PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Etc

    Mulher que ofendeu Titi diz ter vídeo de Anitta e Thaila Ayala consumindo drogas

    29 de novembro de 2017 /

    Após ofender Titi, a filha adotiva de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, a mulher que diz se chamar Day McCarthy e se apresenta na internet como uma socialite resolveu acusar a cantora Anitta e a atriz Thaila Ayala (foto acima, de “Pica-Pau: O Filme”) de cheirar cocaína. Ela afirmou nas redes sociais ter vídeos que comprovam a acusação. “Anitta cheira pó, sim! Cheirou pó na minha frente, eu ainda filmei, sem querer. E se me irritar muito eu posto o vídeo mesmo”, ameaçou. “A única pessoa que eu posso provar que realmente cheira pó é só a Thaila Ayala e a Anitta. O resto eu não sei se fuma ou não, eu não posso provar. Eu só falo o que eu realmente tenho provas”, disse. Day McCarthy, cujo nome verdadeiro é Dayane Alcântara Couto de Andrade, já teve a conta no Instagram suspensa por ofensas pessoais e, segundo apurou a revista Veja, chegou a ser presa em 2015 nos EUA por envolvimento com prostituição. Os novos posts ficaram inacessíveis após ela ter novamente as contas bloqueada em todas as redes sociais. Diante dos novos surtos, diversas petições foram criadas na internet para a Justiça brasileira agir contra Dayane. Anitta e Thaila também se manifestaram. “Gostaria de manifestar minha revolta em relação a essas acusações mentirosas a meu respeito sobre um suposto vídeo que obviamente não existe. É absurdo que essa mentira se sobreponha a um crime de racismo cometido contra uma criança. Por favor, vamos parar de dar atenção e espaço a esse tipo de atitude inconsequente e irresponsável”, disse Thaila, que publicou sua mensagem no Instagram, junto de uma foto de Titi, Giovanna e Bruno. “Me solidarizo profundamente com todos que vêm sofrendo esse tipo de ataque virtual. Vamos focar nossos esforços contra todo tipo de preconceito, homofobia e racismo. Por mais amor e menos discursos de ódio”, completou. A assessoria de Anitta seguiu o mesmo tom. “A cantora lamenta profundamente que calúnias absurdas a seu respeito provenientes de correntes de seguidores e likes em redes sociais possam tirar o foco do preconceito, do crime repugnante de racismo e homofobia praticado contra criança”. A cantora e Thaila não informaram se pretendem processá-la por calúnia e difamação, mas Bruno Gagliasso registrou queixa criminal contra Dayane na segunda-feira (27/11) e, se condenada, ela pode pegar de 1 a 3 anos de prisão pelo crime de injúria racial. Nesta terça-feira, Bruno e Giovanna usaram as redes sociais para agradecer o apoio de amigos e fãs à Titi, após as ofensas racistas. “Estamos fortes e determinados em seguir fazendo o que é certo e buscar justiça. Não foi a primeira vez que passamos por isso, certamente não será a última, e sabemos que como a nossa filha, milhares de outras pessoas são vítimas de agressões e preconceitos diariamente nesse país. Estamos juntos nessa luta. Obrigado por todo apoio. Vamos até o fim por amor, respeito e igualdade racial”, publicaram. Sobre o que há de mais belo no mundo o AMOR!!!! _ Gostaria de manifestar minha revolta em relação a essas acusações mentirosas a meu respeito sobre um suposto vídeo que obviamente não existe. É absurdo que essa mentira se sobreponha a um crime de racismo cometido contra uma criança. Por favor, vamos parar de dar atenção e espaço a esse tipo de atitude inconsequente e irresponsável. Me solidarizo profundamente com todos que vêm sofrendo esse tipo de ataque virtual. Vamos focar nossos esforços contra todo tipo de preconceito, homofobia e racismo. Por mais amor e menos discursos de ódio. Uma publicação compartilhada por Thaila Ayala (@thailaayala) em Nov 28, 2017 às 5:44 PST Queremos agradecer por todas as mensagens e formas de carinho que recebemos nesses últimos dias. Estamos fortes e determinados em seguir fazendo o que é certo e buscar justiça. Não foi a primeira vez que passamos por isso, certamente não será a última, e sabemos que como a nossa filha, milhares de outras pessoas são vítimas de agressões e preconceitos diariamente nesse país. Como disse Gil, hoje o racismo não está mais velado e sim revelado, e mais do que nunca precisa ser encarado de frente por todos nós. Estamos juntos nessa luta. Obrigado por todo apoio. Vamos até o fim por amor, respeito e igualdade racial. ??❤️#antiracista #antiracism #amor Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso) em Nov 28, 2017 às 8:42 PST

    Leia mais
  • Etc

    Comissão de Ética Pública pede explicações do presidente da EBC por memes irônicos contra Taís Araujo

