A Fazenda: Deolane ameaça Kerline e Babi, que pede proteção para a produção
A dinâmica de domingo (20/11) de “A Fazenda” quase virou caso de polícia. Deolane Bezerra ameaçou fisicamente Kerline Cardoso e disse para Bárbara Borges, a Babi, que poderia continuar ameaçando e acabar com ela fora do programa que não aconteceria nada. Em crise nervosa, Babi foi pedir proteção à produção. Diante de Kerline, Deolane chegou a erguer o punho simulando um soco. Após a ex-BBB dizer que gostaria de esquecer a advogada e “apagar alguns momentos cruéis” que viveu no programa, Deolane foi para cima. “Fui cruel, sim. Fui cruel quando você mentiu que eu tava usando droga e desmentiu. O Lucas provou aqui na sua cara”, disse ela. Kerline tentou rebater, mas Deolane não aceitou. As duas começaram a bater boca, e após chamar Kerline de “cachorra”, Deolane explodiu: “A vontade é fazer assim na cara”, disse, insinuando dar um soco na peoa. No final da dinâmica, Deolane brigou com Babi, quando a atriz reclamou de suas ameaças. Deolane começou assim: “Eu não esqueci do ‘lá fora a gente conversa’, porque a vontade que eu tenho de dar na tua cara não é pouca”. Conforme a temperatura subiu, Deolane levantou para pressionar a adversária. Foi quando Babi lembrou: “Você me ameaçou diversas vezes”. E Deolane confirmou: “De quebrar a sua cara. Milhões de vezes, não dá nada”. Babi retrucou: “Não dá nada, você é da lei, né? Você sabe. Então você pode me quebrar e não vai dar em nada. Valeu, Brasil! Tô sendo ameaçada pra além da Fazenda”, disse ela. As duas começaram a se xingar e, mais tarde, no quarto, Babi desabou. “Me ameaçou pro Brasil inteiro de me dar uma surra, de me pegar lá fora. E a reverberação disso lá fora, com os haters. Que que é isso, gente? Como que isso pode ficar impune? Uma ameaça. Se isso não é crime, eu não sei mais o que é. Eu não sei. Vai esperar eu apanhar, eu levar uma surra, pra dizer que é crime? Não estou entendendo”, desabafou. “Como que ‘A Fazenda’, então, me protege?”, continuou. “Porque depois acabou, acabou. Aí sou eu que me ferro? Vai esperar eu levar uma surra. Até mesmo ela incita o público dela, de me baterem”. Iran e Kerline, que estavam ouvindo, concordaram. Então, Babi resolveu pedir proteção para os produtores. Ela entrou no closet para se comunicar com os responsáveis e chorou, dizendo que foi ameaçada. Pétala e Deolane tentaram escutar atrás da porta e foram flagradas por Kerline, que pediu privacidade para a amiga. “Isso aqui é um reality, todo mundo ouve tudo”, retrucou Deolane. Depois de voltar ao quarto, Babi continuou chorando no quarto. “Eu vou ter que realmente botar na balança, eu não sei. Não tá compensando, não tá compensando. E o programa não vai me dar o que pra mim é mais valioso do que R$1,5 milhão: proteção. Não vai me dar! Eu nem sei até onde eu vou”, disse Babi para Iran e Kerline. Iran concordou: “Sai com o psicológico abalado, vai gastar um milhão e meio pra se proteger”. Babi continuou desabafando: “Uma mulher que tem não sei quantos seguidores, que tem a influência que ela tem, que tem o poder que ela tem. E tá fazendo todo tipo de ameaça aqui dentro. A violência! E de dizer que não vai dar em nada! Eu não vou ter a paz, a tranquilidade, não vou ter proteção. Eu que me vire. Aí depois qualquer coisa que acontecer é isso, eu que me vire”, disse a peoa. Então, ela contou que passou a considerar desistir do programa. “Não vale um milhão e meio. Não vale continuar aqui passando o que a gente tá passando pra não dar em nada. Ainda tem isso. Vontade de sair e ser esquecida do programa. Não participo mais de nada. Melhor sair como a medrosa. Mas aí deixa ela em paz pra brilhar aqui dentro, pra fazer as ameaças dela. Prefiro pela minha vida não perder a sanidade”, apontou. Kerline tentou impedir uma decisão precipitada e Iran tentou acamá-la. “Tenta ignorar nesses últimos dias antes da roça”, disse. E Babi rebateu: “Como? Com essas dinâmicas?”. As ameaças aconteceram numa dinâmica patrocinada e a repercussão chegou nos tópicos do Twitter como “Aurora apoia ameaça”, citando o nome do anunciante. O que não deve ser muito bom para o programa. A versão editada (com muitos cortes) de tudo isso deve ir ao ar na segunda-feira (21/11) na Record TV. Ou ser totalmente ignorada como aconteceu com a humilhação sofrida por Pelé na semana passada. #AFazenda pic.twitter.com/IQxG1gcfq5 — Dantas (@Dantinhas) November 21, 2022 Deolane disse que se quebrar a cara da Babi e Kerline aqui fora, não vai dar em nada. #AFazenda pic.twitter.com/pmutVYEef1 — Dantas (@Dantinhas) November 21, 2022 Babi fica abismada com as ameaças da advogada Deolane #AFazenda pic.twitter.com/dMOiHaMhz7 — Dantas (@Dantinhas) November 21, 2022 Babi e Kerline estão preocupadas com o pós do programa, por conta das inúmeras ameaças que Deolane fez a elas #AFazenda pic.twitter.com/IkOlYPBhuq — Dantas (@Dantinhas) November 21, 2022 A Deolane e a Pétala ouvindo a Babi falar com a produção atrás da porta #AFazenda pic.twitter.com/SSlZUExpQL — Dantas (@Dantinhas) November 21, 2022 Babi está pensando em desistir do jogo porque não está valendo a pena. #AFazenda pic.twitter.com/n120CEamhj — Dantas (@Dantinhas) November 21, 2022
Tom Cruise atrapalha gravações de série com helicóptero
A atriz Jenny Agutter acusou o ator Tom Cruise de atrapalhar constantemente as gravações de sua série “Chamem a Parteira”, no ar na rede britânica BBC desde 2012, com voos de helicóptero. Segundo o jornal britânico The Sun, Cruise atualmente filmando “Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 2” na vila inglesa de Longcross, mesmo local em que “Chamem a Parteira” grava sua 11ª temporada. “Tom Cruise continua arruinando nossas gravações ao pousar seu helicóptero do lado de onde estamos trabalhando”, disse a atriz de 69 anos à publicação. Ela também relatou que as cenas da série precisam ser constantemente regravadas em decorrência do barulho gerado pela aeronave. Tom Cruise possui licença para pilotar o helicóptero. Questionada se pretendia dar uma bronca no astro, ela brincou que planejava constrangê-lo no traje de freira que veste na série. “Eu deveria confrontá-lo com meu hábito. Imagine: ‘Licença, Tom, mas olha… estamos tentando gravar. Eu não sei o que você quer, mas apenas tire seu helicóptero daqui rapidamente!’”
Artista brasileira acusa “1899” de plagiar seus quadrinhos: “Estou em choque”
A artista brasileira Mary Cagnin usou as redes sociais neste domingo (20/11) para acusar a série “1899”, lançada na quinta-feira (17/11) pela Netflix, de plagiar uma obra de quadrinhos que ela lançou em 2016. “Estou em choque”, ela começou. “‘1899’ é simplesmente idêntico ao meu quadrinho ‘Black Silence’, publicado em 2016”, revelou no Twitter. E em seguida listou uma série de “coincidências” entre as duas obras, mostrando lado a lado suas ilustrações e cenas da produção europeia. A única diferença, segundo ela, é que a série desenvolvida pelos produtores e roteiristas alemães Baran Bo Odar e Jantje Friese, que causaram frenesi mundial com a trama de “Dark”, passa-se num navio do século 19, enquanto “Black Silence” é uma sci-fi espacial. “Está tudo lá: A pirâmide negra. As mortes dentro do navio/nave. A tripulação multinacional. As coisas aparentemente estranhas e sem explicação. Os símbolos nos olhos e quando eles aparecem”, escreveu a brasileira. Ela seguiu fazendo comparações: “As escritas em códigos. As vozes chamando por eles. Detalhes sutis da trama, como dramas pessoais dos personagens, incluindo as mortes misteriosas.” Segundo a autora, é possível que os produtores alemães da série tenham conhecido sua obra quando ela participou, em 2017, da Feira do Livro de Gotemburgo, na Suécia, um evento internacional que disponibilizou “Black Silence” em inglês para editores e profissionais do ramo. Mas vale apontar que uma das roteiristas da série é brasileira: Juliana Lima Dehne, que fez o curta nacional “Pare. Olhe. Escute.” (2009) “Já chorei horrores. Meu sonho sempre foi ser reconhecida pela meu trabalho nacionalmente e internacionalmente. E ver uma coisa dessas acontecendo realmente parte meu coração”, reclamou Cagnin. A artista, que já ilustrou livros e revistas para editoras Globo, Abril e Mol, lançou recentemente seu site pessoal (marycagnin.com), onde é possível ler a íntegra de “Black Silence”. Cagnin não disse se pretende processar os produtores ou a Netflix. Por enquanto, está avaliando “os procedimentos que devo tomar”. “Se é que é que há algo que possa ser feito”, lamentou. Mas fez questão de destacar sua indignação: “A gente não pode achar que só porque somos brasileiros devemos aceitar esse tipo de menosprezo e indiferença. Temos inúmeros casos de gringos copiando a gente, em filmes, séries e músicas. Como o caso do filme ‘As aventuras de Pi’ que foi copiado de um livro brasileiro”, afirmou. Veja abaixo as postagens da brasileira. ESTOU EM CHOQUE. O dia que descobri que a série 1899 é simplesmente IDÊNTICO ao meu quadrinho Black Silence, publicado em 2016. Segue o fio. pic.twitter.com/1deBicrBeQ — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 As escritas em códigos. As vozes chamando por eles. Detalhes sutis da trama, como dramas pessoais dos personagens, incluindo as mortes misteriosas. pic.twitter.com/zenqeq2zqF — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Participei de painéis e distribuí o quadrinho Black Silence para inúmeros editores e pessoas do ramo. Não é difícil de imaginar o meu trabalho chegando neles. Eu não só entreguei o quadrinho físico como disponibilizei a versão traduzida para o inglês. — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Tive a oportunidade que muitos quadrinistas nunca tiveram: de poder mostrar meu trabalho para o público internacional. Gente. Eu dei palestras. Falei sobre o plot. Apresentei para pessoas influentes da área. O negócio é sério. — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Quem quiser pode ler meu quadrinho que está disponível para leitura online para tirar suas próprias conclusões:https://t.co/owMn85MIal — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Já cansei de chorar. Agradeço a todos que leram até aqui e a todos meus leitores por todo o apoio que recebo. Inúmeras pessoas no inbox do Insta comentando sobre as similaridades. Vou ver os procedimentos que devo tomar. Se é que é que há algo que possa ser feito. — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022
Polêmica! “Desencantada” tinha música contra mulheres fortes
Desencantado com “Desencantada”? A crítica americana achou a continuação do divertido “Encantada” (2007) muito fraca, resultando em apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas podia ser pior. A trilha sonora oficial do filme confirmou que um boato considerado improvável era verdadeiro. Um dos rumores que circularam no começo do ano é que o filme teria passado por exibições-teste negativas, e que a cena mais rejeitada trazia o personagem Robert (Patrick Dempsey) cantando sobre a dificuldade de ser herói hoje em dia, já que as mulheres não precisavam mais “ser salvas”. O problema é que o rumor era verdade. A música consta do disco, em formato de “demo”, e se chama “Hard Times For Heroes”. Com isso, fica claro que ela fez parte de uma versão inicial do filme. O refrão escancara: “Agora são tempos difíceis para os heróis/ Não há moça para salvar agora/ As moças são tão corajosas agora/ São eles que ganham o elogio/ E são tempos difíceis para os heróis”. Trata-se de um discurso similar ao dos militantes incels de extrema direita, que reclamam de produções de heróis da Marvel e de “Star Wars”, lançamentos da própria Disney, por destacarem heroínas fortes e emascularem os heróis “de verdade”. Para completar, a música tem até uma reclamação creditada a Mulan contra o feminismo. Veja o trecho: “Você acha isso ruim?/ Uma vez eu fui uma guerreira, uma mulher lutadora feroz/ Então, eu era única e muito orgulhosa/ Mas desde então eu provei que guerreiros não precisam ser homens/ Veja o que eu sou agora, apenas mais uma na multidão”. A conclusão da música ainda reforça: “Quando não há mais donzelas/Nós somos os únicos em perigo agora”. Ouça abaixo a música polêmica. Pra quem não lembra, o “Encantada” original foi uma sátira divertida e bem-sucedida aos desenhos animados musicais de princesas da Disney, mostrando o duro choque de realidade sofrido por uma dessas princesas, Giselle (Amy Adams), ao emergir na moderna cidade de Nova York nos dias atuais. Ela perde o rumo ao conhecer a vida desencantada das pessoas normais, mas descobre a felicidade com um viúvo nova-iorquino comum (Patrick Dempsey), mesmo com o Príncipe Encantado (James Marsden) vindo em seu resgate. A sequência encontra o casal do filme original após o final feliz, que não dura para sempre, pois Giselle sente falta de seu reino encantado e deseja que tudo em sua vida volte a se tornar mágico. Mas quando esse desejo se materializa, o resultado não é o esperado, já que, ao transformar sua vida num conto de fadas, ela se descobre a madrasta malvada da filha adolescente do personagem de Dempsey, assumindo a personalidade de uma Rainha Má das fábulas. O cineasta Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”) é responsável pela direção do novo longa, que ainda destaca Maya Rudolph (“Fortuna”), Oscar Nuñez (“Professor Iglesias”), Jayma Mays (“Glee”), Idina Menzel (“Cinderela”), Yvette Nicole Brown (“Community”) e a jovem Gabriella Baldacchino (“Ask for Jane”) no elenco.
José de Abreu diz que radicalismo de Cassia Kis é “deficiência psíquica”
O ator José de Abreu voltou a comentar sobre sua relação estremecida com Cassia Kis, após a colega da Globo fazer declarações homofóbicas e passar a frequentar manifestações antidemocráticas. Em uma live promovida pelo canal MyNews nesta sexta (18/11) no YouTube, Abreu afirmou que a intérprete de Cidália em “Travessia” sofre de transtornos “psíquicos” e que se recusa a tomar a medicação. Isto explicaria sua radicalização e a postura que vem adotando na vida pessoal. Relacionadas “Ela tem uma petulância que me parece ser algo psíquico, como se a maneira que ela pensasse fosse a correta. Essa certeza dela revela uma certa deficiência psíquica – o ser humano é feito de dúvidas”, analisou o ator da novela “Mar do Sertão”. “Ela tem uma deficiência, e o terapeuta medicou, mas ela parou com os remédios”, acrescentou. “É complicada a situação da Cassia, ela nunca foi uma pessoa fácil. Nunca fomos amigos, mas eu estive na casa dela”. Vale lembrar que Cassia Kis realmente anunciou em 2009 que sofria de transtorno bipolar. No entanto, alguns anos mais tarde, em 2016, ela voltou atrás e contou que deixara de se medicar porque o diagnóstico médico havia sido equivocado. Abreu revelou ainda que bloqueou Cássia nas redes sociais. “Senti que ela começou a provocar, mandar mensagens agressivas, uma coisa que passou do bolsonarismo. Eu bloqueei, e soube por amigos que estava impossível de conversar com ela.” No início da semana, o ator entrou com processos contra a atriz por conta das falas homofóbicas proferidas no final de outubro numa live da jornalista Leda Nagle. Por meio da advogada Luanda Pires, especialista em Direito Antidiscriminatório, Abreu entrou com uma notícia-crime no Ministério Público Federal e ingressou na Secretária de Justiça de São Paulo, acusando a atriz de cometer o crime de LGBTfobia. Ele também protocolou uma ação cível coletiva, pleiteando uma indenização a ser revertida em favor da comunicade LGBTQIAP+. A ação é movida em conjunto com a psicóloga Paula Dalaio e instituições como Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos) e o Grupo de Advogados Pela Diversidade Sexual e de Gênero. Os processos são motivados por falas que atacam as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) por destruírem as famílias e a “vida humana”. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, ela disse na live de Leda Nagle, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ela também criticou a adoção de crianças por casais homossexuais, porque elas são geradas apenas pelo “útero de uma mulher”. José de Abreu tem uma filha transexual, Bia.
Abaixo-assinado junta 25 mil contra Mario Frias na Cultura de São Paulo
A perspectiva de o bolsonarismo se instalar em São Paulo com a vitória de Tarcísio de Freitas no governo estadual mobilizou diversos artistas e trabalhadores do segmento cultural a protestar contra a possibilidade de Mario Frias assumir a Secretaria de Cultura. “Não queremos o Mario Frias na cultura de São Paulo”, diz o título do abaixo-assinado criado na tarde de quinta-feira (17/11), que em poucas horas juntou cerca de 25 mil assinaturas na plataforma change.org ( https://www.change.org/p/não-queremos-o-mario-frias-na-cultura-de-são-paulo). O ex-ator e ex-secretário especial da Cultura do governo Bolsonaro tem sido cotado para assumir uma das secretarias de Cultura mais importantes do país, nas mãos do governador eleito Tarcísio de Freitas. “Os trabalhadores da Cultura dizem não ao nome de Mario Frias para comandar a Secretaria de Cultura no Estado de São Paulo!”, explicita o texto do manifesto. “Isso seria uma desgraça para a Cultura Paulista. Mario Frias não é respeitado na área cultural e trará para o estado a política de destruição do setor implementada por Jair Bolsonaro. Mario Frias não pode assumir este importante cargo no Estado de São Paulo!”, completa o abaixo-assinado. Responsável pela destruição de políticas culturais, mutilação da Lei Rouanet e por fazer campanha declarada contra subsídios para artistas, como a Lei Paulo Gustavo e a Lei Aldir Blanc, a passagem de Frias pelo governo Bolsonaro também foi marcada por bate-bocas e viagens mal explicadas para os EUA com custos bancados pelos contribuintes. Além disso, ele fez uma live para insinuar que o ator Paulo Gustavo não morreu de Covid e disse no Twitter que o historiador pernambucano Jones Manoel, um homem negro com cabelo em estilo black power, tinha que tomar “um bom banho”.
Gkay teria tumultuado filmagem da Netflix com crise de estrelismo
A humorista Gkay está sendo acusada de ter crises de “estrelismo” nos bastidores de “Um Natal Cheio de Graça”. A influenciadora teria sido arrogante com os envolvidos no projeto e tumultuado a produção da GLAZ Entretenimento para a Netflix. A informação foi trazida pelo colunista Lucas Pasin, que contou que a dona da “Farofa” não gostava de ser contrariada durante as filmagens. Além disso, Gkay teria sido agressiva com os colegas de trabalho, chegava atrasada e num surto até rasgou o próprio figurino. Um profissional, que pediu para não ser identificado, relatou: “Quando me chamaram para fazer o filme fiquei muito feliz, e ainda pensei: ‘A Gkay deve ser muito legal’. No primeiro dia já me avisaram: ‘Ninguém queria fazer o filme por ser com ela, e achei que você fosse desistir também’”. Ele ainda acrescentou que era comum ouvir os gritos de Gkay pelos estúdios. “[Ela] nunca se desculpava, era como se todos estivessem na obrigação de esperá-la. Ninguém falava nada, já era comum que ela gritasse, e isso intimidava.” Segundo o relato, as gravações, que aconteceram no fim de 2021 em Petrópolis (RJ), tiveram que ser acompanhadas por um profissional do RH da produtora para conter os excessos de Gkay e evitar denúncias de assédio moral. A humorista sabia da informação. Como se não bastasse a arrogância e os “surtos repentinos” da atriz, outra fonte relatou que Gkay não cumpria as recomendações de segurança contra a covid-19. “Ela chegou ao camarim contando que tinha ido a uma festa da [cantora] Anitta na noite anterior, e disse: ‘Beijei não sei quantas bocas. Chupei não sei quantas rolas. E peguei sapinho. Vou passar para todo mundo’. Aquilo ali deixou todos assustados, estávamos no meio de uma pandemia.” O ator Sérgio Malheiros (de “Impuros”), que faz par romântico com Gkay no filme, teria sido um dos mais indignados, a ponto de reclamar do episódio com a produção. Em seguida, a humorista foi chamada para uma conversa. A bronca teria sido o motivo principal para Gkay decidir danificar o figurino, que tinha sido confeccionado para ela. “Saiu chorando e gritando. Entrou no carro e falou que ia embora. Toda a equipe ficou esperando.” “Ela gritava que nós [elenco e equipe] tínhamos vergonha dela, que a culpa era nossa. Tentou mudar a situação para sair de vítima”, lembrou o profissional. Ela retornou ao set, posteriormente. A influenciadora digital também é acusada de ter um comportamento diferente na frente das câmeras, em especial, nos stories do Instagram. Por meio da assessoria de imprensa, a Gkay informou que não se pronunciaria sobre as acusações. A Netflix também não pretende se posicionar. “Um Natal Cheio de Graça” estreia em 30 de novembro na Netflix.
Rodrigo Constantino pede para Jovem Pan demitir desafetos
O polêmico Rodrigo Constantino publicou um vídeo no YouTube para fazer um “esclarecimento” sobre seu surto na quarta (16/11), quando abandonou o programa “3 em 1” ao vivo, na Jovem Pan News, e revelar que pediu a demissão de seus desafetos. A situação de quarta aconteceu durante uma discussão acalorada. Após ser chamado por Leonardo Grandini de “puxa-saco” do presidente Jair Bolsonaro, Constantino se desconectou da Jovem Pan News, deixando a tela preta. Antes disso, disse para o âncora do programa avisar para Tutinha [o empresário Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho], dono da Jovem Pan, que tinha cansado. “Não sou obrigado a ouvir isso”, afirmou, em tom demissionário. No vídeo de “esclarecimento” sobre o que aconteceu, ele atacou dois colegas de trabalho: Leonardo Grandini, a quem chamou de “Leonardo Dirceuzinho”, “um moleque de 20 e poucos anos que anda com bandido e usa broche de ladrão”, e Cesar Calejon, apelidado de forma pejorativa como Canelone, “um surfista, um demagógico da pior qualidade”. As vítimas desse ataque verbal criticaram a postura extremista de Constantino nesta semana, lamentando o tom desrespeitoso do comentarista contra o STF e seu estimulo às manifestações antidemocráticas. Calejon, que disse ser muito confortável para Constantino defender o caos no conforto de Miami, nos EUA, foi demitido nessa quarta (16/11). Grandini será o próximo, segundo Constantino, contrariado por ser chamado de “puxa-saco de Bolsonaro” ao vivo. No vídeo assoberbado, Constantino, que é realmente bolsonarista, cita livros publicados e se gaba da sua popularidade entre o público da Jovem Pan, além de sua influência junto a Tutinha, numa demonstração de poder para ditar linha editorial e demitir funcionários. Ele disse que a demissão de Grandini lhe foi prometida ao detalhar o que aconteceu após sair do ar intempestivamente: “Saí do programa e imediatamente os diretores da Jovem Pan conversaram com o Tutinha, me ligaram, mandaram mensagem: ‘Calma, calma, vimos aqui o que aconteceu e realmente é inaceitável, ele não vai mais participar do programa e tudo mais'”. “Ou seja, espero que estejam entendendo quem dá audiência pro programa”, continuou. Em tom provocador, emendou com um “ou eles ou eu” clássico, afirmando que o público não sintonizava na Jovem Pan para ver “Leonardo Dirceuzinho e Canelone”. “Vamos lá, faz um programa deles e vamos ver se vai dar audiência”, desafiou. Em seguida, ditou suas regras: “Se querem contar com a minha bagarem, com as minhas análises…” E assumindo que pediu as demissões, ele concluiu: “O recado tá dado, acho que foi muito claro, né? Acho que eles entenderam. Tanto que amanhã eu estou no programa, o Canelone não está, o Dirceuzinho não está e por aí vai, né?”. A íntegra do vídeo, sem edição nenhuma, pode ser vista abaixo. Vale observar que Grandini foi escolhido para substituir Calejon após Constantino pedir a cabeça deste. Desde a eleição de Lula, a Jovem Pan News tem eliminado mais gente que “A Fazenda”, enquanto mantém praticamente o mesmo nível de discórdia ao vivo que o programa da Record TV.
Jornalista é dispensado da Jovem Pan após bater boca com Rodrigo Constantino
O jornalista Cesar Calejon revelou nesta quarta (16/11) que foi dispensado da Jovem Pan após bater boca com Rodrigo Constantino. Em texto publicado no Twitter, ele disse que a direção da emissora não deixou claro se a decisão foi consequência do embate com o comentarista político, que aconteceu ao vivo na Jovem Pan News durante a segunda-feira. “Atualização: não estarei hoje no quadro ‘Opinião’ ou em qualquer outro programa da emissora. Acabo de ser informado que a diretoria se reuniu e adotou essa resolução”, escreveu o escritor, em seu perfil oficial no Twitter. “Não tenho detalhes, mas creio guardar relação com o meu embate com Rodrigo Constantino”, acrescentou ele. A discussão aconteceu no programa “3 em 1″, quando Calejon acusou o bolsonarista de ser irresponsável e apoiar atos golpistas no Brasil porque está confortável em Miami, nos Estados Unidos. “Você pode fazer isso de um ponto muito mais confortável porque você fala de Miami. Então pegue um voo, venha para o Brasil, vai para a porta do quartel, dormir em barraca, tomar chuva e utilizar banheiro químico, e aí você pode falar com propriedade”, afirmou. Ele também acusou Constantino de estimular atos violentos com seu discurso de ódio, que poderiam resultar em assassinatos de figuras públicas, como ministros do STF. Calejon fez questão de defender a emissora, apesar do fim do trabalho. “Preciso dizer que a Jovem Pan jamais me censurou de nenhuma maneira nas minhas participações em programas como o ‘Morning Show’, ‘Linha de Frente’, ‘3 em 1’ e ‘Opinião'”, escreveu na rede social. “Sempre me articulei de forma 100% livre e, por isso, eu agradeço à emissora e desejo sucesso”, arrematou o jornalista. Nesta quarta, o jornalista que substituiu Calejon também se desentendeu com Constantino no mesmo “3 em 1”. Durante uma discussão, Constantino surtou ao ser chamado por Leonardo Grandini de “puxa-saco” do presidente Jair Bolsonaro e se desconectou da Jovem Pan News, deixando a tela preta. Antes disso, disse para o âncora do programa falar com Tutinha [o empresário Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho], dono da Jovem Pan, que tinha cansado. “Não sou obrigado a ouvir isso”, afirmou. Será que a emissora vai demitir mais um? Desde a eleição de Lula, a Jovem Pan News tem eliminado mais gente que “A Fazenda”, enquanto mantém praticamente o mesmo nível de discórdia ao vivo que o programa da Record TV. Vale lembrar que o canal já tinha “demitido” Constantino em 2020, após uma fala controvertida sobre defesa de estupradores em que citou sua própria filha. Mas a demissão da época “não pegou”. De qualquer forma, preciso dizer que a Jovem Pan jamais me censurou de nenhuma maneira nas minhas participações em programas como o Morning Show, Linha de Frente, 3 em 1 e Opinião. SEMPRE ME ARTICULEI DE FORMA 100% LIVRE e, por isso, eu agradeço à emissora e desejo sucesso. — @cesarcalejon (@cesarcalejon1) November 16, 2022 Cesar Calejon destroçando o Rodrigo Constantino. Sem dó 🤭 pic.twitter.com/c5BhgPKOaI — Lázaro Rosa 🇧🇷🚩 (@lazarorosa25) November 15, 2022 — Tutinha, cansei. Só volto se demitirem o Cesar Calezon e Leonardo Grandini. Não consigo debater com opositores de verdade. E pensem bem: Eu dou mais audiência que eles. Querem ficar com eles ou comigo?"Os Bastidores", com Rodrigo Constantino. pic.twitter.com/w9gVL2Wwqk — Levi de Paula Antunes (@LeviantunesLevi) November 16, 2022
Brendan Fraser se recusa a ir ao Globo de Ouro: “Não sou hipócrita”
O ator Brendan Fraser, que vem de uma performance elogiada em “The Whale” (A Baleia) e é considerado presença garantida nos diversos eventos de premiação da temporada, afirmou que não aceitará convite para participar do Globo de Ouro 2023. A cerimônia marcará 20 anos de um abuso que ele sofreu de um ex-presidente da associação responsável pelo prêmio. Ele deixou clara sua posição numa entrevista para a revista GQ publicada nesta quarta-feira (16/11), em que lembrou o assédio cometido por Philip Berk, ex-presidente da HFPA (Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood), que organiza o Globo de Ouro. “Tenho mais história com a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood do que respeito pela Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood”, afirmou o ator. “É pelo histórico que tenho com eles [que não vou participar]. E minha mãe não criou um hipócrita. Você pode me chamar de muitas coisas, mas não disso”, completou A denúncia do assédio aconteceu em 2018 na própria GQ. Em uma longa reportagem publicada pela revista americana, o astro da trilogia “A Múmia” revelou que, além da atenção necessária para cuidar do filho autista, o assédio o deixou depressivo e até o desistimulou a continuar a carreira. Em 2003, durante um almoço realizado pela HFPA, à época do Globo de Ouro, Philip Berk apertou as nádegas do ator e enfiou o dedo. “Sua mão esquerda se aproximou, me agarrou na poupa da minha bunda e um de seus dedos tocou no períneo. E começou a movê-lo”, descreveu o ator na publicação. Fraser diz que o gesto o deixou paralisado. “Eu me sentia mal. Eu me senti como uma pequena criança. Senti como se houvesse uma bola na garganta. Eu pensei que ia chorar”. Ele conta que deixou o local imediatamente e cogitou contar o episódio a um policial do lado de fora do local, mas se sentiu humilhado. “[Isso] me fez recolher. Isso me fez sentir recluso.” Em resposta à denúncia, a HFPA declarou ter investigado as alegações e chegado à conclusão de que nada de grave aconteceu. Teria sido uma “piada” mal-interpretada, segundo comunicado oficial. Berk continuou na associação até o ano passado, quando foi demitido devido à circulação de um email racista, em meio às críticas de racismo sofridas pela própria HFPA. Brendan Fraser aproveitou para admitir que apenas os movimentos #MeToo e “Time’s Up” fizeram ele se sentir pronto para falar sobre o que aconteceu. “Eu conheço Rose [McGowan], conheço Ashley [Judd], conheço Mira [Sorvino] – já trabalhei com elas. Eu as chamo de amigas em minha mente. Não falo com elas há anos, mas são minhas amigas. Eu assisti a esse movimento maravilhoso, essas pessoas com coragem de dizer o que eu não tive coragem de dizer. Só eu sei qual é a minha verdade. E é o que eu acabei de falar com você”, finalizou.
Alex acusa Deborah de tentar agredi-lo após “A Fazenda”
Aliados em “A Fazenda 14”, Alex Gallete e Deborah Albuquerque se estranharam nesta quarta (16/11), nos bastidores da Record TV. Alex usou as redes sociais para acusar Deborah e seu marido, Bruno Salomão, de tentarem agredi-lo em seu camarim. Os ex-Fazenda estavam na Record como convidados do “Hoje em Dia”. “Infelizmente estou vindo contar uma coisa não tão legal para vocês. Eu não iria falar nada, mas como já está saindo em todas as páginas, vim dar a minha versão dos fatos”, ele contou no Twitter. “Após a minha participação no programa ‘Hoje em Dia’, a participante Deborah – em mais uma tentativa desesperada de aparecer – quis invadir o meu camarim para me agredir. Meu assessor filmou tudo e, como vocês podem ver no vídeo, os produtores da Record tentam impedir sua entrada”. “Com isso, a Deborah só mostra o que eu disse dentro do jogo e na cara dela após a eliminação: tudo tem que ser sobre ela. Mas comigo não!”, concluiu o ex-peão. Ele também postou um vídeo nos stories do Instagram reforçando a história. “Tô eu aqui no meu camarim da Record e os dois, Bruno e a Deborah, tentaram invadir essa porta aqui, chutando, gritando, me ameaçando. Pedindo para eu gritar na cara dela, para ver se eu tinha coragem de falar na cara deles”. “A sorte que eu estava com o produtor da Record aqui, porque não sei o que iria acontecer. Logo ela, que diz que é agredida pelos fãs da Deolane, fazendo isso. Trabalhando com opressão e agressão. Mais uma vez, a tentativa dessa mulher aparecer. Desculpa. O que eu passei aqui agora é ridículo. Essa mulher querendo aparecer a qualquer custo”. Deborah também relatou sua versão do que aconteceu numa entrevista ao Link Podcast. “Não, não teve tentativa de agressão, não. Teve gritaria. É diferente. Que é o que vocês viram na ‘Fazenda’. Que, inclusive, ele também fez muito. Com o Vini… Com muita gente, menos com a Deolane. Com a Deolane ele não gritava, porque tinha medo. Mas eu não vi nada ainda, estava dormindo na barriga do meu marido, porque dormi super cedo. Não dei atenção pro Alex ainda porque vi que ele estava tuitando na maldade certas coisas depois do ‘Descompressão’. E vi uma notícia na Fábia Oliveira. Tava lá escrito que a gente tinha deixado de se seguir, que tinha uma briga” disse a ex-peoa. Ela se refere a uma live feita por Alex horas antes. Respondendo perguntas sobre o aparente clima ruim com a ex-aliada, Alex disse no TikTok: “Já falei disso, mas vou falar pela última vez. No dia que nós fomos eliminados, na live ela viu umas coisas e ficou chateada porque é sempre tudo sobre ela. Ela não aceita que falem nada dela, só ela pode falar. E aí muita gente veio comentar que a live foi horrorosa, foi desrespeitosa e hoje a gente gravou de novo e não foi legal, a gente não está falando mesmo”, iniciou. “Enfim, gente, é muito complicado. É muito cabeça dura e aff, eu ainda tenho um monte de coisa pra gravar com essa mulher. Enfim, é isso, ela não é uma pessoa fácil, tudo tem que ser sobre ela e eu não tenho paciência”, concluiu. A ex-Power Couple disse que foi tirar satisfações. “Eu falei: ‘Mas o que é isso? O menino não apareceu no programa e quer aparecer agora? Por que fazer isso agora?’. Eu comecei a bater na porta dele e perguntar: ‘O que é isso? O que está acontecendo?’. Só que eu bati na porta e gritei. Mas bater nele? Jamais. O Alex tem uma tendência ao drama. Quando eu vi a matéria, eu realmente fiquei nervosa e fui bater na porta dele com a mão espalmada. E fiz aqueles meus gritos que vocês já conhecem”, explicou. “Quando a pessoa mexe comigo, mente sobre mim e começa a criar uma coisa que não existe, eu fico brava e vou cobrar a pessoa. Eu não sou de falar nas costas, como ele. Agora agressão? Aí é outro nível. Eu acho que ele está querendo se promover e criar uma história que não existe para entrar nas páginas de fofoca. Eu não o xinguei, não falei palavrão e não o agredi, não. Eu gritei do jeito que eu sou porque ele é assim. Não gosto de pessoa sorrateira, que quer fazer de uma marola um tsunami. Quem está parecendo desesperado para aparecer, é o Alex”, continuou. “A minha ideia nem era brigar com ele ou que isso se tornasse público. A minha ideia era bater naquela porta e ele abrir. Só que ele não abriu e ficou gritando de dentro do camarim. Essa parte, não sei se ele filmou. Só que é muito fácil ligar a câmera a hora que você quer”, finalizou a ex-peoa. Bruno Salomão, marido de Deborah, também se manifestou nos stories de seu Instagram. “Boa tarde, vim aqui falar um pouquinho, porque não vou deixar a Deborah falar, porque é isso que eles querem. O que acontece é que esse sujeito está desde quinta passada falando mal da Deborah nas costas e a gente não respondeu nenhuma vez. Ele fica apagado quando faz as entrevistas junto com a Deborah. Ninguém fala nada pra ele, ele fica com dor de cotovelo. Hoje, ele tava na porta do lado nosso e falando mal da Deborah. Quando a gente saiu, Eu bati na porta, tentei abrir e não deixaram. Fui e falei pela fresta ‘para de falar da Deborah, vive sua vida ou fala na cara'”, disse Bruno. “Eles começam a filmar porque o assessor dele é filmmaker, é bastante conhecido por fazer isso nas festas, criar situações e vender pra mídia. Mas não teve briga, não teve nada. Vive sua vida, rapaz, esquece a Deborah”, explicou o médico. Bolsinhas, infelizmente estou vindo aqui pra contar uma coisa não tão legal para vocês. Eu não iria falar nada, mas como já está saindo em todas as páginas, vim aqui dar a minha versão dos fatos. Após a minha participação no programa “Hoje em dia”, a participante Déborah -+ pic.twitter.com/2hFbzteQqp — Alex Gallete 👛 (@alexgallete) November 16, 2022 Com isso a Déborah só mostra o que eu disse dentro do jogo e na cara dela após a eliminação: tudo tem que ser sobre ela. Mas comigo não! #TeamAlex — Alex Gallete 👛 (@alexgallete) November 16, 2022
Filha de Johnny Depp diz que nunca vai comentar processo de Amber Heard
A atriz Lily-Rose Depp disse que não comenta nem pretende comentar o processo aberto por seu pai, Johnny Depp, contra a ex-esposa dele, Amber Heard. O julgamento virou sensação midiática neste ano ao ser transmitido na íntegra pela internet. Ela foi questionada sobre o assunto pela revista Elle e deu sua justificativa. “Quando é algo que é tão privado e tão pessoal e se torna algo não tão pessoal… Eu me senti no direito de ter meu próprio jardim de pensamentos”, disse ela. Vale lembrar que, durante o julgamento, Amber citou que a ex-enteada era testemunha de uma agressão que ela sofreu de Johnny Depp, durante um passeio de iate com a família. Foi em março de 2013, quando a estrela de “Aquaman” deixou o barco com a ajuda de Lily-Rose, envergonhada por ter sido agredida e pelas acusações do ex-marido de que ela o havia humilhado na frente de seus filhos. A jovem elaborou um pouco mais sua decisão de se afastar dessa polêmica. “Acho que não estou aqui para falar por ninguém, e acho que por muito tempo da minha carreira as pessoas queriam me definir pelos homens da minha vida, fossem meus namorados ou membros da minha família, o que seja. Estou realmente pronta para ser definida pelo que eu coloco para o público”, acrescentou. A estrela da vindoura série “The Idol”, da HBO, também reclamou do tratamento que costuma receber na mídia como “filha de Johnny Depp”. “É estranho pra mim reduzir uma pessoa à ideia de que ela só está onde está por um fator geracional. Não faz o menor sentido pra mim”, reclamou. “A internet se preocupa muito mais com quem é da sua família do que as pessoas que te colocam no elenco de uma produção. Talvez você tenha um pé na porta, mas é apenas o pé na porta. Existe muito trabalho que vem depois disso”, completou. Além de “The Idol”, que ainda não ganhou previsão de estreia, Lily-Rose Depp será vista em breve no remake do terror clássico “Nosferatu”, dirigido por Roger Eggers (“O Homem do Norte”), e no drama “The Governesses”, ao lado da revelação sul-coreana Hoyeon (“Round 6”).
Will Smith tem atuação intensa em novo trailer de “Emancipation”
A Apple TV+ divulgou o novo trailer de “Emancipation – Uma História de Liberdade”, drama sobre escravidão estrelado por Will Smith. A produção estava no limbo após a controvérsia do tapa de Will Smith em Chris Rock durante o Oscar deste ano. Embora vários projetos do ator tenham sido cancelados ou adiados, “Emacipation” já estava totalmente filmado quando aconteceu o desastre de relações públicas. A decisão de lançá-lo ainda neste ano foi tomada após uma exibição privada para um grupo de influencers nos EUA, que teve forte repercussão nas redes sociais. A prévia mostra os motivos da repercussão, com uma performance intensa de Smith e uma belíssima fotografia em cores tão esmaecidas que parecem preto e branco. O filme é baseado na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador, engajar-se na Guerra Civil ao lado dos ianques e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. A cena da reconstituição da foto é a última imagem da prévia. Apesar de todo este contexto histórico, “Emancipation” é descrito por seus produtores como um “thriller de ação” focado na fuga de Peter de seus captores. O trailer destaca esse momento, com direito até a luta contra crocodilo. A direção é assinada por Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”) e, além de estrelar, Smith também é um dos produtores do longa. A estreia está marcada para 9 de dezembro em streaming.












