Maitê Proença processa a Globo por indenização trabalhista de R$ 500 mil
Maitê Proença abriu um processo contra a rede Globo e está pedindo R$ 500 mil de indenização por conta dos direitos trabalhistas não pagos ao longo dos 37 anos em que trabalhou na emissora. A atriz não teve seu contrato renovado no segundo semestre de 2016, e acabou entrando na lista negra da emissora ao declarar, em entrevista ao “Roda Viva”, da TV Cultura, que soube de sua demissão por meio da imprensa. “Foi muito estranho, não tive nenhum aviso. Quando começaram os boatos de que eu já tinha sido dispensada, liguei para a pessoa que tinha me dito que o contrato seria renovado e ela me falou que, de fato, ia ser descontinuado”, ela revelou, em novembro de 2017. Portanto, sem ter o que perder, ela decidiu processar. A primeira audiência foi realizada na manhã desta terça-feira (31/7), na 54ª Vara do Trabalho, no Rio de Janeiro. E a advogada da atriz é sua própria filha, Maria Proença Marinho. O processo corre sob segredo de Justiça.
Juiz rejeita processo de plágio contra A Forma da Água
O processo movido contra o estúdio Fox Searchlight e o diretor Guillermo del Toro por plágio em “A Forma da Água”, filme vencedor do Oscar 2018, foi rejeitado na Justiça americana. O processo era movido pela família do dramaturgo Paul Zindel, que alegava que a produção copiava uma peça do autor. Na terça-feira (24/7), o juiz Judge Percy Anderson, da Califórnia, rejeitou as acusações e concluiu que o filme apresenta apenas “pequenas similaridades” com a peça “Let Me Hear You Whisper”, escrita por Zindel no final da década de 1960. De acordo com a acusação, apresentada formalmente à Justiça norte-americana alguns dias antes da cerimônia da Oscar, o produtor Daniel Kraus, que propôs o filme a Del Toro, é um grande admirador da obra Zindel, assim como o cineasta, e teria proposto situar a trama do filme no mesmo ano em que um teleteatro inspirado na peça foi ao ar na TV americana. As coincidências entre os enredos de peça e filme seguem se multiplicando. A história de Zindel gira em torno de Helen, uma faxineira que se encanta por um golfinho mantido em cativeiro pelo governo. Para salvar a vida do animal, ela arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. Já no filme de Del Toro, Sally Hawkins vive Elisa, uma faxineira muda que se apaixona por uma criatura marinha, mantida em cativeiro em um laboratório secreto do governo. Ela também arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. Mas os resultados daí em diante revelam-se muito diferentes. De fato, se há similaridades na premissa, o restante, incluindo execução, desdobramentos e uma riqueza infinita de detalhes, são opostos. O juiz examinou o enredo, temas, ritmo, clima, diálogos e personagens nos respectivos trabalhos. “Apesar de a peça e o filme dividirem a mesma premissa básica de uma empregada de uma empresa tecnológica que decide liberar uma criatura aquática para protegê-la de experimentos, o conceito é geral demais para ser sustentado”. Uma das diferenças, de acordo com a autoridade, é a relação da protagonista com o animal. “Na peça, Helen não parece desenvolver uma atração única pela criatura. No caso, ela desaprova os testes no animal, o que leva ao seu desejo de salvar o golfinho. Por contraste, o laço de Elisa com o bicho no filme se desenvolve mais devagar, aumentando uma afeição pessoal e, depois, amor”. Guilhermo del Toro chegou a comentar a polêmica, na véspera da premiação do Oscar. “Eu nunca li ou vi a peça teatral”, disse o diretor ao site americano Deadline. “Eu nunca ouvi falar sobre essa peça antes de fazer ‘A Forma da Água’, e nenhum dos meus colaboradores mencionaram a peça”, completou. Por sua vez, a Fox Searchlight emitiou um comunicado apoiando Del Toro. “As acusações do senhor Zindel não têm fundamento, são totalmente sem mérito e vamos nos defender. Além disso, a queixa parece coincidir com o ciclo de votação do Oscar para pressionar o nosso estúdio a resolver o caso rapidamente. Em vez disso, nós vamos nos defender vigorosamente e, por extensão, defender este filme inovador e original”.
Giovanna Antonelli vence processo contra empresa que falsificou seu apoio para vender remédio de emagrecer
Giovanna Antonelli venceu uma ação por uso indevido de seu nome e imagem em uma propaganda de remédio para emagrecer. A decisão é da 1ª Vara Cível, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio e ainda cabe recurso. A empresa Kaiser Intermediações foi condenada a indenizar a atriz em R$ 20 mil por danos morais, além do pagamento de indenização por danos materiais, referente ao cachê que ela receberia se realmente fechasse um contrato vinculando sua imagem ao produto. “Eles falsificavam notícias como se ela tivesse dando entrevista a respeito desse remédio, que ela desconhece e nunca tomou. Outras atrizes também tiveram essa imagem ligada ao produto. É importante que o público dela saiba que ela nunca fez uso dele”, disse ao UOL a advogada da atriz, Mariana Zonenschein. No site do produto, a empresa afirma que ele é um “poderoso detox que acelera o metabolismo, diminui o inchaço e a retenção dos líquidos do corpo, elimina as substâncias inflamatórias e faz emagrecer de forma rápida, saudável e definitiva”. A advogada da atriz afirma que desde o ano passado, a empresa utilizava o nome de Giovanna para divulgar o remédio em propaganda e jornais fictícios com matérias comerciais falsas, afirmando que ela teria ingerido o produto para perder peso após a gravidez. Além da ação judicial, pelo fato de que o medicamento pode influenciar diretamente a saúde dos consumidores, Giovanna prestou queixa na Delegacia de Repressão a Crimes de Informática do Rio de Janeiro, que instaurou um inquérito policial para apurar a autoria do caso. “Não se pode associar nomes de pessoas que o público confia com remédios para emagrecer”, completou a advogada. A empresa não respondeu a ação do processo e foi condenada a revelia.
Johnny Depp entra em acordo com ex-empresários para encerrar processo milionário
O ator Johnny Depp chegou a um acordo amistoso no processo da empresa que administrava suas finanças, antes do caso ir parar nos tribunais. O acordo evitará um processo judicial midiático, que chamaria atenção para detalhes pouco simpáticos da vida do ator, acusado de bêbado e perdulário pelos ex-empresários. “Depp está satisfeito por ter chegado a um acordo com The Management Group”, afirmou nesta segunda-feira (16/7) seu porta-voz Robin Baum, que ressaltou que os detalhes do acordo são confidenciais. Ou seja, não se sabe quanto o ator pagou para evitar que o caso tivesse prosseguimento. O julgamento estava marcado para agosto. Tudo começou com um processo de Depp, que entrou com uma ação contra seus ex-empresários por fraude em janeiro do ano passado, após descobrir que estava praticamente falido. Os empresários responderam que os problemas financeiros eram resultado exclusivo de gastança desenfreada, declarando que o estilo de vida do ator é sem noção, “extravagante e extremo”, entre outros detalhes constrangedores, como o fato dele não decorar mais suas falas nos filmes. A partir daí, entraram com seu próprio processo contra o ator por uma dívida não paga. Para piorar sua situação, Depp deu recentemente uma entrevista catastrófica para a Rolling Stone, confirmando todas as acusações. Numa das declarações mais disparatadas da entrevista, ele fez questão de deixar claro que os ex-empresários se enganaram quando o acusaram de fazer gastos dispendiosos com tudo, como despesas mensais de US$ 30 mil em vinho. “É um insulto falar que eu gasto isso tudo com vinho todos os meses, simplesmente porque é muito mais”, disse o ator. Divorciado, com diversas dívidas e cada vez menos prestígio, o ator assumiu que entrou em depressão. E, como se não bastasse, agora também enfrenta um processo por agressão num profissional de cinema, que teria acontecido durante a produção do ainda inédito “City of Lies”. Por conta disso, preferiu encerrar a disputa com os ex-empresários. “Johnny está decidido a tomar fortes medidas para proteger sua reputação pessoal e artística nos interesses de sua família e de sua carreira”, afirmou o porta-voz do ator.
Venda da produtora The Weinstein Company é finalizada e empresa vai mudar de nome
A venda da produtora The Weinstein Company foi finalizada nesta segunda-feira (16/7). A empresa de investimentos Lantern Capital, sediada no Texas, assumiu o estúdio falido dos irmãos Bob e Harvey Weintein por US$ 289 milhões, o equivalente R$ 1,1 bilhão. A negociação já tinha sido previamente aprovada pelo governo americano, e Andy Mitchell e Milos Brajovic, proprietários da Lantern, agora são oficialmente os substitutos de Bob e Harvey Weinstein no comando da companhia. A TWC, como era conhecida, foi à falência após as denúncias de assédio sexual e estupro contra Harvey Weinstein, reveladas por reportagens do jornal The New York Times e da revista The New Yorker em outubro do ano passado. No momento, o ex-magnata de Hollywood aguarda julgamento criminal em liberdade. A Lantern Capital vai mudar o nome enlameado da produtora para Lantern Entertainment e inicialmente cuidar da biblioteca de 277 filmes da empresa e dos processos que o escândalo de Weinstein deve desencadear. Após essa transição tumultuada, a nova Lantern Entertainment deverá contratar uma nova diretoria para passar a desenvolver novos projetos no cinema e na TV, além de retomar produções interrompidas da TWC.
Stan Lee desiste de processo bilionário contra sua antiga empresa por “esquema nefasto”
Stan Lee retirou seu processo contra a POW! Entertainment, em que pedia US$ 1 bilhão de indenização, dois meses após dar entrada na ação. O criador da maioria dos heróis da Marvel acusava a empresa de ter tirado vantagem da sua fragilidade emocional e física, na época da morte de sua esposa, para ludibriá-lo com um contrato de exclusividade que ele jamais teria assinado se ainda tivesse visão. Em seu processo, Lee acusava seus antigos sócios na POW! de conspirarem para roubar sua identidade, nome e imagem em um “esquema nefasto” envolvendo uma venda “simulada” a uma empresa chinesa. Em nota, ele disse: “Tudo foi muito confuso para todos, incluindo para mim mesmo e meus fãs, mas estou feliz agora por estar rodeado daqueles que querem o melhor para mim. Estou animado para deixar o processo para trás, voltar aos negócios com meus amigos e colegas na POW! e lançar uma nova onda de personagens e histórias incríveis.” O próprio Stan Lee fundou a POW! Entertainment em 2001 para transformar suas novas criações em programas de TV – como a bem-sucedida série britânica “Stan Lee’s Lucky Man” -, mas ao processar a companhia afirmava ter sido enganado pelos sócios, após a empresa ser vendida para a chinesa Camsing. Ele afirmava não ter sido informado dos detalhes da venda e ser apresentado a um contrato que lhe tirava o direito de usar seu próprio nome e cuidar de suas redes sociais. Em abril, a empresa divulgou um comunicado, afirmando que as alegações eram “completamente sem fundamento” e que estava preocupada com “a reviravolta dentro da vida e gestão pessoal” de Lee. Agora, o CEO da empresa, Shane Duffy, celebra o fim do atrito. “Estamos entusiasmados com a desistência deste processo e esperamos trabalhar com o Stan novamente para desenvolver e produzir os grandes projetos que foram suspensos quando o processo foi aberto. Recentemente nos reunimos com Stan para discutir nosso caminho e nós e a [empresa-mãe] Camsing estamos satisfeitos com sua reação entusiasmada”. Além disso, Duffy disse que iria lidar de forma adequada, através de todos os meios legais, com pessoas que tentem interferir com o bem-estar e relacionamento de Lee com POW! para evitar que algo assim aconteça novamente. Recentemente, advogados entraram com ordens de restrição contra o empresário que estava orientando Lee em seus negócios. Keya Morgan é a pessoa aludida na menção sobre pessoas que interferiam na vida do artista. O documento legal em que o pedido de restrição foi feito revelou a extensão dos problemas criados por Morgan. “Stan Lee está atualmente se recuperando das graves lesões físicas e emocionais causadas por Keya Morgan durante o período em que Keya Morgan controlou todos e cada um dos atos de Stan Lee, e separou Stan Lee de sua família, amigos e conselheiros próximos”, afirma o documento.
Surfista brasileiro vai processar Universal por usar sua imagem sem autorização em Jurassic World
O surfista brasileiro Felipe Cesarano, especialista em ondas gigantes, deve entrar com um processo contra a Universal Pictures nos Estados Unidos, devido à utilização de sua imagem sem autorização no filme “Jurassic World: Reino Ameaçado”. O estúdio usou uma cena que o capta surfando em Jaws, na ilha de Maui, no Havaí, em 2016, e a tratou digitalmente para incluir nela um dinossauro gigante, que avança em sua direção sob a onda gigantesca às suas costas. A imagem foi um dos grandes destaques do marketing do filme, como pode ser visto abaixo. Cesarano, também conhecido pelo apelido de “Gordo”, achou o resultado “maneiro”, mas lamentou que nunca foi consultado à respeito disso, nem teve seu trabalho divulgado pela produção. “Achei maneiro, mas antiprofissional”, definiu o surfista em entrevista para o site GloboEsporte.com. “Fiquei meio surpreso. Vi o trailer e eu estava lá. Aí vi no Instagram, estavam usando minha onda. A única onda surfada do filme sou eu, sem autorização. Fiquei meio chateado. Não é nem a questão de dinheiro, mas se o mundo sabe se sou eu ali minha carreira poderia levantar. A imagem aparece eu não ganhei nada”, argumentou. “Já estou falando com alguns advogados amigos meus que estão me aconselhando entrar com uma ação lá fora [nos Estados Unidos]”, contou. “Eu não acho justo. A gente já vive uma situação difícil, arrisco minha vida ali, é uma questão de risco de vida, meu trabalho”, protestou. Ao mesmo tempo, sentiu um sentimento ambivalente, porque achou “engraçado e até satisfatório estar no cinema e ver a onda, que já é grande, ainda mais em 3D”. Dirigido pelo espanhol J.A. Bayona e produzido por Steven Spielberg, “Jurassic World: Reino Ameaçado” já está em cartaz no Brasil. A ameaça imprevisível de #JurassicWorld2 começa em 14 de junho! Garanta ingressos para as sessões em 3D, IMAX, IMAX 3D, 4DX, 3D ATMOS e DBOX: bit.ly/jurassicworld2_ingressos ?⠀ Uma publicação compartilhada por Universal Pictures Brasil (@universalpicsbr) em 11 de Jun, 2018 às 6:20 PDT
Jamie Foxx é acusado de agredir mulher com o pênis
O ator Jamie Foxx está sendo acusado de ter agredido uma mulher com seu pênis, em um caso que teria ocorrido 16 anos atrás. De acordo com o site TMZ, uma mulher não identificada alega que o astro de “Django Livre” bateu nela com o pênis, após tentar forçá-la a fazer sexo oral. Como recusou, ele teria batido no rosto dela com seu membro sexual ereto. A agressão teria acontecido em Las Vegas, em 2002, quando a suposta vítima e uma amiga foram numa festa do ator. Além da agressão, ela teria sido expulsa da casa por um amigo de Foxx e acabou sendo hospitalizada no dia seguinte, com uma severa crise de pânico. Doze anos depois, ela decidiu ir à polícia, registrando queixa contra o ator. A acusadora diz que o movimento #MeToo a inspirou a contar o caso e espera que revelá-lo publicamente possa encorajar outras vítimas a irem a público. A polícia de Las Vegas confirmou ao TMZ ter aberto um boletim de ocorrência sobre o caso. No entanto, o possível crime pode ter prescrito, devido à demora da acusação. Entretanto, a acusação pode ter consequências legais e financeiras para a mulher. A advogada do ator, Allison Hart, afirmou em comunicado que “Jamie nega enfaticamente que este incidente aconteceu, e vai processar esta mulher por falsa acusação contra ele”. “A primeira vez que ouvimos falar desta acusação absurda foi quando fomos contatados pelo ‘TMZ’ sobre a história. O caso nunca foi reportado em 2002 ou nos últimos 16 anos, porque não aconteceu”, completou a representante de Foxx.
Diretor de Operação Red Sparrow vai filmar história bizarra da sex tape de Hulk Hogan
O cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: A Esperança” e “Operação Red Sparrow”) vai filmar uma das maiores e mais estranhas ações judiciais já vencidas contra a mídia norte-americana. Ele se juntou ao roteirista Charles Randolph (vencedor do Oscar por “A Grande Aposta”) para levar às telas o processo movido pelo ator e astro da luta livre Hulk Hogan contra a empresa Gawker Media em 2012. A empresa responsável pelo portal Gawker foi condenada a pagar US$ 140 milhões por divulgar uma sex tape de Hogan com a esposa do radialista Bubba the Love Sponge. Após perder na justiça, a Gawker negociou um desconto diretamente com o Hogan, mas mesmo assim faliu. A narrativa tem ainda o envolvimento do marido traído, que foi quem gravou o vídeo – no qual pode ser ouvido falando que aquele era o bilhete premiado de sua aposentadoria milionária. Hogan também o processou, junto com a esposa, por violação de privacidade. Para ir adiante na justiça, Hogan ainda contou com apoio financeiro do milionário Peter Thiel, que fez fortuna como investidor do Facebook e se tornou um dos fundadores do Paypal. Thiel decidiu apoiar Hogan após a Gawker o tirar do armário com uma reportagem sensacionalista sobre sua sexualidade. A história teve tantas ramificações que inspirou um documentário, “Nobody Speak: Trials of the Free Press” (2017), sobre como o julgamento também atingiu a liberdade de imprensa. Segundo comunicado assinado por Lawrence, o filme será baseado no livro “Conspiracy: Peter Thiel, Hulk Hogan, Gawker, and the Anatomy of Intrigue”, de Ryan Holiday. “Quando li o livro extraordinário de Ryan, fiquei totalmente impressionado com essa história, um conto extremamente contemporâneo, e imediatamente tive uma visão disso como um filme”, disse Lawrence, no texto sobre o projeto. “É uma história importante e significativa, que eu estou animado para contar”.
Escritora processa Disney por plágio em Divertida Mente
A escritora norte-americana Carla J. Masterson entrou com um processo na corte federal dos Estados Unidos contra a Disney e a Pixar alegando que os estúdios teriam se baseado em dois livros de sua autoria para produzir o filme “Divertida Mente”, vencedor do Oscar 2016 de Melhor Animação. Ela alega que a história do filme é muita parecida com os seus livros infantis “What’s on the Other Side of the Rainbow?” (O que tem do outro lado do arco-íris?, em tradução literal) e “The Secret of the Golden Mirror” (O segredo do espelho dourado). Ambas as obras “são histórias originais, criativas e artísticas sobre como as crianças se identificam, entendem as razões e gerenciam os efeitos de suas emoções”, diz o processo. “A ideia original, artística e criativa e de Carla J. Masterson em ‘What’s on the Other Side of the Rainbow?’ e ‘The Secret of the Golden Mirror’ é descrever as emoções infantis de alegria, medo, tristeza, raiva, diversão, amizade, amor e timidez como personagens que aparecem em todo o livro em diferentes formas e cores”, continua o texto da ação. Em “Divertida Mente”, os protagonistas são as emoções da menina Riley: Medo, Tristeza, Alegria, Nojinho e Raiva. Elas comandam o comportamento e as reações da garotinha a partir de um centro de controle na mente. As emoções são demonstradas com personagens diferentes e bolinhas coloridas. Ainda de acordo com o documento que está na Justiça americana, uma versão ilustrada do livro “What’s on the Other Side of the Rainbow?” foi distribuída como brinde para participantes das cerimônias do Emmy, em 2010, e do Oscar, em 2011, festas frequentadas por executivos da Disney e Pixar. A escritora calcula que deixou de ganhar, no mínimo, US$ 75 mil. Já os acusados ganharam mais de US$ 1 bilhão numa combinação de vendas de ingressos de bilheteria, mídia doméstica, mercadorias e licenciamento. “Divertida Mente” arrecadou US$ 857 milhões nas bilheterias mundiais em 2015, tornando-se o sexto filme de maior bilheteria daquele ano. Em diversas entrevistas, o diretor e roteirista Pete Docter afirmou que a inspiração para “Divertida Mente” foi sua própria filha, que teve uma mudança brusca no comportamento quando completou 11 anos, em 2009.
Advogado muppet vence os humanos de Sésamo em tribunal de Nova York
O filme “Crimes em Happytime” não poderia encomendar melhor campanha publicitária. A STX venceu o processo movido pelos produtores da série infantil de fantoches “Sésamo” (antiga “Vila Sésamo”) contra seu filme. O juiz distrital Vernon Broderick determinou que o longa continuar usando o slogan “No sesame. All street” (Nada de Sésamo, só rua) na promoção do filme para maiores, que apresenta fantoches semelhantes aos Muppets em uma história de crime cômica. O Sesame Workshop tinha entrado com um processo na semana passada, buscando impedir a divulgação do slogan em materiais promocionais antes do lançamento do filme em 17 de agosto. A empresa argumentava que o público ficaria confuso e acharia que o filme era associado a “Sésamo”. E que esta associação, por meio de seu slogan, “causa um dano irreparável” a “Sésamo”. “Cenas da sinopse mostram uma linguagem grosseira usada pelos humanos e pelas marionetes, o uso de drogas por parte de humanos e marionetes, marionetes que se prostituem ou oferecem seus serviços a humanos, armas e violência e relações sexuais entre marionetes, cujo ponto alto é uma cena em que se vê uma marionete ejacular copiosa e prolongadamente”, diz o documento do processo. As descrições correspondem a cenas vistas no primeiro trailer da produção. No filme, a atriz Melissa McCarthy interpreta uma policial que investiga uma série de assassinatos de fantoches e, durante o caso, encontra marionetes apresentados como prostitutas e viciados. Detalhe: a direção de “Crimes em Happytime” é de Brian Henson, filho de Jim Henson, criador dos “Muppets” e de bonecos clássicos de “Sésamo”, como Kermit (que os mais velhos lembram como Caco, o Sapo). Após ouvir os argumentos dos dois lados, o juiz disse que o Sesame Workshop não conseguiu demonstrar que os espectadores estavam confusos ou que patrocinadores ou pais estavam reclamando. E deu ganho de causa para a STX. O mais curioso é que a STX chegou a escalar um novo muppet, um advogado chamado Fred, para sua esquipe de defesa. Foi ele quem assinou o comunicado oficial da produtora relativo ao caso. O comunicado assinado pelo advogado muppet diz: “A STX adorou a ideia de trabalhar de perto com Brian Henson e a Jim Henson Company para contar a história jamais contada da vida ativa dos bonecos de Henson, quando eles não estão se apresentando na frente das crianças. ‘Crimes em Happytime’ é o resultado feliz dessa colaboração e estamos incrivelmente satisfeitos com a reação inicial ao filme e no quão bem o trailer foi recebido por seu público alvo. Embora estejamos decepcionados com o fato de ‘Sésamo’ não compartilhar a nossa diversão, estamos confiantes em nossa posição legal. Estamos ansiosos para apresentar os espectadores adultos aos nossos adoráveis personagens sem remorso neste verão”, diz a nota assinada por Fred, “advogado da STX Entertainment”, acompanhada por um foto do fantoche (imagem acima). Assim, na prática, um advogado muppet derrotou os representantes humanos do famoso programa de muppets.
Produtores do programa infantil Sésamo processam comédia de fantoches para adultos
O estúdio que produz o programa infantil americano “Sésamo” (que os mais velhos lembram como “Vila Sésamo”) decidiu processar a produtora STX pelo uso de fantoches na comédia adulta “Crimes em Happytime” (The Happytime Murders). De acordo com o processo, o filme por causar danos à imagem do programa voltado para crianças. Em “Crimes em Happytime”, a atriz Melissa McCarthy interpreta uma policial que investiga uma série de assassinatos de fantoches e, urante o caso, encontra marionetes apresentados como prostitutas e viciados. O slogan do filme, “No Sesame. All Street” (Nada de Sésamo, só rua) é uma alusão direta a “Sesame Street”, nome original do programa. “Estamos surpresos e decepcionados de que ‘Sésamo’, um programa destinado à educação das crianças, seja explorado para promover um filme proibida para menores desacompanhados”, manifestou-se, em comunicado, o estúdio Sesame Workshop. Após ter pedido, sem sucesso, que o nome “Sesame” seja retirado do trailer, o Sesame Workshop pretende, agora, obrigar a produtora a modificar o slogan do filme, bem como uma indenização por perdas e danos. O processo foi aberto na quinta-feira (24/5) na corte federal de Nova York contra a produtora STX Entertainment, com o argumento de que a associação que o filme faz com a série de animação para crianças “causa um dano irreparável” a “Sésamo”. “Cenas da sinopse mostram uma linguagem grosseira usada pelos humanos e pelas marionetes, o uso de drogas por parte de humanos e marionetes, marionetes que se prostituem ou oferecem seus serviços a humanos, armas e violência e relações sexuais entre marionetes, cujo ponto alto é uma cena em que se vê uma marionete ejacular copiosa e prolongadamente”, acrescenta o documento. As descrições correspondem a cenas vistas no primeiro trailer da produção. A denúncia ainda contém capturas de tela de mensagens postadas nas redes sociais que confundem “Sésamo” e “Crimes em Happytime”. “Embora nos sintamos decepcionados de que ‘Sésamo’ não compartilhe do nosso humor, estamos convencidos de que temos o direito de fazê-lo”, respondeu a STX Entertainment em seu próprio comunicado. Vale observar que a direção de “Crimes em Happytime” está a cargo de Brian Henson, filho de Jim Henson, criador dos “Muppets” e de bonecos clássicos de “Sésamo”, como Kermit (que os mais velhos lembram como Caco, o Sapo). A estreia vai acontecer em 6 de setembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Ex-seguranças processam Johnny Depp e denunciam consumo de drogas do ator
Johnny Depp vai enfrentar uma nova batalha judicial. Em meio a uma disputa jurídica milionária com os ex-agentes e seus antigos advogados, o astro de Hollywood virou alvo de mais um processo nesta terça-feira (1/5). Desta vez, a ação é movida por dois ex-seguranças que alegam falta de pagamento e citam um ambiente hostil criado pelos “vícios” do ator. Nos documentos apresentados ao Tribunal Superior de Los Angeles, os advogados dos ex-seguranças Eugene Arreola e Miguel Sanchez descrevem a atribulada vida pessoal do ator como “caos” e “furacão financeiro”. “No início de 2016, os reclamantes começaram a notar uma brusca mudança em Depp e na atmosfera de sua propriedade em Hollywood Hills”, diz o processo, segundo o site Deadline. “Depp começou a fazer mudanças drásticas e repentinas em sua equipe, causando um arrocho financeiro a todos ao redor de Depp, exceto a ele mesmo”. Em outra parte, os documentos citam o uso de drogas por parte do ator. “Em várias ocasiões os reclamantes foram obrigados a defender o réu dele mesmo e de seus vícios em público. Um incidente em uma balada local envolveu os reclamantes alertando Depp da presença de substâncias ilegais, de forma visível, em sua face e em seu corpo, enquanto impediam observadores de notar a condição de Depp.” Os dois seguranças também teriam recebido “pedidos constantes para dirigir veículos que continham substâncias ilegais” e “recipientes abertos”. As drogas em questão não foram especificadas. O processo afirma ainda que a dupla de seguranças foi forçada a deixar o trabalho “como resultado do ambiente de trabalho tóxico e perigoso e das constantes violações das leis trabalhistas por parte dos empregadores”. Além de Depp, também é alvo da ação o parceiro de negócios do ator, Edward White. Conforme detalhou o advogado Tamar Arminak ao site Deadline, falhas de administração por parte de White levaram os ex-seguranças a ficarem sem receber os salários devidos. Na ação que movem contra o ator, os ex-empresários afirmam que ele está arruinado, com uma dívida milionária por conta de seu estilo de vida de gastos excessivos.











