Peter Jackson diz que Weinstein proibiu Ashley Judd e Mira Sorvino em O Senhor dos Anéis, confirmando lista negra
O diretor Peter Jackson revelou nesta sexta-feira (15/12), em entrevista ao site Stuff, que, em 1998, o produtor Harvey Weinstein lhe pressionou para não contratar Ashley Judd e a Mira Sorvino para a franquia “O Senhor dos Anéis”. Judd e Sorvino estão entre as dezenas de atrizes que acusaram o produtor de abusos sexuais. E estavam na lista que Jackson apresentou aos irmãos Harvey e Bob Weinstein quando a empresa destes, a Miramax, iria produzir os filmes. “Lembro que a Miramax nos disse que era um pesadelo trabalhar com elas e que devíamos evitá-las a todo custo”, assegurou Jackson na primeira entrevista na qual fala do caso Weinstein. “Naquele momento não tínhamos nenhuma razão para questionar o que estes caras estavam dizendo… Mas agora suspeito que nos deram informação falsa sobre estas duas talentosas mulheres e, como resultado direto, seus nomes foram eliminados da nossa lista de casting”, lamentou o diretor. A declaração provocou a reação imediata das duas atrizes no Twitter. Enquanto Judd comentou que se lembrava desses fatos “muito bem”, Sorvino compartilhou que explodiu em lágrimas ao ler a entrevista de Jackson. “Aí está, a confirmação de que Harvey Weinstein arruinou a minha carreira, algo que suspeitava, mas da qual não tinha certeza. Obrigado, Peter Jackson, por ser honesto. Tenho o coração partido”, escreveu a atriz, que venceu o Oscar por “Poderosa Afrodite” (1995). Na entrevista, Jackson relata também que seu trabalho com os irmãos Weinstein foi muito complicado e que na época na qual controlaram “O Senhor dos Anéis” comportavam-se como “pistoleiros da máfia de segunda classe”. “Não eram o tipo de pessoas com as quais queria trabalhar e por isso não trabalhei”, declarou o diretor, feliz por o filme acabar indo para o estúdio New Line, que comprou os direitos da Miramax por US$ 12 milhões e faturou quase 3 bilhões nas bilheterias mundiais. Mas, por conta dessa negociação, os Weinstein ainda ganharam 2,5% dos lucros da produção. O diretor lembrou ainda que Weinstein ameaçou afastá-lo da adaptação do romance de J.R.R. Tolkien se ele não aceitasse sua exigência de reduzir a história a um só longa-metragem. “Fazer filmes é muito mais divertido com boas pessoas”, concluiu Jackson.
Eddie Redmayne e Jude Law aparecem em novas fotos de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
Em meio à polêmica alimentada pela participação de Johnny Depp, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” ganhou mais duas fotos. Ambas sem o pivô da controvérsia. Veiculadas pela revista Entertainment Weekly, as imagens destacam Eddie Redmayne (Newt Scamander) e Jude Law (intérprete do jovem Alvo Dumbledore). A trama, que foi ambientada em Nova York no primeiro filme, acontecerá agora em Londres e Paris, e apresentará ainda mais ligações com a saga de “Harry Potter”. A história começa meses após os acontecimentos de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, com Gellert Grindelwald (Depp) reunindo novos seguidores para sua causa, que considera que os bruxos são superiores aos demais humanos. Somente Alvo Dumbledore, que um dia foi considerado o melhor amigo do vilão, poderá acabar com seus planos sombrios. No entanto, para que essa intervenção realmente ocorra, o futuro diretor de Hogwarts precisará da ajuda do ex-aluno Newt Scamander, que voltará a reunir Tina, Jacob e Queenie em uma aventura por um mundo mágico repleto de perigos. Diversos integrantes da equipe original voltarão na sequência, entre eles a roteirista J. K. Rowling e o diretor David Yates, que também dirigiu quatro filmes da franquia “Harry Potter”. No elenco, os retornos incluem Eddie Redmayne (Newt Scamander), Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein), Zoe Kravitz (Leta Lestrange) e Ezra Miller (Credence Barebone). Além de Jude Law como Dumbledore, as novidades incluem Callum Turner (“Victor Frankenstein”), que viverá Theseus Scamander, o irmão mais velho de Newt, e Claudia Kim (série “Marco Polo”) como uma Maledictus, portadora de uma maldição que pode transformá-la numa fera. A previsão de estreia é para novembro de 2018.
Amber Heard retruca J.K. Rowling após defesa de Johnny Depp
A ex-mulher de Johnny Depp, Amber Heard, decidiu se manifestar após a defesa pública feita pela escritora J. K. Rowling para justificar a presença dele no filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, apesar das acusações de violência doméstica feitas pela atriz. Na quinta-feira (7/12), Rowling divulgou um texto em seu site dizendo que chegou a considerar a possibilidade de reformular o elenco, mas ela foi descartada. “Os acordos firmados para proteger a privacidade de duas pessoas, que expressaram o desejo de continuar suas vidas, devem ser respeitados. Com base na nossa compreensão das circunstâncias, os cineastas e eu não estamos apenas satisfeitos com o nosso elenco original, mas estamos realmente felizes por ter Johnny interpretando um personagem importante nos filmes”. Heard retrucou em uma mensagem no Twitter. “Para registro, este é o comunicado na íntegra que divulgamos em conjunto. Pegar trechos e escolher certas linhas fora do contexto não é correto. Mulheres, fiquem fortes”, escreveu, postando o comunicado da separação. Nele, se lê: “Nosso relacionamento foi intensamente passional e volátil algumas vezes, mas sempre levado pelo amor. Nenhum dos dois fez acusações falsas para ganho financeiro. Nunca houve intenção de machucar fisicamente ou emocionalmente um ao o outro. Amber deseja o melhor para Johnny no futuro. Amber vai doar os lucros do divórcio para uma caridade.” Para quem não lembra, a atriz Amber Heard se separou de Johnny Depp de forma tumultuada, após o surgimento de uma foto em que aparecia com o rosto machucado e de um vídeo que mostrava o ator bêbado e agressivo, o que acelerou o processo de separação. Para deixar claro que não estava atrás de dinheiro, Heard doou tudo o que obteve no divórcio para causas de defesa da mulher e para um hospital infantil. Desde então, fez muitas insinuações sobre ter sido vítima de violência doméstica. Apesar da polêmica, o segundo “Animais Fantásticos” segue com Depp no elenco, com estreia prevista para 16 de novembro de 2018. For the record, this was our FULL joint statement.To pick&choose certain lines & quote them out of context, is not right.Women, stay strong. pic.twitter.com/W7Tt6A3ROj — Amber Heard (@realamberheard) December 8, 2017
Filha de Woody Allen questiona porque o pai foi poupado dos escândalos de Hollywood
Dylan Farrow, filha do cineasta Woody Allen, assinou uma coluna no jornal Los Angeles Times, criticando Hollywood e a mídia por minimizarem e não darem importância para as alegações de agressão sexual que ela fez contra o pai no começo dos anos 1990. Publicado na quinta (7/12), o artigo intitulado “Por que a revolução #MeToo poupou Woody Allen?” questiona por que figuras proeminentes da indústria — o ex-magnata Harvey Weinstein, o executivo da Amazon Roy Price, o ator Kevin Spacey e outros — foram “expulsas de Hollywood” após as revelação de casos de assédio e violência sexual, enquanto seu pai continua a ter um acordo de distribuição multimilionário com a Amazon, vários atores disponíveis para seus filmes e ninguém parece se sentir incomodado. “Estamos no meio de uma revolução. São acusações contra chefes e executivos de estúdio, jornalistas… As mulheres estão expondo a verdade e os homens estão perdendo seus empregos, mas essa revolução tem sido seletiva”, escreveu Farrow. Ela acusou o próprio pai de tê-la atacado sexualmente quando ela tinha sete anos de idade. Em seu texto, ela afirmou que os detalhes do incidente, a batalha de custódia familiar e o “padrão de comportamento inadequado” do diretor não foram revelados adequadamente ao público. “É um feito da equipe de relações públicas de Allen e de seus advogados que poucos conheçam esses fatos. Isso também diz respeito às forças que historicamente têm protegido homens como Allen: o dinheiro e o poder usados para transformar o simples em algo complicado, a fim de modelar a história”. Farrow continua: “Nesta névoa deliberadamente criada, atores top concordam em aparecer nos filmes de Allen e os jornalistas tendem a evitar o assunto”. Ela observa: “Embora a cultura pareça estar se transformando rapidamente, minhas alegações aparentemente ainda são muito complicadas, muito difíceis e também ‘perigosas’ demais para se enfrentar… É difícil negar a verdade, mas é fácil ignorá-la. Parte o meu coração quando vejo mulheres e homens que eu admiro aceitando trabalhar com Allen. O sistema funcionou para Harvey Weinstein há décadas. Mas ainda trabalha e funciona para Woody Allen”. A denúncia de Dylan foi trazida à tona durante a separação do diretor e, após a opinião pública se voltar contra Allen, sua equipe legal virou o jogo, deixando mal sua ex, Mia Farrow, acusada de mentir e ensaiar os próprios filhos para se vingar do ex. Mas o juiz do caso não se deixou convencer e não permitiu que Allen tivesse custódia da menina. Na ocasião, ele tinha começado um relacionamento com outra filha de Farrow, Soon-Yi Previn, adotada durante o casamento anterior da mulher, o que alimentou rumores. Allen está até hoje casado como Soon-Yi. Dylan é irmã de Ronan Farrow, que desempenhou um papel importante na revelação dos escândalos de Weinstein, ao publicar uma reportagem na revista The New Yorker que reuniu os primeiros testemunhos de estupros sofridos por vítimas do produtor. Há dois anos, Ronan também questionou a impunidade de Allen num artigo publicado na época da participação do diretor no Festival de Cannes. Na ocasião, ele cobrou o silêncio da imprensa, que o paparicou no evento. Diante disso, Allen chegou a comentar que temia uma “caça às bruxas” após o estouro do escândalo de Weinstein. “Você não vai querer entrar numa atmosfera de caça às bruxas, uma atmosfera de Salem, onde qualquer cara que pisca para um garota em seu escritório de repente tem que ligar para seu advogado para se defender”, declarou. “Isso também não é certo. Mas claro, eu espero que tudo isso transforme em benefício para as pessoas ao invés de apenas uma história trágica”.
J.K. Rowling defende escalação de Johnny Depp na continuação de Animais Fantásticos
A escritora J.K. Rowling publicou um texto em seu site oficial para defender a permanência de Johnny Depp no filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, o segundo da nova saga derivada de “Harry Potter”. A declaração foi motivada por protestos de fãs contra a participação do ator, acusado de agressão contra a ex-mulher, Amber Heard, no ano passado. No novo longa, ele interpreta o vilão do título, Grindelwald. Anteriormente, ao ser questionada por uma seguidora, Rowling preferiu bloqueá-la a lidar com a polêmica, o que só alimentou ainda mais a controvérsia. A fã, identificada apenas como Lindsey, lembrou que o ator Jamie Wayllet, que interpretou o personagem secundário Vincent Crabbe na franquia “Harry Potter”, foi substituído após ser acusado de plantar maconha na casa da mãe, enquanto Jonny Depp, acusado de de violência doméstica , foi promovido a protagonista da sequência de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” após uma breve aparição no primeiro filme. “Aceito que há aqueles que não estão satisfeitos com nossa escolha de ator no papel. No entanto, a consciência não é governável por um comitê”, escreveu Rowling sobre o assunto. “Dentro do mundo fictício e fora dele, todos temos que fazer o que acreditamos ser a coisa certa.” No texto, Rowling conta que a participação do ator no filme chegou a ser discutida após a denúncia de agressão. “Quando Depp foi lançado como Grindelwald, pensei que seria maravilhoso no papel. No entanto, na época das filmagens de sua participação no primeiro filme, surgiram histórias na imprensa que me preocuparam profundamente, assim como aos outros envolvidos na franquia.” “Naturalmente consideramos a possibilidade de reformulação”, lembrou. “Entendo por que alguns ficaram confusos e irritados por isso não ter acontecido.” A autora disse ainda que é “difícil, frustrante e às vezes dolorosa” a “incapacidade de falar abertamente aos fãs” sobre o assunto. E continuou: “No entanto, os acordos que foram feitos para proteger a privacidade de duas pessoas, que expressaram o desejo de continuar suas vidas, devem ser respeitados.” “Com base na nossa compreensão das circunstâncias, os cineastas e eu não estamos apenas satisfeitos com o nosso elenco original, mas realmente felizes por ter Johnny como um dos personagens principais do filme.” Para quem não lembra, a atriz Amber Heard se separou de Johnny Depp de forma tumultuada, após o surgimento de uma foto em que aparecia com o rosto machucado e de um vídeo que mostrava o ator bêbado e agressivo, o que acelerou o processo de separação. Para deixar claro que não estava atrás de dinheiro, Heard doou tudo o que obteve no divórcio para causas de defesa da mulher e para um hospital infantil. Desde então, fez muitas insinuações sobre ter sido vítima de violência doméstica. Atualmente em produção, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” tem estreia marcada para novembro de 2018, e os planos de J.K. Rowling preveem a produção de mais três continuações.
Filme da banda Queen já tem um novo diretor
A Fox definiu o novo diretor do filme sobre a banda Queen, após a demissão de Bryan Singer (“X-Men”). E é um “velho” diretor. Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos, voltou a bordo para terminar “Bohemian Rhapsody”. Singer foi demitido na segunda (4/12), depois de sumir das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando a Fox a suspender a produção. Após a demissão, o diretor acusou a Fox de falta de sensibilidade, por não permitir que ele lidasse com uma doença grave dos pais. Fletcher agora vai terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção, após alegar “diferenças criativas” com os integrantes da banda, que são produtores do longa, para abandonar o projeto original. Faltariam apenas cerca de duas semanas para a finalização da fotografia principal. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.
Netflix demite Danny Masterson da série The Ranch
A Netflix demitiu o ator Danny Masterson da série “The Ranch”. A decisão foi tomada após o serviço de streaming resolver a situação da série “House of Cards”, que também teve seu protagonista despedido. Ambos foram envolvidos por escândalos sexuais, mas as acusações contra Masterson são mais graves, já que envolvem estupro. “Como resultado de discussões em andamento, a Netflix e os produtores decidiram eliminar Danny Masterson de ‘The Ranch'”, informou o serviço de streaming em comunicado. Segunda-feira (4/12) foi “o último dia de trabalho do ator na série e a produção será retomada no início de 2018 sem ele”. Masterson ainda aparecerá na segunda metade da 2ª temporada, que estreia em 15 de dezembro e já tinha sido gravada, e poderá aparecer em partes do terceiro ano, em que sua ausência sera abordada. Quatro mulheres acusaram o ator de 41 anos de ataques sexuais no começo da década de 2000. Mas, segundo o site Huffington Post, as autoridades não puderam agir na época, devido à interferência da igreja da Cientologia, da qual o ator é adepto. As mulheres que o acusavam também eram integrantes da igreja, que tem como regra proibir colaboração com a polícia. De acordo com o relato do site, a instituição mobilizou 50 seguidores para darem testemunhos escritos favoráveis a Masterson e contrários às acusadoras. Além disso, o arquivo com os depoimentos e acusações formais desapareceu misteriosamente no começo do processo, fazendo com que a promotoria tivesse que recomeçar todo o caso do zero. Masterson nega veementemente todas as acusações desde 2004, quando a primeira denúncia veio à tona. Mas fontes ouvidas pelo Huffington Post afirmam que o caso foi reaberto recentemente, após “evidências incriminadoras” terem sido recebidas pela promotoria. As mulheres teriam tomado coragem para denunciar as agressões após a atriz Leah Remini (série “King of Queens”) expor na TV abusos supostamente cometidos por integrantes da Igreja da Cientologia. O caso de Masterson apareceu na série que ela apresenta na TV paga americana. A Netflix passou a ser alvo de protestos das vítimas após demitir Kevin Spacey por acusações de assédio sexual e ignorar o caso de Masterson, que era mais grave. Chrissie Carnell Bixler, uma das mulheres que acusaram o ator de estupro, criticou o serviço de streaming por mantê-lo em “The Ranch”. Na segunda, outra das vítimas procurou o Huffington Post para denunciar o fato de que um executivo da Netflix, sem saber com quem estava falando, afirmou que o serviço não acreditava nas supostas vítimas. Era o diretor de conteúdo mundial infantil Andy Yeatman, que ficou com o cargo em risco após a notícia ser publicada. Assim que a notícia foi publicada, uma petição pedindo que a Netflix cancelasse “The Ranch” ganhou apoio de mais de 40 mil pessoas. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, o serviço confirmou em outubro que “The Ranch” era sua quinta série mais assistida nas primeiras 24 horas de seu lançamento. Assim, demitir Masterson se tornou uma decisão mais fácil de ser tomada do que sofrer publicidade negativa ou cancelar uma atração popular. “The Ranch” marcava o reencontro de Masterson com Ashton Kutcher, após os dois trabalharem juntos na série clássica de comédia “That ’70s Show”. Na nova atração, os dois interpretam irmãos, que voltam a conviver depois de anos, quando o personagem de Kutcher, que morava na cidade grande, retorna ao “rancho” da família.
Bryan Singer diz que foi demitido do filme do Queen porque lidava com doença grave dos pais
Bryan Singer resolveu responder às alegações de que foi demitido pela Fox da produção de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, por comportamento antiprofissional. Em vez disso, ele acusa a Fox de não deixá-lo lidar com a doença grave de um de seus pais. Em um comunicado enviado à imprensa americana, Singer diz: “Eu não queria nada além de poder terminar este projeto e ajudar a honrar o legado de Freddie Mercury e do Queen, mas a Fox não me permitiu fazê-lo, porque eu precisava colocar temporariamente minha saúde e saúde dos meus entes queridos em primeiro lugar”. A Fox demitiu Singer na segunda-feira (4/12), após o diretor sumir das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando o estúdio a suspender a produção. O site The Hollywood Reporter apurou que o sumiço estaria relacionado a problemas de bastidores entre o cineasta e o ator Rami Malek (da série “Mr. Robot”), que interpreta o cantor Freddie Mercury. Boatos citados mencionavam discussões acaloradas, com Singer jogando objetos longe. Isto teria acontecido após Malek cobrar profissionalismo do diretor, que vinha chegando tarde e faltando aos compromissos das filmagens. Tanto que o diretor de fotografia Newton Thomas Sigel chegou a assumir a direção em alguns dias. Mas Singer garante que este não foi o caso. “Os rumores de que minha saída inesperada do filme tenha sido provocada por uma disputa que tive com Rami Malek não são verdade. Embora, houvesse diferenças criativas no set, Rami e eu colocamos essas diferenças de lado e continuamos trabalhando juntos no filme até pouco antes do Dia de Ação de Graças”, ele afirma. O diretor completa a declaração dizendo que “Bohemian Rhapsody” era “um projeto de paixão” e que lamenta muito não poder terminá-lo. “Com menos de três semanas para finalizar as filmagens, pedi um tempo livre para que eu pudesse retornar aos EUA para lidar com os problemas de saúde urgentes de um dos meus pais. Isso se provou uma experiência muito exaustiva, que, em última instância, tornou-se um sério problema para a minha própria saúde. Infelizmente, o estúdio não estava disposto a me acomodar e encerrou meus serviços. Esta não foi minha decisão e estava além do meu controle”. Um representante do diretor já havia justificado sua ausência com a explicação de que havia surgido “uma questão de saúde pessoal envolvendo Bryan e sua família”. Foi na ocasião em que a Fox divulgou que tinha suspendido a produção “devido à indisponibilidade inesperada de Bryan Singer”. A Fox não fez nenhum comentário sobre as declarações, apenas emitiu uma nota concisa na segunda, dizendo: “Bryan Singer não é mais o diretor de ‘Bohemian Rhapsody'”. A demissão estava prevista em contrato, caso Singer não se comportasse de forma profissional. A cláusula, inclusive, alimentou outros boatos, de que ele já tinha manifestado anteriormente comportamento errático num set de cinema. Relatos de desaparecimentos no meio de filmagens teriam ocorrido durante as produções de “Superman – O Retorno” (2006) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Um novo diretor deve ser anunciado nos próximos dias para terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.
Bryan Singer é demitido da direção do filme da banda Queen
O diretor Bryan Singer (da franquia “X-Men”) foi demitido de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, informou o estúdio 20th Century Fox em comunicado. A decisão ocorreu depois que o diretor sumiu das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando a Fox a suspender a produção. O site The Hollywood Reporter apurou que o sumiço estaria relacionado a problemas de bastidores entre o cineasta e o ator Rami Malek (da série “Mr. Robot”), que interpreta o cantor Freddie Mercury. Boatos falam em discussões acaloradas, com Singer jogando objetos longe. Isto teria acontecido após Malek cobrar profissionalismo de Singer, que vinha chegando tarde e faltando aos compromissos das filmagens. Tanto que o diretor de fotografia Newton Thomas Sigel chegou a assumir a direção em alguns dias. Boatos também indicam que o ator Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), que interpreta o empresário do Queen, Jim Beach, também abandonou a produção por desavenças com o diretor, mas foi persuadido a retornar. A demissão estava prevista em contrato, caso Singer não se comportasse de forma profissional. A cláusula, inclusive, alimentou outros boatos, de que ele já tinha manifestado anteriormente comportamento errático num set de cinema. Relatos de desaparecimentos no meio de filmagens teriam ocorrido durante as produções de “Superman – O Retorno” (2006) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Um novo diretor deve ser anunciado nos próximos dias para terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. Faltariam apenas cerca de duas semanas para a finalização da fotografia principal. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.
Brasil é o único país do mundo em que a nova animação da Pixar não vai se chamar Coco
Os tradutores brasileiros de títulos de cinema são os mais criativos do mundo. Se fosse preciso mais uma prova disso, a renomeação do nova animação da Pixar tornou-se um caso histórico. Afinal, o Brasil é o único país do mundo em que “Coco” terá título diferente do original. A obra que necessita de apenas uma palavra para ser divulgada no resto do planeta, aqui virou “Viva – A Vida É uma Festa”, um título de seis palavras e um hífen, que exemplifica o esforço enorme dos profissionais do setor para demonstrar serviço. De acordo com um artigo publicado na versão em espanhol do site BuzzFeed, o motivo de o título nacional ser diferente estaria ligado à semelhança da palavra “Coco” com “cocô”. Claro que ninguém faz esta confusão quando vai à feira comprar cocos, mas o Brasil é aquele país estranho em que os filmes são lançados com o subtítulo “O Filme” para o público não se confundir e achar que vai ler um livro no cinema. Procurada pelo jornal O Globo, a Disney disse que “prefere não comentar a escolha de título dos filmes”. Mas se deve comentar, sim, porque as traduções criativas vem irritando bastante o público brasileiro, a ponto de petições online terem sido criadas para pedir correções nos nomes de alguns lançamentos, sem sucesso. Entre os casos mais recentes, estão “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, que mudou totalmente o subtítulo de “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales”, e “Jurassic World: O Reino Está Ameaçado”, que incluiu um verbo no original “Jurassic World: Fallen Kingdom”. Mas há exemplos que vão além do ridículo para se tornarem patéticos, como “The Avengers: Os Vingadores”. Curiosamente, três dos exemplos citados são do estúdio que prefere não comentar. “Coco” estreia como “Viva – A Vida É uma Festa” apenas em janeiro. E, por sinal, o Brasil será um dos últimos países do mundo a receber o lançamento, que hoje já é sucesso mundial.
Participação de Johnny Depp na continuação de Animais Fantásticos e Onde Habitam causa controvérsia
A participação de Johnny Depp no papel-título de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” está causando controvérsia nas redes sociais, devido à política de tolerância zero de Hollywood contra casos de violência contra mulheres, em “vigor” desde a denúncia de Harvey Weinstein em outubro. Uma seguidora da escritora J.K. Rowling, criadora da franquia “Harry Potter” e autora do roteiro do novo filme, chegou a ser bloqueada por questionar o fato, o que só aumentou a discussão. A fã, identificada apenas como Lindsey, lembrou que o ator Jamie Wayllet, que interpretou o personagem secundário Vincent Crabbe na franquia “Harry Potter”, foi substituído após ser acusado de plantar maconha na casa da mãe, enquanto Jonny Depp, acusado de de violência doméstica contra a ex-mulher, Amber Heard, foi promovido a protagonista da sequência de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” após uma breve aparição. “Se eu entendi corretamente, o ator que interpretou Crabbe, um personagem menor, foi demitido de ‘Harry Potter’ por usar drogas. Mas Johnny Depp, que abusou da mulher, ganha um papel importante nos seus filmes? Corrija-me se eu estiver errada”, disse Lindsey para a escritora. Sem responder, J.K. Rowling bloqueou a usuária do Twitter. Mas os usuários lembraram que a própria escritora falou mal de Harvey Weinstein quando as acusações de assédio sexual contra o produtor explodiram, em outubro. Na ocasião, a autora disse que homens como ele “são muito perigosos para estar em liberdade”. A polêmica também fez o diretor do filme, David Yates, se manifestar. “Honestamente, há uma questão neste momento, no qual muitas pessoas são acusadas de coisas por várias vítimas, e é assustador. Com Johnny, parece para mim que uma pessoa tentou atingi-lo e alegou algo. Só posso falar sobre o homem que vejo todos os dias. Ele é cheio de decência e bondade e isso é tudo o que vejo. Qualquer acusação que exista não condiz com o ser humano com quem estive trabalhando”, ele afirmou em entrevista à revista Entertainment Weekly. Diante da insistência do repórter que o entrevistou, Yates continuou: “Algumas mulheres na vida de Depp disseram as mesmas coisas – esse não é o humano que conheço. É bem diferente dos casos em que há múltiplos acusadores, ao longo de muitos anos, que precisam ser investigados e a partir dos quais devemos refletir sobre a nossa indústria permissiva. Johnny não está nesta categoria de nenhuma forma. É uma questão encerrada.” Mas o público não parece ver muita diferença. Diante de demissões, processos e consequências claras contra os acusados de assédio e abuso em Hollywood, a “promoção” de Johnny Depp se tornou controversa, especialmente por seu papel fazer parte de uma franquia adorada pelas crianças, como prólogo de “Harry Potter”. Para quem não lembra, a atriz Amber Heard se separou de Johnny Depp de forma tumultuada, após o surgimento de uma foto em que aparecia com o rosto machucado e de um vídeo que mostrava o ator bêbado e agressivo, o que acelerou o processo de separação. Para deixar claro que não estava atrás de dinheiro, Heard doou tudo o que obteve no divórcio para causas de defesa da mulher e para um hospital infantil. Desde então, fez muitas insinuações sobre ter sido vítima de violência doméstica. Atualmente em produção, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” tem estreia marcada para novembro de 2018, e os planos de J.K. Rowling preveem a produção de mais três continuações.
Primeiro trailer legendado de Maria Madalena provoca com polêmica religosa
A Universal (o estúdio, não a igreja) divulgou o primeiro trailer legendado de “Maria Madalena”, e a prévia revela uma produção bastante polêmica. Considerada uma das personagens mais controvertidas do Novo Testamento, ela é vivida por Rooney Mara como um dos apóstolos, seguindo os textos gnósticos. Não só isso, surge como a discípula predileta de Jesus, herdeira de sua palavra, responsável inclusive por batizados e por trazer as mulheres para o cristianismo, mas após sua morte é proibida de falar em nome dele por Pedro, que os católicos consideram o primeiro papa. Esse confronto é descrito no “Evangelho de Maria Madalena”, manuscrito encontrado junto com outros textos do cristianismo primitivo em escavações do Egito e só publicado em 1955. No trailer, o embate ganha matizes de luta de gênero. Pedro, por sinal, é interpretado por um ator negro, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), o que também pode render questionamentos. O elenco ainda destaca Joaquin Phoenix (“Vício Inerente”) como Jesus e Tahar Rahim (“O Passado”) como Judas. Nos cinemas, Maria Madalena já foi interpretada por grandes atrizes como Barbara Hershey (“A Última Tentação de Cristo”), Juliette Binoche (“Maria”) e Monica Bellucci (“A Paixão de Cristo”). E todas seguiram, mais ou menos, a versão popularizada pela Igreja Católica de que Maria Madalena foi uma prostituta salva por Jesus Cristo após se arrepender de seus pecados, visão sustentada até hoje em produtos como os DVDs da “Coleção Bíblia Sagrada”. Entretanto, muitos teólogos contestam essa versão, já que nenhum apóstolo afirma isso categoricamente. O próprio Papa Francisco publicou um texto neste ano em que chama Maria Madalena de Apóstola da Esperança, dando reconhecimento a sua importância original, ainda que mantendo a história de que ela “mudou de vida” após ver Jesus ressuscitado. Mas há abordagens mais controvertidas ainda, como a apresentada na adaptação do best-seller “O Código Da Vinci” (2006), que mostrou uma descendente de Jesus e Maria Madalena, razão pela qual a produção foi rechaçada pela Igreja. Dirigido por Garth Davis, que já tinha trabalhado com Rooney Mara em “Lion” (2016), o filme tem roteiro de Helen Edmundson (telefilme “An Inspector Calls”) e Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”), e está sendo apresentado como “um retrato autêntico e humanista” de uma figuras mais enigmáticas e incompreendidas do Novo Testamento. A estreia está marcada para 22 de março no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.
Mulher que ofendeu Titi diz ter vídeo de Anitta e Thaila Ayala consumindo drogas
Após ofender Titi, a filha adotiva de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, a mulher que diz se chamar Day McCarthy e se apresenta na internet como uma socialite resolveu acusar a cantora Anitta e a atriz Thaila Ayala (foto acima, de “Pica-Pau: O Filme”) de cheirar cocaína. Ela afirmou nas redes sociais ter vídeos que comprovam a acusação. “Anitta cheira pó, sim! Cheirou pó na minha frente, eu ainda filmei, sem querer. E se me irritar muito eu posto o vídeo mesmo”, ameaçou. “A única pessoa que eu posso provar que realmente cheira pó é só a Thaila Ayala e a Anitta. O resto eu não sei se fuma ou não, eu não posso provar. Eu só falo o que eu realmente tenho provas”, disse. Day McCarthy, cujo nome verdadeiro é Dayane Alcântara Couto de Andrade, já teve a conta no Instagram suspensa por ofensas pessoais e, segundo apurou a revista Veja, chegou a ser presa em 2015 nos EUA por envolvimento com prostituição. Os novos posts ficaram inacessíveis após ela ter novamente as contas bloqueada em todas as redes sociais. Diante dos novos surtos, diversas petições foram criadas na internet para a Justiça brasileira agir contra Dayane. Anitta e Thaila também se manifestaram. “Gostaria de manifestar minha revolta em relação a essas acusações mentirosas a meu respeito sobre um suposto vídeo que obviamente não existe. É absurdo que essa mentira se sobreponha a um crime de racismo cometido contra uma criança. Por favor, vamos parar de dar atenção e espaço a esse tipo de atitude inconsequente e irresponsável”, disse Thaila, que publicou sua mensagem no Instagram, junto de uma foto de Titi, Giovanna e Bruno. “Me solidarizo profundamente com todos que vêm sofrendo esse tipo de ataque virtual. Vamos focar nossos esforços contra todo tipo de preconceito, homofobia e racismo. Por mais amor e menos discursos de ódio”, completou. A assessoria de Anitta seguiu o mesmo tom. “A cantora lamenta profundamente que calúnias absurdas a seu respeito provenientes de correntes de seguidores e likes em redes sociais possam tirar o foco do preconceito, do crime repugnante de racismo e homofobia praticado contra criança”. A cantora e Thaila não informaram se pretendem processá-la por calúnia e difamação, mas Bruno Gagliasso registrou queixa criminal contra Dayane na segunda-feira (27/11) e, se condenada, ela pode pegar de 1 a 3 anos de prisão pelo crime de injúria racial. Nesta terça-feira, Bruno e Giovanna usaram as redes sociais para agradecer o apoio de amigos e fãs à Titi, após as ofensas racistas. “Estamos fortes e determinados em seguir fazendo o que é certo e buscar justiça. Não foi a primeira vez que passamos por isso, certamente não será a última, e sabemos que como a nossa filha, milhares de outras pessoas são vítimas de agressões e preconceitos diariamente nesse país. Estamos juntos nessa luta. Obrigado por todo apoio. Vamos até o fim por amor, respeito e igualdade racial”, publicaram. Sobre o que há de mais belo no mundo o AMOR!!!! _ Gostaria de manifestar minha revolta em relação a essas acusações mentirosas a meu respeito sobre um suposto vídeo que obviamente não existe. É absurdo que essa mentira se sobreponha a um crime de racismo cometido contra uma criança. Por favor, vamos parar de dar atenção e espaço a esse tipo de atitude inconsequente e irresponsável. Me solidarizo profundamente com todos que vêm sofrendo esse tipo de ataque virtual. Vamos focar nossos esforços contra todo tipo de preconceito, homofobia e racismo. Por mais amor e menos discursos de ódio. Uma publicação compartilhada por Thaila Ayala (@thailaayala) em Nov 28, 2017 às 5:44 PST Queremos agradecer por todas as mensagens e formas de carinho que recebemos nesses últimos dias. Estamos fortes e determinados em seguir fazendo o que é certo e buscar justiça. Não foi a primeira vez que passamos por isso, certamente não será a última, e sabemos que como a nossa filha, milhares de outras pessoas são vítimas de agressões e preconceitos diariamente nesse país. Como disse Gil, hoje o racismo não está mais velado e sim revelado, e mais do que nunca precisa ser encarado de frente por todos nós. Estamos juntos nessa luta. Obrigado por todo apoio. Vamos até o fim por amor, respeito e igualdade racial. ??❤️#antiracista #antiracism #amor Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso) em Nov 28, 2017 às 8:42 PST











