Angelina Jolie causa revolta nas redes sociais ao revelar como selecionou atriz mirim de seu novo filme
Angeline Jolie escolheu a revista Vanity Fair para voltar a expor sua intimidade ao público. Mas além de tocar em amenidades e focar em sua imagem como mãe dedicada, o retorno à mídia também visava divulgar seu novo filme como diretora, “First They Killed My Father”, inspirado na infância da ativista pelos direitos humanos Loung Ung durante os horrores do Khmer Vermelho. O filme foi selecionado para o Festival de Toronto. Entretanto, essa parte da reportagem não correu tão bem quanto sua tentativa de se mostrar uma dona de casa, que cozinha para os filhos e limpa o cocô do cachorro, ou como a mulher forte que enfrenta o câncer. O trecho em que ela explica como selecionou a atriz mirim que estrela seu novo longa causou revolta nas redes sociais. De acordo com a reportagem, Angelina procurou crianças em orfanatos, circos e escolas de favelas do Cambodja. E para escolher a protagonista que interpretaria a jovem Loung Ung, os diretores de elenco criaram uma espécie de jogo cruel por seu realismo: eles colocavam dinheiro numa mesa e diziam para a criança candidata ao papel para pensar em algo de que precisava e depois pegá-lo. Aí o responsável pela seleção fingiria pegá-las, como se elas estivessem roubando, e elas teriam que inventar uma mentira para se safar. “Srey Moch (a garota escolhida) foi a única que ficou olhando para o dinheiro por muito, muito tempo”, disse Jolie. “Quando ela foi obrigada a devolver o dinheiro, ficou muito emocionada. Todas essas coisas voltando”. Neste momento da entrevista, a atriz cai em lágrimas para concluir: “Quando perguntaram para que era o dinheiro, ela disse que seu padrinho morrera e eles não tinham dinheiro para um funeral decente”. A revelação movimentou as redes sociais, com muita gente reagindo ao “processo de seleção” e condenando a atriz por utilizá-lo. A história manchou a imagem de ativista humanitária encarnada por Angelina, especialmente com seu trabalho como embaixadora da boa vontade para a agência de refugiados da Organização das Nações Unidas.
Roteirista de Roubo em Família, novo filme de Steve Soderbergh, não existe
O site The Hollywood Reporter foi investigar um rumor de que a roteirista creditada em “Roubo em Família” (Logan Lucky), novo filme dirigido por Steven Soderbergh, é um pseudônimo. Oficialmente, o nome da estreante Rebecca Blunt aparece como sendo a responsável pelo roteiro. Mas ela nunca foi ao set, com a desculpa de que mora na Inglaterra, nem deu entrevistas em lugar algum. E mais: nem dará entrevistas, com nova desculpa, porque trabalha em outro projeto. Para completar, como é estreante, nem sequer tem biografia conhecida, algo tampouco aprofundado no escasso material de imprensa produzido sobre a equipe do filme. O detalhe é que o roteiro é a parte mais elogiada de “Roubo em Família”, que conquistou a crítica norte-americana e atualmente tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Isto levantou suspeitas de que o nome fosse um pseudônimo. Uma das fontes ouvidas pelo site diz que emails com o nome de Rebecca Blunt foram trocados com membros da equipe, o que limita o número de suspeitos para alguém com acesso aos endereços eletrônicos da produção. A apuração levou a três possíveis nomes. A resposta mais simples é que o texto pode ser do próprio diretor, que costuma adotar pseudônimos quando acumula funções. Outra opção, que parece ser a favorita da maioria, é que o roteiro foi escrito pela esposa de Soderbergh, Jules Asner. Se assim for, a ex-modelo e apresentadora do canal pago E! conseguiu um feito notável. Na verdade, seu único trabalho anterior no cinema foi uma pequena participação na comédia “O Império (do Besteirol) Contra-Ataca” (2001). Mas ela sabe escrever, como demonstrou seu romance “Whacked”, lançado em 2008 com críticas positivas. Há ainda uma possibilidade do roteiro ter sido escrito por outro apresentador da E!, John Henson, ex-roteirista-produtor do programa “Talk Soup”, que teria trabalhado com Soderbergh há alguns anos em um projeto parecido. Após a publicação da reportagem, Soderbergh replicou à Entertainment Weekly: “Bem, isso vai ser novidade para Rebecca Blunt”. E acrescentou: “Quando as pessoas fazem uma declaração como essa, elas devem ter muito cuidado, especialmente quando é uma roteirista mulher que tem o seu primeiro roteiro produzido”. A produtora Bleecker Street, responsável pelo lançamento do longa, não quis comentar. O filme estreia em 18 de agosto nos Estados Unidos, mas apenas dois meses depois no Brasil, em 12 de outubro.
