato/Selina Kyle em “The Batman”, que marcará a estreia de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) como o super-herói da DC Comics. A informação foi apurada pelo site da revista The Hollywood Reporter, que ainda revelou o nome das demais finalistas dos testes realizados pelo diretor Matt Reever (“Planeta dos Macacos: A Guerra”): Zazie Beetz (“Coringa”), Ana de Armas (“Blade Runner: 2049”), Ella Balinska (“As Panteras”) e Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”). Todas contracenaram com Robert Pattinson durante os testes e Zoe Kravitz foi escolhida pelo desempenho e química com o ator, que estrelará a produção no papel-título. A seleção de finalistas demonstra claramente a intenção do cineasta, que também é autor do roteiro, de escalar uma atriz negra ou latina no papel. A escolhida é bem diferente da loira Michelle Pfeiffer, que foi a Mulher-Gato de “Batman: O Retorno” (1992), e de Anne Hathaway, a Selina de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012). Mas já existiram duas Mulher-Gato negras nas telas. A primeira debutou na TV em 1967, interpretada por Eartha Kitt na 3ª e última temporada da série “Batman” dos anos 1960 – substituindo, por coincidência, duas atrizes brancas no papel. E Halle Berry estrelou o único filme com o nome da personagem, “Mulher-Gato”, em 2004 – um fracasso retumbante de público e crítica. Além da Mulher-Gato, outros vilões clássicos dos quadrinhos, como Pinguim e Charada, devem aparecer na produção, sem esquecer de coadjuvantes obrigatórios, como Comissário Gordon e Alfred. A produção ainda tem, portanto, muitos papéis para escalar antes de começar suas filmagens. A estreia está marcada apenas para junho de 2021.

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  • Etc

    Coringa mantém liderança nas bilheterias do Brasil

    14 de outubro de 2019 /

    Assim como aconteceu na América do Norte, “Coringa” se manteve no topo da bilheteria brasileira com números expressivos. No período entre quinta (10) a domingo (13/10), o filme estrelado por Joaquin Phoenix levou mais de 1,5 milhão de pessoas aos cinemas, gerando uma renda de R$ 26,7 milhões. A renda acumulada da adaptação dos quadrinhos da DC Comics já chega a R$ 73,2 milhões no Brasil. O valor representa a quinta maior arrecadação mundial da produção, atrás da América do Norte (EUA e Canadá), Reino Unido, México, Coreia do Sul e Rússia. Em todo o mundo, o filme soma US$ 543,9 milhões (valores em dólares) em apenas 11 dias. Refletindo seu fracasso no exterior, o novo filme de Will Smith, “Projeto Gemini”, teve apenas 17% do público de “Coringa”, com 246 mil espectadores e uma renda de R$ 4,7 milhões em sua estreia. Apesar disso, abriu em 2º lugar no ranking, tamanha a diferença do filme do vilão dos quadrinhos para o desempenho dos demais. O Top 10 ainda inclui três filmes brasileiros: “Ela Disse, Ele Disse” em 5º lugar, “Vai que Cola 2: O Começo” em 7º e “Bacurau” em 8º. Confira abaixo a lista dos dez filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 10 – 13/Out:1. Coringa 2. Projeto Gemini3. Angry Birds 2 – O Filme4. Abominável5. Ela disse, Ele disse6. Ad Astra Rumo às Estrelas7. Vai que Cola 2 O Começo8. Bacurau9. Rambo: Até o Fim10. It Capitulo Dois — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 14, 2019

