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    Judy Greer negocia viver a filha de Jamie Lee Curtis no novo Halloween

    4 de outubro de 2017 /

    A atriz Judy Greer (“Homem-Formiga”) está em negociações para integrar o elenco do novo filme de Halloween. Segundo o site Deadline, ela pode interpretar Karen Strode, filha de Laurie Strode, que será vivida novamente por Jamie Lee Curtis. Por curiosidade, a diferença de idade entre as duas atrizes é de 20 anos. O longa deve mostrar um novo confronto de Laurie com Michael Myers, o psicopata mascarado que a persegue há quatro décadas. Mas, por enquanto, não há detalhes sobre a história, que foi concebida por dois especialistas em comédias, o diretor David Gordon Green (“Especialista em Crise”) e o ator Danny McBride (“É o Fim”). Os dois produziram juntos a série “Eastbound & Down” da HBO. Green também dirige o resgate da franquia, que tem coprodução da Blumhouse Productions e Miramax, e estreia nos cinemas em 19 de outubro de 2018.

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    Comédia de terror A Babá ganha primeiro trailer

    4 de outubro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer e o pôster da comédia de terror “A Babá” (The Babysitter), uma inversão da história de “Halloween” (1978), em que a babá é o psicopata. O filme gira em torno de Cole, um pré-adolescente loucamente apaixonado por sua babá. Ela é legal e incrível de todas as formas em que Cole não é. Até uma noite em que ele resolve espiar o que a babá faz quando acha que ele está dormindo. E o que a princípio parece uma festa em sua sala, logo se revela um assassinato ritual, em que ela e seus amigos pretendem sacrificar o próprio Cole para o diabo. O elenco destaca Judah Lewis (“Demolição”) como Cole e Samara Weaving (série “Ash vs. Evil Dead”) como a babá, além de Bella Thorne (série “Famous in Love”), Robbie Amell (série “The Flash”), Andrew Bachelor (“Cinquenta Tons de Preto”) e Hana Mae Lee (“A Escolha Perfeita”) como os amigos psicopatas. “The Babysitter” marca a volta de McG à direção de um longa metragem. Ultimamente, ele tem tido mais sucesso na carreira televisiva que no cinema, tendo dirigido os pilotos de “Caçadores das Sombras” (Shadowhunters) e “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon). Seu último filme foi o thriller “3 Dias Para Matar” (2014). O roteiro é de Brian Duffield (“A Série Divergente: Insurgente”) e a estreia está marcada para sexta-feira 13 de outubro.

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    Jamie Lee Curtis volta à franquia Halloween, 40 anos após estrelar o primeiro filme

    15 de setembro de 2017 /

    Michael Myers não é o único imortal da franquia de terror “Halloween”. A “vítima” favorita do psicopata mascarado também é, no mínimo, dura de matar. A produtora Blumhouse divulgou uma foto (acima) e uma notícia (abaixo) no Twitter que comprova: a atriz Jamie Lee Curtis vai voltar a viver Laurie Strode no próximo “Halloween”, que chegará aos cinemas 40 anos após a estreia do longa original, estrelado por ela própria. A atriz comentou a imagem em sua conta da rede social, acrescentando: “A mesma varanda. A mesma roupa. Os mesmos problemas. 40 anos depois. De volta a Haddonfield uma última vez para o Halloween”. A personagem sobreviveu a Michael Myers em três filmes da franquia original, “Halloween: A Noite do Terror” (1978), “Halloween II: O Pesadelo Continua!” (1981) e “Halloween H20: Vinte Anos Depois” (1998), mas teria finalmente morrido nas mãos do psicopata em “Halloween: Ressurreição” (2002). Depois disso, ela rejuvenesceu nos dois remakes de Rob Zombie, lançados em 2007 e 2009, ganhando interpretação da então adolescente Scout Taylor-Compton. A participação de Jamie Lee Curtis significa um resgate da história original, mas não se sabe como será explicada a morte da sua versão cronológica de Laurie Strode. O filme conta com aval do diretor John Carpenter, que escreveu, dirigiu e musicou o clássico que criou Myers e Strode. Mas, para surpresa dos fãs de terror, a direção será feita por David Gordon Green, responsável por comédias péssimas, como “O Babá(ca)” (2011) e o fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Para completar, o roteiro foi escrito por ele e seu parceiro comediante, o ator Danny McBride. Os dois produziram juntos a série “Eastbound & Down” da HBO. Mas Carpenter garante que a história é muito boa. “David e Danny vieram ao meu escritório recentemente com Jason Blum (dono da Blumhouse) e compartilharam sua visão para o novo filme e … WOW. Eles entendem. Eu acho que vocês vão curtir. Eles me derrubaram”, o mestre do terror escreveu nas redes sociais. “Eu posso até fazer a música. Talvez. Seria legal. E você verá isso nos cinemas em 19 de outubro de 2018.” Jamie Lee Curtis returns to her iconic role as Laurie Strode in HALLOWEEN, released by Universal Pictures October 19, 2018. #HalloweenMovie pic.twitter.com/6tbbz2W1ZV — Blumhouse (@blumhouse) September 15, 2017

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    My Friend Dahmer: Trailer mostra juventude de um dos mais famosos serial killers americanos

    26 de julho de 2017 /

    A Film Rise divulgou o primeiro trailer de “My Friend Dahmer”, que traz o ídolo adolescente Ross Lynch (do telefilme “Teen Beach Movie” e da série “Austin & Ally”, do Disney Channel) como o famoso serial killer Jeffrey Dahmer. A prévia mostra Dahmer em seus dias de colegial, durante os anos 1970. O filme indie é uma adaptação da graphic novel de mesmo nome, do cartunista Derf Backderf, com roteiro e direção de Marc Meyers (“How He Fell In Love”), e mostra o futuro canibal lutando com as dificuldades da adolescência, sua família problemática e seu desejo de matar. O elenco também inclui Anne Heche (série “Aftermath”) e Dallas Roberts (série “The Walking Dead”) como os pais de Dhamer, além de Vincent Kartheiser (série “Mad Men”), Alex Wolff (“O Dia do Atentado”) e Miles Robbins (“Em Busca de Uma Nova Chance”). Conhecido por estuprar, matar, desmembrar e comer 17 homens e meninos entre o final dos anos 1970 e o começo dos 1990, Dahmer foi diagnosticado como psicopata e acabou assassinado na prisão por outro presidiário em 1994. O serial killer já foi retratado no drama “Dahmer” (2002), obra responsável por impulsionar a carreira do ator Jeremy Renner (“Os Vingadores”), que recebeu o troféu Indie Spirit Award pelo papel.

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    Paixão Obsessiva é tão ruim que até diverte