    28 de novembro de 2017 /

    A Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu, em reunião realizada na segunda-feira (27/11), pedir esclarecimentos ao presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Laerte Rimoli, por postagens em redes sociais em que ironizava um discurso anti-racista da atriz Taís Araújo. Durante participação no evento TEDx, a atriz disse que “no Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam as bolsas e blindem seus carros”, como forma de expor o preconceito existente no país. Para ridicularizar o discurso, Rimoli compartilhou no Facebook um meme com uma colagem da atriz em que uma criança branca aparece fugindo em primeiro plano, ao lado da frase “Quando você percebe que é o filho da Taís Araújo na calçada”, além de um comentário no Twitter sobre pessoas que “pulam do avião” ao verem a atriz. “A comissão examinou a partir de uma denúncia apresentada as supostas postagens em redes sociais feitas pelo presidente da EBC. São publicações que dizem respeito — em tom jocoso — a uma entrevista da atriz Taís Araújo, narrando vicissitudes que ela e sua família atravessam”, afirmou o presidente da comissão, Mauro Menezes, errando o contexto e a ocasião da frase da atriz. Segundo Menezes, consta no código de ética do servidor público civil a “observância do decoro”, que “é um imperativo dentro e fora das instituições”. Para o presidente da comissão, mesmo que as postagens tenham ocorrido fora das atividades, elas podem terminar por afetar a imagem da administração pública. “Sem fazer juízo antecipado, abrimos procedimento para investigar a sua conduta e ele terá dez dias para prestar esclarecimentos”, explicou. Após o caso, diversas entidades que combatem o preconceito se manifestaram em apoio à Taís Araujo e exigindo respeito. Além disso, o ator Pedro Cardoso, intérprete de Agostinho na série “A Grande Família”, protestou ao vivo no programa “Sem Censura”, da TV Brasil, abandonando o programa após fazer um discurso enfático, em que abordou a greve dos funcionários do canal, o governo Temer e a crítica fora do tom do presidente da EBC (estatal responsável pela TV Brasil) contra a atriz. Diante da repercussão, Laerte Rimoli reconheceu que cometeu um erro e pediu desculpas públicas à atriz, usando novamente seu próprio Facebook. “Peço desculpas à atriz Taís Araújo e sua família por ter compartilhado um post inadequado em minha timeline”, ele escreveu. Mas o presidente da EBC não foi o único integrante do poder público que se dispôs a atacar a fala de Taís. O senador José Medeiros, do Mato Grosso, disse, durante transmissão da TV Senado, que ela estava “mentindo”, “prestou um desserviço ao Brasil” e fez “discurso de ódio”, enquanto o secretário de Educação do Rio de Janeiro, Cesar Benjamim, usou seu Facebook para classificar o depoimento como “idiotice racial”, ensinando que o racismo no Brasil é “uma criação do Departamento de Estado dos Estados Unidos”. No mesmo período em que Taís Araújo sofreu ataques de homens brancos ricos, William Waack, apresentador do “Jornal da Globo”, foi afastado por fala racista vazada nos bastidores da produção e uma autoproclamada socialite xingou a filha adotiva de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, chamando-a de “macaca” num vídeo postado na internet.

    Leia mais
  • Filme

    Veja a primeira foto de Rooney Mara como Maria Madalena em superprodução religiosa

    27 de novembro de 2017 /

    A Universal divulgou a primeira foto da atriz Rooney Mara (“Carol”) na superprodução religiosa baseada na vida de Maria Madalena. O filme tem direção de Garth Davis (“Lion”), que também aparece numa imagem dos bastidores da produção. Veja abaixo. Este é o segundo trabalho consecutivo a juntar a atriz e o diretor, após o premiado “Lion”. O elenco também inclui Joaquin Phoenix (“Vício Inerente”) como Jesus, Tahar Rahim (“O Passado”) como Judas e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como Pedro. Nos cinemas, Maria Madalena já foi interpretada por grandes atrizes como Barbara Hershey (“A Última Tentação de Cristo”), Juliette Binoche (“Maria”) e Monica Bellucci (“A Paixão de Cristo”). Mas talvez a escalação de um ator negro para o papel do primeiro Papa católico renda mais polêmica que a abordagem da própria Maria Madalena, uma das personagens mais controvertidas do Novo Testamento. Embora tenha se popularizado a versão de que Maria Madalena foi uma prostituta salva por Jesus Cristo após se arrepender de seus pecados, visão sustentada até hoje em produtos como os DVDs da “Coleção Bíblia Sagrada”, muitos teólogos afirmam que nenhum apóstolo afirma isso categoricamente. Há vertentes que defendem que ela também foi apóstola. Mais controvertida ainda, existe até uma teoria de que Maria Madalena teve filhos com Jesus Cristo, como visto na adaptação do best-seller “O Código Da Vinci” (2006), razão pela qual a produção foi rechaçada pela Igreja Católica. Produzido pela equipe vencedora do Oscar por “O Discurso do Rei” (2010), o filme terá roteiro de Helen Edmundson (telefilme “An Inspector Calls”) e Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”), e está sendo apresentado como “um retrato autêntico e humanista” de uma figuras mais enigmáticas e incompreendidas do Novo Testamento. A estreia está marcada para 22 de março no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Etc

    James Cameron diz que quase bateu em Harvey Weinstein com o Oscar de Titanic

    27 de novembro de 2017 /

    O diretor James Cameron contou que sua vitória no Oscar de 1998 quase virou pancadaria. Ele esteve prestes a bater no produtor Harvey Weinstein com uma das estatuetas conquistadas naquela noite por “Titanic”. A situação foi revelada por Cameron em uma entrevista à revista Vanity Fair. Segundo o cineasta, a discussão entre os dois aconteceu no intervalo da premiação, pouco antes do anúncio do filme vencedor, e foi interrompida pela música que marca o retorno dos comerciais, além do apelo de alguns colegas sentados ao redor. “Eu iria acertá-lo com meu Oscar”, garante o diretor. “Mas então a música que indica que devemos retornar aos nosso assentos começou a tocar e aqueles que estavam ao nosso redor ficaram me alertando, dizendo ‘aqui não, aqui não!’. Foi como se estivesse tudo bem se brigássemos no estacionamento da festa, mas não ali no salão, porque estaríamos ao vivo”. A briga foi motivada pela forma como a Miramax – empresa na época comandada por Weinstein – tratou o cineasta Guillermo del Toro na produção de “Mutação”. Cameron é amigo de longa data do diretor mexicano. “Harvey chegou até mim todo vaidoso, falando o quanto tinha sido maravilhoso para a carreira de Toro. Eu simplesmente falei a verdade, pontuando o ‘quão maravilhoso’ ele realmente tinha sido para o diretor, baseado no que eu próprio sabia. Isso acabou iniciando uma discussão”. Weinstein costumava ser considerado o pior produtor para se trabalhar em Hollywood, mas ao mesmo tempo também era o mais premiado. Ele só não ganhou mais agradecimentos que Stephen Spielberg na história das premiações do Oscar, mas superou Deus no quesito. Ao todo, suas produções tiveram 303 indicações ao Oscar e resultaram em 75 estatuetas. Seu nome também deve ser bastante pronunciado no Oscar 2018, mas por outros motivos, após décadas de abusos sexuais do produtor virem à tona. Por sinal, Weinstein não poderá participar da cerimônia, pois foi expulso da Academia. Os organizadores do Oscar anunciaram sua exclusão da organização por meio de um comunicado, afirmando que ele “não merece respeito de seus colegas”. Saiba mais sobre o escândalo aqui.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Radicais indianos querem matar atriz de xXx: Reativado por papel em filme inédito

    25 de novembro de 2017 /

    Grupos extremistas indianos estão apelando para o terrorismo para impedir o lançamento do épico “Padmaavat” (anteriormente intitulado “Padmavati”) na Índia. Um dos mais radicais, denominado Karni Sena, ameaçou queimar os cinemas que exibirem o filme no país e também no exterior. E após os integrantes do elenco e da equipe sofrerem ameaças físicas, com a queima de bonecos representando o diretor e atores, um cadáver foi encontrado na sexta-feira (24/11) perto de um dos locais de filmagem, com uma nota sobre seu corpo referenciando o filme. A intérprete da protagonista, Deepika Padukone, vista recentemente em “xXx: Reativado”, é o principal alvo da fúria dos radicais e está com a cabeça à prêmio. Uma recompensa para quem decapitá-la foi endossada e teve seu valor aumentado pelo líder do partido político de direita Bharatiya Janata no começo da semana. Ela já tinha sido atacada no set do filme em janeiro, por radicais do Karni Sena. Em março, uma turba invadiu as filmagens e queimou cenários, figurino e jóias usadas na produção. Segundo o site Deadline, tudo isso está acontecendo com base em boatos a respeito de cenas que “Padmaavat” teria. Ninguém ainda viu o filme. E tampouco há consenso sobre os motivos dos protestos violentos. Alguns grupos o acusam de ter conteúdo sexual ofensivo, enquanto outros alegam que há imprecisões históricas. Mas a trama nem sequer é histórica. Ela é baseada numa ficção. “Padmaavat” conta a história de Rani Padmavati, uma rainha Mewar imaginada no poema épico homônimo do século 16, escrito por Malik Muhammad Jayasi. Ao longo de séculos, o relato do poema assumiu um significado histórico, embora haja pouca evidência de que os eventos envolvendo Padmavati tenham realmente ocorrido. Não há sequer registros de que a rainha tenha existido, embora o sultão descrito seja uma figura histórica e sua conquista militar tenha ocorrido. A trama gira em torno do desejo do sultão de Dheli por sua beleza, a ponto de sitiar sua fortaleza, no Forte Chittor, para tomá-la do Rei Ratan Sen. Após a conquista do forte, ela prefere o suicídio a ser capturada. O filme é baseado na versão operística que o diretor do filme, Sanjay Leela Bhansali, um dos mais premiados da Índia, transformou num espetáculo musical, exibido sem problemas em Paris e Roma na década passada. O poema também já foi filmado no passado, nos anos 1960, sem nenhum protesto. Os grupos extremistas alegam que o filme inclui uma sequência de sonhos em que o sultão muçulmano seduz a rainha hindu, transformando-a em sua amante – o que hindus consideram ofensivo. O diretor Bhansali negou repetidamente que tal cena exista, sem aplacar a ira dos radicais. Outros protestam contra a transformação do sultão de Dheli num “Khal Drogo indiano”, em referência ao bárbaro da série “Game of Thrones” – o que muçulmanos consideram ofensivo. Como pano de fundo para tanta fúria, há uma motivo que nada tem a ver com a história mostrada nas telas. Chama-se machismo. Para estrelar o filme, Deepika Padukone se tornou a primeira atriz indiana a receber um salário maior que os dos colegas masculinos de elenco. Isto pode ter irritado os grupos altamente conservadores, liderados por homens que não aceitam a igualdade feminina. Digno de nota é o fato de que a recompensa por sua cabeça ser exatamente o montante que ela recebeu pelo papel. Em comunicado, a produtora Viacom18 anunciou ter adiado o lançamento indiano indefinidamente e a Paramount, que adquiriu o filme para o resto do mundo, decidiu aguardar antes de marcar qualquer estreia internacional. “A Viacom18 Motion Pictures, o estúdio atrás de ‘Padmaavat’ adiou voluntariamente a data de lançamento do filme de 1 de dezembro de 2017”, diz o texto da produtora. “Junto com Sanjay Leela Bhansali, um dos cineastas mais talentosos de sua geração, a Viacom18 Motion Pictures criou uma bela obra-prima cinematográfica em ‘Padmaavat’, que captura o valor, dignidade e tradição de Rajput em toda a sua glória. O filme é um retrato eloquente de um poema que preencherá todos os indianos com orgulho e mostrará a proeza de contar histórias de nosso país em todo o mundo. Somos uma corporação responsável e respeitador ada lei e temos o maior respeito pela lei do país e todas as instituições e órgãos estatutários, incluindo o Conselho Central de Certificação de Filmes”. Confira abaixo o trailer do filme, que obteve mais de 48 milhões de visualizações desde que foi disponibilizado, no início de outubro.