Hawaii Five-0 muda meio elenco para sua 8ª temporada
A saída repentina de Daniel Dae Kim e Grace Park de “Hawaii Five-0” levou os produtores a mudar os protagonistas da série. Uma das providências anunciadas para suprir a falta dos dois intérpretes centrais foi a promoção de Ian Anthony Dale para o elenco fixo. O ator tinha papel recorrente como Adam, o marido de Kono (Grace Park). Além disso, dois novos atores foram contratados: Meaghan Rath (série “Being Human”) e Beulah Koale (da série sci-fi neozelandesa “The Cul De Sac”). Rath foi escalada num papel previamente anunciado, como Tani Ray, personagem que é recrutada por McGarrett (Alex O’Loughlin) depois de perder sua candidatura na Academia de Polícia. Já Koale vai interpretar Junior Reigns, um ex-oficial da Marinha que retorna para casa depois de servir no exterior e pede uma vaga na Five-0 para McGarrett. Os dois vão estrear no primeiro episódio da 8ª temporada, que também revelará o destino de Kono Kalakaua (Park), após decidir perseguir traficantes sexuais por conta própria, e Chin Ho Kelly (Kim), que foi convidado a chefiar uma unidade policial de San Francisco. Park e Kim saíram da série após reivindicarem receber o mesmo que seus dois colegas de elenco, Alex O’Loughlin e Scott Caan. A rede CBS, que além de exibir “Hawaii Five-0” também produz a série, não quis ceder e preferiu encerrar as participações da dupla na trama. A situação virou polêmica, após outros atores asiáticos apontarem preconceito racial como motivo da diferença salarial. A série volta a exibir episódios inéditos em 29 de setembro nos Estados Unidos.
Quem realmente dirigiu Poltergeist? Integrante do filme diz que foi Steven Spielberg
Uma velha teoria da conspiração dos cinéfilos teria sido confirmada, após anos de contestação. Os rumores de que “Poltergeist: O Fenômeno” teve o diretor Tobe Hooper substituído por Steven Spielberg, produtor e roteirista do clássico de terror de 1982, foram confirmados por um integrante da equipe técnica do filme. John Leonetti, diretor de “Annabelle” (2014), que trabalhou como primeiro assistente de câmera em “Poltergeist”, resolveu contar “a verdade” em entrevista ao podcast Shock Waves. “Foi um filme muito intenso, muito divertido e muito técnico para se trabalhar. Tinha muita coisa acontecendo. E, francamente… Steven Spielberg dirigiu aquele filme. Não há dúvidas”, garantiu Leonetti. “No entanto, eu adoro Tobe Hooper. Eu amo aquele homem demais”. “Hooper era muito simpático e estava apenas feliz por participar daquilo. Criativamente, ele também fez diferença”, continuou o cineasta. “Steven desenvolveu o filme, e era ele quem deveria dirigir, mas havia a possibilidade de o sindicato reclamar. Então, ele foi ‘o produtor’, mas, na realidade, Steven dirigiu o filme sem usar seu nome, e Tobe estava tranquilo quanto a isso”. “Não foi nada contra Tobe. De vez em quando, Steven realmente saía do set e deixava Tobe fazer algumas coisas. Mas, na realidade, Steven foi o diretor”, concluiu. Ou seja, Leonetti confirmou aquilo que os fãs sempre alegaram: que “Poltergeist” tem visual de filme de Spielberg e pouco a ver com a filmografia de Tobe Hooper, que antes tinha feito um terror sangrento – e igualmente clássico – , “O Massacre da Serra Elétrica” (1974). Vale observar, porém, que Hooper enveredou pela sci-fi logo depois de “Poltergeist”, fazendo o também cultuado “Força Sinistra” (1985) e o “spilberguiano” “Invasores de Marte” (1986).
Surgem as primeiras fotos dos bastidores do filme de Han Solo
Surgiram as primeiras imagens de Alden Ehrenreich no set de “Han Han Solo: Uma História Star Wars” (título provisório), longa derivado de Star Wars que mostrará o mais famoso contrabandista da galáxia antes dos eventos do filme original de 1977. Nas fotos, marcadas com logotipo do site TMZ, Ehrenreich aparece ao lado de Chewbacca, o personagem de Woody Harrelson e uma atriz que aparenta ser Emilia Clarke. A dificuldade para identificar as pessoas se deve à baixa resolução das imagens. Há também um vídeo do cenário, que não mostra nenhum ator conhecido. De todo modo, as cenas flagradas faziam parte das filmagens realizadas pelos diretores Phil Lord e Christopher Miller, que trabalharam no longa por cinco meses, antes de serem substituídos por Ron Howard pela Lucasfilm. O primeiro spin-off da franquia, “Rogue One: Uma história Star Wars”, também passou por turbulências e, segundo atestam fontes de bastidores, mudanças similares, com a substituição de Gareth Edwards (“Godzilla”) por Tony Gilroy (“O Legado Bourne”) em refilmagens extensivas. A diferença é que Edwards não foi demitido publicamente e os problemas foram resolvidos nos bastidores. Apesar das turbulências, a data de estreia continua mantida em maio de 2018.
Saída de atores de Hawaii Five-0 abre polêmica sobre desigualdade racial em Hollywood
Não são só as mulheres que recebem menos que seus colegas masculinos em Hollywood. A saída dos atores asiáticos de “Hawaii Five-0”, após a rede CBS não aceitar lhes pagar o mesmo que seus colegas brancos, virou um escândalo de razoáveis proporções. Após a Variety denunciar, várias publicações americanas especializadas na indústria de entretenimento obtiveram a confirmação de que Grace Park e Daniel Dae Kim saíram da série após exigir paridade salarial com Alex O’Loughlin e Scott Caan. Num longo post em seu Facebook, Kim ecoou a situação ao escrever que “o caminho para a igualdade raramente é fácil”. A situação causou revolta entre integrantes da comunidade asiática dos Estados Unidos. “O estúdio, aparentemente, não acha que seus protagonistas asiáticos valem o mesmo que os dois caras brancos”, escreveu Phil Yu, do influente blog Angry Asian Man. “Este drama de bastidores sobre a igualdade salarial demonstra que o estúdio valoriza mais, literalmente, os atores brancos do programa sobre os asiáticos. Eles nem tentam mais esconder, da maneira mais básica, que essa série dá mais destaque a suas estrelas brancas”. Em janeiro, “Hawaii Five-0” já tinha perdido Masi Oka, que também estava na atração desde a 1ª temporada. Desde modo, o drama passado no Havaí não terá estrelas asiáticas em sua 8ª temporada. “Não é suspeito que todos os protagonistas asiáticos de ‘Hawaii Five-0’ tenham deixado a série neste ano? E o que isso diz sobre o viés racial e de gênero sobre os salários dos atores?”, escreveu Anderson Le do site You Offend Me You Offend My Family, que ele fundou com o cineasta Justin Lin (“Star Trek: Sem Fronteiras”). “É um grande equívoco nesses dias que correm. A CBS não percebe o que isso parece?”, comentou para o site The Hollywood Reporter o ator e diretor Chris Tashima, que ganhou um Oscar de Melhor Curta em 1998 e conhece Kim há anos. “Estas são questões que sempre estamos lutando. Estou aguardando o processo de ação coletiva sobre discriminação racial porque isso é muito flagrante”.
Brincadeira de Silvio Santos com Maisa Silva e Dudu Camargo se torna cada vez mais séria
A brincadeira de Silvio Santos, ao juntar Dudu Camargo e Maisa Silva em seu programa dominical, continua a render desdobramentos imprevisíveis. Há dois fins de semana, Silvio sugeriu que Maisa namorasse Dudu, ao convidar os dois para um quadro do programa. “Tenho notado que você não consegue arrumar namorado. Você tem 15 anos e ele 19, o jogo foi um pretexto para aproximar vocês dois”, chegou a dizer o apresentador. Depois de Maisa se opor à sugestão e de uma série de declarações polêmicas do rapaz, o assunto gerou grande repercussão, animando o dono do SBT a bisar a dose. Mas o reencontro não aconteceu como Silvio Santos previa e não deve sequer ser exibido, já que Maisa abandou o palco em prantos diante da nova participação “surpresa” de Camargo. Agora Leo Dias publicou em sua coluna, no jornal O Dia, que Dudu Camargo lhe disse que a mãe de Maisa entraria com uma petição contra o SBT, impedindo que o programa fosse ao ar, e o pai da jovem ainda lhe deu uma “prensa” ao sair dos estúdios, proibindo que ele usasse novamente o nome de sua filha em comentários nas redes sociais. Eis a íntegra do relato de Dudu Camargo para Leo Dias: “O Silvio fez o jogo dos pontinhos como se fosse um julgamento da minha polêmica com a Maísa. Rolou um debate com os outros participantes, um VT com pessoas na rua opinando sobre de que lado estavam e ficou empatado. A Lívia Andrade falou muito bem da Maísa, ela ficou emocionada e começou a chorar. O Silvio brincou com a situação e a Maísa deu uma crise de nervos, levantou da cadeira e simplesmente saiu do palco. Porém, antes do programa, o Silvio perguntou para a Maísa e a mãe dela se ela topava qualquer tipo de brincadeira, com qualquer pessoa, e elas falaram que sim. Tanto é que o Silvio ficou um pouco revoltado com essa situação. A mãe da Maísa também se revoltou e falou que ia entrar com uma petição para o programa não ir ao ar. Na saída, o pai da Maísa também me deu uma prensa e disse para eu não usar o nome dela nas minhas publicações nas redes sociais”. O SBT, por sua vez, deu a sua própria versão sobre a polêmica, afirmando que nada disso tem procedência. Confira a nota: “Ao contrário do que foi publicado na matéria realizada com o apresentador Dudu Camargo no jornal O Dia desta sexta-feira (30/6), não houve nenhuma petição ou pedido interno dos pais da atriz Maisa Silva para que o quadro não fosse levado ao ar. O SBT não compreende o motivo da declaração de Dudu Camargo neste sentido”. Entretanto, a assessoria de imprensa do SBT confirma que tanto os produtores quanto Silvio Santos decidiram não exibir na TV o quadro do reencontro de Maisa e Dudu. Antes dessa nova “brincadeira”, a adolescente de 15 anos chegou a publicar um texto nas redes sociais comentando o caso. “Minha apresentação no Programa Silvio Santos está sendo motivo de questionamento e ataques nas redes sociais. Isso é comum, pois vivemos em uma sociedade onde a mulher muitas vezes não tem voz e precisa lutar com situações constrangedoras e brincadeirinhas todos os dias”, escreveu.
Série Dear White People é renovada para a 2ª temporada
A Netflix anunciou no Twitter a renovação da série “Cara Gente Branca” (Dear White People) para a sua 2ª temporada. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. Como o tema é complexo, “Dear White People” causou polêmica logo no lançamento do seu primeiro teaser, que rapidamente se tornou o vídeo mais assistido na história do canal da Netflix no YouTube, com quase 5 milhões de views. O vídeo também é o campeão de deslikes, com mais de 400 mil. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014. A continuação da história está prevista para chegar ao serviço de streaming em 2018. A produção começa ainda este ano para mais dez novos episódios. Vai ter segunda temporada de #CaraGenteBranca sim! Nos vemos no campus em 2018. pic.twitter.com/4MVdOEIZTT — Netflix (@NetflixBrasil) June 30, 2017
Ron Howard informa que já começou a filmar o spin-off de Han Solo
O diretor Ron Howard já começou a filmar o spin-off de “Star Wars” centrado na juventude de Han Solo. Ele postou no Twitter uma foto do começo do trabalho, acompanhada pela legenda: “Cena legal hoje, mas receio que esta seja a imagem mais reveladora que eu possa compartilhar do meu primeiro dia no set do filme de Han Solo”. A foto mostra apenas seus pés, garrafas d’água, cabos de força e fones, sem exibir nada relevante. Ron Howard assumiu o comando do filme há uma semana, dois dias após o anúncio do afastamento da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”). Miller e Lord chegaram a filmar quase cinco meses de cenas, o equivalente a 70% da produção, antes de “diferenças criativas” levarem à suas demissões. No comunicado da Lucasfilm sobre a mudança de direção, Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, afirmou que as filmagens seriam retomadas em 10 de julho, mas parece que Howard não quis perder tempo, já que o filme mantém sua previsão de estreia para maio de 2018. O diretor vem de uma série de fracassos financeiros (“Inferno”, “No Coração do Mar”, “O Dilema”), mas tem experiência em grandes produções e já trabalhou com a Lucasfilm no começo de sua carreira (em “Willow – Na Terra da Magia”). O primeiro spin-off da franquia, “Rogue One: Uma história Star Wars”, também passou por turbulências e, segundo atestam fontes de bastidores, mudanças similares, com a substituição de Gareth Edwards (“Godzilla”) por Tony Gilroy (“O Legado Bourne”) em refilmagens extensivas. A diferença é que Edwards não foi demitido publicamente e os problemas foram resolvidos nos bastidores. Cool scene today but I'm afraid this is the most revealing image I dare share from my 1st day on the set of the Untitled Han Solo movie pic.twitter.com/RB15lG7FGE — Ron Howard (@RealRonHoward) June 29, 2017
Silvio Santos teria feito Maisa Silva chorar e abandonar gravações de seu programa dominical
A atriz adolescente Maisa Silva, um dos destaques da franquia “Carrossel”, cresceu, mas não perdeu a espontaneidade que tinha quando foi lançada, ainda criança, no programa de auditório de Silvio Santos. No programa exibido no último domingo (25/6), ela chorou no palco, emocionada ao receber um bolo de presente pelo seu aniversário de 15 anos, num momento em que se declarou muito feliz. Pois Maisa voltou a chorar nesta terça (27/6), enquanto gravava nova participação para ser veiculada no próximo domingo. Desta vez, porém, seu choro foi de extrema tristeza e decepção, pouco antes de interromper e abandonar as gravações. A decepção da menina se deve à insistência de Silvio Santos em colocá-la ao lado de Dudu Camargo, outra de suas invenções, que apresenta um telejornal matinal no SBT. Ao sugerir um namoro entre os dois há duas semanas, Silvio ouviu respostas sinceras de Maisa, que lembrou sua idade e ainda sugeriu que o rapaz não fazia seu tipo por ser todo engessado e ter a voz empostada. E desde então Dudu Camargo não sai da mídia, em ações desesperadas para provar sua masculinidade – com direito a dizer que levaria a menor de idade para a cama. Segundo Cristian Gomes, assessor de imprensa de Dudu, Silvio Santos voltou a chamar Maisa para participar de um jogo de seu programa e pediu que ela explicasse a polêmica, sem saber que Dudu também seria chamado ao palco. “Silvio chamou Dudu e disse que eles tinham que acabar com essa briga, que ele deveria pedir desculpas por ter dito que tinha convidado Maisa para dormir com ele para descobrir se ele tinha a voz empostada”, contou o assessor, em depoimento à revista Veja. Lívia Andrade, que participa sempre do Jogo dos Pontinhos, teria se levantado para abraçar Maisa, que então começou a chorar. Dudu pediu desculpas e Maisa teria dito que ele deveria pedir perdão também à mãe dela por causa do que havia falado. “Silvio então disse que não tinha que colocar a mãe no meio”, revelou Cristian. “Foi aí que a Maisa abandonou o palco e não voltou mais para a gravação.” Segundo o assessor, Silvio ainda disse que viu todas as aparições de Dudu na televisão nos últimos dias e afirmou que ele “está pronto”, prometeu que vai mantê-lo no comando do telejornal “Primeiro Impacto” e ainda lhe dar um programa de auditório. O dono do SBT também teria dito a seu diretor, Fabiano Wicher, que não convidasse mais Maisa para seu programa por causa do que aconteceu durante a gravação desta terça. A assessoria da emissora não confirma a informação. Já a assessoria de Maisa avisou que não vai se pronunciar sobre o assunto.
Intérprete de Han Solo é obrigado a ter aulas de atuação e editor é demitido do spin-off de Star Wars
A demissão dos diretores Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”) do spin-off de “Star Wars” sobre o jovem Han Solo acabou se revelando a ponta de um iceberg gigante nos bastidores da produção da Lucasfilm. As “divergências criativas” citadas como motivo da substituição da dupla por Ron Howard (“Inferno”) foram mais profundas que o imaginado, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. O site entrou em contato com algumas fontes próximas da produção, que revelaram os principais pontos de confronto. Conforme já tinha sido antecipado, houve grande divergência no incentivo dos diretores para que o elenco improvisasse seu texto, conferindo mais humor às cenas. Entretanto, não ficou nisso. Na verdade, o principal agravante foi que Lord e Miller usaram poucas câmeras para captar as imagens, reduzindo a quantidade de ângulos à disposição dos editores. A estratégia visava lhes dar maior controle do corte final, evitando que uma versão muito diferente do que filmaram chegasse às telas. Mas isso acabou se tornando um grande entrave após suas demissões, dificultado o aproveitamento do material que eles rodaram. Por conta desse arranjo, a Lucasfilm também demitiu o editor Chris Dickens, que estava trabalhando com Lord e Miller, substituindo por outro: o vencedor do Oscar Pietro Scalia, um veterano na indústria cinematográfica que costuma ser parceiro de Ridley Scott – em filmes como “Gladiador”, “Perdido em Marte”, entre outros. Mas o que chama mais atenção é que o estúdio presidido por Kathleen Kennedy também não ficou feliz com a atuação de Alden Ehrenreich (“Ave César”) como Han Solo. Segundo uma fonte, a produtora contratou um profissional para dar aulas de atuação ao ator durante as filmagens. O spin-off de “Star Wars” começou a ser filmado no final de janeiro e sua produção encontra-se atualmente em hiato, enquanto Ron Howard revê, com o roteirista Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”), como aproveitar os quase cinco meses de material filmado. Mesmo com as mudanças, o filme mantém sua previsão de estreia para maio de 2018.
Carros 3 ganha quatro novos comerciais dublados
A Disney divulgou quatro comerciais dublados de “Carros 3”. As prévias apostam em cenas velozes e furiosas, mostrando o protagonista Relâmpago McQueen em meio a corridas, com direito a acidentes, ultrapassagens e mensagem de superação de limites. Na trama, o carrinho vermelho, que nos EUA volta a ser dublado pelo comediante Owen Wilson (“Gênios do Crime”), vai contar com a ajuda de uma atrapalhada treinador, Cruz Ramirez (voz original de Cristela Alonzo, da série “Cristela”), para enfrentar um novo rival em seu retorno, a “supermáquina” Jackson Storm (voz de Armie Hammer, de “O Agente da UNCLE”). A treinadora latina acaba roubando a cena no longa e será dublada por Giovanna Ewbank (novela “Escrito nas Estrelas”) no Brasil. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. O filme estreou em 1º lugar no fim de semana passado na América do Norte, mas só chega nos cinemas brasileiros em 13 de julho.
Fãs de Star Trek reagem com racismo e homofobia à diversidade da nova série
Reconhecida mundialmente por representar um futuro utópico de igualdade racial e sexual, “Star Trek” revelou ter fãs homofóbicos, racistas e sexistas após a divulgação do trailer da nova série derivada da franquia. Um artigo publicado na revista The New Yorker destacou o uso do termo “genocídio branco” entre as pessoas que desaprovaram a diversidade de “Star Trek: Discovery”. A produção também foi apelidada de “Star Trek Feminista Lésbica” na web. O choque dos ataques violentos foi tão forte que a atriz Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), que protagoniza a nova série, decidiu se manifestar. “Eu encorajo essas pessoas a se apegarem à essência e ao espírito de ‘Star Trek’, que foi o que construiu o legado da série”, ela disse em entrevista à revista Entertainment Weekly. Para a atriz, a série original se tornou um fenômeno cultural porque estava à frente do pensamento conservador de sua época. Foi “Jornada nas Estrelas”, nos anos 1960, que exibiu o primeiro beijo inter-racial da TV americana, entre o capitão Kirk e a tenente Uhura. Além disso, a série insistia que superar diferenças, por meio de diplomacia, era mais importante que a demonstração de força. Os vilões da atração, identificados como klingons, eram justamente uma raça alienígena que se recusava a aceitar essa situação, considerando-se superior às outras espécies e por isso no direito de atacar os diferentes. “É difícil entender e apreciar ‘Star Trek’ se você não entende e aprecia isso”, diz Martin-Green. “[Diversidade] é um dos princípios fundamentais da série, e eu penso que, se você perde isso, você perde todo o legado. Estou incrivelmente orgulhosa de protagonizar a produção e mostrar esse mundo pelos olhos de uma mulher negra, algo que ainda não tinha sido feito. Sinto que estamos dando um passo adiante, e acho que é algo que todas as histórias deveriam fazer”, concluiu. Além de Martin-Green, que interpreta a oficial Michael Burnham, o elenco de “Star Trek: Discovery” conta com a taiwanesa Michele Yeoh (“O Tigre e o Dragão”) como a Capitã Georgiou e com Anthony Rapp (“Rent: Os Boêmios”), que viverá o primeiro personagem abertamente gay da franquia. A atração será lançada no dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, ela deve ser disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional pela plataforma de streaming.











