Diretor de “Rust” se pronuncia sobre morte da diretora de fotografia do filme
O diretor de “Rust”, Joel Souza, pronunciou-se pela primeira vez sobre a tragédia no set do filme, que o deixou ferido e matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins. “Eu estou destruído pela perda de minha amiga e colega, Halyna. Ela era gentil, vibrante e incrivelmente talentosa, e sempre me estimulava a ser melhor. Meus sentimentos estão com a família dela neste momento”, disse o cineasta em comunicado. Souza foi atingido por uma bala no ombro e deixou o hospital de Santa Fé, no Novo México, na última sexta-feira (22). Em recuperação, ele também agradeceu o apoio que tem recebido. “Sou muito grato pelo carinho que temos recebido da comunidade do cinema, das pessoas de Santa Fé, e das centenas de estranhos que mandaram mensagens. Isso com certeza irá ajudar na minha recuperação”. A tragédia aconteceu durante a filmagem de uma cena do western, em que o ator Alec Baldwin deveria disparar tiros em direção à câmara. Pelo menos uma bala real encontrava-se no revólver cenográfico. Halyna Hutchins foi atingida em cheio no peito, enquanto Joel Souza, que estava atrás dela durante a filmagem, foi ferido no ombro. O incidente está sob investigação da polícia de Santa Fé e, até o momento, nenhuma prisão ou acusação formal foi feita.
Tiros já tinham sido disparados no set “caótico” em que diretora de fotografia morreu
Detalhes dos bastidores do filme “Rust”, que viraram cenário de uma tragédia após o ator Alec Baldwin atirar acidentalmente com uma arma carregada e matar a diretora de fotografia Halyna Hutchins, começam a ser revelados pela imprensa especializada de Hollywood. Em reportagens publicadas nesta sexta (22/10), a revista Variety definiu o set de filmagem como um lugar “caótico” e sem segurança, o site TMZ publicou a gravação do chamado de emergência e o jornal Los Angeles Times apurou o relato de outros tiros disparados antes da fatalidade, que também resultou em ferimento do diretor Joel Souza. De acordo com a Variety, os trabalhadores que faziam parte do IATSE, sindicato dos funcionários de produção, alegaram falta de segurança para as filmagens após verificarem repetidos problemas. “Rust” começou a ser filmado em 6 de outubro no rancho Bonanza Creek, perto de Sante Fé, no Novo México, e os membros do IATSE observaram desde o começo que havia falhas em seguir os protocolos contra a covid-19 e pouca segurança na manipulação das armas. O tiroteio fatal teria ocorrido cerca de seis horas após a saída dos membros sindicalizados do local. Seguranças da produção foram chamados para expulsá-los após eles se recusarem a trabalhar nas condições em que a filmagem se encontrava. Divulgada pelo TMZ, a ligação para o número de emergência, feita após o acidente, traz uma integrante da equipe culpando uma pessoa pelo disparo fatal. A mulher que ligou, que se identificou com supervisora de roteiro, disse não saber se a arma estava carregada com uma bala real, mas culpou o assistente de direção, identificado pelas iniciais A.D. (assistant director, em inglês). “Eles simplesmente fod****! A.D gritou comigo no almoço, falando sobre revisões. Esses filhos da pu**… Você o viu vir até minha mesa e gritar comigo? Ele deveria verificar as armas. Ele é o responsável pelo que aconteceu”, registra a gravação. Por sua vez, o jornal Los Angeles Times apurou que já havia ocorrido outra falha de tiro antes da tragédia. Pelo menos um dos operadores de câmera reclamou no último fim de semana com um gerente de produção sobre a falta de segurança em relação às armas no set. Ele fez isso após um dublê de Alec Baldwin disparar acidentalmente dois tiros com balas reais no sábado (16/10) ao ser informado de que a arma estava “fria” – jargão para definir uma arma sem munição. “Deveria ter havido uma investigação sobre o que aconteceu”, disse um integrante da equipe ouvido pelo jornal. “Mas não houve reuniões de segurança. Por isso, não havia garantia de que isso não pudesse acontecer novamente. Tudo o que eles queriam fazer era apressar, apressar e apressar.” Uma mensagem de texto enviado para o gerente de produção, obtida pelo LA Times, chegou a alertar: “Já tivemos 3 disparos acidentais. Isso é superinseguro”. Após a tragédia, várias pessoas identificadas como membros da equipe de “Rust” afirmaram que a produção foi mal-financiada e não teve supervisão suficiente. Questionados sobre as reclamações, os produtores de “Rust” divulgaram um comunicado afirmando que não tinham conhecimento das queixas, mas que conduziriam uma “revisão interna” de todos os procedimentos. “A segurança de nosso elenco e equipe é a principal prioridade da Rust Productions e de todos os associados à empresa. Embora não tenhamos sido informados de nenhuma reclamação oficial relativa à segurança de armas no set, estaremos conduzindo uma revisão interna de nossos procedimentos enquanto a produção é encerrada. Continuaremos a cooperar com as autoridades de Santa Fé em sua investigação e oferecer serviços de saúde mental para o elenco e a equipe durante este período trágico”, diz um comunicado da empresa responsável pela produção, identificada como Rust Movie Productions LLC.
Arma que matou diretora de fotografia tinha munição de verdade
Em email enviado a seus afiliados, a Aliança Internacional de Funcionários de Palco (IATSE, na sigla em inglês), sindicato responsável pelas equipes de produção de teatro, filmes e TV, afirma que a arma disparada por Alec Baldwin no set de “Rust” continha uma bala de verdade. “Um tiro foi acidentalmente disparado no set pelo ator principal, atingindo a diretora de fotografia Halyna Hutchins e o diretor Joel Souza”, afirma o sindicato. “Ambos foram levados às pressas para o hospital. Infelizmente, perdemos a irmã Hutchins, que morreu por consequência da ferida”. O sindicato afirma, ainda, que nenhum de seus membros era responsável pela supervisão dos equipamentos cenográficos no set. Segundo o email, essa função era da equipe do estado do Novo México. A polícia está investigando qual tipo de projétil foi disparado e porquê. Ninguém foi detido pelo caso e até o momento não foram apresentadas acusações, segundo a polícia, que ainda está interrogando as testemunhas. O incidente ocorreu no Bonanza Creek Ranch, um local popular de produção ao sul de Santa Fé, durante a tarde, e teria sido causado por uma falha numa arma cenográfica, segundo explicou um porta-voz da produção em comunicado. Hutchins, de 42 anos, foi transportada de helicóptero para o Hospital da Universidade do Novo México em Albuquerque, onde morreu. Souza, de 48, foi levado de ambulância ao Centro Médico Regional Christus St. Vincent, em Santa Fé, onde fez tratamento para os ferimentos, segundo a Delegacia da Comarca de Santa Fé. O diretor foi atingido no ombro. A produção emitiu uma nota afirmando que “todos os trabalhadores do elenco estão absolutamente devastados com a tragédia” e enviou condolências para a família de Halyna Hutchins. Acidentes do gênero não são incomuns. O ator Brandon Lee, filho de Bruce Lee, também morreu durante as filmagens de “O Corvo”, em março de 1993, por um tiro acidental. A produção do filme esqueceu de remover uma das munições reais do cano do revólver, que deveria ser totalmente carregada com balas de festim. Uma arma cenográfica é semelhante a uma arma de fogo normal, mas têm dispositivos de segurança para garantir que não sejam perigosas e costumam usar munição inofensiva de festim. O caso de Balwin deverá passar por perícia para determinar o que realmente aconteceu.
Alec Baldwin se pronuncia após morte de diretora de fotografia
O ator Alec Baldwin se pronunciou sobre o acidente com uma arma cenográfica que causou a morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu o diretor Joel Souza, durante as filmagens do western “Rust” no estado do Novo México, nos Estados Unidos. A polícia confirmou que ele foi o responsável pelo disparo da arma. “Não há palavras para expressar meu choque e tristeza em relação ao trágico acidente que tirou a vida de Halyna Hutchins, esposa, mãe e nossa colega profundamente admirada. Estou cooperando totalmente com a investigação policial para resolver como essa tragédia ocorreu e estou em contato com o marido dela, oferecendo meu apoio a ele e sua família. Meu coração está partido por seu marido, seu filho e por todos que conheciam e amavam Halyna”, escreveu o ator no Twitter. O incidente ocorreu no Bonanza Creek Ranch, um local popular de produção ao sul de Santa Fé, durante a tarde, e teria sido causado por uma falha numa arma cenográfica, segundo explicou um porta-voz da produção em comunicado. Hutchins, de 42 anos, foi transportada de helicóptero para o Hospital da Universidade do Novo México em Albuquerque, onde morreu. Souza, de 48, foi levado de ambulância ao Centro Médico Regional Christus St. Vincent, em Santa Fé, onde fez tratamento para os ferimentos, segundo a Delegacia da Comarca de Santa Fé. O diretor foi atingido no ombro. O gabinete do xerife disse em um comunicado que Hutchins e Souza “foram baleados quando uma arma de fogo foi disparada por Alec Baldwin, 68, produtor e ator”. O jornal Santa Fe New Mexican relatou que, quando foi interrogado pelos investigadores, Baldwin estava chorando. Ninguém foi preso no incidente e nenhuma acusação foi apresentada, disseram as autoridade policiais. Os detetives encarregados do caso continuam entrevistando testemunhas e o incidente permanece sob uma investigação “aberta e ativa”, de acordo com o gabinete do xerife. A morte de Hutchins foi confirmada pelo gabinete do xerife e pelo Sindicato dos Diretores de Fotografia. “Recebemos a notícia devastadora esta noite, que um de nossos membros, Halyna Hutchins, a diretora de fotografia de uma produção chamada ‘Rust’ no Novo México, morreu em decorrência de ferimentos sofridos no set”, disse John Lindley, presidente do sindicato em um comunicado. “Os detalhes não estão claros no momento, mas estamos trabalhando para aprender mais e apoiamos uma investigação completa sobre este trágico evento. Esta é uma perda terrível, e lamentamos o falecimento de um membro da família do nosso Sindicato. ” Acidentes do gênero não são incomuns. O ator Brandon Lee, filho de Bruce Lee, também morreu durante as filmagens de “O Corvo”, em março de 1993, por um tiro acidental. A produção do filme esqueceu de remover uma das munições reais do cano do revólver, que deveria ser totalmente carregada com balas de festim. Uma arma cenográfica é semelhante a uma arma de fogo normal, mas têm dispositivos de segurança para garantir que não sejam perigosas e costumam usar munição inofensiva. O caso de Balwin deverá passar por perícia para determinar o que realmente aconteceu. Enquanto isso, as filmagens de “Rust” foram paralisadas e podem nem ser retomadas. Com roteiro e direção de Joel Souza (“Um Natal Diferente”), o filme trazia Baldwin no papel-título, como o infame fora-da-lei Harland Rust. Quando seu neto é condenado por um assassinato acidental e sentenciado à forca, ele viaja para o Kansas para tirá-lo da prisão e os dois passam a ser perseguidos por um delegado obstinado e um caçador de recompensas. O elenco também incluía Jensen Ackles (“Supernatural”) e Travis Fimmel (“Vikings”). 1-There are no words to convey my shock and sadness regarding the tragic accident that took the life of Halyna Hutchins, a wife, mother and deeply admired colleague of ours. I'm fully cooperating with the police investigation to address how this tragedy occurred and — AlecBaldwin(HABF) (@AlecBaldwin) October 22, 2021 2- I am in touch with her husband, offering my support to him and his family. My heart is broken for her husband, their son, and all who knew and loved Halyna. — AlecBaldwin(HABF) (@AlecBaldwin) October 22, 2021
Tiro acidental de Alec Baldwin matou diretora de fotografia em set de filmagem
Os nomes dos envolvidos no acidente fatal que aconteceu na tarde de quinta-feira (21/10) no set de “Rust”, no Novo México, foram revelados. O ator Alec Baldwin foi quem disparou os tiros que mataram a cinematógrafa Halyna Hutchins e feriram o diretor Joel Souza durante as filmagens. O incidente ocorreu no Bonanza Creek Ranch, um local popular de produção ao sul de Santa Fé, durante a tarde, e teria sido causado por uma falha numa arma cenográfica, segundo explicou um porta-voz da produção em comunicado. Hutchins, de 42 anos, foi transportada de helicóptero para o Hospital da Universidade do Novo México em Albuquerque, onde morreu. Souza, de 48, foi levado de ambulância ao Centro Médico Regional Christus St. Vincent, em Santa Fé, onde está fazendo tratamento para os ferimentos, segundo a Delegacia da Comarca de Santa Fé. O gabinete do xerife disse em um comunicado que Hutchins e Souza “foram baleados quando uma arma de fogo foi disparada por Alec Baldwin, 68, produtor e ator”. O jornal Santa Fe New Mexican relatou que Baldwin foi interrogado por investigadores e estava chorando. Ninguém foi preso no incidente e nenhuma acusação foi apresentada, disseram as autoridade policiais. Os detetives encarregados do caso continuam entrevistando testemunhas e o incidente permanece sob uma investigação “aberta e ativa”, de acordo com o gabinete do xerife. A morte de Hutchins foi confirmada pelo gabinete do xerife e pelo Sindicato dos Diretores de Fotografia. “Recebemos a notícia devastadora esta noite, que um de nossos membros, Halyna Hutchins, a diretora de fotografia de uma produção chamada ‘Rust’ no Novo México, morreu em decorrência de ferimentos sofridos no set”, disse John Lindley, presidente do sindicato em um comunicado. “Os detalhes não estão claros no momento, mas estamos trabalhando para aprender mais e apoiamos uma investigação completa sobre este trágico evento. Esta é uma perda terrível, e lamentamos o falecimento de um membro da família do nosso Sindicato. ” Hutchins se formou no American Film Institute em 2015 e trabalhou em vários curtas-metragens antes de filmar “Archenemy”, um longa-metragem de 2020 estrelado por Joe Manganiello. Ela foi nomeada uma “estrela em ascensão” pela revista American Cinematographer em 2019. “Ela é uma pessoa maravilhosa, positiva e criativa que estava muito animada por estar se destacando e fazendo filmes”, disse Michael Pessah, um cinegrafista amigo de Hutchins à revista Variety. “Ela estava realmente em ascensão.” Acidentes do gênero não são incomuns. O ator Brandon Lee, filho de Bruce Lee, também morreu durante as filmagens de “O Corvo”, em março de 1993, por um tiro acidental. A produção do filme esqueceu de remover uma das munições reais do cano do revólver, que deveria ser totalmente carregada com balas de festim. Uma arma cenográfica é semelhante a uma arma de fogo normal, mas têm dispositivos de segurança para garantir que não sejam perigosas e costumam usar munição inofensiva. O caso de Balwin deverá passar por perícia para determinar o que realmente aconteceu. Enquanto isso, as filmagens de “Rust” foram paralisadas e podem nem ser retomadas. Com roteiro e direção de Joel Souza (“Um Natal Diferente”), o filme trazia Baldwin no papel-título, como o infame fora-da-lei Harland Rust. Quando seu neto é condenado por um assassinato acidental e sentenciado à forca, ele viaja para o Kansas para tirá-lo da prisão e os dois passam a ser perseguidos por um delegado obstinado e um caçador de recompensas. O elenco também incluía Jensen Ackles (“Supernatural”) e Travis Fimmel (“Vikings”).
Mulher morre em filmagem de western com Alec Baldwin e astro de “Supernatural”
Um acidente grave no set do filme “Rust”, western estrelado por Alec Baldwin (“30 Rock”), Jensen Ackles (“Supernatural”) e Travis Fimmel (“Vikings”), deixou um membro da equipe morto e outro ferido gravemente nesta quinta (21/10), de acordo com o Departamento do Xerife do Condado de Santa Fé. O acidente teria sido causado por uma falha numa arma cenográfica, explicou um porta-voz da produção em comunicado, sem dar maiores detalhes. As autoridades policiais do condado de Santa Fé foram enviados para o rancho Bonanza Creek depois que uma ligação para o serviço de emergência 911 indicou que um indivíduo havia sido baleado no set durante as filmagens. As vítimas ainda não foram identificadas. Uma mulher de 42 anos, que foi transportada de helicóptero para o Hospital da Universidade do México, morreu ao chegar devido aos ferimentos. A segunda vítima, também de 42 anos, foi transportada de ambulância em estado crítico para o hospital Christus St. Vincent, onde recebeu atendimento de emergência. “A produção está paralisada por enquanto. A segurança de nosso elenco e equipe continua sendo nossa maior prioridade”, acrescentou o comunicado da produção. “Rust” tem roteiro e direção de Joel Souza (“Um Natal Diferente”) e traz Baldwin no papel-título, como o infame fora-da-lei Harland Rust. Quando seu neto é condenado por um assassinato acidental e sentenciado à forca, ele viaja para o Kansas para tirá-lo da prisão e os dois passam a ser perseguidos por um delegado obstinado e um caçador de recompensas.
Woody Harrelson soca paparazzi nos EUA
Um paparazzi afirma ter sido agredido pelo ator Woody Harrelson, que interpreta o vilão Carnificina no filme “Venom: Tempo de Carnificina”, principal lançamento da semana nos cinemas. De acordo com informações da rede americana de televisão NBC, o astro de 60 anos teria se irritado com o paparazzi que tirou fotos dele e da filha dentro do Hotel Watergate, em Washington. Após apelar sem sucesso para que sua filha não fosse fotografada, ele acabou desferindo um soco contra o fotógrafo, cuja identidade não foi revelada. Em seu depoimento, Harrelson confirmou que discutiu com o fotógrafo, após ele continuar clicando e se recusar a deletar as fotos que já haviam sido tiradas. Mas o soco não foi reação à recusa, mas uma atitude de defesa após o paparazzi tentar agarrá-lo pelo pescoço. Uma testemunha da briga teria confirmado essa informação para o departamento de polícia de Washington. Por conta disso, ainda segundo a NBC, os investigadores acreditam que Woody Harrelson agrediu o homem em legítima defesa e, embora o caso ainda esteja sendo averiguado, nenhuma das partes foi indiciada oficialmente.
FBI investiga pai de Britney Spears após denúncias de novo documentário
Após as novas denúncias feitas pelo documentário “Controlling Britney Spears”, o pai da cantora, Jamie Spears, virou alvo de uma investigação do FBI, que busca determinar se ele abusou do poder que lhe foi concedido pela tutela judicial da sua filha. Lançado de surpresa no fim de semana na plataforma americano Hulu, “Controlling Britney Spears” denunciou uma “rede de vigilância” pela qual Jamie espionava cada movimento e palavra dita por Britney, incluindo em seu quarto. Diante do conteúdo do documentário, o advogado de Britney, Matthew Rosengart, reforçou nesta segunda (27/9) sua petição para remover Jamie imediatamente do comando da tutela judicial. No documento, ele caracterizou o comportamento do pai da cantora como “uma apavorante e excessiva invasão da privacidade de sua filha adulta”. A petição de Rosengart ainda argumenta que “independente de para onde vão essas acusações, o que é impossível de negar é o quanto elas são alarmantes para a Srta. Spears, e o quanto elas ampliam a a urgência de remover o Sr. Spears [da tutela] imediatamente”. Segundo o site Deadline, a investigação do FBI está em seus estágios iniciais. “Controlling Britney Spears” é uma continuação de “Framing Britney Spears”, que chamou atenção mundial para o escândalo da tutela da cantora pop. Com a mesma equipe de “Framing”, comandada pela diretora Samantha Stark e a produtora-roteirista Liz Day, o filme chegou à Hulu quatro dias antes de um documentário similar desembarcar na Netflix. “Britney vs. Spears”, que estreia na terça (28/9), promete fazer revelações similares contra abusos cometidos pela tutela. A tutela judicial em questão foi estabelecida em 2008, após internação de Britney em clínica de reabilitação, e determinada numa audiência judicial de 10 minutos, que deixou Jamie Spears como responsável por todas as decisões relativas à vida e à carreira da artista. A decisão controversa perdura até hoje e enriqueceu o pai da cantora. Mas desde o lançamento de “Framing”, o caso ganhou novos e dramáticos desdobramentos, culminando na ida de Britney ao tribunal para denunciar o próprio pai por situação análoga à escravidão. Ela também conseguiu trocar o defensor indicado pela corte por um advogado de sua própria escolha. E graças à repercussão midiática da situação, levou Jaime a anunciar sua disposição de desistir da tutela da filha. Por sinal, a produção desses filmes, com depoimentos e vazamento de dados controversos, pode estar por trás da súbita mudança do pai de Britney em relação à manutenção da tutela. Ele agora aceita participar de uma “fase de transição”. Mas o advogado de Britney tem sido firme em não aceitar acordo, buscando o fim imediato do controle de Jamie sobre a vida da artista. “Framing Britney Spears” foi lançado no Brasil pela Globoplay, mas ainda não há previsão para a chegada da continuação no mercado nacional.
Filho de Norman Reedus é preso por briga em Nova York
Policiais do Departamento de Polícia de Nova York prenderam Mingus Reedus, filho do ator Norman Reedus (o Daryl de “The Walking Dead”) e da supermodelo Helena Christensen (ex-Angel da Victoria’s Secret). O jovem de 21 anos foi detido na noite de sexta (24/9) no festival de San Gennaro em Little Italy, Manhattan, após ser acusado de dar um soco no rosto de uma mulher de 24 anos, causando uma laceração abaixo de seu olho esquerdo. A vítima teria sido levada para um hospital para ser tratada após o ferimento. Segundo o jornal NY Daily News, Mingus e a mulher de 24 anos não se conheciam. A briga começou por volta das 22h15 e Mingus, que estava no festival com sua namorada, recebeu uma multa de comparecimento por agressão e foi solto. O caso agora será decidido por um juiz. Mingus segue a carreira da mãe como modelo e fez sua estreia na capa da Vogue Homme no mês passado, ao lado de Parker Van Noord, filho do falecido modelo Andre Van Noord. Veja a capa abaixo.
Michael K. Williams morreu de overdose
A causa da morte do ator Michael K. Williams, encontrado falecido em seu apartamento na cidade de Nova York, EUA, no dia 6 de setembro, foi uma overdose. O relatório do médico legista, divulgado nesta sexta (24/6) pela imprensa americana, registra as substâncias fluorofentanil, heroína e cocaína no organismo do ator, e indica que ele misturou as drogas antes de morrer. A polícia já trabalhava com a hipótese de overdose, ao encontrar drogas no apartamento de Williams. A investigação continua agora com foco na busca por quem forneceu as drogas ao ator. Michael K. Williams ficou famoso ao estrelar a série “A Escuta” (The Wire), da HBO, que abordava o narcotráfico na cidade de Baltimore, e chegou a disputar o Emmy 2021 por um de seus últimos trabalhos, como Montrose na série “Lovecraft Country”.
Atriz da Globo sofre agressão e denuncia transfobia
A atriz Marcella Maia denunciou ter sofrido uma agressão motivada por transfobia na madrugada desta quinta (23/9) em Porto Seguro, na Bahia. Ela postou fotos de hematomas na região do pescoço, ombro e seio em seu Instagram. Veja abaixo. “Preconceito existe. Se cuidem. Sem chão, sem forças. Tô viva”, escreveu, acrescentando: “Meu corpo não merece isso” e a hashtag “transfobia”. Ela também revelou que foi a uma delegacia especializada no atendimento à mulher da cidade para registrar queixa da agressão sofrida. Pouco antes da agressão, ela publicou um post em que comemorava a prorrogação de seu contrato com a Globo, mostrando o crachá da emissora e os colegas de elenco de seu novo trabalho, entre eles Mateus Solano, Vladimir Brichta e Elizabeth Savala. Estrela da série “Todxs Nós”, da HBO, Marcella Maia viverá a Morte na próxima novela das 19h da Globo, “Quanto Mais Vida Melhor”. Em entrevista à Patrícia Kogut no ano passado, a artista de 30 anos contou que costumava o fato de ser uma mulher transexual até recentemente. “Ninguém sabia que eu era uma mulher trans. Acho que é uma coisa íntima. Não saio perguntando o que as pessoas têm no meio das pernas. Tenho que provar que sou suficiente sem dizer que sou trans. Mas, há cinco anos, saí do armário. Falei publicamente pela primeira vez. Hoje em dia falo com orgulho”, disse Marcella Maia
Luiz Carlos Araújo teria morrido por asfixia acidental
A morte misteriosa do ator Luiz Carlos Araújo, que atuou na novela “Carinha de Anjo”, do SBT, foi causada por uma asfixia acidental. A informação foi confirmada após análise do laudo do IML (Instituto Médico Legal). Segundo a perícia, o artista tinha drogas no organismo quando morreu. Ele foi encontrado com um saco preto na cabeça, que teria sido responsável pela asfixia, e a morte pode ter sido relacionada à práticas sexuais. Divulgado à imprensa, o laudo do IML diz o seguinte: “Consta da ocorrência que a vítima foi encontrada com um saco preto na cabeça, prática essa conhecia em Literatura Médica como re-respiração, usada com certa frequência para aliviar a respiração rápida e descontrolada em situações de ansiedade e em muitas práticas de asfixiofilia/parafilias, com o intuito de aumentar o teor de dióxido de carbono e diminuir o teor de oxigênio, variações estas que causam vasodilatação ou vasoconstrição de vasos extra e endocranianos. Tal prática pode ter como complicação a asfixia por confinamento (troca do ar respirável por ar irrespirável)”. A conclusão é que “a associação de antidepressivos, cocaína e álcool, com consequente rebaixamento do nível de consciência, associada ao confinamento foram as causas da morte (acidental)”. O atual namorado do ator, identificado como visitante frequente por testemunhas, prestou esclarecimentos sobre o caso nesta quarta (22/9) após ser chamado pela Polícia Civil. A polícia chegou a considerar uma hipótese de homicídio para a morte do ator. Luiz Carlos Araújo foi encontrado morto em casa, deitado na cama de cuecas e com um saco preto na cabeça, durante o fim de semana passado. Sem contato com o amigo, que não atendia o celular há dias, a atriz Marilice Cosenza (“Amor e Revolução”) foi quem mobilizou o porteiro do apartamento do ator no sábado passado para verificar o que havia acontecido. “Ninguém atendeu a porta. O porteiro foi, tocou e sentiu um cheiro muito forte do apartamento. Chamaram a polícia e um chaveiro. Abriram o apartamento e encontraram o Luiz na cama, já falecido. Parece que ele estava ali há uns três, quatro dias”, disse a atriz à imprensa na ocasião. Ela era uma das melhores amigas e parceira de Araújo numa produtora de vídeos.
Antonia Fontenelle é enquadrada em crime de racismo
Antonia Fontenelle foi indiciada pela Polícia Civil da Paraíba pelo crime de preconceito e racismo por comentários sobre o caso de DJ Ivis – preso por agredir a ex-mulher, Pamela Hollanda. A atriz que virou youtuber utilizou expressões como “esse paraíbas” e “paraibada”, consideradas preconceituosas de acordo com investigação, As investigações tiveram o apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Fontenelle deu depoimento sobre o caso à polícia do Rio e, durante o interrogatório, disse que utilizou a expressão xenofóbica para se referir só ao DJ. Ela falou que não pretendia ofender a população da Paraíba ou qualquer outro nordestino nem quis se mostrar superior. Mas o inquérito da 1ª Delegacia de Polícia Civil de João Pessoa, aberto em julho e encerrado nesta quarta (22/9), realizou uma perícia nos vídeos que circularam nas redes sociais e chegou à conclusão que o caso se enquadrada na Lei do Racismo, que prevê multa por crime de preconceito ou discriminação e pena de reclusão de 1 a 3 anos. Ao comentar a agressão de Ivis, Fontenelle se manifestou da seguinte forma: “Esses paraíbas fazem um pouquinho de sucesso e acham que podem tudo”. Posteriormente, ela tentou se justificar a expressão no Instagram. “Paraíba é força de expressão, quem faz ‘paraibada’, como por exemplo bater em mulher. Esses machos escrotos que ganham uns trocados e acham que podem tudo”, disse. A justificativa teria reincidido na xenofobia. Até a vencedora do “BBB 21”, Juliette Freire, comentou, sem citar o nome da youtuber, que se tratava de ofensa. “Não é força de expressão, é xenofobia. Não existe ‘ser Paraíba’ e ‘fazer paraibada’. Existe ser PARAIBANA/O, o que sou com muito orgulho. Tire seu preconceito do caminho, que vamos passar com a nossa cultura e não vamos tolerar atitudes machistas e xenofóbicas de lugar algum…”. Com a repercussão do caso, os advogados de Fontenelle afirmavam que a acusação de racismo era caluniosa e baseada em distorção dos fatos. “A Antonia está sendo vítima de calúnia, pois teve a fala deturpada e retirada de um contexto, quando manifestou indignação nas redes sociais a respeito da violência doméstica praticado pelo DJ Ivis contra a esposa, fato divulgado em mídia nacional”, afirmou um comunicado dos responsáveis pela defesa da atriz. “Ela jamais teve a intenção de ofender o povo da Paraíba, apenas manifestou opinião sobre o covarde comportamento de um paraibano em específico, do qual temos certeza que não é orgulho para nenhum de seus conterrâneos no momento. O Delegado que determinou a instauração do inquérito policial certamente está sendo induzido a erro, mudaram o foco da questão. Com a investigação será elucidado o fato específico, minha cliente não cometeu o suposto crime alegado. A situação vem causando um abalo imensurável à honra de Antonia, e eventual denúncia caluniosa será apurada, sob as penas da Lei”, acrescentou o texto. Essa não foi a primeira acusação de xenofobia contra Antonia Fontenelle. Em fevereiro, ela foi indiciada pelos crimes de racismo e xenofobia após dizer que Giselle Itié deveria voltar para o México, país onde a atriz nasceu.












