“Anos Incríveis” é renovada para 2ª temporada
A rede ABC renovou o reboot da famosa e influentíssima “Anos Incríveis” (The Wonder Years) para sua 2ª temporada. Elogiadíssima pela crítica, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, a nova versão do sucesso dos anos 1980 repete a premissa original, acompanhando uma família de classe média dos 1960 que tem sua típica vida suburbana recortada pelo olhar de uma criança. Originalmente, o protagonista era o pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage. Mas o reboot acrescenta crítica racial na abordagem, ao filtrar seu contexto histórico pelo ponto de vista de uma criança negra. O menino Elisha Williams é quem interpreta o novo protagonista, Dean, de 12 anos, que vive em Montgomery, Alabama, em 1968. E além dos intérpretes de sua família, encabeçada por Dulé Hill (“Psych” e “Suits”) e Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”), a produção inclui o astro Don Cheadle (o Máquina de Combate da Marvel) como narrador dos episódios, dando voz à versão adulta de Dean, que conta detalhes de uma infância passada numa época extremamente racista. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, dirigiu oito episódios e foi produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Mas ele também foi responsável por tumultuar os bastidores da atração, tendo sido demitido na sexta passada (6/7) após denúncias de comportamento inadequado. O roteirista responsável pela adaptação é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”, e a produção está a cargo de Lee Daniels (criador de “Empire”). A série pode ser vista no Brasil pela plataforma Disney+. Confira abaixo o trailer da atração.
Dinastia: Série menos vista da TV americana é cancelada após 5 temporadas
A rede The CW cancelou “Dinastia” (Dynasty), remake da série novelesca homônima, que foi um dos maiores sucessos de audiência da TV americana nos anos 1980. A nova versão, ao contrário, detinha o recorde de pior audiência atual. E não era de hoje. Na 1ª temporada já registrava a audiência mais baixa de uma tração televisiva contando até cinco anos para trás. Exibida entre 1981 e 1989, a atração original acompanhava a rivalidade entre duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys, e foi uma grande concorrente de “Dallas”, outra série no mesmo formato. O remake, porém, concentrava-se nos Carringtons e nos Flores, acrescentando latinidade na revisão. Por conta disso, “Dynasty” foi o terceiro reboot com guinada latina cancelado nesta quinta (12/5) pela emissora americana, junto de “Charmed” e “Roswell, New Mexico”. A produção foi desenvolvido por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que tinham experiência em retratar a vida de milionários mimados como criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles se juntaram a Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Mas a produção nunca encontrou seu público, situação que foi complicada ainda mais pela troca constante de intérpretes. A dança foi iniciada logo no final da 1ª temporada, com a saída da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”) do papel de Cristal Flores (a versão latina de Krystle, vivida pela loira Linda Evans nos anos 1980), sendo substituída por Daniella Alonso (“The Resident”) graças a uma explicação mirabolante de novela. O remake durou 5 temporadas e mais de 100 episódios graça a um acordo de distribuição com a Netflix, que disponibiliza a série no Brasil. Apenas as quatro primeiras temporadas estão disponíveis em streaming, mas a série ainda tem seis episódios inéditos – seus últimos – para queimar nos EUA, em datas ainda não divulgadas.
