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  • Série

    Estreia de “Rota 66” retrata um Brasil “muito triste, muito violento”

    22 de setembro de 2022 /

    A série “Rota 66 – A Polícia que Mata”, que estreou nessa quinta (22/9) na plataforma de streaming Globoplay, é baseada no livro homônimo do jornalista Caco Barcellos, que em 1992, muito antes do movimento “Vidas Negras Importam”, causou furor por apontar ações de extermínio da tropa de elite da PM paulista, a Rota, na periferia de São Paulo, que vitimaram basicamente pessoas negras e pobres. “A expectativa para o lançamento é muito grande”, contou Barcellos, durante a coletiva de imprensa da série. “Trabalhei sete anos na investigação dessa história. Durante o processo de apuração, imaginava isso virando um roteiro para o cinema.” “Andava pelas comunidades e, quando cruzava com a história de alguém que havia sido vítima das ações da Rota, tentava captar os diálogos das pessoas, fazendo com que elas relembrassem todos os detalhes dos episódios que levaram à morte de um filho, de um irmão, por exemplo, pensando justamente em construir esses diálogos, imaginando um futuro roteiro. Nunca deixei esse assunto de lado”, completou ele. Na série, Barcellos é vivido por Humberto Carrão (“Marighella”), que na trama arrisca a própria vida para denunciar o aparente genocídio. “Foi uma grande responsabilidade para mim, como ator, e para todo o elenco, roteiristas e diretores dar conta de adaptar um livro como o ‘Rota 66’ para o audiovisual”, contou o ator. “A série, ao mesmo tempo, é uma aventura muito bonita, não só pelo Caco ser um grande jornalista, mas também por retratar o ‘jornalismo de acompanhamento’, que ele tanto faz em suas reportagens. Diria que é quase uma forma de homenagear a forma dele de pensar e fazer o jornalismo”. Carrão também falou sobre o processo de preparação para interpretar o jornalista na série. “Tentei aprender as coisas do corpo, a forma de ouvir. Vi mil reportagens, de diferentes épocas, já que a série abrange dez anos. Isso cria um caldo de referências, e ainda tem a afetiva. Mas não senti um peso de que teria que ser o Caco”, explicou ele. A série não vai mostrar apenas a vida profissional do repórter, mas também o seu lado pessoal. “Estive muito tenso antes de ver as primeiras cenas, mas acho que fiquei melhor na ficção do que na vida real”, brincou Barcellos, que também contou que não participou do desenvolvimento do roteiro da série, mas colaborou da maneira que pôde. “Minha postura foi colaborar ao máximo”, explicou ele. “Sugeri a eles: ‘Vão atrás das pessoas que não gostam do meu trabalho, não gostam de mim, para construir um personagem mais complexo, talvez’. E eles se dedicaram muito a me investigar. Quando você é investigado, é claro que fica numa certa tensão. O que será que falam de mim por aí?” A trama da série mergulha no período mais violento de atuação da Rota, entre 1970 e 1990. E o que o jornalista descobriu durante as suas investigações foi que não eram só os bandidos que eram mortos pela polícia. “Embora eu considere grave matar criminoso, evidentemente é mais grave ainda matar pessoas inocentes que nem sequer tiveram um ato ilícito ou um confronto com a polícia. Isso me assustou muito”, disse Barcellos. Falando sobre o processo de escrita do livro, o jornalista explicou que “a maior dificuldade do processo era conviver com as pessoas vítimas dessa violência, enquanto a maior motivação era fazer essa denúncia. Só não desisti por conta disso – sofro muito com a injustiça, mas esse sofrimento não me paralisa, pelo contrário, me movimenta, é um combustível, minha energia para continuar.” “Eu não saberia contar quantas vezes eu acordei com pesadelos horrorosos, com gritos horrorosos. Evidentemente, fiz um processo terapêutico para entender que eram essas vidas eliminadas que (me) acompanham”, completou ele. Barcellos diz que se emocionou ao ver seu esforço traduzido para a tela. “Ver tudo o que eu apurei realizado