Felipe Neto reforça crítica após ser intimado por chamar Bolsonaro de genocida
O Youtuber Felipe Neto foi intimado pelo vereador Carlos Bolsonaro, que abriu um processo para enquadrá-lo na Lei de Segurança Nacional por chamar o presidente de genocida nas redes sociais. Em resposta, Neto divulgou um vídeo em que reforçou suas críticas. “Não sei exatamente como ele gostaria que eu me referisse ao presidente da República, um presidente que chamou reiteradamente a maior pandemia que se viu em muitos anos de ‘gripezinha'”, disse no vídeo. “Um presidente que incentiva a todos a saírem às ruas como se nada estivesse acontecendo, que provocou aglomerações em todos os momentos da pandemia… Um presidente que sabotou e sabota as medidas de prefeitos e governadores que tentaram fazer alguma coisa contra a propagação do vírus, um presidente que condenou durante todo esse tempo o uso de máscaras e se recusou a utilizá-las, que demitiu dois ministros da Saúde e gastou milhões em cloroquina, uma droga comprovadamente ineficaz, que se recusou veementemente a comprar vacinas. Como eu deveria chamar esse presidente? Colegão, amigo do povo, guerreiro? Não sobrava outra palavra para definir o presidente.” A investigação é presidida pelo delegado Paulo Dacosta Sartori, o mesmo que, em 2020, abriu na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) inquérito contra o influenciador digital por “corrupção de menores”. Após a intimação, a expressão “Bolsonaro genocida” disparou na internet. Até sexta-feira passada (12/3), a busca por “Bolsonaro genocida” resultava em 1,3 milhão de links na homepage do Google. Nesta terça (16/3), após a intimação, a pesquisa resulta em mais de 2 milhões de links. Só na segunda, o termo “genocida” foi usado em 330 mil tuítes, de 115 mil perfis mobilizados, segundo o especialista em redes sociais e big data, o professor Fabio Malini, da Universidade Federal do Espírito Santo. Também no Twitter, Neto lembrou que passou cinco anos criticando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sem nunca ter sido importunado, apontando uma tentativa de limitar sua liberdade de expressão, via intimidação policial, por parte da família Bolsonaro. Na segunda, Lula prestou solidariedade ao influenciador digital. Jair Bolsonaro foi denunciado por genocídio no ano passado no Tribunal Penal Internacional, com sede na Suíça, que atualmente decide se irá abrir inquérito. Carlos Bolsonaro não intimou os responsáveis pela denúncia, a Comissão Arns e a Conectas Direitos Humanos.
Polícia acredita que sequestro dos cães de Lady Gaga foi ritual de iniciação de gangue
A polícia de Los Angeles acredita que o sequestro violento dos cachorros da cantora Lady Gaga foi parte de um “ritual de iniciação” de uma gangue de rua. Segundo apuração do site TMZ, a polícia teria identificado que os detalhes do crime são semelhantes a outros casos que ocorreram nos últimos meses em Los Angeles, sugerindo a possibilidade de se tratar de um ritual de iniciação para novos integrantes de uma gangue criminal. Dois cachorros da atriz, Gustav e Koji, foram sequestrados na noite do último dia 24 de fevereiro, durante um passeio na rua. O passeador contratado por Gaga, Ryan Fischer, foi baleado no peito durante o assalto e segue internado — embora consciente e em condição estável. Um terceiro cachorro, Asia, que estava no passeio, conseguiu escapar e ficou com o rapaz ferido até a chegada da polícia. No momento do crime, a atriz estava em Roma, filmando seu novo longa, “House of Gucci”, para o diretor Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”). A cantora já recuperou os bulldogues franceses. Após oferecer uma recompensa de US$ 500 mil, uma mulher entregou os cachorrinhos ilesos numa delegacia em Los Angeles. Mas, como ela ainda não foi completamente inocentada pela polícia, Lady Gaga foi instruída a não pagar o montante oferecido antes da finalização do inquérito.
Processo de Johnny Depp contra Amber Heard é adiado em um ano
O aguardado reencontro entre Johnny Depp e Amber Heard nos tribunais foi adiado em um ano. O julgamento em que Depp processa a ex-esposa em US$ 50 milhões por difamação, após Heard sugerir ser vítima de violência doméstica, estava marcado para começar em 7 de maio, mas agora só acontecerá em 11 de abril de 2022, com previsão de duração de cerca de duas semanas. Este não foi o primeiro adiamento do caso, que originalmente deveria ter sido julgado em setembro passado. O motivo alegado para o novo atraso foi o mesmo apresentado antes: a pandemia de coronavírus. O estado de Virgínia, onde o processo foi registrado, está priorizando julgamentos criminais durante a pandemia e, assim, a data reservada para a ação civil de Depp foi retomada pela Justiça estadual para a realização de um julgamento de assassinato, em que o suspeito já se encontra preso. O processo foi iniciado em março de 2019, depois que Heard escreveu um artigo no jornal Washington Post sobre ser vítima de violência doméstica. Publicado em dezembro de 2018, o texto não nomeia o ator, mas Depp alegou que foi prejudicado por ele, pois teria lhe custado um trabalho bem remunerado no planejado reboot de “Piratas do Caribe” na Disney. A papelada também afirma que, na verdade, Depp é quem foi a verdadeira vítima no casamento de curta duração do casal, escandalosamente encerrado em 2016, com a aparição de Amber Heard com hematomas no rosto. “Sra. Heard não é vítima de violência doméstica, ela é perpetradora ”, diz o processo do ator. Em resposta, Amber Heard abriu seu próprio processo de difamação contra Depp, buscando o dobro da indenização, numa causa de US$ 100 milhões, que deve ser julgada na sequência. Durante a preparação do caso, advogados de Depp e Heard já convocaram várias testemunhas e instituições para darem depoimentos e/ou apresentarem provas no processo. Entre os arrolados estão o bilionário Elon Musk (dono da Tesla), a Disney e a polícia de Los Angeles. Além dessa ação, Depp tenta conseguir uma novo julgamento no Reino Unido após ser derrotado em seu processo contra o jornal The Sun, que o descreveu como “espancador de esposa”. O Tribunal de Apelação do Reino Unido vai ouvir o ator entre 15 e 31 de março para decidir se lhe dará uma segunda chance para provar ser vítima de campanha difamatória.
The Gloaming: Trailer de série criminal australiana investe em clima de terror
O canal pago americano Starz divulgou o pôster e o trailer de “The Gloaming”, série australiana que acompanha uma investigação de assassinato em meio a um clima de terror. A trama gira em torno da detetive Molly McGee (Emma Booth, de “Glitch”), que precisa se juntar a um colega (Ewen Leslie, de “The Luminaries”) com quem não fala há muitos anos para investigar o assassinato brutal de uma mulher na floresta da Tasmânia. O par compartilha um passado complicado e a investigação, que se conecta a um arquivo morto perturbador, começa a desencadear lembranças preocupantes. Criada por Victoria Madden (“The Kettering Incident”), a série também inclui em seu elenco Martin Henderson (“Virgin River”) e Rena Owen (“The Orville”). A estreia está marcada para 21 de março nos EUA. A maioria das séries do Starz são disponibilizadas no Brasil pela plataforma Starzplay.
Olivia Munn ajuda polícia a prender agressor em Nova York
A atriz Oliva Munn ajudou a polícia de Nova York a identificar o suspeito de uma agressão a uma senhora asiática durante o início da semana. Ela divulgou em suas redes sociais o vídeo que registrou a agressão do valentão, que atirou um pacote contra a mulher e a empurrou no chão, fazendo-a desmaiar, diante de uma padaria do Queens. A estrela de “X-Men: Apocalipse” pediu a ajuda de seus seguidores após revelar que a mulher chinesa de 52 anos era a mãe de um amigo, e condenou a violência contra membros da comunidade asiática, que aumentou após o início da pandemia de covid-19. “Ela deixou o hospital com 10 pontos na cabeça. Esses crimes de ódio racistas contra nossos entes queridos mais velhos precisam parar”, ela apontou. “Nós vamos encontrar esse cara”, continuou, postando fotos do suspeito e convocando seus seguidores a identificá-lo. O post se tornou viral e acabou servindo realmente para identificar e localizar o agressor, que foi preso pela polícia na quinta (18/2), dois dias após o ataque. A polícia da cidade de Nova York agradeceu oficialmente a ajuda em suas redes sociais. Comemorando a resolução, Munn comemorou junto ao seus seguidores. “VOCÊS FIZERAM ISSO !!!!”, ela escreveu. O suspeito se chama Patrick Mateo e foi indiciado por agressão de terceiro grau e assédio em segundo grau. Ele pagou fiança e vai aguardar o julgamento em liberdade. Apesar do ataque sem motivação, o agressor não se tornou réu por crime de ódio. O filho da vítima, Sam Cheng, amigo de longa data da atriz, lamentou esta decisão. “Não podemos, tecnicamente, legalmente, chamar isso de crime de ódio”, disse ele à rede CNN. “E eu me pergunto quantos outros crimes estão acontecendo por aí que legalmente não podem ser chamados de crimes de ódio? Só quero que se conscientizem”, reclamou. De acordo com fontes ouvidas pelo site TMZ, o incidente não está sendo investigado como um crime de ódio porque o suspeito afirma que a briga foi sobre distanciamento social. Já a vítima contou à polícia que estava esperando na fila da padaria quando foi abordada pelo homem, que começou a gritar com ela e xingá-la de forma preconceituosa, até empurrá-la do lado de fora do estabelecimento, fazendo-a cair e bater com a cabeça. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por L i v (@oliviamunn) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por L i v (@oliviamunn) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por L i v (@oliviamunn)
Polícia de Los Angeles investiga Marilyn Manson por violência e abuso sexual
A polícia de Los Angeles abriu uma investigação contra o cantor Marilyn Manson para apurar as acusações de abuso e violência doméstica reveladas pela atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”), ex-namorada do artista, e por outras mulheres. Em comunicado, o Escritório de Vítimas Especiais do Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles confirmou que está “investigando alegações” contra Brian Warner, verdadeiro nome de Marilyn Manson. Segundo as denúncias, os episódios teriam ocorrido entre 2009 e 2011, quando o cantor vivia em West Hollywood, na grande Los Angeles. A senadora da Califórnia, Susan Rubio, também pediu ao FBI para investigar as acusações. Após Evan Rachel Wood chamar Manson de “abusador” em seu Instagram, declarando que ele “abusou terrivelmente de mim por anos”, várias outras mulheres se declararam vítimas de agressões e abusos do cantor. Esmé Bianco, que interpretou a prostituta Ros em “Game of Thrones”, chegou a descrever detalhes de tortura física, que incluiu ter sido esfaqueada. Após a onda de acusações, Manson foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou ficando sem empresariamento artístico, com o rompimento de seu contrato pela agência de talentos CAA, uma das maiores de Hollywood.
Kevin Hart sofreu golpe de US$ 1,2 milhão de seu personal shopper
O ator Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”) foi vítima de um golpe de seus funcionários. Segundo o site TMZ, o comediante teve um prejuízo de US$ 1,2 milhão, desviados por Dylan Syer, seu personal shopper. O montante teria sido usado para bancar despesas de Syer, que tinha como função fazer as compras mensais de Hart, tanto de mercado quanto de seus bens pessoais. Ele trabalhou com o astro de Hollywood entre 2015 e 2019, quando foi demitido por suspeita de roubo. A detetive da polícia de Nova York responsável pela investigação, Melinda Katz, confirmou à imprensa que o suspeito tinha acesso à conta e ao cartão de crédito pessoal do ator durante todos os anos em que trabalhou para ele e, além de usar o dinheiro de Hart para pagar suas despesas, desviava fundos para sua própria conta. Após uma busca na casa do personal shopper foram encontrados diversos objetos de grife, como cinco relógios da marca Patek Philippe (avaliados em cerca de US$ 400 mil), uma pintura do artista plástico Sam Friedman, 16 estátuas da marca Bearbrick e duas bolsas Louis Vuitton.
Cheer: Série documental esportiva da Netflix vira caso de polícia
A série documental “Cheer”, sobre os bastidores do universo de competições de cheerleaders, virou uma coleção de boletins de ocorrência policial. Cinco meses após Jeremiah “Jerry” Harris, um dos rostos mais conhecidos da série lançada no início do ano passado pela Netflix, ser preso e indiciado por produzir pornografia infantil, mais dois ginastas destacados na produção foram detidos pela polícia dos EUA. O atleta Mitchell Ryan foi preso pela polícia de Dallas por “assédio sexual grave” contra um menor, supostamente cometido em 24 de julho do ano passado, e Robert Joseph Scianna, técnico, coreógrafo e bicampeão do mundial das competições de líderes de torcida, foi detido no estado da Virgínia após tentar convencer um adolescente a manter relações sexuais com ele, por meio de conversas na internet. Segundo a polícia local, Ryan ficou menos de 24 horas preso, sendo liberado depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. Já Scianna continua em prisão provisória sem possibilidade de fiança. Depois dessa sucessão de escândalos, dificilmente a série terá 2ª temporada. A menos que vire série criminal. Para complicar ainda mais, o próximo campeonato nacional de cheerleaders foi adiado por causa da pandemia e não tem previsão para ser realizado.
Henri Castelli só come comida pastosa e líquida após agressão
Depois de sofrer uma agressão grave de duas pessoas (um deles, lutador de jiu-jitsu), Henri Castelli precisou mudar seu dia a dia devido às lesões extremas, principalmente a dieta, pois a fratura na mandíbula o impede de falar e se alimentar normalmente. O ator mostrou no Instagram como vem fazendo para comer durante a recuperação. “Tenho que comer comida pastosa ainda e fria. Estou me recuperando com uma boa alimentação, comida pastosa, líquida e vamos embora”, disse ele, num vídeo de seu Stories no Instagram. Ele mostrou a comida e ainda elogiou. “Muito boa. Não trocaria isso por nenhum churrasco. Não estou falando mal de churrasco, mas que isso aqui está muito bom, está. Por enquanto não estou podendo comer churrasco e meus amigos estão dizendo que querem comer a minha comida e não o churrasco”, completou. No domingo passado (17/1), ele apareceu muito emocionado no “Fantástico”, da Globo, onde mencionou seu temor de ficar com sequelas, após a violência que sofreu numa festa em dezembro, em Alagoas. “Tenta imaginar acordar, olhar no espelho e ver sua boca torta”, disse, chorando. “Foram cinco segundos, foi tudo muito rápido. Eu tô fazendo terapia para tentar me acalmar. Quando encosto no travesseiro, parece que estou tomando soco. Tenho risco de ter sequela quando desinchar em 30 dias e, quando penso nisso, só penso na minha família. Eu trabalho com isso (a aparência, como ator). Sou pai de família, tenho dois filhos, sustento a minha família sozinho, sustento a minha mãe. Quero voltar a trabalhar e que meu rosto volte a ficar normal”, disse ele.
Nego do Borel vira alvo de segunda investigação por tentativa de feminicídio
O cantor Nego do Borel se complicou ainda mais. A Polícia Civil do Rio abriu um novo inquérito para investigar o artista após sua ex-namorada, Swellen Sauer, declarar nas redes sociais ter sido agredida por ele com um soco na costela e ter sofrido uma tentativa de enforcamento com um cabo de celular durante o relacionamento, em 2013. As declarações foram compartilhadas no Facebook, após a ex-noiva do funkeiro, a atriz Duda Reis, registrar boletim de ocorrência contra ele por agressão, estupro e relacionamento abusivo. O novo inquérito foi aberto na última sexta-feira (15/1) na Departamento Geral de Polícia de Atendimento à Mulher (DEAM) de Jacarepaguá por injúria, lesão corporal e tentativa de feminicídio pela delegada Sandra Maria Pinheiro Ornellas, com base nas declarações feitas na internet. A DEAM já entrou com jovem para que deponha oficialmente. Ironicamente, o cantor negou as acusações e questionou a inexistência de boletins de ocorrência feitos na época em que Swellen afirma que as agressões ocorreram. Eles serão feitos agora. Além disso, a Polícia Civil do Rio está em contato com a Polícia Civil de São Paulo para que o depoimento de Duda Reis também seja encaminhado para a capital Fluminense. Em meio a tudo isso, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) ainda aumentou de R$ 20 mil para R$ 30 mil a indenização por danos morais que cantor Nego do Borel foi condenado a pagar num processo civil do motorista de Uber Wellington de Oliveira Gomes. O funkeiro foi condenado por, durante uma corrida, em janeiro de 2018, zombar do motorista e divulgar o vídeo em suas redes sociais fazendo piadas pejorativas. Ainda cabe recurso, que o advogado de Borel já apresentou ao Superior Tribunal de Justiça, afirmando que o episódio não passou de uma brincadeira banal em um grupo informal de amigos no WhatsApp. “Foi compartilhada por um período tão ínfimo que em nada ataca a honra do motorista.”
Amber Heard intima Disney e polícia de Los Angeles a revelar informações sobre Johnny Depp
Se o público acha que já sabe de todos os podres possíveis de Johnny Depp, as próximas batalhas jurídicas do ator prometem transformar as revelações do processo que ele perdeu no ano passado contra o jornal The Sun em mero teaser. Depp processou sua ex-esposa, Amber Heard, em US$ 50 milhões por insinuar ter sofrido violência doméstica durante o casamento, e ela reagiu com seu próprio processo de US$ 100 milhões por ele difamá-la e tentar destruir a carreira dela. E em preparação para ambos os casos, a equipe de advogados da estrela de “Aquaman” protocolou intimações para o Walt Disney Motion Picture Group e o Departamento de Polícia de Los Angeles revelaram documentos e prestarem testemunhos sobre o comportamento do ator. Nas intimações enviadas nesta quarta (13/1), Heard não quer apenas a papelada da Disney sobre o que realmente se passou nos bastidores das filmagens de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”. Ela pretende extrair um depoimento oficial do estúdio sobre o assunto. O documento pede “todas as informações relacionadas a documentos e comunicações de qualquer natureza” sobre Depp e “incidentes de uso de drogas ou álcool (incluindo uso suspeito de drogas ou álcool)” do ator. Além disso, busca detalhes sobre “quaisquer atrasos causados pelo Sr. Depp”, “quaisquer incidentes de violência ou abuso por parte do Sr. Depp”, qualquer informação sobre a influência do ator em “contratações e elenco” e “desentendimentos com escritores, diretores ou produtores durante a filmagem, edição e/ou no lançamento de ‘Piratas 5’”. Além disso, para aprofundar o possível espetáculo público, os advogados de Heard querem “todas as informações relativas a todos os documentos e comunicações de qualquer natureza entre a Disney e o Sr. Depp de 1° de janeiro de 2018 até o presente.” O filme de menor bilheteria da franquia “Piratas do Caribe” nos EUA foi lançado em maio de 2017, após uma série de supostos problemas de produção perturbadores. Em um ponto, toda a filmagem na Austrália foi interrompida e custou milhões à Disney, já que Depp teve de ser levado para os Estados Unidos para uma cirurgia. O ator cortou a ponta de um de seus dedos no que teria sido uma briga, alimentada por drogas, com Heard. Na verdade, a franquia “Piratas do Caribe” desempenhou um grande papel nesse caos jurídico desde o início. Depp processou Heard no tribunal estadual da Virgínia por US$ 50 milhões em março de 2019 depois que ela escreveu um artigo no jornal Washington Post sobre ser vítima de violência doméstica. O texto de dezembro de 2018 nunca mencionou Depp, mas o litigioso ator alegou que isso prejudicou sua reputação e custou-lhe seu papel no planejado reboot de “Piratas do Caribe”. O processo aberto pelo ator diz que, na verdade, ele é que é a verdadeira vítima no breve casamento do casal, que terminou em 2016, com a atriz aparecendo no tribunal do divórcio com o rosto machucado e com Depp proibido de se aproximar dela. “A Sra. Heard não é vítima de violência doméstica, ela é uma perpetradora”, diz o documento processual. Heard rebateu com seu próprio processo de US$ 100 milhões. Recentemente, Depp tentou fazer com que o caso da atriz fosse rejeitado, mas não conseguiu. Em novembro do ano passado, ele também perdeu sua ação de difamação contra o jornal The Sun, no Reino Unido, que o chamou de “espancador de esposa”. O juiz desse processo aceitou o testemunho de Heard e considerou que Depp é um homem capaz de violência doméstica. Os advogados da atriz também querem, para os novos processos, que a LAPD entregue “filmagens da câmera do corpo” de dois policiais e “todos os documentos e comunicações de qualquer natureza gerados, enviados ou recebidos relativos às ligações para o 911 relativas à residência de Depp em 21 de maio de 2016, ligadas à Sra. Heard”. Referindo-se ao incidente contestado por Depp, que levou aos pedidos de uma ordem de restrição e ao divórcio logo em seguida, a intimação abrangente acrescenta que “isso inclui todos os relatórios internos e externos, comunicações e outros documentos”. Talvez no mais revelador dos objetivos de ambas as intimações, o pedido do LAPD também quer “todos os documentos e comunicações de qualquer natureza com o Sr. Depp e/ou qualquer um dos agentes do Sr. Depp, advogados ou outros que agiram em seu nome, de 21 de maio de 2016 até o presente”. Os advogados de Heard estabeleceram um prazo de 8 de fevereiro para os policiais de Los Angeles entregarem o material. As intimações certamente causarão repercussões e alimentarão os tabloides sensacionalistas com muitas revelações impactantes.
Henri Castelli sofre agressão e precisa passar por cirurgia
O ator Henri Castelli revelou nas redes sociais que sofreu uma agressão violenta que o fez passar por cirurgia. Os responsáveis pelo ataque já foram identificados pela polícia e serão indiciados pelo crime de lesão corporal grave, disse o delegado Fabrício Lima do Nascimento, responsável pela Delegacia da Barra de São Miguel, cidade do litoral de Alagoas, onde o crime aconteceu. As agressões ocorreram na madrugada do dia 29 para o dia 30 de dezembro de 2020. Em declaração para a imprensa, o delegado contou que a confusão teria começado após o ator reclamar de uma festa que foi organizada mais cedo numa marina local. Segundo as testemunhas ouvidas, Castelli foi questionar um dos organizadores do evento. Na mesa estavam quatro casais. Os agressores afirmam que Henri não gostou da realização da festa e a confusão teria iniciado. No total, quatro agressores foram identificados e ouvidos pela Polícia Civil. Apenas um deles confessa a agressão contra Castelli, mas diz que se tratou apenas de um revide. A defesa de Henri Castelli e a Polícia Civil já solicitaram à marina onde aconteceu as agressões imagens de câmeras de monitoramento, mas o local informou que as câmeras não estavam funcionando no momento. Inicialmente, Henri Castelli escondeu a agressão. Ele afirmou que ficou internado na Santa Casa de Alagoas por conta de acidente numa academia. Mas na noite de segunda (11/1), ele foi ao Instagram revelar o que realmente aconteceu. “Foi muito triste o que aconteceu comigo. Eu fui agredido covardemente, sem chance de me defender. Eu estava com alguns amigos e, do nada, fui puxado pelas costas, jogado no chão e fui agredido, vítima de socos e chutes no rosto”. O ator justificou não ter falado sobre a briga para “não assustar a família”. “Eu fiquei com muito medo pela minha família. Também fico com medo de ficar com sequelas para sempre. A minha boca ainda está torta, meu rosto ainda está muito roxo”. Ele também colocou na rede social fotos da tomografia da região agredida para os internautas conferirem. “A impressão que eu tinha é que a minha boca estava pendurada naquele momento. Liguei para a minha dentista que me orientou a buscar um hospital imediatamente”. O ator ressaltou que, por orientação médica, teve “a boca amarrada com um fio de aço” para que viajasse a São Paulo para fazer uma cirurgia, que aconteceu no dia 7 de janeiro. Uma foto do ator no hospital também foi postada nas redes sociais. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Henri Castelli (@henricastelli)
Estrela do reality Pesca Mortal morre aos 33 anos
Nick McGlashan, uma das estrelas do reality documental “Pesca Mortal” (Deadliest Catch), do canal pago Discovery, morreu no domingo (27/12) em Nashville, nos EUA, aos 33 anos. Não há maiores detalhes sobre a causa da morte, porque o legista ainda não liberou seu relatório oficial. “Nossas mais profundas condolências vão para os entes queridos de Nick durante este momento difícil”, disse o Discovery em um comunicado. “Nick veio de uma longa linha de crabbers (pescadores de carangueijos) e era conhecido por seu grande conhecimento. Ele também tinha um senso de humor agudo, mesmo nas condições mais difíceis. A falta dele será profundamente sentida por todos aqueles que o conheceram.” McGlashan apareceu em 80 episódios de “Pesca Mortal”, de 2013 a este ano, trabalhando no navio pesqueiro Summer Bay. Natural na ilha de Akutan, no Alasca, o pescador também travava uma luta particular contra álcool e drogas, o que resultou em sua internação numa clínica de reabilitação em 2017, durante a 13ª temporada do programa.











