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  • Filme

    Calmaria: Anne Hathaway convence Matthew McConaughey a matar seu marido em trailer de suspense

    20 de novembro de 2018 /

    A Aviron Pictures divulgou o pôster e o segundo trailer do suspense “Calmaria” (Serenity), estrelado por Matthew McConaughey (“Clube de Compra Dallas”) e Anne Hathaway (“Oito Mulheres e um Segredo”. O filme marca a segunda parceria do casal de atores, que rumaram juntos para o espaço na sci-fi “Interestelar” há quatro anos. A prévia revela um enredo típico de filme noir. Hathaway é uma mulher fatal que convence o capitão de barco vivido por McConaughey a matar seu marido abusivo, interpretado por Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), aproveitando um passeio de pesca em alto-mar. O filme tem roteiro e direção de Steven Knight (criador da série “Peaky Blinders” e roteirista de “Senhores do Crime”), e ainda inclui em seu elenco Diane Lane (“Batman vs. Superman”), Djimon Hounsou (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Jeremy Strong (série “Succession”) A estreia está marcada para 25 de janeiro nos Estados Unidos, quase três meses antes do lançamento no Brasil, agendado apenas para 4 de abril.

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  • Série

    Amazon renova Bosch por mais um ano, antes da estreia da 5ª temporada

    15 de novembro de 2018 /

    A Amazon renovou a série “Bosch” para sua 6ª temporada vários meses antes da estreia de seu quinto ano no serviço de streaming. “’Bosch’ é favorita da crítica e dos assinantes do Prime Video, que são fãs desta série de histórias fortes, personagens complexos e interpretações excepcionais”, disse a Amazon no comunicado que informou a renovação. Com a renovação antecipada, “Bosch” se tornou a série mais duradoura do Amazon Prime Video. Embora não divulgue dados, assim como o Netflix, a Amazon afirma que a atração representa uma de suas maiores audiências, ao lado de “The Man in the High Castle”. A série foi desenvolvida por Eric Overmyer (criador de “Treme”) e é baseada nos livros de Michael Connelly, que desde 1992 já venderam quase 50 milhões de exemplares em todo o mundo. Estrelada por Titus Welliver (de “Lost”), “Bosch” acompanha o personagem-título, um detetive policial, em tramas inspiradas pelo clima clássico do cinema noir. Em suas quatro primeiras temporadas, ele já investigou o assassinato de um produtor de Hollywood que lavava dinheiro para a máfia, perseguiu um serial killer, virou o principal suspeito de um crime e precisou resolver o assassinato de um advogado que defendia vítimas negras de brutalidade policial. Além de Titus Welliver, o elenco inclui Lance Reddick (também de “Lost” e “Fringe”), Jamie Hector (série “The Wire”) e Amy Aquino (série “Being Human”). A 5ª temporada ainda não tem data de estreia definida, mas é esperada para 2019 ao streaming.

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  • Filme

    Chris Hemsworth, Dakota Johnson e outros suspeitos passam a noite juntos em trailer de comédia noir

    1 de setembro de 2018 /

    A Fox divulgou duas coleções de pôsteres e um novo trailer de “Maus Momentos no Hotel Royale” (Bad Times at El Royale), comédia noir estrelada por Jeff Bridges (“A Qualquer Custo”), Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”), Chris Hemsworth (“Thor: Ragnarok”) e Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”). A trama gira em torno de um hotel retrô pouco recomendável na fronteira da Califórnia com Nevada, onde um grupo de hóspedes suspeitos cruza suas jornadas, passando uma noite juntos. Nem todos são quem afirmam ser, conforme revelam confissões, paredes falsas para a espreita de voyeurs e tiros de traição à queima-roupa. Além dos citados, o elenco ainda inclui Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Cynthia Erivo (do vindouro “Widows”), Lewis Pullman (“Os Estranhos: Caçada Noturna”), Nick Offerman (série “Parks and Recreation”) e Manny Jacinto (série “The Good Place”). O filme tem roteiro e direção de Drew Goddard, que apesar de só ter dirigido o cultuado “A Cabana Maldita”, escreveu um punhado de sucessos, como “Cloverfield”, “Guerra Mundial Z” e “Perdido em Marte”, pelo qual foi indicado ao Oscar. A estreia está marcada para 25 de outubro no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Anne Hathaway convence Matthew McConaughey a matar seu marido no trailer legendado de Calmaria

    15 de agosto de 2018 /

    A Diamond Films divulgou o trailer oficial legendado de “Calmaria” (Serenity), estrelado por Matthew McConaughey (“Clube de Compra Dallas”) e Anne Hathaway (“Oito Mulheres e um Segredo” – dois meses após sua disponibilização nos Estados Unidos. O filme marca a segunda parceria do casal de atores, que rumaram juntos para o espaço na sci-fi “Interestelar” há quatro anos. A prévia revela um enredo típico de filme noir. Hathaway é uma mulher fatal que convence o capitão de barco vivido por McConaughey a matar seu marido abusivo, interpretado por Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), aproveitando um passeio de pesca em alto-mar. O filme tem roteiro e direção de Steven Knight (criador da série “Peaky Blinders” e roteirista de “Senhores do Crime”), e ainda inclui em seu elenco Diane Lane (“Batman vs. Superman”), Djimon Hounsou (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Jeremy Strong (série “Succession”) A estreia está marcada para 11 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    I Am the Night: Série que reúne ator e diretora de Mulher-Maravilha ganha primeiro trailer tenso

    2 de julho de 2018 /

    O canal pago TNT divulgou o primeiro trailer de “I Am the Night”, série que volta a reunir a diretora Patty Jenkins e o ator Chris Pine após o sucesso de “Mulher-Maravilha. A prévia enfatiza o suspense da trama para criar um clima bastante tenso. A série é baseada numa história real, registrada na autobiografia “One Day She’ll Darken” de Fauna Hodel. Ela nasceu em 1951, filha de uma família proeminente da Califórnia, mas foi dada em adoção para uma jovem negra que trabalhava como atendente de banheiro em um cassino de Nevada. Fauna cresceu acreditando que era mestiça, encontrando preconceito tanto de negros quanto de brancos. Mas anos mais tarde encontrou sua mãe biológica, descobrindo que tinha uma ligação familiar com o principal suspeito de ser o famoso serial killer do caso da Dália Negra. Pine vive o protagonista Jay Singletary, um ex-marine que virou repórter, e encontra na história de Hodel uma forma de recuperar a carreira, após cair em desgraça. Desvendar os segredos por trás do nascimento da mulher pode ser a oportunidade que ele sempre esperou para ganhar reconhecimento, mas o enigma de Hodel também o levará aonde ele não espera: a um labirinto de maldade que irá desestabilizá-lo. A atriz India Eisley (“Anjos da Noite: O Despertar”) vive Hodel e o elenco também conta com outra intérprete do filme da Mulher-Maravilha, a atriz Connie Nielsen como a mãe biológica da jovem, uma linda socialite que viu sua família perder tudo e guarda terríveis segredos. A adaptação foi escrita por Sam Sheridan, que é casado com Jenkins. Ele é um lutador famoso de Muay Thai, que participou do filme “Guerreiro” e teve sua vida narrada no documentário “Thai Boxing: A Fighting Chance”, do National Geographic. Também escreveu livros sobre a luta e trabalha como roteirista na série “SEAL Team”. Jenkins assina a direção dos dois primeiros episódios e compartilha créditos de produção com Sheridan e Pine, além de Michael Sugar (produtor da série “13 Reasons Why”). A estreia é esperada para janeiro.

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  • Filme

    Anne Hathaway convence Matthew McConaughey a matar seu marido no trailer de Serenity

    7 de junho de 2018 /

    A Aviron Pictures divulgou quatro fotos e o primeiro trailer de “Serenity”, estrelado por Matthew McConaughey (“Clube de Compra Dallas”) e Anne Hathaway (“Oito Mulheres e um Segredo”. O filme marca a segunda parceria do casal de atores, que rumaram juntos para o espaço na sci-fi “Interestelar” há quatro anos. A prévia revela um enredo típico de filme noir. Hathaway é uma mulher fatal que convence o capitão de barco vivido por McConaughey a matar seu marido abusivo, interpretado por Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), aproveitando um passeio de pesca em alto-mar. O filme tem roteiro e direção de Steven Knight (criador da série “Peaky Blinders” e roteirista de “Senhores do Crime”), e ainda inclui em seu elenco Diane Lane (“Batman vs. Superman”), Djimon Hounsou (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Jeremy Strong (série “Succession”) A estreia está marcada para 11 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Ator de Sense8 vai estrelar piloto baseado no filme Los Angeles: Cidade Proibida

    22 de fevereiro de 2018 /

    Brian J. Smith, intérprete do policial Will Gorski na série “Sense8”, definiu seu próximo projeto. Ele fechou contrato para estrelar o piloto da série “L.A. Confidential”, baseada no filme “Los Angeles: Cidade Proibida”. Ele foi escalado para dar vida a Ed Exley, que no filme de 1997 foi interpretado por Guy Pearce. O ator se junta a Walton Goggins (da série “Justified”), anteriormente anunciado como Jack Vincennes, papel de Kevin Spacey no cinema. O filme, assim como o livro homônimo de James Ellroy, girava em torno das investigações de três detetives da polícia, um certinho, um brutal e um fanfarrão, que, a partir do assassinato de prostitutas, desvendam uma teia de corrupção que ia dos subterrâneos de Hollywood à chefia da polícia. No cinema, os policiais foram vividos, respectivamente, por Pearce, Russell Crowe e Spacey. A adaptação está sendo desenvolvida pelo roteirista Jordan Harper (da série “Gotham”, que também tem influência noir) e vai contar uma trama ligeiramente diferente. O ponto em comum será a ambientação na Los Angeles dos anos 1950. O piloto também acompanhará as investigações de três detetives de homicídios, mas promoverá uma mudança no sexo do repórter de fofocas vivido por Danny DeVito, além da inclusão de uma atriz de Hollywood na história. A produção está a cargo de Arnon Milchan, que produziu o filme original, além de diversos outros longas premiados com o Oscar, como “Birdman”, “O Regresso” e “A Grande Aposta”. Já o trabalho de showrunner será desempenhado por Harper em parceria com Anna Fricke (série “Being Human”). É interessante observar que o projeto não será a primeira tentativa de transformar esta história numa série. Logo após o sucesso do filme dirigido por Curtis Hanson, um piloto estrelado por Kiefer Sutherland (hoje na série “Designated Survivor”) e Eric Roberts (atualmente fazendo mais de 12 filmes B por ano) foi produzido, mas acabou não sendo aprovado. E, em 2013, o próprio escritor James Ellroy tentou emplacar uma série que mostraria nova investigação dos policiais sobreviventes, mas na ocasião nenhum canal demonstrou interesse. O piloto precisará ser aprovado pelos executivos da rede CBS para virar série.

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  • Filme

    Walton Goggins terá o papel de Kevin Spacey na série baseada no filme Los Angeles: Cidade Proibida

    21 de fevereiro de 2018 /

    Um dos intérpretes de vilões favoritos de Hollywood, o ator Walton Goggins (das séries “Justified” e “The Shield”), vai estrelar o piloto da série “L.A. Confidential”, baseada no filme “Los Angeles: Cidade Proibida”. Ele foi escalado para dar vida a Jack Vincennes, que no filme de 1997 foi interpretado por Kevin Spacey. O filme, assim como o livro de James Ellroy, girava em torno das investigações de três detetives da polícia, um certinho, um brutal e um fanfarrão, que, a partir do assassinato de prostitutas, desvendam uma teia de corrupção que ia dos subterrâneos de Hollywood à chefia da polícia. No cinema, os policiais foram vividos, respectivamente, por Guy Pearce, Russell Crowe e Spacey. A adaptação está sendo desenvolvida pelo roteirista Jordan Harper (da série “Gotham”, que também tem influência noir) e vai contar uma trama ligeiramente diferente. O ponto em comum será a ambientação na Los Angeles dos anos 1950. O piloto também acompanhará as investigações de três detetives de homicídios, mas promoverá uma mudança no sexo do repórter de fofocas vivido por Danny DeVito, além da inclusão de uma atriz de Hollywood na história. A produção está a cargo de Arnon Milchan, que produziu o filme original, além de diversos outros longas premiados com o Oscar, como “Birdman”, “O Regresso” e “A Grande Aposta”. Mas o papel de showrunner será desempenhado por Harper em parceria com Anna Fricke (série “Being Human”). É interessante observar que o projeto não será a primeira tentativa de transformar esta história numa série. Logo após o sucesso do filme dirigido por Curtis Hanson, um piloto estrelado por Kiefer Sutherland (hoje na série “Designated Survivor”) e Eric Roberts (atualmente fazendo mais de 12 filmes B por ano) foi produzido, mas acabou não sendo aprovado. E, em 2013, o próprio escritor James Ellroy tentou emplacar uma série que mostraria nova investigação dos policiais sobreviventes, mas na ocasião nenhum canal demonstrou interesse. O piloto precisará ser aprovado pelos executivos da rede CBS para virar série. Enquanto isso, Goggins continuará mostrando vilanias no cinema. Ele enfrentará Lara Croft no reboot “Tomb Raider” e Homem-Formiga e a Vespa no filme dos super-heróis da Marvel, com estreias previstas já para março e julho, respectivamente.

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  • Série

    Bosch ganha trailer da 4ª temporada e é renovada para o quinto ano

    13 de fevereiro de 2018 /

    A Amazon divulgou o trailer da 4ª temporada de “Bosch” e anunciou que a série estrelada por Titus Welliver (de “Lost”) foi renovada para seu quinto ano de produção – dois meses antes da estreia de seu próximo arco. Focada no policial que lhe dá título e inspirado em clássicos do cinema noir, a série já mostrou o protagonista investigando o assassinato de um produtor de Hollywood que lavava dinheiro para a máfia, perseguindo um serial killer e como o principal suspeito de um crime. Agora, ele é encarregado de investigar o assassinato de um advogado que defendia vítimas negras de brutalidade policial. Embora não divulgue dados, como o Netflix, a Amazon afirma que “Bosch” representa uma de suas maiores audiências, ocupando o 2º lugar entre as séries mais vistas de sua plataforma digital, atrás apenas de “The Man in the High Castle”. “Como a série mais longeva da Amazon Prime Video, ‘Bosch’ é o marco da nossa programação de ficção, e os assinantes Prime constantemente clamam por mais”, disse Sharon Tal Yguado, chefe de Series do Amazon Studios. “Estamos ansiosos para dar-lhes outra temporada com Harry Bosch”. A série foi desenvolvida por Eric Overmyer (criador de “Treme”) e é baseada nos livros de Michael Connelly, que desde 1992 já venderam quase 50 milhões de exemplares em todo o mundo. Além de Titus Welliver, o elenco inclui Lance Reddick (também de “Lost” e “Fringe”), Jamie Hector (série “The Wire”) e Amy Aquino (série “Being Human”). A 4ª temporada de Bosch será disponibilizada no dia 13 de abril na plataforma de streaming. A 5ª deve chegar na mesma época em 2019.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Dorothy Malone (1925 – 2018)