    27 de abril de 2017 /

    Impressionante como há obras que conseguem ser deliberadamente ruins. “Paixão Obsessiva”, estreia na direção de longas da produtora Denise Di Novi, parece ter sido feito a partir da seguinte ideia: “ei, por que não fazemos um filme totalmente ruim, desses bem vagabundos mesmo, para lançar no mercado internacional? E aí a gente convida um par de atrizes mais ou menos do primeiro time de Hollywood, que dá tudo certo.” Lembrando que Denise tem no currículo outro notável filme ruim, ainda que como produtora, “Mulher-Gato” (2004), que também contava com duas atrizes respeitadas em papéis constrangedores. O grande trunfo de “Paixão Obsessiva” é Katherine Heigl (“Como Agarrar Meu Ex-Namorado”) no papel de Tessa, uma “Barbie psicopata” (termo usado no próprio filme por uma das personagens) que faz de tudo para destruir o casamento do ex-marido (o apagado e inexpressivo Geoff Stults, da série “The Odd Couple”) com a sua nova noiva, Julia, vivida por Rosario Dawson (série “Punho de Ferro”). No começo do filme, Tessa ainda não sabe que o relacionamento do ex está prestes a chegar a um casamento e logo que descobre passa a fazer coisas inimagináveis, como trazer de volta o grande pesadelo da vida de Julia, um homem que a espancou e que está sob uma ordem judicial para se manter distante. A semelhança com alguns thrillers da década de 1990 é evidente, tanto que o aspecto de reciclagem marca a trama até o fim, horrível como tem que ser. Afinal, se é para ser ruim, que seja o pior possível. Mas há uma grande desvantagem deste longa na comparação com os thrillers de psicopatas femininas que ganharam força há 20 anos. Os originais tinham apelo erótico, o que hoje é minimizado por um mercado mais conservador e politicamente correto, ainda que de vez em quanto surja um “O Garoto da Casa ao Lado”, para explorar o sex appeal de sua protagonista. “Paixão Obsessiva” não tem coragem e nem vontade de fazer o mesmo com Rosario e Katherine, ainda que insinue uma cena sensual muito sutil em determinado momento: a cena do banheiro do casal de noivos entrecortada com uma conversa apimentada via Messenger. Não há, claramente, a intenção de fazer uma cena erótica dali. Aquele momento é para ser psicologicamente perturbador para Julia e por isso a diretora usa uma montagem picotada que tenta trazer à tona o estado de espírito fora de controle da personagem. Na verdade, o filme até poderia ser acusado de ser ainda mais vagabundo se usasse esse momento para explorar a nudez ou a sensualidade das atrizes. No fim das contas, é possível se divertir com “Paixão Obsessiva”. Não é o tipo chato de filme ruim, a ponto de funcionar como uma comédia involuntária. Nos Estados Unidos, as poucas críticas positivas a esse trabalho se referiram a ele como um “good trash”. Ou seja, é filme com roteiro estúpido e manjado, intriga de telenovela barata, mas que ao menos sabe investir na briga de puxar cabelos entre as duas protagonistas, com a vantagem ainda de trazer a sempre boazinha Katherine Heigl para o lado negro, o que quase redime o resultado final e cria uma curiosidade que vale a espiada.

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    Fragmentado evidencia talento de M. Night Shyamalan para assustar com competência e classe

    24 de março de 2017 /

    M. Night Shyamalan, o diretor de “O Sexto Sentido” (1999), sai do buraco depois “O Último Mestre do Ar” (2010) e “Depois da Terra” (2013), e faz um suspense a altura de seu talento. “Fragmentado” é sobre um sequestrador que sofre de transtorno de múltipla personalidade (James McAvoy, o professor Xavier jovem da franquia “X-Men”), e acua e aterroriza três mocinhas num covil subterrâneo. A mais esperta das vítimas, Casey (Anya Taylor-Joy, de “A Bruxa”), estabelece um diálogo com o captor, mas a cada momento ele se transforma. De homem severamente autoritário, como num passe de mágica ele passa a um menino de nove anos, depois veste uma saia e vira uma dama inglesa estilosa, seguido por um jovem obcecado por moda. Ao todo, o homem desenvolve 23 identidades, o que torna qualquer tipo de trato com a figura sutil como um jogo de xadrez. Um cineasta menor poderia ficar satisfeito com os sobressaltos proporcionados a cada reação do vilão, mas Shyamalan não fica nesse registro superficial. O cinema deste indiano, radicado nos Estados Unidos, é baseado em seu próprio senso de observação. A forma como ele capta as paranoias em pequenas atitudes do cotidiano e as amplifica em seus filmes, no fundo são engraçadas. Shyamalan, na verdade é um sátiro. Desde “A Vila” (2004), ele vem ridicularizando os EUA, mostrando o quanto o empenho de uma sociedade puritana é capaz de pregar peças em si mesma. Em “Fim dos Tempos” (2008), por exemplo, as pessoas correm de medo do vento. E em “A Dama da Água” (2006), o horror se esconde não no fundo de um lago escuro, mas de uma piscina limpa, cristalina e segura de um condomínio de classe média. O senso de ridículo não vem do lugar ou da natureza, mas do comportamento social. Buñuel já tinha nos mostrado antes que em situação de desespero o pequeno burguês revela seus instintos mais baixos, e Shyamalan cutuca a mesma ferida. Ele não é tão ácido quanto o cineasta catalão, mas compartilha de igual cinismo. Em “Fragmentado”, o medo vem das inesperadas reações mentais do doente. O personagem de McAvoy, seja como “Barry”, “Hedwig”, “Patricia”, “Dennis”, “Kevin” e outras personalidades menos identificáveis, está inclusive passando por sessões de terapia com uma psiquiatra (Betty Buckley, de “Fim dos Tempos”), mas a mulher flerta com o perigo por conta de uma tese que está desenvolvendo e usa o paciente como cobaia. Segundo ela, as 23 personalidades estão compondo uma 24ª e, como médica, ela acredita que é capaz de inibir o sujeito. Claro, será um erro de cálculo. No terceiro ato, quando começa a carnificina, “Fragmentado” fica mais previsível, porque Shyamalan acaba caindo nas armadilhas fáceis do suspense. Ainda assim, recorrendo a poucos efeitos visuais e se valendo da atuação rica e realmente complexa de McAvoy, ele cria um novo bicho-papão que assusta com competência e classe. E ainda inclui uma surpresa final, em referência a “Corpo Fechado” (2000).

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    Uma Thurman vai encontrar serial killer em novo filme de Lars Von Trier

    7 de março de 2017 /

    A atriz Uma Thurman vai voltar a trabalhar com Lars Von Trier, após a parceria em “Ninfomaníaca” (2013). Seu papel não foi divulgado, mas não é difícil imaginar seu destino na trama, uma vez que o novo filme do cineasta, “The House That Jack Built”, é sobre um serial killer. O personagem será vivido por Matt Dillon (série “Wayward Pines”), que rememora cinco assassinatos cometidos por ele ao longo de um período de 12 anos, relatando os fatos a um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). O elenco também inclui Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Sofie Gråbøl (série “Fortitude”) e Siobhan Fallon Hogan (também de “Wayward Pines”), como mulheres que entram em contato com o serial killer enquanto ele “tenta criar sua última obra”. As filmagens vão acontecer em Trollhätan (Suécia) e Copenhague (Dinamarca) a partir deste mês e a estreia é esperada apenas para 2018.

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    Lars von Trier diz se inspirar em Donald Trump para filmar serial killer

    14 de fevereiro de 2017 /

    O diretor Lars von Trier (“Ninfomaníaca”) revelou que a eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA comprovou suas teses a respeito da vida e o ajudou a se inspirar para filmar a história de um serial killer em seu novo longa. Em comunicado anterior, ele já tinha revelado que seu suspense “The House That Jack Built” seria inspirado na “Divina Comédia”, romance de Dante Alighieri conhecido por descrever o Inferno. Agora, ele acrescentou a amálgama dos eleitores de Trump na fogueira infernal. “‘The House that Jack built’ trabalha com a ideia de que a vida é má e desalmada”, disse von Trier, ao jornal The Guardian. “O que é lamentavelmente provado pela recente ascensão do Homo trumpus — o rei dos ratos”. O filme vai acompanhar um serial killer, vivido por Matt Dillon (série “Wayward Pines”), que rememora cinco assassinatos cometidos por ele ao longo de um período de 12 anos, relatando os fatos a um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Sofie Gråbøl (série “Fortitude”) também estão no elenco. Ambas interpretarão mulheres que entram em contato com o serial killer enquanto ele “tenta criar sua última obra”. As filmagens vão acontecer em Trollhätan (Suécia) e Copenhague (Dinamarca) em março e a estreia é esperada apenas para 2018.

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    Diretor de comédias vai filmar o novo Halloween

    11 de fevereiro de 2017 /

    O veterano diretor John Carpenter anunciou na sua página no Facebook quem vai dirigir o remake de seu clássico de terror “Halloween” (1978). E para surpresa dos fãs de terror, trata-se de um diretor de comédias: David Gordon Green, responsável pelo péssimo “O Babá(ca)” (2011) e o recente fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Não bastasse sua falta de experiência no gênero, Green também é um cineasta bastante irregular, capaz de surpreender tanto positivamente (como no drama “Joe”) quanto negativamente (o já citado “O Babá(ca)”). E, para completar, ele também vai escrever a adaptação ao lado de um comediante, Danny McBride, com quem trabalhou em “Segurando as Pontas” (2008), “Sua Alteza?” (2011) e na série “Eastbound & Down” (2009-2013). Mas Carpenter diz ter ficado impressionado com a visão do cineasta e seu parceiro cômico para a franquia, após uma reunião de produção. Ele divulgou um comunicado em que Danny McBride garante que o novo filme não será uma comédia. “David e eu estamos animados para sair das nossas colaborações cômicas e mergulhar em um horror sombrio e pavoroso. Ninguém vai rir”, afirmou ele. Green, por sua vez, se assumiu fã do filme original. “O Halloween de John Carpenter foi uma experiência monumental de filme de terror para mim e para milhões de fãs de cinema. É uma honra trabalhar com esta equipe criativa para criar um novo capítulo na história de Michael Myers”, o diretor afirmou. Ao contrário do remake de Rob Zombie, o novo “Halloween” terá produção de Carpenter, em parceria com Jason Blum (“Atividade Paranormal”). O projeto visa um lançamento em 19 de outubro de 2018, para coincidir não apenas com a comemoração do Halloween, mas com os 40 anos do começo da franquia.

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    Rumor: Fragmentado teria cena pós-crédito com personagens do filme Corpo Fechado

    13 de janeiro de 2017 /

    Há anos o diretor M. Night Shyamalan tenta realizar uma sequência de “Corpo Fechado” (2000), seu segundo sucesso, estrelado por Samuel L. Jackson e Bruce Willis. E o projeto pode ter começado a sair do papel de forma inesperada, no novo filme do cineasta, o suspense “Fragmentado”. Segundo o site Digital Spy, o filme, que traz James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) como um psicopata de múltiplas personalidades, tem uma cena pós-créditos que faz ligação direta com o universo apresentado em “Corpo Fechado”. Detalhe: logo após dar essa notícia, o posto foi retirado – segundo aviso, “voluntariamente” – da internet. Mas é possível encontrar descrições detalhistas da cena em outros sites (puro spoiler), embora baste saber que ela inclui participação de Jackson e Willis como seus personagens do filme de 2000. Recentemente, Shyamalan falou que tem grandes planos para a sequência de “Corpo Fechado”. “Eu amo esses personagens e esse universo. O mundo inteiro faz filmes de quadrinhos agora. Na época, era algo completamente novo. Me lembro que, na época em que fiz o filme, a Disney disse, ‘Histórias em quadrinhos?! Não há mercado para quadrinhos!’. Mas isso é tudo o que eles fazem agora! Foi uma conversa hilariante. Eu disse a eles, ‘Talvez tenham razão. Talvez ninguém irá ver filmes de quadrinhos’. Eles responderam, ‘São as pessoas que vão à pequenas convenções que gostam de histórias em quadrinhos’. Mas eu retruquei, ‘Eu gosto de histórias em quadrinhos!’”. No longa original, o personagem de Bruce Willis, David Dunne, sai completamente ileso de um acidente grandioso de trem, em todos os demais passageiros morreram. Buscando explicações sobre o ocorrido, ele encontra Elijah Price (Samuel L. Jackson), um homem estranho que apresenta uma explicação bizarra para o fato: Dunne seria invulnerável como os super-heróis dos quadrinhos. Os fãs americanos podem conferir se o boato é verdadeiro já na próxima sexta (20/1), quando “Fragmentado” estreia nos EUA. No Brasil, porém, o lançamento ainda vai demorar mais dois meses, marcado apenas para 23 de março.

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    Katherine Heigl quer matar Rosario Dawson em trailer de suspense

    19 de dezembro de 2016 /

    A Warner divulgou o trailer de “Unforgettable”, um thriller ao estilo dos suspenses dos anos 1990, em que alguém próximo se torna uma ameaça. No caso, o perigo vem da personagem de Katherine Heigl (“A Verdade Nua e Crua”), uma mãe que sente ciúmes mortal de Rosario Dawson (série “Demolidor”), intérprete da nova mulher de seu ex-marido. Naturalmente, ela vira uma bitch psicótica. A prévia parece telefilme e tem direito até a briga histérica entre Heigl e Dawson. O elenco ainda inclui Geoff Stults (série “The Odd Couple”), Robert Wisdom (série “Ballers”), Simon Kassianides (série “Agents of SHIELD”) e a veterana Cheryl Ladd (uma das “Panteras” originais da TV). O filme marca a estreia na direção de Denise Di Novi, produtora dos filmes de Tim Burton dos anos 1980, e estreia em 21 de abril nos EUA. Já no Brasil, a previsão é apenas para 15 de junho.

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    Lars Von Trier vai filmar sua versão do Inferno de Dante

    24 de novembro de 2016 /

    Esqueça a bobagem “Inferno – O Filme”. O polêmico cineasta dinamarquês Lars Von Trier está prometendo mostrar sua própria versão do Inferno de Dante Aligheri no cinema. Von Trier adiantou, em comunicado, que seu suspense “The House That Jack Built” será inspirado na “Divina Comédia”, de Dante. O filme vai acompanhar um serial killer, vivido por Matt Dillon (série “Wayward Pines”), que rememora cinco assassinatos cometidos por ele ao longo de um período de 12 anos, relatando os fatos a um personagem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). Mas o que parece, à primeira vez, uma “Ninfomaníaca” em versão psicopata, inclui alguns detalhes “cabulosos”. No comunicado, o diretor explica que Verge é inspirado no poeta Virgílio (autor de “A Eneida”), que é quem conduz Dante pelos círculos do inferno na obra italiana. A descida em si, Von Trier descreve como “uma mistura entre realismo e imagens abstratas da minha mente”. Entre cada um dos cinco assassinatos, Jack e Verge dialogam em intervalos que misturam fábula, memória e debates. O diretor diz esperar que este seja seu filme mais “moralista”. “É a história de um psicopata que vai para o inferno devido a suas ações. Não consigo imaginar punição mais cabível”, ele descreveu.

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    Sam Raimi diz que ideia da sequência de O Homem nas Trevas é a melhor que já ouviu na vida

    17 de novembro de 2016 /

    O diretor e roteirista Fede Alvarez começou a trabalhar na sequência do terror “O Homem nas Trevas”. E em entrevista ao site Cinema Blend, o produtor e cineasta Sam Raimi (“A Morte do Demônio”) revelou que já leu o rascunho do roteiro da sequência e amou. “A ideia para a sequência é genial! É apenas a melhor ideia para uma sequência que eu já ouvi na vida. Não estou brincando”, ele afirmou. O segundo filme trará de volta o psicopata cego vivido por Stephen Lang (“Avatar”), mas não foi revelado se Jane Levy (“A Morte do Demônio”), que sobreviveu à chacina do primeiro filme, também voltará. A história dos três jovens que resolvem assaltar a casa de um cego, sem saber que ele era um psicopata, foi uma das maiores surpresas do ano nas bilheterias americanas. Orçado em US$ 9,9 milhões, o filme rendeu US$ 89 milhões só nos EUA, atingindo US$ 152,4 milhões em todo o mundo. Mas a estreia da continuação deve demorar, pois Fede Alvarez está em negociações avançadas para dirigir a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”, quarto livro da ex-trilogia “Millennium”, para a Sony.

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