Continuação de Para Todos os Garotos que já Amei ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos da continuação de “Para Todos os Garotos que já Amei”, que também será estrelado por Lana Condor e Noah Centineo. Veja abaixo. “Para Todos os Garotos que Já Amei” foi originalmente produzido para o cinema pela Awesomeness, uma divisão da Paramount, que acabou vendendo seus direitos para a Netflix numa negociação envolvendo vários projetos. A história sobre a garota tímida que escreve cartas secretas para seus crushes sem intenção de enviá-las, e que é obrigada a lidar com a situação quando as cartas vão parar no correio, tornou-se um dos maiores sucessos da plataforma. No novo longa, Lara Jean (Condor) e Peter (Centineo) não fingem mais ser um casal, eles são um casal. Mas quando John Ambrose (Jordan Fisher), um outro recipiente de uma das cartas de Lara Jean, entra em sua vida novamente, ela precisa confiar nela mesma para enfrentar seu primeiro dilema real: será que ela pode amar dois garotos ao mesmo tempo? Intitulada “Para Todos os Garotos: P.S Eu Ainda Amo Você”, a sequência vai estrear no serviço de streaming no dia 12 de fevereiro de 2020. Entretanto, este não será o fim da história. A Netflix já confirmou a produção de um terceiro filme baseado nos livros de Janny Han – “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre, Lara Jean”, ainda sem previsão de lançamento, mas que já começou a ser rodado. Os três filmes vão contar toda a trilogia literária assinada por Jenny Han.
Power Rangers: Criador de The End of the F—ing World vai dirigir novo filme da franquia
A Paramount vai fazer um novo reboot de “Power Rangers” e negocia com Jonathan Entwistle, criador da série “The End of the F—ing World”, para dirigir a produção. Os Power Rangers foram apresentados ao público em 1993 numa série de TV, que originalmente usava imagens de um programa infantil japonês, adaptada com heróis americanos. Teve tanta audiência que até hoje continua sendo produzida, com troca de título a cada nova temporada, mantendo a premissa de jovens comuns que “morfam” (se transformam) em super-heróis coloridos para enfrentar invasores alienígenas. O sucesso, porém, não se estendeu aos cinemas. Quase ninguém lembra do primeiro filme, lançado em 1995. E, apesar de juntar um elenco talentoso (a “pantera” Naomi Scott, o “stranger things” Dacre Montgomery, etc), o reboot de 2017 foi um fracasso de bilheteria. Orçado em US$ 100 milhões, rendeu apenas US$ 142 milhões em todo o mundo. O buraco foi tão grande que o criador da franquia, Haim Saban, vendeu os direitos dos personagens para a Hasbro. A fabricante de brinquedos criou uma produtora de cinema e se associou a Paramount para realizar a nova adaptação, que pretende reiniciar a franquia mais uma vez, com roteiro de Patrick Burleigh (do vindouro “Pedro Coelho 2: O Fugitivo”). Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, a história envolveria viagem no tempo. Os Rangers voltariam aos anos 1990 e, como em “De Volta para o Futuro”, precisariam encontrar uma maneira de voltar ao presente. Podem nos chamar de cínicos, mas foi um filme de viagem no tempo, “Projeto Almanaque” (2015), que qualificou o cineasta indie Dean Israelite para dirigir o “Power Rangers” de 2017. Jonathan Entwistle também é uma opção curiosa, já que “The End of the F—ing World” e seu próximo programa na Netflix, “I’m Not Okay With This”, projetam um espírito de inconformismo e rebelião juvenil que é basicamente o extremo oposto do que se imagina para uma produção “careta” como “Power Rangers” e os filmes de brinquedos da Hasbro. Para completar, ele nunca dirigiu um longa-metragem.
Visual repaginado de Sonic estampa novo pôster do filme
A Paramount divulgou um novo pôster nacional de “Sonic – O Filme”, que destaca a repaginada sofrida pelo famoso ouriço. A imagem mais próxima do desenho clássico dos videogames é bem melhor que o visual anterior, deixando claro que a aparência do personagem-título faz muita diferença. O visual humanizado, com dentes e pernas muito longas com que o ouriço azul foi retratado no primeiro trailer (devidamente deletado pelo estúdio) sofreu grande rejeição do público – no Brasil, chegou a ser comparado à Carreta Furacão. Diante da repercussão negativa, o estúdio e o diretor Jeff Fowler decidiram interromper a pós-produção para que a equipe de efeitos mudasse o visual de Sonic. O resultado é um Sonic mais fofo, que mesmo mantendo o aspecto felpudo (como Pikachu em seu filme live-action) lembra mais o personagem dos games clássicos da Sega. Jeff Fowler faz sua estreia como diretor de longas à frente de “Sonic”, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). O filme também conta com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. O elenco inclui James Marsden (“Westworld”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”), Adam Pally (“The Mindy Project”), Ben Schwartz (“House of Lies”) como a voz em inglês de Sonic e Jim Carrey (“Sim Senhor”) como o vilão Dr. Ivo Robotnik (que foi rebatizado de Dr. Eggman nos games mais recentes), cientista maluco que é o grande inimigo de Sonic nos games. A estreia está marcada para 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Scorsese pede que assinantes da Netflix não vejam O Irlandês no celular
O diretor Martin Scorsese fez um apelo encarecido ao público interessado em ver seu novo filme, “O Irlandês”, que foi disponibilizado na sexta-feira (27/11) pela Netflix: “Não vejam em um celular”. “Eu sugeriria, se algum dia quiserem assistir algum filme meu, ou a maioria dos filmes, por favor, por favor, não vejam em um celular, por favor. Um iPad, um grande iPad, talvez”. A declaração foi feita durante entrevista ao crítico Peter Travers em seu programa do YouTube, “Popcorn With Peter Travers”, na qual o diretor insistiu que a melhor maneira de assistir a “O Irlandês” é nas telas do cinema. “Idealmente, eu gostaria que você fosse no cinema, assistisse do começo ao fim”, apontou. “Eu sei, é longo. Você precisa levantar, ir no banheiro, esse tipo de coisa. Eu entendo. Mas, até em casa, se você conseguir tirar uma noite, uma tarde, e não atender o seu telefone, não levantar muitas vezes, pode funcionar”. O Irlandês entrou em cartaz por um breve período e número limitado de salas de cinema antes de ser lançado na plataforma de streaming. A estratégia visou agradar a Scorsese, com quem a Netflix pretende desenvolver outros projetos, e cumprir uma regra da Academia para poder disputar o Oscar 2020. Devido aos efeitos especiais de rejuvenescimento de seu elenco, que inclui Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci, “O Irlandês” é o filme mais caro já feito por Scorsese, a um custo estimado de US$ 160 milhões. Devido a esse orçamento, nenhum estúdio tradicional de cinema se arriscou a produzi-lo. Assim, a Netflix, em busca de credibilidade, assumiu as despesas com o objetivo de trazer o celebrado diretor para o streaming.
O Irlandês: Vídeos de bastidores destacam efeitos, astros e a história do filme de Martin Scorsese
A Netflix divulgou três vídeos de bastidores de “O Irlandês”, de Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”). As prévias destacam a origem da produção, os efeitos utilizados para rejuvenescer o elenco, numa trama verídica que atravessa décadas, e a interpretação dos dois protagonistas, Robert De Niro e Al Pacino. “O Irlandês” conta com roteiro de Steve Zaillian, que adapta o livro de Charles Brandt “I Heard You Paint Houses”, sobre a vida de Frank “O Irlandês” Sheeran, o maior assassino da máfia americana. No filme, Sheeran (De Niro) conta o que sabe sobre todos os crimes que ele cometeu ou testemunhou enquanto trabalhava para a máfia. A trama mostra o envolvimento da máfia na política e no sindicalismo, e ainda aborda um dos grandes mistérios criminais dos Estados Unidos: que fim levou Jimmy Hoffa (interpretado por Pacino), líder sindicalista e do crime organizado, que sumiu inesperadamente e até hoje ninguém sabe como morreu. Robert De Niro e Scorsese não filmavam juntos há mais de duas décadas, desde “Cassino” (1995). O mesmo filme também marcou a última parceria do ator e do diretor com Joe Pesci, que foi convencido a abandonar a aposentadoria para também integrar a nova produção. O elenco ainda conta com Anna Paquin (“X-Men”), Jesse Plemons (“Fargo”), Harvey Keitel (“Cães de Aluguel”) e Bobby Cannavale (“Homem-Formiga”). Coberto de elogios – está com 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , o filme chegou em streaming nesta quarta-feira (27/11), após um curto período nos cinemas.
O Irlandês traz elenco sublime em obra-prima de Martin Scorsese
Cineastas católicos costumam lidar com a culpa de maneira muito intensa. Alfred Hitchcock, Abel Ferrara, Clint Eastwood, Robert Bresson, Éric Rohmer são alguns desses exemplos. Basta citar seus nomes para lembrar da temática da culpa em alguns de seus trabalhos mais marcantes. Mas Martin Scorsese, que vem tratando do peso dos atos de seus personagens, e possivelmente dele mesmo como espelho desses alter-egos, conseguiu chegar a um desses exemplares definitivos em que o remorso acompanha também o espectador, até pela duração e pelo andamento mais pausado – e de certa forma pesado – de “O Irlandês”. Se os filmes de máfia do diretor trazem momentos de euforia e alegria entre suas muitas mortes, Scorsese também sempre foi mestre em mostrar o fundo do poço, a descida aos infernos de seus personagens. Isso aconteceu em “Caminhos Perigosos” (1973), “Os Bons Companheiros” (1990), “Cassino” (1995) e até em “O Lobo de Wall Street” (2013), uma espécie de atualização do gênero. Porém, “O Irlandês” oferece algo de natureza distinta, feita com carta branca da Netflix, que investiu os US$ 159 milhões necessários para a realização deste projeto acalentado há mais de dez anos. O projeto nasceu quando Robert De Niro leu o livro de Charles Brandt, “I Heard You Paint Houses”, e ficou fascinado. Comentou com Scorsese, que percebeu o entusiasmo do amigo. Isso foi na época em que De Niro dirigiu “O Bom Pastor” (2006). Importante lembrar que Scorsese não se reunia com De Niro – e Joe Pesci – nas telas desde “Cassino” (1995). Qualquer reencontro seria cercado de expectativas. Ao incluir Al Pacino, então, a expectativa atingiu o infinito. O livro de Brandt, adaptado pelo roteirista Steve Zaillian (“A Lista de Schindler”, “O Gângster”), gira em torno de Frank Sheeran, um hitman da máfia que foi guarda-costas do líder sindical Jimmy Hoffa, e que conta sua própria versão dos fatos envolvendo a misteriosa morte do sindicalista, desaparecido em 30 de julho de 1975, e declarado morto 10 anos depois. É importante não saber detalhes dessa história – bem popular nos EUA, mas menos conhecida no Brasil – para não estragar as surpresas e principalmente o impacto que o filme provoca. A narrativa atravessa seis décadas e, para viver os personagens na fase mais jovem da vida, Scorsese recorreu a uma tecnologia de rejuvenescimento digital. A decisão encareceu bastante o projeto, mas decorreu da visão do diretor, que acreditava que colocar atores jovens para interpretar os mesmos papéis de De Niro e Pesci seria algo inconcebível, ainda mais que eles viveram na época retratada e conheciam bem demais os nuances da trama, algo importantíssimo para o filme. Scorsese também considerou que utilizar próteses e maquiagem serviria mais para situações de envelhecimento e não ao contrário – o próprio De Niro fez isso em “Era uma Vez na América” (1984), de Sergio Leone, quando teve que envelhecer na base da maquiagem. O resultado do processo digital na tela é o mais bem-sucedido uso dessa tecnologia, embora seja possível notar que os corpos não acompanham a aparência jovial dos personagens – continuam se movimentando como homens septuagenários. No entanto, uma vez que se embarca na história, é fácil ficar não apenas envolvido, mas também muito impressionado com a interpretação das versões mais jovens de De Niro, Pesci e Pacino. Especialmente De Niro e Pesci, sublimes. E pensar que Pesci já estava aposentado e só aceitou voltar a atuar após muita insistência de Scorsese e De Niro… De forma interessante, ele tem um papel bastante distinto de suas parcerias anteriores com Scorsese, geralmente muito elétricas. Em “O Irlandês”, o ator vive um chefão da máfia gentil, doce até. E com uma fala mansa e pacificadora, mesmo quando precisa lidar com situações em que assassinatos são detalhes corriqueiros. Scorsese também elencou atores do porte de Harvey Keitel e Bobby Cannavale e se dá ao luxo de utilizá-los muito pouco. O mesmo poderia ser dito de Anna Paquin, que vive um das filhas de Frank Sheeran, mas sua interpretação, com uma ausência de falas bem explícita, é compensada com o olhar de confronto que ela trava com o pai. Aquilo é forte o suficiente para magoar o coração de um homem velho cheio de remorsos. Um peso que o personagem leva como uma cruz. Velhinho, ele precisa de muletas, cai em uma cena. O filme mostra sua decadência física, seu desaparecimento. Como se ele precisasse daquela trajetória toda para que compensasse, de algum modo, o mal que fez no passado. Do ponto de vista temático, “O Irlandês” ainda coincide com outra reflexão cinematográfica recente sobre a velhice, “Dor e Glória”, de Pedro Amodóvar. Ambos os filmes são trabalhos que lidam com o processamento da dor, com os arrependimentos, com as mudanças provocadas pelo tempo no modo de ver a vida. Saímos deles diferentes de quando entramos. E não apenas por termos acabado de ver uma obra-prima.
Tim Miller nunca mais trabalhará com James Cameron após Exterminador do Futuro: Destino Sombrio
O diretor Tim Miller (“Deadpool”) não encarou bem o fracasso de bilheteria de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Ainda que o longa tenha agradado parte da crítica, Miller acredita que faria um filme melhor sem as interferências de James Cameron (“Avatar”), que criou a franquia e atuou como produtor no longa mais recente. Por conta disso, afirmou que não pretende trabalhar nunca mais com Cameron, retirando-se de qualquer continuação que o filme possa ter. Em entrevista ao podcast “The Business”, da rádio KCRW, da Califórnia, Miller explicou que não é nada pessoal, “é mais que eu simplesmente não quero estar em uma situação novamente em que não tenha o controle para fazer o que acho que é o mais correto”. “Jim e David Ellison são produtores e tecnicamente possuem o direito à edição final. Mas meu nome ainda fica no filme como diretor. Mesmo que eu perca a luta… eu ainda sinto a obrigação de lutar pelo que eu acredito, lutar pelo filme”, continuou. “Teve muitas coisas que eu fui obrigado a cortar, porque Jim achou que precisava cortar, e cenas que nós filmamos e que geraram desentendimentos. James vetou falas que eram poéticas e bonitas. Eu lutava por essas falas, pois eram importantes para mim”, acrescentou. Ainda em cartaz nos cinemas, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” fez apenas US$ 235 milhões mundiais em três semanas, que nem chegam perto de cobrir seu custo estimado entre $185 e $196 milhões de produção, sem incluir P&A (gastos de cópias e publicidade). Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger.
Sem Remorso: Michael B. Jordan revela primeiro teaser do thriller de ação
O ator Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) publicou em seu Instagram o primeiro teaser do filme “Sem Remorso” (Without Remorse), adaptação do livro de Tom Clancy focado no personagem John Clark. No vídeo, o ator aparece vestido como soldado e tem imagens de confrontos projetadas em seu rosto. A trama é baseada no livro homônimo, publicado em 1993, que conta uma história de vingança e como o ex-Navy SEAL John Kelly mudou de identidade e se tornou tão letal. “Sem Remorso” será o primeiro filme a abordar a origem do personagem, que apareceu em 17 livros de Clancy, primeiro como coadjuvante das aventuras de Jack Ryan, antes de passar a protagonizar suas próprias histórias. Por conta disso, ele já ganhou vida no cinema: foi interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber em dois filmes de Ryan, respectivamente “Perigo Real e Imediato” (1994) e “A Soma de Todos os Medos” (2002). O filme tem roteiro de Taylor Sheridan e direção de Stefano Sollima, que antes trabalharam juntos em “Sicario 2: Dia do Soldado”. O elenco ainda inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), Cam Gigandet (“Sete Homens e um Destino”), Jodie Turner-Smith (“The Last Ship”), Brett Gelman (“Stranger Things”), Luke Mitchell (“Agents of SHIELD”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”) e Jack Kesy (“The Strain”). A estreia está marcada para 17 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram #WithoutRemorse 2020 Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan) em 20 de Nov, 2019 às 12:56 PST
Criador de Fargo e Legion vai dirigir próximo filme de Star Trek
A Paramount encomendou uma nova jornada cinematográfica para a franquia “Star Trek”. Noah Hawley, que é mais conhecido por seu trabalho como roteirista televisivo, fechou contrato para dirigir o próximo filme da saga cinquentenária. O filme encomendado ao criador das séries “Fargo” e “Legion” não tem relação com outro projeto da franquia, encabeçado por Quentin Tarantino, que faz parte de outras conversas – e só depende da vontade do diretor para acontecer. Na verdade, o novo longa corresponde à continuação de “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016), que foi abandonada após uma crise criativa e financeira. O estúdio estava desenvolvendo um filme de viagem no tempo que juntaria Chris Pine (o Capitão Kirk) e Chris Hemsworth (que viveu o pai de Kirk no reboot de 2009), mas as negociações com os atores para este projeto foram abandonadas em 2018, após não haver consenso financeiro. Todo o elenco dos três filmes anteriores já está com contratos vencidos, o que neste momento faria a Paramount ter que passar por nova rodada intensa de negociações. Mas o filme de Hawley também pode relançar a franquia com novos atores, considerando que a produção já não poderá contar com Anton Yelchin, falecido em 2016. Hawley recentemente estreou como diretor de cinema, abordando justamente viagens espaciais, mas numa história baseada em fatos reais – o drama “Lucy in the Sky”, estrelado por Natalie Portman, que estreou no mês passado nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil. A produção do novo “Star Trek” vai incluir a Bad Robot, produtora do cineasta J.J. Abrams, que dirigiu os dois primeiros longas da encarnação atual da franquia.
Atriz de Guardiões da Galáxia entra na franquia Missão: Impossível
A atriz canadense Pom Klementieff, que ficou conhecida ao interpretar a heroína Mantis em “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, entrou no elenco do próximo filme da franquia “Missão: Impossível”. A novidade foi anunciada pelo diretor e roteirista Christopher McQuarrie no Twitter. “Como se soletra femme fatale?”, ele escreveu ao lado de uma foto da atriz. E ela respondeu dizendo que aceitava a missão. Ou melhor, a “travessura”. Veja abaixo. Em sua publicação, McQuarrie usou a hastagh #MI78, sugerindo que a atriz fará parte dos dois próximos filmes da franquia, “Missão: Impossível 7” e “Missão: Impossível 8”, que ainda não têm títulos oficiais. Ela vai se juntar à inglesa Hayley Atwell (a Agente Carter da Marvel), primeiro nome confirmado na produção após o anúncio de que Tom Cruise estrelaria mais dois filmes como Ethan Hunt, com estreias previstas para 2021 e 2022. Os dois novos longas também devem trazer outros integrantes recorrentes da franquia, como Simon Pegg e Rebecca Ferguson. Elogiadíssimo pela crítica internacional, o sexto “Missão: Impossível” foi considerado o Melhor Filme de Ação de 2018 na premiação do Critics Choice Awards. .@PomKlementieff, How do you spell femme fatale? #MI78 pic.twitter.com/OYnPYxGOZM — Christopher McQuarrie (@chrismcquarrie) November 19, 2019 Mischief: Accepted https://t.co/faRvtIL0QQ — Pom Klementieff (@PomKlementieff) November 19, 2019
O Irlandês: Novo trailer destaca os elogios da crítica ao novo filme de Martin Scorsese
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “O Irlandês”, de Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”). A prévia destaca os elogios da crítica à produção e especialmente ao elenco veterano, encabeçado por Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci, rejuvenescidos digitalmente para contar uma trama que atravessa décadas. O filme conta com roteiro de Steve Zaillian, que adapta o livro de Charles Brandt “I Heard You Paint Houses”, sobre a vida de Frank “O Irlandês” Sheeran, o maior assassino da máfia americana. A prévia começa com agentes federais pedindo a Sheeran (De Niro) contar o que sabe sobre todos os crimes que ele cometeu ou testemunhou enquanto trabalhava para a máfia. A trama mostra o envolvimento da máfia na política e no sindicalismo, e ainda aborda um dos grandes mistérios criminais dos Estados Unidos: que fim levou Jimmy Hoffa (interpretado por Pacino), líder sindicalista e do crime organizado, que sumiu inesperadamente e até hoje ninguém sabe como morreu. Robert De Niro e Scorsese não filmavam juntos há mais de duas décadas, desde “Cassino” (1995). O mesmo filme também marcou a última parceria do ator e do diretor com Joe Pesci, que foi convencido a abandonar a aposentadoria para estrelar a nova produção. O elenco ainda conta com Anna Paquin (“X-Men”), Jesse Plemons (“Fargo”), Harvey Keitel (“Cães de Aluguel”) e Bobby Cannavale (“Homem-Formiga”). A première mundial aconteceu no Festival de Nova York, quando o longa foi coberto de elogios – está com 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O filme teve lançamento limitado nos cinemas em 14 de novembro e chega ao streaming na próxima semana, no dia 27 de novembro.
Netflix vai produzir Um Tira da Pesada 4 com Eddie Murphy
A Netflix fechou contrato com a Paramount para produzir o quarto filme da franquia “Um Tira da Pesada” (Beverly Hills Cop), que contará com a volta de Eddie Murphy ao papel do detetive policial Axel Foley. O projeto faz parte de um acordo firmado entre a plataforma e o estúdio, que prevê vários lançamentos. O conglomerado ViacomCBS, dono da Paramount, viu uma oportunidade de negócios com a Netflix, diante da saída da Disney e da Warner do catálogo do serviço. Em vez de seguir o modelo dos rivais e concentrar seus produtos numa plataforma própria de streaming, preferiu se tornar um fornecedor de conteúdo. O estúdio tinha tentado, anteriormente, lançar uma série baseada na franquia, mas o piloto foi rejeitado pela rede CBS. Diante do revés, começou a pensar novamente em retomar “Um Tira da Pesada” no cinema, e até chegou a contratar uma dupla de diretores belgas, Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Black”), para comandar a nova sequência em 2016. Na época, o roteiro era de Josh Appelbaum e Andre Nemec (ambos de “As Tartarugas Ninja”). Mas o projeto nunca saiu da fase de pré-produção. A popularidade da franquia chamou atenção da Netflix, que resolveu investir em seu resgate. “Um Tira da Pesada 4” vai retomar a história interrompida há 25 anos. Os três primeiros filmes foram lançados em 1984, 1987 e 1994, respectivamente, e faturaram um total de US$ 735,5 milhões em todo o mundo. A produção continuará a cargo de Jerry Bruckheimer, responsável pela trilogia original. Atualmente, Eddie Murphy trabalha em outra sequência de filme dos anos 1980, “Um Príncipe em Nova York 2”, que vai estrear em dezembro de 2020. Já “Um Tira da Pesada 4” não tem previsão de lançamento.
Trailer do novo filme de Bob Esponja revela participação de Keanu Reeves
A Paramount mais um pôster internacional e o trailer dublado em português do novo longa animado de Bob Esponja. E a principal novidade da prévia é a participação de Keanu Reeves (“John Wick”) como um sábio que Bob e Patrick encontram em sua nova aventura. Intitulado “Bob Esponja: O Incrível Resgate”, o filme acompanha os dois amigos numa jornada para encontrar Gary, o caracol de estimação de Bob, que está desaparecido. Com direção de Tim Hill (“Alvin e os Esquilos”), a animação vai estrear em 11 de junho no Brasil, três semanas depois do lançamento nos Estados Unidos. Veja abaixo o trailer dublado em português e o original em inglês.