visualmente é especial e emocionante. Fiquei sensibilizado com a interpretação dos atores”, contou ele. O elenco também destaca Lara Tremouroux (“Medusa”) no papel de uma jornalista que trabalha com Carrão, Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”), Ariclenes Barroso (“Segunda Chamada”) e Naruna Costa (“Colônia”). Naruna disse que, para se preparar para o seu papel, ela acompanhou as Mães de Maio de São Paulo, uma organização das famílias das quase 500 vítimas dos chamados Crimes de Maio de 2006, praticados pela polícia. “Foi impactante ouvir o quanto uma morte numa família gera outras mortes simbólicas, de afeto, mas, ao mesmo tempo, geram também outras vidas”, contou ela. “Afinal, muitas mulheres se descobriram líderes dentro de suas comunidades.” A atriz contou que trouxe muito da sua própria experiência para sua personagem. “Sou nascida e criada na periferia da Zona Sul de São Paulo, então vivenciei muito desse cenário que a série traz na minha infância e juventude. É muito doído para quem tem uma relação direta com essas histórias atravessar essa dor e poder contá-las”, disse ela. “Minha personagem, Anabela, é a tradução dessa força. Ela teve a vida devastada por essa violência policial.” “Nosso país foi fundado a partir da morte de muitas pessoas, especialmente pretas, e ainda carrega essa realidade. Então a série fala muito do hoje também”, continua ela. “É uma história que presta um serviço forte sobre [a denúncia d]o genocídio negro no Brasil. É importante que esse tema atinja todos os tipos de público, com variadas visões. Ela percorre anos de um Brasil infelizmente muito próximo do que estamos vivendo hoje. Mais do que representar uma personagem, penso na representatividade que tenho nesse projeto”, concluiu. Falando sobre essa história violenta contemporânea, Caco Barcellos conta que, na época da escrita do livro, a “mentalidade miliciana” estava embrenhada na Rota. “O miliciano é essencialmente um preguiçoso. O violento não gosta de trabalhar, inclusive os fardados. Porque é complicado trabalhar, investigar. É mais simples, entre aspas, usar a perversidade da tortura.” Humberto Carrão, que acompanhou o jornalista numa reportagem no Morro do Salgueiro como parte de sua pesquisa, contou que experimentou o impacto da violência nessa incursão. “É muito complexo, muito triste, muito violento. Enquanto o Caco estava entrevistando uma mãe, eu ouvi comentários de que tinha acabado de acontecer uma Troia, um método inconstitucional no qual o policial se esconde na mata ou em uma casa e espera um jovem considerado suspeito passar para executá-lo”, contou. Apesar disso, Caco Barcellos é esperançoso em relação ao futuro. “Tenho esperança nas novas gerações, as bandeiras identitárias significam gestos de esperança. Os jovens são mais conscientes e não estão admitindo, como aceitavam no passado, essa brutalidade contra eles. Tenho uma grande esperança que as coisas melhorem, a mesma que tinha quando fiz aquela investigação no passado”, disse ele. “Eu divido com o Caco a esperança de que as coisas possam se transformar, mas também a frustração e a tristeza de que trabalhos tão contundentes tenham sido feitos durante esses anos e, mesmo assim, os números de violência continuam grandes ou até maiores do que eram 30 anos atrás”, denunciou o ator. “A realidade continua e está até pior, pois vivemos um momento de estímulo e intenção de volta a esse passado” “‘Rota 66’ é uma série dura, sobre as pessoas que sobrevivem a esse cenário de violência, e que traz uma ferramenta política muito importante”, completou Carrão. Coprodução da Boutique Filmes, “Rota 66 – A Polícia que Mata” tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix, e direção de Philippe Barcinski (“Entre Vales”) e Diego Martins (“Hard”). A série teve seus primeiros quatro episódios disponibilizados na madrugada desta quinta (22/9) e novos capítulos serão adicionados semanalmente no serviço de streaming Globoplay. Assista abaixo ao trailer.

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  • Filme

    Coadjuvantes originais se juntam a Eddie Murphy em “Um Tira da Pesada 4”

    21 de setembro de 2022 /

    A continuação da franquia “Um Tira da Pesada” confirmou a participação de quatro coadjuvantes originais dos primeiros filmes. O quarto filme vai se chamar “Um Tira da Pesada: Axel Foley” (Beverly Hills Cop: Alex Foley) e trará Eddie Murphy de volta ao papel de Alex Foley, o policial de Detroit que, até aqui, viajou três vezes a Los Angeles para resolver casos ao longo da franquia. Os atores que voltarão a contracenar com Eddie Murphy são: Judge Reinhold e John Ashton, que viveram os detetives Billy Rosewood e o Sargento Taggart, ajudantes atrapalhados de Foley em Los Angeles; Paul Reiser, o parceiro original de Foley em Detroit, chamado Jeffrey Friedman; e Bronson Pinchot, que viveu Serge, um funcionário atrevido de galeria de arte. Eles se juntarão a novos personagens interpretados por Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) e Taylour Paige (“Zola”), que não tiveram seus papéis divulgados. “Um Tira da Pesada: Axel Foley” vai retomar a história interrompida há 28 anos. Os três primeiros filmes foram lançados em 1984, 1987 e 1994, respectivamente, e faturaram um total de US$ 735,5 milhões em todo o mundo. A continuação foi escrita por Will Beall (“Aquaman”) e tem direção de Mark Molloy, que assina seu primeiro longa-metragem após ganhar vários prêmios por seu trabalho em publicidade. Já a produção continua a cargo de Jerry Bruckheimer, responsável pela trilogia original. O projeto foi acelerado após Eddie Murphy estrelar com sucesso outra sequência de filme dos anos 1980, “Um Príncipe em Nova York 2”, que virou um dos filmes mais vistos da Amazon Prime Video. O lançamento vai acontecer na Netflix, mas ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Rota 66: Humberto Carrão denuncia violência policial em trailer tenso da Globoplay

    20 de setembro de 2022 /

    A Globoplay divulgou o trailer de “Rota 66 – A Polícia que Mata”, série policial que estreia na quinta-feira (22/9). A prévia impactante mostra ações de extermínio da polícia paulista em bairros pobres e a falta de ação da Justiça para impedir que pessoas inocentes continuassem a ser assassinadas por conta da cor de suas peles. A trama adapta o livro homônimo do jornalista Caco Barcellos, lançado em 1992, que mergulha no período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre 1970 e 1990. Na série, o repórter vivido por Humberto Carrão (“Marighella”) descobre cada vez mais vítimas inocentes da polícia na periferia de São Paulo, percebendo que a violência excessiva é cometida exclusivamente contra negros e pobres. Ele arrisca a própria vida para denunciar o aparente genocídio. O elenco também destaca Lara Tremouroux (“Medusa”) no papel de uma jornalista que trabalha com Carrão, Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”), Naruna Costa (“Colônia”), Ariclenes Barroso (“Segunda Chamada”) e outros. Coprodução da Boutique Filmes, a série tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix, e direção de Philippe Barcinski (“Entre Vales”) e Diego Martins (“Hard”).

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  • Série

    Série derivada de “The Rookie” ganha trailer em clima de crossover

    14 de setembro de 2022 /

    A rede ABC divulgou um pôster e dois trailers de “The Rookie: Feds”, spin-off da já veterana “The Rookie”. As prévias reforçam a conexão entre as duas séries por meio da participação do policial John Nolan, o “Rookie” do título original, no episódio de estreia da nova produção. Estrelada por Niecy Nash-Betts (protagonista de “Claws”), “The Rookie: Feds” é simplesmente uma versão feminina de “The Rookie”. Enquanto a série original tinha John Nolan (Nathan Fillion) como o novato mais velho da Polícia de Los Angeles, o spin-off traz Simone Clark (Nash-Betts) como a novata mais velha do FBI. A premissa foi apresentada como numa trama de duas partes em episódios da 4ª temporada da série inicial, onde Nolan encontrou Simone Clark. Criada por Alexi Hawley e Terence Paul Winter, respectivamente criador e roteirista de “The Rookie”, a atração também inclui em seu elenco Kevin Zegers (“Gossip Girl”), Britt Robertson (“Under the Dome”), Frankie Faison (“O Grito”), James Lesure (“O Chamado 2”) e Felix Solis (“Ozark”). A estreia vai acontecer em 27 de setembro nos EUA. No Brasil, a série original é disponibilizada pelas plataformas Globoplay e Paramount+.

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  • Série

    Humberto Carrão encontra Caco Barcellos nos bastidores da nova série “Rota 66″

    14 de setembro de 2022 /

    O ator Humberto Carrão (“Marighella”) compartilhou em seu Instagram uma foto com o jornalista Caco Barcellos (“Profissão Repórter”), tirada nos bastidores de “Rota 66 – A Polícia que Mata”, série que estreia no próximo dia 22 no Globoplay. “Que alegria estar perto do Caco!”, escreveu o ator, que interpreta o jornalista na produção. A trama adapta o livro homônimo de Barcellos e é focada no período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre 1970 e 1990. Na série, o repórter vivido por Carrão descobre cada vez mais vítimas inocentes da polícia na periferia de São Paulo. Longe dos holofotes, a violência excessiva é cometida contra jovens negros e pobres. O elenco também destaca Lara Tremouroux (“Medusa”) no papel de uma jornalista que trabalha com Carrão, Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”) como integrante do núcleo policial da história. Coprodução da Boutique Filmes, a série tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix, e direção de Philippe Barcinski (“Entre Vales”) e Diego Martins (“Hard”). Barcellos ganhou o Prêmio Jabuti na categoria Reportagem pelo livro “Rota 66”, lançado em 1992. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por humbertocarrao (@humbertocarrao)

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  • Série

    Atriz de “NCIS” revela ter sofrido AVC

    4 de setembro de 2022 /

    A atriz Pauley Perrette, que por 15 anos interpretou a personagem Abby Sciuto em “NCIS”, até sair em 2018, revelou neste fim de semana que enfrentou sérios problemas de saúde recentemente. Num post publicado no Twitter, ela detalhou sua luta, revelando que teve um AVC (acidente vascular cerebral) grave há exatamente um ano. “Um ano atrás eu tive um grande acidente vascular cerebral. Antes disso, perdi familiares e amigos queridos, papai e depois o primo Wayne. Ainda assim, sou uma sobrevivente após esta vida traumática que me foi dada até agora… E ainda sou tão grata, ainda tão cheia de fé, e AINDA AQUI!”, ela publicou Perrette, compartilhou um vídeo de si mesma junto do post, onde ela disse: “Oh meu Deus, é o aniversário de um ano desde que tive um derrame e ainda estou aqui”. “Sim, eu ainda estou aqui de novo, quantas vezes eu engano a morte?”, continuou, afirmando que também quase morreu de “alergia a tintura de cabelo” e foi vítima de estupro e agressão. Ela não entrou em detalhes, mas corre que esta agressão aconteceu nos bastidores da série e foi responsável por sua saída, mesmo sendo a intérprete mais popular de “NCIS”. Em 2019, meses após sair do programa, ela disse no Twitter que morria de medo de Mark Harmon, protagonista da produção. Ela sugeriu que foi agredida por ele e que, depois de denunciá-lo, acabou demitida da série. Após sua saída do “NCIS”, Perrette estrelou a sitcom “Broke”, que só durou uma temporada. Após o cancelamento em 2020, ela anunciou que estava oficialmente aposentada da atuação. It’s 9/2 One year ago I had a massive stoke. Before that I lost so many beloved family and friends, And daddyAnd then Cousin Wayne Yet still a survivor after this traumatic life I’ve been given so far… And still so grateful,Still so full of faith,And STILL HERE! pic.twitter.com/psHokwiHij — Pauley Perrette (@PauleyP) September 2, 2022

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  • Série

    Santo: Série espanhola estrelada por Bruno Gagliasso ganha trailer intenso

    31 de agosto de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Santo”, thriller criminal espanhol estrelado pelo brasileiro Bruno Gagliasso (“O Sétimo Guardião”). A prévia tem clima intenso e apresenta o personagem-título como um mito ao estilo de Keyser Söze (personagem icônico de “Os Suspeitos”). Criada pelo espanhol Carlos López (“Tempos de Guerra”), a trama gira em torno da investigação de um narcotraficante brasileiro que ninguém nunca viu, mas todos conhecem pelo apelido de Santo. Notícias de que ele vai em Madri mobilizam a polícia espanhola e atraem o policial brasileiro Ernesto Cardona (Gagliasso). Ele acaba se juntando a Miguel Millán (Raúl Arévalo, de “Pecados Antigos, Longas Sombras”), formando uma dupla radicalmente oposta, que terá que aprender a colaborar entre si para resolver o caso e manter suas vidas seguras. A série policial, que teve gravações no Brasil e na Espanha, também é estrelada pelas espanholas Greta Fernández (“O Vazio do Domingo”), Iria del Río (“Elite”), a portuguesa Victoria Guerra (“Variações”) e o brasileiro Gustavo Lipsztein (“Travessia Mortal”), além de incluir o diretor Vicente Amorim (“A Divisão”) atrás das câmeras. A estreia vai acontecer em 16 de setembro.

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  • Série

    Erika Januza teve medo de subir a Rocinha fardada em “Arcanjo Renegado”

    30 de agosto de 2022 /

    A atriz Erika Januza confessou ter sentido medo durante as gravações da 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, que estreou na quinta (25/8) na Globoplay. Sua personagem, Sarah, se transforma em policial militar nos novos episódios e, numa das cenas, precisa subir o morro da favela da Rocinha. Este contato direto com a realidade carioca levou a mineira de Contagem a refletir. “Isso me marcou muito. Era um incômodo. Uma cena de tiroteio, de ficção, num lugar em que as pessoas passam por isso de verdade”, contou em entrevista ao OstaLab, de Otaviano Costa. “O que me deixou temerosa foi subir fardada. Até entenderem que era uma gravação, as pessoas nos olhavam como se perguntassem: ‘o que eles estão fazendo aqui’? Elas olhavam pra gente, mas não era com uma cara boa”, desabafou. Passado o susto inicial, porém, a recepção se tornou bastante positiva, com muitas pessoas se amontoando para acompanhar as gravações. Um dos atrativos do público foi a participação da cantora Ludmilla, que entrou no elenco como Diana, uma nova policial da trama. “E ela arrasou, viu? Concentrou-se, pediu algumas dicas, mas ela foi muito bem, foi muito elogiada pelos diretores”, contou a atriz, revelando, ainda que Ludmilla “improvisava, fazia coisas geniais”. Erika Januza também confirmou a renovação da série. “A 3ª temporada de ‘Arcanjo Renegado’ já está escrita e vem aí. E, se tudo der certo, Ludmilla vem junto comigo”, disse. Além da série policial criada por José Junior (fundador do grupo cultural AfroReggae e autor também de “A Divisão”), a atriz faz parte do elenco de “A Magia de Aruna”, série infantil da Disney+ prevista para 2023, em que vive uma bruxa, junto com Giovanna Ewbank e Cleo Pires. Ela revelou que recebeu uma cartinha divertida da produção da Disney durante as gravações. “Dizia: ‘você se tocou que agora pertence ao clã das bruxas da Disney?’ Eu não tinha me tocado!”

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  • Filme

    Joseph Gordon-Levitt entra na sequência de “Um Tira da Pesada”

    29 de agosto de 2022 /

    A continuação de “Um Tira da Pesada” ganhou título oficial e acrescentou dois atores ao seu elenco: Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) e Taylour Paige (“Zola”). O quarto filme vai se chamar “Um Tira da Pesada: Axel Foley” (Beverly Hills Cop: Alex Foley). Eddie Murphy vai voltar ao papel de Alex Foley, o policial de Detroit que, até aqui, viajou três vezes a Los Angeles para resolver casos ao longo da franquia. Os papeis dos novos atores não foram divulgados. O projeto faz parte de um acordo firmado em 2019 entre a Netflix e a Paramount, e só chegou ao streaming depois que tentativas anteriores de relançar a franquia foram frustradas – desde o piloto de uma série rejeitada até um filme que seria dirigido por Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Bad Boys para Sempre”) em 2016. “Um Tira da Pesada: Axel Foley” vai retomar a história interrompida há 28 anos. Os três primeiros filmes foram lançados em 1984, 1987 e 1994, respectivamente, e faturaram um total de US$ 735,5 milhões em todo o mundo. A continuação foi escrita por Will Beall (“Aquaman”) e tem direção de Mark Molloy, que assina seu primeiro longa-metragem após ganhar vários prêmios por seu trabalho em publicidade. Já a produção continua a cargo de Jerry Bruckheimer, responsável pela trilogia original. O projeto foi acelerado após Eddie Murphy estrelar com sucesso outra sequência de filme dos anos 1980, “Um Príncipe em Nova York 2”, que virou um dos filmes mais vistos da Amazon Prime Video, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Ludmilla estreia como policial no retorno de “Arcanjo Renegado”

    25 de agosto de 2022 /

    A 2ª temporada da série “Arcanjo Renegado”, que chegou na Globoplay nesta quinta-feira (25/8), foi o primeiro trabalho da cantora Ludmilla como atriz recorrente de série. Sua personagem se chama Diana, uma policial que faz parte de um equipe especializada em resolver conflitos em áreas de UPP. O papel foi um convite da produção após a cantora comentar nas redes ter adorado a primeira leva de episódios. Na trama, ela tem cenas com os protagonistas Mikhael (Marcello Melo Jr) e Sarah (Erika Januza) e, assim como todo o elenco, passou por um treinamento para as sequências de manejo de armas. Além dela, o funkeiro Tonzão Chagas também estreou como ator na produção, mas no papel de traficante. Os novos episódios contam ainda com o músico e apresentador Jimmy London e o ator costa-riquenho Leynar Gómez, que contracenou com Wagner Moura em “Narcos”, além de Bruno Mazzeo, conhecido pelos papéis de humor, que vive um assessor político envolvido com corrupção. A 2ª temporada foi confirmada em fevereiro de 2020, apenas 12 dias após a estreia da série. Sem citar números, Erick Brêtas, diretor de produtos e serviços digitais do Globoplay, informou na época que “Arcanjo Renegado” foi a melhor estreia de série da Globoplay. Criada por José Junior (autor também de “A Divisão”) e dirigida pelo cineasta Heitor Dhalia (“Tungstênio”), “Arcanjo Renegado” gira em torno de policiais do Bope, batalhão carioca celebrizado no filme “Tropa de Elite”. Arcanjo é o nome da equipe tida como a mais bem treinada, eficaz e letal do batalhão. Porém, um atentado ao vice-governador (Gutti Fraga, de “Aspirantes”) do Rio de Janeiro muda a vida de seu líder, o primeiro-sargento Mikhael (vivido por Marcello Melo Jr., que por sinal participou de “Tropa de Elite”), que é transferido para uma unidade policial do interior. Curiosamente, a demora no lançamento dos novos episódios de “Arcanjo Renegado” fez com que Ludmilla pudesse ser vista atuando antes no filme “Moscow”, de Mess Santos, que ela filmou depois do trabalho na série. A produção estreou em novembro do ano passado, na plataforma Amazon Prime Video. Vale lembrar que, antes de tudo isso, ela já tinha aparecido em episódios de “Vai que Cola” (em 2015) e “Mister Brau” (2016), e feito uma pequena participação na comédia “O Amor Dá Trabalho” (2019), estrelada por Leandro Hassum, mas nessas ocasiões não teve desenvolvimento de personagem, apenas simples aparições.

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  • Série

    Rosanna Arquette entra na série “Big Sky”

    6 de agosto de 2022 /

    A atriz Rosanna Arquette (“O Clube dos Meninos Bilionários”) se juntou ao elenco da 3ª temporada de “Big Sky” em um papel importante. Ela interpretará Virginia “Gigi” Cessna, a mãe carismática e muito falante de Jenny (Katheryn Winnick). O detalhe é que Gigi é uma trapaceira que usou Jenny em seus golpes quando a filha era criança, e Jenny nunca a perdoou. Gigi tem uma habilidade incrível de entrar na vida das pessoas e depois desaparecer sem deixar rastros, e quando retorna para aplicar seu último golpe é pega por Jenny. Com o subtítulo de “Deadly Trails”, a 3ª temporada vai seguir a detetive particular Cassie Dewell (Kylie Bunbury), a subxerife Jenny Hoyt (Winnick) e o recém-nomeado xerife Beau Arlen (papel de Jensen Ackles, de “Supernatural”) mantendo a ordem em Helena, Montana. A produção também contará com participação de Reba McEntire (“Reba”) no papel de Sunny Barnes, que lidera uma excursão no campo responsável pelo principal caso da temporada, que transforma campistas em suspeitos de um crime. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), “Big Sky” é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma coleção de romances da personagem Cassie Dewell. A 3ª temporada tem estreia marcada para 21 de setembro na rede americana ABC. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.

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  • Série

    Santo: Série espanhola estrelada por Bruno Gagliasso ganha primeiro teaser

    3 de agosto de 2022 /

    A Netflix divulgou o teaser de “Santo”, thriller criminal espanhol que destaca o ator Bruno Gagliasso (“O Sétimo Guardião”) num dos papéis principais. A prévia anuncia que a estreia vai acontecer em 16 de setembro. Criada pelo espanhol Carlos López (“Tempos de Guerra”), a trama gira em torno da investigação de um narcotraficante que ninguém nunca viu, mas todos conhecem pelo apelido de Santo. Ele é investigado pelos policiais federais Ernesto Cardona (Gagliasso) e Miguel Millán, que são radicalmente opostos e terão que aprender a colaborar um com o outro para resolver o caso e manter suas vidas seguras. A série policial, que teve gravações no Brasil e na Espanha, também é estrelada pelos espanhóis Raúl Arévalo (“Pecados Antigos, Longas Sombras”) no papel de Millán, Greta Fernández (“O Vazio do Domingo”), Iria del Río (“Elite”) e a portuguesa Victoria Guerra (“Variações”).. E além da Gagliasso, a produção ainda traz outros brasileiros, como o ator Gustavo Lipsztein (“Travessia Mortal”) e o diretor Vicente Amorim (“A Divisão”) atrás das câmeras.

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  • Série

    Tainá Müller celebra “Bom Dia, Verônica”: “Me tira do chão”

    2 de agosto de 2022 /

    A atriz Tainá Müller usou o Instagram para comemorar a estreia da 2ª temporada de “Bom Dia, Verônica”, que acontece na quarta (3/8) na Netflix. Ela publicou uma foto tirada durante as gravações, ao lado de um poema escrito no chão, e fez um textão de agradecimento. “Amanhã estreia a segunda temporada de ‘Bom Dia, Verônica’ e eu lembrei dessa foto de quando, por sincronicidade absoluta do roteirista do universo, tinha esse poema no chão de uma das locações da série”, começou em seu texto. “A Ester Dias registrou a imagem que resume muito esse trabalho pra mim. Uma personagem que me desafia e que me tira o chão. Me chama pra lugares inéditos. Me exaure e me nutre na mesma medida”, proclamou, iniciando um relato de sua relação com a Verônica do título da atração. “Aceito. Me ofereço. Me entrego. E organizo a minha vida ao redor dela. Muita gratidão a quem me acompanha nessa jornada e possibilita esse trabalho. A toda equipe e elenco maravilhoso”, continuou. Tainá finalizou o texto celebrando Verônica e convidando o público a assistir a série. “E quem é ela? Talvez só uma mina braba que está, na verdade, como todas nós, em busca da própria identidade em um mundo não construído para nós. Na virtude da entrega… Eu, espiral sem fim. Espero que gostem do que a gente aprontou”, concluiu. Nos comentários da postagem, os seguidores encheram a atriz de elogios. “Quando personagem e atriz se encontram de forma plena e poética. Só para os fortes! Obrigada sempre”, disse um. “Fazendo chorar em plena manhã, Tainá? Tu é incrível! Somos gratos por tua existência e por se entregar tão lindamente a tudo que se propõe. Como tudo disse uma vez, Verônica é coragem!!!!”, comentou outro. Produção da Zola Filmes, a série é baseada no romance policial de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes (autores de “A Menina que Matou os Pais”), lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também escrevem e produzem a atração, concebida pelo próprio Raphael Montes. Os novos episódios chegam ao streaming nesta madrugada, a partir das 4 horas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tainá Müller (@tainamuller)

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