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  • Etc

    Scorsese agora diz que donos de cinema deveriam se impor contra filmes da Marvel

    13 de outubro de 2019 /

    O diretor Martin Scorsese voltou a criticar os filmes blockbusters ao estilo das produções Marvel e quer que os cinemas parem de exibi-los. Ao participar neste domingo (13/10) de um debate sobre o futuro da indústria cinematográfica durante o Festival de Cinema de Londres, ele afirmou que os cinemas não deveriam ser “invadidos” por filmes do gênero, que transformam as salas de exibição em parques temáticos. “Como eu disse antes, não é cinema, é outra coisa (…) e não deveríamos ser invadidos por isso. Então, isso é um grande problema, e precisamos que os donos de cinemas se imponham e permitam que as salas exibam filmes que sejam mais narrativos”, afirmou o cineasta. O comentário reforça opinião que ele já havia manifestado anteriormente. No início do mês, durante entrevista para divulgar seu novo filme “O Irlandês”, o diretor disse pela primeira vez que os filmes da Marvel não são cinema e sim parques temáticos. “Não é o cinema de seres humanos tentando transmitir experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano”. As declarações já foram devidamente confrontadas nas redes sociais por diversos artistas relacionados às produções da Marvel. Mas a insistência de Scorsese pode fazer parte de um estratagema para desviar atenção de seu problema particular com a questão. Afinal, seu novo filme é uma produção da Netflix, que fez os donos de cinemas se imporem para impedir que fosse exibida em suas salas. As frases de Scorsese contrastam com o fato de “O Irlandês” não estar sendo considerado cinema pelo parque exibidor. Tanto que a Netflix teve que alugar um teatro da Broadway para poder projetá-lo em Nova York. Ao tentar polemizar com os filmes da Marvel, o cineasta parece tentar mudar de assunto e criar uma polêmica onde realmente nada existe. Afinal, o primeiro filme do parque temático de “Star Wars” foi lançado há meio século e só agora isso parece incomodar o diretor. E se a referência de parque temático for uma sacadinha para criticar diretamente a Disney, bem, a Disneylândia abriu quando Scorsese tinha 12 anos, inspirada em filmes. Na época, a criança Scorsese deve ter adorado. Por outro lado, dizer que donos de cinema não deveriam exibir filmes que seriam “parques temáticos” equivale a defender a falência do mercado, o fim das telas IMAX, o fechamento de todos os cinemas 3D. Afinal, são os “parques temáticos” que mantém os cinemas lotados e, portanto, funcionando. O lançamento de um filme de Scorsese na Netflix não vão ajudar a manter o cinema vivo, mas “Vingadores: Ultimato”, “Capitã Marvel” e “Homem-Aranha: Longe de Casa” vão, injetando mais de US$ 5 bilhões no mercado com sua bilheteria mundial, para citar apenas os lançamentos de 2019. Sem os filmes da Marvel, as salas de cinema simplesmente fechariam. O avanço do streaming, formato preferido por Scorsese aos “parques temáticos”, demonstra que o público precisa de estímulo para sair de casa. Por isso, é cada vez mais necessário que filmes de espetáculo grandioso, como os projetados pela Marvel, sejam produzidos. São estes que mantém os cinemas lotados.

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  • Filme

    Coringa ri do fiasco de Projeto Gemini com liderança folgada nas bilheterias

    13 de outubro de 2019 /

    “Coringa” continua rindo à toa. O filme vagamente inspirado nos quadrinhos da DC Comics manteve liderança folgada nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá pelo segundo fim de semana consecutivo, com larga vantagem em relação aos demais lançamentos do período. E o mesmo aconteceu no resto do mundo. Com US$ 55 milhões faturados entre quinta e domingo (13/10), a produção da Warner já atingiu 192,7 milhões só no mercado doméstico. O sucesso, porém, é muito maior no exterior, o que ajudou sua bilheteria mundial a somar US$ 543,9 milhões em apenas dez dias. Na Europa, o filme estrelado por Joaquin Phoenix já superou toda a arrecadação de “Logan”, “Liga da Justiça” e “Mulher Maravilha”. Mas é na América Latina que vem obtendo suas maiores somas, a ponto de já aparecer empatado com o blockbuster “Batman vs. Superman” na região, e muito acima de “Liga da Justiça” e “Mulher Maravilha”, além de registrar mais que o dobro da bilheteria do filme anterior do personagem, “Batman: O Cavaleiro das Trevas”. Os mercados internacionais em que “Coringa” está vendendo mais ingressos são Reino Unido (US$ 36,9 milhões), México (US$ 28,9 milhões), Coréia do Sul (US$ 28 milhões), Rússia (US$ 20,4 milhões) e Brasil (US$ 18 milhões). Para completar, o filme estreou na França e na Alemanha neste fim de semana batendo recordes de arrecadação. As três estreias amplas que arriscaram enfrentar o vilão dos quadrinhos em sua segunda semana em cartaz tiveram resultados variados. A animação “Família Addams” ficou em 2º lugar com respeitáveis US$ 30,2 milhões. O contexto é considerado positivo, diante da competição duríssima e do orçamento de US$ 50 milhões da produção, que poderia ser coberto com o sucesso internacional. Como parte desta estratégia, o lançamento do desenho foi restrito à América do Norte, chegando ao Brasil e a maioria dos demais países apenas a partir de 31 de outubro. Entretanto, o projeto de lucro pode ter sido esfriado pelas críticas negativas, que deixaram a aprovação do filme em apenas 44% no Rotten Tomatoes – mais difícil de vender no exterior. “Projeto Gemini” enfrenta problema ainda maior. A aposta em um suposto blockbuster 3D mundial fracassou epicamente. O thriller de ação estrelado por Will Smith, com tecnologia digital de última geração, fez apenas US$ 20,5M e abriu em 3º lugar nos Estados Unidos e Canadá. E não se saiu muito melhor no mercado internacional, onde abriu simultaneamente em 58 países e somou apenas US$ 39 milhões. Orçado em US$ 140 milhões sem P&A (custo de cópias e publicidade), “Projeto Gemini” vai dar prejuízo para a Sony. O tamanho do buraco já está sendo estimado em no mínimo US$ 60 milhões pelas publicações especializadas dos Estados Unidos. Mas pode aumentar com as críticas extremamente desfavoráveis – apenas 26% no Rotten Tomatoes. Será o segundo fracasso milionário consecutivo do diretor Ang Lee, que também privilegiou a tecnologia 3D de ponta em seu drama de guerra “A Longa Caminhada de Billy Lynn” (2016), orçado em US$ 40 milhões e que rendeu a quantia abissal de US$ 1,7 milhão nos cinemas norte-americanos. A terceira estreia da semana foi a comédia “Jexi”, escrita e dirigida pela dupla responsável por “Perfeita é a Mãe”, que implodiu em 9º lugar. Longe dessa tristeza comercial, o circuito limitado apresentou o maior sucesso por sala do ano inteiro, o drama sul-coreano “Parasita”, que estourou lotações nas três únicas telas em que começou a ser exibido. A arrecadação por sala do vencedor do Festival de Cannes ficou em US$ 125,4 mil, um fenômeno. Para dar a dimensão da façanha, a estreia de “Coringa” na semana passada rendeu exatamente 10% disso por sala. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 55M Total EUA e Canadá: US$ 192,7M Total Mundo: US$ 543,9M 2. Família Addams Fim de semana: US$ 30,2M Total EUA e Canadá: US$ 30,2M Total Mundo: US$ 30,2M 3. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 20,5M Total EUA e Canadá: US$ 20,5M Total Mundo: US$ 59,5M 4. Abominável Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 47,9M Total Mundo: US$ 108M 5. Downton Abbey Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 82,6M Total Mundo: US$ 152,6M   6. As Golpistas Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 98M Total Mundo: US$ 121,6M 7. Judy Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 14,9M Total Mundo: US$ 14,9M 8. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 207,1M Total Mundo: US$ 445,6M 9. Jexi Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 10. Ad Astra Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 47M Total Mundo: US$ US$ 120,3M

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  • Série

    James Wan vai produzir série baseada nos quadrinhos de Dylan Dog

    12 de outubro de 2019 /

    A produtora Atomic Monster, do cineasta James Wan (“Invocação do Mal”), fechou contrato com a editora italiana Sergio Bonelli para adaptar os quadrinhos de “Dylan Dog” numa série live-action. Criado em 1986 por Tiziano Sclavi, Dylan Dog é um detetive que resolve casos sobrenaturais e já teve um filme com elenco americano, estrelado por Brandon Routh (“Superman – O Retorno”) e dirigido por Kevin Munroe (da animação das “Tartarugas Ninjas”). A produção foi anunciada revelado num comunicado conjunto, assinado pelo presidente da editora italiana, Davide Bonelli, e pelo próprio James Wan. “James Wan e Atomic Monster são mestres no gênero de terror e têm uma sensibilidade comprovada sobre a melhor forma de adaptar os quadrinhos à tela. Estamos muito emocionados por ter essa equipe dos sonhos trabalhando em um de nossos personagens mais importantes.” “‘Dylan Dog’ é realmente um dos meus quadrinhos favoritos de todos os tempos. Fui apresentado pela primeira vez ao ‘Investigador de Pesadelos’ no colégio por meus amigos europeus. E embora eu não tenha entendido o texto estrangeiro, entendi facilmente a história através da bela obra de arte e de suas referências amorosas ao gênero de terror. Estou empolgado em trabalhar com a editora Sergio Bonelli para lhe dar vida na tela.” Em seus 33 anos de existência, “Dylan Dog” possui mais de 500 histórias publicadas e mais de 50 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, inclusive no Brasil. Embora publicada na Itália, a série se passa principalmente em Londres, onde vive o protagonista, que investiga mistérios paranormais ao lado de seu companheiro Groucho, inspirado no clássico humorista Groucho Marx. A publicação é tão famosa na Itália que até o célebre diretor Dario Argento (da “Suspiria” original) já escreveu uma graphic novel do personagem. A série terá inicialmente uma 1ª temporada com 10 episódios, mas ainda não possui showrunner nem canal definido.

