PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    Ashley Judd processa Harvey Weinstein por prejudicar sua carreira

    30 de abril de 2018 /

    A atriz Ashley Judd entrou com uma ação na justiça da Califórnia nesta segunda-feira (30/4) por difamação e assédio sexual, entre outras acusações, contra o produtor Harvey Weinstein, alegando que ele prejudicou sua carreira depois que ela recusou o seus avanços sexuais. O processo civil, apresentado no Tribunal Superior de Los Angeles, em Santa Monica, alega que Weinstein fez com que Judd perdesse uma papel importante no filme “O Senhor dos Anéis”, ao propagar “mentiras infundadas” contra ela. Na ação, o advogado da atriz alega que Weinstein “retaliou a sra. Judd por ela rejeitar seus abusos sexuais, quando ele a encurralou em um quarto de hotel sob o pretexto de discutir negócios”. “Weinstein usou seu poder na indústria do entretenimento para prejudicar a reputação de Judd e limitar sua capacidade de encontrar trabalho”, acrescenta o processo. O texto recorda que Judd sentia que algo “invisível” estava atrasando sua carreira, mas ela não percebeu o que era até dezembro, quando ficou claro que a culpa era de Weinstein. A atriz chegou a negociar com o diretor Peter Jackson e sua equipe em 1998 para interpretar um dos dois papéis principais na trilogia de fantasia, mas Weinstein “torpedeou” a oportunidade dizendo que ela “era um ‘pesadelo’ para se trabalhar e deveria ser evitada… a todo custo”. Assim, Weinstein teria usado seu poder na indústria do entretenimento para prejudicar a reputação de Ashley Judd e limitar sua capacidade de encontrar emprego em boas produções. Segundo a atriz, ela nunca soube porque não tinha sido escalada para o filme. A verdade só surgiu após ler uma entrevista de Jackson, publicada em dezembro, na qual ele contou o que houve, afirmando que, na época, não tinha razão para questionar o que lhe foi dito, mas que agora suspeitava ter sido alimentado com informações falsas para benefício da agenda de Weinstein. Na ocasião, Jackson pediu desculpas às atrizes por ter acreditado nas mentiras de quem agora se sabe ser um predador sexual, e lamentou ter sido cúmplice na lista negra que prejudicou suas carreiras. O processo contra Weinstein também detalha as alegações feitas por outras atrizes, incluindo Salma Hayek e Uma Thurman, que dizem que o magnata ameaçou suas carreiras depois que elas o rejeitaram sexualmente. Também alega que Mira Sorvino foi igualmente preterida para um papel de “O Senhor dos Anéis” pela mesma razão que Judd. Ashley Judd foi a primeira atriz famosa a denunciar o comportamento sexualmente abusivo de Harvey Weinstein, na reportagem do jornal The New York Times publicada em outubro de 2017, inspirando uma avalanche de acusações, que deram origem ao movimento de mídia social #MeToo contra assédio e agressão sexual. Por sua coragem ao interromper o silêncio das vítimas de Weinstein, ela foi considerada uma das personalidades do ano pela revista Time. Desde sua denúncia, mais de 70 mulheres vieram à público acusar Weinstein de assédio, abuso e até mesmo estupro.

    Leia mais
  • Filme

    Quentin Tarantino e diversos atores entram na justiça para cobrar milhões de Weinstein

