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    Advogado de Harvey Weinstein chama estupros de “negócios” e vítimas de “vagabundas”

    25 de outubro de 2022 /

    O julgamento do poderoso produtor Harvey Weinstein (“Os Oito Odiados”) está em andamento em Los Angeles. E o advogado de Weinstein, Mark Werksman, inovou ao chamar as vítimas de “vagabundas”. Tentando justificar os atos do seu cliente, ele quer que o júri aceite que abusos sexuais fazem parte da cultura de Hollywood. Segundo Werksman, o que Weinstein cometeu não foi estupro, mas “sexo transacional”, algo que ele afirma ser comum na indústria do cinema dos EUA. “Olhe para o meu cliente”, disse Werksman, durante o julgamento. “Ele não é nenhum Brad Pitt ou George Clooney. Você acha que essas lindas mulheres transaram com ele porque ele é gostoso? Não, foi porque ele é poderoso”. Segundo o advogado, não há absolutamente nenhuma evidência contra seu cliente e toda mulher que testemunhar no julgamento será uma atriz desempenhando um papel. Werksman disse que hoje em dia Hollywood está diferente, mas antigamente o “sexo transacional”, como forma de negócio comercial, era uma prática comum. “O sexo era uma mercadoria para homens ricos e poderosos, como meu cliente”, disse Werksman. “Sexo transacional… pode ter sido desagradável… e agora embaraçoso. Mas todo mundo fez isso. Ele fez isso. Elas fizeram isso”, contou ele, que disse que a prática se chama “teste de sofá”, numa referência à expressão “teste de elenco”. Para o advogado, o movimento #MeToo é como um filme que transformou Weinstein no “Chernobyl de Hollywood”, colocando-o no papel de vilão radioativo, enquanto as mulheres desempenham o papel de vítimas. “A sequência do teste de sofá é o julgamento #MeToo”, disse ele. “Elas farão o papel da donzela em perigo contra esta fera. Elas têm que mentir para si mesmas, para vocês, e para este tribunal. A hipocrisia delas estará em plena exibição.” Anteriormente, a promotoria pintou uma imagem diferente de Weinstein, dizendo ao júri que o ex-produtor de Hollywood usava reuniões de negócios como disfarce para agredir sexualmente mulheres ao longo de décadas. Segundo a acusação, o poder de Weinstein permitiu que ele se aproveitasse de mulheres que aspiravam entrar na indústria do entretenimento, agredindo-as e assediando-as, além de fazer com que elas ficassem com medo de retaliação. A promotoria também trouxe citações de mulheres que vão testemunhar durante o julgamento, descrevendo como elas foram forçadas a realizar sexo oral, e como foram apalpadas, acariciadas e estupradas. Já a defesa do acusado pediu para o júri usar seu “bom senso” e perceber que não há nenhum tipo de prova contra Weinstein, que não foi feito nenhum boletim de ocorrência, não foi utilizado nenhum kit de estupro, ou retirado amostra de DNA ou sêmen, e não há nenhum vídeo comprovando as alegações. “Isso tudo vai se resumir a ‘acreditem em mim'”, disse o advogado a respeito das vítimas. “Se uma acusadora espera anos, a alegação se resume à palavra dela”. Porém, a promotoria planeja trazer um psiquiatra forense para servir como testemunha especializada e educar o júri a respeito dos “mitos do estupro”, o que explicaria alguns desses comportamentos descritos pela defesa de Weinstein. Werksman tentou pintar uma imagem diferente de Weinstein, contando a sua origem humilde e dizendo que ele trabalhou duro. O advogado também pediu aos jurados que não se distraíssem com as histórias de jatos particulares e festas com celebridades. “Com tremenda fama e fortuna veio a fama dos caçadores de fortunas”, disse ele. Para a defesa, as mulheres que agora o acusam de estupro fizeram “sexo consensual com Weinstein” porque queriam explorar as conexões e o poder do produtor. Segundo ele, essas mulheres estavam fazendo “sexo em troca de algo de valor.” Seriam, portanto, basicamente prostitutas. O advogado de Weinstein direcionou sua atenção para as declarações da atriz e documentarista Jennifer Siebel Newsom (“Fair Play”), esposa do governador da Califórnia, Gavin Newsom, que acusou Weinstein de estuprá-la em um quarto de hotel em 2005. Siebel Newsom se tornou uma das principais vozes contra o assédio e agressão sexual nos últimos anos. “Ela se tornou uma figura proeminente do movimento #MeToo”, disse Werksman, afirmando que, na época do ocorrido, ela não era ninguém em Hollywood. Werksman disse ao júri que durante o suposto estupro em 2005, Siebel Newsom alega que fingiu um orgasmo para acabar com a agressão mais rapidamente. Porém, para o advogado, não há “sinal de consentimento mais entusiasmado” do que “sim, sim, sim”. E é por isso que, segundo ele, “o Sr. Weinstein acreditava que ela consentiu”. O advogado também argumentou que Weinstein era um grande doador do Partido Democrata e que ele fez contribuições para Gavin Newsom ao longo dos anos. Além disso, Werksman também contou que, em 2007, Weinstein recebeu o casal como convidados em uma das suas festas, quando Newsom era prefeito de São Francisco. “Ela trouxe o marido para conhecer e festejar com o seu estuprador. Quem faz isso?” questionou Werksman. “Ele pegou dinheiro do estuprador de sua esposa para financiar suas campanhas políticas.” Werksman disse também que se Siebel Newsom não fosse esposa do governador, “ela seria apenas mais uma vagabunda que dormiu com Harvey Weinstein para se dar bem”.

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    Leo Lins é indiciado por injúria em piadas contra deficientes

    21 de outubro de 2022 /

    A Polícia Civil de São Paulo concluiu o inquérito policial que investigava se uma piada do humorista Leo Lins era ofensiva e o indiciou por crime de injúria qualificada. Publicada no Instagram em abril, a piada fazia pouco caso da voz de uma criança com paralisia cerebral. “Eu sei que o certo é surdo e não surdo-mudo, mas se eu tivesse uma voz desse jeito, preferia ser surdo”, disse Lins. Após manifestações de protesto em seus shows, o humorista compartilhou sons de focas e voltou a fazer piada com pessoas com deficiência. “Pelo menos será um protesto silencioso”, disse. Irritadas, duas pessoas com deficiência fizeram denúncias na 1ª DPPD (Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência) de São Paulo. Um dos denunciantes foi o influenciador digital Ivan Baron, que tem deficiência motora e luta pela inclusão social. Leo Lins acusou Baron de pegar um vídeo antigo com a piada para “lacrar” e causar seu “cancelamento”. De acordo com o relatório policial, os policiais concluíram que o humorista quis ofender pessoas com deficiência gratuitamente. O inquérito também diz que ele se recusou a dar sua versão quando foi chamado para prestar depoimento. Leo Lins chegou a ir à delegacia, mas acusou a delegada do local de pedir o seu indiciamento na ação mesmo antes de ele dar sua versão. “Sustenta o depoente que a delegada entrou no local e disse que já tinha resolvido pelo seu indiciamento antes mesmo de sua versão ser dada e que, por isso, não responderia nenhuma pergunta”, diz o documento, que vazou na imprensa. Ao concluir as investigações, a polícia considerou que Leo Lins cometeu uma série de práticas abusivas. A assessoria da Polícia Civil de São Paulo confirmou o indiciamento, mas não comentou as acusações de Leo Lins. “O caso foi investigado por meio de inquérito policial instaurado pela 1ª Delegacia da Pessoa com Deficiência, sendo relatado à Justiça em setembro deste ano com o indiciamento do autor por crime de incitar discriminação de pessoa em razão de deficiência”, diz a nota policial. Agora, cabe ao Ministério Público aceitar a abertura da ação judicial para que ele vire réu. A discriminação de pessoa em razão de sua deficiência é passível de queixa-crime por injúria qualificada, cuja pena é de um a três anos de reclusão e multa. Mas a pena aumenta em caso de reincidência. Em agosto, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) condenou Leo Lins a pagar R$ 44 mil de indenização por danos morais a Adriana Cristina da Costa Gonzaga, mãe de um menino autista. A ação foi movida em 2020, após a publicação de um vídeo no perfil de Aline Mineiro, namorada de Leo Lins. Na ocasião, a ex-“A Fazenda” disse: “Como em todas as festas, ele não fala nada, é um pouco autista.” Adriana Cristina enviou um pedido a Lins para que Aline não usasse o autismo de forma leviana. “Aconselhe sua namorada a se retratar. Autismo não é adjetivo”, ela escreveu. Longe de se sensibilizar, Lins respondeu com um texto obsceno. “Eu já tentei. Juro que falei pra ela responder todas as pessoas que estão indignadas como você. Aconselhei ela a mandar vocês enfiarem uma rola gigantesca no c*. Um pau bem veiúdo, mais vascularizado que seu cérebro (se bem que pra isso não precisa muito). A ideia era socar essa rola até a cabeça sair na boca, empalando o corpo. Depois remover a pir*ca (que aliás, estaria de máscara, pois não quero que pegue Covid), remover cuidadosamente, o que deixaria um buraco cilíndrico, ai jogaria milho para o corpo se tornar um abrigo de pombas brancas da paz. Essa foi minha sugestão, mas ela achou absurdo. Prometo que vou seguir tentando”, escreveu o humorista. Ele já tinha sido demitido do SBT em julho, onde fazia parte do programa “The Noite”, após fazer piada com o Teleton e uma criança com hidrocefalia durante um show de stand-up. Sua dispensa aconteceu após a repercussão de um vídeo em que debochava de uma criança com hidrocefalia. “Eu acho muito legal o Teleton, porque eles ajudam crianças com vários tipos de problemas. Vi um vídeo de um garoto no interior do Ceará com hidrocefalia. O lado bom é que o único lugar na cidade onde tem água é a cabeça dele. A família nem mandou tirar, instalou um poço. Agora o pai puxa a água do filho e estão todos felizes”, disse como piada. Leo Lins ainda foi condenado, no ano passado, a pagar uma indenização de R$ 15 mil para uma transexual por ter feito piadas sobre sua mudança de gênero. E precisou indenizar em mais R$ 5 mil a influenciadora Thais Carla ao ironizar um vídeo em que ela demonstrava a dificuldade de pessoas gordas para ter acesso às poltronas de avião – “exalando inequívoca gordofobia”, segundo a sentença.

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    Netflix reforça que “The Crown” é uma “dramatização fictícia”

    21 de outubro de 2022 /

    A Netfix esclareceu que a série “The Crown” é uma “dramatização fictícia” da história da família real britânica. O esclarecimento foi feito por meio da adição dessa informação na descrição do trailer da 5ª temporada, no YouTube. A descrição diz o seguinte: “Inspirada em eventos reais, esta dramatização fictícia retrata a história da rainha Elizabeth II e os eventos políticos e pessoais que moldaram seu reinado.” Um porta-voz da Netflix disse ao site Variety que “‘The Crown’ sempre foi apresentado como um drama baseado em eventos históricos. A 5ª temporada é uma dramatização fictícia, imaginando o que poderia ter acontecido entre portas fechadas durante uma década significativa para a Família Real – década que já foi escrutinada e bem documentada por jornalistas, biógrafos e historiadores”. Recentemente, a Netflix tem sido alvo de críticas por apresentar conteúdos relacionados à família real que podem ser compreendidos como genuínos pelo público. A imprensa britânica informou que fontes dentro do Palácio de Buckingham estão preocupadas com a representação do caso entre o agora Rei Charles e Camilla Parker-Bowles, caso este que aconteceu enquanto ele ainda era casado com a Princesa Diana. Após a morte de Diana (que deve ser apresentada apenas na 6ª e última temporada da série), Charles se casou com Camilla. E quando ele subiu ao trono no mês passado, após a morte da rainha Elizabeth II, Camilla se tornou rainha consorte. Entretanto, ao mostrar Charles como infiel, “The Crown” poderia prejudicar a sua imagem. Por isso, o reforço sobre “dramatização ficcional” foi incluído na descrição da série. No início desta semana, a atriz Judi Dench (“Belfast”) escreveu uma carta ao jornal The Times, de Londres, chamando “The Crown” de “sensacionalismo bruto” e afirmando que a atração deveria trazer um aviso de “ficção” no início de cada episódio. A 5ª temporada de “The Crown” estreia em 9 de novembro na Netflix. Assista abaixo ao trailer.

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    Chiquinha de “Chaves” é acusada de racismo e homofobia

    20 de outubro de 2022 /

    A atriz María Antonieta de las Nieves, que é conhecida por interpretar a Chiquinha na série “Chaves”, causou polêmica e virou assunto nas redes sociais após uma entrevista em que fez comentários considerados racistas e homofóbicos. Falando com a imprensa mexicana, ela fez declarações pesadas sobre artistas que imitam a sua famosa personagem, criticando intérpretes negras e gays. Em um trecho, a artista criticou o comediante peruano Alex Brandon. “Que coisa feia, imagine que uma Chiquinha no Peru, com cerveja na mão e fazendo uma dança difícil de acreditar, quase diria erótica. É um menino que não é menino, mas uma menina que acha que Chiquinha é fatal”, afirmou. Em outro trecho, também citou a performance de uma mulher preta. “Fizeram um concurso onde apareceram seis Chiquinhas brancas, incluindo uma negra. Não tenho nada contra os negros, o que tenho contra é que me imitam como Chiquinha com a capa de minhas fotos e meu logotipo”. As declarações repercutiram de forma muita negativa entre os fãs de “Chaves”.

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    Judi Dench critica “The Crown”: “Sensacionalismo bruto”

    20 de outubro de 2022 /

    A atriz Judi Dench (“Belfast”) criticou a vindoura 5ª temporada da série “The Crown”. Numa carta aberta publicada pelo jornal londrino The Times, Dench acusou os produtores da atração de borrarem “as linhas entre a precisão histórica e o sensacionalismo bruto”. Entre as preocupações levantadas pela atriz na sua carta, destaca-se a possibilidade de a série convencer os espectadores, especialmente seu público internacional, de que a dramatização vista na tela é um retrato genuíno da história da família real. Dench aponta como exemplo problemático disso o relato de que a 5ª temporada mostraria o príncipe Charles conspirando para derrubar a sua mãe, a falecida rainha Elizabeth II, e assumir o trono durante o início dos anos 1990. Segundo a atriz, ao tentar empurrar essa narrativa como verdadeira, a série está sendo “cruelmente injusta com os indivíduos e prejudicial à instituição que eles representam”. Dench se diz defensora da liberdade artística, mas afirma que os pronunciamentos da Netflix de que “The Crown” é um “drama ficcional” não são suficientes para diminuir a noção de realidade histórica que a série passa. O ideal, segundo ela, é que a série insira um aviso mais explicito antes de cada episódio. A atriz também pede que a Netflix considere os sentimentos da família real e do Reino Unido, que ainda estão de luto pela morte da rainha. Segundo Dench, o ato de a Netflix assumir uma maior responsabilidade seria uma “marca de respeito a uma soberana que serviu seu povo tão obedientemente por 70 anos e uma forma de preservar sua reputação aos olhos de seus assinantes britânicos.” Judi Dench teve uma relação muito próxima com a família real. Ela foi nomeada dama pela falecida rainha em 1988 e já interpretou tanto a rainha Elizabeth I (no filme “Shakespeare Apaixonado”) quanto a rainha Victoria (em “Sua Majestade, Mrs. Brown” e “Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha”). Além dela, o ex-primeiro-ministro britânico John Major, interpretado por Jonny Lee Miller na série, também criticou “The Crown” por apresentar a “mentira prejudicial e maliciosa” de que Charles planejou expulsar a rainha. Em uma declaração ao jornal Mail on Sunday, Major disse que a decisão da série de retratar essa história falsa nada mais é do que “um barril de bobagens jogado para fornecer o máximo de impacto dramático totalmente falso.” A 5ª temporada de “The Crown” estreia em 9 de novembro na Netflix. Leia abaixo a carta aberta de Judi Dench na íntegra. “Senhor, Sir John Major não está sozinho em suas preocupações de que a última série de ‘The Crown’ apresentará um relato impreciso e doloroso da história (News, 17 de outubro). De fato, quanto mais próximo o drama se aproxima de nossos tempos atuais, mais ele parece livremente disposto a borrar as linhas entre a precisão histórica e o grosseiro sensacionalismo. Embora muitos reconheçam ‘The Crown’ pelo relato brilhante, mas ficcional, dos eventos que ela é, temo que um número significativo de espectadores, principalmente no exterior, possa considerar sua versão da história totalmente verdadeira. Dadas algumas das sugestões dolorosas aparentemente contidas na nova série – que o rei Charles conspirou para sua mãe abdicar, por exemplo, ou que uma vez sugeriu que a paternidade de sua mãe era tão deficiente que ela poderia ter merecido uma sentença de prisão – isso é cruelmente injusto para os indivíduos e prejudiciais à instituição que representam. Ninguém acredita mais na liberdade artística do que eu, mas isso não pode passar sem contestação. Apesar de terem declarado publicamente esta semana que ‘The Crown’ sempre foi um ‘drama ficcional’, os criadores da série resistiram a todos os pedidos para que eles carregassem um aviso no início de cada episódio. Chegou a hora de a Netflix reconsiderar – pelo bem de uma família e de uma nação tão recentemente enlutada, como uma marca de respeito a uma soberana que serviu seu povo com tanto zelo por 70 anos e para preservar sua reputação aos olhos de seus assinantes britânicos. Dama Judi Dench Londres W1”

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    Anna Faris acusa diretor de “Caça-Fantasmas” de abuso: “Deu tapa na minha bunda”

    19 de outubro de 2022 /

    A atriz Anna Faris (“Mom”) acusou o cineasta Ivan Reitman (“Caça-Fantasmas”) de abuso, ao dar um tapa na sua bunda no set da comédia romântica “Minha Super Ex-Namorada” (2006). A revelação foi feita no episódio mais recente do seu podcast, “Anna Faris Is Unqualified”, disponibilizado nesta quarta (19/10), no qual Faris compartilhou a sua experiência negativa com Reitman com a colega atriz e cineasta Lena Dunham (“Girls”). “Uma das minhas experiências cinematográficas mais difíceis foi com Ivan Reitman”, disse Faris a respeito do cineasta que morreu em fevereiro, aos 75 anos. “É a ideia de tentar fazer uma comédia num reino de terror. Ele gritava muito. Ele acabava com uma pessoa todos os dias. E, no meu primeiro dia, fui eu.” Faris disse que enquanto se preparava para filmar sua primeira cena de “Minha Super Ex-Namorada”, na qual ela lutaria com a protagonista Uma Thurman, um cabeleireiro acidentalmente derramou cola de peruca em todo o figurino dela. Ela estava usando um dos dois suéteres da grife Yves Saint Laurent que o departamento de figurino havia adquirido para as filmagens e precisou se trocar às pressas. Como resultado, Faris chegou cerca de 25 minutos atrasada para a filmagem. Ela disse que estava “aterrorizada” com a possibilidade de que Reitman a enxergasse como “algum tipo de diva” por causa de seu atraso. “Era uma filmagem noturna, e Ivan está acabando comigo”, contou ela. “Ele sempre me chamava de Annie. Ele disse: ‘Você não pode fazer isso por aqui’… e eu [internamente] pensei: ‘Não faça isso. Não chore. Nada de choro.’ E eu me senti zangada, magoada, humilhada e na defensiva.” Quando conseguiu tomar coragem, Faris perguntou ao cineasta se “ninguém lhe contou o que aconteceu?” e depois disso ele “meio que calou a boca e… foi para trás da câmera”. Como se isso não fosse suficiente, ela contou que “mais tarde, ele deu um tapa na minha bunda também. Foi um momento estranho.” Essa não é a primeira vez que Anna Faris fala sobre o ocorrido. Sem citar nomes, ela contou em 2017, num episódio do seu podcast, que na ocasião tudo o que conseguiu fazer foi “rir” depois que um diretor “lhe deu um tapa na bunda com força na frente da equipe.” “Lembro-me de olhar em volta e ver os membros da equipe dizendo: ‘Espere, o que você vai fazer a respeito isso? Ficou estranho’”, contou ela em 2017. “E foi por isso que eu ignorei. Eu fiquei tipo… ‘Não é grande coisa. Força, Faris. Apenas ria.'” “Mas isso me fez sentir pequena”, acrescentou ela. “Ele não teria feito isso com o protagonista”. Na mesma época, Faris também alegou que o diretor disse a seu agente que ela conseguiu um papel em seu filme parcialmente porque ela “tinha belas pernas”. Durante a conversa com Lena Dunham, Faris refletiu que o suposto comportamento de Reitman, conhecido por dirigir comédias clássicas como “Os Caça-Fantasmas” (1984), “Irmãos Gêmeos” (1988) e “Júnior” (1994), estava alinhado com uma “mentalidade” antiquada de Hollywood de que um líder “deveria ser um babaca assustador”. “Por um lado, não foi nada. Seja como for, minha bunda está bem”, disse ela. “Por outro lado, tinham, tipo, 30 pessoas ao meu redor esperando que eu fizesse algo, e eu não fiz.”

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    Olivia Wilde e Jason Sudeikis desmentem boatos de traição espalhados por ex-babá

    18 de outubro de 2022 /

    Os atores Jason Sudeikis (“Ted Lasso”) e Olivia Wilde (“Não Se Preocupe, Querida”) vieram a público para desmentir os boatos espalhados por uma ex-babá do casal. Em uma máteria publicada no Daily Mail e amplamente difundida pela mídia, a tal babá detalhava informações que o casal diz serem mentirosas a respeito do fim do relacionamento dos dois. “Como pais, é incrivelmente perturbador saber que uma ex-babá de nossos dois filhos escolheria fazer acusações tão falsas e indecentes sobre nós publicamente”, disse o ex-casal em um comunicado conjunto divulgado por seus assessores. “Sua campanha de agora de 18 meses de assédio a nós, bem como a nossos entes queridos, amigos próximos e colegas, atingiu seu ápice infeliz.” A babá, que não foi identificada na matéria do Daily Mail, disse numa entrevista publicada na última segunda (17/10) que trabalhou para o casal por três anos, cuidando dos seus dois filhos, Otis (agora com 8 anos) e Daisy (agora com 6). Entre as “revelações” feitas por ela estava a informação de que Wilde teria traído Sudeikis com o cantor Harry Styles (com quem ela namora hoje) e que o ator teria caído no alcoolismo ao descobrir o caso. “Na manhã de segunda-feira, 9 de novembro 2020, quando voltei de um fim de semana de folga, Sudeikis estava chorando muito. Eu não sabia o que tinha acontecido”, contou a babá. “Ele dizia: ‘ela nos deixou. Ela deu em cima dele. Ela deu o primeiro passo. Ela o beijou em um dos jantares que eles fizeram para o elenco de ‘Não Se Preocupe, Querida’ em Palm Springs. Ela fez isso.'” Ou seja, segundo essa afirmação o casamento de Wilde e Sudeikis não teria acabado no início de 2020, conforme a atriz havia declarado. Na verdade, o fim do relacionamento teria acontecido em decorrência da traição dela. Mas a babá foi ainda mais longe, dizendo que Sudeikis proibiu os funcionários de escutarem as músicas de Harry Styles e que, certo dia, ele teria se deitado na frente do carro de Wilde para evitar que ela saísse de casa. Ela também descreve que ele ficou “bêbado e fora de controle” e acabou sendo demitida porque foi pega enviando mensagens de texto para Wilde. Numa entrevista anterior, Wilde já havia abordado a questão de uma possível traição por parte dela. “A ideia de que eu deixei o Jason para ficar com o Harry é completamente errada”, disse ela em entrevista de capa da revista Vanity Fair. “Nosso relacionamento acabou muito antes de eu conhecer Harry.” A separação rendeu ao menos um momento embaraçoso, quando os papéis de pedido custódia foram entregues a Wilde enquanto ela estava no palco da CinemaCon, em abril, para apresentar o seu novo filme como diretora, “Não Se Preocupe, Querida”, estrelado por Styles. A atriz e diretora acusou Sudeikis de “me envergonhar profissionalmente” e disse que seu método de a entrega dos papeis foi “agressivo”. Sudeikis, por sua vez, disse que não sabia que os documentos seriam entregues daquela maneira. A ideia era que os papeis fossem entregues no aeroporto ou no hotel onde ela estaria hospedada. Agora, o casal que antes trocava farpas entre si, se uniu contra uma inimiga em comum. Em seu depoimento, Sudeikis e Wilde dizeram que “continuaremos a nos concentrar em criar e proteger nossos filhos com a sincera esperança de que ela agora escolha deixar nossa família em paz.”

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  • Etc

    Ezra Miller se declara inocente de acusação de furto

    17 de outubro de 2022 /

    O ator Ezra Miller (“Liga da Justiça”) se declarou inocente das acusações de furto perante o tribunal de Vermont, nos EUA, nessa segunda (17/10). Acusado ter invadido uma casa e furtado várias garrafas de bebida, o ator pode pegar até 26 anos de prisão se for condenado. O ator é acusado de invadir uma residência em Stamford, Vermont, em 1º de maio. Na ocasião, imagens das câmeras de segurança levaram a polícia até Miller. Segundo a acusação de furto, as garrafas custavam cerca de US$ 900. A pena pena máxima para este crime é de um ano de prisão e multa de US$ 1 mil. O maior problema para o ator é o crime de invasão de propriedade, que tem outra multa penal de até de US$ 1 mil, mas um tempo máximo de 25 anos de prisão. “Ezra Miller se declarou nesta manhã inocente de uma acusação de invasão e uma acusação de pequeno furto no Tribunal Superior de Vermont e aceitou as condições impostas pelo tribunal de não entrar em contato ou entrar na casa dos habitantes”, declarou Lisa B. Shelkrot, advogada de Miller. “Ezra gostaria de agradecer o amor e o apoio que recebeu de sua família e amigos, que continuam sendo uma presença vital em sua saúde mental.” O ator está colecionando denúncias e problemas com a polícia desde fevereiro, quando foi acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Para completar, em junho veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. Em agosto, Miller pediu desculpas por seu comportamento e começou um tratamento de saúde mental. “Tendo passado recentemente por um período de crise intensa, agora entendo que estou sofrendo problemas complexos de saúde mental e comecei um tratamento contínuo”, disse Miller em comunicado. “Quero pedir desculpas a todos que alarmei e aborreci com meu comportamento passado. Estou comprometido em fazer o trabalho necessário para voltar a um estágio saudável, seguro e produtivo em minha vida.” O tratamento seria uma exigência da Warner Bros., que enfrenta um dilema em relação ao filme “The Flash” já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção. Mas há planos para tirá-lo do papel em próximas produções. Miller teria regravado cenas do filme após as confusões. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.

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  • Filme

    Harrison Ford entra no Universo Marvel

    17 de outubro de 2022 /

    O ator Harrison Ford entrou no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), assumindo o papel do General Ross, anteriormente interpretado pelo falecido William Hurt. A notícia foi divulgada pela primeira vez pelo podcast “The Hot Mic”, divulgado por Jeff Sneider e John Rocha, e confirmada pelo site The Hollywood Reporter. Segundo o THR, Ford aparecerá como Ross em “Capitão América: Nova Ordem Mundial”, que trará Anthony Mackie como Sam Wilson, o novo Capitão América. Com direção de Julius Onah (“O Paradoxo Cloverfield”), o filme estreia em maio de 2024 e terá outro personagem de “O Incrível Hulk”: o vilão conhecido como O Líder, vivido por Tim Blake Nelson. Depois disso, Ford também deve interpretar Ross em “Thunderbolts”, que será dirigido por Jake Schreier (“Cidades de Papel”) e tem estreia marcada para julho de 2024. William Hurt viveu Ross em “O Incrível Hulk” de 2008 e retornou em “Capitão América: Guerra Civil” de 2016. Ele também participou dos blockbusters “Vingadores: Guerra Infinita” (2018) e “Vingadores: Ultimato” (2019), aparecendo pela última vez no papel em “Viúva Negra”, no ano passado, pouco antes de morrer aos 71 anos. Harrison Ford também será visto a seguir em “Indiana Jones 5”, que tem lançamento previsto para junho de 2023.

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  • TV

    Adriane Galisteu entra ao vivo no Playplus para abordar polêmicas de “A Fazenda 14”

    16 de outubro de 2022 /

    Adriane Galisteu finalmente teve aval da produção de “A Fazenda 14” para explicar aos peões o motivo do cancelamento da festa da última sexta (14/10). A apresentadora entrou ao vivo neste domingo (16/10) pelo PlayPlus para conversar com o elenco e assumir que o cancelamento aconteceu por receio de extrapolação violenta dos participantes. Ela também abordou outras polêmicas que estão acontecendo no programa. “Em nome da produção e da Record, eu vou dar uma satisfação para vocês sobre alguns acontecimentos. Tem quem diga que a gente demora para tomar decisões. Não é verdade, não é?”, começou Galisteu, dois dias após o momento de deixar tudo claro. “A Fazenda não é um parque temático. O nosso parquinho tem um pouquinho mais de adrenalina”, continuou, fazendo referência ao “BBB”. “Nesta semana, as desavenças passaram dos limites, a gente viu os peões ameaçando uns aos outros, querendo quebrar tudo, falando coisas tipo: ‘A desgraça vai acontecer, vai quebrar tudo. De noite, não vai ser legal não’. Então, para preservar os peões e também o programa, a produção optou por cancelar a festa dessa semana”, explicou a apresentadora. Vale dar nomes. Quem ameaçou e usou textualmente a expressão “a desgraça vai acontecer” foi Tiago Ramos. “Essa festa hoje vai bombar… essa festa vai ficar muito louca hoje, pra quem tava pensando merd* de mim continua pensando, porque hoje a desgraça vai acontecer mesmo!”, ameaçou o ex-padrasto de Neymar. A decisão também foi encarada pelo público como uma forma de proteger Tiago de uma expulsão. Ele já bateu sino para sair, pulou o muro da sede e nem assim foi tirado do programa. Essa façanha não foi abordada pela produção até hoje. Galisteu comentou que o cancelamento gerou muitas “fake news”. Mas não explicou que isso foi resultado direto da omissão dos produtores, que levaram dois dias para se posicionar. Além disso, há controvérsias. “A Fazenda” perdeu o patrocínio do TikTok para o “BBB” e há um burburinho forte sobre insatisfação dos anunciantes em relação ao clima tóxico da atual edição. As redes sociais também foram abordadas, refletindo a forte pressão contra os integrantes mais polêmicos. Mas em vez de um discurso contra o clima tóxico, o que a produção fez foi o contrário, defendendo a validade das atitudes reprováveis de Bia Miranda e do próprio Tiago Ramos, ao compará-las com ações violentas de outros participantes da história de “A Fazenda”. Também falou-se do helicóptero enviado por um parente de um dos peões e duas pessoas que tentaram enviar recados, mas foram barradas. “Nós já tentamos resgatar as imagens da aeronave, buscar a origem dela. Mais tarde, quando um parente de um peão supostamente assumiu a responsabilidade, nós preparamos uma denúncia para investigar o acontecimento. Afinal, a pessoa voou baixo aqui, perto dos animais”, justificou. Naldo Benny, marido de Moranguinho, foi quem assumiu a autoria do arremesso das pétalas vermelhas. Segundo, Galisteu isso poderia render expulsão para sua esposa. Mas claro que isso não aconteceu. Galisteu completou afirmando que a equipe inteira do programa estava alerta em relação aos excessos e que seguiria atenta às reclamações. Só que não. Na prática, quando há excessos, a Record TV demonstra estar alerta para cortar o feed do Playplus e assim evitar que o público testemunhe e reclame. De forma didática, isto aconteceu minutos depois do recado de Galisteu, diante da primeira briga formada em seguida. Pior que isso: mesmo com a repercussão nas redes sociais do empurrão de Bia Miranda sobre Thomaz Costa, a Record não mostrou outros ângulos da violência. Ao contrário, ao reproduzir a cena, incluiu estrategicamente uma tarja no canto inferior esquerdo da imagem que ocultou a maior parte da agressão, além de ter cortado o som dos absurdos ditos pela peoa. Como Thomaz nunca reagiu ou peitou de volta, a comparação feita com outras discussões do programa tampouco fez sentido. É assim, portanto, que a emissora está atenta e levando em conta as reclamações. Veja abaixo o discurso de Galisteu, a edição das cenas, a cena de Bia sem censura, o momento em que Tiago fala que “desgraça vai acontecer” e o mais recente corte do sinal de “A Fazenda”. Galisteu explicou que não vai expulsar a Bia e mostrou imagens de coisas parecidas que já aconteceram #AFazenda pic.twitter.com/Yo7I2KAEmR — Central Reality (@centralreality) October 16, 2022 Galisteu explicou que entrou em contato com familiares de alguns peões que tentaram contato com eles lá dentro #AFazenda pic.twitter.com/OR34dFZdiN — Central Reality (@centralreality) October 16, 2022 A Galisteu explicou que a festa foi cancelada por conta das confusões e que não vai ter expulsão de ninguém! #AFazenda pic.twitter.com/DgRD3SBhmN — Central Reality (@centralreality) October 16, 2022 A Galisteu disse que não foi vista nenhum motivo para expulsão #AFazenda pic.twitter.com/CJb1hNvSNh — Central Reality (@centralreality) October 16, 2022 🚨 A Bia peitando o Thomaz #AFazenda pic.twitter.com/P0GmVKqGhO — Central Reality (@centralreality) October 14, 2022 Seria esse o motivo do sextou com s de sem festa? #AFazenda pic.twitter.com/kBtdigcFY5 — mary joanna 🐞 (@mari_aragao08) October 15, 2022 Tiago chamou Pelé de 'mac0nheiro de merda' #AFazendapic.twitter.com/bcwEl2Gn46 — Central Reality (@centralreality) October 16, 2022

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  • Filme

    Disney lança pôster de “A Pequena Sereia” e reforça: “Halle Bailey é Ariel”

    13 de outubro de 2022 /

    A Disney divulgou o pôster de “A Pequena Sereia”, versão live-action da animação dos anos 1990. Revelado nas redes sociais da empresa, a arte foi acompanhado por um texto simples, que diz: “Halle Bailey é Ariel”. A frase foi repetida em todo o mundo, reforçando que Halle Bailey (da série “Grown-ish”), uma atriz negra, interpreta o papel de Ariel. O tom afirmativo é uma resposta à reação negativa de parte do público à sua escalação. Houve até usuário expulso do Twitter por postar uma montagem racista, que “corrigia” Arial no filme, transformando-a em branca. O teaser do filme também gerou cerca de 2 milhões de dislikes, numa campanha contra a “lacração” (termo usado pela extrema direita para defender racismo, homofobia e misoginia). O filme dirigido por Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”) também inclui em seu elenco Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”), Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A estreia vai acontecer em 25 maio de 2023 nos cinemas brasileiros. Halle Bailey é Ariel.#APequenaSereia, em 25 de maio nos cinemas. pic.twitter.com/BFwwmGQqgr — WaltDisneyStudiosBR (@DisneyStudiosBR) October 13, 2022

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  • Etc

    Cuba Gooding Jr. não será preso após se declarar culpado de assédio sexual

    13 de outubro de 2022 /

    O ator Cuba Gooding Jr. (o O.J. Simpson de “American Crime Story”) não será preso após ter se declarado culpado no julgamento de assédio sexual que ele enfrenta na justiça de Nova York. O caso foi resolvido nesta quinta (13/10), depois de o ator ter cumprido os termos de um acordo de confissão condicional. A promotora Coleen Balbert disse que Gooding apresentou bom comportamento e completou os seis meses de aconselhamento a respeito do vício em álcool e do seu comportamento, permitindo que ele retirasse sua alegação de contravenção e se declarasse culpado de uma violação de assédio. Balbert disse ainda que recebeu “relatos positivos nos últimos seis meses” do terapeuta de Gooding e que o ator optou por continuar com o tratamento além do tempo exigido. Portanto, Gooding não vai enfrentar nenhuma penalidade adicional. Além disso, ao ter substituído a sua alegação de contravenção por uma alegação de violação não criminal, ele não terá antecedentes criminais. Se Gooding não cumprisse os termos do acordo, ele poderia pegar até um ano de prisão. Gooding se declarou culpado em abril de uma acusação de contravenção por ter beijado à força uma funcionária de uma boate de Nova York em 2018. Essa foi apenas uma das dezenas de alegações de comportamento inadequado contra o ator que vieram à tona nos últimos anos. Algumas das acusadoras de Gooding criticaram a decisão, por considerá-la leve demais e vão abrir um processo civil contra ele. Durante o julgamento, a funcionária da boate disse que as ações de Gooding tiveram uma repercussão mínima para ele, enquanto suas vítimas precisaram lidar com as consequências dos seus atos. Vencedor do Oscar por “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996), o ator chegou a ser preso em 2019 após uma mulher acusá-lo de apalpar seus seios sem permissão em um bar na cidade. O caso teve grande repercussão e, depois de pagar fiança para responder o processo em liberdade, outras mulheres acusaram o ator publicamente de atos semelhantes. Gooding acabou acusado em mais dois casos adicionais, por beliscar as nádegas de uma garçonete e tocar de forma inapropriada outra mulher, ambas em 2018 em Nova York. Até se declarar culpado, ele negava as acusações. Seus advogados argumentavam que os promotores tinham se tornado zelosos demais, apanhados no fervor do movimento #MeToo, ao transformar “gestos comuns” ou mal-entendidos em crimes. A linha da defesa mudou após o juiz decidir que, caso Gooding fosse a julgamento, os promotores poderiam chamar mais mulheres que o denunciaram para testemunhar sobre alegações de que Gooding também as tocou sem permissão. Ao todo, 19 acusadoras vieram à público denunciar o comportamento do ator. Ele também é acusado, em outro processo, de estuprar uma mulher na cidade de Nova York em 2013. Depois que um juiz emitiu uma sentença de condenação à revelia em julho passado, porque Gooding não respondeu ao processo, o ator contratou um advogado e está lutando contra as alegações. O caso de Gooding é apenas mais um em uma série de processos de abuso sexual em andamento. Outros julgamentos que estão acontecendo atualmente são os de Kevin Spacey (“House of Cards”), Harvey Weinstein (produtor de “Os Oito Odiados”) e Danny Masterson (“That 70’s Show”).

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  • Série

    Série documental vai explorar polêmicas de “Glee”

    12 de outubro de 2022 /

    O serviço de streaming Discovery+ está desenvolvendo uma série documental que vai explorar as polêmicas da série “Glee”, criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan. A série de três episódios contará com depoimentos dos principais membros do elenco e da equipe de “Glee” (além dos seus familiares), que vão compartilhar histórias nunca antes contadas a respeito dos bastidores da atração. Entre as controvérsias, destaca-se três mortes no elenco, começando por Cory Monteith (Finn), falecido em decorrência de uma overdose acidental de heroína, o afogamento de Naya Rivera (Santana) e o suicídio de Mark Salling (intérprete de Puck), que foi preso e se declarou culpado de possuir imagens de pornografia infantil e se matou enquanto aguardava a sentença. Além disso, há o caso de Lea Michele (Rachel Berry), que foi acusada de bullying nos bastidores da produção. A série ainda sem título será produzida pela Ample Entertainment, mesma produtora de “The Invisible Pilot” (2022) e “9 Months with Courteney Cox” (2019). Recentemente, a Discovery+ lançou a série documental “House of Hammer” (2022), que detalhou as polêmicas envolvendo o ator Armie Hammer e sua família. Exibida entre 2009 e 2015 no canal americano Fox, “Glee” era uma mistura de drama, comédia e musical, e narrou a história de estudantes que se juntam ao coral da escola. A série coletou dezenas de prêmios e suas seis temporadas podem ser vistas no serviço de streaming Disney+.

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