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  • Música

    Paul McCartney vai lançar “última gravação” inédita dos Beatles com auxílio de Inteligência Artificial

    13 de junho de 2023 /

    Uma canção inédita dos Beatles será lançada este ano, graças ao auxílio de Inteligência Artificial (IA) para recriar a voz do falecido cantor John Lennon. O anúncio foi feito por Paul McCartney, que chamou a música de “última gravação” do grupo, em entrevista à BBC. McCartney, que vai completar 81 anos no dia 18 de junho, explicou que a música é uma parceria original sua com Lennon, e que chegou a ser registrada numa fita demo antes da banda anunciar sua separação. “Era uma demo que John (Lennon) tinha e na qual trabalhamos. Acabamos de finalizá-la”, contou o músico e cantor. “Quando viemos fazer o que será a última gravação dos Beatles, era uma demo que John tinha (e) nós conseguimos captar a voz de John e torná-la pura por meio da IA”, disse, explicando como usou a tecnologia para extrair a participação de Lennon na gravação. “Então nós conseguimos mixar a gravação [da voz], como você faria normalmente. Isso dá algum tipo de margem de manobra”, acrescentou. Os Beatles anunciaram sua separação em abril de 1970, seis meses depois do lançamento do álbum “Abbey Road” e um mês antes do lançamento de “Let It Be”. Com menos de 10 anos de carreira, a dupla Lennon e McCartney compôs algumas das músicas mais populares de todos os tempos.

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  • Música

    Bill Wyman volta aos Rolling Stones em homenagem a Charlie Watts

    10 de junho de 2023 /

    O baixista Bill Wyman está de volta aos Rolling Stones, mais de 30 anos após sua saída da famosa banda de rock’n’roll. O músico de 86 anos aceitou participar da gravação de uma música no próximo álbum dos Stones, em uma homenagem ao falecido baterista da banda, Charlie Watts, que morreu em agosto de 2021. Watts também está na gravação, por meio de um registro antigo de estúdio. Wyman aceitou o convite de Mick Jagger para participar das sessões de gravação em Los Angeles, após recusar vários apelos para voltar à banda. O nome da faixa em que o baixista vai se juntar ao cantor e aos guitarristas Keith Richards e Ron Wood ainda não foi divulgado. “Bill não via a banda junta há anos, mas sempre amou Charlie. Este disco é realmente uma homenagem a Charlie, então ele não poderia dizer não”, disse uma fonte próxima da banda ao jornal britânico The Sun.   Bill Wyman não queria mais tocar com os Stones A separação de Wyman e os Stones não foi pacífica. O músico revelou que os colegas queriam que ele permanecesse na banda, e ficaram irritados quando ele se recusou. Os demais Stones chegaram a acreditar que era só um tempo e que ele voltaria. “Eles deixaram a porta aberta para mim por dois anos. Charlie e Mick telefonaram e perguntaram: ‘Você não está realmente saindo, está? Você repensou?’ Então, quando chegou a hora de eles fazerem a turnê ’94/’95 (Voodoo Lounge), eles tiveram que tomar uma decisão final. “Mick e Charlie vieram e passaram a noite comigo, tentando me convencer a ficar na banda. Eu me arrependi de não voltar? De jeito nenhum”, afirmou ele.   Baixista se achava excluído na banda O baixista original dos Rolling Stones deixou a banda em 1993. Wyman citou várias razões para sua saída, incluindo o desejo de passar mais tempo com sua família e a sensação de estar à margem do resto da banda. Em entrevistas posteriores, ele descreveu a dinâmica dentro da banda como sendo dominada principalmente por Mick Jagger e Keith Richards, o que pode ter contribuído para a sensação de se sentir excluído. Wyman também mencionou que a intensidade das turnês e a vida na estrada estavam afetando negativamente sua saúde e bem-estar. Após a saída da banda, Wyman se concentrou em outros projetos musicais e de arte, incluindo sua própria banda, Bill Wyman’s Rhythm Kings. Ele também passou um tempo considerável pesquisando e escrevendo sobre a história dos Rolling Stones. Deve-se notar que, embora tenha deixado a banda oficialmente, Wyman se juntou aos Stones para algumas performances desde a sua saída, a mais notável delas foi o concerto comemorativo do 50º aniversário da banda em Londres, em 2012.   Disco também terá Beatles Anteriormente, foi divulgado que Paul McCartney e Ringo Starr, os dois Beatles sobreviventes, também estavam participando das gravações do disco. O projeto está sendo produzido pelo vencedor do Grammy Andrew Watt. Depois de trabalhar com Ozzy Osbourne, o produtor tornou-se o favorito dos artistas de rock veteranos, apesar de ter uma discografia mais voltada para o pop. Ele já produziu sucessos de cantores como Justin Bieber, Dua Lipa, Miley Cyrus e Sam Smith. Mas também está envolvido na produção do novo disco do Pearl Jam – após produzir o álbum solo de Eddie Vedder. Espera-se que o disco, ainda seja título, seja lançado no outono britânico (nossa primavera). Será o primeiro álbum dos Stones desde o premiado disco de covers “Blue & Lonesome” em 2016, e o primeiro com material original desde “A Bigger Bang” em 2005.

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  • Etc

    Rolling Stones estaria gravando com Paul McCartney e Ringo Starr

    21 de fevereiro de 2023 /

    Os Rolling Stones e os Beatles, grandes rivais da história do rock, podem estar preparando uma colaboração. Segundo a revista americana “Variety”, os Stones estraram em estúdio com Paul McCartney e Ringo Starr, os dois Beatles ainda vivos. O próximo álbum dos Stones será o primeiro de inéditas desde 2005, quando “A Bigger Bang” foi lançado. A expectativa é que ele chegue às lojas e plataformas digitais ainda neste ano. O projeto estaria sendo produzido pelo vencedor do Grammy Andrew Watt. Depois de trabalhar com Ozzy Osbourne, o produtor tornou-se o favorito dos artistas de rock veteranos, apesar de ter uma discografia totalmente voltada para o pop. Ele já produziu sucessos de personalidades como Justin Bieber, Dua Lipa, Elton John e Britney Spears. Não está claro quais faixas entrarão no disco, nem se McCartney e Ringo colaboraram na mesma canção, mas ambos estiveram no estúdio usado pelos Stones em Los Angeles nas últimas semanas. Tanto Mick Jagger quanto Keith Richards disseram recentemente que planejam lançar um projeto novo em breve. Em 2021, Jagger disse que o grupo tem “muitas faixas prontas”, e o guitarrista Keith Richards disse no Instagram que “há algumas músicas novas a caminho”. Como o trabalho está em criação há anos, é provável que ele tenha a participação do baterista original Charlie Watts, morto em agosto de 2021. Nos shows que ocorreram após a morte do artista, Steve Jordan, colaborador de longa data dos Stones, assumiu a bateria. Apesar de terem surgido na mesma época e de pertencerem à mesma cena musical, os Rolling Stones e os Beatles sempre alimentaram uma rivalidade pública, mas isso não impediu que alguns membros das suas bandas se encontrassem em faixas, shows e especiais de televisão. Inclusive, “I Wanna Be Your Man”, o primeiro hit dos Stones em 1963, foi uma composição feita por John Lennon e Paul McCartney. Os músicos já disseram que a rivalidade entre as bandas era marketing. Mas não perdem oportunidade para se alfinetarem. Em 2021, McCartney disse que os Stones “são uma banda cover de blues”. Semanas depois, McCartney estava na plateia de um show deles e ouviu uma piada de Jagger, que afirmou que o músico se juntaria a eles “para tocar um cover de blues”.

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  • Filme

    Paul McCartney quase é atropelado ao tentar recriar cena icônica dos Beatles

    27 de janeiro de 2023 /

    Paul McCartney foi tentar recriar a famosa travessia da faixa de pedestres da Abbey Road, presente na capa do penúltimo álbum de estúdio dos Beatles, e quase se deu mal. Em vídeo publicado pelo perfil do estúdio Abbey Road, que viralizou nas redes sociais, McCartney é surpreendido por um carro, que não freia para o cantor atravessar a rua. O beatle é obrigado a desviar e acelerar o passo ao pisar na faixa, para não ser atropelado. Ele atravessa aos risos, mas sem esconder o susto. A cena cômica ultrapassou 2,6 milhões de visualizações no Twitter, e foi feita para promover um trabalho de sua filha Mary. Paul retornou ao local de uma das imagens mais icônicas do Beatles para o documentário “Se Estas Paredes Cantassem”, sobre o estúdio Abbey Road, que foi dirigido por Mary McCartney para a plataforma Disney+. A filha de Paul nasceu durante a gravação do célebre álbum de 1968 dos Beatles e engatinhou pelo estúdio em seus primeiros dias de vida. Além do pai, ela entrevistou outros roqueiros ilustres para o filme, como Elton John, Jimmy Page (do Led Zeppelin), Roger Waters e David Gilmour (do Pink Floyd), Noel e Liam Gallagher (do Oasis), e até o compositor John Williams (da trilha de “Star Wars”), registrando histórias de suas gravações mais famosas no local. Lançado no mês passado, o filme pode ser visto na Disney+. Close call for @PaulMcCartney on the Abbey Road crossing! In this clip from @MaryAMcCartney’s new documentary, a car narrowly misses Paul as he recreates the ‘Abbey Road’ album cover. #IfTheseWallsCouldSing is now streaming worldwide on @DisneyPlus | https://t.co/6v6YyJjJjb pic.twitter.com/qUsfi2AzOW — Abbey Road Studios (@AbbeyRoad) January 25, 2023

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  • Filme

    Peter Jackson planeja novo projeto sobre os Beatles

    20 de julho de 2022 /

    O cineasta Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) está planejando um novo projeto sobre os Beatles, após o sucesso da docussérie “Get Back”, indicada ao Emmy. A revelação foi feita durante uma entrevista concedida ao site Deadline. “Estou conversando com os Beatles sobre outro projeto, algo muito diferente de ‘Get Back’. Estamos vendo quais são as possibilidades, mas é outro projeto com eles. Não é realmente um documentário, e isso é tudo que posso falar”, adiantou o diretor. Segundo o Deadline, o projeto envolve os dois últimos integrantes vivos do quarteto, Paul McCartney e Ringo Starr. A revelação vem depois de Jackson dedicar quatro anos para selecionar as cenas de “Get Back”, pinçadas de 130 horas de áudio e 57 horas de filme rodadas por Michael Lindsay-Hogg em 1969 para o documentário de gravação do último disco dos Beatles “Let It Be”. A série documental está disponível no Disney+.

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  • Etc

    Paul McCartney volta a cantar com John Lennon após meio século

    1 de maio de 2022 /

    Paul McCartney e John Lennon voltaram a cantar juntos após 53 anos. A façanha que juntou os dois ex-Beatles, apesar de um deles estar morto há 41 anos, aconteceu na quinta (28/5) graças a uma ajuda do diretor Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”), que produziu a série documental “Get Back”. Ao trabalhar na produção sobre os momentos finais dos Beatles, Jackson presenteou a McCartney uma faixa vocal de Lennon em “I’ve Got A Feeling”, com som cristalino. E o cantor tratou de utilizá-la em sua nova turnê. Com a voz de Lennon nos alto-falantes e sua imagem projetada num telão, McCarney providenciou acompanhamento musical e seus próprios vocais ao vivo, materializando um dueto com seu parceiro famoso. Durante a apresentação, McCartney creditou Jackson pela oportunidade de poder voltar a cantar com Lennon após mais de meio século. A performance foi gravada por fãs americanos durante show em Spokane, cidade do estado de Washington. Veja abaixo.

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  • Filme,  Música

    Filme independente revela fotos de intérpretes dos Beatles

    25 de novembro de 2021 /

    No mesmo dia em o documentário “The Beatles: Get Back” estreia na Disney+, outro projeto envolvendo a banda mais famosa de todos os tempos começa a ganhar vida, com a divulgação das primeiras fotos dos intérpretes de John, Paul, George e Ringo no filme independente “Midas Man”. As imagens não devem atrair muitos fãs à produção, que tem baixo orçamento e é no mínimo conturbada. O sueco Jonas Akerlund, veterano diretor de clipes e da cinebiografia de rock “Mayhem – Senhores do Caos” (2018), abandonou o projeto em meio às filmagens e foi substituído por Sara Sugarman (“Confissões de uma Adolescente em Crise”) – sem maiores explicações. As filmagens ficaram interrompidas por quase um mês, mas foram recentemente retomadas em Liverpool, cidade que serviu de cenário para o surgimento dos Beatles. Os atores Jonah Lees (“Carta ao Rei”) vive John Lennon, Blake Richardson (“Eleven Days”) é Paul McCartney, Harvely Elledge (“Creation Stories”) interpreta George Harrison e o estreante Campbell Wallace assume as baquetas de Ringo Starr. Ao lado dos atores caracterizados com o visual de no máximo 1965, é possível ver em destaque um amplificador Orange, que só foi inventado em 1968. De todo modo, a história é centrada, na verdade, no “quinto beatle”, Brian Epstein (1934-1967), o homem com o toque de Midas, que é considerado um dos maiores responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. Dono de uma loja de discos em Liverpool e gay numa época em que isso não era bem aceito pela sociedade, ele se impressionou com uma apresentação da banda no Cavern Club e decidiu que iria conseguir um contrato com uma gravadora para a banda. O quarteto achou engraçado. Mas oito meses depois de conhecê-lo, assinaram o contrato que levou ao lançamento de “Love Me Do” e ao começo da Beatlemania. Ele também mudou o visual da banda, colocando os músicos em terninhos combinados e, para completar, ainda lançou a cantora Cilla Black, amiga dos Beatles, que também teve uma carreira de sucesso. A expressão “quinto beatle” foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. Muitos ligam a morte precoce de Epstein ao começo do fim da banda. No filme, Epstein será interpretado por Jacob Fortune-Lloyd, que viveu D.L. Townes em “O Gambito da Rainha”. O elenco também inclui Adam Lawrence (“Peaky Blinders”) como Pete Best, primeiro baterista dos Beatles, Jay Leno (“The Tonight Show”) como o lendário apresentador Ed Sullivan, Emily Watson (“Chernobyl”) e Eddie Marsan (“Ray Donovan”) como os pais do empresário, Rosie Day (“Por um Corredor Escuro”) como Cilla Black e Charley Palmer Rothwell (“Jack Ryan”) no produtor musical George Martin. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Música,  Série

    Novo trailer de documentário revela mais cenas inéditas dos Beatles

    22 de novembro de 2021 /

    A Disney+ divulgou nas redes sociais um novo trailer da série documental “The Beatles: Get Back”, que os bastidores da gravação do álbum “Let It Be”. A prévia mostra imagens inéditos dos músicos ao som da própria “Let It Be”. A captação das imagens foi feita pelo diretor Michael Lindsay-Hogg de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969, originalmente para um especial de televisão focado na produção de um novo álbum dos Beatles. Só que “Let It Be” acabou virando o último disco. Após John, Paul, George e Ringo anunciarem a separação, o registro teve outro rumo: virou filme, lançado em maio de 1970 com destaque para as brigas e disputas internas que teriam levado ao fim da melhor banda de todos os tempos. Intrigado com as muitas horas registradas e que nunca tinham vindo a luz, o cineasta Peter Jackson (da trilogia “O Senhor dos Anéis”) pediu para vasculhar os arquivos e conseguiu permissão dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison, para recuperar o material num novo documentário. Só que ele encontrou mais de 56 horas de filmagens desconhecidas do público, que o cineasta decidiu transformar numa minissérie de três episódios, de modo a não não deixar nada importante de fora. O mais o curioso do projeto, como mostra a prévia, é que, ao contrário do filme visto em 1970, as imagens encontradas por Jackson não traz músicos amargos e envolvidos em discussões estéreis. Ao contrário, o registro tem contexto distinto, com os artistas no auge da criatividade, divertindo-se durante o trabalho em conjunto. Além das cenas de ensaios e gravações, a minissérie também inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, que marcou a última vez que os Beatles tocaram juntos. “The Beatles: Get Back” será disponibilizado ao longo de três dias, com cada capítulo chegando um dia após o outro, entre 25 e 27 de novembro na plataforma Disney+. "Let it be, let it be…" 🎵 Pode já ir aquecendo a voz que eles estão chegando.#TheBeatlesGetBack, uma Série Original. Estreia em 25, 26 e 27 de novembro. Só no #DisneyPlus. pic.twitter.com/GzLCGEpj4c — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) November 22, 2021

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  • Música,  Série

    Cena da minissérie dos Beatles mostra ensaio de “I Got a Feeling”

    13 de novembro de 2021 /

    A Disney divulgou uma cena legendada da série documental “The Beatles: Get Back”, que mostra um ensaio da música “I Got a Feeling” nos bastidores da gravação do álbum “Let It Be”. A filmagem original durou um mês e foi feita pelo diretor Michael Lindsay-Hogg de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969 para um especial de televisão focado na produção de um novo álbum dos Beatles. Só que “Let It Be” acabou virando o último disco. Após John, Paul, George e Ringo anunciarem a separação, o registro teve outro rumo: virou filme, lançado em maio de 1970, destacando as brigas e disputas internas que teriam levado ao fim da melhor banda de todos os tempos. Intrigado com as muitas horas registradas e que nunca tinham vindo a luz, o cineasta Peter Jackson (da trilogia “O Senhor dos Anéis”) teve aprovação para vasculhar os arquivos com apoio dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison. O que ele encontrou somam mais de 56 horas de filmagens desconhecidas do público, que o cineasta se propôs a editar e lançar num novo documentário. Durante as negociações com a Disney, a estrutura foi modificada para uma série de três episódios, de modo a não não deixar nada importante de fora. O mais o curioso do projeto, como mostra a prévia, é que, ao contrário do filme visto em 1970, as imagens encontradas por Jackson não mostram músicos amargos e envolvidos em discussões estéreis. Ao contrário, o registro tem contexto distinto, com os artistas no auge da criatividade, divertindo-se durante o trabalho em conjunto. Além das cenas de ensaios e gravações, a minissérie também inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, que marcou a última vez que os Beatles tocaram juntos. “The Beatles: Get Back” será disponibilizado ao longo de três dias, com cada capítulo chegando um dia após o outro, entre 25 e 27 de novembro na plataforma Disney+.

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  • Música,  Série

    Intimidade dos Beatles ganha nova luz em trailer com cenas nunca antes vistas

    13 de outubro de 2021 /

    A Disney+ divulgou o pôster e o trailer legendado da série documental “The Beatles: Get Back”. Com quase 4 minutos de duração, a prévia é repleta de cenas nunca vistas antes dos bastidores da gravação de “Let It Be” e deixa claro que se trata de conteúdo indispensável para qualquer um que se defina como fã dos Beatles. A filmagem original durou um mês e foi feita pelo diretor Michael Lindsay-Hogg de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969 para um especial de televisão focado na produção de um novo álbum dos Beatles. Só que “Let It Be” acabou virando o último disco. Após John, Paul, George e Ringo anunciarem a separação, o registro teve outro rumo: virou filme, lançado em maio de 1970, destacando as brigas e disputas internas que teriam levado ao fim da melhor banda de todos os tempos. Intrigado com as muitas horas registradas e que nunca tinham vindo a luz, o cineasta Peter Jackson (da trilogia “O Senhor dos Anéis”) teve aprovação para vasculhar os arquivos dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison. E encontrou 56 horas de filmagens desconhecidas do público, que ele se propôs a editar e lançar num novo documentário. Durante as negociações com a Disney, a estrutura foi modificada para uma série de três episódios, de modo a não não deixar nada importante de fora. O mais o curioso do projeto, como mostra a prévia, é que, ao contrário do visto em 1970, as imagens encontradas por Jackson não mostram músicos amargos e envolvidos em discussões estéreis. Ao contrário, o registro tem contexto distinto, com os artistas alegres, brincando e se divertindo durante o trabalho em conjunto, que inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, última vez que tocaram juntos. “Fiquei aliviado ao descobrir que a realidade é muito diferente do mito. Claro, há momentos de drama — mas nenhuma das discórdias com as quais esse projeto está associado há muito tempo. Observar John, Paul, George e Ringo trabalhando juntos, criando músicas agora clássicas a partir do zero, não é apenas fascinante — é engraçado e surpreendentemente íntimo”, contou o cineasta no comunicado sobre o projeto. “The Beatles: Get Back” será disponibilizado ao longo de três dias, com cada capítulo chegando um dia após o outro, entre 25 e 27 de novembro na plataforma da Disney.

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    Paul McCartney volta a ser jovem em clipe com Beck

    23 de julho de 2021 /

    Paul McCartney voltou a ser jovem (com a ajuda de efeitos especiais) no clipe de sua parceria com o cantor Beck. Em “Find My Way”, ele retorna a seus tempos de Beatlemania, dançando feliz e jovial de terninho mod em meio a corredores de um hotel antigo, literalmente “em busca de seu caminho” entre as várias portas da locação. Ao final do clipe, a boa forma com que o jovem de 79 anos trança pés é desmascarada. Literalmente. Ao abrir a última porta, ele tira a “mascara” digital e revela que na verdade era Beck fantasiado. A direção é de Andrew Donoho, responsável pelo EP visual “Dirty Computer”, de Janelle Monáe, com quatro clipes da cantora e muitos efeitos especiais. “Find My Way” faz parte do álbum “McCartney III: Imagined”, que traz covers e remixes das faixas do disco “McCartney III”, de dezembro passado. Além de Beck, o álbum conta com colaborações de St. Vincent, Blood Orange, Phoebe Bridgers e Damon Albarn (do Blur e Gorillaz). O lançamento em mídia física (também conhecida como CD) acontece nesta sexta (23/7).

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    Paul McCartney fala sobre sua carreira em trailer de série documental

    8 de julho de 2021 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer de “McCartney 3,2,1”, série documental em que Paul McCartney reflete sobre sua carreira. A prévia mostra o artista juntando-se ao produtor Rick Rubin (Beastie Boys, Red Hot Chili Peppers, Johnny Cash, etc) para fazer uma jornada pelos bastidores das gravações de seus maiores clássicos. O vídeo deixa claro que a série é sobre música, o que não impede McCartney de trazer à tona alguns detalhes de sua vida particular no momento das gravações. Serão ao todo seis episódios em que o músico e o produtor discutirão as canções de maior sucesso do ex-Beatle, desde seus dias ao lado do parceiro John Lennon, passando por sua segunda banda, Wings, até a carreira solo. Os comentários giram em torno de uma mesa de som, em que os tapes originais serão tocados, algumas vezes com acompanhamento musical de McCarney. O projeto marca a primeira vez que as fitas masters originais dos Beatles saíram dos estúdios de Abbey Road, na Inglaterra. Apesar de olhar para o passado, McCartney ainda continua aumentando sua discografia. No fim do ano passado, ele lançou um álbum novo, “McCartney III”, encerrando sua “trilogia do isolamento” iniciada há 50 anos.

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    Gerry Marsden (1942 – 2021)

    3 de janeiro de 2021 /

    Gerry Marsden, líder da banda Gerry and the Pacemakers, morreu neste domingo (3/1) aos 78 anos, após uma infecção em seu coração. O cantor e guitarrista formou Gerry and the Pacemakers em 1959 com seu irmão Fred, Les Chadwick e Arthur McMahon (que foi substituído por Les Maguire em 1961). Eles começaram antes dos Beatles na mesma cidade de Liverpool e chegaram a rivalizar com a banda de John, Paul, George e Pete (substituído por Ringo) no início de sua carreira, tocando nos mesmos lugares. Gerry and the Pacemakers também foram o segundo grupo a assinar com o empresário dos Beatles, Brian Epstein, que lhes conseguiu um contrato com a Columbia Records. Seu primeiro single foi “How Do You Do It?”, de março de 1963, que alcançou o 1º lugar nas paradas britânicas. A música tinha sido rejeitada pelos Beatles quando o produtor George Martin tentou persuadir o grupo a gravá-la como seu primeiro single. Em vez disso, os Beatles optaram por lançar a composição original, “Love Me Do”, de Lennon e McCartney. Mas Martin se vingou quando os Beatles gravaram uma segunda versão de “How Do You Do It?”, após o sucesso da gravação da banda de Marsden. Seus dois singles seguintes, “I Like It” e o cover de “You Never Walk Alone” de Rodgers e Hammerstein, também foram lançados em 1963 e alcançaram o topo das paradas. “You Never Walk Alone”, por sinal, logo se tornou o hino do Liverpool Football Club. Cinco meses após a estreia de “Os Reis do Iê-Iê-Iê” (A Hard Day’s Night), primeiro filme dos Beatles, Gerry and the Pacemakers também estrelaram sua própria produção cinematográfica. Lançado no Brasil como “Frenéticos do Rítmo”, o longa de 1964 se chamava originalmente “Ferry Cross the Mersey”, nome de um dos maiores sucessos do grupo, e acompanhava uma versão artística dos músicos reais. A banda, entretanto, acabou se separando em 1967 – três anos antes dos Beatles – , e Marsden acabou se afastando da música para se tornar uma personalidade da televisão. Ele chegou a participar da série infantil britânica “The Sooty Show” de 1968 a 1976. Marsden reformou os Pacemakers em 1972 e, ao longo dos anos, excursionou esporadicamente com diferentes formações da banda. Ele acabou se destacando em 1989 por seu envolvimento nas atividades beneficentes que se seguiram à “Tragédia de Hillsborough”, quando uma invasão em massa levou ao desabamento de parte do Estádio Hillsborough, em Sheffield (Inglaterra), durante o jogo entre Liverpool FC e Nottingham Forest, cujo saldo foram 96 torcedores do Liverpool pisoteados até a morte e outros 766 feridos. Foi o maior desastre de futebol do mundo. O artista organizou shows e regravou “You Never Walk Alone” para ajudar a comunidade de Liverpool e acabou reconhecido com a Ordem Mais Excelente do Império Britânico em 2003 por seus esforços de caridade. Após a confirmação de sua morte, o Liverpool Football Club prestou-lhe uma homenagem no Twitter, escrevendo: “É com grande tristeza que ouvimos sobre o falecimento de Gerry Marsden. As palavras de Gerry viverão para sempre conosco. Você nunca andará sozinho.” Relembre abaixo o trailer de “Frenéticos do Rítmo” e alguns dos hits de Gerry and the Pacemakers.

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