    30 de abril de 2018 /

    A falência da produtora The Weinstein Company vem atraindo diversos interessados em seus ativos, mas também há muitas dívidas a serem acertadas. Para o diretor Quentin Tarantino, nenhum negócio de venda do estúdio pode ser fechado sem que ele receba sua parte: US$ 4,5 milhões em direitos autorais devidos. O advogado do cineasta deu entrada num processo na justiça da Califórnia para preservar seus direitos e impedir que os diretores da TWC possam embolsar milhões com a venda, sem antes acertar sua dívida. E ele não foi o único a tomar essa iniciativa. Atores como Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence, Brad Pitt, Jake Gyllenhaal, Bill Murray, Meryl Streep e Julia Roberts alegam que a empresa lhes deve pagamentos por direitos autorais. Até o próprio Harvey Weinstein, cujo escândalo sexual causou a falência da empresa, está cobrando dinheiro da TWC na justiça. A dívida de Tarantino é a maior de todas, porque sua parceria com Weinstein foi duradoura. Começou ainda nos anos 1990, na época da primeira produtora dos irmãos Weinstein, a Miramax, que lançou seus primeiros filmes, “Cães de Aluguel” (1992), “Pulp Fiction” (1994) e “Jackie Brown” (1997). Mas a preocupação do diretor é mesmo com os quatro filmes que dirigiu para a Weinstein Company na última década. Segundo os papéis da declaração de falência, são devidos royalties de “À Prova de Morte” (2007), “Bastardos Inglórios” (2009), “Django Livre” (2012) e “Os Oito Odiados” (2015), pelos quais o diretor reclama, respectivamente, US$ 300 mil, US$ 575 mil, US$ 1,25 milhão e cerca de US$ 2,5 milhões. Leonardo DiCaprio contesta um pagamento devido em seu contrato de atuação em “Django livre”. Jake Gyllenhaal e Rachel McAdams entraram com ações indenizatórias pelo filme “Nocaute”, de 2015. Jennifer Lawrence alega não ter recebido informações suficientes sobre os rendimentos do filme “O Lado Bom da Vida” (2012). Os advogados da atriz pedem para analisar os registros financeiros da produtora para ver o faturamento gerado pelo premiado filme e concluir a participação dela nos lucros. O mesmo acontece em relação a Meryl Streep e Julia Roberts por “Álbum de Família” (2013), e Brad Pitt, por “O Homem da Máfia” (2012), que reclamam da falta de registros financeiros e também da proposta do devedor de transferir seus contratos no leilão sem acenar com nenhuma compensação correspondente aos aditivos contratuais. Outros nomes importantes que entraram na Justiça incluem o autor Stephen King, os herdeiros de Wes Craven, Lin-Manuel Miranda (pelo musical inédito “In the Heights”) e o diretor David O. Russell.

    Leia mais
  • Etc

    Rômulo Arantes Neto vence processo contra o Google por vídeo íntimo vazado

    16 de abril de 2018 /

    O Google Brasil terá que indenizar o ator Rômulo Arantes Neto (do filme “Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo” e da novela “Malhação”) por conta de um vídeo íntimo publicado na Internet. A decisão foi da 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro em ação movida pelo ator desde 2011, mas o valor da indenização é relativamente pequeno: R$ 10 mil. Rômulo pedia que o provedor retirasse da rede um vídeo íntimo, gravado em local privado clandestinamente por um terceiro que o publicou na internet. Ele pedia R$ 250 mil, mas o Google venceu em primeira instância e não precisou desembolsar o valor. O ator recorreu e acabou vencendo a ação, com valor bem menor, após o desembargador Ferdinaldo Nascimento rejeitar o embargo de declaração proposto pelo Google, que tinha pedido esclarecimentos de alguns pontos da decisão judicial.