“Roswell, New Mexico” é cancelada na véspera da 4ª temporada
A rede americana The CW se adiantou e cancelou “Roswell, New Mexico” na véspera da estreia de sua 4ª temporada, marcada para ir ao ar em 6 de junho nos EUA. A série concluiu as gravações de seus últimos episódios, que tiveram exibição confirmada durante o verão americano (nosso inverno). Com isso, o reboot vai durar uma temporada a mais que a “Roswell” original, lançada em 1999 e tirada do ar em 2002 sem concluir sua trama. Para quem não lembra, a série clássica foi desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”) e era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos numa high school de Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”), que atualiza o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (também chamados de aliens em inglês). Para isso, a atração reimaginou a trama sci-fi original com uma protagonista latina – coincidentemente, como o reboot de “Charmed”, também cancelado pela emissora nesta quinta (12/5). Os personagens também são mais velhos no reboot, como atesta a escalação de Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”) no papel da jovem que se apaixona por um alienígena, por sua vez vivido por Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”). Além deles, o elenco incluía Lily Cowles (“BrainDead”) e Michael Vlamis (visto em “New Girl”),como os outros dois alienígenas, e Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”), Heather Hemmens (série “Hellcats”) e Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”) como seus colegas. Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries”, “The Originals” e “Legacies” era coprodutora da atração, ao lado de MacKenzie. No Brasil, “Roswell, New Mexico” faz parte do catálogo da HBO Max, que já lançou as três temporadas disponíveis. Veja abaixo o trailer de apresentação da série.
Confirmado: Série clássica “Quantum Leap” vai ganhar reboot
A rede americana NBC oficializou o reboot da série clássica “Quantum Leap”, sci-fi dos anos 1990 que também é conhecida no Brasil como “Contratempos”. Além de anunciar a produção da 1ª temporada, a emissora revelou a primeira foto da atração, que apresenta o novo protagonista, o ator Raymond Lee (“Here and Now”). A sinopse do projeto diz: “Faz 30 anos desde que o Dr. Sam Beckett (Scott Bakula) entrou no acelerador Quantum Leap e desapareceu. Agora, uma nova equipe foi montada para reiniciar o projeto na esperança de entender os mistérios por trás da máquina e do homem que a criou”. A descrição sugere que o astro da série original, Scott Bakula, está a bordo, mas até o momento ele não foi confirmado na produção. De todo modo, até o momento o reboot só gravou o piloto que resultou em sua aprovação. Segundo o site Deadline, o episódio será parcialmente regravado para servir de capítulo inicial da série. Para quem não lembra, “Quantum Leap” durou originalmente cinco temporadas, transmitidas entre 1989 e 1993. Seus episódios acompanhavam um cientista que, após uma experiência, passava a viajar involuntariamente no tempo, “saltando” nos corpos de pessoas de diferentes eras. Além de Bakula no papel principal, o elenco destacava Dean Stockwell, intérprete de um holograma que acompanhava as aventuras do protagonista. Stockwell faleceu em novembro passado, aos 85 anos. Por seus papéis, os dois atores receberam indicações ao Emmy em quatro anos consecutivos. O reboot está sendo produzido por Steven Lilien (criador de “Deus Me Adicionou”), Bryan Wynbrandt (showrunner de “La Brea”) e Martin Gero (criador de “Blindspot”). O criador do “Quantum Leap” original, Don Bellisario, também está a bordo como produtor. Veja abaixo a foto de Raymond Lee na nova versão e o trailer da série original.
“Locke & Key” vai acabar na 3ª temporada
A Netflix revelou o cancelamento de “Locke & Key” nas redes sociais, ao divulgar as primeiras fotos da 3ª e agora última temporada da série. Em comunicado sobre o final da atração, os produtores indicaram que tomaram a iniciativa de encerrar a história em comum acordo com a Netflix. Entretanto, a série é baseada numa história em quadrinhos que teve seis volumes publicados, cada um reunindo uma trama diferente, correspondendo ao que seriam seis temporadas. “Uma vez que começamos a trabalhar na série, sentimos que três temporadas era a duração ideal para levar a história da família Locke e suas aventuras na Key House a uma conclusão satisfatória”, disseram os produtores Carlton Cuse e Meredith Averill em um comunicado. “Como contadores de histórias, estamos gratos por termos tido a oportunidade de contar nossa versão da incrível história de Joe Hill e Gabriel Rodriguez exatamente do jeito que queríamos”. Baseada nos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) desenhados por Gabriel Rodriguez, a série acompanha uma mãe e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. O elenco destaca Emilia Jones (do filme vencedor do Oscar 2022 “No Ritmo do Coração”), Connor Jessup (“Falling Skies”) e o menino Jackson Robert Scott (o Georgie em “It: A Coisa”) como os jovens irmãos protagonistas, Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) no papel da mãe, Aaron Ashmore (“Killjoys”) como um tio da família e um elenco rotativo como a entidade Dodge, capaz de mudar de forma. Como curiosidade, a primeira intérprete de Dodge foi uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. Desenvolvida por Meredith Averill (criadora de “Star-Crossed”), Aron Eli Coleite (criador de “Daybreak”) e Carlton Cuse (criador de “Bates Motel” e “Jack Ryan”), a série estreou sua 2ª temporada em outubro do ano passado. Apesar do anúncio da “decisão mútua”, o fim de mais uma série sobrenatural com personagens adolescentes reforça a tendência de afastamento do gênero pela Netflix, que tem “privilegiado” esse tipo de produção em seus cancelamentos mais recentes. Ainda tô forjando a chave da 3ª e última temporada de Locke & Key, mas por agora fiquem com essas imagens pra ir entrando no clima. 👀🗝️ pic.twitter.com/a50dK6FUTV — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 6, 2022 Locke & Key fans — get your first look at the third and final season! Plus, a message from the showrunners on bringing this epic story to a conclusion: pic.twitter.com/dYyGH9hOnV — Netflix (@netflix) April 6, 2022
Laurel Goodwin (1942–2022)
A atriz Laurel Goodwin, que dançou com Elvis Presley e foi ao espaço com o Sr. Spock, morreu em 25 de fevereiro aos 79 anos. O falecimento só foi anunciado por sua irmã na segunda-feira (7/3). Seu primeiro papel como atriz foi aos 20 anos em “Garotas, Garotas e Mais Garotas”, interpretando um dos dois potenciais interesses amorosos de Elvis Presley. Ela disputou o astro com ninguém menos que Stella Stevens (protagonista feminina do clássico “O Professor Aloprado”). O filme contém um momento épico para as fãs de Elvis e constrangedor para a atriz. Durante a coreografia do casal na música “The Walls Have Ears”, a fricção da calça apertada do cantor o deixou visivelmente excitado. E a produção manteve a cena na edição final. Veja abaixo. Mas a estreia de Goodwin não rendeu só constrangimento. Ela se tornou amiga do Rei do Rock e contava ter se livrado de um relacionamento abusivo com a ajuda do cantor, que enviou um membro da Máfia de Memphis (apelido da entourage de Elvis) para exigir que seu namorado a tratasse com respeito. Depois da estreia no romance musical, ela ainda apareceu na comédia “O Estado Interessante de Papai” (1963) e em três westerns B, mas sua carreira de atriz não emplacou. Tudo, claro, poderia ter sido diferente se a rede americana NBC tivesse aprovado o piloto de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek). Ela foi uma das principais intérpretes de “The Cage”, episódio que acabou rejeitado pelos executivos do canal em 1964. Dois anos depois, quando o roteirista-produtor Gene Roddenberry tentou emplacar um segundo piloto, ele trocou todo o elenco, mantendo apenas Leonard Nimoy como Spock. Foi esta segunda configuração que entrou para a história da TV, do cinema e da cultura pop. Interprete da cadete JM Colt, a atriz enfrentou alienígenas, sobreviveu à trama original e se estabeleceu como possível interesse romântico de seu oficial superior, sugerindo que faria parte do elenco da série. Mas o máximo que o público viu de sua participação foram poucas cenas exibidas como flashback de uma missão antiga da nave Enterprise, num episódio especial em duas partes da 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas” em 1966. “The Cage”, porém, acabou ressurgindo de forma integral na era do VHS, lançado em vídeo em 1988. Goodwin era a única integrante ainda viva do elenco do piloto, que também trazia Jeffrey Hunter como o Capitão Christopher Pike, Majel Barrett como a Número 1 e, claro, Leonard Nimoy como Spock. Vale apontar que, 58 anos depois da rejeição, Spock, Pike e a Número 1 vão finalmente ganhar sua série neste ano. Intitulada “Star Trek: Strange New Worlds”, a atração centrada na tripulação do piloto original vai estrear em 5 de maio com novos intérpretes nos papéis clássicos. Mas a personagem de Goodwin, que apareceu até em quadrinhos, não foi listada na tripulação. A artista ainda apareceu em séries populares como “O Homem de Virgínia”, “Agente 86”, “A Família Buscapé” (num episódio duplo) e “Mannix”, mas acabou desistindo da atuação nos anos 1970. Ela chegou a trabalhar na produção de filmes junto com o marido Walter Wood em Nova York – entre eles “O Imbatível” (1983), estrelado por Burt Reynolds – , mas o negócio não prosperou e em meados dos anos 1980 o casal se mudou para Palm Springs, onde Goodwin seguiu carreira em enfermagem. Em 2009, seu marido ficou gravemente doente e ela cuidou dele até sua morte. Embora tenha participado de algumas convenções de Elvis ao longo dos anos, somente em 2005 ela aceitou aparecer em sua primeira convenção de “Star Trek”, ocasião em que foi recebida com uma grande estrela, com longos e demorados aplausos. Confira abaixo sua dança com Elvis e o final do piloto de “Jornada nas Estrelas”, que destaca sua participação.
Charlie Sheen vai voltar às séries interpretando a si mesmo
Depois de oito anos afastado da TV, Charlie Sheen vai voltar a estrelar uma série de comédia. Intitulada “Ramble On”, a atração vai mostrar o ator interpretando a si mesmo. Desenvolvida por Doug Ellin (criador de “Entourage”), a série mostrará Sheen e dois atores de “Entourage”, Kevin Connoly e Kevin Dillon, dando vida a versões ficcionais deles mesmos. A premissa é exibir celebridades veteranas de Hollywood que buscam se reinventar, junto de aspirantes que procuram fazer seus próprios nomes. O elenco incluiu até o pai de Charlie, o ator Martin Sheen, além de Kimiko Glenn (“Orange Is the New Black”), Bre-Z (“All American”), John C. McGinley (“Scrubs”) e muitos outros. A série é uma produção da Angry Lunch, empresa formada recentemente por Ellin em associação com a Action Park Media. Ainda sem previsão de estreia e sem uma plataforma específica para exibição, a série concluiu a gravação de seu episódio piloto na quinta (3/3) para levá-lo ao mercado em busca de interessados em investir em uma temporada completa. “Essa ideia está girando na minha cabeça há anos e vê-la ganhar vida é incrível”, disse Ellin em comunicado. “Sinto-me muito grato por tantos membros da minha equipe e elenco de ‘Entourage’, juntamente com algumas das forças cômicas mais talentosas da indústria, se juntarem a nós nesta nova e emocionante jornada. Mal podemos esperar para compartilhar isso com o mundo.” Vale lembrar que Charlie Sheen já foi o ator mais bem-pago da TV americana, graças ao sucesso de “Two and a Half Men” (“Dois Homens e Meio” na TV aberta brasileira), mas caiu em desgraça ao ser demitido em 2011, após surtar devido ao excesso de consumo de drogas. Mesmo assim, conseguiu emplacar uma última série, a sitcom “Tratamento de Choque”, que foi ao ar entre 2012 e 2014 sem repercussão.
Fernanda Andrade entra na série baseada no terror “Deixa Ela Entrar”
A atriz brasileira Fernanda Andrade, que ganhou projeção com o terror “A Filha do Mal” (2011), vai voltar ao gênero em seu próximo projeto, a série baseada no filme “Deixe Ela Entrar”, em desenvolvimento no canal pago americano Showtime. Vista mais recentemente nas séries “Narcos: México” e “Next”, Andrade viverá a mãe da vampira mirim que protagoniza a trama. Sua personagem é inédita em relação à produção cinematográfica sueca e ao remake americano. O papel também alivia um dos aspectos mais polêmicos da obra, ao criar uma família em torno da vampira adolescente. Originalmente, o “pai” da protagonista era um pedófilo que ela seduziu. No filme americano, este detalhe foi suavizado com a transformação do “pai” num menino que se apaixonou por ela na infância e assumiu um papel paternal ao envelhecer. Intitulada em inglês “Let the Right One In”, a atração é baseada no livro do autor sueco John Ajvide Lindqvist, que inspirou a adaptação original “Deixa Ela Entrar” (2008) e sua refilmagem “Deixe-me Entrar” (2010), estrelada por Chloe Moretz e assinada por Matt Reeves (do vindouro “Batman”). A história acompanha um pré-adolescente que, vítima de bullying de seus colegas de classe, encontra conforto na amizade com a garotinha estranha que acaba de se mudar para seu prédio. O detalhe é que a menina é uma vampira muito velha, embora aparente ter a mesma idade que ele, e sua chegada coincide com uma série de assassinatos sangrentos que começaram a abalar a população local. O Showtime aprovou uma versão desenvolvida por Andrew Hinderaker, roteirista de “Penny Dreadful” e criador de “Away”, após outro canal pago, o TNT, recusar um piloto com a mesma história há seis anos, escrito e produzido por Jeff Davis, criador de “Teen Wolf”. A série vai enfatizar o relacionamento da vampira com seu “pai”, trazendo o ator mexicano Demián Bichir (“Mundo em Caos”) no principal papel adulto da trama. Já a menina será vivida por Madison Taylor Baez, a jovem Selena de “Selena: A Série”. A escalação com intérpretes latinos é completamente diferente das versões anteriores, inclusive do piloto rejeitado (que traria a atriz e top model nórdica Kristine Froseth no papel principal). As mudanças vão além dos protagonistas latinos. O menininho loiro da adaptação original será interpretado por um ator mirim negro, Ian Foreman (“Merry Wish-Mas”). A série também contará com Anika Noni Rose (“Power”), Grace Gummer (“Mr. Robot”), Kevin Carroll (“The Walking Dead”), Željko Ivanek (“Damages”) e Jacob Buster (“Colony”) no elenco. A direção dos primeiros episódios está a cargo de Seith Mann (“Homeland”) e ainda não há previsão para a estreia. As produções do Showtime estão sendo lançadas no Brasil pela plataforma de streaming Paramount+.
Série clássica “Quantum Leap” pode ganhar reboot
A série clássica “Quantum Leap”, sci-fi dos anos 1980 que também é conhecida no Brasil como “Contratempos”, pode ganhar uma continuação/reboot. A rede NBC encomendou um piloto que se aprovado retomará a história da série. A sinopse do projeto diz: “Faz 30 anos desde que o Dr. Sam Beckett (Scott Bakula) entrou no acelerador Quantum Leap e desapareceu. Agora, uma nova equipe foi montada para reiniciar o projeto na esperança de entender os mistérios por trás da máquina e do homem que a criou”. A descrição faz parecer que o astro da série original, Scott Bakula, está a bordo. Nada é oficial, mas segundo fontes do site The Hollywood Reporter, o ator pode estar envolvido. A série, que durou cinco temporadas, transmitidas entre 1989 e 1993, acompanhava um cientista que involuntariamente passa a viajar no tempo ao “saltar” nos corpos de pessoas de diferentes eras. Em novembro, o ator Dean Stockwell, que compartilhava o protagonismo com Bakula dando vida a um holograma, faleceu de causas naturais aos 85 anos. Por seus papéis, os dois atores receberam indicações ao Emmy em quatro anos consecutivos. O reboot está sendo produzido por Steven Lilien (criador de “Deus Me Adicionou”), Bryan Wynbrandt (showrunner de “La Brea”) e Martin Gero (criador de “Blindspot”). O criador do “Quantum Leap” original, Don Bellisario, também está a bordo como produtor. Veja abaixo o trailer da série original.
Trailer de “Expresso do Amanhã” revela vida no apocalipse glacial
O canal pago americano TNT divulgou um novo trailer da 3ª temporada de “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer), que revela a existência de vida num local não afetado pela nova era glacial e pelo menos um sobrevivente ao apocalipse congelante. Os novos episódios vão mostrar a tentativa de Layton (Daveed Diggs) de encontrar este local, batizado de Novo Éden, para salvar o que resta da humanidade do resfriamento da Terra. A trama também vai abordar uma tentativa de resgate de Melanie (Jennifer Connelly), que se sacrificou na temporada passada para encontrar o ponto mais quente da Terra, e o encontro da misteriosa Asha, sobrevivente vivida pela atriz Archie Panjabi (“Blindspot”). A trama se passa a bordo de um trem de quase mil vagões que carrega os últimos sobreviventes da humanidade, depois que um desastre climático criou uma nova era do gelo. A série é comandada por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”) e baseada tanto nos quadrinhos franceses de mesmo nome quanto no longa-metragem sul-coreano de Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), que levou para as telas a primeira adaptação da história. A estreia dos novos capítulos vai acontecer em 24 de janeiro nos EUA e a série já se encontra antecipadamente renovada para a 4ª temporada. No Brasil, “Expresso do Amanhã” é disponibilizada pela Netflix.
Novo trailer de “Expresso do Amanhã” encontra vida no apocalipse glacial
O canal pago americano TNT divulgou o pôster e o primeiro trailer da 3ª temporada de “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer), que revela a existência de pelo menos uma sobrevivente do apocalipse gelado num local não afetado pela nova era glacial. Chamada de Asha, a personagem é vivida pela atriz Archie Panjabi (“Blindspot”). Os novos episódios vão mostrar a tentativa de Layton (Daveed Diggs) de encontrar este local, batizado de Novo Éden, para salvar o que resta da humanidade do resfriamento da Terra. A trama também vai abordar uma tentativa de resgate de Melanie (Jennifer Connelly), que se sacrificou na temporada passada para encontrar o ponto mais quente da Terra. A série é comandada por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”) e baseada tanto nos quadrinhos franceses de mesmo nome quanto no longa-metragem sul-coreano de Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), que levou para as telas a primeira adaptação da história. A trama se passa a bordo de um trem de quase mil vagões que carrega os últimos sobreviventes da humanidade, depois que um desastre climático criou uma nova era do gelo. A estreia dos novos capítulos vai acontecer em 24 de janeiro nos EUA e a série já se encontra antecipadamente renovada para a 4ª temporada. No Brasil, “Expresso do Amanhã” é disponibilizada pela Netflix.
Adaptação das “Bruxas de Mayfair” é oficializada
O canal pago americano AMC vai criar um universo televisivo baseado na obra de Anne Rice. Depois de começar as gravações de uma série sobre as “Crônicas Vampíricas” da escritora, a partir da adaptação de “Entrevista com o Vampiro” (Interview with the Vampire), a emissora encomendou a produção de outra franquia de Rice, centrada na trilogia das “Bruxas de Mayfair” (Lives of the Mayfair Witches). Vale observar que esse universo é realmente compartilhado. Rice já escreveu três livros que misturam os personagens das duas sagas literárias. A 1ª temporada da série das bruxas terá oito episódios, escritos e produzidos pela dupla de “Masters of Sex”, Esta Spalding e Michelle Ashford. A trama gira em torno de uma jovem neurocirurgiã intuitiva que descobre ser a herdeira improvável de uma família de bruxas. Enquanto ela luta com seus novos poderes, também deve lidar com uma presença sinistra que tem assombrado sua família por gerações. “O mundo das bruxas tem fascinado e aterrorizado por séculos, e ainda assim as lentes particulares de Anne Rice sobre as bruxas exploraram algo totalmente novo – mulheres que são poderosas, freqüentemente brutais e comprometidas em subverter nossas estruturas de poder atuais. Estamos muito entusiasmados em nos juntar a nossos parceiros AMC e Gran Via Productions para dar vida a este mundo misterioso e provocador”, disseram Spalding e Ashford em comunicado divulgado nesta quarta-feira (1/12). O produtor das adaptações de Anne Rice, Mark Johnson (“Breaking Bad”), também se pronunciou em comunicado: “Com a cornucópia de ricos personagens, mundos e histórias que Anne Rice deu a milhões e milhões de leitores em todo o mundo, o AMC agora tem o privilégio de criar uma infinidade de séries fascinantes, divertidas e muito distintas. Minha boa sorte como produtor executivo de ‘Interview with the Vampire’ foi mais do que duplicada com o que Esta Spalding e Michelle Ashford estão imaginando para ‘The Mayfair Witches’. Embora os dois programas não possam ser mais diferentes, eles se encontram sob o mesmo guarda-chuva fascinante e envolvente”. “Lives of the Mayfair Witches” deve estrear só em 2023. Enquanto isso, “Interview with the Vampire” se materializará no final de 2022, estrelada por Sam Reid (“The Hunting”) e Jacob Anderson (“Game of Thrones”). O último representa uma mudança racial em relação ao personagem vivido por Brad Pitt na adaptação cinematográfica do livro, lançada em 1994.
4ª temporada de “Manifest” começa a ser produzida
A série “Manifest” começou sua segunda vida na Netflix. O criador da atração, Jeff Rake, revelou na quinta-feira (18/11) nas redes sociais que as gravações da 4ª temporada já começaram. “E estamos de volta”, ele tuitou, ao lado de uma imagem da equipe em locação externa. O elenco também comemorou o retorno ao trabalho. Josh Dallas publicou uma foto da capa do roteiro, enquanto JR Ramirez postou uma selfie no Instagram diante de seu camarim. O intérprete do detetive Jared Vasquez ainda refletiu sobre a oportunidade de retomar a trama de onde ela parou, quando foi cancelada na NBC. Ele elogiou o elenco e a equipe “colaborativos e dedicados” e também agradeceu aos fãs por seu apoio e pela campanha insistente para que a Netflix resgatasse a série “É apenas o primeiro dia e você já pode sentir o Nível de Apreciação que este grupo tem pela Viagem Mágica que é Manifesto!”, escreveu ele. “A realidade é que TODA essa Magia está acontecendo por causa de VOCÊS!. Vocês fizeram isso acontecer”. A Netflix salvou a série dois meses após o cancelamento pela rede americana NBC. A plataforma encomendou 20 capítulos inéditos, que darão um final à trama, interrompida sem fim em sua 3ª temporada. Com isso, a 4ª temporada será a maior de toda a série, que geralmente tinha 13 episódios por temporada. Mas a Netflix deve dividir a exibição em duas partes. “Manifest” acompanha os passageiros de um avião, que após ficar cinco anos desaparecido, chega ao aeroporto de seu destino como se fosse um voo normal. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse avançado para eles, o que chama atenção do governo, da mídia e afeta as famílias que os consideravam mortos. Além do mistério do desaparecimento, os viajantes do voo 828 ainda precisam lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. Segundo os produtores, entre eles o célebre cineasta Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Matt Long (“Helix”), Daryl Edwards (“Demolidor”) e Holly Taylor (“The Americans”). Já Athena Karkanis (série “Zoo”) e o menino Jack Messina (“Maravilhosa Sra. Maisel”) não vão voltar devido aos fatos vistos no final da 3ª temporada. Ainda não há previsão para a estreia da série na Netflix. AND WE’RE BACK!#Manifest pic.twitter.com/HpSpeKI0I2 — Jeff Rake (@jeff_rake) November 18, 2021 Something is happening. #manifest season 4 has begun!! Nothing will ever be the same. Coming soon to @netflix!! #manifest ✈️ pic.twitter.com/3JhSfReIuw — joshdallas (@JoshDallas) November 19, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por J.R. Ramirez (@jr8ramirez)









