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  • Filme

    Moonlight: Conheça o drama indie que está fazendo sensação nos EUA com as melhores críticas do ano

    23 de outubro de 2016 /

    Um drama indie chamou atenção neste fim de semana por uma performance muito acima da média no circuito limitado norte-americano. Exibido em apenas quatro cinemas, “Moolinght” fez mais de US$ 100 mil por sala, a maior arrecadação por tela do ano. Para completar, conquistou 99% de aprovação crítica no levantamento tanto do site Rotten Tomatoes quanto do Metacritic. Trata-se da melhor avaliação do ano. Para se ter ideia, em sua introdução ao filme, a revista Rolling Stone definiu o lançamento como “melhor filme de 2016”. E não foi no texto. Foi no título. O filme também conquistou três indicações ao Gotham Awards, a primeira premiação de cinema da temporada, que acontece em novembro nos EUA. Para conhecer melhor o longa, produzido pelo astro Brad Pitt, confira abaixo o pôster, o trailer e o comercial com elogios rasgados (“perfeito”, “obra-prima”, etc) divulgados pelo estúdio A24. Com imagens impactantes, as prévias dão uma ideia da dramaticidade da produção, que acompanha três períodos da vida de um jovem, desde os dias de bullying na infância até seu formação como adulto, com direito a decepções familiares, contato com a violência e o tráfico e descoberta de desejos homossexuais em um bairro violento de Miami. “Moonlight” marca a estreia do jovem diretor e roteirista Barry Jenkins em longa metragem, e deve ocupar o vácuo deixado pela rejeição ao cineasta Nate Parker, que era considerado favorito ao Oscar com seu drama escravagista “The Birth of a Nation”, até cair em desgraça por conta da descoberta de um escândalo sexual de seu passado. O elenco, composto exclusivamente por intérpretes negros, faz uma combinação de atores novatos com veteranos conhecidos, como Naomie Harris (“007 Contra Skyfall”) e Mahershala Ali (o Boca de Algodão da série “Luke Cage”), além da cantora Janelle Monáe. Lançado neste fim de semana nos EUA, o filme não tem previsão de estreia no Brasil  

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  • Série

    Séries animadas do Brasil são indicadas ao prêmio Emmy Kids Internacional

    19 de outubro de 2016 /

    Quatro produções infantis da televisão brasileira foram indicadas ao prêmio Emmy Kids Internacional. Duas delas são animações: “SOS Fada Manu”, do canal pago Gloob, e “O Show da Luna”, da Discovery Kids. A segunda concorre na categoria de melhor programa pré-escolar. Disputando a prestigiada categoria de melhor série animada do mundo, “SOS Fada Manu”, do casal Jean e Marcelo de Moura, fala sobre os desafios enfrentados por Manu como aprendiz de Fada Madrinha. A personagem tenta resolver os problemas do Reino usando seu guarda-chuva como varinha de condão. Em sua busca, esbarra em personagens dos contos de fada que vivem situações inusitadas e são apresentados de uma forma diferente da que são conhecidos nas histórias infantis. Manu conta com a ajuda de seu amigo, o medroso João e Duque, um sapo que acredita ser nobre. Já “O Show da Luna”, criada e dirigida por Célia Catunda e Kiko Mistrorigo, conta a história de Luna, uma garotinha curiosa e alegre, sempre cheia de perguntas e disposta a investigar o mundo para desvendá-las. Para ela, o planeta Terra é um laboratório gigante e todos os acontecimentos são fenômenos a serem investigados. Luna está sempre na companhia do irmãozinho, Júpiter, e do furão de estimação da família, Cláudio. A trama traz como elementos centrais a ciência, a imaginação e a música, explicando sobre o processo científico com humor e situações lúdicas. Além das duas séries animadas, o Brasil também concorre com “Malhação Sonhos” na categoria digital, por conta de suas ações na internet para integrar sua audiência aos conteúdos publicados no site oficial da Globo, e “Tem Criança na Cozinha”, outra atração do Gloob, que está na categoria de entretenimento sem roteiro. A cerimônia da premiação da Academia Internacional de Artes & Ciências da Televisão acontecerá em Cannes, na França, em 4 de abril de 2017.

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  • Filme

    Drama estrelado por Kristen Stewart vence o Festival de Londres

    18 de outubro de 2016 /

    Kristen Stewart está se habituando a estrelar filmes premiados. Depois de “Personal Shopper” ser premiado em Cannes, é a vez de “Certas Mulheres” sagrar-se vencedor do Festival de Londres. Melhor filme do festival, o drama dirigido por Kelly Reichardt (“Movimentos Noturnos”) recebeu o troféu do júri presidido pela cineasta grega Athina Rachel Tsangari (“Attenberg”). “Certas Mulheres” acompanha as vidas de quatro mulheres interpretadas por Laura Dern, Michelle Williams, Kristen Stewart e Lily Gladstone. Entre elas, há pouco em comum além do fato de morarem em Livingston, no estado de Montana. No entanto, as circunstâncias de suas vidas farão com que suas histórias se entrelacem de uma maneira íntima e profunda, ainda que distante, conforme buscam seus lugares no mundo. O filme foi exibido no Festival do Rio, mas ainda não tem previsão de lançamento comercial no Brasil. O festival também premiou o impactante terror “Raw”, que fez o público passar mal durante sua première no Festival de Toronto. O longa canibal de Julia Ducournau ganhou a estatueta de Melhor Filme de Estreante. A cerimônia de premiação também entregou um prêmio precoce a Steve McQueen, diretor de apenas três longas lançados (“Fome”, “Shame” e “12 Anos de Escravidão”), pelo conjunto de sua carreira.

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  • Filme

    Fala Comigo vence o Festival do Rio e lança um novo diretor

    17 de outubro de 2016 /

    O drama “Fala Comigo”, de Felipe Sholl, foi o vencedor da mostra competitiva do 18º Festival do Rio. Além de Melhor Filme, o longa também rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Karine Teles. Primeiro longa dirigido por Sholl, “Fala Comigo” conta a história de Diogo (Tom Karabachian), um adolescente de 17 anos que desenvolve o fetiche de se masturbar enquanto telefona para as pacientes da mãe terapeuta (Denise Fraga). Uma dessas pacientes é Angela, de 43 anos, com quem Diogo passa a se relacionar. Foi o papel que deu a Karine Teles o troféu Redentor. Apesar de ser um trabalho de diretor estreante, Sholl não é exatamente um novato. Ele já exibiu curta no Festival de Berlim e tem uma filmografia interessante como roteirista. Seu roteiro de “Hoje” (2011) venceu o troféu Candango no Festival de Brasília. Ele também escreveu o filme que, para a Pipoca Moderna, foi o melhor lançamento brasileiro do ano passado, “Casa Grande” (2015), além de “Histórias que Só Existem Quando Lembradas” (2011) e “Trinta” (2014). Já o público preferiu “Era o Hotel Cambridge”, de Eliane Caffé, que o júri só premiou por sua Montagem. Ironicamente, público e crítica concordaram, já que o longa de Eliane Caffé também venceu o prêmio da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema). O filme mostra a situação incomum de integrantes do movimento dos sem-tetos e refugiados que se espremem em um prédio abandonado no centro de São Paulo. Ao todo, 13 longas receberam troféus em pelo menos uma categoria da disputa. O mais premiado foi “Mulher do Pai”, com três troféus: Melhor Direção para a gaúcha Cristiane Oliveira, Atriz Coadjuvante para Verónica Perrota e Fotografia (dividindo este com “Superorquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos”). É importante destacar o processo de renovação incentivado pela premiação, já que Cristiane Oliveira também é estreante, vindo de uma carreira como diretora assistente desde “Diário de Um Novo Mundo” (2005). Maior destaque entre os prêmios de atuação, o filme “Sob Pressão” deu a Julio Andrade o Redentor de Melhor Ator (troféu dividido com Nelson Xavier, por “Comeback”) e a Stepan Nercessian o troféu de Melhor Coadjuvante. Curiosamente, Julio Andrade também foi premiado como Melhor Ator por “Redemoinho”, que ainda levou o Grande Prêmio do Júri (reconhecimento ao 2º lugar na premiação) Entre os documentários, o vencedor foi “A Luta do Século”, de Sérgio Machado, que registrou a rivalidade de mais de 20 anos entre os boxeadores Luciano Todo Duro e Reginaldo Holyfield, ídolos do esporte no Nordeste na década de 1990. Fizeram seis combates, com três vitórias para cada lado. Durante as filmagens, os dois ex-atletas, já com mais de 50 anos de idade, resolveram se enfrentar. O júri do Festival do Rio 2016 foi presidido por Charles Tesson, crítico e diretor da Semana da Crítica do Festival de Cannes, e teve participação da diretora Maria Augusta Ramos, do ator Rodrigo Santoro e da diretora Sandra Kogut. Mostra Competitiva MELHOR FILME “Fala Comigo” PRÊMIO DO PÚBLICO “Era o Hotel Cambridge” GRANDE PRÊMIO DO JÚRI “Redemoinho” MELHOR DIREÇÃO Cristiane Oliveira (“Mulher do Pai”) MELHOR ATOR Nelson Xavier (“Comeback”) e Julio Andrade (“Sob Pressão” e “Redemoinho”) MELHOR ATRIZ Karine Telles (“Fala Comigo”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Stepan Nercessian (“Sob Pressão”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Verónica Perrotta (“Mulher do Pai”) MELHOR ROTEIRO “Vermelho Russo” MELHOR FOTOGRAFIA “Mulher do Pai” e Superorquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos MELHOR MONTAGEM “Era o Hotel Cambridge” MELHOR DOCUMENTÁRIO “A Luta do Século” PRÊMIO DO PÚBLICO DE DOCUMENTÁRIO “Divinas Divas” MELHOR DIREÇÃO DE DOCUMENTÁRIO Sérgio Oliveira (“Superorquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos”) MELHOR CURTA-METRAGEM “O Estacionamento” PRÊMIO DO PÚBLICO DE CURTA-METRAGEM “Demônia – Melodrama em 3 Atos” MENÇÃO HONROSA – CURTA-METRAGEM “Demônia – Melodrama em 3 Atos” PRÊMIO FIPRESCI “Viejo Calavera” e “Era o Hotel Cambridge” Mostra Novos Rumos MELHOR FILME “Então Morri” PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI “Deixa na Régua” MELHOR CURTA-METRAGEM “Não Me Prometa Nada”

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  • Que Horas Ela Volta
    Filme

    Que Horas Ela Volta? vence o “Oscar brasileiro”

    5 de outubro de 2016 /

    O drama “Que Horas Ela Volta?” foi o vencedor do 15° Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, evento da Academia Brasileira de Cinema, que é apelidado de “Oscar brasileiro”. A premiação aconteceu na noite de terça-feira (4/10) no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro, e rendeu sete troféus ao longa escrito e dirigido por Anna Muylaert: Melhor Filme, Direção, Roteiro, Montagem, Atriz (Regina Casé), Atriz Coadjuvante (Camila Márdilla) e o Prêmio do Público. “Demorei 19 anos para chegar a esse filme pronto. É o meu trabalho mais maduro. Dedico esse prêmio aos atores, que me ajudaram a terminar esse filme”, disse Anna Muylaert, em seu agradecimento. Até este prêmio demorou. “Que Horas Ela Volta?” recebeu seu primeiro prêmio internacional, no Festival de Sundance, há 21 meses. Estreou nos cinemas brasileiros há 15 meses. Desde então, Muylaert lançou outro filme, “Mãe Só Há Uma”, e já filmou um terceiro, um documentário sobre o Impeachment de Dilma Rousseff. Mas isso é chover no molhado com o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, cujo nome já soa antiquado como qualquer manifestação de ufanismo. Alheio ao calendário, enquanto o foco está na discussão de “Aquarius” e o Oscar 2017, o “Oscar brasileiro” celebra os melhores de 2015. Mas graças aos problemas inerentes do circuito, acaba também premiando trabalhos de cinco e até 20 anos atrás, como, por exemplo, a interpretação de Marco Ricca, vencedor do troféu de Melhor Ator por “Chatô, o Rei do Brasil”, exibido no ano passado, mas realizado ao longo de duas décadas. A Melhor Animação foi “Até Que a Sbórnia Nos Separe”, de Otto Guerra, que teve première no Festival de Gramado de 2013. A Melhor Comédia, “Infância”, de Domingos de Oliveira, fez parte da programação de Gramado em 2014. Organizada pela Academia Brasileira de Cinema, a premiação se dividiu em 25 categorias e tinha, entre seus indicados, até um filme que venceu o Festival do Rio de 2011: “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, que rendeu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante a Chico Anysio, falecido há quatro anos. Assim como os demais, “A Hora e a Vez de Augusto Matraga” também só foi exibido nos cinemas no ano passado. E este é o estado da indústria cinematográfica nacional, celebrada pelo Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Um dia, quem sabe, os grandes filmes brasileiros não terão que esperar tanto tempo para serem reconhecidos, especialmente pelo circuito, que renega produções premiadas, chegando a deixar obras paradas por meia década, apenas para lançá-las em meia dúzia de salas. O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro sugeriu que o tema da premiação fosse “manifesto”, numa tentativa de atualizar sua sessão de nostalgia com fatos deste ano. Mas, em vez de partir para o oba-oba, podia se manifestar de fato junto ao circuito. Podia, inclusive, dar o exemplo, aproximando mais o seu próprio calendário de premiações da estreia dos filmes que premia. Novamente, chovendo no molhado…

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  • TV

    Grazi Massafera está “besta”, Alexandro Nero “baba”. Confira as reações dos indicados ao Emmy Internacional

    26 de setembro de 2016 /

    Os indicados brasileiros ao Emmy Internacional estão em êxtase. Em entrevista ao vivo ao programa “Vídeo show”, Grazi Massafera, que concorre como Melhor Atriz da TV mundial, disse estar “besta e retardada” com a indicação ao Emmy por seu trabalho na novela “Verdades Secretas”, que também foi indicada como Melhor Novela. Na manhã desta segunda-feira, ela já havia falado sobre a importância da indicação. “A Larissa me deu muitas alegrias e um desejo imenso de continuar trabalhando e aprendendo cada vez mais, com tudo e todos à minha volta. Nada disso teria sido possível se eu não tivesse contado com a ajuda dos meus amigos de cena, da caracterização, dos meus diretores, da produção, a técnica, os câmeras… É uma gratidão imensa, que vou carregar comigo para sempre”, disse Grazi. A atriz, que concorrerá com a veterana Judi Dench, entre outras candidatas, agradeceu a confiança do autor Walcyr Carrasco, após viver uma série de mocinhas sem graça, até conquistar seu grande papel: a modelo fracassada entregue ao vício. Em entrevista ao jornal Extra, Walcyr Carrasco falou também sobre a importância da indicação ao Emmy de Melhor Novela. “Estou muito feliz, porque foi uma novela que me entreguei inteiramente, que escrevi com alma”. Já Alexandre Nero, que concorre como Melhor Ator pelo desempenho em “A Regra do Jogo”, em que viveu o bandido Romero Rômulo, usou o Facebook para externar sua felicidade. “Aquele momento em que você recebe a notícia que foi indicado ao Emmy de Melhor Ator, ao lado de um tal (rs) Dustin Hoffman, começa a gritar e babar no chão, mas posta nas redes sociais de maneira que possa parecer algo absolutamente corriqueiro e cotidiano (afinal, você precisa manter a linha de artista cult rsrs)”, escreveu Nero. A novela que ele estrelou, “A Regra do Jogo”, também concorre ao prêmio da categoria, disputando com “Verdades Secretas” e produções de outros países. Mas não foram apenas programas da rede Globo, já acostumada a vencer o Emmy Internacional, que receberam indicações neste ano. O programa “Adotada”, da MTV Brasil, também apareceu na disputa de Melhor Programa Não Roteirizado de Entretenimento. A apresentadora da produção, Maria Eugênia Suconic, também revelou ter passado mal, em um post no Facebook. “Era uma segunda normal até você descobrir que…. (Não consegui escrever mais porque estou em choque)”, ela postou, junto da foto da indicação de “Adotada”. Foram, ao todo, sete indicações para produções e artistas brasileiros no Emmy Internacional de 2016. Além dos citados, o programa “Zorro” concorre como Melhor Comédia e “Os Eperientes” como Melhor Minissérie. A cerimônia de premiação do Emmy Internacional vai acontecer no dia 21 de novembro em Nova York, nos Estados Unidos.

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  • Grazi Massafera
    TV

    Alexandre Nero e Grazi Massafera vão disputar o Emmy Internacional de Melhor Ator e Atriz da TV mundial

    26 de setembro de 2016 /

    O Brasil vai concorrer a sete prêmios no International Emmy Awards 2016. Os nomes dos indicados foram anunciados nesta segunda-feira (26/6), pela Academia de Televisão dos EUA. Os principais destaques são as inclusões dos atores Alexandre Nero (por “A Regra do Jogo”) e Grazi Massafera (“Verdades Secretas”) nas categorias de Melhor Ator e Atriz da televisão mundial (menos a norte-americana, é claro). “A Regra do Jogo” e “Verdades Secretas”, por sinal, também concorrem na categoria de Melhor Novela. Os demais indicados foram o repaginado “Zorra” como Melhor Série de Comédia, “Os Experientes” como Melhor Minissérie e a produção da MTV “Adotada” como Melhor Programa de Entretenimento Não Roteirizado. Alexandre e Grazi terão concorrentes de peso na competição. Entre os atores, aparece ninguém menos que Dustin Hoffman, enquanto a disputa das atrizes inclui Judi Dench. Ambos concorrem pelo telefilme britânico “Roald Dahl’s Esio Trot”. A disputa inclui atrações de 15 países, num total de 40 indicados em 10 categorias. Confira a lista completa aqui. A Globo já venceu 14 prêmios no International Emmy Awards, considerado o Oscar da TV mundial. No ano passado, “Doce de Mãe” e “Império” conquistaram os prêmios de Melhor Série de Comédia e Melhor Novela. Além disso, Fernanda Montenegro venceu o Emmy de Melhor Atriz por “Doce de Mãe”, em 2013, e uma indicação da série “Como Aproveitar o Fim do Mundo” rendeu um remake americano, que estreia em 4 de outubro na rede CW com o título de “No Tomorrow”.

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  • Etc

    Maggie Smith quer “resgatar” seu Emmy da seção de Achados e Perdidos

    21 de setembro de 2016 /

    A veterana atriz britânica Maggie Smith, que venceu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Emmy Awards deste ano por seu papel na série inglesa “Downton Abbey”, mostrou esportiva, ao entrar na brincadeira do apresentador Jimmy Kimmel, após ele sequestrar seu troféu em protesto contra a sua ausência na premiação. Antes mesmo dela ser premiada, Kimmel já se pronunciara. “Se você não conhece Maggie Smith, ela foi indicada ao Emmy nove vezes e ganhou três. Quantas vezes você acha que ela veio receber o prêmio? Isso mesmo. Nenhuma vez”, ele declarou durante a cerimônia, lembrando que a atriz já foi ao Oscar e até ao Tony. Por isso, assim que Maggie Smith se saiu vencedora mais uma vez, ele agarrou a estatueta e disse que, se quisesse seu Emmy, ela deveria vir resgatá-lo na seção de achados e perdidos. Com bom humor, a atriz, que tem 82 anos de idade, respondeu através do Twitter da emissora PBS, que exibe “Downton Abbey” nos EUA. “Eu fiquei muito espantada e honrada por ganhar o prêmio. Sinto que o Emmy tem sido extremamente generoso comigo. Se o Sr. Kimmel puder me direcionar ao escritório do achados e perdidos, eu vou tentar estar no próximo voo. Amor, Velha Maggie.” Dame #MaggieSmith graciously accepts her #Emmy award — @jimmykimmel, please advise on the location of the lost and found! #DowntonPBS pic.twitter.com/veQ6shRmxA — Masterpiece PBS (@masterpiecepbs) September 19, 2016

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  • Xingo Cariri Caruaru Carioca - Carlos Malta
    Música

    Documentário sobre viagem musical de Carlos Malta pelo Brasil vence o Festival In-Edit

    20 de setembro de 2016 /

    O documentário “Xingu Cariri Caruaru Carioca” foi o vencedor da mostra competitiva nacional do Festival In-Edit Brasil 2016. Dirigido por Beth Formaggini (do curta “Angeli 24 Horas”), o filme acompanha o músico Carlos Malta a quatro pontos do Brasil para encontrar músicos importantes na tradição do pífano, como João do Pife e ​Dona Isabel Marques da Silva, a “Zabé da Loca”. Ele também será exibido em outubro no In-Edit Barcelona, com a presença da diretora. O Júri também deu menção honrosa a dois documentários: “Danado de Bom”, de Deby Brennand, sobre João Silva, compositor e parceiro de Luiz Gonzaga, e “Waiting for B.”, de Paulo César Toledo e Abigail Spindel, sobre os fãs da cantora Beyoncé que acamparam em frente ao estádio do Morumbi durante dois meses para ver o show. “Waiting for B.” também venceu o prêmio do público como Melhor Documentário do festival. O Júri desta edição foi formado pela jornalista e documentarista Flávia Guerra (“Karl Max Way”), o cantor e compositor Péricles Cavalcanti (“Anna K.”) e o jornalista e documentarista Ricardo Calil (“Eu Sou Carlos Imperial”).

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  • Cinema Novo
    Filme

    Cinema Novo: Documentário premiado em Cannes, que abre o Festival de Brasília, ganha trailer

    20 de setembro de 2016 /

    A Vitrine Filmes divulgou o primeiro trailer de “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, que venceu o prêmio Olho de Ouro (L’Oeil d’Or) como o Melhor Documentário do Festival de Cannes de 2016. O diretor também é filho de um dos maiores expoentes do movimento cinemanovista, Glauber Rocha, e com o filme reencontra o pai, falecido em 1981, quando ele tinha apenas três anos de idade. A prévia é uma profusão rica de imagens, montadas de forma vertiginosa e intercaladas por depoimentos de época. Isto também reflete uma crítica que se faz ao filme, que ele não “conta a história” do movimento, no sentido de um documentário mais tradicional. Em vez disso, surge como uma obra que junta fragmentos para formar um painel da geração e da época em que o cinema brasileiro foi para as ruas, para as praças e descobriu a realidade do país, dos problemas urbanos à crise rural. A experiência é impressionista, mas também pode ser chamada de impressionante. “Cinema Novo” tem sua première nacional nesta terça (20/9) como o filme de abertura do Festival de Brasília e ainda será exibido, fora de competição, no Festival do Rio. A estreia comercial está marcada para 10 de novembro.

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  • Deserto
    Filme

    Festival de Brasília começa sua maior edição dos últimos anos

    20 de setembro de 2016 /

    O 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começa nesta terça (20/9) sua maior edição dos últimos anos na capital federal. Só a competição terá 9 longas-metragens, três a mais que nas edições anteriores, além de 12 curtas. A estes filmes se somam outros 20 em mostras paralelas e sessões especiais, chegando a um total de 40 produções cinematográficas. A abertura acontece com o documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, premiado no Festival de Cannes deste ano, com exibição no Cine Brasília apenas para convidados. Já o encerramento vai acontecer com a projeção de “Baile Perfumado” (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, numa homenagem aos 20 anos da produção e a retomada do cinema pernambucano. “A gente quer dar de novo ao festival a potência que ele tinha, de trazer para Brasília o melhor do cinema brasileiro, não só na mostra oficial, mas nas mostras paralelas também”, disse o secretário de Cultura do Distrito Federal, Guilherme Reis, em comunicado, ecoando críticas feitas aqui mesmo na Pipoca Moderna. “Queremos que o festival de Brasília seja o festival dos festivais. Todo o cinema brasileiro potente tem que se reunir em Brasília. É o local de discussão política e estética do cinema. Este festival é o mais tradicional evento cultural de Brasília. É uma grande vitrine do estágio da produção tanto do ponto de vista da estética do cinema brasileiro quanto do seu papel político e da discussão política que se estabelece em Brasília”, afirmou o secretário. Todos os nove longas selecionados para a mostra competitiva são inéditos no circuito dos festivais brasileiros, mas dois já foram exibidos no exterior: a produção amazonense “Antes o Tempo Não Acabava”, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, que teve première no Festival de Berlim, e “A Cidade Onde Envelheço”, de Marilia Rocha, presente no Festival de Roterdã. A lista inclui ainda “Deserto”, dirigido pelo ator Guilherme Weber, “Elon Não Acredita na Morte”, de Ricardo Alves Jr., “Malícia”, de Jimi Figueiredo, “O Último Trago”, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, e “Rifle”, de Davi Pretto. Os documentários “Martírio”, de Vincent Carelli, com Ernesto de Carvalho e Tita, e “Vinte anos”, de Alice de Andrade, completam a seleção. Ao todo, 132 filmes foram inscritos para participar da 49ª edição do festival, e os selecionados representam diferentes abordagens e regiões do país. Há desde estreantes, como Guilherme Weber, até veteranos do circuito dos festivais, como os irmãos Pretti e Pedro Diogenes. Uma novidade desta edição é a criação da Medalha Paulo Emílio Salles Gomes, intelectual responsável pela criação do festival, que completaria 100 anos em 2016. O objetivo da medalha é homenagear uma personalidade do cinema brasileiro a cada ano. E a primeira será dada ao crítico de cinema de origem francesa Jean-Claude Bernadet. “Bernadet é um grande teórico, professor e roteirista e, hoje, um grande ator do cinema brasileiro. Ele tudo a ver com a história do festival de cinema”, disse Guilherme Reis. A programação do festival pode ser conferida no site oficial.

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  • Emmy 2016
    Série

    Emmy registra a pior audiência de sua história nos EUA

    19 de setembro de 2016 /

    A transmissão do Emmy 2016 nos EUA registrou a pior audiência da história da premiação. A cerimônia. realizada domingo (18/9) em Los Angeles, foi vista por 11,3 milhão de telespectadores ao vivo pela rede ABC. O número é 600 mil menor do que a audiência da edição do ano passado, até então detentora do recorde negativo. Apesar de ter movimentado as redes sociais com algumas vitórias inesperadas, o programa comandado por Jimmy Kimmel enfrentou forte concorrência em seu horário de exibição, competindo com um jogo da NFL (liga de futebol americano), transmitido pela rival NBC, e com a cobertura dos canais de notícia sobre os atentados a bomba em Nova York. A maior audiência da história do Emmy foi registrada em sua edição de 1986: 36 milhões de telespectadores nos EUA. Na época, não havia internet nem a proliferação desenfreada da TV paga para concorrer com a programação da TV aberta.

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  • Etc

    Vitória de Tatiana Maslany no Emmy “quebra” a internet

    19 de setembro de 2016 /

    A premiação de Tatiana Maslany como Melhor Atriz no Emmy 2016 foi o fato mais comentado da premiação da Academia da Televisão dos EUA nas redes sociais. Segundo levantamento da revista Entertainment Weekly, sua vitória foi festejada a madrugada inteira, tornando-se o assunto mais comentado após o Emmy, tanto no Facebook quanto no Twitter. No total, 9 milhões de pessoas postaram 14 milhões de comentários sobre o Emmy no Facebook, que tinha uma câmera exclusiva nos bastidores da premiação, transmitindo a reação dos vencedores. Veja abaixo o vídeo com Maslany. Considerada injustiçada pela crítica, a atriz canadense, que já tinha vencido duas vezes o Critics Choice Television Awards, aparecia como azarão nas apostas do prêmio, por estrelar uma série sci-fi. Nunca antes uma atriz de sci-fi tinha sido levada em conta pelo Emmy. Além disso, ela já estava na 4ª temporada da série sem que a Academia tivesse reconhecido seu trabalho. Na temporada mais recente de “Orphan Black”, a atriz interpretou oito personagens diferentes, que são clones na trama. Cada uma delas com sotaques, personalidades e trejeitos completamente distintos. A segunda vitória mais comentada no Facebook foi a conquista de “Game of Thrones” como Melhor Série Dramática, seguida pela premiação de Sterling K. Brown, como Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada por “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”. Já no Twitter, o Emmy de Melhor Ator Dramático para Rami Malek, pela série “Mr. Robot”, ocupou o 2º lugar no ranking dos mais citados, um pouco à frente de “Game of Thrones” em 3º lugar.

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