    Leia mais
  • Filme

    Liga da Justiça teria mensagem secreta de Joss Whedon sobre qualidade do filme

    24 de novembro de 2017 /

    Enquanto alguns fãs tentam convencer a Warner a lançar uma “versão do diretor” de “Liga da Justiça”, que apresente a visão integral de Zack Snyder, seu substituto na conclusão do filme, Joss Whedon, tem sido mantido distante da imprensa. Whedon não participou das entrevistas de divulgação, nem fez comentários nas redes sociais ou compartilhou fotos do set, como Snyder tem feito. Mas mesmo em silêncio total já deu pistas sobre o que acha da produção que foi convocado a “consertar”, ao curtir uma série de tuítes que criticaram o vilão Lobo da Estepe. Agora, os fãs repararam num sinal desconsertante no filme, uma espécie de “easter egg” escondido por Whedon, que explicitaria sua opinião e o motivo porque ele não tem falado sobre o lançamento. Durante os créditos de abertura de “Liga da Justiça”, logo após o nome de Whedon aparecer como roteirista, o público é apresentado a um sem-teto, que mostra um cartaz em que se lê: “Eu tentei”. Muitos acreditam que isso é uma mensagem codificada de Whedon, sugerindo que ele tentou (e falhou em) salvar o filme. Também é possível que seja mera coincidência. Mas não dá para negar que esse tipo de comentário sutil combina com o perfil do diretor. “Liga da Justiça” está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, após bater o recorde de arrecadação como a maior estreia do país em todos os tempos.

    Leia mais
  • Filme

    Zack Snyder “curte” campanha por versão do diretor de Liga da Justiça

    24 de novembro de 2017 /

    A campanha que pede para a Warner lançar uma “versão do diretor” de “Liga da Justiça” ganhou um reforço inesperado. Um post pedindo mais assinaturas no abaixo-assinado acabou recebendo uma curtida de ninguém menos que o próprio diretor original do filme. Zack Snyder, que se afastou da produção devido uma tragédia familiar no início do ano, curtiu uma postagem de apoio à iniciativa com um link para a petição na rede social Vero. Veja abaixo. O texto do abaixo-assinado justifica o pedido de uma “versão do diretor” ao afirmar que a edição que está sendo exibida nos cinemas favorece a visão de Joss Whedon, convocado para terminar o filme, ao deixar de lado diversas decisões que Snyder tinha tomado quando era diretor. “Para consternação de muitos, o filme lançado pela Warner Bros. não é a que os fãs estavam esperando”, descreve o texto da petição. A campanha, no site Change.org, quer que “a Warner Bros. restaure as cenas removidas e a visão original que Zach tinha antes de sua saída”. Alguns fãs dos quadrinhos dos super-heróis ficaram decepcionados pelo fato de muitas cenas vistas nos trailers não aparecerem na edição exibida nas telas. Além da versão do diretor, a petição ainda pede para que seja restaurada a trilha sonora original de Tom Holkenborg (Junkie XL), que também foi substituído durante a produção – por composições de Danny Elfman (“Batman”). A esperança de quem assina é que a Warner se sensibilize e veja o potencial comercial de um Blu-ray com a versão do diretor. Mas nunca é demais considerar a ironia: após “Batman vs. Superman”, os fãs faziam petições para tirar Zack Snyder de “Liga da Justiça”. Fellow DC and Zack Snyder Fan @fionadcpositive on Vero, is helping with the petition and Zack Snyder himself liked the petition to get his director's cut! Keep sharing the petition wherever you can! #ZackSnyder #TomHolkenborg #JunkieXL #WarnerBros #BluRays #ManofSteel #BatmanvSupermanDawnofJustice #SuicideSquad #WonderWoman #JusticeLeague #Scores #Movies #MovieReview #DC #DCEU #BenAffleck #HenryCavill #GalGadot #JasonMomoa #EzraMiller #RayFisher #Petition #DirectorsCut #Score Uma publicação compartilhada por Roberto Mata Gutiérrez (@robertomata.dceu) em Nov 21, 2017 às 4:39 PST