    Leia mais
  • Etc

    Briga judicial entre George Miller e a Warner enterra franquia Mad Max

    16 de abril de 2018 /

    O sucesso comercial e a consagração crítica de “Mad Max: Estrada da Fúria” não foram suficientes para evitar que o departamento financeiro da Warner enterrasse os planos de continuação da franquia, ao se recusar a pagar um bônus previsto em contrato para a empresa produtora do diretor George Miller. Segundo o jornal australiano Sydney Morning Herald”, a produtora Kennedy Miller Mitchell entrou com um processo em uma corte na Austrália para cobrar judicialmente da Warner um bônus de US$ 7 milhões, que seria dado se o filme fosse finalizado abaixo do orçamento previsto de US$ 157 milhões. Segundo a empresa de Miller, “Estrada da fúria” custou US$ 154,6 milhões. Mas a Warner fez outras contas, afirmando que foram gastos US$ 185,1 milhões, e por isso não quis pagar o bônus. Assim, por US$ 7 milhões, o estúdio se dispôs a abrir mão das sequências. Na ação, a empresa de Miller acusa a Warner de agir de uma maneira “arrogante, insultante e repreensível”, e isto “destruiu” a relação de confiança entre as partes. Desta forma, não poderiam mais trabalhar em projetos futuros. Esta é a segunda ação aberta por Miller contra a Warner por conta do filme, após um tribunal da Califórnia determinar que a corte australiana detinha a jurisdição do caso, devido à localização da empresa do diretor. “Mad Max: Estrada da Fúria” foi indicado a 10 Oscars e venceu seis prêmios da Academia. A produção deveria ser o primeiro longa de uma nova trilogia. Miller já escreveu os roteiros para “Mad Max 5” e “6”. Porém, diante do litígio com a Warner, eles correm o risco de não sair do papel.

    Leia mais
  • Etc

    Stan Lee processa ex-empresário por fraude, desvio de milhões e abuso de idoso

    14 de abril de 2018 /

    O criador do universo de super-heróis Marvel, Stan Lee, abriu um processo contra seu ex-empresário, Jerardo Olivarez, por abuso de idoso, fraude e desvio de US$ 4,6 milhões de sua conta. O célebre autor de quadrinhos de 96 anos de idade também acusa Olivarez de um esquema que teria vendido ampolas de seu sangue para colecionadores por milhares de dólares em Las Vegas. De acordo com o site Deadline, Olivarez, que era próximo da filha de Lee, também teria usado uma organização de caridade de fachada chamada Hands of Respect para enriquecimento próprio. A ação de Lee pede uma auditoria de suas contas e a restituição do dinheiro desviado. O processo veio à tona após a revista The Hollywood Reporter denunciar que Stan Lee era abusado pela própria filha, com ajuda de um cuidador recentemente contratado, enquanto seu patrimônio estava sendo dilapidado. Atualmente, Lee conta com um patrimônio entre US$ 50 milhões e U$ 70 milhões – recebendo US$ 1 milhão da Marvel por ano.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Advogado diz que processo de plágio contra Stranger Things é exploração

    4 de abril de 2018 /

    O advogado dos irmãos Duffer, criadores de “Stranger Things”, emitiu um comunicado nesta quarta-feira (4/4) sobre o processo que os acusa de plagiar um curta para criar a série. Segundo Alex Kohner, advogado da dupla, o diretor Charlie Kessler, autor do processo, tenta beneficiar-se do sucesso da série. “O processo do senhor Kessler não tem nenhum fundamento”, declarou Kohner. “Não tem nenhuma conexão com a criação ou o desenvolvimento da série. Os irmãos Duffer não viram o curta do senhor Kessler nem falaram de nenhum projeto com ele”, acrescentou. Kohner indicou que a intenção de Kessler é mera exploração, beneficiar-se “da criatividade e o trabalho duro” de outras pessoas. No processo, apresentado na segunda-feira, Kessler sustenta que os Duffer se aproveitaram de seu curta “Montauk” e de uma conversa que tiveram em 2014, sobre o projeto de transformar a história num longa, durante uma festa no Festival de Cinema de Tribeca, para criar “Stranger Things”. Na sua argumentação, Kessler afirma que, quando foi vendida para a Netflix, “Stranger Things” tinha como título provisório “The Montauk Project”. Ele exige uma indenização financeira.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Criadores de Strangers Things são processados por suposto plágio do conceito da série

    3 de abril de 2018 /

    Os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores da série “Stranger Things”, um dos maiores sucessos da Netflix, estão sendo processados por plágio. A ação é movida pelo diretor Charlie Kessler, que acusa “Stranger Things” de ser plágio de seu curta “Montauk” (2012). Premiado no Festival de Hamptons, “Montauk” explora experimentos sobrenaturais secretos, uma das premissas de “Stranger Things”. Segundo documentos do processo obtidos pelo site TMZ, Kessler afirma que, em 2014, ele e seus agentes apresentaram o conceito de “Montauk” aos Duffer para desenvolver um projeto, mas as conversaram não tiveram prosseguimento. Por isso, ele ficou perplexo com o lançamento da série em 2016, afirmando que “Stranger Things” não só se apropriou de suas ideias, como partes de seu roteiro. Além disso, os Duffer chegaram a batizar a atração, em um primeiro momento, como “The Montauk Project”, no que seria uma clara referência a seu trabalho. Kessler quer uma indenização em dinheiro como reparação de danos materiais. Entretanto, as obras são bastante diferentes entre si. “Montauk” falava de criaturas que apareceram na praia do título e era todo registrado ao estilo dos filmes de terror de “found footage”, com trechos de reportagem e outra fontes de vídeo compiladas para contar sua história. O curta podia ser assistido na íntegra no portal Vimeo até a semana passada, mas após a notícia do processo se tornar pública, ele se tornou “indisponível”.

    Leia mais
  • Etc

    Lindsay Lohan perde processo por suposto uso indevido de sua imagem no jogo Grand Theft Auto V

    30 de março de 2018 /

    A corte mais alta do Estado de Nova York rejeitou a apelação de Lindsay Lohan contra a desenvolvedora do jogo “Grand Theft Auto V”. A atriz acusava os criadores de invasão de privacidade por uso indevido de sua imagem. Em seu processo, Lohan apontava que a personagem do jogo Lacey Jonas seria baseada nela, tanto por conta da aparência física e vocal, como em descrições, por se dizer “muito famosa” e uma “atriz e cantora”, além de ser perseguida por paparazzi. A derrota se deu por votação unânime, em que a Corte de Apelações classificou as representações da Take-Two Interactive Software como “nada mais que comentários culturais” e disse que a companhia não deve danos a Lohan. Na decisão, publicada na quinta-feira (29/3), o juiz Eugene Fahey afirmou que uma imagem em computador, ou avatar, poderia constituir um “retrato”, o que apoiaria uma queixa de invasão de privacidade sob a lei de direitos civis de Nova York. Porém, segundo Fahey, “Grand Theft Auto V” simplesmente representou uma mulher genérica de “vinte e poucos anos”, sem qualquer sugestão de que seria Lindsay. “A queixa foi devidamente rejeitada porque as representações artísticas são indistintas interpretações artísticas de estilo, aparência e persona de uma jovem mulher moderna, que vai à praia e que não é razoavelmente identificável como a requerente”, escreveu Fahey. Em decisão separada, o tribunal também rejeitou queixas similares contra a Take-Two feitas por Karen Gravano, estrela da série de reality show “Mob Wives”, por conta de outra personagem.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Lula diz em discurso que vai processar a Netflix

    29 de março de 2018 /

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou num discurso que processará a Netflix por causa da série “O Mecanismo”, livremente inspirada pela Operação Lava-Jato, investigação federal que já lhe rendeu uma condenação por corrupção, além de mais sete processos criminais. “Nós vamos processar a Netflix. Nós não temos que aceitar isso e eu não vou aceitar”, afirmou Lula em discurso em Curitiba, no encerramento de sua caravana pelo sul do País. Ao contrário do filme “Polícia Federal: A Justiça É para Todos”, a série “O Mecanismo” não cita Lula, Dilma, Petrobrás, Sérgio Moro e nem mesmo a Polícia Federal. Todos os nomes de pessoas e instituições foram alterados, ressaltando que se trata de uma obra de ficção. No entanto, não é difícil associar o personagem João Higino ao ex-presidente. Lula afirmou que a série é “mais uma mentira” que inventaram contra ele e o PT. “Há anos eu já ouvia dizer que a Globo estava fazendo um documentário para passar na Netflix, para não aparecer a cara da Globo”, ele afirmou em seu discurso. Desde o lançamento na última sexta-feira (23/3), a nova série de José Padilha, responsável também por “Narcos” e o filme “Tropa de Elite”, vem causando controvérsia entre petistas e simpatizantes. O discurso de Lula é o ápice de uma campanha de setores da esquerda, que faz de “O Mecanismo” uma das produções mais comentadas do Brasil nos últimos anos, superando até atrações da Globo. A obra motivou até um artigo crítico assinado pela ex-presidente Dilma Rousseff, que destaca o maior incômodo causado pela produção: a inclusão da frase “estancar a sangria”, popularizada pelo ex-líder de Lula e Dilma no Senado, Romero Jucá (do MDB), na boca de João Higino (o avatar de Lula). O diálogo original completo, gravado por uma escuta, insinuava um acordo nacional em torno do Impeachment de Dilma para apaziguar os ânimos e permitir ao Supremo soltar todo mundo, inclusive o próprio Lula – citado textualmente. O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, também condenado na Justiça por corrupção, manifestou-se sobre a série no Twitter, mas para ressaltar como o protesto petista ajuda a divulgação da série. “Com uma pessoa como Dilma fazendo campanha para boicote à série ‘O Mecanismo’, desconfio que a produção vai bater todos os recordes mundiais e planetários de audiência”, escreveu em sua conta no Twitter.

    Leia mais
  • Etc

    Glória Pires vence processo por uso indevido de sua imagem em publicidade

    27 de março de 2018 /

    A empresa de cosméticos Nutralogistic foi condenada a indenizar Glória Pires por uso indevido da imagem da atriz em propagandas não autorizadas. “É uma empresa de marketing digital no Facebook que usa fotos de atrizes oferecendo produtos com promessas milagrosas. No caso da Glória, era um creme que dizia tirar rugas em 20 dias”, explicou o advogado da artista, Ricardo Brajterman, ao UOL. No processo, o advogado diz que a empresa “explorou comercialmente a imagem de uma das maiores atrizes do Brasil sem a devida autorização, e infringiu conceitos básicos de boa-fé, correção e probidade, configurando, ainda, o uso de ‘carona’ no prestígio e boa fama construídos ao longo de muitos anos pela artista”. A decisão foi tomada pela juíza Maria Cristina Slaibi, da 3ª Vara Cível do Rio de Janeiro, e o valor pode chegar a R$ 80 mil, com correção monetária e juros, já que o processo corre na Justiça desde 2012. A empresa ainda pode recorrer ou tentar um acordo com a Glória.

    Leia mais
  • Filme

    Polícia Federal: A Lei é Para Todos sofreu 18 processos de acusados na Operação Lava-Jato

    27 de março de 2018 /

    De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o filme “Polícia Federal: A Lei é Para Todos” já sofreu 18 processos de advogados de acusados na Operação Lava-Jato, que foram retratados na trama. Os processos são similares ao movido pela atriz americana Olivia de Havilland contra a série “Feud” e que foi recusado por um tribunal da Califórnia na segunda (26/8) por ferir a liberdade de expressão garantida pela Constituição dos Estados Unidas. O produtor do longa, Tomislav Blazic, afirmou ao jornal que boa parte dos processos já foi retirada. “Usamos o argumento da liberação das biografias não autorizadas e todos recuaram”, ele contou. Atualmente, Blazic trabalha no desenvolvimento da continuação do longa, que está em fase de roteiro. Ainda não há previsão para a estreia.

    Leia mais
  • Etc

    Família de Anton Yelchin fecha acordo com a Fiat Chrysler em processo pela morte do ator

    23 de março de 2018 /

    A Fiat Chrysler anunciou na quinta-feira (22/3) ter entrado num acordo judicial com a família de Anton Yelchin, conhecido por seu papel em “Star Trek”, que morreu devido a um acidente causado pelo defeito de fabricação de um Jeep Grand Cherokee em 2016. Os termos do acordo, firmado no Tribunal Superior de Los Angeles entre a empresa automobilística e os pais de Yelchin, os patinadores artísticos Victor e Irina Yelchin, não foram divulgados. O casal tinha processado a empresa por morte por negligência, deficiência de produto e violação da garantia, em busca de uma indenização punitiva. Yelchin tinha 27 anos quando morreu em junho de 2016, após seu Grand Cherokee rolar para trás na entrada íngreme de sua casa em Los Angeles, esmagando o ator contra uma parede de tijolos e uma cerca. Dois meses antes, a empresa tinha feito um recall de mais de 1,1 milhão de veículos por conta de risco do rolagem, mas o problema ainda foi ligado a ao menos 68 ferimentos, 266 acidentes e 308 relatos de danos a propriedades. Em comunicado, a Fiat Chrysler informou ter ficado “satisfeita por termos alcançado uma resolução amigável nesta questão… Nós continuamos a estender nossos mais profundos sentimentos à família Yelchin por sua perda trágica”. O último trabalho de Yelchin foi o thriller independente “Thoroughbreds”, lançado neste mês nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Etc

    Estúdio de Harvey Weinstein pede falência e acordos de confidencialidade são invalidados

    20 de março de 2018 /

    O estúdio The Weinstein Company anunciou seu pedido de falência. A empresa deu entrada nos documentos para decretação de estado falimentar na segunda-feira (19/3). E, além disso abrir as portas para interessados em comprar seus ativos a um preço mais baixo, via leilão, também torna sem validade todos os contratos de confidencialidade que podem ter impedido funcionários e outras mulheres de denunciarem seu proprietário, o produtor Harvey Weinstein. Uma das condições do governo americano para o processo avançar foi a anulação dos acordos feitos pela empresa, em nome de Harvey Weinstein, para impedir declarações de atrizes que trabalharam em seus estúdios. “Desde outubro, foi relatado que Harvey Weinstein usou acordos de confidencialidade como uma arma secreta para silenciar suas acusadoras. Como efeito imediato, esses ‘acordos’ acabaram”, disse a empresa em uma declaração oficial. “Ninguém deve ter medo de falar ou pode ser coagido para ficar quieto”, acrescentou a empresa no comunicado. “A Companhia agradece as pessoas corajosas que já se manifestaram. Suas vozes inspiraram um movimento de mudança em todo o país e em todo o mundo”. A quebra financeira da companhia vem justamente no rastro das acusações de assédio sexual contra Weinstein, que chacoalharam a indústria cinematográfica americana a partir de outubro do ano passado. Mais de 70 mulheres denunciaram terem sido abusadas e até estupradas por Weinstein ao longo dos últimos 30 anos, e a revelação do escândalo levou a inúmeros cancelamentos de contratos com o estúdio, que se juntaram a processos para tornar as dívidas da empresa impagáveis. O estúdio ainda tentou encontrar um comprador. E quase fechou contrato, mas o interessado se assustou ao ver o tamanho do buraco em que estava se metendo e cancelou o negócio em cima da hora. Assim, a empresa decidiu apresentar seu plano de falência ao tribunal de Delaware, listando entre U$ 500 milhões e US $ 1 bilhão em passivos e US $ 500 milhões a US $ 1 bilhão em ativos. Dentro do processo falimentar, a empresa afirmou em um comunicado que entrou em acordo com a investidora Lantern Capital, que compraria todos os ativos da empresa e controlaria o leilão das ações da empresa falida, sob supervisão judicial.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie