“Glee” tem polêmicas expostas em trailer de série documental
A Discovery+ divulgou o trailer de “The Price of Glee”, uma série documental focada nas polêmicas da série “Glee” (2009-2015), criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan. A atração de três episódios vai destacar as três mortes no elenco da atração: a overdose de Cory Monteith (Finn), o afogamento de Naya Rivera (Santana) e o suicídio de Mark Salling (intérprete de Puck), que foi preso e se declarou culpado de possuir imagens de pornografia infantil e se matou enquanto aguardava a sentença. Além disso, há o caso de Lea Michele (Rachel Berry), que foi acusada de bullying nos bastidores da produção. A produção da Ample Entertainment (responsável por “The Invisible Pilot” e “9 Months with Courteney Cox”) aparentemente não contou com depoimentos dos astros de “Glee”, que não aparecem entre as declarações destacadas na prévia. Recentemente, a Discovery+ lançou a série documental “House of Hammer” (2022), que detalhou as polêmicas envolvendo o ator Armie Hammer e sua família. Exibida entre 2009 e 2015 no canal americano Fox, “Glee” era uma mistura de drama, comédia e musical, e narrou a história de estudantes que se juntam ao coral da escola. A série coletou dezenas de prêmios e suas seis temporadas podem ser vistas no serviço de streaming Disney+.
Ex-Fazenda Valentina Francavilla defende reality e critica Deolane: “Precisa se tratar”
Depois de realizar uma live com denúncias contra a Record TV nesta madrugada, que muitos consideraram um vexame, Deolane Bezerra foi rebatida por Valentina Francavilla, que disputou a “Fazenda 13” e decidiu desmentir as acusações contra a produção do programa. A advogada afirmou que sofreu violência psicológica, que sofreu com ansiedade por ficar trancafiada, que o programa era parcial e que Adriane Galisteu não a parabenizou no dia de seu aniversário, entre outras denúncias. Valentina, que participou da edição anterior do reality show, achou triste. “Essa Deolane fez esse pronunciamento falando da ‘Fazenda’. Eu vim falar da minha experiência sobre tudo o que tem por trás da ‘Fazenda’. Eu fiquei quase três meses. Saí faltando duas semanas pra acabar [o programa]. Eu vou falar a minha experiência, de uma pessoa que soube perder, foi eliminada”, ela desabafou nos stories de seu Instagram. “Tudo começa no hotel, porque a gente fica 15 dias confinado. A gente foi tratado igual rei e rainha. O tempo inteiro eles estavam solícitos. Chega um dia que um dos diretores quer fazer uma reunião via vídeo. Ele chega assim: ‘Oi, Valentina, muito obrigado, blá-blá-blá. É o seguinte: Estou aqui pra falar que vão ter alguns dias que vocês vão ficar trancados por muito tempo, sim. Mas não é porque a gente quer, não é por maldade. É porque a gente precisa montar lá fora o dia de festa e o dia que tem atividades. Então você tem que ficar dentro da casa’. Ok, é um reality show”. Ela frisou: “Quando eu entrei, eu assinei um contrato, que eu li, dizendo que a gente ia ficar confinado. Ou seja: a coisa que a gente mais sabe quando a gente vai pra um reality, é que existe um confinamento. A gente fica trancado mesmo. Beleza”. “Em relação à comida, a gente tinha de tudo do bom, do melhor e do fresco. Toda segunda-feira eles repunham a comida e era só coisa boa. Nunca vi nada vencido. Qualquer coisa que a gente precisava – psicólogo, médico – a gente ia no closet, pedia e era atendido na hora”, continuou. “Eu sinto muito por toda equipe, pela Adriane Galisteu… A menina veio falar que ela não lembrou do aniversário dela. Oi? E daí? Você sabe o que é fazer um programa ao vivo? Qual o problema que ela não deu parabéns? A rainha do mundo tem que receber parabéns?”, apontou a ex-peoa. “Meus sentimentos para a Adriane, para toda a produção de ‘A Fazenda’ que trabalha com muito carinho, que fica três meses sem ver a família, ficam sugados. Vocês não merecem isso. Vocês são incríveis e eu me senti muito bem tratada enquanto estava lá dentro”, acrescentou. “E outra: ‘trancafiada com ansiedade’? Leva um remédio igual eu levei pra ficar tranquila, leva. Sabe? Se programa. Os meus sentimentos a todo mundo de ‘A Fazenda’. Vocês merecem um abraço muito apertado. Tem gente que não vale a pena, não sabe o que é a vida, não sabe o que e perder, não sabe que o mundo não gira em torno de si, não sabe o que é bondade”. “Do momento da entrevista ao momento que eu saí, eu cheguei a fazer amizades que dá vontade de chorar quando se vai embora. A pessoa [Deolane] é mal-agradecida, não sei como uma pessoa dessas ainda acha que é de Deus. Juro. Quem sou eu pra falar dela, mas é uma injustiça tão grande…”, seguiu. “Eu acho que essa menina precisa se tratar, de verdade. Precisa de um psicólogo, cair na real. Ter dinheiro não é tudo na vida. Ter caráter, humildade vale mil vezes mais que ter milhões. Acho que uma pessoa dessas não tem caráter”, concluiu. “Eu sinto muito por toda produção maravilhosa pela Adriane Galisteu por toda MERDA que eles tiveram que ouvir”Via insta @valentinafrancavilla Valentina fez storie nos contando como foi a experiência dela pela passagem no programa👏👏 pic.twitter.com/XQSotvS28I — 𝓢𝓾𝔃𝓾 𝓴𝓪𝓻𝓫𝓲𝓪𝓱 🌻 (@karbia_suzuki) December 8, 2022
Jerrod Carmichael vai apresentar Globo de Ouro 2023
O comediante Jerrod Carmichael (“The Carmichael Show”) vai apresentar a próxima edição do Globo de Ouro. A informação foi divulgada pela Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA na sigla em inglês), que organiza o evento. “Estamos muito empolgados em ter Jerrod Carmichael como anfitrião do histórico 80º Globo de Ouro”, afirmou Helen Hoehne, presidente da HFPA, em comunicado. “Seus talentos cômicos divertiram e emocionaram o público, proporcionando momentos instigantes que são tão importantes nos tempos em que vivemos. Jerrod é o tipo especial de talento que este programa exige para iniciar a temporada de premiações.” Carmichael co-criou, co-escreveu, produziu e estrelou a sitcom semi-autobiográfica “The Carmichael Show”, exibida 2015 e 2017 no canal americano NBC. Em setembro, ele venceu um Emmy pelo seu especial de comédia “Jerrod Carmichael: Rothaniel” e foi indicado a outro Emmy pela sua estreia como apresentador no programa humorístico “Saturday Night Live”, em abril. “Jerrod é um talento fenomenal com uma nova perspectiva e excelente estilo cômico”, acrescentou Jesse Collins, produtor executivo e CEO da Jesse Collins Entertainment, que produz o evento. “Estamos todos entusiasmados por tê-lo como apresentador do programa deste ano”. O “tipo especial de talento” do comediante também inclui ser negro, o que chama atenção após a HFPA ser acusada de propagar racismo por não ter integrantes negros em seus quadros. A denúncia foi feita numa reportagem do jornal Los Angeles Times, que revelou que nenhum dos 80 integrantes originais da HFPA e eleitores do Globo de Ouro era negro. Para complicar, um ex-presidente da entidade, Philip Berk, escreveu um email para os filiados chamando o movimento “Vidas Negras Importam” (Black Lives Matter) de um “movimento de ódio racista”. Ele foi expulso da associação. Além disso, o Los Angeles Times também expôs a corrupção da entidade, que aceitava presentes dos estúdios para influenciar seus votos na premiação. Denúncias de assédio sexual da “imprensa estrangeira de Hollywood” também se juntaram ao caldo, citadas por astros como Scarlett Johansson e Brendan Fraser. E isso levou a rede americana NBC, responsável pela exibição da premiação desde 1996, decidir não transmitir o Globo de Ouro em 2022. A emissora cancelou a transmissão após a pressão das plataformas Amazon e Netflix, de uma coalizão de 100 agências de talentos, que representam as principais estrelas do cinema e da televisão dos EUA e do Reino Unido, e também de vários estúdios, que anunciaram rompimento com a entidade após as denúncias. Por isso, o Globo de Ouro deste ano “aconteceu” sem a presença de astros de Hollywood, apenas com o anúncio de vencedores pelas redes sociais. Para recuperar sua credibilidade, a HFPA anunciou várias mudanças, incluindo a ampliação da diversidade de seus membros com a adição de 103 novos votantes, que se somaram aos cerca de 80 anteriormente existentes, e a criação de um manual de ética. Além disso, a entidade teve seu controle adquirido pela empresa de investimentos Eldridge Industries, que também assumiu a propriedade da Dick Clark Productions, a produtora de longa data do evento. Desse modo, o dono da Eldridge Industries, Todd Boehly, passou a aturar como CEO interino do HFPA desde outubro de 2021. Mas tantas mudanças podem não ser suficientes. O ator Brendan Fraser, que vem de uma performance elogiada em “The Whale” (A Baleia) e é considerado presença garantida nos diversos eventos de premiação da temporada, já afirmou que não aceitará convite para participar do Globo de Ouro 2023. A cerimônia marcará 20 anos de um abuso que ele sofreu de Philip Berk no evento. A 80ª edição do Globo de Ouro foi marcada para o dia 10 de janeiro de 2023, uma terça-feira. A escolha da data se deve ao fato de o domingo anterior estar ocupado com um jogo de futebol da NFL e o seguinte com a premiação do Critics Choice Awards. A cerimônia terá exibição simultânea nos EUA na rede de TV NBC e no serviço de streaming Peacock.
Tirullipa pede perdão por “brincadeiras” que renderam acusação de assédio
Tirullipa (“Os Parças”) se pronunciou na noite desta terça (6/12), pedindo desculpas por excessos que o levaram a ser expulso da Farofa da Gkay. Ele sofreu acusação de assédio por puxar biquínis de convidadas e tentar tocar seus seios durante uma “brincadeira” em homenagem à “Banheira do Gugu”. O humorista publicou um vídeo no Instagram, em que assumiu que errou e buscou se justificar, afirmando que não tinha “intenção” de fazer mal. “Fala, pessoal. Depois de conversar com a Gkay e toda a produção da Farofa, eu quero aqui pedir desculpa a todas as meninas, as mulheres, a Nicole, que se sentiu assediada, não foi a minha intenção. Tentei levar uma brincadeira, uma alegria, mas eu realmente me excedi. De fato, aquele clima de Farofa, de que tudo pode, na realidade tudo não pode”, afirmou. “Eu vacilei, errei e tô aqui para pedir perdão a você Nicole e outras que se sentiram feridas, me perdoem. A gente que trabalha com comédia é muito complicado”, acrescentou, citando a influenciadora Nicole Louise, que se descreveu como assediada nas redes sociais. Ele completou pedindo perdão e afirmando que o episódio serve para ele e os demais humoristas se ligarem que “o menos é mais”. “Deus sabe do meu coração, vim aqui com a minha esposa, sou pai de duas filhas mulheres e não queria isso para elas. Então, tô pedindo perdão em público para vocês e resolvi me retirar da Farofa. Falei com a Gkay e falei ‘não queria prejudicar a festa’. A festa vai continuar e aproveitem porque é para vocês”, seguiu. “Peço perdão mais uma vez pelas brincadeiras. O menos é mais e eu me excedi. Isso serve de aprendizado não só para mim como para outros comediantes de que o menos é mais. De fato, eu passei do ponto. Perdão, desculpa, a minha intenção não foi essa. Eu só queria levar alegria, mas infelizmente aconteceu isso. Perdão e boa festa a todos na Farofa”, completou. Em nota, a organização da Farofa confirmou que expulsou Tirulipa do Marina Park Hotel, em Fortaleza, no Ceará, onde está acontecendo a festa. “Devido ao episódio de assédio, ocorrida na tarde de hoje na Farofa da Gkay, foi adotada providência imediata, pela organização do evento, com a retirada do convidado que teve tal comportamento. Toda equipe repudia esse tipo de comportamento e jamais apoiaria qualquer atitude desrespeito às mulheres ou qualquer outra pessoa no local”, diz o texto oficial, publicado no Instagram. Entenda o caso O humorista Tirullipa foi expulso da Farofa da Gkay por puxar biquínis de convidadas em uma brincadeira na piscina, apurou Splash. A influenciadora digital Nicole Louise se manifestou para denunciar que foi uma das vítimas de assédio do humorista Tirullipa durante brincadeira na piscina na Farofa da Gkay. Splash apurou que Gkay, que é muito próxima de Tirullipa, expulsou o humorista por ter considerado a atitude dele um assédio. A reportagem também apurou que a assessoria de imprensa de Tirullipa e a produção da Farofa da Gkay fizeram uma reunião após a situação e em breve devem soltar um comunicado. A reportagem entrou em contato com o humorista e com a organização do evento, que passou a seguinte nota: “Devido ao episódio de assédio, ocorrido na tarde de hoje na Farofa da Gkay, foi adotada providência imediata pela organização do evento com a retirada do convidado que teve tal comportamento. Toda equipe repudia esse tipo de comportamento e jamais apoiaria qualquer atitude desrespeitosa às mulheres ou outra pessoa no local.” Tirullipa ainda não se manifestou. O texto será atualizado assim que houver resposta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por tirulipa (@tirulipahumorista)
Tirullipa é expulso da Farofa da Gkay por puxar biquínis de influencers
Até farofada tem limites, como descobriu o humorista Tirullipa (“Os Parças”), que foi expulso da Farofa da Gkay nesta terça (6/12) por puxar biquínis de convidadas e tentar tocar seus seios durante uma “brincadeira” em homenagem à “Banheira do Gugu”. Há vídeos circulando nas redes sociais que mostram Tirullipa deixando influenciadoras nuas ao tirar a parte de cima de seus biquínis, enquanto elas participavam da atividade num piscina/caixa d’água de plástico. Num dos vídeos, ele avança para os seios de uma mulher que desnudou, em meio a pessoas que acham muito engraçado. Embora a Farofa seja conhecido pela pegação de subcelebridades, o limite é o consentimento, e as vítimas da “brincadeira” não deram a Tirulipa a liberdade de deixá-las de topless. “Me senti invadida, isso é assédio. Ele não fez assédio só comigo, é uma falta de noção do caramba. Acabei de ser informada que ele foi expulso da Farofa… mas eu estou indignada. Porque era fã desse cara”, disse a influencer Nicole Louise nos stories. A própria Gkay, que é muito próxima de Tirullipa, teria expulso o humorista por concordar que a atitude configurou assédio. Um comunicado oficial, publicado no perfil oficial da festa, informou: “Devido episódio de assédio, ocorrido na tarde de hoje na ‘Farofa da Gkay’, foi adotada providência imediata, pela organização do evento, com a retirada do convidado que teve tal comportamento. Toda equipe repudia esse tipo de comportamento e jamais apoiaria qualquer atitude desrespeitosa às mulheres ou outra pessoa no local”. Festa de aniversário transformada em evento de três dias com shows e até um dark room para a pegação, a Farofa da influenciadora digital Gessica Kayane começou na segunda (5/12) e vai até quinta (7/12) na cidade de Fortaleza, no Ceará, com transmissão pelo Multishow e pela Globoplay. O evento conta com shows de grandes nomes da música brasileira, como Anitta, Ivete Sangalo, Pabllo Vittar, Luísa Souza e Wesley Safadão, entre outros. 🚨AGORA: Um compilado de vídeos está sendo postado, onde o humorista Tirullipa puxa os biquínis de influenciadoras fazendo elas ficarem nuas em uma caixa-d’água onde aconteciam uma dinâmica na Farofa da Gkay. pic.twitter.com/PlxTTvv1Eg — CHOQUEI (@choquei) December 6, 2022 Nesse vídeo além de tirar o biquíni da mulher, Tirulipa pega nos seios dela. Assediador! pic.twitter.com/rgEXV7xJzh — cuzinho (@_do_cinho) December 6, 2022 gkay expulsou o tirulipa, falando que a farofa não compactua com assédio. A gkay tbm: filmando tudo e rindo pic.twitter.com/5RFjhiaonj — b' (@fremishipper) December 6, 2022 🚨AGORA: Nicole Louise, uma das meninas que teve o biquíni puxado por Tirullipa se pronunciou: “Eu tô muito indignada. Eu me senti invadida e isso é assédio. Ele fez isso com vários outras mulheres. Eu gostava muito dele, e simplesmente…” pic.twitter.com/XpuInturEE — CHOQUEI (@choquei) December 6, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por FAROFA DA GKAY (@afarofadagkay)
Jornalista defende Marcius Melhem ao ver processo de assédio: “vomitei”, “fiquei com ódio”
O jornalista Ricardo Feltrin publicou um vídeo neste domingo (4/12) em que afirma que Marcius Melhem, ex-diretor do departamento de humor da Globo, é inocente das acusações de assédio sexual feitas por funcionárias da empresa. Ele afirma que chegou a essa conclusão ao ter acesso às provas contidas nos autos do processo. Feltrin já vinha sendo muito criticado por divulgar conteúdo de mensagens que estão no processo, demonstrando uma parcialidade na cobertura a favor de Melhem. Em seu vídeo, ele assume lado, dando como justificativa um arrependimento por ter condenado previamente o humorista. “Tive nojo de mim”, declarou. Melhem foi acusado por Dani Calabresa e outras atrizes de cometer assédio sexual. Segundo Feltrin, o total de supostas vítimas é muito menor do que a acusação contra o humorista deu a entender. No vídeo de 35 minutos, o jornalista disse que esperou duas semanas para ler o material, mas que ficou chocado ao se deparar com as provas. A acusação incluía a denúncia mostrada em primeira mão num texto da revista Piauí, publicado em fevereiro deste ano. Mas Feltrin garante que a defesa de Melhem rebate cada acusação e comprova que ele foi, na verdade, a verdadeira vítima da situação, alvo de uma suposta trama armada pelas três mulheres que o acusam. “Quando eu começo a ler isso, gente… Primeiro as mensagens da Dani Calabresa, [com] aquela intimidade, aquele carinho que ela tinha. Depois começo ler as mensagens da atriz número dois, mensagens que ela trocou com Marcius Melhem por três anos, né? Sendo um ano e três meses de namoro”, diz o jornalista. “Quando eu leio essas mensagens… Vou falar pra vocês: eu já chorei lendo livro, já dei risada lendo livro, já fiquei revoltado lendo livro, fiquei empolgado lendo livro. Mas essa foi a primeira vez que eu li alguma coisa e vomitei”, descreveu. Ele reforça que sentiu verdadeiro asco do que descobriu, inclusive dele mesmo. “A primeira coisa que eu tive foi nojo de mim, como jornalista. Desculpa, é muito difícil falar sobre isso”, disse, enxugando lágrimas dos olhos. “Fiquei com nojo de mim porque como eu posso ter escrito, destruído uma pessoa publicamente com a minha pena? Sendo que eu não conhecia essa pessoa, sendo que eu não conhecia o caso… Eu tive nojo de mim”, desabafou. “Depois eu vomitei de ódio de me sentir enganado. De perceber que essas mulheres tinham usado uma trama, que eu vou descobrir depois”, continuou. E sem aprofundar o que encontrou, passou a enumerar os motivos que teriam levado as três mulheres a armar contra Melhem: “Dani Calabresa, ódio profissional; atriz número dois, ódio passional (tinha acabado de ser dispensada pelo Melhem bem na hora que a Calabresa vai fazer a denúncia de assédio moral); e uma atriz número três tinha ódio familiar do Melhem, inclusive tratava ele por termos racistas havia anos.” O jornalista disse ter ficado revoltado e mais: “Eu fiquei com ódio dessas mulheres. Como é que eu pude cair nessa conversa?” “Pra mim, depois de quase dois anos de investigação, eu posso afirmar, como jornalista, de tudo que eu li, de tudo o que eu apurei, de todas as testemunhas que eu ouvi, todos os áudios que eu ouvi, todos os vídeos que eu vi, as fotos que essas mulheres postaram pro Marcius Melhem ao longo de anos e depois correram deletar, não tenho nenhuma dúvida de que esse caso foi motivado por ódio. Esse caso foi o mais vergonhoso que eu cobri em 31 anos de jornalismo. O ódio que eu senti disso”, declarou, de forma bastante enfática. Para Feltrin, o caso chega a ser prejudicial para a causa das mulheres vítimas de assédio. “E eu também vomitei, eu sei, porque eu fiquei pensando o que essa denúncia, o que essa denunciação caluniosa ia causar pra luta das mulheres”, acrescentou. Veja abaixo o vídeo na íntegra.
A Fazenda: Deolane ridiculariza religião de Pelé
As peoas Deolane Bezerra, Pétala Barreiros e Bia Miranda causaram mais uma polêmica em “A Fazenda 14”. As aliadas menosprezaram a religião de Pelé Milflows na madrugada desta sexta-feira (2/12), enquanto comemoravam a falsa eliminação de Barbara Borges, a Babi. Num dialogo entre a “Deolândia”, a dançarina Moranguinho disparou que “Deus é grupo A”. O comentário resultou em uma série de frases intolerantes a respeito de religiões de matriz africana (como o candomblé, umbanda ou quimbanda). “Acho um negócio do Pelé, mas não posso falar. Lá fora eu falo. Um negócio que notei…”, começou Pétala sobre um suposto “comportamento” do rapper antes das provas. O comentário gerou um silencio entre as aliadas, que foi rompido por uma breve brincadeira de adivinhação. “Ele não confia nesse poder dele aí para a roça, não. […] Antes de ir para a prova… Sei que o santo dele fuma mais que eu, 50 vezes [mais]. Tem dia que ele fuma cinco de uma vez”, afirmou Deolane. “Nosso santo é forte”, comemorou Pétala por ter voltado da eliminação falsa. “Nosso santo é uma porra, é Deus mesmo, Jesus Cristo”, disparou Deolane. “Aqui não tem pata de coelho, não. Você viu ele falando que anda com pata de coelho?”, perguntou Bia Miranda. “Ontem, ele agradeceu todos os negócios que tem aí no mundo. Ele falou [sobre o] Tranca Rua, já ouviu falar?”, disse Deolane, fazendo com que o som do programa no Playplus fosse cortado. Diante do assunto polêmico, a emissora de Edir Macedo correu para silenciar as peoas. A conversa deu a entender que Pelé pede ajuda aos orixás para vencer as dinâmicas, como se a fé do peão fosse algo ruim. Esse tipo de comentário que demoniza as religiões de matriz africana também é chamado de racismo religioso, e chamou atenção do perfil do Twitter Nossos Orixàs. Confira abaixo os momentos polêmicos. Bia disse que acha um negócio do Pelé que ela notou, mas que só pode falar aqui fora #AFazenda pic.twitter.com/HzpqzmmhDc — Dantas (@Dantinhas) December 2, 2022 Deolane dizendo que o Pelé agradeceu a todos os "negócios que tem no mundo". Pétala perguntando se ela já ouviu falar sobre tranca rua. Silenciaram quando começaram a falar, Intolerância religiosa é crime!!! pic.twitter.com/PpDVnfoTYK — Nossos Orixàs🕊 (@NossosOrixas) December 2, 2022
Samuel L. Jackson rebate crítica de Tarantino à Marvel
O astro Samuel L. Jackson, que estrelou vários filmes de Quentin Tarantino e da Marvel, entrou na polêmica levantada pelo diretor contra uma suposta “Marvelização de Hollywood”. Ao participar do podcast “2 Bears, 1 Cave”, Tarantino criticou os filmes de heróis por não popularizarem intérpretes, apenas os personagens. “Você tem todos esses atores que se tornaram famosos interpretando esses personagens. Mas eles não são estrelas de cinema. Certo? Capitão América é a estrela. Ou Thor é a estrela.” O intérprete de Nick Fury no MCU rebateu os comentários do diretor durante sua participação no programa americano “The View”, da rede ABC. “É preciso um ator para viver esses personagens, e o sinal do estrelato no cinema sempre foi, o quê, bundas sentadas? Do que estamos falando?”, ironizou ele. “Para mim, não é uma grande controvérsia entender que, claramente, esses atores são estrelas de cinema. Chadwick Boseman é o Pantera Negra. Você não pode refutar isso, e ele é uma estrela de cinema”, ponderou. Ele não é o primeiro ator da Marvel a dar uma resposta à Tarantino. O ator Simu Liu, protagonista de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), lembrou do racismo de Hollywood em comparação às produções da Marvel de forma contundente. “Se os únicos guardiões do estrelato no cinema fossem Tarantino e Scorsese, eu nunca teria tido a oportunidade de estrelar um filme de mais de US$ 400 milhões”, escreveu ele numa postagem no Twitter. “Fico maravilhado pela genialidade cinematográfica deles. Eles são autores transcendentes. Mas eles não podem apontar o nariz para mim ou para ninguém.” “Nenhum estúdio de cinema é ou será perfeito”, continuou ele. “Mas tenho orgulho de trabalhar com alguém que fez esforços contínuos para melhorar a diversidade na tela, criando heróis que capacitam e inspiram pessoas de todas as comunidades em todos os lugares. Eu amei a ‘Era de Ouro’ também… mas era branca como o inferno.” Samuel L. Jackson será visto em 2023 na série “Invasão Secreta” e no filme “As Marvels”, reprisando seu papel como Nick Fury.
Elon Musk espalha fake news, posta apitos de cachorro e ataca a Apple no Twitter
Cinco dias depois de prometer ganhar a confiança dos usuários do Twitter com a defesa intransigente da verdade, Elon Musk parece ter surtado, a ponto de receber várias críticas por espalhar fake news e apitos de cachorro para racistas e extremistas. Seus posts das últimas horas foram refutados pela CNN, a Liga Anti-Difamação e até por seus seguidores na plataforma. E no meio disso ele encontrou tempo para atacar a Apple. O dia começou com um post mentiroso que visava a CNN. O homem mais rico do mundo postou uma reportagem falsa com logo da CNN que atribuía ao canal a acusação de que “Elon Musk poderia ameaçar a liberdade de expressão no Twitter ao literalmente permitir que as pessoas falem livremente”. A rede de notícias rebateu apontado que aquela “manchete nunca apareceu na CNN”. Fez ainda mais. Ironizando a fake news, a CNN criou uma arte que imita o alerta do Twitter sobre violação de regras referentes à desinformação, e colocou o selo de fake news no post de Musk. A ironia é ainda maior, porque o próprio Musk disse que não aceitaria mais contas de paródia no Twitter que não fossem claramente especificadas como tal. “Daqui em diante, qualquer usuário do Twitter envolvido em representação sem especificar claramente ‘paródia’ será permanentemente suspenso”, disse ele no começo do mês. Se o aviso fosse sério, Musk deveria ser permanentemente suspenso do Twitter, pois a fonte original da imagem era um site de paródia e não a própria CNN. A resposta de Musk para a polêmica foi escrever “Lmaoooo” (rindo muito) como comentário. Na sequência da fake news, Musk postou fotos de armas e latas de cerveja, que supostamente estavam na sua cabeceira, seguidos por um desenho de Pepe, o Sapo, um personagem de desenho animado que foi apropriado por supremacistas brancos para transmitir sentimentos racistas, antissemitas e pró-nazistas nos EUA. A sucessão de imagens gerou críticas da Liga Anti-Difamação. Oren Seagal, vice-presidente da organização que defende judeus nos EUA, apontou que o desenho serve de apito de cachorro para extremistas. “O fato de ele postá-lo neste momento de ódio crescente em sua plataforma é uma indicação que não está realmente levando a sério o assunto”, disse Segal ao site Deadline. Ele também acha difícil acreditar quando Musk finge ignorar o contexto do que está postando. “No contexto de uma plataforma em que vemos ódio crescente, racismo, anti-semitismo… Esses tuítes levantam sérias dúvidas sobre se ele se importa com essas questões”, concluiu. E ao entrar na tarde, Musk puxou briga com Tim Cook, CEO da Apple, acusando a empresa de querer censurar o Twitter, parando de investir em publicidade na plataforma. Não ficou nisso. Musk acusou Cook de até considerar tirar o aplicativo da Apple Store. E em seguida ele passou a fazer ataques contra a Apple. O dono do Twitter fechou o dia “produtivo” ameaçando publicar um dossiê sobre “supressão da liberdade de expressão”, supostamente expondo discussões da antiga diretoria da empresa sobre iniciativas para impedir a proliferação de fake news na plataforma, durante a pandemia. “O público merece saber o que realmente aconteceu…”, acrescentou, sem se preocupar com as consequências de atacar o próprio Twitter. Lmaoooo — Elon Musk (@elonmusk) November 28, 2022 My bedside table pic.twitter.com/sIdRYJcLTK — Elon Musk (@elonmusk) November 28, 2022 And there it is. The veil has totally lifted. Elon has gone full alt-right, 4chan, white power, Pepe the Frog hate symbolism. We all knew it…but now have the receipts to back it up 🧾 — HNDRX (@TheHndrx) November 28, 2022 What’s going on here @tim_cook? — Elon Musk (@elonmusk) November 28, 2022 Apple has also threatened to withhold Twitter from its App Store, but won’t tell us why — Elon Musk (@elonmusk) November 28, 2022 Did you know Apple puts a secret 30% tax on everything you buy through their App Store? https://t.co/LGkPZ4EYcz — Elon Musk (@elonmusk) November 28, 2022 pic.twitter.com/uKEY9mVujp — Elon Musk (@elonmusk) November 28, 2022 The Twitter Files on free speech suppression soon to be published on Twitter itself. The public deserves to know what really happened … — Elon Musk (@elonmusk) November 28, 2022
Will Smith diz entender se o público não quiser ver seu novo filme após tapa do Oscar
O ator Will Smith (“King Richard: Criando Campeãs”) disse que consegue entender se público não quiser assistir seu novo filme, “Emancipation”, após o tapa que deu em Chris Rock no Oscar. Mas ele tem “esperança” de que sua ações na cerimônia da Academia “não acabem penalizando minha equipe”. “Entendo perfeitamente se alguém não estiver pronto”, disse Smith, em entrevista ao canal americano Fox. “Eu absolutamente respeitaria isso e permitiria que as pessoas tivessem o seu espaço caso não estivessem prontas”. Ao mesmo tempo, ele acrescenta que sua “maior preocupação é com a minha equipe” e em poder celebrar as realizações criativas do filme. Smith apontou especificamente para o trabalho do diretor Antoine Fuqua (“O Protetor”), do diretor de fotografia Robert Richardson, da desenhista de produção Naomi Shohan, da figurinista Francine Jamison-Tanchuck e da atriz Charmaine Bingwa como dignos de elogios. Disse especialmente que “Emancipation” é “o maior trabalho” da carreira de Fuqua. “As pessoas nesta equipe fizeram alguns dos melhores trabalhos de suas carreiras, e minha esperança mais profunda é que minhas ações não penalizem minha equipe”, comentou. “Então, neste momento, é para isso que estou trabalhando. Isso é o que eu espero. Espero que o material, o poder do filme, a oportunidade da história… espero que o bem possa ser feito e abra o coração das pessoas no mínimo para ver, reconhecer e apoiar os incríveis artistas dentro e em torno deste filme.” Desenvolvido para a plataforma de streaming Apple TV+, “Emancipation” é baseado na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador, engajar-se na Guerra Civil ao lado dos ianques e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. Durante uma exibição especial do filme no início de outubro, Smith contou que a sua decisão de fazer o filme foi baseada na representação de um lado diferente da identidade e da história negra durante o período da escravidão. “Eu nunca quis nos mostrar assim. E então esse filme apareceu. E este não é um filme sobre a escravidão. Este é um filme sobre liberdade. Este é um filme sobre resiliência. Este é um filme sobre fé”, disse ele na época. “Este é um filme sobre o coração de um homem – o que poderia ser chamado de a primeira imagem viral. As câmeras acabavam de ser criadas e a imagem do Peter açoitado deu a volta ao mundo. Foi um grito de guerra contra a escravidão, e essa foi uma história que explodiu e floresceu no meu coração, que eu queria poder contar para vocês de uma forma que só Antoine Fuqua poderia fazer.” Fuqua compartilhou um sentimento semelhante aos comentários mais recentes de Smith sobre o poder do filme. Em uma entrevista ao site The Hollywood Reporter, o diretor disse que “gostaria que o público visse a verdade e se inspirasse nela”. O diretor então explicou seu próprio raciocínio sobre manter o lançamento do filme neste ano, apesar das consequências. “Minha conversa sempre foi: ‘400 anos de escravidão, de brutalidade, não são mais importantes do que um momento ruim?’ Estávamos em Hollywood, e algumas coisas realmente feias aconteceram, e vimos que muitas das pessoas que recebem prêmios fizeram coisas realmente desagradáveis”, explicou ele. “Então, acho que a Apple considerou todas essas coisas e discutimos muitas dessas coisas. Uma decisão foi tomada pelas pessoas responsáveis pela distribuição e pelo dinheiro da Apple, e eu sou grato. Sou muito grato.” Ele também disse que os envolvidos com o filme nunca discutiram a possibilidade de “o filme não sair” após Smith estapear Rock, mas que a Apple foi “muito cuidadosa” ao avaliar o incidente e a repercussão do que aconteceu. Por fim, Fuqua resumiu que o que aconteceu entre Will Smith e Chris Rock foi “um evento infeliz, e espero que possamos seguir em frente e superar isso”. “Emancipation” tem estreia marcada para 9 de dezembro em streaming.
Kanye West exibia fotos íntimas de Kim Kardashian para funcionários
Ex-funcionários do rapper Kanye West, também conhecido como Ye, revelaram que o artista tinha o costume de compartilhar fotos e vídeos íntimos da ex-esposa, a socialite Kim Kardashian. De acordo com a revista Rolling Stone, os funcionários da marca Yeezy (parceria de Kanye com a Adidas) publicaram uma carta aberta destinada à publicação revelando que eram obrigados a consumir a pornografia “hardcore” do casal durante o expediente. Um dos ex-empregados até alegou ter visto fotos explícitas de Kim durante uma entrevista de emprego, que aconteceu em 2018. “Ele me mostrou o vídeo de Francesca Le, uma estrela pornô com um vibrador transando com outra garota. Ele questionou o que achei disso, sem rir de jeito nenhum. Na época, achei estranho, mas pensei que era sua personalidade de artista ousado”, contou outro ex-funcionário sobre uma visita a residência do rapper. A equipe alega que Ye “não tinha medo de mostrar imagens explicitas ou de falar sobre situações que deveriam ser mantidas em sigilo”, bem como usar táticas de intimidação ao longo dos anos. “Nos últimos anos, ele explodiu com as mulheres na sala [de reuniões] com comentários ofensivos e recorria a referencias sexualmente perturbadoras ao fornecer feedback de design”, acusa um dos funcionários. Em outro episódio, uma mulher pediu para trocar de setor dentro da empresa, sendo motivo para estimulo de comportamento violento do rapper. Os membros de alto escalão da Adidas estavam cientes das atitudes do cantor. “Na ocasião, West começou a gritar que os Yeezys ainda não estavam de acordo com seus padrões, então se aproximou de uma funcionaria sênior, olhou para o pé, olhou para ela e disse: Quero que você me faça um sapato que eu possa fod*r”, relata a denúncia. “O comportamento mais preocupante que deveria ter sido sinalizado pela equipe executiva logo no início da parceria é sua abordagem manipuladora e baseada no medo, ao mesmo tempo em que tentava afirmar o domínio sobre os funcionários da Adidas em salas fechadas.” O rapper e a socialite se separaram oficialmente em 2021. Desde então, Ye faz chantagens e episódios dramáticos nas redes sociais sobre a custódia dos quatro filhos. Um dos vídeos que lançou, em meio a um surto e ao cancelamento de seu contrato com a Adidas em outubro passado, incluía uma cena em que mostrava um vídeo pornográfico para dois executivos da Adidas, diante de membros de seu círculo íntimo. Kanye West não se manifestou sobre as acusações até o momento. Em resposta ao questionamento da Rolling Stone, um porta-voz da Adidas forneceu uma breve declaração dizendo que a empresa “não discutirá conversas privadas, detalhes ou eventos que tenham levado à nossa decisão de encerrar o parceria entre a Adidas e a Yeezy, e se recusa a comentar qualquer especulação relacionada”.
Produtores de “1899” negam acusações de plágio de brasileira: “Nem conhecíamos”
Os produtores alemãos Baran bo Odar e Jantje Friese se pronunciaram nesta segunda (21/11) sobre a polêmica acusação de plágio sofrida pela série “1899”, que estreou na última quinta-feira (17/11) na Netflix. Após a ilustradora brasileira Mary Cagnin afirmar que o programa seria uma cópia descarada de seus quadrinhos “Black Silence”, Friese negou que a nova série da Netflix tenha se inspirado em qualquer material. “Oh, Internet! Não posto nada há anos porque, francamente, acho que as redes sociais se tornaram tóxicas. As últimas 24 horas provaram isso novamente”, escreveu Friese no Instagram. “Para deixar claro: nós não [copiamos]! Até ontem nem sabíamos da existência dessa história em quadrinhos. Ao longo de dois anos, colocamos dor, suor e exaustão na criação de ‘1899’. Esta é uma ideia original e não baseada em nenhum material de origem.” A produtora acrescentou que tem sido “bombardeada com mensagens ofensivas” desde a denúncia neste domingo (20/11) e que a manifestação de Mary Cagnin “deve ser um esquema para vender mais de suas histórias em quadrinhos”. Momentos depois, Friese deletou a postagem. Também pelo Instagram, seu parceiro Baran bo Odar ressaltou que não conheciam a artista, tampouco tinham ciência sobre o quadrinho brasileiro. “Isso tem me deixado extremamente bravo e chateado”, afirmou. “Nunca roubaríamos [obras] de outros artistas, já que nos sentimos como artistas. Também entramos em contato com ela [a ilustradora], então esperamos que ela retire as acusações. A Internet se tornou um lugar estranho. Por favor, mais amor em vez de ódio”, escreveu. Em seu relato, publicado no Twitter, Cagnin se disse “em choque” ao descobrir que “‘1899’ é simplesmente idêntico ao meu quadrinho ‘Black Silence’, publicado em 2016”. Ela listou uma série de “coincidências” entre as duas obras, mostrando lado a lado suas ilustrações e cenas da produção europeia. “Já chorei horrores. Meu sonho sempre foi ser reconhecida pela meu trabalho nacionalmente e internacionalmente. E ver uma coisa dessas acontecendo realmente parte meu coração. Sabemos que no Brasil temos poucas oportunidades para mostrar nosso trabalho e ser reconhecido por ele”, desabafou. Ela postou um link para o público conhecer sua obra gratuitamente em seu site pessoal (marycagnin.com) e tirar suas próprias conclusões. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por baranboodar 🜃 (@baranboodar) Gente os "criadores" da série 1899 tiveram coragem de falar com todas as letras que o plágio na verdade é um esquema da Mary pra vender mais quadrinhos. Toda minha solidariedade pra Mary nesse momento pic.twitter.com/uJNzHGN3lb — Tiny Soprano 🎄 (@porrafabizinha) November 21, 2022
Betty Faria se arrepende de defender Cássia Kis: “Merece punição”
As declarações antidemocráticas de Cássia Kis continuam dando no que falar. Desta vez, a atriz Betty Faria surgiu arrependida, no último sábado (19/11), após defender a colega de trabalho de uma suposta “censura ditatorial”. Apenas uma semana após a defesa, Betty reconheceu que as entrevistas “polêmicas” de Cassia são destrutivas à democracia brasileira. “Foi um equívoco imenso”, declarou a eterna Tieta, pelo Twitter. “Eu estava errada ao defender o direito da colega de profissão [em] dar opiniões destrutivas à nossa Democracia. Desculpem-me, por favor. Acho que tanto ela quanto os outros merecem punição.” No último dia 12, Betty Faria declarou não compactuar com a postura extremista adotada por Cássia, mas pediu para que os internautas não atacassem a interprete de Cidália (de “Travessia”). “Como democrata que sou, contra a censura, mesmo discordando de tudo, acho que ela tem o direito de dizer o que pensa e sente. Caso contrário, estamos repetindo a censura das Ditaduras”, afirmou. O público, por sua vez, não ficou nada contente com a defesa de Betty à Cassia. “Você não acha que liberdade de expressão é diferente de liberdade de ofensa?”, questionou uma fã pelo Twitter. Cassia Kiss virou a musa dos bolsonaristas após fazer declarações homofóbicas numa live com a jornalista Leda Nagle, razão pela qual está sendo processada no Rio de Janeiro até por colegas de trabalho, como é o caso do ator José de Abreu. Além disso, a atriz tem sido fortemente criticada por participar de manifestações antidemocráticas no Rio de Janeiro contra o resultado da eleição presidencial de 2022. Os frequentadores dos atos a veem como um grande exemplo para a “luta”. Eu estava errada ao defender o direito da colega de profissão dar opiniões destrutivas à nossa Democracia.Foi um equívoco imenso.Desculpem me por favor.Acho que tanto ela quanto os outros merecem punição. — Betty Faria (@BettyFaria) November 19, 2022 Como Democrata que sou, contra a censura,mesmo discordando de tudo que a atriz Cassia Kiss,acho que ela tem o direito de falar o que pensa e sente.Caso contrário,estamos repetindo a censura das Ditaduras. — Betty Faria (@BettyFaria) November 12, 2022 Betty, você não acha que liberdade de expressão é diferente de liberdade de ofensa? porque se o pensamento dela ofende um grupo de pessoas, e essa ofensa está tipificada juridicamente (ou seja, é crime), como o caso da homofobia, ela limita a liberdade do outro. — canzzian (@mariaagg__) November 12, 2022












