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  • Filme

    “Capitão América 4” ganha novo título e primeira foto de bastidores

    6 de junho de 2023 /

    A Marvel mudou o título do quarto filme do Capitão América. Até então chamado “Captain America: New World Order (Nova Ordem Mundial, em tradução livre) em inglês, o longa foi rebatizado como Captain America: Brave New World (Admirável Mundo Novo). Para divulgar a novidade, o estúdio liberou a primeira foto oficial dos bastidores da filmagens, que traz Harrison Ford (o Indiana Jones) ao lado de Anthony Mackie (o novo Capitão América). Escrito por Malcolm Spellman, roteirista principal de “Falcão e o Soldado Invernal”, o filme vai continuar a trama da série, que mostrou o Falcão (Mackie) se transformando no novo Capitão América. Já Ford interpretará o General Thaddeus “Thunderbolt” Ross, assumindo o personagem que era vivido pelo ator William Hurt (falecido em 2022). Visto em “O Incrível Hulk”, “Capitão América: Guerra Civil”, “Vingadores: Guerra Infinita”, “Vingadores: Ultimato” e “Viúva Negra”, Ross também terá um novo cargo no filme do Capitão América, devendo ser apresentado como presidente dos EUA. A produção também marcará o retorno da filha de Ross, Betty, interpretada por Liv Tyler, e de mais um personagem de “O Incrível Hulk”, Samuel Sterns, vivido por Tim Blake Nelson (“Watchmen”). Se o nome Sterns não traz muitas memórias, talvez fique mais claro lembrar que um dos ganchos esquecidos do final do filme de 2008 foi a transformação do personagem em O Líder. O vilão é um dos inimigos mais tradicionais do Hulk, que finalmente terá a chance de aparecer pós-transformação por envenenamento de raios gama no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). O elenco ainda contará com participações de Danny Ramirez (“Top Gun: Maverick”), Carl Lumbly (“Supergirl”) e, dizem, Sebastian Stan (“Vingadores: Ultimato”), todos vistos na série “Falcão e o Soldado Invernal”. Além disso, a produção marcará a estreia da polêmica heroína israelense Sabra, interpretada por Shira Haas (“Nada Ortodoxa”), e da vilã/anti-heroína Cascavel, papel de Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”). Nos quadrinhos, Cascavel se regenerou, virou agente da SHIELD e até namorou o Capitão América (versão de Steve Rogers). A direção do longa está a cargo de Julius Onah (“The Cloverfield Paradox”) e a estreia está marcada para 2 de maio de 2024 no Brasil – um dia antes do lançamento nos EUA. Captain America: Brave New World In theaters May 3, 2024 (via @anthonymackie) pic.twitter.com/u1kCgLolsL — Marvel Studios (@MarvelStudios) June 6, 2023

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  • Schwarzenegger assume ter apalpado mulheres
    Série

    Schwarzenegger assume ter apalpado mulheres: “Não tem desculpas”

    5 de junho de 2023 /

    Em um dos episódios da série documental “Arnold” da Netflix, o astro Arnold Schwarzenegger (“O exterminador do futuro”) admitiu ter apalpado mulheres há algum tempo atrás. Em 2003, seis mulheres o acusaram de apalpá-las e humilhá-las, em uma matéria publicada pelo jornal The Los Angeles Times cinco dias antes da eleição para governador da Califórnia. Schwarzenegger negou as acusações na época, mas sugeriu que já havia se comportado mal no passado. Durante o episódio da nova atração, Schwarzenegger disse que a princípio negou as acusações, pois sua reação inicial foi ficar na defensiva. Ele acrescenta que hoje pode olhar para a situação de uma forma totalmente diferente. “Independente da época, não importa. Se foi há 40 anos, ou hoje, o que fiz foi errado. Foi uma palhaçada. Não tem desculpas, foi errado”. A série “Arnold” é dividida em três episódios e mostra um pouco dos bastidores da vida de Schwarzenegger. Durante a produção, é possível conferir sua trajetória no fisiculturismo, bem como sua fama e ainda sua transição da vida como astro do cinema para a política. A produção mostra ainda o dia a dia de sua vida pessoal. Relembre o caso Durante um dos episódios, a série foca a polêmica corrida em 2003. A produção mostra como as acusações contra Schwarzenegger surtiram pouco efeito. Mesmo com a reportagem investigativa apontando todas as acusações das vítimas, ele venceu a eleição com 48,6% dos votos contra 31,5% do democrata Cruz Bustmante. A repórter Carla Hall, responsável pela reportagem original, relatou que, quando Schwarzenegger anunciou que iria participar das eleições, a equipe do Los Angeles Times iniciou uma série de investigações. “Ouvimos diversas histórias por anos, mas ninguém nunca havia parado para investigar completamente o ocorrido”. Ela chegou às vítimas, que aceitaram ser identificadas, mas se surpreendeu com o fato de que as denúncias não afetaram o resultado das eleições. “Pensei que as pessoas ficariam mais ofendidas”, disse. A série documental “Arnold” será na lançada na quarta-feira (7/5) na Netflix. A atração tem direção e produção de Lesley Chilcott (produtora de “Uma Verdade Inconveniente”) e Allen Hughes (diretor de “O Livro de Eli”).

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  • Reality,  TV

    “A Grande Conquista” bate recorde com eliminação marcada por barraco na internet

    2 de junho de 2023 /

    A segunda zona de risco de “A Grande Conquista” bateu recorde de audiência na quinta-feira (1/6). Acontece que a eliminação de Stephanie Gomes rendeu um barraco intenso nas redes sociais entre a mãe da jovem e o influencer Rico Melquiades. A atração de Mariana Rios obteve seu melhor desempenho com a marca de 4,6 pontos na Grande São Paulo, segundo dados do Kantar Ibope. A pontuação foi um aumento de três décimos em relação à eliminação do modelo Bruno Camargo, na semana passada. O recorde anterior era de 4,4 pontos registrados em três ocasiões diferentes. A audiência ainda ficou marcada pela saída da ex-favorita Stephanie, que reaqueceu o clima de guerra entre os rivais Solange Gomes e Rico Melquiades. A dupla de “A Fazenda 13” ficou incomodada com as ofensas disparadas às suas parentes dentro do reality. No Twitter, a mãe de Stephanie despejou todo seu veneno contra a mãe de Rico. “Vou falar tudo o que eu penso sobre alguns participantes. Inclusive sobre a mocreia, bruxa da sua mãe, Rico. Mulher antipática e não gosta da minha filha, nunca gostou. Não sou cega, bruxa”, escreveu ela. Rico, por sua vez, não ignorou as ofensas proferidas à sua mãe. “Falar da fofoqueira da sua filha você não fala, né, senhorita Solange? Se toque que o jogo pra sua filha acabou e aceite que a mocreia da minha mãe, mesmo com 50 anos, é mais gostosa que sua filha. Um beijo do campeão”, ironizou o influencer. “Velha coroca, pegue o cachê que a malfeita da sua filha ganhou do reality e leve ela pra uma sala de cirurgia. Outra coisa, senhorita, espero que você tenha dinheiro guardado, pois o processo vem”, acrescentou Rico. A ex-Musa da Banheira do Gugu se revoltou com a insinuação de que Stephanie poderia estar acima do peso. “É montagem, ela não está desse jeito”, justificou ela, antes de retomar as críticas à Sandra. “Que nojo da mãe do Rico! Que mulher asquerosa! Ela é perfeita?” “Vamos aguardar a perfeição da correta até o final. Que todo o ódio da mãe dele retorne. Mocreia! [Rico é] feio pra sempre. Recalcado, pois Stephanie foi do elenco da Mansão e sua mãe [ficou] embolada na Vila. Sua mãe, gostosa? Socorro!” Se engana quem pensa que o bate-boca terminou por aí, pois Rico Melquiades decidiu jogar baixo com a rival mais uma vez: “Mocreia, acho que esse adjetivo não cabe à minha mãe, cabe a você, porque seu passado lhe condena, né? [Teve] caso com homem casado, fazia suruba no Rio de Janeiro, sua ficha não é limpa por lá”, detonou ele, acrescentando que “chumbo trocado não dói”. “Eu não sei porque o [Rodrigo] Carelli foi desenterrar a Solange lá dos anos 1930, dos anos 1920. A banheira já estava esquecida, quer dizer, ela é esquecida. E são nesses momentos que ela aparece ‘causando’ assim. Solange, volta pro esquecimento que é o melhor que tu faz.” Solange Gomes então deu outra cartada familiar e lembrou que a tia de Rico trabalha como empregada na casa da irmã. “Aquela Sandra, mocreia, pagando de correta com a minha filha, mas coloca a irmã dela pra ser empregada doméstica na casa dela. Realmente. Eu jamais colocaria um parente meu pra lavar meu banheiro”, ironizou. “Por que minha tia não pode ser empregada doméstica da minha casa? Não entendi essa sua colocação. Você tem inveja da minha tia porque você não tem condições de colocar alguém para trabalhar na sua casa, porque o dinheiro que você ganhou lá na Ilha [Record] vem com um grande desconto, quase nada, e você já gastou tudo na reforma do seu apartamento. Você sobrevive da pensão de R$ 2 mil que sua filha ganha, que se ferrou, foi tentar dar o golpe da barriga em um cara e ele tá falido igual você”, retrucou Melquiades. O campeão de “A Fazenda 13” ainda disparou criticas à aparência de Solange: “Aquela mulher enxuta de antigamente já era, só tem pelanca aí, você não vai arranjar mais um homem no cavalo para vir atrás de você. Se enxergue! A pensão da sua filha vai acabar, a aposentadoria da sua mãe não vai ficar pra você não. Vai trabalhar e parar de ficar arrumando confusão na internet, nojenta.” A confusão resultou em ameaças de processos judiciais entre ambas as partes. “O processo vem daí e vai daqui pra aí. Espero que seu advogado você não pague com arroba, porque sua arroba está flopada. Golpe da barriga você não pode mais dar, porque idade você não tem mais pra isso! Espero que você tenha dinheiro guardado. Você me chamou de feio, minha mãe de mocreia, humilhou minha tia pela classe dela porque trabalha como empregada doméstica, calúnia, difamação. Eu não tenho medo de processo, não”, soltou Melquiades. Por fim, Rico Melquiades acusou a rival de ser xenofóbica por imitar o sotaque nordestino de Sandra. Ele reforçou que vai entrar com as medidas cabíveis: “O processo vem, xenofóbica, você cutucou quem estava quieto. Aguarde que amanhã vem mais chumbo grosso.” Mas Solange ainda retrucou o ex-vencedor de “A Fazenda”: “Quer saber? Tu é um campeão que não conseguiu p*rra nenhuma. Tu não conseguiu p*rra nenhuma na tua vida. Cadê tuas campanhas? Tu achou que fosse fazer um monte de campanha publicitária, né? Fala Rico, você acreditou nisso, né? Tu não achou que fosse ser igual a Juliette? É porque tu não combina Rico, tu é um campeão como diz aquela moça da internet… Ah, tu sabe, né Rico?”.

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  • Etc

    Alexandre Frota diz que Wolf Maya o assediou durante novela da Globo

    31 de maio de 2023 /

    O ator e ex-deputado federal Alexandre Frota revelou que o diretor da Globo Wolf Maya quis fazer sexo com ele nos bastidores da novela “Livre Para Voar” em 1985. As declarações foram dadas no podcast “Não é Nada Pessoal”, apresentado por Arthur Pires e Gabriel Perline. Na época, todo o elenco da trama morou em Poços de Caldas (MG) por um tempo para as gravações. Certa vez, Wolf teria convidado o ator para ir ao quarto dele no hotel. Segundo Frota, o diretor estava de roupão, com segundas intenções. “O Wolf correu atrás de mim. [Ele] me chamou lá no quarto, fui trocar uma ideia com ele… Veio com aquele papo, tira a calça aí, o caramba, e eu meio que corri assim por dentro do quarto…. [Falei:] ‘Porr* Wolf, tá louco’. E aí peguei e consegui sair do quarto, ele estava de roupão”, declarou. “Ele vai ficar put* de eu falar isso”, acrescentou. Apesar de achar que o diretor não vai ficar contente com a revelação, Frota contou também que, após o episódio, eles se tornaram amigos. “Depois disso fiz outros trabalhos com eles, fiz [a peça] ‘Blue Jeans’, e ele nunca tocou no assunto comigo, tipo: ‘Pô, tu lembra lá quando a gente estava fazendo a novela'”, completou. “Livre Pra Voar” foi exibida na faixa das seis da Globo e fechou com uma média surpreendente: 39 pontos no Ibope. Escrita por Walther Negrão (“Araguaia”) e Alcides Nogueira (“Tempo de Amar”), o elenco contou também com Tony Ramos (“Getúlio”), Carla Camurati (“Irmã Vap: O Retorno”), Elias Gleizer (“Caminho das Índias”), Laura Cardoso e Nívea Maria (ambas de “A Dona do Pedaço”).

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  • TV

    Record é acusada de demitir autores de novelas por preconceito religioso

    31 de maio de 2023 /

    A Record TV é acusada de demitir autores de novelas bíblicas que se recusam a seguir a religião evangélica de Edir Macedo. Uma das vítimas abriu processo contra a emissora por preconceito religioso. A emissora teria demitido nomes como Emílio Boechat (“Rebelde – BR”), Camilo Pellegrini (“Gênesis”), Joaquim Assis (“Os Dez Mandamentos”), Cristianne Fridman (“Chamas da Vida”) e Paula Richard (“Jesus”), que se revoltaram com a demissão supostamente injusta. Paula Richard abriu um processo judicial por preconceito religioso, onde diz que sempre respeitou as mais diversas crenças e que tentou adaptar novelas bíblicas sem priorizar uma igreja específica. A autora disse ter sido impedida de neutralizar as histórias e anexou falas dos colegas para defender as acusações contra a emissora. “Evidente que a autora nutre profundo respeito pela denominação religiosa dos donos da emissora em que laborou por tantos anos, mas esse respeito não foi recíproco”, diz o processo judicial. Entre os depoimentos, Paula resgatou um comentário de Emílio Boechat feito há dois anos atrás. Na época, o autor criticou as intervenções de Cristiane Cardoso, a diretora de Dramaturgia, e da Igreja Universal nas produções de novelas bíblicas. Segundo ele, a filha de Edir Macedo alterava sinopses e mudava diálogos. A situação já vinha ocorrendo em segredo desde 2015. “O que esperar de uma emissora que entregou a dramaturgia nas mãos de amadores cujo compromisso é apenas divulgar os dogmas de uma igreja específica? Tenho pena dos atores e demais profissionais que se submetem a essa humilhação porque precisam do dinheiro”, afirmou Boechat, em 2021. A autora ainda usou como exemplo outros autores, como Joaquim Assis e Camilo Pellegrini, que não tiveram seus contratos renovados por não se declararem evangélicos. “A saída de todos esses profissionais – entre os quais, a reclamante – , ao que tudo indica, é fruto da intolerância religiosa da Sra. Cristiane Cardoso que, na tentativa de formação da sua ‘nação cristã’, retirou todos os roteiristas de outras denominações religiosas e segue substituindo outros profissionais da cadeia do audiovisual, com base em parâmetros idênticos. Todos esses funcionários, como noticia a mídia, foram substituídos por membros da Igreja Universal”, diz o processo. Paula Richard acrescentou ter uma boa relação com membros da Igreja Universal. No entanto, a convivência com a diretora de dramaturgia teria sido uma exceção. “A relação de trabalho da autora com membros da Igreja, seja na produção ou com as colaboradoras que foram inseridas na sua equipe, sempre foi amena”, explica a ação. “Entretanto, ao que tudo indica, a já mencionada Sra. Cristiane Cardoso estava determinada a ter apenas membros da Igreja Universal escrevendo na Record TV – o que constitui, a toda evidência, inaceitável discriminação de cariz religioso.” Ainda no processo judicial, Paula anexou e-mails do período que trabalhou com a diretora, onde ela reforça as demissões arbitrárias. “Esse aspecto é ainda mais evidenciado quando se verifica que todos os roteiristas profissionais que trabalhavam na Record e não são membros da Igreja Universal foram demitidos. Hoje, somente a Sra. Cristiane Cardoso e membros da referida Igreja escrevem e atuam como roteiristas da Record”, completa a ação. Paula Richard pede cerca de R$ 5,6 milhões de indenização por preconceito religioso, entre outras solicitações trabalhistas.

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  • Etc

    Influenciadora detona Giovanna Ewbank por expor Titi chorando em “A Pequena Sereia”

    28 de maio de 2023 /

    A atriz Giovanna Ewbank enfrentou duras críticas após ser gravada pelo marido, Bruno Gagliasso, enquanto se emocionava com a filha, Titi, após a exibição de “A Pequena Sereia” nos cinemas. A influenciadora digital Lívia Zaruty não poupou palavras ao criticar a atriz ao comentar sobre o ocorrido, afirmando que Giovanna estava se aproveitando da filha para promover o filme da Disney. “Biscoiteira chorando, parece que passou um trem no filme da ‘Pequena Sereia’… E você acha que não tá rolando publi? Você acha que a Disney não tá patrocinando? Cadê a câmera? Cadê, grava!”, declarou num vídeo postado no Instagram. Zaruty também questionou a decisão de Giovanna de adotar crianças negras de outro país: “Gente, essas crianças pretas quando crescerem vão poder cobrar uma grana preta, porque o que seria desses dois brancos, de olhos azuis, padrão, no Brasil de hoje?”, questionou. “Aqui na rua tá cheia de criança preta, ninguém olha, mas vão lá pegar na África duas crianças pretas e faz as publicidades. O que seria da vida desses dois sem essas crianças pretas? Que assunto ia sair?”, acrescentou Zaruty. Ela ainda legendou o vídeo: “O que seria do Bruno Gagliasso e da Giovanna Ewbank sem esse Afro Money de milhões! Essa duas crianças pretas vão construir um império para dos brancos de olhos azuis, com juros e correção. Imagina quanto de publi faturam às custas? Adoção com investimento de décadas até eles completarem a maior idade e decidirem o que fazer com toda essa exposição milionária. O post provocou inúmeros debates nas redes sociais. E após a repercussão, Zaruty postou um segundo vídeo, questionando porque poderia ser processada por comentar a situação. “Vão me acusar de quê, se foram eles que jogaram na rede a criança preta chorando. Você não sabe o que é que passa na cabeça de uma criança preta tendo um gatilho daquele, se vendo pela primeira vez num filme, mas quando olha pro lado é uma mulher branca?”. Ela acrescento ao lado do vídeo: “Pronto, agora a culpa é da preta em questionar 2 brancos ditos salvadores que jogam uma menor preta na mídia. Querem mídia, terão mídia. É só parar de usar gente preta inocente pra aparecer na imprensa! Não falei nada demais… Se achar ruim vá no PayPal e faça uma doação para nós aqui do morro”. Não é a primeira postagem polêmica de Zaruty, que causou com seus comentários da época do “BBB 23”. Na ocasião, ela acusou o programa da rede Globo de simplificar a questão racial, reduzindo todos os mestiços a negros e qualquer pessoa de pele escura a militante. “Esse reality não é apenas um lugar para lançar novas subcelebridades. O programa agora é responsável em revelar os novos ativistas da causa preta do Brasil! Basta entrar no programa, para que em poucas horas aquele fio “ondulado” da cabeça, vire a coroa de Wakanda”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lívia Zaruty (@_zaruty) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lívia Zaruty (@_zaruty)

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  • Etc

    Padrasto repudia acusação de ter caso com Bia Miranda: “Pessoas ruins”

    26 de maio de 2023 /

    O jogador de futebol Artur Vieira, ex-marido da modelo Jenny Miranda, revoltou-se nas redes sociais após ser acusado por ela de ter tido um caso com a ex-enteada Bia Miranda. Jenny fez a afirmação durante uma participação no podcast FamaCast. Imediatamente, a denúncia foi negada por sua filha, ex-participante do reality “A Fazenda”. Na entrevista, Jenny alegou que a traição teria ocorrido quando estava grávida de seu filho caçula, Enrico. “Eu já fui casada. Eu botava uma roupa e perguntava para ele: ‘Está boa essa roupa para sair?’. Aí ela ia lá, se trocava e fazia a mesma pergunta. Eu achava isso normal, até eu engravidar”, expôs. “Quando eu engravidei, eu comecei a ver coisas que eu não queria ver. Eu ficava em casa, ele [meu ex] pegava ela, e os dois iam almoçar, jantar. Tinha uma moça que ia me socorrer quando eu estava mal, porque eles não estavam ali”, continuou. Vieira pronunciou-se revoltado nos stories de seu Instagram. “Desde que a Bia entrou na minha vida, sempre dei todo amor, carinho, ensinamentos e tudo de melhor que eu posso dar, assim como eu entrego para os meus outros dois filhos, além de fazer da minha família a dela também, e tenho muito orgulho de dizer dizer que ela é minha filha, sempre foi e sempre será tratada como tal”, afirmou. Segundo o atleta, Jenny fez o comentário com a intenção de prejudicá-lo. “Filhos não são só de sangue. Existem alguns planos de Deus de colocar pessoas incríveis na nossa vida e assim como um plano de Deus foi que ela entrou na minha. E existem pessoas que não entendem isso e preferem tentar prejudicar alguém com mentiras”, disse. O atleta finalizou dando um recado para os internautas que acreditaram na modelo. “E para esse povo de internet sem noção, aprendam de uma vez por todas a selecionar quem vocês vão dar ouvidos. Existem pessoas boas e também existem pessoas ruins que são capazes de qualquer coisa para conseguir algo”, argumentou.

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  • Filme

    Juíza rejeita processo por nudez com menores em “Romeu e Julieta” de 1968

    25 de maio de 2023 /

    O processo de abuso sexual e negligência relacionado ao filme “Romeu e Julieta” lançado há 55 anos, em 1968, será arquivado. A decisão foi estabelecida pela juíza Alison Mackenzie nesta quinta-feira (25/5). A justificativa foi de que o filme lançado pela Paramount é protegido pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão. Em dezembro do ano passado, os protagonistas do filme, Olivia Hussey e Leonard Whiting, que deram vida ao casal principal, moveram uma ação legal contra o estúdio. Eles alegaram que foram coagidos pelo diretor Franco Zeffirelli a realizar uma cena de nudez no longa. Na época das filmagens, Hussey tinha 16 anos, enquanto Whiting tinha 17 anos. Como resposta, a Paramount solicitou o arquivamento do processo com base na lei anti-SLAPP da Califórnia, que tem o objetivo de eliminar processos judiciais incoerentes que restringem a liberdade de expressão. Apontando a indenização de US$ 100 milhões dos atores contra a Paramount, a juíza afirmou que a acusação de Hussey e Whiting contém uma “grosseira descaracterização” do ocorrido. Ela também rejeitou o argumento dos atores de que a cena de nudez poderia ser considerada “pornografia infantil”. “Os requerentes não apresentaram nenhuma evidência que comprove que o filme em questão pode ser considerado suficientemente sugestivo do ponto de vista sexual, a ponto de ser concluído que é ilegal”, escreveu a juíza. “O argumento dos requerentes se limita à interpretação seletiva de estatutos federais e estaduais, sem oferecer qualquer evidência sobre a interpretação ou aplicação dessas disposições legais a trabalhos artísticos de mérito, como o aclamado filme em questão”. Sob justificativa da emenda, a juíza concedeu a moção da Paramount para rejeitar o processo, concluindo que os requerentes não cumpriram as disposições de uma lei da Califórnia que suspende temporariamente o prazo de prescrição para alegações de abuso sexual infantil. “A moção especial do réu para eliminar toda a reclamação dos autores… é CONCEDIDA, pois cada causa de ação reivindicada surge de atividade protegida e os autores falharam em mostrar uma probabilidade de sucesso nos méritos dessas reivindicações”, declarou. Solomon Gresen, advogado representante de Hussey e Whiting, afirmou em entrevista que está consultando advogados especializados em apelações e planeja abrir um processo separado em um tribunal federal. Os atores planejam basear o novo processo em um Blu-ray lançado pela distribuidora Criterion em fevereiro, que inclui uma restauração digital em 4K. “As crianças não podem consentir com o uso dessas imagens”, defendeu Gresen. “Eles estão lucrando com essas imagens sem consentimento”. No filme, a cena polêmica mostra os dois atores em um quarto, com uma tomada prolongada das nádegas de Whiting e um breve vislumbre dos seios de Hussey quando ela sai da cama. Ambos prestaram depoimentos ao tribunal em 11 de maio, descrevendo sua experiência durante as filmagens. Segundo Hussey, durante a cena, Whiting “voltou para a cama, se cobriu com as cobertas, deitou-se em cima de mim e agimos como se estivéssemos tendo relações sexuais”. Já Whiting deu um relato semelhante, afirmando que “deitou-se embaixo das cobertas com a autora Hussey, subiu em cima dela e agiram como se estivessem tendo relações sexuais”. Em resposta, os advogados da Paramount chamaram esses depoimentos de “testemunhos completamente falsos e perjuros”. Eles afirmaram que o filme “representa uma cena e uma sequência de eventos completamente diferentes”. Já tendo enfrentado acusações de assédio sexual e agressão sexual no passado, o diretor Franco Zeffirelli faleceu em 2019, ficando incapaz de responder às acusações de Hussey e Whiting. Por outro lado, seu filho, Pippo Zeffirelli, comentou sobre o caso em seu nome. “É constrangedor ouvir que hoje, 55 anos após as filmagens, dois atores idosos que devem sua notoriedade essencialmente a este filme acordam para declarar que sofreram um abuso que lhes causou anos de ansiedade e desconforto emocional”, disse ele em janeiro de 2023. Lançado em 1968, “Romeu e Julieta” recebeu diversas indicações em premiações renomadas, incluindo nas categorias de Melhor Filme e Melhor Diretor no Oscar, onde o longa levou a estatueta por Melhor Fotografia e Melhor Figurino. Já no Globo de Ouro, a premiação reconheceu Hussey e Whiting como artistas revelação, com o longa vencendo na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

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  • TV

    Dani Calabresa diz que Globo comprovou assédio de Marcius Melhem e ele rebate

    24 de maio de 2023 /

    Dani Calabresa afirmou no podcast “Quem Pode, Pod” que a rede Globo comprovou que ela foi assediada por Marcius Melhem. A humorista explicou que a emissora chegou a investigar o caso antes de demiti-lo. Segundo a artista, a emissora reconheceu que as denúncias de assédio eram reais. “A empresa viu que é inadmissível, investigaram, comprovaram, resolveram, graças a Deus“, declarou ela. Na sequência, Dani afirmou que “conta muito com a Justiça” para que o comediante seja responsabilizado pelos seus atos criminosos. A humorista ainda disse que passou por “uma coisa muito absurda, injusta, desleal” ao ter sua voz silenciada. “Todo assediador, abusador, tem a mesma estratégia de culpar as mulheres. [Ele diz:] ‘mas essa ela ria, mas essa ela estava bêbada, ela deu mole, mas essa eu peguei’, como se alguma dessas coisas descredibilizasse assédio.” A humorista ainda esclareceu as estratégias adotadas por assediadores antes de jogar a responsabilidade para as vítimas. “Até pra mim eu pensava também quando alguém vinha me contar, eu pensava: ‘mas essa pessoa ficou com ele?’. Depois fui entendendo que você pode ficar com uma pessoa. Só que, assim, a pessoa não chega no dia seguinte e enfia a mão na sua bunda”, analisou. “O não é não! Você pode ser casado com a pessoa, você pode namorar… Ninguém pode passar do limite, e essa é a estratégia do assediador. Nada autoriza assédio. Nenhuma brincadeira. Estou aprendendo isso nesse momento de dor, agora fortalecida, porque não sou só eu, é um grupo de mulheres, a gente teve que vir a público”, ela seguiu. Ainda na entrevista, Dani Calabresa contou que pensou em se demitir da Globo, mas recebeu apoio da atriz Maria Clara Gueiros. A ajuda da colega de trabalho foi essencial para ela criar coragem para denunciar Marcius Melhem. “Tem coisas que a gente só mexe quando não tem mais opção. Não dá pra ir trabalhar chorando. Eu não conseguia passar o crachá na portaria 3. Eu só me via feliz quando saía da empresa. Se tornou uma situação insuportável e insustentável”, lembrou a humorista. “A Maria Clara Gueiros pegou na minha mão e quis dizer: ‘você não tá louca’. Porque a gente normaliza tantos comportamentos bizarros, inadmissíveis, que às vezes a gente não entende o que é machismo e o que é assédio, é meio normalizado o homem ser tarado”, pontuou. Dani Calabresa também pontuou que a sociedade precisa aprender a lidar com casos de assédio. “Espera aí, onde que a gente normaliza isso? Onde que a gente tem que sacar na hora? Porque a gente não quer estragar. Se você está feliz, gravando, acontece um problema, você quer solucionar. Às vezes, você não tem condições de lidar com aquilo naquele momento”, opinou. A artista acrescentou ter sido vítima de Melhem durante uma fase conturbada, quando ela estava se divorciando de Marcelo Adnet. Na época, Dani tentava se apegar ao trabalho como fonte de “alegria”. “Então, passar por uma situação no trabalho, eu não queria nem enxergar, só que chegou uma hora que foi tão bizarro, estava tão óbvio, e afetou tanto a minha saúde, que a Maria Clara falou para mim: ‘Isso não existe, não é brincadeira, é serio, você tem que falar, tem que denunciar, eu vou com você’. Eu abriria mão da minha carreira”, afirmou Dani Calabresa. Apesar das dificuldades, Dani Calabresa disse que acertou na decisão de não se manter calada. Contudo, a humorista não queria que o assunto fosse parar na imprensa. “Eu não queria comprar essa briga. Não quero que esse assunto faça parte da minha vida, não queria jamais que isso fosse para a imprensa”, lamentou. “Não queria nunca ter que responder isso, ser marcada com o nome de uma pessoa que não faz parte da minha vida, que eu nunca tive nada, que eu nunca fiquei nem sozinha com essa pessoa e tenho agora matérias com o nome, provocação, é um absurdo, é uma loucura, e é difícil.” A defesa de Marcius Melhem rebateu as declarações e alegou que a comediante “mente desde o início”. Eles afirmam que a Globo enviou um documento à Justiça que comprovaria que não foi atestado a prática de assédio nos bastidores. “Sua calculada vingança já está muito clara para todos. Segue mentindo agora tentando dizer que a TV Globo demitiu Marcius Melhem por assédio na semana em que vem a público um documento em que a própria Globo diz à Justiça, com todas as letras, que não comprovou assédio nenhum”, afirmou. A defesa acrescentou que outras declarações da humorista foram caluniosas. “Dani Calabresa já teve sua série de mentiras expostas há tempos. Vale sempre lembrar que o que ela hoje chama de ‘assédio’, antes era tratado como ‘vantagem’”, concluiu. Dani Calabresa no Quem Pode, Pod parte 1 pic.twitter.com/uPemChjnOs — WWLBD ✌🏻 (@whatwouldlbdo) May 24, 2023 Dani Calabresa no Quem Pode, Pod parte 2 pic.twitter.com/WqvLvIR0ic — WWLBD ✌🏻 (@whatwouldlbdo) May 24, 2023 Dani Calabresa no Quem Pode, Pod parte 3 pic.twitter.com/fu4VhA1zTu — WWLBD ✌🏻 (@whatwouldlbdo) May 24, 2023

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  • Série

    Destruída pela crítica, “The Idol” é “grosseira, nojenta e sexista” com só 9% de aprovação

    23 de maio de 2023 /

    Antes mesmo de estrear no Festival de Cannes, a série “The Idol” já acumulava polêmicas envolvendo a produção e o conteúdo explícito da história. Durante o evento, o diretor Sam Levinson (“Euphoria”) e o elenco, incluindo os protagonistas Lily Rose Depp (“Viajantes: Instinto e Desejo”) e o cantor The Weeknd (“Joias Brutas”), marcaram presença para a exibição dos dois primeiros episódios. Embora tenha recebido cinco minutos de aplausos, a crítica especializada tem bombardeado a série desde então. Acumulando críticas negativas, “The Idol” começou a terça-feira (23/5) com 20% de aprovação no site agregador de avaliações Rotten Tomatoes. O número que já era ruim, abaixou ainda mais no decorrer do dia, caindo para baixíssimos 9% de aprovação, um “tomate podre” nos parâmetros do site. Em contraste, o sucesso de Levinson, “Euphoria” (2020), registra 80% de aprovação nas duas temporadas. Os críticos ressaltaram que a série peca pelo exagero em seu conteúdo sexual e pela frequente nudez, argumentando que esses elementos não acrescentam nada à narrativa e servem apenas para chocar o telespectador. Além disso, apontaram que a trama se sustenta em clichês, deixando a desejar em termos de originalidade. No começo do ano, a revista americana Rolling Stone publicou uma matéria com diversas acusações sobre a série, desde clima de caos no set a relatos de que The Weeknd teria pedido alterações na trama por ela ser “feminista demais”. A reportagem destacou a substituição da diretora Amy Seimetz por Sam Levinson como uma das razões para a produção tumultuada. Após a estreia no festival, Levinson fez um comentário sobre a reportagem e revelou que a crítica apenas o convenceu de que a série será uma das mais comentadas. “Quando a minha mulher leu a matéria para mim, eu disse: ‘Vamos ter a maior série do verão’”, ele disse na entrevista coletiva logo após a sessão. Na mesma hora, a atriz Lily Rose Depp também se pronunciou em defesa da produção e das críticas sobre o figurino de sua personagem. “Sempre é triste ver coisas falsas e maldosas ditas sobre alguém de quem gostamos. Não foi minha experiência no set”, defendeu. “Ela [Jocelyn] se veste para expressar algo. Eu nunca estive tão envolvida nas conversas sobre todos os detalhes da personagem quanto nesta série”. O cantor The Weeknd, que agora atende como Abel Tesfaye, revelou que muitas das experiências vividas pela personagem de Depp são baseadas nele mesmo. “Inicialmente queria fazer um conto de fadas sombrio na indústria musical. Queria fazer algo especial, ousado, empolgante, divertido. Que faça alguns rirem, que irrite outros”, disse. “Muito do que Jocelyn vive é baseado nas minhas experiências e nas de outros artistas. Eu tenho sorte de ter tomado as decisões certas”. As críticas, porém, discordam destas “decisões certas”. Com briga já comprada na véspera, a Rolling Stone foi fundo: “Desagradável, brutal, [parece] muito mais longa do que parece e muito, muito pior do que você esperava”. “A sensualidade está ausente em ‘The Idol’, apesar de toda a beleza de Depp. Em vez disso, [a série] parece mais pornografia desprezível e tortura”, descreveu o London Evening Standard. “Resumindo, é grosseira, nojenta e sexista”, publicou o Playlist. “Sombrio, grosseiro e vulgar”, ecoou o Showbiz 411. “Até a música é horrível”, acrescentou o Telegraph. “O roteiro parece calculado para enganar o público fazendo-o pensar que está observando como Hollywood funciona, quando muito disso se resume a clichês espalhafatosos”, lamentou a revista Variety. “O que Levinson percebe como provocativo e subversivo é bastante decepcionante. Como pode um programa com tanta nudez, sexo e erotismo ser tão sem graça?”, questionou o site Collider. “Levinson aplica sua direção eficiente e elegante a cada cena. Algumas delas têm impulso, outras são contraditórias e a maioria delas é confusa. Isso faz você se perguntar se, ao tentar tanto ser transgressivo, o programa acaba se tornando regressivo”, apontou o site The Hollywood Reporter. “O desdém do programa (intencional ou não) seria uma coisa, mas é a apresentação hedionda e auto-desculpável da cultura do estupro que irrita”, reclamou o Daily Beast. A trama gira em torno de Jocelyn, uma cantora pop ambiciosa, que tem paralelos com Britney Spears. Após um colapso nervoso que interrompeu sua última turnê, ela está determinada a recuperar seu merecido status como a maior e mais sensual estrela pop dos EUA. Criada por Sam Levinson e The Weeknd em parceria com Reza Fahim (“Untitled the Weeknd & Trey Edward Shults Project”), o elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a recém-falecida Anne Heche (“Chicago P.D”), o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”) e ninguém menos que Jennie Ruby Jane, mais conhecida como Jennie Kim do fenômeno musical sul-coreano BLACKPINK. A série estreia na HBO Max simultaneamente com o canal HBO no dia 4 de junho.

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  • TV

    Ana Maria Braga e Patrícia Poeta se unem a protesto contra assédio na Globo

    22 de maio de 2023 /

    Um caso de assédio revelado pela revista Piauí deixou os funcionários da rede Globo totalmente revoltados. Nesta segunda-feira (22/5), diversos comunicadores fizeram um protesto silencioso contra assédio moral e sexual na emissora. Segundo a reportagem, a engenheira Esmeralda da Silva (nome fictício adotado pela Piauí) teria sofrido violência sexual e moral por quatro colegas que trabalhavam no setor técnico da emissora. Em um dos casos, um dos funcionários (com mais de 20 anos de rede Globo) chegou a calar sua boca com a mão e tentou estuprá-la numa sala da sede de São Paulo. Além disso, Esmeralda também sofria xenofobia dentro da emissora por ter nascido na Paraíba. A engenheira afirmou ter seu sotaque satirizado pelos funcionários. Por causa do trauma, a funcionária desenvolveu depressão e síndrome do pânico. O caso polêmico resultou num processo movido pela engenheira na Justiça do Trabalho, que reconheceu os danos morais e decidiu pelo pagamento de uma multa de R$ 2 milhões. A ação ainda impediu a demissão da engenheira que, neste momento, está afastada. A revista não revelou os nomes dos acusados, mas afirmou que um dos profissionais ainda é funcionário da rede Globo. A não-demissão do profissional foi o estopim para o início do “Movimento Esmeralda”, protesto organizado na última sexta-feira (19/5) através de grupos de WhatsApp. No total, o protesto recebeu adesão de mais de 300 profissionais, que aceitaram trabalhar de verde, a cor da pedra esmeralda. A maior parte destes são funcionários de São Paulo, mas também há nomes do Rio de Janeiro. O movimento entrou em vigor nesta segunda-feira (22/5) depois que o protesto majoritariamente feminino se reuniu na sede paulista e entregou um manifesto para os chefões da rede Globo. O grupo ainda tirou fotos de apoio, que se espalharam pela empresa. Por conta da repercussão, as comunicadoras Ana Paula Araújo (“Bom Dia Brasil”), Patrícia Poeta (“Encontro”) e Ana Maria Braga (“Mais Você”) decidiram participar do ato e foram vistas com roupas verdes. Além delas, o apresentador Felipe Andreoli (“Globo Esporte SP”) também participou do “Mais Você” com trajes na cor verde. Nos bastidores, Ana Maria Braga e Patrícia Poeta reforçaram seu apoio e ainda se colocaram à disposição para usar sua influência no que for possível. Elas querem aumentar a pressão contra os casos de assédio vividos por funcionárias da emissora. As lideranças do “Movimento Esmeralda” vão se reunir com os chefes globais nos próximos dias. A reunião deve abordar o atual combate ao assédio no ambiente de trabalhos. Novas práticas serão sugeridas pelos protestantes. No Instagram, as jornalistas do movimento fizeram uma postagem confirmando o que aconteceu. “Quando‎ uma‎ de‎ nós‎ é‎ assediada‎ e‎ estuprada‎ dentro‎ da‎ empresa,‎ o‎ problema‎ é‎ de‎ todos.‎ A‎ história‎ de‎ Esmeralda‎ foi‎ publicada‎ pela‎ revista‎ Piauí‎ na‎ última‎ sexta-feira‎ (19/05),‎ nos‎ provocando‎ indignação‎ e‎ revolta. Precisamos‎ sim‎ ser‎ ouvidas‎ para‎ que‎ abusos‎ assim‎ não‎ se‎ repitam!‎ Hoje‎ usamos‎ verde‎ em‎ apoio‎ à‎ Esmeralda‎ e‎ a‎ todas‎ as‎ mulheres‎ pelo‎ nosso‎ direito‎ a‎ um‎ ambiente‎ seguro‎ de‎ trabalho”, diz o comunicado compartilhado por diversos perfis. A Globo afirmou que está ciente do protesto e deu apoio à livre manifestação de seus funcionários. “A livre manifestação dos profissionais da empresa está em total alinhamento com a nossa gestão de transparência e diálogo permanente. De qualquer forma, a Globo reitera que não comenta casos de Compliance e aproveita para reiterar também que a empresa mantém um Código de Ética em linha com as melhores práticas atualmente adotadas, que proíbe terminantemente o assédio e deve ser cumprido por todos os colaboradores, em todas as áreas da empresa”, afirmou em nota. A emissora acrescentou que vai analisar os casos criteriosamente, desde que registrados nas centrais. “Da mesma maneira, a Globo mantém uma Ouvidoria pronta para receber quaisquer relatos de violação de seu Código de Ética, que são apurados criteriosamente, com a punição dos responsáveis por desvios. Nesse mesmo Código, assumimos o compromisso de sigilo em relação a todos os relatos de Compliance, razão pela qual não fazemos comentários sobre as apurações. Nosso sistema de Compliance também prevê o apoio integral aos relatantes, proibindo qualquer forma de retaliação em razão das denúncias”, concluiu. #MovimentoEsmeralda Foi revoltante descobrir por meio de uma reportagem que uma colega teve a vida arrasada por múltiplos assédios sexuais e morais, inclusive estupro, em seu local de trabalho (que também é o nosso). Hoje viemos vestidas de verde em apoio à "Esmeralda". pic.twitter.com/OaUnmGVbtf — Carolina Moreno (@anarina) May 22, 2023 Profissionais da Globo SP participaram hoje do "Movimento Esmeralda" e usaram verde para protestar contra mais um caso de assédio registrado na emissora e revelado pela Revista Piauí na sexta passada. A Globo diz estar ciente do protesto e que mantém uma ouvidoria para acusações. pic.twitter.com/Y6nZalKNKW — fabiossance 🪩 (@souufabio) May 22, 2023 Quando uma de nós é assediada e estuprada dentro da empresa, o problema é de todos. A história de Esmeralda* foi publicada pela @revistapiaui na última sexta (19), provocando indignação e revolta. Precisamos, sim, ser ouvidas para que abusos assim não se repitam (+) pic.twitter.com/4RlNKeR4jn — Paula Lago (@paulalake) May 22, 2023

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  • Etc

    Globo diz à Justiça que assédio de Marcius Melhem não foi provado

    17 de maio de 2023 /

    No desenrolar do caso de suposto assédio envolvendo o comediante e ex-chefe do Departamento de Humor da Globo Marcius Melhem (“Tá no Ar”), a emissora atestou que a acusação não foi provada, de acordo com seu setor de Compliance. A empresa está atualmente enfrentando uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ), que alega que a Globo permitiu casos de assédio no ambiente de trabalho ao longo dos últimos anos. Essa informação foi revelada em um documento de 2,5 mil páginas obtido pela revista Veja e divulgado nesta quarta-feira (17/5). Após avaliar os materiais apresentados tanto a favor quanto contra Marcius Melhem, o Compliance da Globo concluiu, segundo o documento, que “restou, de fato, constatada a inadequação do artista com seus subordinados, sem que fosse possível comprovar prática deliberada de assédio sexual, dados os contornos legais que a conduta exige para sua caracterização”. Questionada pela imprensa, a assessoria da Globo afirmou que a empresa não comenta questões relacionadas a Compliance e que todas as informações sobre o caso já foram fornecidas às autoridades competentes. Até o momento, o escritório Tenório da Veiga Advogados, que representa a emissora, não se pronunciou sobre o assunto. Em relação ao processo em si, a assessoria do MPT ressaltou que o caso está sob sigilo, e seu setor de imprensa adicionou que não possui mais detalhes a serem divulgados. Marcius Melhem foi acusado de assédio por Dani Calabresa e outras 10 mulheres, entre vítimas e testemunhas, num processo que corre na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) do centro do Rio de Janeiro. Por meio de sua assessoria de imprensa, o humorista comentou a revelação do documento da Globo: “A declaração da Globo trazida na matéria da Veja não causa surpresa, pois não pode ser comprovado algo que nunca existiu. Cada vez mais se confirma o que digo desde o início: nunca cometi assédio sexual. A verdade continua aparecendo.” Até o momento, Dani Calabresa e sua advogada, Mayra Cotta, que também representa outras denunciantes, não se pronunciaram sobre a declaração.

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  • Filme

    Johnny Depp ironiza retorno ao cinema: “Não fui a lugar nenhum”

    17 de maio de 2023 /

    Depois de aplausos na première de “Jean du Barry” no Festival de Cannes, Johnny Depp chegou atrasado à entrevista coletiva do filme para ironizar perguntas sobre sua carreira feitas pela imprensa internacional presente ao evento francês. Para começar, ressaltou que nunca desapareceu do cenário cinematográfico e que a ideia de um “retorno” é bizarra. “Fico me perguntando sobre a palavra ‘retorno’ porque não fui a lugar nenhum”, disse, acrescentando que continua morando do lado de Hollywood. Entretanto, o ator assumiu ter enfrentado um boicote durante sua disputa judicial com a ex-esposa, Amber Heard. “Você tem que ter sangue de barata (ou não ter pulso) para não perceber, ou sentir, que isso está acontecendo. Claro que, quando você é convidado a se demitir do filme que está fazendo por algo que é apenas um monte de vogais e consoantes flutuando no ar, sim, você se sente um pouco boicotado”, confessou. Devido a sua imagem vinculada ao processo e centenas de protestos contra o ator, ele acabou afastado das filmagens de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, em que voltaria a viver o vilão Gellert Grindelwald, e também teve seu futuro na franquia “Piratas do Caribe” dado como encerrado. Apesar disso, afirmou que a sensação de boicote já passou. Com seu novo filme de origem francesa, o ator declarou que não depende mais de Hollywood para dar continuidade na carreira. “Não penso em Hollywood. Não preciso mais de Hollywood para mim”, afirmou. Sobre os tantos protestos, sobretudo nas redes sociais, em relação à sua presença em Cannes, Depp disse que a maioria das coisas que escrevem sobre ele e sua vida é “ficção escrita de maneira horrível e fantástica”. “Quem são estas pessoas? Por que elas se importam com isso? Algum tipo de gente, um bando de gente que está atrás da luz de um computador, anônima”, observou. Fazendo-se de sonsa, a diretora do filme alegou ignorância sobre as polêmicas. “Eu não sei o que se publica sobre Depp, eu não leio notícias”, disse Maïween. “Jeanne Du Barry” marca o primeiro filme protagonizado por Depp em três anos. Dirigido por Maïwenn, o longa tem enfrentado polêmicas que vão além do “retorno” de Depp, relacionadas ao caso de agressão da diretora contra um jornalista francês. Mesmo diante desse caldo, o filme foi escolhido para abrir o 76º Festival de Cannes. A recepção calorosa do longa no evento, que rendeu aplausos de sete minutos após o término da sessão, emocionou Depp. Contudo, o filme teve uma recepção mista entre os críticos. No site especializado Rotten Tomatoes, o longa clássico marca 60% de aprovação. Ainda não há previsão de estreia do filme no Brasil.

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