Antonia Fontenelle culpa Klara Castanho por derrota nas eleições
A youtuber Antonia Fontenelle resolveu culpar Klara Castanho por ter perdido as eleições para deputada federal pelo Rio de Janeiro. “Me prejudicou”, lamentou ela. A bolsonarista fez uma live em seu canal no YouTube, na segunda (4/10), onde afirmou que não foi eleita porque “não abriu mão da verdade e apontou o errado”. “Me prejudicou o fato de eu falar a verdade e levantar assuntos escabrosos”, justificou ela em um trecho do vídeo de 40 minutos. Impedida judicialmente de citar o nome de Klara em vídeos, fotos e qualquer publicação das redes sociais, Antonia chamou a artista de “moça” para tratar do assunto. “A acusação dela diz que eu a ameacei. E vai vir mais coisa, porque ela está sendo patrocinada. Mas ninguém pergunta cadê o estuprador, ninguém quer saber. Isso me prejudicou”, criticou Antonia, sem demonstrar remorsos pelo que fez. Klara Castanho abriu um processo civil contra Fontenelle e uma queixa-crime contra ela, o jornalista Leo Dias e a youtuber Adriana Kappaz, conhecida como Dri Paz, pelos crimes de difamação, calúnia e injúria. Castanho alega que os três teriam inventado mentiras sobre a sua gravidez, além de espalharem a informação na internet. Klara relatou também ter se sentido humilhada com a divulgação de seu estupro. Em junho, ela publicou o que chamou de “o relato mais difícil da minha vida”, revelando que sofreu um estupro, engravidou e entregou o bebê para adoção. A confissão foi feita após a notícia se espalhar com exposição da atriz. A história ganhou força após Antonia Fontenelle dizer em uma live que “uma atriz global de 21 anos teria engravidado e doado a criança para adoção”. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou Fonenelle, que classificou a história como “monstruosa” e crime. “Parir uma criança e não querer ver e mandar desovar para o acaso é crime, sim, só acha bonitinho essa história de adoção quem nunca foi em um abrigo, ademais quando se trata de uma criança negra. O nome disso é abandono de incapaz”, declarou. Castanho pleiteia uma indenização por danos morais e pena criminal na Justiça. As penas para difamação e injúria podem chegar a um ano, enquanto a pena para calúnia pode chegar a dois anos de prisão.
Bruno Gagliasso é provocado por irmão bolsonarista que virou deputado
Desde que conseguiu votação para ser eleito Deputado Estadual do Rio de Janeiro, Thiago Gagliasso tem provocado seu irmão mais famoso, o ator Bruno Gagliasso (“Marighella”), afirmando que o posicionamento de Bruno o ajudou a se eleger. Bruno é partidário de esquerda e já declarou o seu apoio ao ex-presidente Lula. Thiago, por sua vez, é de direita e defensor de Jair Bolsonaro. Segundo a “lógica” de Thiago, muita gente votou nele por não concordar com aquilo que o seu irmão defende. “Tive uns votinhos de protesto que eu sei. ‘Vou votar nele só por causa das m*rdas que o irmão fala’. Vocês espancaram a urna, tá? Acham que eu sou bobo? Acham que eu não sei? Brunão, obrigado, por você falar tanta m*rdas, conseguiu me dar votos. Então, obrigado!”, disse ele nos Stories do seu Instagram. Ainda em tom irônico, Thiago disse a Bruno que ele “está convidado para fazer parte do gabinete. Você não quer apoiar a cultura? Mostra para sua turma os trabalhos que a gente vai fazer e como se usa dinheiro público na cultura. Eu te ensino. Passa lá no gabinete. Quem dera o maior problema da minha vida agora fosse a opinião de alguém que não sabe nem o que fala.” Em vez de responder às provocações do irmão, Bruno Gagliasso postou uma foto no seu Stories mostrando os preparativos para a festa de aniversário da sua esposa, Giovanna Ewbank. “Sim, teremos s*rubão de Noronha”, brincou ele na legenda da foto. A briga entre os irmãos não é recente. Certa vez, Thiago participou do programa “Resenha Proibidona”, onde disse que Bruno rompeu relações depois que ele assumiu um cargo na secretaria estadual de cultura do governo de Wilson Witzel. Mas o conflito é mais antigo e começou no fim de 2017, quando Bruno cobrou que Thiago fosse mais profissional na administração de dois restaurantes que a família deles têm no Rio de Janeiro e de uma boate em São Paulo. Na ocasião, o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, afirmou que um desses restaurantes estava sendo alvo de um processo movido pelo Banco do Brasil, por não pagar um crédito de R$ 290 mil, vencido em 2014. As desavenças se escancararam na época da eleição presidencial de 2018. Após o primeiro turno da eleição, Thiago fez críticas à imprensa. “Debate com o Bonner? Boa noite. Os ‘formadores de opinião’ que não formam mais!”, escreveu ele no Instagram. Incomodada, Giovanna Ewbank mandou uma mensagem para o cunhado, que ele resolveu divulgar nas suas redes sociais. A mensagem dizia: “Amorzinho. Espero que quando o seu desejo da ‘TV morta’ se realize (porque deve ser isso mesmo) vocês estejam preparados para: não ter o apartamento que seu irmão deu para vocês morarem no Rio de Janeiro; não ter ajuda do seu irmão quando você não pagar a escola do seu filho e ele te salvar; não ter a mesada que seu irmão dá para a sua mãe; não ter o apartamento de São Paulo do seu irmão para ficar; entre outras tantas coisas.” Thiago respondeu publicamente a mensagem, dizendo que “gostaria muito de lhe informar que não moro mais no apartamento do meu irmão (e mesmo que morasse, não teria vergonha por não pensar igual a ele, afinal, não somos gêmeos de cérebros, apesar da semelhança física). Liga lá na escola do meu filho, pergunta se estou devendo algo. Se precisasse da ajuda dele aceitaria viu. Mesada pra mãe? Eu teria orgulho em poder proporcionar a minha mãe o que ele faz por ela, o nome disso é gratidão. Não sei se você conhece. Apartamento do meu irmão para ficar? Relaxa! Tenho amigos que certamente me receberão com o maior prazer”. Em julho deste ano, quando participou da estreia do podcast de Giovanna Ewbank e Fernanda Paes Leme, Bruno Gagliasso contou que esse post o fez romper definitivamente com o irmão. “Não é por causa de eleição, isso é bom deixar claro. Não foi por causa de política, mas eu e minha mulher fomos expostos de uma forma que não queríamos ter sido. E aí ficou muito evidente nossa diferença. A gente tem pensamentos políticos completamente diferentes. Hoje em dia não existe mais a política não estar ligada à moral. Hoje, pra mim, você apoiar esse b*sta é você não ter nenhum tipo de escrúpulo, é diferente. E por isso digo que não vejo, hoje, eu voltar a falar com meu irmão ou conviver. Prefiro ficar com esse sentimento dele quando tinha 7, 10, 15 anos de idade… Vai contra tudo o que eu prego, o que eu sou, o que quero pros meus filhos. Não tem como, é inviável, então não me culpo por isso. Eu não tenho culpa, eu tenho dor. De não poder conviver com o filho dele, ter uma relação de respeito, de carinho.” Thiago Gagliasso detona o irmão pic.twitter.com/tqJJiz1MVG — Video EM OFF (@VideoEMOFF) October 4, 2022
“Rust” voltará a ser rodado após acordo com família de cinematógrafa morta no set
A família de Halyna Hutchins, diretora de fotografia morta em um acidente no set do western “Rust”, chegou a um acordo judicial com os produtores do filme, incluindo o ator Alec Baldwin, responsável pelo tiro que tirou a vida da profissional. De acordo com o comunicado oficial, o filme voltará a ser rodado em janeiro. “Chegamos a um acordo, sujeito à aprovação do tribunal, para nosso caso de homicídio culposo contra os produtores de ‘Rust’, incluindo Alec Baldwin e Rust Movie Productions, LLC. Como parte desse acordo, nosso caso será arquivado”, disse Matthew Hutchins, marido de Halyna Hutchins. Parte desse acordo dará a Matthew Hutchins o cargo de produtor executivo no filme. “Não tenho interesse em me envolver em recriminações ou atribuição de culpa (aos produtores ou ao Sr. Baldwin)”, continuou ele. “Todos nós acreditamos que a morte de Halyna foi um acidente terrível. Sou grato que os produtores e a comunidade de entretenimento se uniram para homenagear o trabalho final de Halyna.” A cinematógrafa Halyna Hutchins morreu em decorrência do ferimento causado por um tiro disparado por Alec Baldwin, após ele receber uma arma que supostamente estava “fria”, ou seja, continha apenas balas de festim. Porém, o revólver estava carregado com balas de verdade. O próprio ator fez uma declaração sobre a retomada da produção. Em uma postagem no seu Instagram, ele escreveu que “temos o prazer de anunciar hoje o acordo do processo civil aberto em nome da família da diretora de fotografia Halyna Hutchins. Ao longo desse difícil processo, todos mantiveram o desejo específico de fazer o que é melhor para o filho de Halyna. Agradecemos a todos que contribuíram para a resolução desta situação trágica e dolorosa.” O diretor Joel Souza, que também ficou ferido quando a bala atingiu seu ombro, deu uma declaração sobre o filme. “Aqueles que tiveram a sorte de ter passado um tempo com Halyna sabiam que ela era extremamente talentosa, gentil, criativa e uma incrível fonte de energia positiva. Eu só gostaria que o mundo a conhecesse em circunstâncias diferentes, como certamente teria acontecido por meio de seu incrível trabalho.” “Em minhas próprias tentativas de me curar, qualquer decisão de voltar para terminar de dirigir o filme só faria sentido para mim se fosse feito com o envolvimento de Matt e da família Hutchins”, continuou ele. “Embora certamente seja um sentimento agridoce, estou satisfeito que, juntos, nós vamos completar o que Halyna e eu começamos. Todos os meus esforços neste filme serão dedicados a honrar o legado de Halyna e deixá-la orgulhosa. É um privilégio ver isso em seu nome.” Os promotores do Novo México ainda não se manifestaram em relação a essa decisão. Em agosto, a promotora distrital Mary Carmack-Altwies pediu ao estado US$ 635.500 em fundos de emergência para pagar por até quatro julgamentos criminais. O Conselho Estadual de Finanças aprovou metade desse valor em setembro. A investigação criminal ainda está em andamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alec Baldwin (@alecbaldwininsta)
Globo boicota Camila Queiroz na divulgação de “Verdades Secretas 2”
Protagonista de “Verdades Secretas” e sua continuação, Camila Queiroz estaria sendo boicotada na divulgação da novela da Globoplay, que estreia com uma versão diferente (sem as cenas mais quentes) na TV aberta nesta terça (4/10). A afirmação é do Notícias da TV, que apurou que a Globo não tem planos de colocar Camila para falar de sua personagem, Angel. No lugar da protagonista, a Globo escalou Agatha Moreira para fazer a promoção da novela. A atriz gravou um vídeo para o “Encontro com Patrícia Poeta”, onde convida o público para assistir à 2ª temporada da obra. Além disso, a atriz novata Julia Byrro ganhou destaque em uma entrevista do Gshow. Sem espaço na empresa, Camila se limitou a comemorar a estreia de “Verdades Secretas 2” em suas redes sociais. Ela publicou um trailer curto nos Stories do Instagram. “Estão preparados?”, escreveu. A atriz foi dispensada da novela de Walcyr Carrasco na reta final e não terminou as gravações, tendo sua aparição final representada por uma dublê. O suposto motivo do afastamento foram as negociações para garantir a presença da atriz numa então provável 3ª temporada da trama. A disputa com o empresário de Camila para garantir que Angel sobrevivesse ao final da novela gerou mal-estar, e o contrato dela não foi estendido para as gravações das cenas finais. Desde então, a atriz não participou mais de ações na emissora, como entrevistas em programas ou na internet. Mas mesmo com esse suposto veto, seu rosto é o destaque dos comerciais da novela, já que é a protagonista da história. Longe de ter sido afetada pelo suposto boicote, a atriz continua como apresentadora do reality “Casamento às Cegas Brasil” e está gravando a 2ª temporada da série “De Volta aos 15”, ambas para a Netflix.
Jennifer Lopez enfrenta “Casamento Armado” em trailer de comédia
A plataforma Prime Video, da Amazon, divulgou o pôster e o trailer de “Casamento Armado” (Shotgun Wedding), comédia romântica de ação estrelada por Jennifer Lopez (“As Golpistas”). A trama se passa no dia do casamento dos personagens de Lopez e Josh Duhamel (“Transformers”), que começam a repensar a decisão de levar adiante o matrimônio quando o local paradisíaco da cerimônia é invadido por sequestradores fortemente armados. Com suas famílias em perigo, os protagonistas devem deixar suas diferenças de lado para escapar e, de alguma forma, tentar salvar seus entes queridos. Originalmente, a atriz nova-iorquina deveria fazer par com Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”), mas após o surgimento de conversas privadas polêmicas do ator, expressando desejos canibais, o papel do noivo ganhou novo galã. O elenco também destaca Lenny Kravitz (“Jogos Vorazes”) como ex-marido de Lopez, Jennifer Coolidge (“The White Lotus”) como a mãe de Duhamel e a brasileira Sonia Braga (“Bacurau”) como a mãe de Lopez. O projeto tem roteiro de Liz Meriwether (a criadora de “New Girl”) e Mark Hammer (“Apenas Duas Noites”), direção de Jason Moore (“A Escolha Perfeita) e ainda inclui o astro Ryan Reynolds (“Deadpool”) em sua equipe de produção. “Casamento Armado” vai estrear em 27 de janeiro em streaming.
Bruna Marquezine é ameaçada de morte no Twitter
Bruna Marquezine foi alvo de ataques e ameaças de morte nas redes sociais nesta segunda (3/10), dia seguinte ao primeiro turno das eleições no Brasil. A atriz, que há alguns meses havia declarado seu voto em Luís Inácio Lula da Silva, reproduziu textos dos haters. Entre as postagens agressivas, há inclusive registros de montagens com armas apontadas para a atriz. Um usuário em particular demonstrou psicopatia violenta. Em seus comentários, ele escreveu: “Promete que se o Lula ganhar você vai se matar, aí eu voto”. E continuou: “O dia mais feliz da minha vida vai ser quando você se matar, mas até pra isso tu é incompetente”. Ao compartilhar esse texto, Bruna comentou: “Olha que coisa linda, gente. E viva a humanidade, a empatia, a bondade e o respeito”. O mesmo perfil respondeu à exposição com o dobro da agressividade: “Se mata de uma vez, sua escorada. Assim eu nunca mais tenho que ver essa tua cara em estado de decomposição, diabo dos infernos. Morre, p*rra velha acabada imunda suja porca”. O perfil em questão é anônimo – usa uma foto da cantora Ariana Grande e o usuário “NJR Prada”, em referência a Neymar. A atriz lamentou as ameaças e torceu para que elas busquem ajuda. “Imagina ser tão triste, pequena, amargurada, frustrada assim, e ter orgulho? (…) Eu espero que você seja curada. Busque ajuda”, escreveu. Bruna não publicou, mas o perfil a ameaçou de morte: “Enquanto você estiver dormindo, tranca bem a fresta da janela”. E seguiu falando como ficaria feliz de vê-la morta e estuprada. Ao ver o teor dos ataques, os fãs da atriz ficaram preocupados e saíram em sua defesa. Mas ela buscou tranquilizar a todos. “Eu não ligo. Mas faço questão de expor, de denunciar. Não se preocupem”, escreveu ela no Twitter, após abrir os porões da infâmia. “As coisas boas chegam em abundância todos os dias”, ela explicou para uma fã preocupada. “Graças a Deus! As ruins que são exceção, mas são as que fazem barulho. Infelizmente. O amor reina aqui e minha luz é eterna. Porque (a negatividade) não vem de mim”, concluiu. olha que coisa linda, gente. e viva a humanidade, a empatia, a bondade e o respeito. https://t.co/vt0j8GHniF — Bruna Marquezine (@BruMarquezine) October 3, 2022 olha! tem mais! https://t.co/0hwO8aFE7S — Bruna Marquezine (@BruMarquezine) October 3, 2022
Primeiro filme de Will Smith após tapa no Oscar ganha trailer
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer de “Emancipation”, que revelam a data de estreia do drama histórico estrelado por Will Smith em 9 de dezembro em streaming. A produção estava no limbo após a controvérsia do tapa de Will Smith em Chris Rock durante o Oscar deste ano. Embora vários projetos do ator tenham sido cancelados ou adiados, “Emacipation” já estava totalmente filmado quando aconteceu o desastre de relações públicas. A decisão de lançá-lo em dezembro foi tomada após uma exibição privada para um grupo de influencers nos EUA, que teve forte repercussão nas redes sociais durante o fim de semana. O filme é baseado na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. Apesar de todo este contexto histórico, “Emancipation” é descrito por seus produtores como um “thriller de ação” focado na fuga de Peter de seus captores. A prévia é totalmente centrada nesse momento, em que ele lidera escravos em busca do som dos “canhões de Lincoln”, durante a Guerra Civil. Mas há um breve registro da preparação da famosa fotografia, primeira imagem a viralizar no mundo. A direção é assinada por Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”) e, além de estrelar, Smith também é um dos produtores do longa.
“Blonde” recebe enxurrada de críticas e acusações de misoginia
“Blonde”, cinebiografia de Marilyn Monroe estrelada por Ana de Armas (“Entre Facas e Segredos”), está coletando críticas negativas e acusações de misoginia. Desde que estreou em 1ª lugar no ranking americano da Netflix na última quarta (28/9), o filme tem sido caracterizado como “sexista”, “cruel” e “não recomendável” pelos críticos e pelo público. Em sua análise publicada no jornal The New York Times, a crítica Manohla Dargis afirmou que “dadas todas as indignidades e horrores que Marilyn Monroe suportou durante seus 36 anos, é um alívio que ela não tenha que sofrer com as vulgaridades de ‘Blonde’, o mais recente entretenimento necrófilo a explorá-la.” Dirigido por Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”), “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade com o uso da imaginação (isto é, suposições de fatos) para contar a história da lendária estrela de cinema. O filme recebeu a classificação indicativa “NC-17” nos EUA (equivalente à proibição para menores de 18 anos no Brasil), mais alta que qualquer outro conteúdo disponível no serviço de streaming, devido ao seu extenso conteúdo sexual (incluindo cenas de violência sexual) e também pela maneira como apresenta uma cena de aborto em close-up. Foi essa cena que levou Steph Herold, uma pesquisadora sobre aborto na Universidade da Califórnia, a se manifestar negativamente a respeito do filme nas suas redes sociais. “Tive a extrema infelicidade de assistir ‘Blonde’ na Netflix ontem à noite e deixe-me dizer que o filme é muito anti-aborto, muito sexista, muito explorador. Não posso recomendar MENOS. Não assista.” “As cenas de aborto em particular são terríveis, mas o filme inteiro também é”, continuou ela. “O filme retrata Marilyn sendo coagida a fazer seu primeiro aborto, gritando que mudou de ideia na mesa de operação, e então ela alucina ao encontrar um bebê chorando em sua casa de infância, que está envolta em chamas.” Embora a atuação de Ana de Armas no papel de Monroe seja um destaque em praticamente todas as análises, muitos apontam que o filme não trata da personagem em si. “O filme não é realmente sobre Marilyn Monroe. É sobre fazê-la sofrer”, disse o crítico Justin Chang, do jornal Los Angeles Times. O público também tem se manifestado a respeito do filme, definindo-o como “um dos filmes mais detestáveis que já vi” ou afirmando que “talvez devêssemos parar de deixar homens misóginos tentar fazer filmes inovadores sobre mulheres das quais eles não sabem nada.” Andrew Dominik chegou a revelar anteriormente que a Netflix insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, mas se considera orgulhoso por ter mantido tudo o que quis. Ele também já esperava uma reação negativa do público. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme ‘NC-17’ sobre Marilyn Monroe, e é meio que o que se quer, certo? Eu quero ver a versão ‘NC-17’ da história de Marilyn Monroe.” Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn Monroe. Atualmente, “Blonde” está com apenas 44% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes. A nota entre o público é ainda menor: só 34%. Assista ao trailer.
Justiça conclui que Suzy Camacho não falsificou atestados médicos do marido
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo concluiu que Suzy Camacho não falsificou os atestados médicos apresentados para comprovar a capacidade mental de seu então marido, Farid Curi, que morreu na semana passada. Proferida na terça (27/9), a sentença inocenta a atriz da denúncia apresentada pelo Ministério Público, que a acusou de enganar médicos para conseguir atestados e liberar um saque de R$ 10 milhões da conta de Farid. Os filhos do empresário alegavam que Farid não tinha condições mentais para decidir sobre o próprio dinheiro. Para a Justiça, no entanto, não há provas de que os atestados sejam falsos, ou de que Suzy tenha cometido um crime. De acordo com documentos revelados pelo Estadão, a juíza Luciana Piovesan ressalta em sua decisão que os próprios médicos, em depoimento à polícia, disseram que os documentos atestavam o estado de saúde real do empresário na época. “As declarações médicas, portanto, não são falsas, donde [se torna] inviável se cogitar de falsidade ideológica”, diz a decisão. A defesa de Suzy afirmou que foi o próprio empresário quem consultou os médicos e obteve os atestados, e que a atriz não fez parte desse processo. Por isso, a juíza ainda afirmou que seria “inviável” impor a Suzy “o constrangimento de responder a esta ação penal”. Suzy Camacho e Farid Curi se casaram em 2013 em regime de separação obrigatória de bens. Mas, em documento enviado à polícia, os quatro filhos de Curi disseram que a atriz, aproveitando-se da saúde frágil do empresário, estaria desviando bens e recursos enquanto o marido estava em coma. Citaram o saque de R$ 10 milhões e que o filho de Suzy “apareceu com um veículo Lamborghini cujo valor remonta a dois milhões de reais”. O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.
Saiba porque “Blonde” virou o filme mais proibido da Netflix
O filme “Blonde”, cinebiografia da atriz Marilyn Monroe, chegou à Netflix nessa quarta (28/9) com a classificação indicativa “NC-17” nos EUA (equivalente à proibição para menores de 18 anos no Brasil), mais alta que qualquer outro conteúdo disponível no serviço de streaming. Para se ter ideia, “Blonde” foi considerado mais impróprio que o drama erótico “365 Dias” (2020), que recebeu “apenas” a classificação indicativa “R” (equivalente a 16 anos no Brasil), devido ao seu forte conteúdo sexual. Embora a Motion Picture Association (MPA), associação responsável pela classificação, não divulgue as cenas específicas que motivaram a censura etária, é possível supor que isso se deva à combinação de diferentes temáticas e imagens mostradas no filme. Um dos motivos considerados foi o excesso de cenas de nudez, incluindo nudez frontal masculina e feminina. Marilyn, interpretada pela atriz Ana de Armas (“Águas Profundas”), é vista nua durante boa parte do filme. “Blonde” também apresenta cenas de violência contra mulheres e até contra criança. E, se isso ainda não fosse suficiente, há ainda uma cena de aborto mostrada em close-up. Mas o diretor Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”) acredita que uma cena em particular tenha impressionado mais os censores. Em determinado momento, a Marilyn de Ana de Armas aparece masturbando o presidente Kennedy (interpretado por Caspar Phillipson, de “Jackie”). Como não consegue atingir o clímax, o presidente então força a atriz a fazer sexo oral nele. A cena é filmada em close, mostrando o sofrimento e o desconforto da atriz. Em entrevista ao CinemaBlend, Dominik destacou que a cena “provavelmente” foi o fator determinante da classificação elevada. “Mas é difícil dizer, porque eles são um cofre. Eles não explicam, eles só dão dicas sobre o que pode ser problemático”, acrescentou. “Acho que tem muito a ver com quem está (na cena). Mas, por outro lado, as pessoas parecem estar chateadas com o filme ou sofrendo gatilhos com o filme. Então, talvez ele seja mais eficaz do que eu pensava.” “NC-17” foi uma classificação etária criada em 1990 para evitar que o lançamento de “Henry & June” recebesse a tarja “X”, mais elevada na época e usada para filmes pornográficos. Ela difere de “R” por proibir que menores vejam o filme mesmo se forem acompanhados dos pais e do hard “X” por ser mais que uma montagem de cenas explícitas. A partir de sua inclusão, o “NC-17” se tornou a censura máxima dos cinemas associados à MPA, entidade da indústria cinematográfica responsável pelo sistema de classificação dos EUA, empurrando o “X” para os vídeos adultos. Essa classificação é quase um certificado de óbito para um filme que precisa ser exibido nos cinemas, uma vez que limita demais o seu público. O filme “Showgirls” (1995) até tentou capitalizar em cima da curiosidade gerada por seu rótulo de “NC-17”, mas só arrecadou US$ 20 milhões nas bilheterias. Desde então, os realizadores normalmente optam por fazer cortes nas cenas polêmicas para conseguir uma classificação mais branda. Foi o que aconteceu com “Coração Valente” (1995), “Pânico” (1996), “American Pie — A Primeira Vez é Inesquecível” (1999), “Team America: Detonando o Mundo” (2004) e “King’s Man: A Origem” (2021), entre outros. Entre os filmes que receberam a classificação “NC-17” e ainda assim mantiveram a edição original, destacam-se “Crash – Estranhos Prazeres” (1996), de David Cronenberg, “Os Sonhadores” (2003), de Bernardo Bertolucci, e “Azul É a Cor Mais Quente” (2013), de Abdellatif Kechiche. Andrew Dominik chegou a revelar que a Netflix insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, mas se considera orgulhoso por manter tudo o que quis e por colocar seu filme na lista dos “proibidões”. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme ‘NC-17’ sobre Marilyn Monroe, e é meio que o que se quer, certo? Eu quero ver a versão ‘NC-17’ da história de Marilyn Monroe.” Apesar disso, a atriz Ana de Armas não concordou com a classificação. “Eu posso listar várias séries ou filmes que são muito mais explícitos, com muito mais conteúdo sexual do que ‘Blonde’”, disse ela à revista francesa L’Officiel. “Mas para contar essa história era importante mostrar todos esses momentos da vida de Marilyn que a fizeram terminar daquele jeito. Precisava ser explicado. Todo mundo [no elenco] sabia que tínhamos que ir a lugares desconfortáveis. Eu não fui a única.” “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade com o uso da imaginação (isto é, suposições de fatos) para contar a história da lendária estrela de cinema. Mas apesar dos elogios à interpretação corajosa da atriz cubana, longamente aplaudida durante a première do filme no Festival de Veneza, o longa dividiu a crítica e chegou à Netflix com apenas 50% de aprovação da crítica, conforme a média calculada pelo portal americano Rotten Tomatoes. Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn Monroe. Assista ao trailer.
Shakira será julgada por fraude fiscal na Espanha
Um juiz espanhol aprovou nesta terça-feira (27/9) que a cantora colombiana Shakira seja julgada por acusações de fraude fiscal. Os promotores espanhóis acusam a artista de não pagar 14,5 milhões de euros em impostos sobre sua renda de 2012 a 2014. Os promotores pedem uma sentença de oito anos de prisão e uma multa pesada se ela for considerada culpada de evasão fiscal. A artista de 45 anos sempre negou as acusações. “Essas acusações são falsas”, afirmou Shakira em entrevista publicada na quarta passada (21/9) pela revista Elle, reforçando ter “feito as coisas da forma mais correta e transparente desde o primeiro dia”. O Ministério Público e a defesa da cantora buscaram um acordo para evitar o julgamento, mas em julho Shakira desistiu dessa possibilidade, ao mostrar-se confiante de “que a justiça lhe dará a razão”, segundo seus representantes legais em Barcelona. Segundo sua defesa, “o Ministério Público se empenhou em recolher o dinheiro ganho nas [suas] turnês internacionais e no ‘The Voice'”, programa de televisão americano do qual participou, num período em que ela “ainda não era residente na Espanha”. Em entrevista à Elle, Shakira acusou o Tesouro espanhol de recorrer a “uma campanha lasciva da imprensa para tentar influenciar as pessoas e pressionar a mídia para criar uma ameaça de danos à reputação para forçar acordos de conciliação”. “Todos sabem que as autoridades fiscais espanholas costumam fazer isso não apenas com pessoas conhecidas como eu, ou [Cristiano] Ronaldo, Neymar, [Xabi] Alonso e muitos mais, mas também injustamente com outros contribuintes anônimos”, acrescentou a cantora. O nome de Shakira apareceu nos chamados Pandora Papers, uma extensa investigação de milhões de documentos vazados publicada em 2021 pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, que acusou centenas de personalidades de terem recorrido a paraísos fiscais para não pagar impostos. Em sua ação, o Ministério Público alega que ela mora na Espanha pelo menos desde o ano fiscal de 2012, logo após começar sua relação com o jogador do FC Barcelona, Gerard Piqué, mas manteve até 2015 sua residência fiscal nas Bahamas, consideradas um paraíso fiscal. Shakira e Piké, que têm dois filhos, anunciou a separação em junho. A cantora está atualmente gravando sua participação na serie “Zootopia+”, em que dubla uma personagem, para lançamento em novembro na plataforma Disney+.
Atriz critica “Não Se Preocupe, Querida” por participação cortada
Mais uma suposta polêmica ganhou vida num comentário sobre os bastidores de “Não Se Preocupe, Querida”, após a atriz KiKi Layne (“Tico e Teco: Defensores da Lei”) revelar no seu Instagram que sua participação no filme foi bastante reduzida. Ela postou um vídeo e duas fotos onde aparece ao lado e Ari’el Stachel (“Law & Order: SVU”), com quem atuou no longa dirigido por Olivia Wilde. E na legenda disse que a melhor parte de trabalhar no filme foi conhecê-lo. Os dois começaram a namorar durante a produção. “Eles nos cortaram da maior parte do filme, mas nós prosperamos na vida real”, escreveu ela em tom de crítica, reforçada pelas hashtags: #GanheiMeuPagamento #GanheiMeuHomem #TudoAcontecePorUmMotivo. O comentário de Layne acabou viralizando e rendendo manchetes. Ela própria postou uma montagem da repercussão no Stories, acompanhada por um emoji de uma carinha escondendo o rosto com as mãos. Alguns portais destacaram que se tratava de mais uma polêmica envolvendo o filme. Entretanto, cortes de cenas são comuns e afetam até protagonistas, uma vez que o filme passa por muitas modificações durante a montagem/edição. O fato do shade repercutir é reflexo do circo montando em torno da produção de “Não Se Preocupe, Querida”. Notícias que circularam nos últimos meses apontaram uma suposta briga entre a atriz Florence Pugh e a diretora Olivia Wilde, com direito a gritos no set, diferença entre o salário da atriz e o do ator/cantor Harry Styles (que começou a namorar Wilde) e até uma história de que Styles teria cuspido no colega Chris Pine durante a première do filme no Festival de Veneza. Diante de tudo isso, cerca de 40 profissionais da equipe, da roteirista à maquiadora, passando por figurinista, diretor de fotografia e cenografista, emitiram uma nota para desmentir todos os boatos. Todos elogiam Wilde como “uma líder e diretora incrível, que esteve presente e envolvida com todos os aspectos da produção”. A declaração também repudia as mentiras escritas para atrair audiência, afirmando que “as alegações sobre comportamento não profissional no set de ‘Não se Preocupe, Querida’ são completamente falsas”. “Não Se Preocupe, Querida” entrou em cartaz na quinta-feira (21/9) nos cinemas brasileiros e liderou as bilheterias dos EUA no fim de semana. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por KiKi Layne (@kikilayne)
Equipe de “Não se Preocupe, Querida” protesta e desmente fofocas contra Olivia Wilde
Um grupo de 40 membros da equipe que trabalhou na produção de “Não se Preocupe, Querida” divulgou uma declaração conjunta no sábado (24/9), contestando relatos de que a diretora Olivia Wilde e a protagonista Florence Pugh discutiram aos gritos no set do filme. Um texto publicado pelo site americano Vulture – e copiado em todo o mundo durante o fim de semana – espalhou que os bastidores do filme teriam sido muito tumultuados, com sumiços da diretora Olivia Wilde e de Harry Styles, sugerindo que os dois estariam transando no horário de trabalho. A publicação também descreveu discussões explosivas entre a cineasta e a atriz Florence Pugh, que teria até procurado o então presidente da Warner, Toby Emmerich, para pedir seu afastamento da divulgação do longa. Os profissionais que rechaçam esse relato incluem, entre outros, a roteirista e produtora Katie Silberman, o diretor de fotografia Matthew Libatique, a figurinista Arianne Phillips, a designer de produção Katie Byron, a chefe do departamento de maquiagem Heba Thorisdottir, câmeras, eletricistas, assistentes e profissionais variados que trabalharam no longa. Todos elogiam Wilde como “uma líder e diretora incrível, que esteve presente e envolvida com todos os aspectos da produção”. A declaração repudia as mentiras escritas para atrair audiência, afirmando que “as alegações sobre comportamento não profissional no set de ‘Não se Preocupe, Querida’ são completamente falsas”. “Como equipe, evitamos abordar as fofocas absurdas em torno de um filme do qual estamos tão orgulhosos, mas sentimos a necessidade de corrigir as ‘fontes’ anônimas citadas em um artigo recente”, diz o texto. “Nunca houve uma briga de gritos entre nossa diretora e ninguém, muito menos um membro do nosso elenco.” “Estamos felizes em colocar nossos nomes nessa declaração, como pessoas reais que trabalharam no filme e que testemunharam e se beneficiaram do espaço colaborativo e seguro que Olivia criou como diretora e líder”, segue o comunicado. “Também estamos entusiasmados por o filme esta nos cinemas neste fim de semana. Mal podemos esperar para que vocês o vejam na tela grande.”