    Leia mais
  • Etc,  TV

    Pedro Cardoso comemora repercussão de seu discurso ao abandonar programa ao vivo

    24 de novembro de 2017 /

    O ator Pedro Cardoso, intérprete de Agostinho na série “A Grande Família”, comemorou no Instagram nesta sexta-feira (24/11) a repercussão alcançada por sua decisão de abandonar ao vivo o programa “Sem Censura”, transmitido pela TV Brasil, no dia anterior. Na ocasião, ele se justificou com um discurso enfático, que se tornou muito comentado. “Compartilho e retribuo as palavras amigas que recebi aqui. É bom saber que não estamos sozinhos, nenhum de nós! Abraços sinceros e vamos em frente. Estamos em casa. O país é nosso”, ele escreveu. Seu protesto na TV abordou a greve dos funcionários do canal, o governo Temer e a crítica fora do tom de Laerte Rímoli, presidente da EBC (estatal responsável pela TV Brasil), contra a atriz Taís Araújo. Em participação no TEDx, Taís fez uma metáfora ao dizer que a cor de seu filho leva pessoas a mudarem de calçada, o que levou Rímoli a fazer piada nas redes sociais. “Passageiro pula de avião ao constatar que Taís Araújo estava a bordo” foi uma delas. Logo no início do programa, ao ser abordado pela primeira vez, ele soltou o verbo: “Não vou responder essa pergunta – e nenhuma outra – porque quando cheguei aqui hoje, encontrei uma empresa que está em greve. E não participo de programas de empresas que estão em greve. Vim sentar aqui porque, além da greve, que não me cabe julgar, não conheço a negociação e não estou a par, também não me cabe emitir opinião a respeito de quem está fazendo a greve e de quem está aqui trabalhando, cabe a mim o maior respeito a todos vocês. A todos vocês. Que estão parados, que estão trabalhando, aos que estão aqui”. “Mas, diante deste governo que está governando o Brasil, eu tenho muita convicção de que as pessoas que estão fazendo esta greve provavelmente estão cobertas de razão. Então eu não vou falar do assunto que vim falar, nem de nenhum outro”, prosseguiu. “O que eu soube também quando cheguei aqui é que o presidente desta empresa, que pertence ao povo brasileiro, fez comentários extremamente inapropriados a respeito do que teria dito uma colega minha [em referência a Taís Araújo] onde a presença do sangue africano é visível na pele – porque o sangue africano está presente em todos nós, e em alguns de nós está presente também na pele, mas em todos nós ele está.” Em seguida, finalizou seu discurso, que durou cerca de um minuto e meio, em tom mais alterado: “Então se esta empresa, que é casa do povo brasileiro, tem na presidência uma pessoa que fala contra isso, eu não posso falar do assunto que eu vim falar aqui. Eu tenho um imenso respeito por todos vocês aqui, peço desculpas, vou me levantar em respeito aos grevistas e vou embora.” Veja o vídeo com a íntegra da intervenção do ator aqui e abaixo seu post no Instagram. Compartilho e retribuo as palavras amigas que recebi aqui. É bom saber que não estamos sozinhos, nenhum de nós! Abraços sinceros e vamos em frente. Estamos em casa. O país é nosso. ??? Uma publicação compartilhada por Pedro Cardoso (@pedrocardosoeumesmo) em Nov 24, 2017 às 9:07 PST

    Leia mais
  • TV

    Aguinaldo Silva explicita campanha pelo “perdão” a José Mayer na Globo

    24 de novembro de 2017 /

    O autor de novelas Aguinaldo Silva encampou a campanha pelo “perdão” ao ator José Mayer, afastado da Globo desde o final da novela “A Lei do Amor”, em março, após ser acusado de assédio sexual. Em sua página do Facebook, Silva divulgou uma imagem com a mensagem: “Força, Zé! Todos cometem erros… e não será um bando de oportunistas que vai apagar a sua estrela!”. Na legenda, escreveu: “Faço por valer o significado da palavra ‘Amigo”: jamais vou te esquecer e ninguém vai me calar!”. Aguinaldo Silva está em campanha ativa para ter Mayer em sua próxima novela. Ele já havia escalado o ator para “O Sétimo Guardião”, e, ao contrário de boa parte da emissora que atacou o ator, manteve o convite mesmo depois do caso de assédio. Desde então, o próprio escritor enfrentou uma polêmica em relação à autoria dessa novela, que foi cancelada. Mas já preparou uma nova história, “A História dos Lobos”, aprovada para entrar no ar no segundo semestre de 2018. Além da campanha a favor de Mayer, Aguinaldo Silva vem postando comentários polêmicos sobre o assunto do assédio sexual. No início de novembro, ele escreveu no Twitter: “Afinal, quem assedia quem neste nosso mundo em que ser um ‘sedutor’ tornou-se uma virtude e um trunfo para todos os sexos já reconhecidos?” José Mayer foi afastado depois que a figurinista Susllem Tonani tornou público o assédio que sofreu por meses nos bastidores da Globo. A abordagem teria começado com elogios, passado para cantadas mais abertas até o dia em que ele teria tocado suas partes íntimas sem consentimento. Ela denunciou as investidas do ator no Departamento de Recursos Humanos da emissora em 2016, mas, como isso não gerou resultados, decidiu tornar o fato público em março, no blog Agora É Que São Elas, da Folha de S. Paulo. O caso acabou ganhando grande repercussão e uniu as atrizes da emissora em seu apoio, com direito a hashtag, camiseta e slogan contra o assédio, “Mexeu com uma, mexeu com todas”. A princípio, o ator negou, dizendo que o confundiam com o personagem cafajeste que interpretava nas telenovelas. Depois, fez uma carta aberta assumindo o erro. Mas acabou afastado pela Globo de sua programação. Apesar da atitude firme em primeiro momento, a Globo vem emitindo sinais de que pode tirar Mayer da geladeira. Sinal disso foi uma homenagem realizada no programa “Grandes Atores”, do canal Viva, no final de outubro. O problema é que a “homenagem” pegou mal, num momento em que o assunto “assédio sexual” toma conta do noticiário do entretenimento, com as denúncias que viraram escândalos em Hollywood. Por conta disso, a estratégia de resgatar Mayer enfrentaria resistência de um movimento de atrizes, que defende no mínimo que ele continue na “geladeira” por mais um tempo – senão, para sempre. Há rumores de que algumas estrelas da Globo se recusariam a contracenar com Mayer se ele voltasse agora para as novelas. Serie este o “bando de oportunistas” do texto de Aguinaldo Silva?

    Leia mais
  • Filme

    Mais de 110 mil fãs assinam petição por versão da Liga da Justiça de Zack Snyder

    24 de novembro de 2017 /

    Uma petição online já reuniu mais de 110 mil assinatura para convencer a Warner a lançar uma versão de “Liga da Justiça” baseada apenas na visão do diretor Zack Snyder (“Batman vs. Superman”). A ação vem de um fã que não gostou da versão definitiva exibida nos cinemas, com intervenção de Joss Whedon (“Os Vingadores”) – que substituiu o diretor após uma tragédia familiar. “Para consternação de muitos, o filme lançado pela Warner Bros. não é a que os fãs estavam esperando”, descreve a petição. A campanha, no site Change.org, quer que “a Warner Bros. restaure as cenas removidas e a visão original que Zach tinha antes de sua saída”. Ele acrescenta: “Nós sentimos que isso é uma simples questão de integridade”. Alguns fãs dos quadrinhos dos super-heróis ficaram decepcionados pelo fato de muitas cenas vistas nos trailers divulgados não aparecerem na versão exibida nas telas. Além da versão do diretor, a petição pede para que seja restaurada a trilha sonora original de Tom Holkenborg (Junkie XL), que também foi substituído durante a produção – por Danny Elfman (“Batman”). A esperança de quem assina é que a Warner se sensibilize e veja o potencial comercial de um Blu-ray com a versão do diretor. Mas nunca é demais considerar a ironia: após “Batman vs. Superman”, os fãs faziam petições para tirar Zack Snyder de “Liga da Justiça”.

    Leia mais
  • Etc,  TV

    Pedro Cardoso abandona programa da TV Brasil ao vivo em apoio a grevistas e Taís Araújo

    23 de novembro de 2017 /

    O ator Pedro Cardoso, intérprete de Agostinho na série “A Grande Família”, chamou atenção nesta quinta-feira (23/11), ao recusar-se a participar do programa “Sem Censura”, da TV Brasil, saindo de cena ao vivo, após fazer um discurso enfático, em que abordou a greve dos funcionários do canal, o governo Temer e a crítica fora do tom de Laerte Rímoli, presidente da EBC (estatal responsável pela TV Brasil), contra a atriz Taís Araújo. Logo no início do programa, ao ser abordado pela primeira vez, ele soltou o verbo: “Não vou responder essa pergunta – e nenhuma outra – porque quando cheguei aqui hoje, encontrei uma empresa que está em greve. E não participo de programas de empresas que estão em greve. Vim sentar aqui porque, além da greve, que não me cabe julgar, não conheço a negociação e não estou a par, também não me cabe emitir opinião a respeito de quem está fazendo a greve e de quem está aqui trabalhando, cabe a mim o maior respeito a todos vocês. A todos vocês. Que estão parados, que estão trabalhando, aos que estão aqui”. “Mas, diante deste governo que está governando o Brasil, eu tenho muita convicção de que as pessoas que estão fazendo esta greve provavelmente estão cobertas de razão. Então eu não vou falar do assunto que vim falar, nem de nenhum outro”, prosseguiu. “O que eu soube também quando cheguei aqui é que o presidente desta empresa, que pertence ao povo brasileiro, fez comentários extremamente inapropriados a respeito do que teria dito uma colega minha [em referência a Taís Araújo] onde a presença do sangue africano é visível na pele – porque o sangue africano está presente em todos nós, e em alguns de nós está presente também na pele, mas em todos nós ele está.” Em seguida, finalizou seu discurso, que durou cerca de um minuto e meio, em tom mais alterado: “Então se esta empresa, que é casa do povo brasileiro, tem na presidência uma pessoa que fala contra isso, eu não posso falar do assunto que eu vim falar aqui. Eu tenho um imenso respeito por todos vocês aqui, peço desculpas, vou me levantar em respeito aos grevistas e vou embora.” O programa abordaria a “música afro-brasileira, dependência digital e teatro”. Também estavam presentes o ator Hugo Bonemer (primo de William Bonner), o cantor Carlos Negreiros e o professor Lúcio Lage. Após ouvir respeitosamente todos os comentários feitos por Pedro, a apresentadora Katy Navarro solidarizou-se com o ator e, em seguida, chamou um intervalo comercial: “Respeito bastante sua opinião, respeito sua saída. A gente vive numa democracia e precisa respeitar a opinião de cada um. Pedro Cardoso obrigado pela sua presença, e entendo perfeitamente tudo que está acontecendo.” Após o que todos viram, a EBC emitiu uma nota: “O ator Pedro Cardoso expressou-se livremente no programa ‘Sem Censura’ desta tarde. Esta postura da EBC é o resultado da diretriz jornalística e profissional implementada pela atual direção da Empresa Brasil de Comunicação. Nossa programação é a prova viva – e ao vivo – de que esta empresa de comunicação pública é plural, é democrática, acolhe a diversidade de opinião e respeita a lei, inclusive o direito de greve”. Veja a participação do ator abaixo:

    Leia mais
  • Etc

    Harvey Weinstein passou lista com quase 100 nomes para equipe que deveria brecar escândalo sexual

    19 de novembro de 2017 /

    O jornal britânico The Guardian apurou que o produtor Harvey Weinstein tinha uma lista com quase 100 nomes, que foram passados para equipes contratadas para evitar o surgimento de acusações de assédio sexual contra ele. A lista teria sido escrita pelo próprio Weinstein no início do ano, meses antes do surgimento de acusações que o implicaram no ruidoso escândalo sexual que virou Hollywood do avesso. Ou seja, antes de a primeira reportagem-denúncia ser publicada pelo jornal New York Times em outubro, o que demonstra que ele tinha conhecimento da movimentação dos jornalistas. Há duas semanas, a revista The New Yorker descobriu que o produtor contratara empresas de investigações privadas, uma delas composta por ex-agentes do serviço secreto de Israel e outra envolvida em manobras contra a operação Lava-Jato no Brasil, para investigar, pressionar e se possível chantagear pessoas que poderiam denunciá-lo. Agora vem a notícia de que produtor teria fornecido para estes profissionais os nomes de 91 pessoas ligadas à indústria cinematográfica, entre atores, assessores de imprensa, investidores e outros, para que fossem monitorados, com o objetivo de averiguar o que eles sabiam sobre a má-conduta de Weinstein e se algum deles pretendia divulgar essas informações. Mais de 50 nomes foram destacados em vermelho, indicando prioridade. Entre eles estavam os das atrizes Rose McGowan, Sophie Dix, Annabella Sciorra e Laura Madden, que vieram a público denunciar alguns dos assédios mais graves, com acusações de estupros contra Weinstein. Anotações indicavam que algumas delas tinham sido contatadas pelas equipes. Curiosamente, o número de pessoas que acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro é bastante similar ao tamanho da lista, segundo levantamento da atriz italiana Asia Argento, que somou no Twitter mais de 90 vítimas. Após Ashley Judd tomar coragem para ser a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, na reportagem do New York Times publicada em 5 de outubro, diversas estrelas famosas foram encorajadas a compartilhar suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Asia Argento. E logo em seguida o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão do produtor com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica), do PGA (Sindicato dos Produtores) e da Academia de Televisão, responsável pelo Emmy. Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as portas para inúmeras acusações de assédios, abusos e estupros na indústria do entretenimento.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Criadora de UnReal corrobora acusação de assédio de roteirista contra criador de Mad Men

    17 de novembro de 2017 /

    A roteirista e produtora Marti Noxon usou o Twitter para apoiar a colega Kater Gordon, que acusou Matthew Weiner, criador de “Mad Men”, de assediá-la sexualmente e demiti-la após não conseguir o que queria, semanas após ela vencer o Emmy de Melhor Roteirista pela série. Noxon, que é criadora de “UnReal” e “The Girlfriends’ Guide to Divorce”, e trabalhou em duas temporadas de “Mad Men”, chamou Weiner de “terrorista emocional” em uma série de tuítes, em que o acusa de criar um péssimo ambiente de trabalho, em que brincadeiras machistas podiam facilmente virar assédio, além de corroborar a história contada por Gordon. Leia abaixo a íntegra dos tuítes publicados por Noxon sobre sua experiência negativa em “Mad Men”: “Há cerca de uma semana atrás, Kater Gordon, uma jovem roteirista que trabalhou em ‘Mad Men’, denunciou bravamente ter sido assediada sexualmente por Matt Weiner. Ao compartilhar roteiros com ele, ela o ouviu causalmente mencionar algo como ‘você me deve ficar nua’. Eu acredito nela. Eu a encontrei no dia seguinte ao que ela descreveu. Lembro-me claramente de quanto ela estava abalada e deprimida – e assim permaneceu a partir daquele dia. “Respondendo a sua afirmação, Matt afirmou que nunca faria esse tipo de comentário para uma colega. Mas qualquer um com o mínimo conhecimento de ‘Mad Men’ poderia imaginar essa mesma frase saindo da boca de Pete Campbell. Matt, o criador de Pete, é muitas coisas. Ele é esperto e culto, mas também, nas palavras de um de seus colegas, um ‘terrorista emocional’, que vai te atormentar, seduzir ou agredir na tentativa de fazer com que suas exigências sejam atendidas. Esse tipo de personalidade sempre cria um ambiente em que todo mundo está na defensiva, sem saber como você fica diante do ‘chefe’.” “Nesse ambiente, Matthew dizer para Kater que ela ‘devia ficar nua’ porque lhe devia a carreira, poderia não ser uma piada. E poderia – ou não – levar ao fim de uma carreira.” “Todo mundo no set de ‘Mad Men’, independente do gênero e da sua posição na hierarquia da série, foi afetado por essa atmosfera. Por que não o denunciamos? Bom, porque parecia que deveríamos estar gratos por trabalhar com ele, visto que é enormemente talentoso. Por outro lado, era difícil saber o que era real quando os humores mudavam com tanta frequência. FAlar em nome de si mesmo é importante e eu concordo que todos precisamos fazê-lo mais e confiar menos em instituições defeitusoas para fazer isso por nós. Mas é muito difícil quando o custo é, na melhor das hipóteses, o medo e a incerteza – e, na pior das hipóteses, a perda de um emprego e a reputação arruinada.” “Tomar uma ação contra ele podia significar perder o emprego, e para isso as pessoas tinham que contemplar se tinham dinheiro no banco ou família que fosse ajudá-las. Quando favores sexuais são adicionados às ferramentas que alguém pode usar para se manter em um emprego, isso pode ser desestabilizador ou devastador para esse alguém. Pode não ser ilegal, mas é opressivo. Eu testemunhei isso acontecer e, apesar do fato de que ser uma consultora sênior na série, eu também experimentei isso à minha maneira nos meus dias em ‘Mad Men’. Eu acredito em Kater Gordon.” On the subject of Matt Weiner and #MadMen About a week ago Kater Gordon, a young female writer who worked on Mad Men bravely came forward with her account of being sexual harassed by Matt Weiner. While sharing writing duties with him, she recalls that he causally mentioned 1/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 something to the effect of "you owe it to me to show me your naked body." I believe her. I was at work with her the day after what she described transpired. I remember clearly how shaken and subdued Kater was — and continued to be from that day on. 2/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 something to the effect of "you owe it to me to show me your naked body." I believe her. I was at work with her the day after what she described transpired. I remember clearly how shaken and subdued Kater was — and continued to be from that day on. 2/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 Matt, Pete's creator, is many things. He is devilishly clever and witty, but he is also, in the words of one of his colleagues, an "emotional terrorist" who will badger, seduce and even tantrum in an attempt to get his needs met. 4/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 This personality type can not help but create an atmosphere where everyone is constantly off guard and unsure where they stand. It is the kind of atmosphere where a comment like "you owe it to me to show me your naked body"… 5/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 may — or may not — be a joke. And it may — or may not — lead to a demotion or even the end of a career. 6/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 Everyone at Mad Men, regardless of gender or position, was affected by this atmosphere. Why did we not confront him more or report him to our parent companies? Well, for one, we were grateful to him for the work and truly in awe of his talents. 7/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 For another, it was hard to know what was real when moods and needs shifted so frequently. Self-advocacy is important and I agree we all need to do it more and rely on less on faulty institutions to do it for us 8/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 But it is very difficult when the cost is, at best, fear and uncertainty — and at worst the loss of a job and ruined reputation. Taking that action is one thing to contemplate if you have money in the bank and family to fall back on 9/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 but quite another for people from all walks of life without a safety net. And when sexual favors are lightly added to the bag of tools one might use to stay employed and valued, it can be destabilizing or even devastating. 10/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 It may not be illegal, but it is oppressive. I witnessed it and, despite the fact that that I was a senior consultant on the show, I also experienced it in my own way in my days at Mad Men. 11/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 I believe Kater Gordon. — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie