PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Música,  Série

    Série documental sobre hits de Paul McCartney ganha trailer

    16 de dezembro de 2020 /

    Paul McCartney publicou um trailer de uma série documental sobre sua carreira, que vai juntá-lo ao produtor Rick Rubin (Beastie Boys, Red Hot Chili Peppers, Johnny Cash, etc) numa jornada pelos bastidores das gravações de seus maiores clássicos. O vídeo deixa claro que a série é sobre música, o que não impede McCartney de trazer à tona alguns detalhes de sua vida particular no momento das gravações. Serão ao todo seis episódios em que o músico e o produtor discutirão as canções de maior sucesso do ex-Beatle, desde seus dias ao lado do parceiro John Lennon, passando por sua segunda banda, Wings, até a carreira solo. Os comentários giram em torno de uma mesa de som, em que os tapes originais serão tocados, algumas vezes com acompanhamento musical de McCarney – o vídeo o registra no baixo, guitarra e bateria. O projeto não tem título e marcará a primeira vez que as fitas masters originais dos Beatles deixarão Abbey Road. McCartney, claro, continua aumentando sua discografia. Na sexta (18/12), ele lança um álbum novo, “McCartney III”, encerrando sua “trilogia do isolamento”, iniciada há 50 anos.

    Leia mais
  • Música

    Shows clássicos: Documentários raros de T-Rex, Sabbath, Kinks, Stones, Kiss, Queen, etc

    11 de maio de 2020 /

    Pipoca Moderna retoma o festival de documentários musicais históricos – iniciado na semana passada com uma retrospectiva dos anos 1960 – para apresentar a primeira parte da curadoria dedicada à década de 1970. A riqueza de material descoberto nas cavernas do Google rendeu tantas raridades, que a seleção de vídeos da década que começou hippie e terminou punk precisou ser divida em três partes. Nesta primeira leva, estão os artistas mais, digamos, rock’n’roll, abrangendo do garage rock do MC5 ao glam rock de Marc Bolan & T-Rex. Os 26 shows abaixo representam o apogeu da era dos álbuns duplos do rock. A lista traz alguns registros que marcaram época, como a turnê do disco “Exile on Main Street”, dos Rolling Stones, com Mick Taylor na guitarra solo, a apresentação nova-iorquina do Led Zeppelin que rendeu o álbum duplo “The Song Remains the Same”, a íntegra do show da banda The Who fatiado no documentário “The Kids Are Alright”, a pauleira do Deep Purple eternizada no clássico “Made in Japan”, a performance da banda Wings, de Paul McCartney, que virou o documentário “Rockshow”, a excursão “Alive II” do Kiss, a última turnê de Bon Scott no AC/DC, transformada no filme “Let There Be Rock”, o show do disco de John Lennon “Live in New York”, o “Live at Budokon” do Cheap Trick, o show do “A Night at the Opera”, do Queen, etc. Mais que um festival online, a seleção é praticamente um curso intensivo da história do rock. Confira. #FiqueEmCasa. #StayHome. MC5 | 1972 Led Zeppelin | 1973 Deep Purple | 1972 Nazareth | 1977 Black Sabbath | 1970 Alice Cooper | 1973 The Rolling Stones | 1972 Aerosmith | 1976 AC/DC | 1977 Creedence Clearwater Revival | 1970 Lynrd Skynyrd | 1974 The Band | 1976 Neil Young | 1971 Joni Mitchell | 1970 Peter Frampton | 1977 John Lennon | 1972 Paul McCartney and Wings | 1976 The Who | 1977 The Faces | 1970 The Kinks | 1973 Marc Bolan & T-Rex | 1972 Suzi Quatro | 1977 Heart | 1978 Cheap Trick | 1978 Kiss | 1977 Queen | 1977

    Leia mais
  • Música

    Veja os 20 melhores shows do festival digital One World: Together at Home

    19 de abril de 2020 /

    Ainda não há levantamento oficial, mas o festival “One World: Together at Home”, espécie de “Live Aid” online, deve ter batido recordes de audiência com sua sintonia global ao longo do sábado (18/4). Apesar disso, boa parte do evento foi dedicado a discursos e vídeos sobre a crise sanitária, com o espaço dedicado à música dividido entre talentos díspares. Considerado a “live das lives”, o festival online teve curadoria de Lady Gaga, que juntou artistas de diferentes gerações numa mistura desencontrada de nomes consagrados e representantes do pop menos memorável. Não bastasse o excesso de musiquinhas melosas, chamou atenção a preferência de pós-adolescentes por karaokês constrangedores de clássicos cinquentenários – só Billie Eilish acertou o tom. Coube aos veteranos Rolling Stones dar o melhor show da noite (mesmo com bateria pré-gravada e Charlie Watts tocando o ar), graças ao ainda impressionante vocal de Mick Jagger – em grande contraste ao fiapo de voz de Paul McCartney. Já na turma pop, Taylor Swift foi facilmente a mais emociante, com música inspirada na luta de sua mãe contra o câncer. Destaque da nova geração, a francesa Christine and the Queens representou bem a turma eletrônica, minoritária na seleção. Mas faltou reggae, música brasileira, mais rock, rap e talentos da cena indie para compensar o excesso enjoativo de breguice. Para completar, Beyoncé aparecer para não cantar só foi pior que a ausência de Madonna. Confira abaixo 20 shows que se destacaram na “live das lives”, pelo filtro da Pipoca Moderna – sem ordem de preferência, mas declaradamente em campanha pela versão Lollapalooza desse tipo de evento.

    Leia mais
  • Música

    Lady Gaga junta Paul McCartney e Rolling Stones na maior live do mundo. Saiba onde e quando ver

    18 de abril de 2020 /

    A maior live de todos os tempos, “One World: Together at Home”, acontece na tarde deste sábado, com curadoria e apresentação de Lady Gaga. A cantora reuniu diversos músicos do mundo inteiro, que darão shows direto de suas casas, com transmissão ao vivo pela internet. A lista de estrelas inclui deste os veteranos Paul McCartney, Stevie Wonder, Elton John e a banda The Rolling Stones, até estrelas da nova geração, como Taylor Swift, Billie Eilish, Lizzo e a banda The Killers. Além de artistas famosos do pop rock, a live ainda contará com participações de celebridades como as apresentadoras Oprah Winfrey e Ellen DeGeneres, as atrizes Amy Poehler, Awkwafina (que é rapper) e Lupita Nyong’o e o casal David e Victoria Beckham. Organizado pela ONG Global Citizen e com apoio da Organização Mundial da Saúde, o festival online tem o objetivo de homenagear os profissionais de saúde e visa angariar fundos para o combate à Covid-19. Trata-se de um verdadeiro “Live Aid digital”, que terá ampla cobertura da mídia. No Brasil, os shows podem ser vistos ao vivo a partir das 15h na Amazon Prime Video, das 16h no Multishow (na TV e no YouTube) e na Globoplay (inclusive para não assinantes). E ainda terão reprise noturna nos canais pagos MTV, Comedy Central, Paramount, TNT e Sony, às 21 horas, e no E!, à meia-noite. A exibição na TV aberta ficou para a madrugada, às 0h44 na Globo, com apresentação de Tiago Leifert.

