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    Jennifer Lopez enfrenta “Casamento Armado” em trailer de comédia

    4 de outubro de 2022 /

    A plataforma Prime Video, da Amazon, divulgou o pôster e o trailer de “Casamento Armado” (Shotgun Wedding), comédia romântica de ação estrelada por Jennifer Lopez (“As Golpistas”). A trama se passa no dia do casamento dos personagens de Lopez e Josh Duhamel (“Transformers”), que começam a repensar a decisão de levar adiante o matrimônio quando o local paradisíaco da cerimônia é invadido por sequestradores fortemente armados. Com suas famílias em perigo, os protagonistas devem deixar suas diferenças de lado para escapar e, de alguma forma, tentar salvar seus entes queridos. Originalmente, a atriz nova-iorquina deveria fazer par com Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”), mas após o surgimento de conversas privadas polêmicas do ator, expressando desejos canibais, o papel do noivo ganhou novo galã. O elenco também destaca Lenny Kravitz (“Jogos Vorazes”) como ex-marido de Lopez, Jennifer Coolidge (“The White Lotus”) como a mãe de Duhamel e a brasileira Sonia Braga (“Bacurau”) como a mãe de Lopez. O projeto tem roteiro de Liz Meriwether (a criadora de “New Girl”) e Mark Hammer (“Apenas Duas Noites”), direção de Jason Moore (“A Escolha Perfeita) e ainda inclui o astro Ryan Reynolds (“Deadpool”) em sua equipe de produção. “Casamento Armado” vai estrear em 27 de janeiro em streaming.

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    Bruna Marquezine é ameaçada de morte no Twitter

    3 de outubro de 2022 /

    Bruna Marquezine foi alvo de ataques e ameaças de morte nas redes sociais nesta segunda (3/10), dia seguinte ao primeiro turno das eleições no Brasil. A atriz, que há alguns meses havia declarado seu voto em Luís Inácio Lula da Silva, reproduziu textos dos haters. Entre as postagens agressivas, há inclusive registros de montagens com armas apontadas para a atriz. Um usuário em particular demonstrou psicopatia violenta. Em seus comentários, ele escreveu: “Promete que se o Lula ganhar você vai se matar, aí eu voto”. E continuou: “O dia mais feliz da minha vida vai ser quando você se matar, mas até pra isso tu é incompetente”. Ao compartilhar esse texto, Bruna comentou: “Olha que coisa linda, gente. E viva a humanidade, a empatia, a bondade e o respeito”. O mesmo perfil respondeu à exposição com o dobro da agressividade: “Se mata de uma vez, sua escorada. Assim eu nunca mais tenho que ver essa tua cara em estado de decomposição, diabo dos infernos. Morre, p*rra velha acabada imunda suja porca”. O perfil em questão é anônimo – usa uma foto da cantora Ariana Grande e o usuário “NJR Prada”, em referência a Neymar. A atriz lamentou as ameaças e torceu para que elas busquem ajuda. “Imagina ser tão triste, pequena, amargurada, frustrada assim, e ter orgulho? (…) Eu espero que você seja curada. Busque ajuda”, escreveu. Bruna não publicou, mas o perfil a ameaçou de morte: “Enquanto você estiver dormindo, tranca bem a fresta da janela”. E seguiu falando como ficaria feliz de vê-la morta e estuprada. Ao ver o teor dos ataques, os fãs da atriz ficaram preocupados e saíram em sua defesa. Mas ela buscou tranquilizar a todos. “Eu não ligo. Mas faço questão de expor, de denunciar. Não se preocupem”, escreveu ela no Twitter, após abrir os porões da infâmia. “As coisas boas chegam em abundância todos os dias”, ela explicou para uma fã preocupada. “Graças a Deus! As ruins que são exceção, mas são as que fazem barulho. Infelizmente. O amor reina aqui e minha luz é eterna. Porque (a negatividade) não vem de mim”, concluiu. olha que coisa linda, gente. e viva a humanidade, a empatia, a bondade e o respeito. https://t.co/vt0j8GHniF — Bruna Marquezine (@BruMarquezine) October 3, 2022 olha! tem mais! https://t.co/0hwO8aFE7S — Bruna Marquezine (@BruMarquezine) October 3, 2022

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    Primeiro filme de Will Smith após tapa no Oscar ganha trailer

    3 de outubro de 2022 /

    A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer de “Emancipation”, que revelam a data de estreia do drama histórico estrelado por Will Smith em 9 de dezembro em streaming. A produção estava no limbo após a controvérsia do tapa de Will Smith em Chris Rock durante o Oscar deste ano. Embora vários projetos do ator tenham sido cancelados ou adiados, “Emacipation” já estava totalmente filmado quando aconteceu o desastre de relações públicas. A decisão de lançá-lo em dezembro foi tomada após uma exibição privada para um grupo de influencers nos EUA, que teve forte repercussão nas redes sociais durante o fim de semana. O filme é baseado na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. Apesar de todo este contexto histórico, “Emancipation” é descrito por seus produtores como um “thriller de ação” focado na fuga de Peter de seus captores. A prévia é totalmente centrada nesse momento, em que ele lidera escravos em busca do som dos “canhões de Lincoln”, durante a Guerra Civil. Mas há um breve registro da preparação da famosa fotografia, primeira imagem a viralizar no mundo. A direção é assinada por Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”) e, além de estrelar, Smith também é um dos produtores do longa.

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  • Filme

    “Blonde” recebe enxurrada de críticas e acusações de misoginia

    30 de setembro de 2022 /

    “Blonde”, cinebiografia de Marilyn Monroe estrelada por Ana de Armas (“Entre Facas e Segredos”), está coletando críticas negativas e acusações de misoginia. Desde que estreou em 1ª lugar no ranking americano da Netflix na última quarta (28/9), o filme tem sido caracterizado como “sexista”, “cruel” e “não recomendável” pelos críticos e pelo público. Em sua análise publicada no jornal The New York Times, a crítica Manohla Dargis afirmou que “dadas todas as indignidades e horrores que Marilyn Monroe suportou durante seus 36 anos, é um alívio que ela não tenha que sofrer com as vulgaridades de ‘Blonde’, o mais recente entretenimento necrófilo a explorá-la.” Dirigido por Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”), “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade com o uso da imaginação (isto é, suposições de fatos) para contar a história da lendária estrela de cinema. O filme recebeu a classificação indicativa “NC-17” nos EUA (equivalente à proibição para menores de 18 anos no Brasil), mais alta que qualquer outro conteúdo disponível no serviço de streaming, devido ao seu extenso conteúdo sexual (incluindo cenas de violência sexual) e também pela maneira como apresenta uma cena de aborto em close-up. Foi essa cena que levou Steph Herold, uma pesquisadora sobre aborto na Universidade da Califórnia, a se manifestar negativamente a respeito do filme nas suas redes sociais. “Tive a extrema infelicidade de assistir ‘Blonde’ na Netflix ontem à noite e deixe-me dizer que o filme é muito anti-aborto, muito sexista, muito explorador. Não posso recomendar MENOS. Não assista.” “As cenas de aborto em particular são terríveis, mas o filme inteiro também é”, continuou ela. “O filme retrata Marilyn sendo coagida a fazer seu primeiro aborto, gritando que mudou de ideia na mesa de operação, e então ela alucina ao encontrar um bebê chorando em sua casa de infância, que está envolta em chamas.” Embora a atuação de Ana de Armas no papel de Monroe seja um destaque em praticamente todas as análises, muitos apontam que o filme não trata da personagem em si. “O filme não é realmente sobre Marilyn Monroe. É sobre fazê-la sofrer”, disse o crítico Justin Chang, do jornal Los Angeles Times. O público também tem se manifestado a respeito do filme, definindo-o como “um dos filmes mais detestáveis ​​que já vi” ou afirmando que “talvez devêssemos parar de deixar homens misóginos tentar fazer filmes inovadores sobre mulheres das quais eles não sabem nada.” Andrew Dominik chegou a revelar anteriormente que a Netflix insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, mas se considera orgulhoso por ter mantido tudo o que quis. Ele também já esperava uma reação negativa do público. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme ‘NC-17’ sobre Marilyn Monroe, e é meio que o que se quer, certo? Eu quero ver a versão ‘NC-17’ da história de Marilyn Monroe.” Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn Monroe. Atualmente, “Blonde” está com apenas 44% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes. A nota entre o público é ainda menor: só 34%. Assista ao trailer.

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    Justiça conclui que Suzy Camacho não falsificou atestados médicos do marido

    28 de setembro de 2022 /

    O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo concluiu que Suzy Camacho não falsificou os atestados médicos apresentados para comprovar a capacidade mental de seu então marido, Farid Curi, que morreu na semana passada. Proferida na terça (27/9), a sentença inocenta a atriz da denúncia apresentada pelo Ministério Público, que a acusou de enganar médicos para conseguir atestados e liberar um saque de R$ 10 milhões da conta de Farid. Os filhos do empresário alegavam que Farid não tinha condições mentais para decidir sobre o próprio dinheiro. Para a Justiça, no entanto, não há provas de que os atestados sejam falsos, ou de que Suzy tenha cometido um crime. De acordo com documentos revelados pelo Estadão, a juíza Luciana Piovesan ressalta em sua decisão que os próprios médicos, em depoimento à polícia, disseram que os documentos atestavam o estado de saúde real do empresário na época. “As declarações médicas, portanto, não são falsas, donde [se torna] inviável se cogitar de falsidade ideológica”, diz a decisão. A defesa de Suzy afirmou que foi o próprio empresário quem consultou os médicos e obteve os atestados, e que a atriz não fez parte desse processo. Por isso, a juíza ainda afirmou que seria “inviável” impor a Suzy “o constrangimento de responder a esta ação penal”. Suzy Camacho e Farid Curi se casaram em 2013 em regime de separação obrigatória de bens. Mas, em documento enviado à polícia, os quatro filhos de Curi disseram que a atriz, aproveitando-se da saúde frágil do empresário, estaria desviando bens e recursos enquanto o marido estava em coma. Citaram o saque de R$ 10 milhões e que o filho de Suzy “apareceu com um veículo Lamborghini cujo valor remonta a dois milhões de reais”. O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.

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    Saiba porque “Blonde” virou o filme mais proibido da Netflix

    28 de setembro de 2022 /

    O filme “Blonde”, cinebiografia da atriz Marilyn Monroe, chegou à Netflix nessa quarta (28/9) com a classificação indicativa “NC-17” nos EUA (equivalente à proibição para menores de 18 anos no Brasil), mais alta que qualquer outro conteúdo disponível no serviço de streaming. Para se ter ideia, “Blonde” foi considerado mais impróprio que o drama erótico “365 Dias” (2020), que recebeu “apenas” a classificação indicativa “R” (equivalente a 16 anos no Brasil), devido ao seu forte conteúdo sexual. Embora a Motion Picture Association (MPA), associação responsável pela classificação, não divulgue as cenas específicas que motivaram a censura etária, é possível supor que isso se deva à combinação de diferentes temáticas e imagens mostradas no filme. Um dos motivos considerados foi o excesso de cenas de nudez, incluindo nudez frontal masculina e feminina. Marilyn, interpretada pela atriz Ana de Armas (“Águas Profundas”), é vista nua durante boa parte do filme. “Blonde” também apresenta cenas de violência contra mulheres e até contra criança. E, se isso ainda não fosse suficiente, há ainda uma cena de aborto mostrada em close-up. Mas o diretor Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”) acredita que uma cena em particular tenha impressionado mais os censores. Em determinado momento, a Marilyn de Ana de Armas aparece masturbando o presidente Kennedy (interpretado por Caspar Phillipson, de “Jackie”). Como não consegue atingir o clímax, o presidente então força a atriz a fazer sexo oral nele. A cena é filmada em close, mostrando o sofrimento e o desconforto da atriz. Em entrevista ao CinemaBlend, Dominik destacou que a cena “provavelmente” foi o fator determinante da classificação elevada. “Mas é difícil dizer, porque eles são um cofre. Eles não explicam, eles só dão dicas sobre o que pode ser problemático”, acrescentou. “Acho que tem muito a ver com quem está (na cena). Mas, por outro lado, as pessoas parecem estar chateadas com o filme ou sofrendo gatilhos com o filme. Então, talvez ele seja mais eficaz do que eu pensava.” “NC-17” foi uma classificação etária criada em 1990 para evitar que o lançamento de “Henry & June” recebesse a tarja “X”, mais elevada na época e usada para filmes pornográficos. Ela difere de “R” por proibir que menores vejam o filme mesmo se forem acompanhados dos pais e do hard “X” por ser mais que uma montagem de cenas explícitas. A partir de sua inclusão, o “NC-17” se tornou a censura máxima dos cinemas associados à MPA, entidade da indústria cinematográfica responsável pelo sistema de classificação dos EUA, empurrando o “X” para os vídeos adultos. Essa classificação é quase um certificado de óbito para um filme que precisa ser exibido nos cinemas, uma vez que limita demais o seu público. O filme “Showgirls” (1995) até tentou capitalizar em cima da curiosidade gerada por seu rótulo de “NC-17”, mas só arrecadou US$ 20 milhões nas bilheterias. Desde então, os realizadores normalmente optam por fazer cortes nas cenas polêmicas para conseguir uma classificação mais branda. Foi o que aconteceu com “Coração Valente” (1995), “Pânico” (1996), “American Pie — A Primeira Vez é Inesquecível” (1999), “Team America: Detonando o Mundo” (2004) e “King’s Man: A Origem” (2021), entre outros. Entre os filmes que receberam a classificação “NC-17” e ainda assim mantiveram a edição original, destacam-se “Crash – Estranhos Prazeres” (1996), de David Cronenberg, “Os Sonhadores” (2003), de Bernardo Bertolucci, e “Azul É a Cor Mais Quente” (2013), de Abdellatif Kechiche. Andrew Dominik chegou a revelar que a Netflix insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, mas se considera orgulhoso por manter tudo o que quis e por colocar seu filme na lista dos “proibidões”. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme ‘NC-17’ sobre Marilyn Monroe, e é meio que o que se quer, certo? Eu quero ver a versão ‘NC-17’ da história de Marilyn Monroe.” Apesar disso, a atriz Ana de Armas não concordou com a classificação. “Eu posso listar várias séries ou filmes que são muito mais explícitos, com muito mais conteúdo sexual do que ‘Blonde’”, disse ela à revista francesa L’Officiel. “Mas para contar essa história era importante mostrar todos esses momentos da vida de Marilyn que a fizeram terminar daquele jeito. Precisava ser explicado. Todo mundo [no elenco] sabia que tínhamos que ir a lugares desconfortáveis. Eu não fui a única.” “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade com o uso da imaginação (isto é, suposições de fatos) para contar a história da lendária estrela de cinema. Mas apesar dos elogios à interpretação corajosa da atriz cubana, longamente aplaudida durante a première do filme no Festival de Veneza, o longa dividiu a crítica e chegou à Netflix com apenas 50% de aprovação da crítica, conforme a média calculada pelo portal americano Rotten Tomatoes. Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn Monroe. Assista ao trailer.

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    Shakira será julgada por fraude fiscal na Espanha

    27 de setembro de 2022 /

    Um juiz espanhol aprovou nesta terça-feira (27/9) que a cantora colombiana Shakira seja julgada por acusações de fraude fiscal. Os promotores espanhóis acusam a artista de não pagar 14,5 milhões de euros em impostos sobre sua renda de 2012 a 2014. Os promotores pedem uma sentença de oito anos de prisão e uma multa pesada se ela for considerada culpada de evasão fiscal. A artista de 45 anos sempre negou as acusações. “Essas acusações são falsas”, afirmou Shakira em entrevista publicada na quarta passada (21/9) pela revista Elle, reforçando ter “feito as coisas da forma mais correta e transparente desde o primeiro dia”. O Ministério Público e a defesa da cantora buscaram um acordo para evitar o julgamento, mas em julho Shakira desistiu dessa possibilidade, ao mostrar-se confiante de “que a justiça lhe dará a razão”, segundo seus representantes legais em Barcelona. Segundo sua defesa, “o Ministério Público se empenhou em recolher o dinheiro ganho nas [suas] turnês internacionais e no ‘The Voice'”, programa de televisão americano do qual participou, num período em que ela “ainda não era residente na Espanha”. Em entrevista à Elle, Shakira acusou o Tesouro espanhol de recorrer a “uma campanha lasciva da imprensa para tentar influenciar as pessoas e pressionar a mídia para criar uma ameaça de danos à reputação para forçar acordos de conciliação”. “Todos sabem que as autoridades fiscais espanholas costumam fazer isso não apenas com pessoas conhecidas como eu, ou [Cristiano] Ronaldo, Neymar, [Xabi] Alonso e muitos mais, mas também injustamente com outros contribuintes anônimos”, acrescentou a cantora. O nome de Shakira apareceu nos chamados Pandora Papers, uma extensa investigação de milhões de documentos vazados publicada em 2021 pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, que acusou centenas de personalidades de terem recorrido a paraísos fiscais para não pagar impostos. Em sua ação, o Ministério Público alega que ela mora na Espanha pelo menos desde o ano fiscal de 2012, logo após começar sua relação com o jogador do FC Barcelona, Gerard Piqué, mas manteve até 2015 sua residência fiscal nas Bahamas, consideradas um paraíso fiscal. Shakira e Piké, que têm dois filhos, anunciou a separação em junho. A cantora está atualmente gravando sua participação na serie “Zootopia+”, em que dubla uma personagem, para lançamento em novembro na plataforma Disney+.

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    Atriz critica “Não Se Preocupe, Querida” por participação cortada

    26 de setembro de 2022 /

    Mais uma suposta polêmica ganhou vida num comentário sobre os bastidores de “Não Se Preocupe, Querida”, após a atriz KiKi Layne (“Tico e Teco: Defensores da Lei”) revelar no seu Instagram que sua participação no filme foi bastante reduzida. Ela postou um vídeo e duas fotos onde aparece ao lado e Ari’el Stachel (“Law & Order: SVU”), com quem atuou no longa dirigido por Olivia Wilde. E na legenda disse que a melhor parte de trabalhar no filme foi conhecê-lo. Os dois começaram a namorar durante a produção. “Eles nos cortaram da maior parte do filme, mas nós prosperamos na vida real”, escreveu ela em tom de crítica, reforçada pelas hashtags: #GanheiMeuPagamento #GanheiMeuHomem #TudoAcontecePorUmMotivo. O comentário de Layne acabou viralizando e rendendo manchetes. Ela própria postou uma montagem da repercussão no Stories, acompanhada por um emoji de uma carinha escondendo o rosto com as mãos. Alguns portais destacaram que se tratava de mais uma polêmica envolvendo o filme. Entretanto, cortes de cenas são comuns e afetam até protagonistas, uma vez que o filme passa por muitas modificações durante a montagem/edição. O fato do shade repercutir é reflexo do circo montando em torno da produção de “Não Se Preocupe, Querida”. Notícias que circularam nos últimos meses apontaram uma suposta briga entre a atriz Florence Pugh e a diretora Olivia Wilde, com direito a gritos no set, diferença entre o salário da atriz e o do ator/cantor Harry Styles (que começou a namorar Wilde) e até uma história de que Styles teria cuspido no colega Chris Pine durante a première do filme no Festival de Veneza. Diante de tudo isso, cerca de 40 profissionais da equipe, da roteirista à maquiadora, passando por figurinista, diretor de fotografia e cenografista, emitiram uma nota para desmentir todos os boatos. Todos elogiam Wilde como “uma líder e diretora incrível, que esteve presente e envolvida com todos os aspectos da produção”. A declaração também repudia as mentiras escritas para atrair audiência, afirmando que “as alegações sobre comportamento não profissional no set de ‘Não se Preocupe, Querida’ são completamente falsas”. “Não Se Preocupe, Querida” entrou em cartaz na quinta-feira (21/9) nos cinemas brasileiros e liderou as bilheterias dos EUA no fim de semana. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por KiKi Layne (@kikilayne)

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    Equipe de “Não se Preocupe, Querida” protesta e desmente fofocas contra Olivia Wilde

    25 de setembro de 2022 /

    Um grupo de 40 membros da equipe que trabalhou na produção de “Não se Preocupe, Querida” divulgou uma declaração conjunta no sábado (24/9), contestando relatos de que a diretora Olivia Wilde e a protagonista Florence Pugh discutiram aos gritos no set do filme. Um texto publicado pelo site americano Vulture – e copiado em todo o mundo durante o fim de semana – espalhou que os bastidores do filme teriam sido muito tumultuados, com sumiços da diretora Olivia Wilde e de Harry Styles, sugerindo que os dois estariam transando no horário de trabalho. A publicação também descreveu discussões explosivas entre a cineasta e a atriz Florence Pugh, que teria até procurado o então presidente da Warner, Toby Emmerich, para pedir seu afastamento da divulgação do longa. Os profissionais que rechaçam esse relato incluem, entre outros, a roteirista e produtora Katie Silberman, o diretor de fotografia Matthew Libatique, a figurinista Arianne Phillips, a designer de produção Katie Byron, a chefe do departamento de maquiagem Heba Thorisdottir, câmeras, eletricistas, assistentes e profissionais variados que trabalharam no longa. Todos elogiam Wilde como “uma líder e diretora incrível, que esteve presente e envolvida com todos os aspectos da produção”. A declaração repudia as mentiras escritas para atrair audiência, afirmando que “as alegações sobre comportamento não profissional no set de ‘Não se Preocupe, Querida’ são completamente falsas”. “Como equipe, evitamos abordar as fofocas absurdas em torno de um filme do qual estamos tão orgulhosos, mas sentimos a necessidade de corrigir as ‘fontes’ anônimas citadas em um artigo recente”, diz o texto. “Nunca houve uma briga de gritos entre nossa diretora e ninguém, muito menos um membro do nosso elenco.” “Estamos felizes em colocar nossos nomes nessa declaração, como pessoas reais que trabalharam no filme e que testemunharam e se beneficiaram do espaço colaborativo e seguro que Olivia criou como diretora e líder”, segue o comunicado. “Também estamos entusiasmados por o filme esta nos cinemas neste fim de semana. Mal podemos esperar para que vocês o vejam na tela grande.”

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  • Filme

    Atriz de “Batgirl” mostra bastidores do filme cancelado

    25 de setembro de 2022 /

    A atriz Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”) divulgou em seu TikTok dois vídeos com imagens dos bastidores de “Batgirl”, filme que teve seu lançamento cancelado pela Warner Bros. As publicações mostram a atriz em diferentes cenários, treinamentos das cenas de ação e com a maquiagem da personagem. “Não resisti”, escreveu a atriz, que embalou um vídeo com a canção “Evergreen”, de Omar Apollo, e o outro com uma canção de sua própria autoria. “Escrevi essa música durante a pandemia, antes que soubesse isso seria minha vida”, comentou, fazendo um trocadilho com o título – “Bad Girls Get Lonely Too” virou “Batgirls Get Lonely Too”. O filme de “Batgirl” foi cancelado devido à mudança de gestão na Warner, que após a fusão com a Discovery passou a ser administrada pelo CEO David Zaslav. Uma de suas primeiras providências como novo chefão foi cortar todos os filmes que seriam feitos exclusivamente para a HBO Max. O detalhe é que este trabalho em específico já estava praticamente pronto. Acreditando que “Batgirl” não tinha apelo para ser lançado no cinema, o CEO ordenou que fosse arquivado. Após a decisão, os diretores do filme, Adil El Arbi e Bilall Fallah (que também trabalharam em “Ms. Marvel”), foram impedidos de continuar trabalhando no longa. Apesar de a sinopse não ter sido revelada, o filme deveria contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. A personagem-título tinha interpretação de Leslie Grace, marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. E o elenco também contaria com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, além de trazer Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash. O roteiro era de Christina Hodson, que não brilhou em “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do Flash. @iamlesliegrace i couldn’t resist.. @Omar Apollo ♬ Evergreen (You Didn’t Deserve Me At All) – Omar Apollo @iamlesliegrace wrote this song during the pandemic.. b4 I even knew ANY of this would be my life 🤷🏽‍♀️🦇#batgirlsgetlonelytoo #badgirlsgetlonelytoo ♬ Batgirls get lonely too – Leslie Grace

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  • Divulgação/Netflix
    Série

    Parente de vítima do canibal Jeffrey Dahmer está furioso com série da Netflix

    23 de setembro de 2022 /

    O parente de uma vítima do serial killer Jeffrey Dahmer está furioso com a estreia da série “Dahmer: Um Canibal Americano” na Netflix. Eric Isbell, primo de Errol Lindsey, que foi morto pelo assassino aos 19 anos, usou as redes sociais para condenar a produção e explicar como a família se sentiu diante da recriação de fatos traumáticos. “Eu não estou dizendo a ninguém sobre o que assistir. Eu sei que a mídia de ‘true crime’ é enorme agora, mas se você está realmente curioso sobre as vítimas, minha família (os Isbells) está furiosa com essa série”, afirmou ele no Twitter. “Voltou a nos traumatizar repetidamente, e para quê? De quantos filmes/séries/documentários precisamos?”, ele seguiu, incluindo um vídeo que compara uma cena da série com o julgamento real de Dahmer, ocorrido em 1992. A cena em questão destaca a intérprete da irmã de Errol, Rita Isbell, e é muito semelhante ao depoimento verdadeiro. “Recriar minha prima tendo um colapso emocional no tribunal diante do homem que torturou e assassinou o irmão dela é insano. INSANO”, escreveu sobre a cena. Ele também explicou que a produção não notificou sua família de que ela seria retratada na série. “Eles não notificam as famílias quando fazem isso. É tudo registro público, então não precisam notificar (ou pagar!) ninguém. Minha família descobriu [que ia aparecer na série] junto com todo mundo”. Eric continuou suas críticas no Instagram e ressaltou que “não, minha família não está feliz”. “Descanse em paz, meu primo Errol Lindsey, e todas as outras vítimas”, concluiu. Além do garoto de 19 anos, Jeffrey Dahmer matou outros 16 homens. O serial killer seduzia ou oferecia dinheiro às vítimas, que eram drogadas, estupradas, assassinadas e devoradas. A história também chama atenção porque ele dissecava os corpos, comia órgãos, guardava ossos e praticava necrofilia com as pessoas que escolhia matar. Condenado à prisão perpétua, Dahmer morreu espancado por outro detento em 1994. Na minissérie produzida por Ryan Murphy (“American Horror Story”), o psicopata é vivido por Evan Peters (também de “American Horror Story”) e o elenco ainda destaca Niecy Nash (“Claws”), Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). “Dahmer: Um Canibal Americano” foi disponibilizada na quarta (21/9) na Netflix. Like recreating my cousin having an emotional breakdown in court in the face of the man who tortured and murdered her brother is WILD. WIIIIIILD. — eric. (@ericthulhu) September 22, 2022

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  • Filme

    Para Olivia Wilde, fofocas sobre “Não se Preocupe, Querida” complementam filme

    23 de setembro de 2022 /

    A atriz e diretora Olivia Wilde abordou o circo montado em torno dos bastidores de seu novo filme, “Não se Preocupe, Querida”, durante participação no programa “The Late Show with Stephen Colbert” de quarta-feira (21/9). Ao ser questionada sobre os “relatos de brigas, análises de linguagem corporal, exposição de mensagens privadas, narrativas e contra-narrativas”, ela afirmou que as fofocas complementam o filme, servindo como metáforas perfeitas para ilustrar a mensagem exibida nas telas. “É meio irônico, porque tudo isso é realmente do que [o filme] se trata”, ela explicou. “O filme é sobre as narrativas que nos alimentam e se escolhemos aceitá-las ou questionar suas fontes. E como você disse, houve mensagens privadas que foram divulgadas sem contexto para tentar fazer uma situação parecer algo que não era.” A mensagem a que ela se refere foi a gravação de uma videochamada vazada por Shia LaBeouf para provar que não tinha sido demitido do filme como Wilde afirmou. No vídeo, Wilde implora para o ator ficar no filme, mesmo sabendo que a sua presença deixava a atriz Florence Pugh desconfortável. “No início do processo de fazer o filme, como diretora, tentei mediar uma situação entre as pessoas para tentar ver se elas poderiam trabalhar juntas e felizes”, explicou Wilde sobre a polêmica. “Uma vez que ficou claro que não era uma relação de trabalho sustentável, recebi um ultimato. Escolhi minha atriz, o que estou muito feliz por ter feito. Na época, eu fiquei chateada por não termos conseguido fazer isso funcionar? Claro. Mas uma informação que veio à tona mais tarde me deixou confiante de que tomamos a decisão certa. Absolutamente.” Quando Colbert pressionou por uma definição sobre a demissão ou não de LaBeouf, ela foi mais clara. “Tivemos que substituir Shia. Ele é um ator fantástico, mas não ia funcionar”, disse Wilde. “E você sabe, quando ele me deu o ultimato, ou ele ou Florence [Pugh], eu escolhi Florence. Então, ele sentiu que estava se afastando e eu senti que estávamos seguindo em frente sem ele. A diferença é uma questão de semântica”. O apresentador ainda quis saber se Harry Styles cuspiu em Chris Pine durante a première no Festival de Veneza, como se espalhou nas redes sociais. “Acho que é um exemplo perfeito de, tipo, as pessoas procurando drama em qualquer lugar que puderem”, respondeu a diretora, dando sua interpretação sobre a popularidade do boato. “Pra deixar claro: Harry não cuspiu em Chris”, completou. Além dessas fofocas, também circularam relatos de desavenças entre Florence Pugh e Wilde, que aparentemente não se falaram durante a première do filme em Veneza. Não há imagens das duas próximas no tapete vermelho e elas se sentaram o mais distante possível para assistir ao filme em sua primeira sessão pública. Pugh também não participou da entrevista coletiva com o resto do elenco, supostamente por não encontrar voo à tempo da Hungria, onde estava filmando “Duna 2”. Seu colega de “Duna 2”, Timothée Chalamet, não teve o mesmo problema para prestigiar a première de “Bones and All” em Veneza. A versão que corre é que Florence Pugh teria se afastado da divulgação do longa por ter se desentendido com Olivia Wilde no caso de LaBeouf. Além disso, a substituição de LaBeouf por Harry Styles também virou problema para a atriz, já que a diretora começou a namorar o cantor durante as filmagens. A situação teria se tornado duplamente desconfortável. Além das visitas do então marido de Wilde, o ator Jason Sudeikis (o Ted Lasso), que levava as crianças para o set – a filha da diretora faz parte do elenco – , Pugh teve que encenar cenas quentes com o namorado de sua “chefe”. O climão foi descrito no final de julho pelo site Page Six e tanto o estúdio New Line, responsável pela produção, quanto representantes de Pugh se recusaram a comentar a descrição. Eles também não desmentiram. Questionada por Colbert sobre o acúmulo de controvérsias, e se era “particularmente frustrante ter pessoas falando sobre muitas coisas que não o filme em si”, Wilde preferiu brincar. “Ah, eles estão?” “Não se Preocupe, Querida” estreou nesta quinta (22/9) no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas dos EUA. Veja abaixo a íntegra da entrevista de Stephen Colbert com Olivia Wilde, que inclui conversas sobre muitos outros temas.

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    Ator demitido de “Os Goldbergs” revela ser bipolar

    22 de setembro de 2022 /

    O ator Jeff Garlin revelou que sofre de transtorno bipolar, após ser demitido da série “Os Goldbergs” por comportamento impróprio nos bastidores da atração. A revelação foi feita numa postagem no Instagram nesta quinta (22/9), um dia após seu personagem ser morto na série. “Bipolar é fod*”, escreveu Garlin. “Às vezes é demais para lidar. Estou fazendo o melhor que posso. Esta é a primeira vez que me abro sobre isso.” Garlin deixou “Os Goldbergs” em dezembro passado, após denúncias sobre sua conduta agressiva, de abusos verbais e emocionais, resultarem numa investigações da produção. Como resultado, seu personagem foi morto pelos roteiristas liderados pelo showrunner Alex Barnow. Exibida na quarta (21/9), a estreia da 10ª temporada de “Os Goldbergs” mencionou a morte de Murray Goldberg, o patriarca da família, de forma breve. No episódio, o personagem Adam Goldberg (baseado no criador homônimo da série) disse numa narração de abertura que “Apenas alguns meses atrás, do nada, perdemos meu pai. Sempre te amaremos, pai. Sempre. E encontraremos uma maneira de continuarmos juntos. Porque, afinal, somos os Goldbergs.” Com mais de 200 episódios produzidos, a série é a atração de comédia live-action mais duradoura da atual programação da TV aberta dos EUA. Apesar da marca histórica, a saída de Garlin acontece após outro trauma na família fictícia: a perda do veterano George Segal, o avô dos Goldbergs, que morreu em março de 2021 de complicações de uma cirurgia de ponte de safena. Exibida no Brasil pelo canal Comedy Central, “Os Goldbergs” é baseada na infância do criador Adam F. Goldberg nos anos 1980, e segue a mesma linha de comédias nostálgicas de época consagrada por “Anos Incríveis”. Apesar do atual revés em sua carreira, Jeff Garlin continua fazendo parte do elenco de “Curb Your Enthusiasm”, da HBO, onde vive o empresário do comediante Larry David. Esta série se encontra renovada para sua 12ª temporada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jack Benny (@jeffgarlin)

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