The Offer: Série sobre “O Poderoso Chefão” ganha teaser e data
A plataforma Paramount+ divulgou a data de estreia de “The Offer”, minissérie sobre os bastidores do clássico do cinema “O Poderoso Chefão” (1972). A revelação do lançamento em 28 de abril foi feito num teaser e num pôster oficial da produção. A minissérie de 10 episódios foi concebida por Michael Tolkin, de “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora” (2021), e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série dos anos 1960 “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com muitas reviravoltas e bastidores conturbados. A história será contada com roteiros de Nikki Toscano (“Hunters”) e direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). O elenco estelar destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores.
Netflix renova “Emily em Paris” por mais duas temporadas
A Netflix anunciou nesta segunda (10/1) que “Emily em Paris” vai ganhar mais duas temporadas. A comédia romântica estrelada por Lily Collins foi renovada até seu quarto ano de produção. Falando sobre o que pode acontecer nos novos capítulos, o criador e showrunner Darren Star adiantou, em entrevista ao site TV Line: “No final da 2ª temporada, Emily está diante de uma grande decisão. Ela tem muitas opções, e nosso desafio é mostrar qual ela escolhe e porquê. Quando você mora em um país que não é o seu, uma das perguntas que sempre se faz é: onde está o meu coração? No lugar de onde eu vim, ou no lugar que estou agora?”. A trama de Emily acompanha a americana do título (Collins), que recebe a oportunidade de trabalhar em Paris. Em um país novo, ela precisa lidar com a barreira de linguagem, chefes raivosos, os desafios de sua profissão, e também vários romances. A série faz bastante sucesso, mas também tem sido alvo de muitas críticas negativas por conta dos estereótipos negativos que reforça. Na 1ª temporada, a
“Ataque dos Cães” e “Amor, Sublime Amor” vencem o Globo de Ouro
Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) anunciou neste domingo os vencedores da 79ª edição do Globo de Ouro. Sem transmissão do evento, os premiados foram revelados nas redes sociais, com destaque para dois filmes. “Ataque dos Cães” conquistou três Globos de Ouro: Melhor Filme de Drama, Ator Coadjuvante (Kodi Smit-McPhee) e Direção (ambos de Jane Campion). O western estrelado por Benedict Cumberbatch conta a história de um cowboy que reluta em aceitar a própria homossexualidade e atormenta a esposa do irmão e o filho gay dela. A versão de Steven Spielberg para o clássico da Broadway dos anos 1950 “Amor, Sublime Amor” também levou três prêmios, dominando a categoria Comédia ou Musical: Melhor Filme, Atriz (a estreante Rachel Zegler) e Atriz Coadjuvante (Ariana DeBose). Já os Melhores Atores de Drama foram Will Smith, por “King Richard – Criando Campeãs”, e Nicole Kidman, por “Apresentando os Ricardos”. As categorias televisivas foram dominadas por duas séries da HBO. Em Drama, o destaque foi “Succession”. A produção ficou com os troféus de Melhor Série de Drama, Ator (Jeremy Strong) e Atriz Coadjuvante (Sarah Snook). Entre as comédias, “Hacks”, da HBO Max, venceu como Melhor Comédia e Atriz (Jean Smart). Mas o prêmio televisivo mais importante foi conquistado por MJ Rodriguez. Vencedora como Melhor Atriz por “Pose” (do canal FX), ela se tornou a primeira trans a vencer um Globo de Ouro. Outro destaque, Oh Young Soo, de 77 anos, também fez História ao virar o primeiro ator sul-coreano a vencer o prêmio da HFPA – na categoria de Melhor Ator Coadjuvante. Nenhum dos premiados estava presente na cerimônia para receber seus troféus. Desprestigiado por Hollywood, o Globo de Ouro aconteceu na noite de domingo (9/1) em Los Angeles sem tapete vermelho, artistas ou presença da imprensa. Segundo apurou a revista Variety, a HFPA até chegou a contatar alguns famosos para participarem da apresentação de prêmios, mas praticamente todos recusaram. Emissoras ao redor do mundo, incluindo a norte-americana NBC e a brasileira TNT, já tinham cancelado a transmissão do prêmio pela TV. Apenas Jamie Lee Curtis teve a coragem de apoiar publicamente o evento. Ela fez uma participação gravada e publicada nas redes sociais do Globo de Ouro durante a premiação, citando o empenho humanitário da HFPA. “Por muito tempo, eu não percebi que a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood era, na verdade, uma organização de caridade e usavam os fundos gerados pela transmissão do Globo de Ouro para financiar incríveis programas na nossa comunidade. Eles financiam criadores, educadores e instituições de aprendizado e preservação”, disse ela. “E eles fazem de um jeito muito sutil, sem estardalhaço. Eu quero honrá-los e ficar junto deles.” A premiação sem entrega de prêmios foi um esforço para melhorar a imagem do Globo de Ouro, já que, diante das dificuldade, a HFPA aproveitou para convidar apoiadores de suas atividades beneficentes, com o objetivo de destacar o aspecto filantropo da organização. A decisão de tirar a premiação da TV integrou o boicote de vários setores de Hollywood contra a HFPA, após o jornal Los Angeles Times publicar uma reportagem reveladora. Além de denunciar que a organização não tinha integrantes negros, a publicação também trouxe à tona acusações de histórico sexista e falta de ética dos responsáveis pelo Globo de Ouro, levando ao questionamento da honestidade da premiação. Por conta disso, a HFPA se comprometeu a mudar, abrindo vagas para novos membros e mudando várias de suas regras, incluindo a adoção de um manual de ética. Poucos levaram fé nas promessas e o boicote ao evento foi mantido. Após os esforços iniciais para se renovar, a organização aprovou seis integrantes negros em 1 de outubro – um resultado pífio, que tornou os eleitores do Globo de Ouro apenas 5,7% mais diversos que no ano passado. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. CINEMA Melhor filme (drama) “Ataque dos Cães”, de Jane Campion Melhor filme (comédia ou musical) “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg Melhor animação “Encanto” Melhor roteiro Kenneth Branagh, por “Belfast” Melhor direção Jane Campion, por “Ataque dos Cães” Melhor trilha sonora Hans Zimmer, por “Duna” Melhor canção original Billie Eilish por “No Time to Die”, de “Sem Tempo para Morrer” Melhor ator (drama) Will Smith, por “King Richard: Criando Campeãs” Melhor atriz (drama) Nicole Kidman, por “Apresentando os Ricardos” Melhor ator (musical ou comédia) Andrew Garfield, por “Tick, Tick Boom!” Melhor atriz (musical ou comédia) Rachel Zegler, por “Amor, Sublime Amor” %u200B Melhor ator coadjuvante Kodi Smit-McPhee, por “Ataque dos Cães” Melhor atriz coadjuvante Ariana DeBose, por “Amor, Sublime Amor” Melhor filme em língua estrangeira “Drive My Car”, de Ryusuke Hamaguchi (Japão) TELEVISÃO Melhor série de drama “Succession” Melhor série de comédia “Hacks” Melhor minissérie ou filme para TV “The Underground Railroad” Melhor ator (drama) Jeremy Strong, por “Succession” Melhor atriz (drama) MJ Rodriguez, por “Pose” Melhor ator (comédia) Jason Sudeikis, por “Ted Lasso” Melhor atriz (comédia) Jean Smart, por “Hacks” Melhor ator (minissérie ou filme para a TV) Michael Keaton, por “Dopesick” Melhor atriz (minissérie ou filme para a TV) Kate Winslet, por “Mare of Easttown” Melhor ator coadjuvante Oh Yeong-su, por “Round 6” Melhor atriz coadjuvante Sarah Snook, por “Succession”
Globo de Ouro anunciará vencedores nas redes sociais
Depois de confirmar que o Globo de Ouro aconteceria sem tapete vermelho, astros ou cobertura televisiva neste domingo (9/1), a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) revelou que não fará nem transmissão ao vivo por streaming. Os nomes dos vencedores serão anunciados por postagens nas redes sociais da organização. “O evento deste ano será privado e não terá transmissão ao vivo. Nós providenciaremos atualizações em tempo real sobre os vencedores no site oficial do Globo de Ouro e em nossas redes sociais”, disse a HFPA, em comunicado. Apesar disso, a associação tentará manter as aparências, realizando o evento como uma confraternização entre seus membros e parceiros filantrópicos no Beverly Hilton Hotel, de Los Angeles, local onde o Globo de Ouro realiza suas cerimônias há anos. Segundo apurou a revista Variety, a HFPA até chegou a contatar alguns famosos para participarem da apresentação de prêmios, mas todos recusaram. Emissoras ao redor do mundo, incluindo a norte-americana NBC e a brasileira TNT, já tinham cancelado a transmissão do prêmio pela TV. A decisão de não transmitir a premiação se juntou aos boicotes de vários setores de Hollywood contra a HFPA, após uma denúncia de que a organização não tinha integrantes negros, o que também trouxe à tona acusações de histórico sexista e falta de ética dos responsáveis pelo Globo de Ouro. Por conta disso, a HFPA se comprometeu a mudar, abrindo vagas para novos membros e mudando várias de suas regras, incluindo a adoção de um manual de ética. Poucos levaram fé nas promessas e o boicote ao evento foi mantido. Após os esforços iniciais para se renovar, a organização aprovou seis integrantes negros em 1 de outubro – um resultado pífio, que tornou os eleitores do Globo de Ouro apenas 5,7% mais diversos que no ano passado. A premiação sem entrega de prêmios servirá basicamente para que os responsáveis pelo Globo de Ouro voltem a se comprometer com mudanças, visando viabilizar a transmissão televisiva de seu evento em 2023.
“And Just Like That” corta participação final de Chris Noth
A produção da série “And Just Like That”, continuação de “Sex and the City”, decidiu cortar uma participação já gravada do ator Chris Noth no final da temporada. Segundo o site americano TV Line, ele retomaria o papel de Mr. Big no último capítulo, para ter uma conversa imaginária com Carrie (Sarah Jessica Parker). Spoiler: Mr. Big morreu no primeiro episódio de “And Just Like That”, ao sofrer um ataque cardíaco. Na cena que foi cortada, a personagem de Parker iria até a Pont des Arts, em Paris, para espalhar as cinzas do marido, e neste momento imaginava uma última conversa com ele. A decisão de cortar o diálogo foi feita após o ator ser acusado por assédio e abuso sexual por quatro mulheres. Ele também foi demitido da série “The Equalizer”. Os episódios de “And Just Like That” vão ao ar todas as quintas-feiras pela HBO Max. O episódio final tem previsão de exibição no dia 3 de fevereiro.
Escola inglesa tira nome de J.K. Rowling de seu prédio em crítica à transfobia
Uma escola britânica decidiu rebatizar um de seus prédios para tirar o nome da escritora J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, devido às polêmicas declarações da autora sobre questões de transexualidade, que lhe valeram acusações de transfobia. A Boswells School, em Chelmsford, no leste da Inglaterra, que atende alunos de 11 a 18 anos, explicou que mudou o nome do prédio para homenagear a medalhista de ouro olímpico Kelly Holmes. “Na Boswells School, promovemos uma comunidade escolar inclusiva e democrática, onde estimulamos os alunos a se desenvolverem como cidadãos autoconfiantes e independentes”, disse o diretor da instituição, Stephen Mansell. Os seis edifícios da instituição foram nomeados em homenagem a “destacados cidadãos britânicos”. “No entanto, após os vários pedidos de alunos e funcionários, estamos revisando o nome da nossa casa vermelha ‘Rowling’, à luz dos comentários e opiniões de J.K. Rowling sobre pessoas trans”, explicou. Rowling também não apareceu no recente reencontro com o elenco dos filmes de “Harry Potter”, disponibilizado pela HBO Max, após ser criticada pelos principais intérpretes da saga e rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter”. Oficialmente, ela teria dito que as imagens de arquivo seriam suficientes. Mas sua postura transfóbica, disfarçada de feminismo, criou atrito com Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, que renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. A cruzada de Rowling veio à tona há pouco mais de um ano, quando usou o Twitter para criticar uma reportagem que citava “pessoas que menstruam” para designar indivíduos do sexo feminino. “Tenho certeza que costumava existir uma palavra para essas pessoas”, escreveu ela, insinuando que a matéria deveria dizer apenas “mulheres”. Ela fez questão de esquecer que homens trans podem menstruar. Logo em seguida, a escritora acirrou sua campanha, explorando a descrição mais sensacionalista possível, ao considerar transexuais como estupradores em potencial. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. A declaração foi confrontada por ninguém menos que Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que viveu a primeira super-heroína transexual da TV. Ela se tornou conhecida aos 15 anos de idade por enfrentar o mesmo preconceito defendido por Rowling, sendo constantemente humilhada e impedida de frequentar o banheiro feminino de sua escola. Como também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying, sua família entrou com uma ação na Justiça contra discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil todas as escolas americanas foram proibidas de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. Inconformada, Rowling foi adiante, escrevendo um livro sobre um assassino travesti, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), lançado no ano passado dentro da coleção de mistérios do detetive Cormoran Strike. Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”. Embora não tenha comentado as críticas que recebeu dos intérpretes dos filmes de “Harry Potter”, ela apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F. Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. Daniel Radcliffe chegou a tuitar um pedido de desculpas em seu nome para a comunidade trans.
Globo de Ouro é confirmado sem astros de Hollywood
A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) confirmou a realização do Globo de Ouro de 2022 neste domingo (9/1). Em anúncio sobre a cerimônia, os organizadores asseguraram que o evento manterá a data original, após o Critics Choice adiar seu evento que aconteceria no mesmo dia. A premiação, porém, não terá tapete vermelho, imprensa ou celebridades, muito menos entrega de prêmios. No lugar dos astros de Hollywood, o evento trará apoiadores das atividades filantrópicas da HFPA, que anunciarão as vitórias dos ausentes nas categorias em disputa. A decisão não tem relação com o avanço da variante ômicron da covid-19, mas sim com a situação da HFPA, que caiu em desgraça e perdeu a transmissão televisiva de seu evento. A NBC tomou a decisão de não transmitir a premiação ao se juntar aos boicotes de vários setores de Hollywood contra o Globo de Ouro, após uma denúncia de que a HFPA não tinha integrantes negros, o que também trouxe à tona acusações de histórico sexista e falta de ética dos integrantes da organização. Por conta disso, a HFPA se comprometeu a mudar, abrindo vagas para novos membros e mudando várias de suas regras, incluindo a adoção de um manual de ética. Poucos levaram fé nas promessas e o boicote ao evento foi mantido. Após os esforços iniciais para se renovar, a organização aprovou seis integrantes negros em 1 de outubro – um resultado pífio, que tornou os eleitores do Globo de Ouro apenas 5,7% mais diversos que no ano passado. A premiação sem entrega de prêmios servirá basicamente para que os responsáveis pelo Globo de Ouro voltem a se comprometer com mudanças, visando viabilizar a transmissão televisiva de seu evento com celebridades em 2023.
Ministro da Ucrânia diz que “Emily in Paris” é “um insulto”
Depois de ser criticada por estereótipos franceses em sua 1º temporada, a série “Emily em Paris” virou algo de críticas por estereótipos ucranianos em seus novos episódios. Desta vez, porém, as reclamações não partiram da imprensa, mas do Ministro da Cultura da Ucrânia, Oleksandr Tkachenko Ele revelou que enviou uma carta para a Netflix, reclamando de como a personagem Petra foi retratada na série. Tkachenko disse que se sentiu insultado por ela. Na 2ª temporada, Emily (Lily Collins) conhece Petra (Daria Panchenko), uma ucraniana que não entende de moda e não fala muito bem nem inglês e nem francês. As duas viram colegas e saem juntas para praticar francês, mas Petra acaba interpretando errado algumas coisas que Emily diz e furta peças caríssimas de uma loja famosa de Paris. “Em Emily em Paris, nós temos a caricatura de uma mulher ucraniana que é inaceitável. É também um insulto”, escreveu Mr Takchenko em seu Telegram. “É assim que os ucranianos são vistos lá fora?”, lamentou. Uma ucraniana que mora em Paris concordou com o Ministro. “O jeito como vocês retrataram a imagem dos ucranianos em sua 2ª temporada é um truque baixo, um escândalo e uma vergonha”, escreveu Yevheniya Havrylko, em um post no Instagram que já tem mais de 75 mil curtidas. Além deste problema com a personagem ucraniana, a série tem sido lamentada por mostrar os franceses como pessoas rudes com boinas que traem seus parceiros. Para completar, também apresenta um britânico (Lucien Laviscount) que fica o tempo todo bebendo cerveja e assistindo futebol.
The Rock não volta a “Velozes e Furiosos” e critica Vin Diesel por usar morte de Paul Walker
O ator Dwayne “The Rock” Johnson deixou claro que não vai voltar a “Velozes e Furiosos” para o desfecho da franquia. Ele explodiu qualquer chance ao criticar Vin Diesel por usar a morte de Paul Walker em um pedido público para que voltasse no desfecho da saga. A declaração foi dada à rede CNN, quando Johnson foi questionado sobre a publicação de Diesel. Em novembro, o intérprete de Dominic Toretto fez um apelo nas redes sociais para The Rock “não deixar a franquia” e voltar ao papel de Hobbs. “Eu disse direta e pessoalmente ao Vin Diesel que não voltaria para a franquia. Fui firme, mas cordial em minhas palavras. Disse a ele que apoiaria o elenco sempre e torceria para que a franquia fosse bem-sucedida, mas que não havia a menor chance de eu voltar”, disse Johnson. Em seguida, lamentou a publicação de Diesel, feita após a recusa, criticando o fato de ele citar os próprios filhos e também a morte de Walker, que foi um membro importante de “Velozes e Furiosos” — o ator morreu em 2013, aos 40 anos, vítima de um acidente de trânsito. “Meu irmãozinho Dwayne… O momento chegou”, disse Diesel em seu apelo. “O mundo aguarda o fim de ‘Velozes e Furiosos 10’. Como você sabe, minhas crianças se referem a você como Tio Dwayne na minha casa. Não há um feriado que eu não te mande mensagens. Mas a hora chegou. O legado aguarda. Eu te disse anos atrás que eu ia cumprir minha promessa para Pablo (Paul Walker)”. “A publicação dele nas redes sociais foi um exemplo de manipulação”, reclamou Johnson. “Não gostei dele ter trazido seus filhos para a situação, assim como a morte de Paul Walker. Deixe-os fora disso. Tínhamos falado meses atrás sobre isso e chegamos a um entendimento”, declarou. Por fim, The Rock disse “lamentar” que o atrito de bastidores entre ele e Vin Diesel tenha sido exposto dessa forma, mas deseja que toda a equipe dos filmes tenha “toda sorte e sucesso no próximo capítulo”. The Rock estreou na franquia no quinto filme, passado no Rio de Janeiro e lançado em 2011. Ele interpretou o policial Hobbs em quatro longas-metragens oficiais, incluindo o derivado “Hobbs & Shaw” (2019). Mas ele e Vin Diesel se desentenderam durante as filmagens de “Velozes e Furiosos 8” (2017) e o problema dos bastidores acabou vindo à público em postagens do próprio Johnson no Instagram. O astro só fez “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” porque Diesel não participou da produção.
Tiago Leifert volta a falar da polêmica com Ícaro Silva após ataques antissemitas
Segunda-feira é tradicionalmente dia do Jogo da Discórdia no “Big Brother Brasil”, e embora não esteja mais ligado ao programa, Tiago Leifert enfrentou uma espécie de rodada virtual do quadro, ao retomar a polêmica que criou com o ator Ícaro Silva. Preocupado ao ver-se envolvido num paredão da vida real, Leifert publicou um vídeo de oito minutos em que buscou justificar sua reação dura a um comentário infeliz de Ícaro Silva, que chamou o reality mais visto do Brasil de “entretenimento medíocre” nas redes sociais. O problema é que um trecho da resposta do ex-apresentador do “BBB” acabou repercutindo de forma mais negativa que o comentário do ator. O ponto, inclusive, virou alvo de uma tréplica de Ícaro, ressaltando os problemas da fala sobre o “BBB” ser o que pagava seu salário. Para defender que seu talento lhe garantia salário, o ator tornou a briga pessoal, ao sugerir que Leifert entrou na Globo devido ao sobrenome do pai, diretor da emissora. Repercutida por vários artistas e anônimos, a polêmica saiu de controle e acabou alimentando os racistas de plantão nas redes sociais, originando ataques antissemitas contra o ex-apresentador. No vídeo publicado em seu Instagram, Leifert condenou os ataques, tentou se explicar e reforçou não ter se arrependido do que disse. Confira a íntegra do pronunciamento: “Oi, acho que vocês já devem estar de saco cheio do assunto. Talvez não queiram assistir esse vídeo, tudo bem, não tem problema nenhum. Eu demorei mesmo, para vir aqui, acho que eu perdi o timing do assunto. Mas é que esses últimos dias foram importantes pra esfriar a temperatura e pra eu me acalmar também, porque eu achei que eu tinha escrito algo super óbvio e uma constatação até simples sobre como as coisas funcionam, mas o que eu disse foi jogado pra um lugar que não é meu, catapultado pra lugares que eu desconheço, que não foi o que eu falei, que vocês sabem que não foi o que eu falei. Vocês que me seguem, vocês mandaram mensagem e tudo. Eu fui atacado por causa da minha religião, eu fui atacado por causa da minha família. E eu não fiz isso em nenhum momento, eu não ataquei a família de ninguém, eu não ataquei a índole de ninguém, eu não ataquei a trajetória de ninguém, eu não fiz isso em nenhum momento, minha postagem está lá. E por último, nesse delírio que aconteceu nos últimos dias, no último paragrafo de uma carta que foi escrita pra mim, citam, tripudiam na verdade, ironizam, um problema pelo qual eu estou passando, que nem eu estou preparado pra falar. E aquilo me tirou de giro de um jeito que eu achei que não fosse possível, sabia? Depois de tantos anos trabalhando na comunicação e na mídia, eu achei que não iam conseguir, mas realmente eu parei de enxergar tudo e eu fiquei muito transtornado com aquela última parte, então eu vou ignorar, por agora, aquele final. E vou ignorar também os ataques ao meu pai, à minha família, à minha religião. Eu gostaria só de lamentar, que o que eu disse foi usado, acho que esse é o verbo, usado, para ferir pessoas que não tem nada a ver com o assunto, e uma causa que não tem nada a ver com o assunto, eu fiquei muito triste que o que eu fiz, defender meus colegas e meu trabalho, foi usado pra machucar outras pessoas, porque nunca foi essa a minha intenção, se você se feriu com o que eu falei, eu lamento pra caramba, porque não foi essa a minha intenção, mas esse não é um pedido de desculpas, tá? Eu só lamento mesmo, fico triste. Quando eu disse, e está lá bem claro, voltando ao cerne da questão, ‘provavelmente ajudamos a pagar o seu salário’, eu errei. Não é provavelmente, Nós ajudamos a pagar o seu salário. O seu, o do Boninho, o meu, o do Luciano Huck, o do Mion, o de todo mundo ali. Assim como o trabalho de todo mundo da Globo, dos atores, atrizes, técnica, maquiagem, camareiro, figurino, comercial, jurídico, ajuda a pagar o meu salário. Ajudava, né, porque eu saí. Eu não consigo ver onde está a ofensa em uma constatação simples dessa, de saber que o nosso trabalho, todo mundo junto, um ajuda a pagar o salário do outro. Não consigo. Então quando eu acordo e vejo fogo amigo, porque não é uma pessoa de outra emissora, não é um filósofo, que eu não tenho nada a ver, é um colega, que está ali no estúdio do lado, e que poderia sim estar no Camarote, sei lá se foi convidado, não sei, tá? Não perguntei. Mas poderia estar – porque é uma pessoa legal, uma pessoa interessante, ia ser um grande personagem – ele desdenhando do nosso programa dessa forma, do meu trabalho, chamando de bosta e de medíocre, é óbvio que eu reagi e reagiria de novo. Mais um pouquinho de contexto também, porque eu acho que é importante, em 2020, quando a pandemia começou, na Globo só duas equipes estavam trabalho, criando conteúdo, o jornalismo, a que eu sou grato, e a equipe do Big Brother Brasil, a gente estava morrendo de medo, claro que estava, todo mundo estava, no começo a gente trabalhou sem máscara, lembra? A OMS não deixava usar máscara, falava que não precisava no começo, então a gente trabalhou sem máscara. E o Big Brother foi muito importante naquele ano, muito importante, assim como em 2021. Particularmente, pessoalmente, agora falando em uma nota minha mesmo, que talvez até explique também a minha reação, a minha esposa estava grávida em 2020 e eu continuei trabalhando. E quando o Big Brother ia acabar a gente esticou mais cinco dias. Eu estava com medo, minha mulher estava grávida, tinha gente morrendo. Durante esse tempo todo, a equipe do Big Brother, as pessoas lá perderam parentes, perderam amigos. Teve gente que teve que sair por dois, três dias, enlutados, para enterrar um parente e voltar pra trabalhar. E aí quando eu acordo e vejo fogo amigo, um colega, falando que nosso trabalho, ainda mais nesse contexto todo, é uma bosta, e é medíocre, é óbvio que eu fiquei pistola, é óbvio que eu fiquei chateado e óbvio que eu reagi. E eu dizer para ele: Você não precisa gostar e ninguém precisa gostar do Big Brother mas lembre-se que fazemos parte da mesma coisa, todos, o seu trabalho, o meu, a gente ajuda a pagar o seu salário, você ajuda a pagar o nosso, isso é simples pra mim, pegar isso e transformar em outra coisa, é de uma maldade impressionante, cara, impressionante. Eu não preciso me defender de nada, eu só vim aqui mesmo esclarecer o que eu falei, e onde eu estou, e qual é o cerne dessa discussão, que é sobre ingratidão, sobre hipocrisia e sobre desrespeitar o trabalho das pessoas. Se para se defender disso levam a discussão para uma outra esfera e que machuca outras pessoas, e que é seríssimo, eu lamento pra caramba, porque não foi isso que eu falei. Eu gravei esse vídeo há horas e deixei ele esfriando na minha tela, assisti ele de novo, porque eu estava morrendo de medo de postar, tamanha é a delicadeza da situação, e o que fizeram comigo, a covardia que fizeram comigo, acho que essa é a palavra. Eu falo ela com tranquilidade porque eu sei que vocês estão cientes, vocês me mandaram muitas mensagens. E eu queria então terminar agradecendo todo mundo que me defendeu, agradecer as pessoas que eu não conheço e que me defenderam, muito obrigada mesmo. E terminar dizendo que eu não trabalho mais na Globo, eu não fiz meu exame de demissão nem nada, mas dia 23 foi meu último dia de contrato, e que mesmo assim, pela equipe do Big Brother, a equipe que mudou a minha vida, o programa que mudou a minha vida, e o público do Big Brother também, que me acolheu e me trouxe até aqui e mudou minha vida também, e me botou em outro patamar profissionalmente, que por vocês eu aguento qualquer coisa e faria tudo de novo por vocês. Eu sou extremamente grato por tudo que nós passamos juntos nesses últimos cinco anos e tenho um orgulho gigantesco de tudo que a gente representa pra televisão brasileira, na história da televisão brasileira, a gente pode falar isso, eu posso pelo menos, já não estou mais aí. E é muito bonito ver, e que sirva de exemplo de toda essa história, o comportamento da equipe ao longo de todos esses anos. Mesmo fazendo enorme sucesso em todos os programas, que eu estou com vocês desde 2012, começando no The Voice, a gente nunca precisou diminuir ninguém pra se sentir superior, a gente nunca precisou falar do trabalho de ninguém pra que a gente pudesse desfrutar do nosso sucesso, e que a gente continue assim e que se a gente achar necessário um dia se defender de alguma coisa que a gente se defenda também sem medo, porque o nosso trabalho merece isso. Um beijo”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tiago Leifert (@tiagoleifert)
Polêmica rende ataques antissemitas contra Tiago Leifert
O fogo no parquinho deu origem a um incêndio. A troca de textões polêmicos entre Tiago Leifert e Ícaro Silva, após este definir o reality BBB como “entretenimento medíocre”, gerou ataques antissemitas contra Leifert e a comunidade judaica em geral nas redes sociais. A situação se tornou tão séria que rendeu até manifestação da Confederação Israelita do Brasil. “A Conib (Confederação Israelita do Brasil) presta sua total solidariedade e apoio a Tiago Leifert, vítima de ataques racistas por sua origem judaica”, declarou a entidade em comunicado à imprensa. “O racismo é um mal que, deixado impune, causa não só sofrimento às suas vítimas, como provoca injustiças e conflitos”, acrescentou a Conib, informando ainda que tomará “medidas cabíveis” para que os responsáveis pelas ofensas sejam punidos. Um dos comentários que mais repercutiu no Twitter foi de um perfil que escreveu: “Sobre a polêmica com Tiago Leifert: judeu, né?”. Isto foi o estopim para todo o tipo de ofensas contra judeus. O advogado Fernando Lottenberg, que é comissário da OEA (Organização dos Estados Americanos) afirmou que algumas das manifestações de violência contra o apresentador infringem a lei 7.716, que define os crimes resultantes de raça, cor, etnia ou religião. Os ataques antissemitas a Tiago Leifert acontecem em meio ao crescimento de grupos neonazistas no Brasil, com o aumento de inquéritos de apologia ao nazismo na Polícia Federal. Há uma semana, grupos neonazistas foram alvos de uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio em sete estados do país após denúncias de discriminação nas redes sociais.
Chris Noth recebe quarta acusação de agressão sexual
Uma quarta mulher acusou Chris Noth de agressão sexual. A cantora Lisa Gentile denunciou o abuso nesta quinta-feira (23/13), durante uma videoconferência coletiva, dizendo que o intérprete de Mr. Big em “Sex and the City” chegou a ameaçar “arruinar a sua carreira” se ela falasse sobre o caso, que teria acontecido em 2002. Segundo Gentile, Noth insistiu em acompanhá-la até o apartamento dela em Nova York, após conversarem no restaurante que ambos costumavam frequentar. Mas ao chegar lá ele teria perdido a compostura, apalpando seus seios e a forçando a tocá-lo. “Nessa altura ele ficou mais agressivo e colocou as duas mãos nos meus seios e começou a apertar com força por cima da minha camisa”, revelou. “Eu estava tentando fazê-lo parar, então ele forçou as minhas mãos a puxarem a camisa dele para cima, expondo sua barriga, e depois fez mais força para empurrar as minhas mãos em direção ao pénis dele”, acrescentou. “Quando finalmente consegui afastá-lo e sair do alcance dele, gritei que não queria aquilo. Ele ficou extremamente furioso e começou a gritar, chamando-me de provocadora e vadia”, acrescentou a artista. Ela ainda afirma que, no dia seguinte ao suposto incidente, Noth ligou para dizer que se ela “alguma vez contasse a alguém sobre o que aconteceu na noite anterior, que ele arruinaria minha carreira, eu nunca cantaria novamente e ele me colocaria na lista negra”. A advogada de Gentile, Gloria Allred, disse que a sua cliente não podia registar uma queixa porque as alegações datam de “há quase vinte anos” e já prescreveram. Allred disse esperar que uma lei, que vai ser considerada em janeiro em Nova York, abra uma janela para as vítimas de abuso sexual apresentarem queixas mesmo que o prazo de prescrição tenha expirado. Ela pediu para que, diante do caso atual, as atrizes de “Sex and the City” manifestem apoio para aprovar a lei. Na semana passada, a revista The Hollywood Reporter publicou as primeiras alegações contra o ator, agora com 67 anos, com depoimentos de duas mulheres que teriam sido abusadas sexualmente em 2004 e 2015, em Los Angeles. Elas alegaram que a participação de Chris Noth em “And Just Like That”, revival de “Sex and the City” em que o ator retomou o papel de Big, fez despertar memórias dolorosas dos incidentes. Um dia depois, uma terceira mulher disse ao The Daily Beast que Noth a havia agredido sexualmente na cidade de Nova York em 2010, quando ela tinha 18 anos. Chris Noth negou as primeiras acusações, chamando os incidentes de “consensuais”. “As acusações feitas por pessoas que conheci anos, até décadas atrás são categoricamente falsas”, ele declarou em comunicado. Além dos casos de agressão, a atriz Zoe Lister-Jones (“Life in Pieces”) resolveu compartilhar sua própria experiência com a má conduta sexual do colega durante o trabalho. Diante da repercussão, ele foi dispensado pela agência de talentos que o representava e foi demitido da série criminal “The Equalizer”. Como Mr. Big morreu nos episódios iniciais de “And Just Like That”, a HBO Max evitou maiores constrangimentos relacionados à presença do ator na atração.
Michael Keaton será Batman no filme “Batgirl”
A volta de Michael Keaton ao papel de Batman, 30 anos após “Batman: O Retorno”, é pra valer. Depois de filmar “The Flash”, ele vai reprisar o papel do herói de Gotham City no filme “Batgirl”. A informação consta de um comunicado da divisão britânica da Warner com o elenco do filme. A participação escancara as portas para as teorias de fãs, já que “The Flash” deve mostrar o Batman de Keaton como personagem de uma realidade paralela – o multiverso, que está lotando os cinemas em “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”. Esta opção, inclusive, ajudaria a explicar porque Batgirl sofreu mudanças radicais para o filme. A personagem-título será interpretada por Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. Além disso, trabalhará como policial em sua identidade civil de Barbara Gordon. Este desenvolvimento profissional reflete vagamente o futuro da heroína na série animada “Batman do Futuro”, que também inspirou o filme “Lego Batman” e a recente série “Titãs”, onde Barbara apareceu como comissária da polícia de Gotham City – emprego de seu pai, James Gordon, nos quadrinhos de Batman. Já nas histórias clássicas da DC Comics, Barbara nunca demonstrou afinidade pela carreira policial. Formada em Biblioteconomia e chefe da Biblioteca de Gotham, ela chegou a entrar na política e, mais recentemente, virou especialista em inteligência (no sentido de informações cruciais) e hacker. Embora a sinopse não tenha sido revelada, o filme deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. O elenco vai contar com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, retomando seu papel de “Liga da Justiça”. Já o papel de vilão coube ao ator Brendan Fraser (o Homem-Robô na série “Patrulha do Destino”), que pode viver o Vagalume na trama.










