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    Lady Bird é acusado de plagiar Mulheres de Verdade Têm Curvas

    31 de janeiro de 2018 /

    Indicado ao Oscar 2018 em cinco categorias e campeão de aprovação crítica, “Lady Bird” está sendo acusado de plágio. A roteirista Josefina Lopez afirma que a história, supostamente inspirada pela juventude da diretora Greta Gerwig, é uma cópia de “Mulheres de Verdade Têm Curvas”, filme que ela escreveu em 2002. Lopez não está processando Gerwig, mas tem chamado atenção, em diversas entrevistas, para as grandes similaridades entre os dois filmes. “Eu gostei de ‘Lady Bird’, mas, em certos momentos, pensei como a mãe [vivida por Laurie Metcalf] era parecida com a mãe do meu filme. Depois, reparei como eles não iam deixá-la ir pra faculdade, como no meu longa. Parecia uma versão branca dele”, declarou para a agência de notícias EFE. Em “Mulheres de Verdade Têm Curvas”, a jovem era vivida por America Ferrera, que lida com as dificuldades da transição entre os tempos de colégio e faculdade, enquanto explora sua complicada relação com sua mãe na comunidade pobre e latina de Sacramento, na Califórnia. Vários críticos latinos também repararam que as histórias são muito similares, com cenas inteiras repetidas. Mas o que motivou a denúncia da roteirista foi a diferença de recepção dos dois filmes. “Eu também mereço um espaço em Hollywood e ter a oportunidade de continuar contando histórias impactantes. Eu escrevi uma versão melhor de ‘Lady Bird’ que desafia o ‘status quo’. Queria que meu filme tivesse sido apreciado dessa mesma forma.” Na verdade, “Mulheres de Verdade Têm Curvas” foi bastante premiado – nos festivais de Sundance e San Sebastian e no Spirit Awards. Mas não foi lembrado no Oscar, Globo de Ouro e nas premiações dos sindicatos de Hollywood como o filme de Gerwig. Protagonizado por Saoirse Ronan, “Lady Bird” chega aos cinemas brasileiros em 15 de fevereiro.

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  • Filme

    Guillermo Del Toro é acusado de plagiar peça de vencedor do Pulitzer em A Forma da Água

    26 de janeiro de 2018 /

    O escritor americano David Zindel está acusando o filme “A Forma da Água”, que recebeu 13 indicações ao Oscar 2018, de plágio. Segundo a acusação, o roteiro do diretor Guillermo Del Toro e Vanessa Taylor copiam a peça de teatro “Let Me Hear You Whisper”, escrita por seu pai Paul Zindel (1936–2003), vencedor do prêmio Pulitzer (por outra peça, “The Effect of Gamma Rays on Man-in-the-Moon Marigolds”). A peça de Zindel conta a história de Helen, uma zeladora que se apaixona por um golfinho mantido em cativeiro pelo governo. Para salvar a vida do animal, ela arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. A forma como ela arquiteta a fuga do seu amado é bem semelhante ao mostrado no filme de Del Toro. No filme de Del Toro, Sally Hawkins vive uma faxineira muda que se apaixona por uma criatura marinha, que é mantida em cativeiro em um laboratório secreto do governo, e arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. O longa é uma produção de época passada nos anos 1960, enquanto peça é uma produção contemporânea, mas feita nos anos 1960. A história de Zindel foi inclusive transformada num telefilme em 1969. “Estamos chocados que um estúdio desse tamanho possa fazer um filme obviamente baseado no trabalho do meu pai, achando que ninguém reconheceria, ou sem nos perguntar sobre os direitos”, disse Zindel, em email enviado ao jornal inglês The Guardian. “Não sou o único impressionado com as semelhanças entre as duas partes e estamos muito gratos aos fãs de Paul Zindel por terem nos avisado sobre o que estava acontecendo”. Apesar da similaridade das tramas, um representante do estúdio Fox Searchlight manifestou-se em defesa de Del Toro, afirmando que o cineasta sequer conhecia a obra de Zindel e tudo não passa de coincidência. “O Sr. del Toro construiu uma carreira ao longo de 25 anos, na qual fez 10 filmes e sempre foi muito aberto sobre aquilo que o influenciou. Se a família Zindel tem perguntas sobre esse trabalho original, estamos abertos ao diálogo”.

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  • Etc,  Filme

    Cantor chileno processa Disney por plágio na música de Frozen que venceu o Oscar

    24 de novembro de 2017 /

    O cantor chileno Jamie Ciero alega que o tema principal do filme “Frozen”, a música “Let It Go”, que venceu o Oscar de Melhor Canção de 2014, é semelhante à sua música “Volar”. Por conta disso, ele está processando os estúdios Disney e as cantoras Idina Menzel e Demi Lovato por plágio. A primeira gravou a canção na trilha do filme e a segundo cantou numa versão do hit cinematográfico. Ciero, que vive em Los Angeles, nos Estados Unidos, acredita que a “melodia, combinação de notas, produção, letra, textura e temas” de “Let It Go” são as mesmas de “Volar”, que ele gravou em 2008. Compare abaixo as duas canções. Ele alega que sua música, gravada em espanhol, foi “um enorme sucesso internacional, atingindo milhões de ouvintes e entrando em inúmeras paradas de sucesso”, segundo afirmou para o site TMZ. Agora, ele quer uma compensação, com direito a reconhecimento da autoria e participação nos lucros das vendas da trilha sonora e bilheteria do filme – que é a animação mais bem-sucedida de todos os tempos, com faturamento mundial de US$ 1,2 bilhão. Compare abaixo as duas canções.

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  • Etc,  TV

    RedeTV! é condenada a pagar Rodrigo Sant’Anna por plágio do Zorra Total

    14 de junho de 2017 /

    A RedeTV! foi condenada a pagar R$ 50 mil ao ator global Rodrigo Sant’Anna por plágio. A sentença foi definida na terça (13/6) pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), de Brasília. Sant’Anna iniciou o processo em 2012, quando a RedeTV! incluiu o ator Tiago Barnabé imitando a personagem Valéria, do “Zorra Total” (TV Globo), na cobertura do Carnaval 2012. Valéria, que ficou conhecida pelo bordão “ai como eu tô bandida”, foi criada e é interpretada por Rodrigo Sant’Anna. A RedeTV! declarou que se tratava apenas de uma paródia, mas o plágio foi confirmado. Apesar da vitória, o valor definido pelo STJ foi muito baixo em relação ao pedido original do processo. Rodrigo Sant’Anna queria R$ 700 mil de indenização.

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    Roteirista de O Vingador do Futuro processa Disney por ter roubado Zootopia

    22 de março de 2017 /

    A animação vencedora do Oscar 2017 teria sido resultado de roubo intelectual. Pelo menos é o que afirma o roteirista Gary Goldman, que está processando a Disney por ter copiado sem permissão seus trabalhos para criar o sucesso “Zootopia”. Goldman não é um roteirista iniciante em busca de holofotes. Ele tem longa carreira em Hollywood e seus créditos incluem “Os Aventureiros do Bairro Proibido” (1987), que vai ganhar um remake com Dwayne Johnson, e “O Vingador do Futuro” (1990), que já ganhou um remake recente. No processo, Goldman alega que a Disney replicou “praticamente na íntegra” os temas, configurações, enredo, personagens e diálogos, assim como o título, de seu conceito “Zootopia”, que ele sugeriu ao estúdio em duas ocasiões distintas: em 2000 e 2009. Em anexo, inclui desenhos desenvolvidos para o projeto (veja abaixo) e o roteiro original que escreveu. Ele alega que as semelhanças são gritantes e ataca a Disney por “uma cultura que não só aceita cópias sem autorização de materiais originais de outros, como encoraja isto”. “Eles fizeram isto com ‘Zootopia’ também, quando copiaram ‘Zootopia’ de Gary L. Goldman.” Em comunicado, a Disney rebateu: “O processo do Sr. Goldman é marcado por acusações claramente falsas. Isto é uma tentativa sem escrúpulos de reivindicar um filme de sucesso que ele não criou e que iremos vigorosamente defender em tribunal”. “Zootopia” arrecadou mais de US$ 1 bilhão mundialmente e se tornou num dos maiores sucessos recentes da Disney. O roteiro do filme é creditado a sete pessoas diferentes, inclusive a seus três diretores: Byron Howard, Rich Moore e Jared Bush. O nome de Goldman não aparece listado entre os criadores da trama.

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    Mad Shelia: Veja o trailer do plágio chinês de Mad Max

    25 de novembro de 2016 /

    O mercado chinês ganhou um “Mad Max” para chamar de seu. Trata-se de “Mad Shelia”, um filme recém-disponibilizado no servido de streaming chinês TenCent Video, cujo trailer chegou agora ao mundo ocidental. A prévia é ridícula, um plágio descarado e mal-feito, bem trash mesmo, de “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015). Produzido com baixíssimo orçamento, inclui um elenco de performance digna de paródia pornô, sem, infelizmente, as cenas de sexo explícito. O filme é, na verdade, o primeiro de uma franquia. “Mad Shelia: Virgin Road” será seguido por “Mad Shelia: Revenge of the Road” em 2017. A diversão começa pelo fato de que não há uma Mad Shelia no filme. Isto mesmo. A protagonista se chama Xi Liya, cujo nome tem sonoridade similar a Shelia. Vivida por Fuo Xiao, a personagem é uma caçadora de recompensas que atravessa o deserto disfarçada de homem e que enfrenta selvagens motorizados ao decidir libertar escravas virgens. Este tipo descarado de “remake” é bastante comum na China. Plágios recentes incluem “Crazy Toy City”, versão de “Zootopia” (2016), e “Fifty Shades of Black”, que teve o mesmo título em inglês da já paródia “Cinquenta Tons de Preto” (2016). A Disney, por sinal, está processando a empresa Blue MTV (sério, é o nome da empresa) por plagiar “Carros” (2006) em “The Autobots”. A propósito, compare também abaixo os cartazes de “Mad Sheilia: Virgin Road” e “Mad Max: Estrada da Fúria”.    

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    Luc Besson é condenado a pagar mais por plágio de John Carpenter

    31 de julho de 2016 /

    O cineasta francês Luc Besson, que se prepara para lançar a ficção científica “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, recebeu uma segunda condenação por plágio, e terá que pagar cerca de US$ 500 mil em compensação financeira para o diretor John Carpenter. Uma corte em Paris reiterou sentença anterior que já tinha considerado Besson culpado por copiar a sci-fi clássica “Fuga de Nova York” (1981), de Carpenter, em seu filme “Sequestro no Espaço” (2012). Besson não dirigiu o longa estrelado por Guy Pearce, mas co-escreveu o roteiro e produziu o filme, lançado por sua empresa, a EuropaCorp. A nova condenação aumentou a indenização que precisa ser paga a Carpenter pelo uso não autorizado de suas ideias na reciclagem lançada por Besson. Em novembro, o produtor francês foi condenado a pagar um valor bastante inferior – 50 mil euros para a produtora de “Fuga de Nova York”, 20 mil euros para Carpenter e 10 mil euros para Nick Castle, co-roteirista do filme de 1981. A justiça francesa reconheceu as muitas similaridades entre os dois filmes, que tem basicamente a mesma história, com a diferença que o longa francês se passa no espaço. “Sequestro no Espaço” trazia Guy Pearce como Snow, um ex-militar forçado a se infiltrar numa prisão espacial para resgatar a filha do Presidente americano (Maggie Grace), prisioneira dentro da instalação. Já em “Fuga de Nova York”, Kurt Russell interpreta Snake Plissken, um ex-militar forçado a uma missão de resgate do Presidente americano, cujo avião foi derrubado dentro da Ilha de Manhattan, transformada numa superprisão. Carpenter está atualmente envolvido, como produtor, num projeto de refilmagem de “Fuga de Nova York”, e isso pode ter influenciado sua decisão de processar a EuropaCorp, cuja “homenagem” (agora, oficialmente plágio) teria dificultado os planos do remake.

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    Produtores de Deus Não Está Morto são processados por plágio

    10 de junho de 2016 /

    Deus pode não estar morto, mas há muitos vivos lucrando com ele. É o que alegam Kelly Monroe Kullberg, autora do livro “Finding God at Harvard” (2007), e o produtor e roteirista Michael Landon Jr. (“O Último Espírito”). Os dois entraram com um processo contra os produtores do filme “Deus Não Está Morto” (2014) por plágio, exigindo uma indenização de US$ 100 milhões. Ajuizada num tribunal federal da Califórnia, a ação revela que o livro de Kullberg seria adaptado para o cinema como “Rise”, cuja história foi compartilhada pela escritora com o produtor David A. R. White, um dos envolvidos na produção de “Deus Não Está Morto”. “Rise” chegou a ser roteirizado por Kullberg e Landon Jr., que se surpreenderam ao ver a mesma história chegar aos cinemas com outro título. Segundo a denúncia, “Rise” contava a história “de um calouro em Harvard enfrentando um ambiente hostil à sua fé cristã”, que entra em debates com seu professor sobre a existência de Deus. A ação alega também que “o tema, a situação, os pontos de virada, complicações, clímax e conclusão de ‘Rise’ e de ‘Deus Não Está Morto’ são iguais”. O filme “Deus Não Está Morto” foi produzido por apenas US$ 2 milhões pela companhia Pure Flix Entertainment, voltada para temas religiosos, e arrecadou US$ 62 milhões nas bilheterias mundiais. Seu sucesso motivou uma sequência, lançada no começo deste ano, porém “Deus Não Está Morto 2” acabou faturando apenas US$ 20 milhões em todo o mundo.

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    John Carpenter vence ação de plágio contra Sequestro no Espaço, de Luc Besson

    14 de novembro de 2015 /

    É oficial: o filme de ficção científica “Sequestro no Espaço” (2012), escrito e produzido pelo cineasta Luc Besson, é plágio descarado de “Fuga de Nova York” (1981), clássico escrito e dirigido por John Carpenter. O veterano cineasta venceu a ação que moveu contra a empresa de Besson, a EuropaCorp, na França. A justiça francesa reconheceu as muitas similaridades entre os dois filmes, dando ganho de causa ao mestre do suspense americano. “Sequestro no Espaço” trazia Guy Pearce como Snow, um ex-militar forçado a se infiltrar numa prisão espacial para resgatar a filha do Presidente americano (Maggie Grace), prisioneira dentro da instalação. Já em “Fuga de Nova York”, Kurt Russell interpreta Snake Plissken, um ex-militar forçado a uma missão de resgate do Presidente americano, cujo avião foi derrubado dentro da Ilha de Manhattan, transformada numa superprisão. Ao proferir sua sentença, a corte francesa ainda lembrou que várias críticas de “Sequestro no Espaço”, que foi dirigido pela dupla James Mather e Stephen St. Leger, chamaram atenção para as semelhanças entre os dois filmes. A EuropaCorp foi condenada a pagar 50 mil euros para a produtora de “Fuga de Nova York”, 20 mil euros para Carpenter e 10 mil euros para Nick Castle, co-roteirista do filme de 1981. Apesar da multa ser considerada baixa, o advogado do estúdio avisou que vai recorrer. Carpenter está atualmente envolvido, como produtor, num projeto de refilmagem de “Fuga de Nova York”, e isso pode ter influenciado sua decisão de processar a EuropaCorp, cuja “homenagem” (agora, oficialmente plágio) pode ter enfraquecido o projeto.

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