Filme A Onda dos Sonhos inspira produção de série
A rede NBC encomendou o roteiro de um piloto de série baseado no filme de surfistas “Onda dos Sonhos” (Blue Crush). Escrito por Lizzy Weiss (criadora da série “Switched at Birth”) e pelo diretor John Stockwell (“Mergulho Radical”), o filme trazia Kate Bosworth (“Para Sempre Alice”) como uma surfista que largou tudo para morar no Havaí e participar de grandes competições. Mas após superar dificuldades, ela pode colocar tudo a perder ao se apaixonar por um turista (Matthew Davis, da série “The Vampire Diaries”). O elenco também destacava Michelle Rodriguez (franquia “Velozes e Furiosos”) e a surfista/modelo Sanoe Lake (“Criatura das Sombras”). “Onda dos Sonhos” não fez muito sucesso nos cinemas. A produção custou US$ 25 milhões e rendeu apenas US$ 51,8 milhões em todo o mundo. Entretanto, acabou encontrando um grande público em vídeo. Tanto que chegou a ganhar sequência, produzida especificamente para este mercado. A adaptação está sendo desenvolvida pela roteirista Hannah Schneider (série “Reign”) e será produzida pela Imagine, estúdio de Brian Grazer e do cineasta Ron Howard, e a Universal, parceiros que produziram o filme original.
Filme inglês Juventude Rebelde vai virar série
O ator e cineasta Noel Clarke está desenvolvendo uma série baseada no primeiro filme que escreveu e dirigiu, “Juventude Rebelde” (Kidulthood), de 2006. O filme original acompanhava jovens da periferia de Londres entre o cotidiano escolar, o namoro e o crime, impulsionados por uma trilha pulsante de grime (o hip-hop inglês). Fez sucesso suficiente para ganhar sequência, “Adulthood”, em 2008, e mudar os rumos da carreira de Clarke, até então conhecido como coadjuvante da série “Doctor Who”, e hoje autor respeitado da trilogia completada por “Brotherhood” no ano passado. Além de Clarke, o filme original tinha Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”), Adam Deacon (série “Babylon”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Jaime Winstone (“Revolução em Dagenham”) e Aml Ameen (série “Sense8”). Clarke postou a capa do roteiro do piloto em seu Twitter, mostrando o desenvolvimento do projeto, que tem produção da Lionsgate UK. Veja abaixo. De acordo com uma declaração do estúdio, a série permanecerá “fiel ao coração da franquia cinematográfica, mas atualizará o conceito para uma nova plataforma e uma nova audiência”. A ideia é apresentar novos personagens ao lado de rostos familiares. A Lionsgate ainda está negociando com canais interessados, antes de anunciar o começo da produção. What u been doing? I been doing this #KidulthoodTV #NewWorld #NewRules #NewProblems. And alot of opportunity for new talent #ItsNotJustHood pic.twitter.com/eBhXT9I2Xv — Noel Clarke (@NoelClarke) October 1, 2017
Série Roswell, sci-fi juvenil dos anos 1990, tem projeto de remake
A cultuada série sci-fi “Roswell”, que teve três temporadas entre 1999 e 2000, vai ganhar uma nova versão. Segundo o site The Hollywood Reporter, a ideia é atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). Desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”), a série original era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos no colegial. Vale lembrar que seu piloto antecipou em detalhes a história depois escrita por Stephenie Meyer com o título “Crepúsculo”, com uma pequena diferença – Meyer usou vampiros em vez de aliens. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”) e também se passa em Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. A trama acompanha a filha de imigrantes ilegais, que descobre uma verdade chocante sobre sua antiga paixão adolescente: ele é um alienígena que manteve suas habilidades sobrenaturais ocultas a vida inteira. Ela protege seu segredo enquanto os dois se reconectam e começam a investigar suas origens, mas quando um ataque violento e um acobertamento do governo aponta para uma grande presença alienígena na Terra, a política de medo e ódio ameaça expô-los e destruir o seu romance. A protagonista da atração dos anos 1990 era Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos por Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”). O remake está em desenvolvimento na rede CW. Para quem não lembra, a rede surgiu em 2006 da união de duas emissoras, a UPN e a Warner. “Roswell” era originalmente exibido no canal Warner. Por enquanto, apenas o roteiro foi encomendado. Ele tem que ser aprovado para ganhar encomenda de piloto. Por isso, ainda não há elenco definido. Relembre abaixo as aberturas das três temporadas da série, numa montagem ao som da música tema, o hit “Here with Me”, de Dido.
Estreia da 2ª temporada de Riverdale registra recorde de audiência da série
A estreia da 2ª temporada de “Riverdale”, exibida na noite de quinta (11/10) nos Estados Unidos, foi o episódio mais visto da história da série, lançada em janeiro de 2017. Mais que isso: “Riverdale” foi o única atração da rede CW que voltou ao ar com audiência em ascensão, enquanto as produções de super-heróis da DC Comics experimentaram queda de público. Vista por 2,3 milhões de telespectadores ao vivo e com 0,8 pontos na demo (público entre 18-49 anos), a série foi praticamente redescoberta, após ser disponibilizada na Netflix nos Estados Unidos. O mesmo fenômeno já tinha acontecido antes com “Breaking Bad”. O fato de ter encerrado a temporada inaugural num grande cliffhanger também mobilizou o interesse do público para conhecer o desdobramento do tiro levado pelo pai de Archie Andrews. Até então, a maior audiência de “Riverdale” tinha sido seu primeiro episódio. E a diferença é brutal: 1 milhão a menos. O lançamento da série interessou apenas 1,3 milhão de telespectadores e a audiência vinha despencando a cada episódio, a ponto de o final da temporada inaugural ter atraído só 900 mil pessoas. De fato, a rede CW chegou a considerar seu cancelamento. Felizmente, o canal tem como presidente Mark Pedowitz, fã declarado das séries que produz e responsável por manter no ar séries de prestígio, mesmo sem audiência – caso evidente de “My Crazy Ex-Girlfriend”. A noção de que “Riverdale” tinha potencial maior que a audiência registrava foi percebida pela quantidade de vezes que a produção foi acessada pelas plataformas digitais da CW. Um aumento de 116% em seu público. Ao final da temporada, todos os episódios foram disponibilizados na Netflix americana, após a plataforma distribui-los semanalmente em vários países. E o interesse apenas aumentou. A confirmação veio em agosto, durante a premiação do Teen Choice Awards, quando “Riverdale” dominou as categorias televisivas, superando produções que tinham oficialmente muito mais audiência. Com sete troféus, foi a série mais premiada do Teen Choice 2017. A produtora Warner também percebeu a novidade e mudou sua estratégia de lançamento internacional. “Riverdale” passou a ser disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner de forma simultânea aos Estados Unidos. É a primeira – e por enquanto única – série do canal pago Warner a ter este tratamento diferenciado. E já há um projeto adiantado para o lançamento de um spin-off centrado em Sabrina, a aprendiz de feiticeira, que também é uma personagem da editora Archie Comics. Assim como “Riverdale”, o derivado de Sabrina está sendo desenvolvido por Roberto Aguirre-Sacasa, editor da Archie Comics, que renovou os quadrinhos originais da Turma do Archie ao introduzir elementos de terror e suspense. O sucesso de “Riverdale” mostra que o público aprovou a combinação de suspense e tramas sombrias com as histórias de romance juvenil de Archie, abrindo caminha para a reinvenção televisiva de Sabrina como série de terror – bem diferente da sitcom juvenil estrelada por Melissa Joan Hart nos anos 1990.
Série estrelada por Jean Claude Van Damme ganha teaser e pôster
A Amazon divulgou o pôster e um teaser de “Jean-Claude Van Johnson”, série estrelada por Jean-Claude Van Damme (“Os Mercenários 2”). A prévia mostra o ator fazendo uma estátua de si mesmo. A série gira em torno de um ator de filmes de ação que era secretamente um agente secreto disfarçado, e resolve voltar à ativa após um encontro casual com um amor perdido. É a primeira vez que Van Damme estrela uma série e a segunda em que interpreta um personagem fictício muito parecido consigo mesmo. Um de seus filmes mais elogiados é o metalinguístico “JCVD” (2008), em que o astro vive ele mesmo de forma intensa e dramática. O projeto foi desenvolvido por Dave Callaham, criador da franquia cinematográfica “Os Mercenários”, e a produção envolve o nome do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”), por meio de sua produtora Scott Free.
Diretor de Planeta dos Macacos desenvolve série de policial lésbica na Fox
O diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) se juntou aos irmãos Tony e Joe Gayton (criadores de “Hell on Wheels”) no desenvolvimento de uma nova série policial para a rede americana Fox. Intitulada “The Dime”, a produção é baseada no romance homônimo de Kathleen Kent e tem como diferencial ser protagonizada por uma lésbica assumida. A trama acompanha a policial Betty Rhyzyck, que se muda de Nova York para Dallas, no Texas, com sua namorada para liderar uma divisão de detetives, mas precisa se adaptar ao método de trabalho numa cidade em que os moradores são muito mais machistas e bastante diferentes dela. O roteiro foi escrito pelos irmãos Gayton e Reeves deve dirigir o piloto, além de produzir a série, se ela receber encomenda de 1ª temporada. A produção do piloto embute uma multa pesada para a Fox, no caso da série não ser aprovada. Reeves também está produzindo o piloto da série de vampiros “The Passage” para a Fox. Ele não desenvolvia projetos televisivos desde que criou “Felicity” com J.J. Abrams, em 1998.
Após arrebentar audiência, The Good Doctor recebe encomenda de mais episódios
A rede americana ABC encomendou mais episódios de “The Good Doctor”, novo drama médico de David Shore (o criador de “House”), em que Freddie Highmore (o Norman Bates da série “Bates Motel”) interpreta um médico com autismo. A produção terá mais nove capítulos, além dos 13 originalmente encomendados, completando assim os 22 episódios tradicionais de uma temporada da TV aberta americana. O anúncio chega logo após a divulgação da audiência do segundo episódio da série, visto por ainda mais pessoas que a impressionante estreia da atração. Após o primeiro episódio ser assistido por 11,2 milhões de telespectadores, o segundo registrou 11,49 milhões e 2,4 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Isto aponta uma vitória estrondosa para a rede ABC, que não tinha um programa tão visto em sua programação, nas noites de segundas, desde “Dangerous Minds”… em 1996! Ou seja, trata-se de uma audiência não experimentada pelo canal em 21 anos. O protagonista de “The Good Doctor” lembra uma espécie de versão jovem do Dr. House: um homem anti-social que é terrível na hora de interagir com as pessoas, mas também honesto e direto. Ele sobreviveu a uma infância complicada e se tornou um médico talentoso. Incapaz de acessar emoções, mas brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina, o médico conta com a ajuda de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff, de “O Homem de Aço”), que apoia sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. O elenco também inclui Beau Garrett (série “Criminal Minds: Suspect Behavior”), Nicholas Gonzalez (série “Pretty Little Liars”), Hill Harper (série “Covert Affairs”), Antonia Thomas (série “Misfits”) e Irene Keng (série “Grey’s Anatomy”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Seth Gordon (de “Quero Matar Meu Chefe” e “Baywatch”) enquanto o segundo ficou a cargo de um veterano da TV, Mike Listo (séries “Boston Legal”, “Satisfaction” e “Nashville”). “The Good Doctor” foi a segunda estreia do outono americano a garantir uma 1ª temporada completa, logo após “Little Sheldon” na semana passada.
Segundo episódio de The Good Doctor tem audiência maior que a estreia
O público americano parece ter gostado muito da série “The Good Doctor”, novo drama médico de David Shore (o criador de “House”), em que Freddie Highmore (o Norman Bates da série “Bates Motel”) interpreta um médico com autismo. Após o primeiro episódio ser assistido por 11,2 milhões de telespectadores, o segundo registrou uma audiência ainda maior, 11,49 milhões e 2,4 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Isto aponta uma vitória estrondosa para a rede ABC, que não tinha um programa tão visto em sua programação, nas noites de segundas, desde “Dangerous Minds”… em 1996! Ou seja, trata-se de uma audiência não experimentada pelo canal em 21 anos. O protagonista de “The Good Doctor” lembra uma espécie de versão jovem do Dr. House: um homem anti-social que é terrível na hora de interagir com as pessoas, mas também honesto e direto. Ele sobreviveu a uma infância complicada e se tornou um médico talentoso. Incapaz de acessar emoções, mas brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina, o médico conta com a ajuda de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff, de “O Homem de Aço”), que apoia sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. O elenco também inclui Beau Garrett (série “Criminal Minds: Suspect Behavior”), Nicholas Gonzalez (série “Pretty Little Liars”), Hill Harper (série “Covert Affairs”), Antonia Thomas (série “Misfits”) e Irene Keng (série “Grey’s Anatomy”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Seth Gordon (de “Quero Matar Meu Chefe” e “Baywatch”) enquanto o segundo ficou a cargo de um veterano da TV, Mike Listo (séries “Boston Legal”, “Satisfaction” e “Nashville”).
Estreia de The Gifted lidera audiência da Fox, mas não impressiona
A estreia de “The Gifted” foi o programa mais visto da rede Fox na noite de segunda (2/10) nos EUA, mas o desempenho não foi exatamente o que se esperava de uma atração derivada de uma franquia da Marvel, com tratamento de superprodução e direção de Bryan Singer, o cineasta responsável pelos “X-Men”. A série foi assistida por 4,85 milhões de telespectadores ao vivo. A boa notícia é que a maioria do público estava dentro do target, rendendo 1,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Isto representa um desempenho melhor que, por exemplo, “Wisdow of the Crowd”, vista por 8,88 milhões de telespectadores no domingo, mas com apenas 1,4 ponto na demo. Com 73% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “The Gifted” também teve uma das estreias mais bem-avaliadas da temporada. Criada por Matt Nix (série “Burn Notice”), a atração se passa numa realidade distópica, em que mutantes são caçados pelo governo americano, e gira em torno de uma família em fuga, após seus filhos manifestarem poderes. Perseguidos por uma equipe militarizada, eles encontram refúgio com o grupo de mutantes rebeldes. A família é formada por Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”), Stephen Moyer (série “True Blood”) e os adolescentes Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (série “Between”). E os mutantes rebeldes incluem alguns X-Men dos quadrinhos: Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”), Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”) e Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”), além de Eclipse (Sean Teale, da série “Reign”), criado especialmente para a série. O lançamento da série no Brasil acontece nesta terça (3/10) às 22h30 no canal pago Fox.
Série clássica Kung Fu pode ganhar remake estrelado por uma mulher
A série clássica “Kung Fu”, estrelada por David Carradine nos anos 1970, pode ganhar remake. Segundo o site Deadline, os produtores Greg Berlanti e Wendy Mericle, que trabalham juntos em “Arrow”, estão desenvolvendo o projeto, que teve seu piloto encomendado pela Fox. Mericle assina o roteiro e o detalhe é que, desta vez, a série será protagonizada por uma mulher. Além disso, também se passará em outra época. Em vez do Velho Oeste, a personagem Lucy Chang será uma monge budista e mestre do kung fu nos EUA dos anos 1950. A atração original foi um fenômeno de popularidade, gerando até gíria – “gafanhoto”, como o mestre chamava Kwai Chang Caine, o personagem de David Carradine. Durou ao todo três temporadas, entre 1972 e 1975, mas Carradine realizou um revival nos anos 1990, passado nos dias atuais e intitulado “Kung Fu: The Legend Continues”, que durou mais quatro temporadas. O contrato de Berlanti e Mericle prevê multa caso o piloto não seja aprovado.
Dois Caras Legais pode ganhar versão feminina para a TV
A Fox está desenvolvendo uma série baseada no filme “Dois Caras Legais” (The Nice Guys), escrito e dirigido por Shane Black e estrelado por Ryan Gosling e Russel Crowe. Mas o detalhe é que a descrição do projeto, na verdade, não tem nada a ver com “Dois Caras Legais”. Enquanto a série original seguia dois detetives na Los Angeles dos anos 1970, a série terá duas mulheres como protagonistas e será ambientada nos dias de hoje. Até o título é diferente: “The Nice Girls”. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o projeto é assinado pelo roteirista Michael Diliberti (“30 Minutos ou Menos”) e a produção inclui Joel Silver, o produtor do filme. Por enquanto, a encomenda é apenas para o roteiro do piloto.
Shay Mitchell vai estrelar nova série da criadora de Pretty Little Liars
A atriz Shay Mitchell, que interpretou Emily em “Pretty Little Liars”, vai voltar a trabalhar com a criadora da série num novo projeto. A produdora-roteirista I. Marlene King está desenvolvendo “The Heiresses” (as herdeiras) para a rede ABC. E o curioso é que se trata de uma nova adaptação de livro de Sara Shepard, cuja obra literária inspirou “Pretty Little Liars”. “The Heiresses” é um suspense que acompanha uma poderosa família, que é abalada por uma terrível tragédia. Duas primas desconfiam que o suicídio de socialite mais famosa dos Saybrook é suspeito e decidem se aliar para descobrir se alguém está tentando eliminar os membros da família e desvendar a identidade do assassino antes que seja tarde demais. Mitchell vai interpretar uma das primas protagonistas. Por enquanto, a ABC encomendou apenas o piloto, mas o contrato prevê uma compensação financeira para King caso a série não seja aprovada. Além deste projeto, King também está desenvolvendo um spin-off de “Pretty Little Liars” no canal pago Freeform, baseado no livro “As Perfeccionistas”, de Sara Shepard.
Ellen DeGeneres desenvolve série de comédia com produtores de 2 Broke Girls
A rede NBC está desenvolvendo uma série de comédia criada por Ellen DeGeneres e os produtores-roteiristas de “2 Broke Girls”, Michael Lisbe e Nate Reger. Intitulada “Too Close to Home”, o projeto vai girar em torno de duas irmãs de origem muito humilde, que se afastaram com o passar dos anos. Uma delas conseguiu ter uma vida melhor se dedicando à sua educação e ao trabalho duro, mas essa nova condição será abalada quando sua irmã folgada ganhar na loteria e as duas voltarem a conviver. O roteiro, baseado numa ideia original da apresentadora do programa diurno “The Elle DeGeneres Show”, é assinado por Lisbe e Reger. “Too Close to Home” é o primeiro projeto de ficção da empresa de produção de DeGeneres, A Very Good Production, que até então vinha desenvolvendo programas de variedades. A NBC precisa aprovar o roteiro para orçar a gravação de um piloto. E apenas após o piloto ser aprovado, o projeto poderá virar série.