    Leia mais
  • Música

    50 anos após a separação, imagine os discos que os Beatles teriam feito até 1980

    11 de abril de 2020 /

    50 anos anos após sua separação, os Beatles continuam a banda de rock mais popular de todos os tempos. Prova disso é que até fãs que nem tinham nascido em 10 de abril de 1970, quando Paul McCartney revelou que eles não voltariam mais a tocar juntos, lamentaram o aniversário da separação do grupo, comemorado neste fim de semana. Os fãs, porém, foram os últimos a saber. Paul já tinha gravado seu primeiro álbum solo quando respondeu “não” à pergunta de um jornalista sobre se voltaria a compor com John Lennon. “McCartney rompe com os Beatles”, publicou imediatamente o New York Times. Só que todos os Beatles estavam desenvolvendo trabalhos solos naquele instante. Ringo Starr e George Harrison já haviam lançado álbuns separados, enquanto John Lennon e sua esposa – Yoko Ono – se apresentavam como a Plastic Ono Band há cerca de um ano. A verdade irônica é que Paul foi o último a iniciar sua carreira individual. O autor da biografia oficial de Paul McCartney, publicada em 2016, recorda como a confirmação da separação representou o fim de uma era. “Uma geração inteira cresceu com os Beatles. Eles lançaram um novo álbum para cada etapa importante da vida”, disse Philip Norman, em entrevista ao jornal The New York Times neste fim de semana. “Muitas pessoas pensaram que o futuro seria sombrio sem eles, era realmente um sentimento generalizado”, acrescentou. Mas e se John, Paul, George e Ringo tivessem conseguido superar seus atritos? E se, como os Rolling Stones e The Who, tivessem continuado a gravar juntos todos esses anos? Em meados da década de 1970, eles quase voltaram atrás. Afinal, a amizade permaneceu, mesmo após o rompimento musical. Tanto que Paul McCartney e Ringo Starr ainda se reúnem para tocar, e em 2019 até se juntaram num cover de John Lennon, “Grow Old With Me”, música de 1980, no mais recente disco solo do baterista. Que músicas eles teriam feito se tivessem permanecidos juntos? Nunca saberemos. Mas é possível ter uma vaga ideia, ao ouvir as melhores gravações das carreiras solo de cada um nas décadas seguintes. Com alguma imaginação, as seleções musicais abaixo sugerem os discos imaginários dos Beatles, que teriam sido lançados nos anos 1970 e 1980.   The Imaginary Beatles em 1970 O último disco dos Beatles, “Let It Be”, começou a ser vendido em maio 1970, um mês depois de Paul anunciar a separação. Àquela altura, os integrantes da banda já estavam mergulhados em suas carreiras solos. Ringo Starr chegou a lançar dois discos no período: um de standards e outro de country e blues – nenhum marcou época. George Harrison, por outro lado, emplacou seu maior hit individual. Paul McCartney fez um LP romântico e intimista, que era uma declaração de amor a sua esposa, Linda. E John Lennon se antecipou a todos, lançando singles individuais desde 1969. Em seu período individual mais criativo, ainda concebeu seu disco mais engajado, um clássico de arrepiar. E cantou que o sonho acabou. Mas e se esses esforços fossem coletivos, como seria o álbum que produziriam? Confira abaixo as “faixas” do álbum imaginário dos Beatles de 1970.     The Imaginary Beatles em 1971 Em 1971, John Lennon estava mais inspirado que nunca e Paul McCartney tinha canções suficientes para dois discos – um deles se tornou marco do movimento vegan e dos direitos dos animais, enquanto o outro apresentou uma nova banda, The Wings, liderada pelo casal McCartney. Em compensação, George Harrison e Ringo Starr não produziram novos álbuns. Ringo gravou apenas um single – e foi seu primeiro hit individual. George estava ocupado organizando o primeiro concerto beneficente da era do rock, o famoso “Concerto para Bangladesh”, mas também ajudou o amigo John a gravar seu segundo álbum solo. Sim, dois Beatles voltaram a se encontrar novamente no estúdio, um ano somente após o final oficial da banda. O resultado? “Imagine”. Imagine mais. Imagine se todos eles tivessem trabalhado juntos. Como seria o álbum que produziriam em 1971?     The Imaginary Beatles de 1972 a 1973 John foi o único ex-Beatle a gravar um álbum em 1972, inspirado por acontecimentos trágicos e causas políticas. A famosa rebelião na prisão de Attica e o massacre do domingo sangrento na Irlanda do Norte saíram das manchetes da época direto para suas canções – não por acaso, a capa de “Sometime in New York City” imitava a arte de um jornal impresso. Paul não lançou LP, mas fez bastante barulho. Também se politizou e gravou uma música em favor da causa irlandesa, devidamente banida das rádios britânicas. Para seu azar, seu single seguinte, considerado apologia às drogas, teve o mesmo destino. De saco cheio, resolveu ironizar a situação lançando uma musiquinha infantil, que não teve problemas em tocar à exaustão na programação da BBC. Como os poucos singles do período não rendem um bom mix coletivo, digamos que esse disco imaginário levou mais tempo para ser lançado, incluindo composições criadas em 1973. Este ano encontrou Paul compensando seus contratempos com o lançamento de dois álbuns e a composição de um dos melhores temas dos filmes de James Bond, enquanto George radicalizou sua trilha espiritual, incorporando filosofia e instrumentos indianos em suas gravações. Nada, porém, foi mais incrível que Ringo conseguir emplacar uma música no 1º lugar das paradas. E tudo isso junto?     The Imaginary Beatles em 1974 Paul também não lançou LP em 1974, mas o disco que disponibilizou no dezembro anterior rendeu singles durante o ano inteiro. Afinal, não foi um disco qualquer, mas o clássico “Band on the Run”, melhor álbum de sua carreira à frente dos Wings. Em contraste, John Lennon iniciou seu afastamento dos palcos, compondo baladas depressivas, mas também inesperados funks dançantes em parceria com Elton John – e até o hit “Fame”, com David Bowie. Ele ainda ajudou Ringo Starr a gravar mais um álbum.     The Imaginary Beatles de 1975 a 1976 O próximo LP imaginário foi um dos mais sofridos. Afinal, John lançou um disco quase perdido, apenas com covers, brigou com Yoko Ono e sumiu por um período de cinco anos. George fez um trabalho que não emplacou hits. Até Paul concebeu um álbum de glam rock espacial, que não estourou. Enquanto Ringo deixou 1975 simplesmente passar em branco. A história de John é a mais maluca, graças aos bastidores tumultuados de seu álbum com Phil Spector, o produtor de “Let It Be” (1970). O que era para ser um disco simples de versões de clássicos do rock’n’roll virou um show de horrores, com o louco Spector dando tiros no estúdio e fugindo com as fitas originais das gravações. Foi preciso o produtor sofrer um acidente, ficar entre a vida e a morte, para os tapes serem recuperados. A esta altura, um ano tinha se passado e John voltara para Yoko, ao lado de quem ficaria nos próximos cinco anos, sem gravar, dedicando-se apenas à família. Antes de entrar nesse longo hiato, John voltou a ajudar Ringo em seu disco de 1976. Enquanto isso, Paul também se frustrou com um disco que não rendeu o esperado. Mas não se deu por vencido. Voltou no mesmo ano para o estúdio e começou a gravação de um dos LPs mais populares dos Wings, energizado pela maior turnê internacional feita pela banda – que acabou capturada em filme (“Rockshow”).     The Imaginary Beatles de 1977 a 1979 Com o “isolamento social” de John, Paul tornou-se o ex-Beatle mais bem-sucedido. Fez tanto sucesso que decidiu sair em carreira “solo”. Isto é, dissolveu sua segunda banda em 1979, após mais dois discos repletos de hits. Nesta fase, embora ainda não existisse a MTV, os ex-Beatles lançaram vários vídeos musicais, refletindo um interesse cada vez maior na representação visual de suas canções. George Harrison, retomando sua melhor forma, teve até um clipe dirigido por Eric Idle, do Monty Python – na época, George fundou uma produtora de cinema para financiar os primeiros longas dos Monty Python. Mesmo com tanta criatividade, seria possível imaginar um disco dos Beatles, mesmo imaginário, sem contribuição de John. Por sorte, ele deixou demos gravadas da música que compôs para o disco de Ringo, sua última faixa inédita por um bom tempo.     The Imaginary Beatles nos anos 1980 John só retornou ao estúdio em 1980, mas quem imaginava um grande fluxo de novidades depois de uma espera de cinco anos, encontrou um disco com metade das faixas cantadas por Yoko Ono. Entretanto, ele deixou muitas demos gravadas, que acabaram originando outros dois álbuns oficiais – infelizmente, póstumos. Assim como John, Paul também decidiu recomeçar sua carreira, lançando um LP emblematicamente chamado “McCartney II” – “McCartney” foi o título de seu primeiro trabalho solo após os Beatles. Por coincidência, Lennon e McCartney, a melhor dupla de compositores do rock em todos os tempos, resolveram recomeçar ao mesmo tempo. Dá para imaginar como seria, se eles tivessem ficado juntos por mais uma década? Pelo menos, até o fatídico 8 de dezembro de 1980, quando John foi assassinado? A morte de John juntou os demais Beatles em homenagens e gravações tocantes sobre os velhos tempos e o velho amigo, rendendo, inclusive, o melhor disco da carreira solo de George. O impacto foi tanto que até músicas inéditas do quarteto de Liverpool surgiram nos arquivos da gravadora EMI. Duas canções rejeitadas pela banda, que ao virar single geraram um frisson como se fossem hits… ou como se os Beatles não tivessem acabado há muitos anos atrás. A propósito, esse último lançamento imaginário é “duplo” – mas sem as parcerias de Paul com Steve Wonder e Michael Jackson, que teriam sido, digamos, projetos paralelos. Um Álbum Preto, de luto, gravado antes e depois da morte de John, repleto de reflexões sobre a trajetória do grupo, que Paul, George e Ringo levaram até a segunda metade da década de 1980 para completar/superar. E que um fã estendeu até 2019, com um remix de “Grow Old with Me”, juntando a voz da gravação de 1980 de John, com o vocal de Paul e Ringo no cover de 2019. É a faixa que encerra esse passeio pela ladeira da memória afetiva, entre discos imaginários e músicas verdadeiras.    

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Neil Innes (1944 – 2019)

    30 de dezembro de 2019 /

    O ator e músico inglês Neil Innes, que fez vários trabalhos com a trupe de comédia Monty Python, morreu no domingo (29/12) aos 75 anos, enquanto viajava com a família na França. Segundo seu agente a morte foi inesperada, porque ele não estava doente. A carreira de Innes começou no início dos anos 1960 com a formação da Bonzo Dog Doo-Dah Band, uma combinação de rock e comédia de vanguarda, que em 1968 lançou o single “I’m the Urban Spaceman”, co-produzido por Paul McCartney. Uma das músicas da banda, “Death Cab for Cutie”, de 1967, mais tarde inspirou o nome de uma banda de rock indie americana. A estreia na TV se deu pelas mãos dos Beatles, numa participação no telefilme clássico “Magical Mystery Tour” (1967), que também incluiu uma música de sua banda. A partir daí, a Bonzo Dog Doo-Dah Band passou a fazer participações musicais no programa humorístico “Do Not Adjust Your Set”, que foi o embrião do Monty Python. As duas temporadas da comédia, exibidas entre 1967 e 1969, contava com os futuros pythons Eric Idle, Terry Jones e Michael Palin. A banda se dispersou na época do lançamento do humorístico “Monty Python’s Flying Circus” em 1969, levando Innes a explorar novas parcerias. Ele se tornou um “associado” dos pythons ao contribuir com músicas originais para esquetes e para dois álbuns de comédia da trupe, além de participar de shows, acompanhando os comediantes em várias turnês. Quando o Monty Python decidiu fazer filmes, Innes estreou como compositor cinematográfico. Ele criou várias músicas e teve pequenos papéis em “Monty Python em Busca do Cálice Sagrado” (1975) e “A Vida de Brian” (1979) – este último, por sinal, foi produzido pelo ex-beatle George Harrison. Ao final do programa televisivo dos pythons, Innes continuou trabalhando com os integrantes do grupo em diferentes projetos. Ele participou do programa de esquetes “Rutland Weekend Television”, concebido por Eric Iddle em 1975, que exibia a “programação” de um canal de TV de baixo orçamento. A produção não teve o mesmo sucesso do “Flying Circus”, mas originou o personagem mais conhecido de Innes, o músico fictício Ron Nasty, um pastiche de John Lennon que liderava a banda televisiva The Rutles. The Rutles chegou a tocar ao vivo no programa humorístico americano “Saturday Night Live” e ganhou um telefilme especial em 1978, escrito, dirigido e coestrelado por Eric Iddle, que se tornou cultuadíssimo. Intitulado “The Rutles: All You Need Is Cash”, o longa narrava o apogeu e a queda do grupo musical, com depoimentos de artistas famosos (George Harrison e Mick Jagger, por exemplo), satirizando de forma explícita a carreira dos Beatles – e o mais interessante: com aval dos próprios Beatles. Para completar, a banda ainda lançou um disco de verdade. Curiosamente, outra banda “pastiche” dos Beatles, Oasis, foi processada por plágio de uma das músicas de Innes. Os irmãos Gallagher foram obrigados a dar créditos de compositor para ele na canção “Whatever”, de 1994. Essa história real acabou incorporada ao folclore da banda fictícia, inspirou uma música inédita (“Shangri-La”) e promoveu um breve revival dos Rutles, que lançaram um disco de “faixas raras” em 1996 – “The Rutles Archaeology”, paródia de “The Beatles Archaeology”. Innes também participou do filme “Jabberwocky: Um Herói por Acaso” (1977), fantasia estrelada por Michael Palin, Terry Jones e dirigida por Terry Gilliam (responsável pelas animações dos pythons e pela direção do “Cálice Sagrado”), e de outros projetos individuais dos humoristas, como “O Padre Apaixonado” (1982), igualmente estrelado por Palin, e “As Aventuras de Erik, o Viking” (1989), de Terry Jones. Além disso, continuou a acompanhar as turnês dos pythons, como foi registrado no célebre documentário “Monty Python – Ao Vivo no Hollywood Bowl” (1982). Paralelamente, ele ainda teve o seu próprio programa de TV, “The Innes Book of Records”, que durou três temporadas, de 1979 a 1981, antes de migrar para a programação infantil da BBC – compondo músicas e atuando em produções como a fantasia “Puddle Lane” (1985-1988) e similares por vários anos. Um de seus últimos trabalhos foi o documentário “The Rutles 2: Can’t Buy Me Lunch” (2004), uma retrospectiva da carreira dos Rutles. Relembre (ou conheça) abaixo cinco músicas dos Rutles, em clipes extraídos do telefilme clássico de 1978.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Netflix vai produzir animação baseada em livro de Paul McCartney

    10 de dezembro de 2019 /

    Paul McCartney prepara um projeto em parceria com a Netflix. A plataforma de streaming vai produzir a adaptação de livro infantil do cantor, “Lá no Alto das Nuvens” (High in the Clouds), como um filme de animação, que contará com canções inéditas compostas pelo próprio McCartney. “Lá no Alto das Nuvens” é protagonizado por um esquilo chamado Wirral, que se envolve com um grupo de rebeldes após contrariar a terrível coruja Gretsch, uma cantora que inferniza a vida de qualquer um que demonstrar talento maior do que o dela. O livro foi lançado pelo ex-Beatle em 2005, em parceria com os escritores Geoff Dunbar e Philip Ardagh, e a ideia de transformá-lo numa animação vem circulando em Hollywood desde então. A produtora francesa Gaumont fechou parceria com a Netflix para finalmente tirar o projeto do papel. A adaptação será escrita por Jon Crocker, roteirista da franquia “Paddington”, e a direção está a cargo de Timothy Reckart, que foi indicado ao Oscar pelo curta animado “Head Over Heels” (2012). “Estamos animados com essa parceria com a Netflix”, comentou McCartney, em comunicado. “Eles complementam o que já é um time incrível de pessoas envolvidas neste filme, e nos dão a oportunidade de levar essa história para um público global”. Ainda não há previsão para a estreia.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Robert Freeman (1933 – 2019)

    8 de novembro de 2019 /

    Morreu o fotógrafo e cineasta Robert Freeman, que ficou conhecido por suas fotos icônicas dos Beatles. A informação foi divulgada por Paul McCartney em seu blog oficial nesta sexta (8/11), sem revelar a causa da morte. Mas o artista tinha sofrido um AVC em 2014 e vinha doente desde então. Freeman começou sua carreira como jornalista fotográfico no jornal britânico The Sunday Times. Ele causou uma forte impressão inicial com fotografias em preto e branco de vários músicos de jazz, incluindo o saxofonista John Coltrane, e isso chamou a atenção do empresário dos Beatles, Brian Epstein, que encomendou um retrato da banda em 1963. Este contato inicial levou a uma longa associação com os quatro músicos de Liverpool, incluindo o design e a fotografia das capas dos álbuns “With The Beatles” (“Meet The Beatles!” nos EUA), “The Beatles For Sale”, “Help!” e “Rubber Soul”. Ele também desenhou as sequências dos créditos finais dos dois primeiros filmes dos Beatles, “Os Reis do Ié-Ié-Ié” (A Hard Day’s Night, 1964) e “Help!” (1965), ambos dirigidos por Richard Lester, além de ter sido responsável pelas fotografias oficiais da produção e pelo visual dos pôsteres e materiais promocionais dos filmes. Ficou tão íntimo da banda que sua esposa, Sonny, teria sido a inspiração de John Lennon para compor a música “Norwegian Wood” – numa relação que também envolveria sexo. A alegação foi feita pela ex-esposa de Lennon, Cynthia Lennon, em sua biografia. Por coincidência, Freeman acabou se afastando dos Beatles nesta época. Mas aproveitou os contatos da banda, como Richard Lester. O diretor, que tinha gostado do trabalho do fotógrafo, o contratou para desenhar os créditos de seu filme mais premiado. Marco do cinema mod, “Bossa da Conquista” (The Knack) venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes em 1965. A experiência com esses filmes permitiu a Freeman estrear como diretor, assinando outro cultuadíssimo filme mod, “As Tocáveis” (The Touchables, 1968). Definitivamente uma obra de fotógrafo, o longa é considerado um deleite visual, mas péssimo em termos de narrativa – o fiapo de história girava em torno do rapto do cantor de uma banda de rock por fãs histéricas. Uma curiosidade de sua trilha sonora é o destaque dado à obscura banda Nirvana original (dos anos 1960), além de incluir a primeira música do Pink Floyd ouvida no cinema (“Interstellar Overdrive”). Robert Freeman também dirigiu o documentário “O Mundo da Moda (Ontem-Hoje e Amanhã)” (Mini-Mid), sobre a Swinging London, e o drama “A Doce Promessa” (1969) na França, além de ter sido o fotógrafo oficial do primeiro calendário Pirelli. “Grande profissional, ele era imaginativo e um verdadeiro pensador original”, escreveu Paul McCartney em seu blog. “As pessoas costumam pensar que a foto da capa do ‘Meet The Beatles’ em meia-sombra foi uma foto de estúdio cuidadosamente arranjada. Na verdade, foi registrada rapidamente por Robert no corredor de um hotel em que estávamos hospedados, onde a luz natural vinha das janelas no final do corredor. Eu acho que não demorou mais que meia hora para chegar naquele resultado”. “Bob também inovou na foto da capa de ‘Rubber Soul’. Ele tinha o costume de usar um projetor de slides para mostrar pra gente como ficariam as fotos nos discos, projetando-as em um pedaço de papelão branco do tamanho exato da capa de um álbum. Durante a sessão de observação dessa imagem, o papelão que estava apoiado em uma pequena mesa caiu para trás, dando à fotografia uma aparência esticada. Então, ficamos empolgados com a ideia dessa nova versão de sua fotografia. Ele nos garantiu que era possível imprimi-lo dessa maneira, e como álbum era intitulado ‘Rubber Soul’ (alma de borracha), sentimos que a imagem se encaixava perfeitamente”, revelou o cantor. “Sentirei saudades deste homem maravilhoso e sempre apreciarei as boas lembranças que guardo dele. Obrigado Bob”.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Paul McCartney revela ter ido disfarçado ver Yesterday no cinema

    25 de setembro de 2019 /

    O músico Paul McCartney revelou que foi recentemente disfarçado ao cinema para assistir ao filme “Yesterday”, que conta a história de como seria o mundo se os Beatles não tivessem existido. Ele contou que queria saber como as pessoas reagiam a essa ideia e riu muito quando foi citado como “o melhor compositor” por alguém que acompanhava o filme próximo dele e de sua esposa Nancy Shevell. “Queríamos ver o filme com as pessoas, não com os executivos do estúdio. Achei ótimo”, ele explicou, durante entrevista no programa “The Late Show with Stephen Colbert”, da rede americana CBS. Sobre a música “Yesterday”, que dá nome ao filme, Paul comentou que a morte de sua mãe pode ter influenciado versos da composição, um dos maiores clássicos dos Beatles. “Na verdade, eu achava que esse triste episódio não tinha afetado minha musicalidade… mas anos depois de compor ‘Yesterday’, alguém me disse que a letra poderia ser sobre minha mãe e eu percebi que sim, poderia ser”, analisou. Na entrevista, ele também falou sobre sua relação com John Lennon. Disse que afinidade musical entre eles era muito grande que ainda sonha com o amigo. “Eu geralmente tenho sonhos com a banda, e eles são loucos. Frequentemente, estou com John e estou falando sobre fazer alguma coisa. Preparo meu baixo para tocar e ele está coberto de fita adesiva. Você sabe, são sonhos! Então, eu estou captando tudo e tentando falar com John. Eu tenho muitos sonhos com ele e sempre são bons”, contou Paul McCartney. A entrevista é divertidíssima. Veja abaixo o trecho em que ele fala de “Yesterday”, mas também confira o vídeo seguinte, que é de rolar de rir – além de confirmar que Paul McCartney é o cara mais legal do mundo.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Documentário sobre abusos de Michael Jackson vence o Emmy 2019

    15 de setembro de 2019 /

    A Academia da Televisão dos Estados Unidos realizou na noite de sábado (14/9) a primeira parte da premiação do Emmy Awards 2019. O evento não televisionado aconteceu em Los Angeles e destacou os melhores das chamadas “artes criativas” da indústria televisiva americana. São os prêmios das categorias mais técnicas, como edição, maquiagem, fotografia, dublagem, etc. Mas também entram na lista alguns troféus que poderiam estar na cerimônia principal, a ser realizada no próximo fim de semana. Um dos resultados mais esperados da noite era o vencedor da disputa de Melhor Documentário. E deu o mais polêmico: “Deixando Neverland”. O filme de Dan Reed exibido pela HBO, após causar no Festival de Sundance deste ano, registra depoimentos de dois homens adultos que dizem ter sido abusados ​​sexualmente por Michael Jackson quando tinham 7 e 10 anos de idade. A obra foi recebida com indignação pela família do cantor e gerou protestos entre os fãs. Para o bem e para o mal, deu o que falar. E agora recebeu a aprovação da Academia. Curiosamente, a produção mais premiada da noite foi outro documentário. “Free Solo”, produção da National Geographic que já tinha vencido o Oscar de Melhor Documentário, não disputou esta categoria no Emmy, mas venceu todos os sete prêmios a que concorria. O filme dirigido por Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi, sobre um alpinista determinado a bater um recorde de escalada solo numa montanha dos Estados Unidos, venceu as categorias de Direção de Documentário, Cinematografia, Montagem, Edição de Som, Mixagem, Trilha Sonora e Mídia Interativa. Em compensação, o documentário do show “Homecoming”, de Beyoncé, que concorria a seis troféus, saiu sem nenhum reconhecimento. A derrota em todas as categorias fez muitos fãs da cantora protestarem nas redes sociais. Beyoncé perdeu, entre outros, para James Corden, que venceu o prêmio de Melhor Especial de Variedades por seu programa “Carpool Karaoke”. “Beyoncé se esforça tanto para fazer um ótimo documentário e é vencida por um karaokê? Mulheres nunca podem vencer”, desabafou uma fã no Twitter. “O próprio James Corden entregaria esse prêmio para a Beyoncé!”, reclamou outro. Na verdade, é possível considerar que Beyoncé perdeu para Paul McCartney, já que o episódio de “Carpool Karoke” contemplado com o Emmy trazia o ex-Beatle de volta à sua cidade natal, Liverpool. Ela também perdeu para Bruce Springsteen na disputa de Melhor Direção de Especial, vencido por Thom Zimny, diretor de “Springsteen on Broadway”. Entre os programas de reality show, RuPaul conquistou pelo quarto ano consecutivo o Emmy de Melhor Apresentador de Programa de Competição, “Queer Eye” garantiu pelo segundo ano o prêmio de Melhor Reality Show Estruturado e “Anthony Bourdain Parts Unknown”, o programa de viagens e gastronomia apresentado pelo chef americano que se suicidou em 2018, ganhou dois Emmys. Clique aqui para conhecer os vencedores das categorias de série animada do Emmy 2019. Outros prêmios serão entregues na noite deste domingo (15/9) e a parte televisionada da premiação vai acontecer no próximo domingo (22/9), com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT.

    Leia mais
  • Música

    Paul McCartney lança clipe gravado na Bahia

    19 de setembro de 2018 /

    Paul McCartney divulgou o clipe de “Back in Brazil”, gravado em Salvador, na Bahia. A música, que mescla bossa nova, eletrônica e pop, conta a história de uma jovem brasileira que se apaixona por um desconhecido após uma noite de música, diversão e dança, mas seu relacionamento implode quando o bonitão a deixa esperando num encontro, porque o patrão dele o obrigou a trabalhar até tarde. O vídeo ilustra de forma quase literal esta história, ao acompanhar um dia muito feliz na vida de uma bela morena soteropolitana chamada Yasmin, que culmina, após iniciar um romance com um moreno charmoso no Pelourinho, num encontro marcado no show de Paul McCartney. Como na letra, o patrão atrapalha os planos e ela acaba sozinha no evento. Mas chama atenção do Beatle com um cartaz e é convidada a subir no palco e dançar durante uma canção – não era “Dancing in the Dark, embora já tenhamos visto isso lá nos anos 1980. Assim, ao final, quando ela finalmente encontra o bonitão, nem quer ouvir as desculpas do rapaz, apenas vibrar por ter conhecido Paul McCartney e abraçá-lo de felicidade. Um show, uma canção e uma dança salvou a relação. Parte das cenas foram gravadas durante a apresentação de Paul McCartney na Arena Fonte Nova, no ano passado. Na ocasião, a atriz do vídeo foi convidada para subir ao palco e dançou com o cantor sem que o público soubesse que estava tudo combinado. “Back in Brazil” faz parte de “Egypt Station”, primeiro disco de McCartney desde 2013.

    Leia mais
  • Música

    Paul McCartney não quer mais só pegar na mão em clipe que explora a libido adolescente

    11 de setembro de 2018 /

    Paul McCartney começou a carreira cantando que só queria pegar na mão e isso rendeu histeria coletiva de milhões de adolescentes. 55 anos depois, sua nova canção assume que ele quer é f*der mesmo. A menção a sexo em “Fuh You” é tão explícita quanto num funk proibidão, mas embalada por romantismo e amenizada por trocadilho. Deu onda. “Eu só quero saber como é sentir você/ Quero amar a alma, orgulhosa e verdadeira/ Você me faz querer sair por aí e roubar/ Eu só quero ‘fuh’ você, eu só quero ‘fuh’ você”, canta Paul no refrão. O clipe que acompanha o single contextualiza a narrativa, ao mostrar um adolescente dos dias de hoje compartilhando um beijo com uma garota na porta da casa dela em Liverpool, cidade natal do eterno Beatle, apenas para ter o ato interrompido pela mãe da jovem. Com o desejo reprimido, ele faz seu caminho de volta para casa, enquanto expressa o que realmente queria. A caminhada se transforma em dança e traquinagens, até que outros meninos do bairro fazem alusões sexuais ao seu encontro, fazendo-o sorrir, antes de chegar a seu destino, sonhando com um novo encontro e uma forma diferente de gastar sua energia hormonal. O fato de ser gravado em preto e branco e registrar uma vizinhança de classe média baixa também é uma homenagem ao cinema britânico dos anos 1960, que abordava a sexualidade reprimida dos adolescentes e trabalhadores da classe baixa da época. É um “flashback atual”, que confirma que o imperativo biológico é imutável. Melhor isso que registrar um vovô safadão. Mas o mais provável é que os ouvintes desavisados nem façam essa conexão, visto que a melodia grudenta e o arranjo “moderno” é facilmente confundível com alguma gravação do pop recente, como os hits de Ed Sheeran. Para se ter uma comparação, “Sign of the Times”, de Harry Styles, parece mais Paul McCartney que a faixa atual. “Fuh You” foi coescrita e produzida por Ryan Tedder (da banda pop americana OneRepublic) e faz parte do novo disco de McCartney, “Egypt Station”, lançado na última sexta (7/9).

    Leia mais
  • Música

    Elvis Costelo canta música-tema do filme sobre a estrela noir Gloria Grahame

    25 de novembro de 2017 /

    Elvis Costello divulgou o clipe de “You Shouldn’t Look at Me That Way”, música-tema do drama britânico “Film Stars Don’t Die in Liverpool” sobre o romance dos últimos dias da vida da estrela do cinema noir Gloria Grahame. A prévia traz o artista cantando ao piano, sobre o palco de uma antiga sala de cinema vazia, que é um cenário utilizado no filme. A edição, inclusive, utiliza cenas do longa em que a atriz Annette Bening e o ator Jamie Bell aparecem no mesmo local. O envolvimento de Costello na trilha sonora tem uma história intrigante. A ideia surgiu quando o diretor Paul McGuigan e a produtora Barbara Broccolli assistiam a um show do cantor e uma imagem de Gloria Grahame foi projetada no palco, durante uma canção (“Church Underground”). Mais que uma coincidência, McGuigan acreditou que se tratava de destino. Os bastidores do clipe também despertam curiosidade. Ele marca a estreia na direção de uma fotógrafa de família famosa, que, apesar de herdeira da Kodak, tem sobrenome ligado à história do rock: Mary McCartney, filha de Linda e Paul McCartney. Como a mãe, ela seguiu carreira fotográfica, mas já trabalhou com o pai, operando câmeras no documentário “Paul McCartney: In the World Tonight” (1997). Costello a conhece desde que ela era adolescente. Ele inclusive já gravou um disco em parceira com Paul McCartney, o clássico “Flowers in the Dirt”, de 1989. “You Shouldn’t Look at Me That Way” vai disputar uma vaga entre os indicados ao Oscar 2018 de Melhor Canção Original.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie