PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc,  Filme,  TV

    Exibição de Festa da Salsicha na HBO Brasil vira “causa” de gente desinformada

    5 de agosto de 2017 /

    A estreia da animação adulta “Festa da Salsicha” no canal pago HBO causou uma confusão enorme na cabeça dos pais brasileiros que ainda não dominam as teclas do controle remoto de seus serviços de TV por assinatura. E por causa dessa dificuldade, até a assessoria da Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul decidiu se manifestar sobre o assunto. Por incrível que pareça, a inabilidade dos pais com o remoto foi discutida por membros do Nudeca (Núcleo Institucional de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente), que resolveu avaliar o conteúdo e a legislação respectiva. “O assunto foi proposto em uma reunião de membros da rede e as coordenadoras do Núcleo vão analisar o que pode ser feito”, informou a assessoria. Melhor tratar “o assunto” com o deboche que ele merece do que levar a sério a repercussão das redes sociais, em que pais sem noção confundiram a HBO com o Cartoon Network. Afinal, não é porque seu programa mais popular tem dragões que a HBO é um canal infantil. Aliás, senhores pais, o programa que tem dragões também tem cenas de nudez e sexo. E reprisa à tarde, caso não tenham reparado. Mas a brincadeira é divertida. Especialmente graças à humorista involuntária e candidata a vereadora joseense Letícia Aguiar, que se descreve como “de direita, conservadora, pró vida, família e amiga da polícia” e ilustra seu perfil do Facebook com fotos de Jair Bolsonaro. Ela levou o caso ao limite da caricatura, ao gravar um vídeo onde critica a HBO com o seguinte argumento: “Se não é destinado à crianças, porque então é uma animação infantil?”. Por que, hein? Por que Letícia Aguiar acredita que “Festa da Salsicha” é uma animação infantil? Todos os materiais de marketing do longa-metragem, incluindo cartazes e o trailer, ressaltam que o conteúdo da produção é adulto. A dublagem, inclusive, foi feita pelo coletivo da internet Porta dos Fundos, cujo nome já é uma indicação de suas piadas de duplo sentido. A exibição também foi precedida por aviso de classificação etária. E como a HBO não é o Cartoon Network, oferece opções de senha para os pais. Sim, os serviços fornecidos pelas operadoras de TV paga incluem opções de controle etário para os pais, que podem bloquear por meio de senhas os canais para maiores. Algumas operadoras inclusive bloqueiam automaticamente determinados programas, até que os responsáveis insiram as senhas. Tudo isso é feito com o controle remoto. E não com “política”. Afinal, adultos também tem direito de ver desenhos animados. E desenhos adultos são produzidos há mais de – olha como é novidade – 100 anos. Mas isso é cultura. Enfim, trata-se de mais um caso de quem não lê instruções, não busca se informar e termina votando em quem vota. Ou pedindo voto, com a garantia de ser perfeitamente incapaz de usar um controle remoto sem dar um escândalo e reclamar do baixo “nível intelectual”. Sério, mas muito muito engraçado. Veja abaixo. A propósito, tudo isso parece ter começado com um texto de colunista de TV do UOL, ao reclamar que o “desenho pornográfico” estava passando à tarde, mesmo argumento da bolsonarista. As pessoas mais velhas parecem ter mesmo maiores dificuldades de lidar com tecnologia – mesmo sendo uma tecnologia com botões… De todo modo, a incompetência com o remoto foi tanta que a própria HBO tomou a iniciativa de restringir o desenho para o horário noturno, após às 22 horas. Afinal, o bom senso ensina que é preferível manter à distância a turba que brande forcados e tochas contra tudo o que não quer nem consegue entender. Leia aqui a crítica do filme para saber do que realmente se trata.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Vanity Fair defende reportagem que acusa Angelina Julie de abuso infantil

    4 de agosto de 2017 /

    A revista Vanity Fair não irá se retratar e nem retirar da internet o trecho da entrevista de capa com a atriz e diretora Angelina Jolie, em que ela revelou um “jogo perturbador” no processo de seleção para a protagonista de seu novo filme, “They Killed My Father”, realizado com crianças sem experiência de atuação no Cambodja. Depois da publicação, ela foi criticada por abusar psicologicamente das crianças, o que manchou sua imagem de ativista humanitária. Em comunicado, a artista acusou a entrevistadora de reportar “erroneamente” os testes de elenco. Já seu advogado pediu à publicação que suprimisse os trechos que estariam equivocados e emitisse um pedido de desculpas, além de incluir um novo texto explicando que nada de errado aconteceu durante a produção. A Vanity Fair afirmou ter revisado as anotações da jornalista Evgenia Peretz e ouvido as fitas da entrevista, e garante que a reportagem é condizente com a apuração dos fatos. A publicação anunciou que vai manter o material na íntegra. Mais que isso, ainda divulgou um novo trecho da entrevista, no qual Angelina diz textualmente que as crianças ouviram da equipe de casting que “eles gostariam de brincar de um jogo” com elas. “E o jogo era ‘Nós vamos colocar dinheiro na mesa’. Pense em algo que você precisa (comprar) com esse dinheiro’. Às vezes era dinheiro, às vezes era um cookie. ‘E então pegue’. Aí eles pegavam de volta”, diz a atriz na gravação. A reportagem explica que, segundo as palavras de Angelina, os diretores de elenco do longa colocavam dinheiro na mesa e pediam para as crianças guardarem, pensando em algo que necessitavam. Depois, a equipe fingia pegá-las e as incentivavam a inventar uma mentira para se safar. Em seu comunicado, Angelina ressalta que foi mal interpretada. “Eu estou triste que um pretenso exercício de improvisação, a partir de uma cena que vai estar no filme, tenha sido vista como um enredo real. O centro deste filme é chamar a atenção para os horrores que as crianças encaram na guerra e ajudar na luta pela proteção delas. A sugestão de que dinheiro foi retirado de uma criança durante os testes de elenco é falsa e triste. Eu ficaria ultrajada se fosse isso”, escreveu Angelina. De acordo com a “Vanity Fair”, Angelina procurou crianças nos orfanatos, circos e escolas de favelas. Srey Moch, a garota escolhida para viver a protagonista, teria sido a única a olhar por “muito, muito tempo” para o dinheiro, segundo a atriz. Ao ver que teria que devolver o dinheiro, a cambojana caiu em lágrimas e contou que seu padrinho morrera sem que a família tivesse recursos para um funeral decente. A atriz garantiu que todas as medidas foram tomadas para garantir a segurança, o conforto e o bem-estar das crianças do filme desde os testes. Selecionado para o Festival de Toronto, “Fist They Killed My Father” aborda a loucura genocida do Khmer Vermelho, partido comunista que, ao assumir o poder, massacrou milhões de habitantes no Cambodja nos anos 1970. A trama é baseada no livro de memórias homônimo da ativista de direitos humanos Loung Ung, que relata sua infância cercada pela violência, após testemunhar a morte de toda sua família. O filme será lançado em 15 de setembro pela Netflix, que disponibilizou o primeiro trailer nesta semana. Veja aqui.

    Leia mais
  • Filme

    First They Killed My Father: Novo filme de Angelina Jolie ganha primeiro trailer legendado

    2 de agosto de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer legendado de “First They Killed My Father”, o novo filme dirigido por Angelina Jolie. Assim como “Na Terra de Amor e Ódio” (2011) e “Invencível” (2014), trata-se de uma história de sobrevivência em tempos de guerra. O filme aborda a loucura genocida do Khmer Vermelho, partido comunista que, ao assumir o poder, massacrou milhões de habitantes no Cambodja nos anos 1970. A trama é baseada no livro de memórias homônimo da ativista de direitos humanos Loung Ung, que relata sua infância cercada pela violência, após testemunhar a morte de toda sua família. A própria autora escreveu o roteiro ao lado de Angelina, que também trouxe para a produção o cineasta Rithy Pahn, diretor do premiadíssimo documentário “A Imagem que Falta” (2013), sobre o mesmo assunto. Com elenco composto por crianças selecionadas em orfanatos, circos e escolas de favelas do Cambodja, o filme gerou polêmica após uma reportagem da revista Vanity Fair acusar o responsável pelo casting de recorrer a tortura psicológica e abuso infantil para realizar sua seleção. Angelina Jolie refutou a acusação. “First They Killed My Father” teve première mundial na cidade de Siem Reap, no Cambodja, no dia 18 de fevereiro, e chegará ao público ocidental no Festival de Toronto, que acontece entre 7 e 17 de setembro. De forma abrupta, a estreia na Netflix não vai sequer esperar o final do evento canadense, marcada para 15 de setembro.

    Leia mais
  • Série

    Amazon vai lançar anti-Confederate, uma série sobre um país imaginário construído por ex-escravos

    2 de agosto de 2017 /

    Enquanto o projeto da série da HBO “Confederate”, dos criadores de “Game of Thrones”, recebe críticas de todos os lados, por se propor a contar uma trama de História alternativa em que o Sul venceu a Guerra Civil americana e não houve abolição da escravatura, a Amazon anuncia uma produção que se propõe a mostrar praticamente o oposto. O projeto se chamará “Black America” e mostrará uma realidade alternativa em que, após a Guerra Civil, os estados sulistas são entregues aos ex-escravos para que construam sua própria nação. Eles então criam um país chamada New Colonia, que nutre uma relação ocasionalmente problemática com os Estados Unidos, país vizinho. Após 150 anos de “exercícios militares, assassinatos, golpes e mudança de regimes”, New Colonia torna-se uma das maiores nações industrializadas do mundo, enquanto os Estados Unidos entra em rápido declínio. Relacionadas desde sempre, o destino das duas nações é colocado em risco. A série foi desenvolvida pelo produtor William Packer (“Straight Outta Compton”) e o roteirista Aaron McGruder (criador de “The Boondocks”). Apesar do timing do anúncio, o site Deadline já vinha mencionando desde fevereiro que Packer e McGruder estavam trabalhando numa série de história alternativa, ao estilo de “The Man in the High Castle”. Em entrevista ao próprio Deadline, Packer confirmou que, por mais que a revelação da controversa série da HBO tenha adiantado os planos de “Black America”, seu projeto já estava em desenvolvimento há certo tempo. “Agora pareceu a hora certa para garantir ao público e à comunidade criativa que existe um projeto e que já estamos avançados no desenvolvimento.” Ainda não há previsão para a estreia de “Black America”, que será lançado pelo serviço de streaming Amazon Prime Video. Mas vale lembrar que, na vida real, ex-escravos dos Estados Unidos construíram mesmo um país. Eles migraram para a África e criaram a Libéria (do latim, “terra livre”), cujo nome remete à conquista da sua liberdade. Mesmo se inspirando na constituição e democracia americanas, a Libéria não virou umas maiores nações industrializadas do mundo, como na ficção da Amazon. Muito antes pelo contrário. Apesar de ter recebido grande investimento dos Estados Unidos, permanece um dos países mais miseráveis da África, imerso em guerras civis.

    Leia mais
  • Filme

    Ron Howard descobre que droides não ouvem o diretor, nos bastidores do longa de Han Solo

    2 de agosto de 2017 /

    Desde que assumiu a direção do longa de Han Solo, segundo spin-off da saga “Star Wars”, Ron Howard tem compartilhado diversos detalhes da produção em suas redes sociais, em contraste gritante ao clima de segredo que marcou o período filmado pela dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”), demitidos pela Lucasfilm após cinco meses de produção. Em novos posts em sua conta no Twitter, Howard divertiu seus seguidores revelando como os “droides são intratáveis” nos sets da produção. “Droides podem fazer a galáxia funcionar, mas descobri que eles nem sempre ouvem o diretor!”, comentou num post. Veja abaixo. Howard está filmando sem parar, já que, apesar da mudança de diretor, o longa ainda mantém sua previsão de estreia para maio de 2018. These droids can be so damn intractable. But we'll go until we get it right! #UntitledHanSoloMovie pic.twitter.com/tDR6EOW8pn — Ron Howard (@RealRonHoward) August 2, 2017 Droids help make the Galaxy go round but I find they don't always listen to the director!#UntitledHanSoloMovie pic.twitter.com/XSgvK4y4Dd — Ron Howard (@RealRonHoward) August 2, 2017

    Leia mais
  • Filme

    Zazie Beetz aparece em novas fotos como Dominó e fãs dos quadrinhos reclamam

    1 de agosto de 2017 /

    A atriz Zazie Beetz (série “Atlanta”) postou em seu Instagram uma nova foto de seu papel em “Deadpool 2”, a mutante Dominó, e originou uma avalanche de reclamações. Muitos se manifestaram de forma indignada porque o visual não lembra em nada a super-heroína da Marvel. “Você nem sequer tentou, não é? Gamora de ‘Guardiões da Galáxia’ te faz passar vergonha. Dominó nasceu com pele de cor branca-óssea porque ela é uma maldita mutante e não tem um cabelo afro. Isto não é nada mais do que um cosplay meia-boca preguiçoso”, atacou um usuário. “Você está linda, mas isso não é Dominó”, avaliou outra, com menos rancor. “O visual é péssimo. Tomara que a atuação dela compense esse equívoco”, comentou um terceiro. “Não custava nada seguir os quadrinhos”, lamentou mais um. Mas houve os que gostaram e até os que aproveitaram para acusar quem não gostou de racista. “Há alguns babacas racistas nos comentários que ficaram com raiva da mudança racial. Mas não devemos nos preocupar muito sobre a aparência. Ficaremos felizes se o desempenho for bom”, resumiu um dos defensores do visual. “Deadpool 2” também traz Josh Brolin (que é Thanos nos filmes da Marvel) como Cable, que ainda não teve o visual cinematográfico revelado. A estreia está marcada para 31 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Veja abaixo duas novas fotos de Zazie Beets como Dominó e como a personagem se parece nos quadrinhos.

    Leia mais
  • Série

    Nova série dos criadores de Game of Thrones enfrenta protestos antes de começar a ser escrita

    1 de agosto de 2017 /

    Imaginava-se que, pelo sucesso de “Game of Thrones”, qualquer projeto novo de seus criadores, David Benioff e D.B. Weiss, seria recebido com ansiedade pelo público, ainda mais se fosse uma nova produção com elementos de fantasia. Mas não foi o que aconteceu. O público não viu e não gostou do que os produtores pretendem fazer a seguir, a ponto de fomentar uma campanha no Twitter durante o horário de exibição do episódio mais recente da série dos dragões. A hashtag #NoConfederate chegou a figurar entre os tópicos mais tuitados do último domingo. “Confederate” é o nome da série que Benioff e Weiss estão desenvolvendo com o casal Nichelle Spellman (série “Justified”) e Malcolm Spellman (série “Empire”). Ela vai contar uma trama de história alternativa, ao estilo de “The Man in the High Castle” da Amazon e “SS-GB” da BBC. A atração vai se passar numa versão dos Estados Unidos em que os Confederados do sul venceram as tropas nortistas da União. Graças a isso, a escravidão continua a existir no país. Abolicionistas, políticos, jornalistas e escravos serão alguns personagens explorados na trama, que abordará uma nova guerra civil entre os americanos. A ideia era fazer paralelos com a perpetuação do racismo nos dias atuais. Mas, ao ver o tema, cinco mulheres tiveram a iniciativa de protestar nas redes sociais. Uma delas, April Reign, foi a criadora da campanha #OscarSoWhite. E a hashtag que elas criaram se tornou viral. Alguns comentários atacaram o fato de brancos quererem recontar a história da abolição da escravatura dando poder aos confederados. Mas metade da equipe, apesar dos sobrenomes sugerirem o contrário, é negra – Nichelle e Malcolm Spellman. A reação foi tão forte que a HBO decidiu emitir um comunicado, defendendo a sua liberdade de criação e pedindo às pessoas que, a despeito do tema polêmico, esperem que a série estreie para poderem julgar. “Nós temos grande respeito pelo debate e preocupação por expressos em torno de ‘Confederate’. Mas temos fé que Nichelle, Dan, David e Malcolm abordarão o tema com cuidado e sensibilidade. O projeto está atualmente muito no começo, então nós esperamos que as pessoas reservem o seu julgamento para quando houver algo para julgar”. Mas para a ativista April Reign, “este é o momento de falar, antes que a série ganhe roteiro e elenco. Antes que a HBO invista muito dinheiro em #Confederate”, ela escreveu. Outra ecoou, avisando que a campanha não vai acabar, só piorar. Procurada pela CNN, Reign disse que espera que a HBO cancele Confederate, e dê espaço às “vozes marginalizadas” em uma outra série. Curiosamente, as séries “SS-GB” e “The Man in the High Castle”, que apresentam uma História alternativa em que os nazistas venceram a 2ª Guerra Mundial, não enfrentam nenhum tipo de protesto. “The Man in the High Castle”, inclusive, é a produção mais popular da Amazon, já renovada para sua 3ª temporada.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Angelina Jolie se manifesta após reportagem sugerir abuso infantil em seu novo filme

    30 de julho de 2017 /

    A atriz e cineasta Angeline Jolie decidiu se manifestar após a repercussão negativa de sua entrevista para a revista Vanity Fair, que sugere abuso infantil na seleção do elenco de seu novo filme como diretora, “First They Killed My Father”, inspirado na infância da ativista pelos direitos humanos Loung Ung durante os horrores do Khmer Vermelho. De acordo com a reportagem, Angelina procurou crianças em orfanatos, circos e escolas de favelas do Cambodja. E para escolher a protagonista que interpretaria a jovem Loung Ung, os diretores de elenco criaram uma espécie de jogo cruel por seu realismo: eles colocavam dinheiro numa mesa e diziam para a criança candidata ao papel para pensar em algo de que precisava e depois pegá-lo. Aí o responsável pela seleção fingiria pegá-las, como se elas estivessem roubando, e elas teriam que inventar uma mentira para se safar. Angelina nega esta interpretação da história. Ela divulgou um comunicado, publicado pelo Huffington Post, em que afirma que o teste era simulação de uma cena do filme, como qualquer teste de elenco, e que havia médicos, assistentes sociais e parentes das crianças presentes durante todo o processo de escolha. “Estou chateada porque um exercício de improvisação, de uma cena que de fato existe no filme, foi descrita como se fosse uma situação real”, declarou. Ela também negou que dinheiro real tenha sido usado na simulação e afirmou ter ficado chateada com o que considera falsas alegações. “Seria um ultraje para mim se isso tivesse acontecido”, acrescentou. Na entrevista gravada pela Vanity Fair, porém, ela diz textualmente: “Srey Moch (a garota escolhida) foi a única que ficou olhando para o dinheiro por muito, muito tempo. Quando ela foi obrigada a devolver o dinheiro, ficou muito emocionada. Todas essas coisas voltando”. Neste momento da entrevista, a atriz cai em lágrimas para concluir: “Quando perguntaram para que era o dinheiro, ela disse que seu padrinho morrera e eles não tinham dinheiro para um funeral decente”. “First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers” foi selecionado para o Festival de Toronto.

    Leia mais
  • Filme

    Emilia Clarke compartilha vídeo com Chewbecca nos bastidores do filme de Han Solo

    30 de julho de 2017 /

    Emilia Clarke postou um vídeo com Chewbacca, nos bastidores da produção do filme de Han Solo, para comemorar ter atingido 10 milhões de seguidores no Instagram. Quando ela conta esta notícia, Chewie fica emocional e o resultado é muito divertido. Confira abaixo. O intérprete de Chewbacca é Joonas Suotamo, que já tinha trabalhado como dublê de Peter Mayhew, o Chewbacca original, hoje com 73 anos, em “”Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Ainda sem título, o filme de Han Solo também inclui em seu elenco Alden Ehrenreich (“Ave Cesar”) como o personagem título, Donald Glover (série “Atlanta”) como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Michael Kenneth Williams (série “The Night Of”) e Thandie Newton (série “Westworld”), além de Warwick Davis (que ainda criança viveu o famoso ewok Wicket em “O Returno de Jedi”). Os bastidores da produção passaram por dias menos leves. Ron Howard assumiu a direção do filme de Han Solo há um mês, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm. O roteiro é de Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”). A previsão de estreia permanece, por enquanto, para maio de 2018. In a Instagram far far away……. ? (Or in pinewood backlot filming #untitledhansolomovie ) One CHEWBACCA (and one @emilia_clarke) wanted to THANK EACH AND EVERY ONE OF YOU 10 MILLION WONDERSTAR-INCREDIBLE DREAM MAKERS for following me!!! ?✌️♥️ Yup. Those dreamboats at @starwars said yes, this furry ball of joy could help me thank you personally… @joonassuotamo you are more than just a cute nose and lotta hair to me. #allhailthewookieofourdreams #behindthescenes #behindthelove ❤️??????????????❤️ Uma publicação compartilhada por @emilia_clarke em Jul 28, 2017 às 10:38 PDT

    Leia mais
  • Filme

    Angelina Jolie causa revolta nas redes sociais ao revelar como selecionou atriz mirim de seu novo filme

    29 de julho de 2017 /

    Angeline Jolie escolheu a revista Vanity Fair para voltar a expor sua intimidade ao público. Mas além de tocar em amenidades e focar em sua imagem como mãe dedicada, o retorno à mídia também visava divulgar seu novo filme como diretora, “First They Killed My Father”, inspirado na infância da ativista pelos direitos humanos Loung Ung durante os horrores do Khmer Vermelho. O filme foi selecionado para o Festival de Toronto. Entretanto, essa parte da reportagem não correu tão bem quanto sua tentativa de se mostrar uma dona de casa, que cozinha para os filhos e limpa o cocô do cachorro, ou como a mulher forte que enfrenta o câncer. O trecho em que ela explica como selecionou a atriz mirim que estrela seu novo longa causou revolta nas redes sociais. De acordo com a reportagem, Angelina procurou crianças em orfanatos, circos e escolas de favelas do Cambodja. E para escolher a protagonista que interpretaria a jovem Loung Ung, os diretores de elenco criaram uma espécie de jogo cruel por seu realismo: eles colocavam dinheiro numa mesa e diziam para a criança candidata ao papel para pensar em algo de que precisava e depois pegá-lo. Aí o responsável pela seleção fingiria pegá-las, como se elas estivessem roubando, e elas teriam que inventar uma mentira para se safar. “Srey Moch (a garota escolhida) foi a única que ficou olhando para o dinheiro por muito, muito tempo”, disse Jolie. “Quando ela foi obrigada a devolver o dinheiro, ficou muito emocionada. Todas essas coisas voltando”. Neste momento da entrevista, a atriz cai em lágrimas para concluir: “Quando perguntaram para que era o dinheiro, ela disse que seu padrinho morrera e eles não tinham dinheiro para um funeral decente”. A revelação movimentou as redes sociais, com muita gente reagindo ao “processo de seleção” e condenando a atriz por utilizá-lo. A história manchou a imagem de ativista humanitária encarnada por Angelina, especialmente com seu trabalho como embaixadora da boa vontade para a agência de refugiados da Organização das Nações Unidas.

    Leia mais
  • Filme

    Roteirista de Roubo em Família, novo filme de Steve Soderbergh, não existe

    28 de julho de 2017 /

    O site The Hollywood Reporter foi investigar um rumor de que a roteirista creditada em “Roubo em Família” (Logan Lucky), novo filme dirigido por Steven Soderbergh, é um pseudônimo. Oficialmente, o nome da estreante Rebecca Blunt aparece como sendo a responsável pelo roteiro. Mas ela nunca foi ao set, com a desculpa de que mora na Inglaterra, nem deu entrevistas em lugar algum. E mais: nem dará entrevistas, com nova desculpa, porque trabalha em outro projeto. Para completar, como é estreante, nem sequer tem biografia conhecida, algo tampouco aprofundado no escasso material de imprensa produzido sobre a equipe do filme. O detalhe é que o roteiro é a parte mais elogiada de “Roubo em Família”, que conquistou a crítica norte-americana e atualmente tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Isto levantou suspeitas de que o nome fosse um pseudônimo. Uma das fontes ouvidas pelo site diz que emails com o nome de Rebecca Blunt foram trocados com membros da equipe, o que limita o número de suspeitos para alguém com acesso aos endereços eletrônicos da produção. A apuração levou a três possíveis nomes. A resposta mais simples é que o texto pode ser do próprio diretor, que costuma adotar pseudônimos quando acumula funções. Outra opção, que parece ser a favorita da maioria, é que o roteiro foi escrito pela esposa de Soderbergh, Jules Asner. Se assim for, a ex-modelo e apresentadora do canal pago E! conseguiu um feito notável. Na verdade, seu único trabalho anterior no cinema foi uma pequena participação na comédia “O Império (do Besteirol) Contra-Ataca” (2001). Mas ela sabe escrever, como demonstrou seu romance “Whacked”, lançado em 2008 com críticas positivas. Há ainda uma possibilidade do roteiro ter sido escrito por outro apresentador da E!, John Henson, ex-roteirista-produtor do programa “Talk Soup”, que teria trabalhado com Soderbergh há alguns anos em um projeto parecido. Após a publicação da reportagem, Soderbergh replicou à Entertainment Weekly: “Bem, isso vai ser novidade para Rebecca Blunt”. E acrescentou: “Quando as pessoas fazem uma declaração como essa, elas devem ter muito cuidado, especialmente quando é uma roteirista mulher que tem o seu primeiro roteiro produzido”. A produtora Bleecker Street, responsável pelo lançamento do longa, não quis comentar. O filme estreia em 18 de agosto nos Estados Unidos, mas apenas dois meses depois no Brasil, em 12 de outubro.

    Leia mais
  • Série

    Hawaii Five-0 muda meio elenco para sua 8ª temporada

    20 de julho de 2017 /

    A saída repentina de Daniel Dae Kim e Grace Park de “Hawaii Five-0” levou os produtores a mudar os protagonistas da série. Uma das providências anunciadas para suprir a falta dos dois intérpretes centrais foi a promoção de Ian Anthony Dale para o elenco fixo. O ator tinha papel recorrente como Adam, o marido de Kono (Grace Park). Além disso, dois novos atores foram contratados: Meaghan Rath (série “Being Human”) e Beulah Koale (da série sci-fi neozelandesa “The Cul De Sac”). Rath foi escalada num papel previamente anunciado, como Tani Ray, personagem que é recrutada por McGarrett (Alex O’Loughlin) depois de perder sua candidatura na Academia de Polícia. Já Koale vai interpretar Junior Reigns, um ex-oficial da Marinha que retorna para casa depois de servir no exterior e pede uma vaga na Five-0 para McGarrett. Os dois vão estrear no primeiro episódio da 8ª temporada, que também revelará o destino de Kono Kalakaua (Park), após decidir perseguir traficantes sexuais por conta própria, e Chin Ho Kelly (Kim), que foi convidado a chefiar uma unidade policial de San Francisco. Park e Kim saíram da série após reivindicarem receber o mesmo que seus dois colegas de elenco, Alex O’Loughlin e Scott Caan. A rede CBS, que além de exibir “Hawaii Five-0” também produz a série, não quis ceder e preferiu encerrar as participações da dupla na trama. A situação virou polêmica, após outros atores asiáticos apontarem preconceito racial como motivo da diferença salarial. A série volta a exibir episódios inéditos em 29 de setembro nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Quem realmente dirigiu Poltergeist? Integrante do filme diz que foi Steven Spielberg

    18 de julho de 2017 /

    Uma velha teoria da conspiração dos cinéfilos teria sido confirmada, após anos de contestação. Os rumores de que “Poltergeist: O Fenômeno” teve o diretor Tobe Hooper substituído por Steven Spielberg, produtor e roteirista do clássico de terror de 1982, foram confirmados por um integrante da equipe técnica do filme. John Leonetti, diretor de “Annabelle” (2014), que trabalhou como primeiro assistente de câmera em “Poltergeist”, resolveu contar “a verdade” em entrevista ao podcast Shock Waves. “Foi um filme muito intenso, muito divertido e muito técnico para se trabalhar. Tinha muita coisa acontecendo. E, francamente… Steven Spielberg dirigiu aquele filme. Não há dúvidas”, garantiu Leonetti. “No entanto, eu adoro Tobe Hooper. Eu amo aquele homem demais”. “Hooper era muito simpático e estava apenas feliz por participar daquilo. Criativamente, ele também fez diferença”, continuou o cineasta. “Steven desenvolveu o filme, e era ele quem deveria dirigir, mas havia a possibilidade de o sindicato reclamar. Então, ele foi ‘o produtor’, mas, na realidade, Steven dirigiu o filme sem usar seu nome, e Tobe estava tranquilo quanto a isso”. “Não foi nada contra Tobe. De vez em quando, Steven realmente saía do set e deixava Tobe fazer algumas coisas. Mas, na realidade, Steven foi o diretor”, concluiu. Ou seja, Leonetti confirmou aquilo que os fãs sempre alegaram: que “Poltergeist” tem visual de filme de Spielberg e pouco a ver com a filmografia de Tobe Hooper, que antes tinha feito um terror sangrento – e igualmente clássico – , “O Massacre da Serra Elétrica” (1974). Vale observar, porém, que Hooper enveredou pela sci-fi logo depois de “Poltergeist”, fazendo o também cultuado “Força Sinistra” (1985) e o “spilberguiano” “Invasores de Marte” (1986).

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie