Remake de Cemitério Maldito ganha fotos e primeiro trailer legendado
A Paramount divulgou pôsteres, fotos e o trailer do remake de “Cemitério Maldito”, em versões dublada e legendada. E apesar de a história ser bastante conhecida, a prévia inclui novos elementos e clima tenso que valorizam a produção, mesmo que não haja muitas surpresas. “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão no campo. O local fica ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem, e próximo de um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Esta é a segunda história mais famosa a usar um cemitério indígena como fonte de terror sobrenatural. A mais famosa é, claro, “Poltergeist”, escrita por Steven Spielberg, que chegou aos cinemas um ano antes de Stephen King publicar a sua. O livro de 1983 teve sua primeira adaptação cinematográfica em 1989. Dirigido por Mary Lambert, também originou uma famosa música-tema da banda Ramones. O projeto de refilmagem era antigo, mas foi preciso o sucesso de outra adaptação de Stephen King, “It: A Coisa”, para sair do fim da fila de produções em desenvolvimento no estúdio. A nova adaptação foi escrita por David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção ficou a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), John Lithgow (“The Crown”), Amy Seimetz (“Alien: Covenant”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e o menino estreante Hugo Lavoie. A estreia está marcada para abril de 2019.
Bumblebee ganha fotos oficiais
A Paramount divulgou oito fotos oficiais de “Bumblebee”, que tinham sido anteriormente adiantas com logotipos de revistas. As imagens destacam o personagem do título e sua motorista, vivida por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 3”). O primeiro filme derivado da franquia “Transformers” é um prólogo, passado na Califórnia dos anos 1980, e traz Bumblebee como um fusca amarelo. Não por acaso, era assim que ele aparecia no desenho animado da época. A prévia revisita a premissa do primeiro “Transformers”, em que Shia LaBeouf descobria que seu carro era Bumblebee. Com mudança de sexo do protagonista, agora é Hailee Steinfeld quem se surpreende com o motor robótico de seu veículo. A ideia também remete ao clássico filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse” (1968). Mas não demora para essa fábula motorizada virar um típico “Transformers”, com as inevitáveis explosões, perseguições, lutas contra decepticons e a chegada de Optimus Prime. O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 – , que fará seu primeiro trabalho com atores reais. Já o elenco coadjuvante conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”), Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”) e Grace Dzienny (série “Zoo”). A estreia vai acontecer em 25 de dezembro no Brasil, quatro dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Bumblebee tenta sobreviver ao fim dos Transformers em novo trailer legendado
A Paramount divulgou o novo trailer de “Bumblebee”, em versões legendada e dublada. O primeiro filme derivado da franquia “Transformers”, que acompanha uma aventura solo do personagem-título, é um prólogo, passado na Califórnia dos anos 1980, e traz o robô-carro como um fusca amarelo. Não por acaso, era assim que ele aparecia no desenho animado da época. A prévia revisita a premissa do primeiro “Transformers”, em que Shia LaBeouf descobria que seu carro era Bumblebee. Com mudança de sexo do protagonista, agora é Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 3”) quem se surpreende com o motor robótico de seu veículo. A ideia também remete ao clássico filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse” (1968). Mas não demora para essa fábula motorizada virar um típico “Transformers”, com as inevitáveis explosões, perseguições, lutas contra decepticons e a chegada de Optimus Prime. Simbolicamente na trama, Bumblebee é o último autobot na Terra. O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 da categoria. A produção será seu primeiro trabalho com atores reais. Já o elenco coadjuvante conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”), Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”) e Grace Dzienny (série “Zoo”). A estreia vai acontecer em 25 de dezembro no Brasil, quatro dias após o lançamento nos Estados Unidos.
American Woman, estrelada por Alicia Silverstone, é cancelada no final da 1ª temporada
O canal pago americano Paramount cancelou a série “American Woman”, estrelada por Alicia Silverstone (a eterna Cher de “Patricinhas de Beverly Hills”) e Mena Suvari (a Heather de “American Pie”), ao final da 1ª temporada. O último episódio foi exibido em 23 de agosto e a série não conseguiu se destacar na imprensa nem obter público expressivo, vista em média por 364 mil telespectadores semanais. Passada nos anos 1970, “American Woman” tinha uma boa premissa, buscando explorar a revolução sexual e a segunda onda do feminismo, ao acompanhar a trajetória de Bonnie (a personagem de Silverstone), que após flagrar uma infidelidade do marido decide se separar. Divida entre a nova vida de solteira e a dificuldade para se sustentar, com duas filhas, ela encontra apoio em suas melhores amigas para alcançar sua independência, numa época marcada pelo machismo. Mena Suvari e Jennifer Bartels (da série “Broken”) vivem suas melhores amigas, Makenna James (série “Transparent”) e Lia McHugh (“Totem”) são as filhas, James Tupper (série “Big Little Lies”) é o ex-marido e Cheyenne Jackson (“American Horror Story”) um novo interesse romântico. Apesar do tema feminista, a série não refletia o empoderamento nos bastidores. “American Woman” era criação de um homem, John Riggi (roteirista de “The Comeback” e “30 Rock”). Ele chegou a ser substituído como showrunner antes da estreia. Mas por outro homem: John Wells (de “Shameless”).
Star Trek 4 fica em risco com ameaça de desistência de Chris Pine
A nave Enterprise está com problemas para voltar a sair da garagem espacial da Paramount. Após muita protelação, o estúdio finalmente decidiu dar sinal verde para a produção de “Star Trek 4”, mas a demora em tomar essa decisão fez com que a tripulação mudasse de ideia sobre embarcar na viagem. Chris Pine, que interpreta o Capitão Kirk, e Chris Hemsworth, que deveria voltar a interpretar seu pai na trama, após participar do reboot da franquia em 2009, não fecharam acordos para as filmagens, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. Os dois atores estavam em negociações avançadas, mas fontes da publicação afirmam que as conversas foram concluídas com ambos abandonando a franquia, após ouvirem que teriam que reduzir suas pretensões salariais. Pine e Hemsworth estrelam blockbusters de super-heróis da DC e da Marvel, e não estariam dispostos a ouvir falar em redução ou cortes de pagamentos, após se acostumarem a contratos de estrelas. Mas a Paramount argumenta que “Star Trek” não pode ser comparado a “Mulher-Maravilha” e “Vingadores”, e quer evitar encarecer o orçamento da produção com salários inflacionados. Alega que o último filme da franquia, “Star Trek: Sem Fronteiras”, deu prejuízo, ao fazer apenas US$ 343,4 milhões em todo o mundo, com um orçamento de US$ 190 milhões. Para completar o entrave, a Paramount ainda terá pela frente a negociação com outros membros do elenco – incluindo Zoe Saldana, Zachary Quinto, Karl Urban, Simon Pegg e John Cho. De acordo com o THR, as negociações não afetam os planos da Paramount e suas parceiras na produção, a Skydance e a Bad Robot, que tratam o projeto como prioridade e não pretendem adiar seu cronograma de filmagem. Mas isso não esclarece qual será o próximo passo para “Star Trek 4”. O filme pode trocar o elenco. Ou os atores podem retomar a discussão com novas propostas na mesa. “Star Trek 4” seria o primeiro filme da franquia dirigido por uma mulher, S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”).
2ª temporada de The Handmaid’s Tale ganha data de estreia no Brasil
O canal pago Paramount marcou a estreia da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale” no Brasil. Os novos episódios da série vencedora do Emmy e do Globo de Ouro 2018 estreiam no dia 2 de setembro, às 21h. Com 13 episódios, o novo ano da série dá continuidade à saga de June e mostra mais de Gilead, o país no qual os Estados Unidos se tornaram após a instauração de um regime fundamentalista que usa a Bíblia como base para retirar todos os direitos das mulheres e executar homossexuais. A trama foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Bruce Miller (da série “The 100”), tendo como base o livro homônimo de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”. Os novos episódios ultrapassam a história publicada e passam a explorar mais detalhes do futuro distópico, além de acompanhar a gravidez da protagonista, uma das últimas mulheres férteis, forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do país – o papel rendeu o Emmy de Melhor Atriz para Elizabeth Moss (da série “Mad Men”). A 2ª temporada foi disponibilizada nos Estados Unidos no serviço de streaming Hulu entre abril e julho. Apesar dessa distância para a exibição nacional, os cinco meses de espera já são bem menores do que a angústia originada pela espera de sua estreia. A 1ª temporada só chegou no Brasil dez meses após ir ao ar nos Estados Unidos, onde virou sensação quase instantânea e entrou no zeitgeist, inspirando manifestações reais em favor dos direitos das mulheres. Após “aias” de roupa vermelha aparecerem na Marcha das Mulheres na Califórnia e em Washington, recentemente o protesto chegou à Argentina, onde mulheres de robes vermelhos se manifestaram a favor da descriminalização do aborto no país. Em seu segundo ano, a série foi indicada a 20 categorias do Emmy 2018, incluindo, novamente, Melhor Série e Melhor Atriz em Série Dramática.
Trailer de documentário sobre Paul Walker traz depoimentos e imagens raras do ator com a família
A Paramount Network divulgou o trailer de “I Am Paul Walker”, documentário que celebra a vida e a carreira do astro da franquia “Velozes e Furiosos”, falecido em 2013. A prévia inclui vídeos de sua infância, declarações da família, amigos, colegas de elenco e diretores importantes em sua trajetória. E o retrato que emerge é de um homem que se importava mais com o surfe e com sua filha, Meadow, do que com a fama, com lembra o diretor Rob Cohen, do primeiro “Velozes e Furiosos” (2001). “Paul sempre dizia: ‘Eu quero trabalhar como um guarda florestal, ganhar o bastante para viver, e morar na selva'”, acrescenta o irmão Caleb, enquanto sua irmã Ashlie recorda os passeios de triciclo com o menino que morreria por seu amor pela velocidade. “Ele gostava de correr!”, ela revela. Paul Walker morreu em 2013, aos 40 anos, em um acidente de carro, enquanto estava de folga das filmagens de “Velozes e Furiosos 7”. A família do ator chegou a processar a Porsche, fabricante do veículo em que ele estava, mas a empresa foi inocentada. A produção faz parte de uma série de documentários sobre personalidades falecidas, todos produzidos por Derik Murray – como “I Am Bruce Lee” (2012), “I Am Steve McQueen” (2014), “I Am Chris Farley” (2015), “I Am JFK Jr.” (2016), etc. A direção é de Adrain Buitenhuis, que antes fez “I Am Heath Ledger” (2017), sobre o também ator Heath Ledger, que igualmente morreu no auge na fama. “I Am Paul Walker” estreia no dia 11 de agosto no canal pago americano, mas ainda não tem previsão para exibição no Brasil.
Yellowstone: Série estrelada por Kevin Costner estoura audiência e é renovada na metade da 1ª temporada
Fenômeno de audiência nos Estados Unidos, a série “Yellowstone” foi renovada para sua 2ª temporada após a exibição de seu quinto episódio, exatamente na metade de sua temporada inaugural. Primeira série de TV estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), a atração está atraindo uma uma média de 2,3 milhões de telespectadores ao vivo, por capítulo, para o canal pago Paramount, recém-lançado nos Estados Unidos. Mas esse número passa dos 5 milhões com reprises e gravações digitais. Por conta disso, “Yellowstone” se tornou a segunda série mais assistida da TV paga americana em 2018, perdendo apenas para “The Walking Dead”. Costner já tinha trabalhado numa minissérie antes, a premiada “Hatfields & McCoys” (2012), mas só agora fez sua estreia numa atração de longa duração. E o interesse do público está sendo impressionante. Já a crítica não se entusiasmou tanto. A atração atingiu 50% de aprovação, resultado medíocre, no site Rotten Tomatoes, e foi chamada por um crítico de “Dallas dos pobres”. Na verdade, parece ter havido frustração por conta da expectativa criada pelos envolvidos. Afinal, além da estreia de Costner, “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor no ano passado com “Terra Selvagem”, vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes escritos por Sheridan, também está no elenco da série. Os demais atores confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por desenvolvedores de terras, uma reserva indígena e um parque nacional. A trama acompanha sua família e mergulha num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. São, ao todo, dez episódios previstos para a 1ª temporada nos Estados Unidos, que tem previsão de encerramento em 22 de agosto Apesar do sucesso de público, a série permanece inédita no Brasil.
Animação “sem diretor” O Parque dos Sonhos ganha primeiro trailer dublado
A Paramount divulgou o primeiro trailer da animação “O Parque dos Sonhos” (Wonder Park), que conta a história de um parque de diversões onde a imaginação de June, uma menina de 12 anos, ganha vida. Escrito pela dupla Josh Appelbaum e André Nemec (de “As Tartarugas Ninja”), o longa curiosamente não teve o nome do diretor divulgado. Isto porque Dylan Brown, animador de “Os Incríveis” e diretor do curta “Festa-Sauro Rex” (da franquia “Toy Story”), foi dispensado da função após surgirem denúncias de comportamento inapropriado. David Feiss (das séries animadas “A Vaca e o Frango” e “Eu Sou o Máximo”) teria assumido a direção, mas o estúdio não fez anúncio oficial. E este não foi o único contratempo da produção, que trocou um dos dubladores, Jeffrey Tambor, após ele ser demitido da série “Transparent” sob acusações de assédio. As vozes remanescentes são dubladas em inglês por Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”), Matthew Broderick (o eterno Ferris Bueller de “Curtindo a Vida Adoidado”), Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe”), Kenan Thompson (da série “Kenan & Kel”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Norbert Leo Butz (série “Bloodline”), Ken Hudson Campbell (“Cruzeiro das Loucas”), o apresentador John Oliver e a menina Brianna Denski (“Desejo e Esperança”) como June. Mas a prévia é dublada em português. Mais que dublada, é “lida”, já que uma narração insistente repete exatamente as palavras escritas em português na tela. Vale comparar abaixo com a versão original, em inglês, onde o reforço redundante é dispensado – aparentemente, as crianças americanas sabem ler. A estreia está marcada para março de 2019 no Brasil, e logo em seguida o filme vai virar uma série no canal pago Nickelodeon.
Série Jack Ryan ganha trailer patriótico com discursos de presidentes americanos
A Amazon divulgou um trailer patriótico da série de ação e espionagem “Jack Ryan”, que mostra imagens da produção acompanhadas por discurso de três presidentes americanos bem diferentes – Bill Clinton, Donald Trump e John F. Kennedy – , para marcar o Dia da Independência dos Estados Unidos. A série traz o ator John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) no papel do famoso espião do título, já vivido no cinema por quatro atores diferentes (Alec Baldwin, Harrison Ford, Ben Affleck e Chris Pine). Mas apesar de o título completo da atração ser “Tom Clancy’s Jack Ryan”, a série não será uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem. A história é original e foi concebida pelo roteirista-produtor Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”) em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A trama acompanhará o começo da carreira de Ryan na CIA e já tem 2ª temporada garantida. A produção é da empresa Platinum Dunes, de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), que recentemente dirigiu Krasinski no thriller de ação militar “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”. Já a direção do piloto foi realizada pelo cineasta norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”), e os trailers exibidos confirmam que se trata de uma produção de visual cinematográfico. Além disso, a diretora mexicana Patricia Riggen (“Os 33”) assina mais três episódios. A 1ª temporada terá ao todo oito episódios com estreia prevista para 31 de agosto.
Série documental produzida por Jay-Z sobre a origem do movimento Black Lives Matter ganha trailer
O canal pago americano Paramount Network divulgou o trailer da série documental “Rest in Power: The Trayvon Martin Story”, produzida pelo rapper Jay-Z. A prévia destaca seu nome real em letras garrafais, Shawn Carter. A série mostra como a morte de Trayvon Martin deu origem a um movimento de revolta social. O jovem negro foi assassinado na Flórida, nos Estados Unidos, em 2012. E seu assassino, George Zimmerman, conseguiu ser absolvido de todas as acusações em um julgamento, alegando legítima defesa e usando uma lei obscura da constituição local. O ativismo em torno do caso acabou inspirando a criação do movimento Black Lives Matter, que tem reivindicado desde então uma ação mais enfática da Justiça em casos de pessoas negras executadas indiscriminadamente no território americano. Com roteiro e direção da dupla Jenner Furst e Julia Willoughby Nason (que também fizeram outra minissérie documental de temática racial, “TIME: The Kalief Browder Story”), “Rest in Power” contará a história em seis episódios e tem estreia marcada para 30 de julho nos EUA.
Jim Carrey negocia viver o vilão do filme com atores do game Sonic
O ator Jim Carrey está em negociação para se juntar ao elenco de “Sonic the Hedgehog”, primeiro filme do ouriço mais rápido do mundo dos games. Segundo a revista Variety, o ator vai viver o Dr. Eggman, o cientista maluco que é o grande inimigo do protagonista. Desenvolvido pela Paramount, o filme pretende capturar o tom irreverente do game, reunindo alguns dos personagens mais famosos da franquia de jogos da Sega, como o citado vilão Dr. Eggman. A ideia é criar um híbrido de animação e live-action, em que Sonic contracenaria com atores reais. Caso Carrey feche o acordo, ele se juntará a James Marsden (o Teddy da série “Westworld”) e Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), primeiros atores contratados no projeto, que não tiveram seus papéis revelados. A direção está a cargo de Jeff Fowler, que fará sua estreia em longas, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). Já a história foi concebida por Evan Susser e Van Robichaux (dupla da comédia “Te Pego na Saída”) e transformada em roteiro por Patrick Casey e Josh Miller, criadores da série animada “Golan the Insatiable”, voltada para o público adulto. Além desta turma, o filme contará com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. A estreia já está marcada no Brasil: para 14 novembro de 2019, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Yellowstone, primeira série de Kevin Costner, bate recorde de audiência nos Estados Unidos
O canal pago americano Paramount registrou recorde de audiência com a exibição de “Yellowstone”, primeira série estrelada pelo ator Kevin Costner (“Homem de Aço”). A atração foi vista por 2,8 milhões de espectadores no dia de estreia e este número ganhou mais 2 milhões de pessoas, atingindo 4,8 milhões com as reprises e gravações digitais nos primeiros três dias desde a exibição original. Esse resultado fez de “Yellowstone” a melhor estreia do Paramount Network, que foi lançado em janeiro no lugar do antigo canal Spike. Mas não ficou nisso. Trata-se, na verdade, da melhor estreia de uma série da TV por assinatura nos Estados Unidos desde o fenômeno “American Crime Story: The People vs O.J. Simpson” em 2016. Costner já tinha trabalhado numa minissérie antes, a premiada “Hatfields & McCoys” (2012), mas só agora fez sua estreia numa atração de longa duração. E o interesse do público foi impressionante. Já a crítica não se entusiasmou tanto. A atração atingiu 48% de aprovação, resultado medíocre, no site Rotten Tomatoes, e foi chamada por um crítico de “Dallas dos pobres”. Esperava-se mais pelos envolvidos. Afinal, além da estreia de Costner, “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor no ano passado com “Terra Selvagem”, vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes, também está no elenco da série. Os demais integrantes do elenco confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por desenvolvedores de terras, uma reserva indígena e um parque nacional. A trama acompanha sua família e mergulha num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. São, ao todo, dez episódios previstos para a 1ª temporada nos Estados Unidos.










