Johnny Depp tentou fazer Amber Heard ser demitida de Aquaman
A ideia de Johnny Depp ao processar o jornal The Sun por difamação, após um artigo de abril de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, pode ter sido defender sua carreira, mas muitos se perguntam se ele ainda terá carreira depois das revelações feitas no tribunal de Londres em que corre a ação. Confrontado pela advogada do jornal, Sasha Wass, os depoimentos de Depp no caso, ao longo da semana passada, transformaram-se em matéria-prima de notícias pouco lisonjeiras sobre o ator. Wass tem conseguido pintar Depp não apenas como um “espancador de esposa”, mas quase como um psicopata. Depois de arrancar a admissão de uma cabeçada “involuntária” na ex-mulher, Amber Heard, e apresentar fotos da destruição causada pela ira do ator em sua casa e no rosto machucado da atriz, a advogada trouxe à tona mais detalhes sobre a raiva incontida do ex-“Piratas do Caribe”. Ameaças à amigos de Heard e controle de papéis e roupas que ela poderia usar foram os primeiros detalhes apresentados na quinta-feira (10/3) na corte. E na sexta, Wass conseguir fazer Depp confessar ter pressionado a Warner a demitir a atriz da franquia “Aquaman”, após os dois se separarem. A defesa do jornal apurou que ele mandou uma mensagem para sua assistente em 4 de junho de 2016, depois que se separou, dizendo: “Quero que ela seja substituída no filme da WB [Warner Bros]”. Diante da revelação, Depp negou ter orquestrado uma petição que reuniu 400 mil assinaturas online para removê-la da franquia. Mas confirmou: “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman'”. Na verdade, na data apontada, Heard tinha vivido a personagem Mera em “Liga da Justiça”, mas ainda não havia iniciado as filmagens de “Aquaman”, que só começaram um ano depois. O longa virou um grande blockbuster ao chegar aos cinemas em 2018. Ela também estará na sequência do filme, que ainda não tem previsão para ser produzida. Depp apresentou sua justificativa para a tentativa de sabotagem. “Eu fui caracterizado globalmente, como o Sun colocou, como um ‘espancador de esposa’. Eu fui de Cinderela a Quasimodo em 0,6 segundos e eu estava sem voz naquele momento”, afirmou, segundo o relato do Sun, que faz cobertura privilegiada do caso como parte do processo. Ele também foi acusado de tentar controlar os filmes que Heard fazia enquanto foi casada com ele, a ponto de a atriz precisar esconder se a produção incluía alguma cena de nudez. O ator disse ao juiz que ficava “desconfortável com a ideia dela fazer nudez” e argumentou que “ela não precisava ficar nua em filmes”. Mas ele também não a queria vestindo roupas sensuais nos tapetes vermelhos, disse a advogada do jornal. Embora admitisse sentir ciúmes, Depp afirmou que estava apenas cuidando da reputação profissional da atriz e negou que tentasse controlar sua imagem. “A Srta. Heard estava desconfortável em ser vista como um objeto sexual, esperava fazer filmes melhores, por isso não queria ser objetificada e não queria mais fazer cenas de nudez”, disse Depp ao tribunal. “Eu nunca diria a ela o que vestir, mas certamente faria menção se achasse que ela estava se vestindo de forma completamente contrária ao que me dizia desejar, porque achava não ser muito útil para o objetivo dela, em termos de ser levada a sério como atriz”. Além desse controle exercido sobre papéis e aparência, a advogada buscou demonstrar que Depp também tentou cercar Heard em sua vida pessoal. Ela mostrou uma mensagem de texto escrita por Depp em que ele chama a ex-mulher de uma série de nomes extremamente depreciativos, os quais não se deve publicar, e com ameaças ao bilionário Elon Musk, dono da fábrica de carros Tesla e da empresa espacial privada SpaceX, de quem Heard era próxima – os dois acabaram namorando após o divórcio. Um trecho diz: “Vamos ver se Mollusk [um trocadilho com a palavra molusco] tem um par de c****** para me encontrar cara a cara. Vou mostrar a ele coisas que ele nunca viu antes, como o outro lado de seu p** quando eu cortá-lo.” Também foi apresentada como evidência uma gravação de tortura psicológica, em que Depp provoca Heard para cortá-lo com uma faca, porque se não fizesse isso ele se cortaria diante dela. “Me corte, me corte, se não, eu mesmo vou”, diz sua voz no registro de julho de 2016, um mês antes do divórcio, enquanto a atriz implora para ele largar a faca. Segundo a advogada, ele segurava a faca no momento da gravação. A corte britânica também ouviu que Depp jogou uma garrafa de champanhe na atriz no dia em que ela completou 30 anos. Como presente, ela ainda teve os cabelos puxados e foi jogada na cama, para depois encontrar uma bilhete dizendo “Feliz p**** de aniversário”. Em sua defesa, Depp revelou que pode ter usado drogas naquele dia, mas negou ser violento, embora a advogada tenha apresentado fotos da destruição causada na casa em que ele morava com a atriz. No dia seguinte, ele encontrou um cocô em sua cama. Ele disse que foi isso que o fez considerar o fim do casamento. Em sua primeira semana, a corte britânica ouviu o testemunho de Depp, autor do processo. A partir de segunda (13/7), será a vez da defesa apresentar suas testemunhas, entre elas Amber Heard.
The 100: Piloto do spin-off tem uma das piores audiências da série
O episódio de “The 100” programado para servir de piloto de um spin-ff da série não atraiu grande público na rede americana The CW. Intitulado “Anaconda”, o capítulo foi ao ar na quarta (8/7) nos EUA e apresentou um longo flashback sobre o primeiro apocalipse nuclear da Terra, mostrando a origem de vários elementos da mitologia da série. Apesar de incluir alguns personagens anteriormente estabelecidos na franquia, como Becca Franco (Erica Cerra), a cientista que criou a Inteligência Artificial Alie à sua imagem e semelhança, o piloto mostrou que, caso vire série, o spin-off acompanharia apenas personagens inéditos, que lutam pela sobrevivência num planeta dizimado pela radiação. Jason Rothenberg, criador de “The 100”, aproveitou a exibição para fazer bastante propaganda do projeto, demonstrando o que pretende contar, caso a produção saia do papel. Mas o público não pareceu se entusiasmar com a premissa por se tratar de um prólogo. “Anaconda” foi um dos episódios menos assistidos da série, com 669 mil telespectadores sintonizados ao vivo, abaixo da média atual da temporada de “The 100” (682 mil) e uma audiência qualificada de 0,2 ponto na demo. Além desse spin-off, a CW ainda avalia a produção de uma série derivada de “Arrow”. Especula-se que apenas um dos dois projetos será aprovado. Desse modo, a demora na definição do futuro da atração do Arrowverso estaria relacionada à espera da exibição de “Anaconda”. O piloto embutido de mais uma atração da DC Comics foi exibido em janeiro, no penúltimo episódio de “Arrow”. Na ocasião, o capítulo “Green Arrow and the Canaries” bateu recorde de audiência, tornando-se o mais assistido da season finale da série do Arqueiro Verde, à exceção do episódio do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. Ao todo, foi visto por 893 mil telespectadores ao vivo e registrou 0,33 ponto na demo.
Parte 5 do Mundo Sombrio de Sabrina seria crossover com Riverdale
O cancelamento de “O Mundo Sombrio de Sabrina” acabou impedindo um crossover muito aguardado com “Riverdale”. O criador e showrunner da série, Roberto Aguirre-Sacasa, sugeriu que esse seria o tema da Parte 5, que jamais será produzida. Num tuíte publicado na sexta (10/7), ele publicou uma arte que junta Archie, Jughead, Betty, Veronica e Cheryl, os principais personagens de “Riverdale”, ao elenco de “CAOS” (abreviatura, em inglês, do título original da série: “Chilling Adventures of Sabrina”). E indicou que esta história será contada agora em quadrinhos. “A Parte 4 é a melhor que já fizemos”, tuitou Aguirre-Sacasa. “E a Parte 5, ‘Guerra das Bruxas’, teria sido INCRÍVEL. Vai continuar nas páginas dos quadrinhos de ‘CAOS’.” Após essa informação, os fãs passaram a perguntar se Sabrina não poderia aparecer em “Riverdale”. Aguirre-Sacasa, que também é criador e showrunner de “Riverdale”, ainda não se pronunciou sobre esta possibilidade. Mas se o contrato da série da Archie Comics for similar aos da Marvel, seria preciso esperar dois anos após o lançamento da Parte 4 para isto acontecer. E os últimos episódios de “Sabrina” ainda não tem previsão de estreia. Confira o tuíte do produtor abaixo, incluindo a arte da capa dos quadrinhos da história de “Guerra das Bruxas”. Thank you for all the love, #sabrinanetflix fans. Part Four is our best yet and Part Five, “Witch War,” would’ve been AMAZING. To be continued in the pages of #CAOS comic book… 💔🔮☠️🍔👨🏻💻 pic.twitter.com/wNvTfxYNfX — RobertoAguirreSacasa (@WriterRAS) July 10, 2020
Netflix cancela O Mundo Sombrio de Sabrina
A Netflix cancelou outra série. “O Mundo Sombrio de Sabrina” vai acabar em sua Parte 4. O anúncio foi feito nas redes sociais como se fosse uma notícia boa. Em comunicado, o produtor Roberto Aguirre-Sacasa agradeceu à equipe pelo trabalho desenvolvido. “Trabalhar em ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ foi uma honra incrível desde o primeiro dia. O elenco, começando com Kiernan [Shipka] como a bruxa adolescente favorita de todos, foi uma alegria absoluta. Sou muito grato à equipe, escritores, editores, assistentes e a todos por derramarem tanto amor nesse sonho sombrio em forma de série. Também sou grato aos nossos parceiros da Netflix, Warner Bros., Berlanti Television e Archie Comics por nos deixar contar a história que queríamos contar, da maneira que queríamos contar. Mal podemos esperar para que todos vejam a quarta parte”, concluiu. O final de “Sabrina” é a culminação de uma fase terrível na carreira de Aguirre-Sacasa, que na semana passada soube que sua outra série baseada em quadrinhos da Archie Comics, “Katy Keene”, foi cancelada pela rede The CW após a 1ª temporada. Além disso, o projeto que ele desenvolvia para a rede ABC, “The Brides”, sobre as noivas de Drácula, foi recusado. O produtor só tem atualmente uma série no ar, “Riverdale”, justamente sua primeira atração, que retornará para a 5ª temporada na CW em 2021. “O Mundo Sombrio de Sabrina” parecia ser um dos grandes sucessos da Netflix, que não revela números de audiência. A impressão se devia ao fato de o programa ter ganhado um especial de Natal e ter sido renovado no final de 2018 para suas Partes 3 e 4. A Parte 4, portanto, foi gravada antes da pandemia, tanto que o anúncio do cancelamento foi acompanhado pelas primeiras fotos. Veja abaixo. Em ritmo assustador de cancelamentos, a Netflix anunciou nos últimos dias que vai encerrar outras séries populares, como “Ozark”, “O Método Kominsky” e “Dead to Me” (também conhecida como “Disque Amiga para Matar”). Eu já tô bem pronta pra uma última aventura. A parte final de O Mundo Sombrio de Sabrina chega ainda esse ano, e só de ver essas fotos já sei que vai ser boa demais 😈 pic.twitter.com/7mrslhfFQG — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 9, 2020
The Boys vai ganhar “episódio extra” centrado em Billy Butcher
A 2ª temporada de “The Boys” vai ganhar um episódio extra. Segundo o showrunner Erick Kripke, a produção da Amazon terá a companhia de um curta inédito, que mostrará algumas semanas “perdidas” de Billy Butcher (Karl Urban) na trama principal. Em entrevista ao site Collider, Kripke revelou que “Butcher some e reaparece no começo da temporada”. E que a equipe de produção chegou a gravar cenas para o segundo episódio, que mostravam “onde ele foi e quais foram suas experiências”. Entretanto, depois que ficaram prontas, as cenas não encaixaram no episódio e atrapalharam o ritmo da ação. Por isso, acabaram cortadas. Mas elas não serão desperdiçadas. “Editamos esse material em um curta chamado ‘Butcher’ e vamos lançá-lo. Vocês vão poder ver como foram essas duas semanas perdidas dele, e o curta vai servir como um material adicional da série”. O detalhe é que, segundo Kripke, quem não assistir ao curta poderá perder detalhes importantes da temporada. “Têm algumas referências que você não vai entender se não assistir [ao curta]”, ele afirmou. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), a série acompanha um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis, como serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e embala suas imagens. A série é estrelada por Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”) e Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) interpretam os super-heróis malvados. Além deles, Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) vive a única super-heroína decente da história e Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. Os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Os novos episódios vão estrear em 4 de setembro na Amazon Prime Video. O primeiro trailer da nova temporada foi divulgado nesta quarta (8/7). Veja aqui o vídeo legendado.
Atriz negra será nova Batwoman da TV
A atriz Javicia Leslie foi escolhida para virar a nova Batwoman da TV, após Ruby Rose abandonar a série baseada nos quadrinhos da DC Comics. Ao contrário da intérprete original, ela é uma atriz negra. Nascida na Alemanha, mas morando nos EUA desde a infância, Javicia se destacou recentemente nas duas temporadas da série “Deus Me Adicionou” (God Friended Me), cancelada em abril passado. Ela será a primeira intérprete negra de Batwoman em todas as mídias, inclusive nos próprios quadrinhos. Sua personagem também é inédita: Ryan Wilder, criada especialmente para a série em decorrência da saída de Ruby Rose. Os produtores chegaram a afirmar que buscariam outra atriz da comunidade LGBTQIA+ para o papel, com o objetivo de manter a representatividade, e que ela seria bem mais jovem. Mas Javícia Leslie tem 31 anos, um ano a menos que Ruby Rose. E não é lésbica como a intérprete anterior. Ela se diz bissexual. “Estou extremamente orgulhosa de ser a primeira atriz negra a desempenhar o papel icônico de Batwoman na televisão e, como mulher bissexual, tenho a honra de participar deste programa inovador que foi pioneiro para a comunidade LGBTQIA+”, disse a atriz em comunicado. Ruby Rose elogiou a escolha. “Isto é incrível! Estou tão feliz que Batwoman será interpretada por uma incrível mulher negra”, ela escreveu em seu Instagram. “Quero parabenizar Javicia Leslie por assumir a capa de morcego. Você está entrando em um elenco e equipe incríveis. Mal posso esperar para assistir a 2ª temporada, você vai ser incrível!”, completou. Veja abaixo. A descrição da nova personagem diz que Ryan Wilder é uma ex-traficante de drogas, mas está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada, que assume a identidade de Batwoman inspirada pela heroína original. Como sua antecessora, ela também será retratada como lésbica na série. Durante um painel na edição virtual do ATX Television Festival, a showrunner Caroline Dries contou que chegou a considerar uma “simples” troca de atrizes, mas Greg Berlanti, dono da produtora responsável pela série, sugeriu criar uma nova personagem em respeito ao trabalho de Rose. “Para ser honesta, considerei a ‘opção novela’ em um primeiro momento, de forma egoísta, porque já tínhamos dois episódios escritos”, afirmou a showrunner. “Mas, depois de refletir mais, Greg me ajudou a tomar essa decisão – e ele é mais esperto do que eu nesses assuntos. Ele disse: ‘acho que tínhamos só que transformar a Batwoman em uma personagem nova’. Também para respeitar tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem da Kate Kane”. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Apenas 20 dos 22 episódios planejados foram gravados, mas não está claro como uma transição para a nova protagonista vai acontecer no ponto em que a trama foi interrompida. De todo modo, Caroline Dries fez questão de salientar que não pretende matar Kate Kane, a Batwoman original. “Como lésbica que trabalha como roteirista há 15 anos, estou muito ciente da regra ‘enterre seus gays’ [costume de matar personagens gays nas séries] e não tenho interesse em participar dela”, escreveu Dries, numa nota publicada no Twitter. “Meus comentários sobre a reformulação da ‘Batwoman’ lançaram uma tempestade de rumores e desinformação e eu queria esclarecer uma coisa. Como vocês, eu amo Kate Kane – ela é a razão pela qual eu queria fazer a série. Nós nunca vamos apagá-la. De fato, seu desaparecimento será um dos mistérios da 2ª temporada”, acrescentou. “Não quero revelar nenhuma das nossas surpresas, mas para todos os nossos fãs dedicados, saibam que a justiça LGBTQIA+ está no âmago de quem é a Batwoman e não temos a intenção de abandoná-la”, concluiu. Ver essa foto no Instagram OMG!! This is amazing!! I am so glad Batwoman will be played by an amazing Black woman. ❤️ I want to congratulate Javicia Leslie on taking over the bat cape. You are walking into an amazing cast and crew. I can’t wait to watch season 2 you are going to be amazing !! ❤️ Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 8 de Jul, 2020 às 3:35 PDT
Ilustrador acusa Netflix de copiar arte de John Wick 3 em pôster de Warrior Nun
O ilustrador Billy Bogiatzoglou, responsável pela criação de um dos pôsteres de “John Wick 3: Parabellum”, acusou a Netflix de copiar sua arte em um cartaz da nova série “Warrior Nun”. O artista, que assina suas obras com o nome Billelis, publicou um post nas redes sociais em que coloca os dois cartazes lado a lado. Junto das imagens, escreveu: “Quando a Netflix copia a sua lição de casa”. “Warrior Nun” estreou na quinta passada (2/7) em streaming. A Netflix ainda não se pronunciou sobre a reclamação. Confira abaixo a comparação das duas obras. When @netflix copies your homework 🤦🏻♂️ pic.twitter.com/9o2ACFMD7j — Billelis®️ (@billelis) July 6, 2020
The Boys ganha trailer superviolento da 2ª temporada
A Amazon divulgou um novo pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “The Boys”, adaptação de quadrinhos em que os super-heróis são, na verdade, supervilões. A prévia mantém o cinismo e a ultraviolência que consagraram os episódios iniciais, com novos assassinatos sangrentos cometidos pelos supostos heróis. Além disso, mostra como os Boys do título passam a ser considerados os vilões da história, numa campanha televisiva que os aponta como criminosos. Mas embora pareçam um grupo típico de “supervilões”, com motivações similares às de Lex Luthor para odiar Superman – culpando os heróis por suas tragédias – , desta vez eles têm razão: os super-heróis da série são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças à empresa de marketing que os financia. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), a série é estrelada por Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”) e Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) vive a única super-heroína decente da história e Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. Os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Os novos episódios vão estrear em 4 de setembro no serviço Prime Video.
The Old Guard: Vídeo mostra transformação de Charlize Theron em heroína de quadrinhos
A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de “The Old Guard”, que se concentra na transposição dos quadrinhos originais para as telas, mostrando como a história de Greg Rucka foi transformada no filme estrelado por Charlize Theron (“Velozes & Furiosos 8”). O próprio Rucka assina o roteiro da adaptação, que foi dirigida por Gina Prince-Bythewood (“Além dos Limites”). Na trama, Charlize vive Andy, uma guerreira imortal com mais de 6 mil anos de idade, que lutou em diversas guerras ao longo da história da humanidade. Ela lidera a “Velha Guarda”, um pequeno grupo de imortais que se dedica a desfazer injustiças ao redor do mundo. Mas está cansada, desgastada e desiludida por achar que não está atingindo o impacto positivo esperado. Até que descobre uma nova imortal (KiKi Layne, de “Se a Rua Beale Falasse”) e a chegada da “novata” é exatamente o que Andy precisava para recuperar a fé em sua missão. O elenco internacional ainda destaca o inglês Chiwetel Ejiofor (“Doutor Estranho”) como um agente da CIA obcecado por encontrar o grupo e descobrir a origem de seus poderes — que, por sinal, nem os próprios imortais conhecem – , além do holandês Marwan Kenzari (o Jafar do live-action de “Aladdin”), o italiano Luca Marinelli (“Martin Eden”), o belga Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), a inglesa Natacha Karam (“9-1-1: Lone Star), a vietnamita Van Veronica Ngo (“Bright”), o inglês Harry Melling (o Dudley da franquia “Harry Potter”) e a romena Anamaria Marinca (“Mars”). “The Old Guard” tem estreia marcada para esta sexta (10/7), em streaming.
Umbrella Academy: Trailer da 2ª temporada mostra fim do mundo nos anos 1960
A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Umbrella Academy”, que mostra muitos efeitos visuais explica como os protagonistas tentarão impedir o fim do mundo… de novo. Adaptação dos quadrinhos homônimos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá – publicados no Brasil como “A Academia Umbrella” – , a série gira em torno de um grupo de jovens adotados por um milionário excêntrico ainda crianças, após nascerem misteriosamente com poderes especiais. Vários anos depois de se separarem, eles se reúnem no funeral de seu mentor e descobrem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. A 2ª temporada mostra o que acontece depois deles falharem. Refletindo o final da temporada inaugural, os Hargraves vão parar no passado graças aos poderes de Five, que embora tenha salvo todos do apocalipse, acabou espalhando cada um deles num ponto diferente da década de 1960. Nos próximos capítulos, eles tentarão encontrar uma forma de se reencontrar, enquanto descobrem que, ao voltar ao passado, anteciparam o apocalipse para 1963. Os quadrinhos foram adaptados por Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”) e seu elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”), Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”), Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”), David Castañeda (“Guerra dos Monstros”), Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Justin H. Min (“Dating After College”). A estreia dos novos episódios está marcada para 31 de julho em streaming.
Patrulha do Destino: 2ª temporada ganha trailer legendado e data de estreia no Brasil
A HBO Brasil divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), para anunciar a data da estreia nacional dos novos episódios. A divertida prévia tem ritmo de discoteca e introduz vários personagens, como Dorothy (Abigail Shapiro), a filha do Chefe, o vilão Red Jack (um Jack estripador de outra dimensão) e os SeX Men (Caça-Fantasmas Eróticos), sem esquecer as criaturas que vivem na imaginação de Dorothy. A 2ª temporada de “Patrulha do Destino” estreou em junho nas plataformas americanas HBO Max e DC Universe, mas só vai chegar ao Brasil em 4 de setembro, um mês após o final da exibição de seus episódios nos EUA. Ainda assim, será uma transmissão rápida, considerando que a série só a href=”https://pipocamoderna.com.br/2020/03/patrulha-do-destino-estreia-nesta-quinta-na-tv-paga-brasileira/”>chegou ao Brasil em março deste ano. “Patrulha do Destino” reúne os personagens mais bizarros da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Vale destacar que a adaptação é influenciada principalmente pela fase mais adulta da publicação, após passar a ser escrita por Grant Morrison (criador de “Happy!”) nos anos 1980 e incorporar uma temática queer. O elenco inclui April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue, Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como Niles Caulder, o Chefe, e participações de Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Elogiadíssima, as duas temporadas da série têm 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão.
Diretora confirma que Viúva Negra será passagem de bastão para Florence Pugh
A diretora Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) confirmou que “Viúva Negra” vai realmente apresentar, conforme especulado, uma espécie de passagem de bastão de Scarlett Johansson para Florence Pugh. Ela deixou escapar o detalhe mais importante do enredo em entrevista à revista Empire. “Percebemos que o público esperaria uma história de origem. Então, claro, fomos na direção oposta”, afirmou, revelando em seguida: “Não sabíamos como a Florence Pugh seria maravilhosa. Sabíamos que ela seria boa, mas não sabíamos quanto. Scarlett foi muito graciosa, tipo ‘Ah, vou passar o bastão para ela’. Então, o filme vai impulsionar uma nova história feminina.” No ano passado, Scarlett Johansson já tinha dado a entender que “Viúva Negra” daria o pontapé em mais uma franquia no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). A afirmação gerou especulações de que talvez a personagem de Pugh, Yelena Belova, pudesse assumir o lugar da Vingadora original, algo que ocorreu nos quadrinhos. Mas na ocasião a atriz negou. O filme é um grande flashback, passado antes da morte da heroína. A trama acompanha Natasha Romanoff (Johansson) após fugir dos EUA, passando-se entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. Segundo a diretora, ele também será uma oportunidade para os fãs se despedirem de Natasha. Isto é um banho de água fria em quem esperava uma reviravolta milagrosa na história da personagem, que não teve um funeral após se sacrificar em “Vingadores: Ultimato”. Shortland contou que a própria Scarlett Johansson lhe disse que a personagem não gostaria de uma cerimônia fúnebre. “Ela [Natacha] é muito fechada e, de qualquer forma, as pessoas não sabem quem ela realmente é. Então o que fizemos neste filme foi permitir que o fim fosse o luto que cada indivíduo sentiu, em vez de uma grande cerimônia pública. Acho que é um desfecho apropriado para ela”. Diz a sinopse oficial: “Em ‘Viúva Negra’, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff – a Viúva Negra – confronta as partes sombrias de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada com o seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e as relações quebradas que deixou quando se tornou uma Vingadora.” O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (“As Trapaceiras”) e seu elenco também inclui David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). Adiado pela pandemia de covid-19, “Viúva Negra” tem estreia marcada para 29 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Stargirl é renovada pela CW e implode DC Universe
A rede americana The CW anunciou a renovação de “Stargirl” para a 2ª temporada. Uma renovação com exclusividade, que tira “Stargirl” de seu endereço original, a plataforma de streaming DC Universe. A série era exibida na CW um dia depois de estrear em streaming, num acordo com a DC Universe, mas deixará de ser compartilhada com a plataforma no próximo ano. Na prática, a nova acomodação implode de vez a DC Universe. Extremamente criativas, as séries do serviço foram motivo de cobiça dentro do conglomerado. “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), por exemplo, foi parar na HBO Max, mesmo endereço que vai receber “Harley Quinn”, a animação da Arlequina. A Warner praticamente abandonou a plataforma após ser comprada pela AT&T, que fechou vários serviços de streaming de nichos da empresa para se concentrar no lançamento da HBO Max. O cancelamento da elogiada série “Swamp Thing”, do Monstro do Pântano, logo após a estreia no ano passado, disparou a boataria sobre o destino do projeto digital da DC. A mudança de “Stargirl”, por fim, confirma o que algumas “fontes” anônimas diziam. Sem anunciar novas séries, a DC Universe só tem a 3ª temporada de “Titãs” para estrear no ano que vem – o que a deixa prestes a ser descontinuada ou absorvida pela HBO Max. A CW já tinha dado dica da apropriação da personagem na semana passada, ao divulgar uma coleção de imagens de super-heróis do canal com máscaras de proteção contra a covid-19. Ao aparecer junto de Supergirl, Arqueiro Verde, Flash e Raio Negro, Stargirl parecia ter sido adotada como nova integrante do Arrowverso, o universo de séries conectadas da CW. As séries do DC Universe não fazem parte do Arrowverso, mas “Stargirl” é produzida pela mesma produtora de “Arrow” e cia., a Berlanti Productions, de Greg Berlanti. Além disso, seu criador, Geoff Johns, também é cocriador de “The Flash”. Mas a ida de “Stargirl” para a CW cria mais que uma crise nas infinitas plataformas. Abre um possível problema financeiro por ter maior orçamento que as outras produções de super-heróis exibidas pelo canal. Os primeiros oito episódios (de um total de 13 na 1ª temporada) parecem filmes, com efeitos visuais superiores aos apresentados em “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, por exemplo. Só que os capítulo da 2ª temporada serão exibidos com exclusividade na TV aberta, o que inevitavelmente fará com que sejam barateados. O bom acabamento é um dos motivos de a série ter 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, uma das melhores avaliações já obtidas por uma produção televisiva de super-heróis. Mas as críticas positivas não se devem só a isso. A história de Geoff Johns é cativante, ao misturar o clima das tramas adolescentes de John Hughes com as fantasias de Steven Spielberg dos anos 1980. A trama se passa nos dias atuais, mas numa cidadezinha tão interiorana que é como se fosse daquela época. “Stargirl” conta a origem da personagem-título, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua nova casa e descobre que seu padrasto esconde um segredo. No passado, ele foi assistente de um famoso super-herói – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, que foi criado nos quadrinhos durante os anos 1940. Como o cetro passa a obedecê-la, ela passa a acreditar que é filha de Starman – seu pai saiu de casa quando ela era muito pequena – , resolve virar a Stargirl em sua homenagem e decide vingar sua morte ao enfrentar os responsáveis pelo fim dos heróis clássicos: os supervilões da Sociedade da Injustiça. Vale considerar que, nos quadrinhos, essa história é bem mais complicada. Mas a proposta da série é simplificar tudo ao máximo, para se focar na diversão que é ganhar super-poderes na adolescência. O clima lúdico é muito bem resolvido graças à química do elenco, principalmente entre a jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A. O casting jovem, por sinal, é um achado, com Yvette Monreal (“Faking It”), Anjelika Washington (“Crush à Altura”) e Cameron Gellman (“Heathers”) roubando cenas como os relutantes integrantes da versão teen da Sociedade da Justiça. Mas não fica nisso. O ótimo elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) em flashbacks como Starman, e Neil Jackson (“Absentia”) envolvente como o vilão Geada – junto com Christopher James Baker (“True Detective”), Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”) e Joe Knezevich (“A Mula”) como Onda Mental, Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão e O Mago, integrantes da Sociedade da Injustiça. A série ainda não tem previsão de estreia no Brasil, mas as novas atrações do CW e da DC Universe têm sido lançadas na HBO, enquanto a plataforma HBO Max não chega por aqui.