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  • Filme

    A Cidade dos Piratas: Animação baseada na vida e obra de Laerte Coutinho ganha trailer e pôster

    12 de outubro de 2019 /

    A Lança Filmes divulgou o novo pôster e o trailer da animação “A Cidade dos Piratas”, novo trabalho de Otto Guerra, diretor de “Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll” (2006) e “Até que a Sbórnia nos Separe” (2013). O filme adapta a obra de Laerte Coutinho, mas, apesar do título, não se trata de uma produção sobre a tirinha “Piratas do Tietê”, criada pelo cartunista, mas sim inspirada pela vida e pela arte do artista. Isto fica claro logo na abertura da prévia, que se foca na transição de gênero de Laerte, e segue na temática da história, ao apresentar a reação conservadora contra uma suposta “ditadura gay” atual. Há também um discussão metalinguística sobre os bastidores da produção, com o próprio diretor transformado em desenho. O elenco de dubladores inclui Matheus Nachtergaele (“Trinta”) e Marco Ricca (“Chatô, o Rei do Brasil”) Depois de ser premiado em alguns festivais, o filme chega aos cinemas no dia 31 de Outubro.

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  • Série

    Extrema direita americana ataca a série Batwoman no Rotten Tomatoes e IMDb

    12 de outubro de 2019 /

    Os minions da extrema direita dos Estados Unidos decidiram se engajar em nova campanha destrutiva, desta vez mirando as notas da série “Batwoman” nos fóruns dos sites Rotten Tomatos e IMDb. A tática é a mesma que tentou forjar um fracasso de público contra “Capitã Marvel”, filme que acabou figurando entre as maiores bilheterias do ano. Perfis falsos foram criados nos últimos dias especificamente para falar mal da atração. Por conta disso, a nota da série no IMDb é apenas 3 (o máximo seria 10) e a avaliação da audiência no Rotten Tomatoes está em 11% (de 100%). A manipulação se torna evidente em contraste com a opinião da crítica, que não pode ser distorcida por trolls, minions ou robôs. O primeiro episódio da série, exibido no domingo passado (6/10) na rede americana The CW, teve 72% de aprovação na média das críticas agregadas pelo mesmo Rotten Tomatoes. Considerando-se que a crítica costuma ser mais exigente que o público, a nota popular se apresenta completamente fora do padrão. Mas não é apenas as avaliações negativas que chamam atenção. Outro dado completamente fora das estatísticas é o número exorbitante de votos disparados contra “Batwoman”, muito superior ao de qualquer outra série. Enquanto a temporada passada de “The Flash”, a atração de super-herói de maior audiência da rede CW, recebeu pouco mais de 800 avaliações do público ao longo de seus 22 episódios, o único capítulo exibido de “Batwoman” gerou mais de 4,4 mil votos em uma semana. Entre os comentários negativos, os mais comuns aludem ao fato de que “era o que se poderia esperar” de uma série com o tema proposto (LGBTQIA+) que não tem “um Batman homem”. A maioria das resenhas é assinada por homens. Vale destacar que, além de ser protagonizada por uma mulher, tanto Batwoman quanto sua intérprete, a atriz Ruby Rose, são lésbicas assumidas nos quadrinhos, na TV e na vida real. Triste e ridículo, o esforço inútil dos nerds de direita contrariados com um mundo sem preconceito não tem força para transformar sua visão negativa em realidade, pois, assim como aconteceu “Capitã Marvel” no cinema, a série “Batwoman” também é um sucesso de público na TV americana. Seu primeiro episódio registrou a maior audiência de estreia das últimas temporadas da CW – e não apenas da temporada deste ano – , superando até a volta de “The Flash” no canal.

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