    20 de janeiro de 2018 /

    A atriz americana Dorothy Malone, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme “Palavras ao Vento” (1956), morreu na manhã de sexta-feira (19/1) aos 92 anos, por causas naturais. Malone iniciou a sua carreira artística nos anos 1940, estrelando dezenas de westerns e filmes noir, venceu o Oscar quase duas décadas depois e atingiu o pico de sua fama nos anos 1960, graças a seu trabalho na série “Caldeira do Diabo” (Peyton Place), exibida entre 1964 e 1969. Dorothy Eloise Maloney nasceu em Chicago em 30 de janeiro de 1925 e teve seu encontro com o destino enquanto estudava na faculdade para virar enfermeira. Sua beleza chamou atenção de um olheiro de Hollywood, que a levou a assinar um contrato com o estúdio RKO Radio Pictures aos 18 anos de idade. Ela figurou em inúmeras produções dos anos 1940, mas foi só quando se acertou com a Warner e encurtou o nome para Malone que sua carreira desabrochou. Howard Hawks ficou impressionado quando ela apareceu entre os figurantes do estúdio. Em 1946, a escalou em “A Beira do Abismo” (The Big Sleep), um dos maiores clássicos do cinema noir. Era um pequena participação, em que ela aparecia diante de Humphrey Bogart para fechar uma livraria e dizer uma única frase. Mais tarde, o diretor revelou que incluiu a sequência no filme “só porque a menina era muito bonita”. Em pouco tempo, seus diálogos aumentaram, num crescimento que envolveu filmes de verdadeiros gênios de Hollywood, como “Canção Inesquecível” (1946), de Michael Curtiz, “Ninho de Abutres” (1948), de Delmer Davis, e “Golpe de Misericórdia” (1949), de Raoul Walsh. Até que, a partir de 1949, seu nome passou a aparecer nos cartazes de cinema. Seu contrato de exclusividade acabou na virada da década, e ela seguiu carreira em westerns baratos, virando uma das “mocinhas” mais vistas nos filmes de cowboy da década de 1950 – ao lado de astros do gênero, como Joel McCrea, Randolph Scott, Jeff Chandler, Fred MacMurray, Richard Egan, Richard Widmark, Henry Fonda e… o futuro presidente Ronald Reagan. Ela chegou até a ilustrar um pôster dispensando “mocinhos”, de chapéu, calças e dois revólveres nas mãos – “Guerrilheiros do Sertão” (1951). Mas não abandonou o cinema noir, coadjuvando em “A Morte Espera no 322” (1954), de Richard Quine, “Dinheiro Maldito” (1954), de Don Siegel, e “Velozes e Furiosos” (1955), um dos primeiros filmes de carros de fuga, dirigido e estrelado por John Ireland. Todos cultuadíssimos. Também fez dois filmes com Jerry Lewis e Dean Martin, outro com Frank Sinatra e causou grande impacto no drama “Qual Será Nosso Amanhã” (1955), seu reencontro com o diretor Raoul Walsh, no papel da esposa solitária de um jovem fuzileiro (Tad Hunter) que embarca para a 2ª Guerra Mundial. Ela completou sua transformação no melodrama “Palavras ao Vento” (1956), do mestre Douglas Sirk. A morena deslumbrante virou uma loira fatal. E roubou a cena da protagonista – ninguém menos que Lauren Bacall. Como um Iago (com “I” maiúsculo”) de saias, ela semeava ciúmes e destruição em cena, colocando dois amigos (Rock Hudson e Robert Stark) em conflito por causa da personagem de Bacall, sem que nenhum tivesse feito nada de errado, além de amar a mesma mulher. Em meio a tantas estrelas, Malone venceu o único Oscar do filme, como Melhor Atriz Coadjuvante. A atriz voltou a se reunir com Hudson, Stack e o diretor Douglas Sirk em “Almas Maculadas” (1957), interpretou a mulher do lendário ator Lon Chaney na cinebiografia “O Homem das Mil Faces” (1957), até ver seu nome aparecer antes de todos os demais pela primeira vez, em “O Gosto Amargo da Glória” (1958). O filme era outra cinebiografia de atores célebres, em que Malone interpretou Diana Barrymore, tia de Drew Barrymore e filha do famoso John Barrymore (vivido no drama por Errol Flynn), numa espiral de autodestruição. No auge da carreira cinematográfica, ela fez seu derradeiro e melhor western, “O Último Por-do-Sol” (1961), uma superprodução estrelada por Rock Hudson e Kirk Douglas, escrita por Dalton Trumbo e dirigida por Robert Aldrich em glorioso “Eastman Color”, antes de inesperadamente virar a “coroa” de um filme de surfe, o cultuado “A Praia dos Amores” (1963), que lançou a “Turma da Praia” de Frankie Avalon e Annette Funicello. As novas gerações acabariam adorando Dorothy por outro papel, como a mãe solteira e superprotetora Constance MacKenzie na série “A Caldeira do Diabo”. A produção fez História como o primeiro novelão do horário nobre da TV americana. Além da narrativa melodramática, tinha a novidade de continuar no próximo capítulo, algo inédito na programação noturna da época, e de abordar sexo fora do casamento, outra ousadia. A personagem de Dorothy já tinha sido interpretado por Lana Turner no cinema, num filme de 1957 que rendeu o Oscar para a atriz. A versão televisiva trouxe uma indicação ao Globo de Ouro para Malone, que interpretava a mãe da futura esposa de Woody Allen, Mia Farrow. A atriz sofreu uma embolia pulmonar enquanto trabalhava na série em 1965 e precisou passar por sete horas de cirurgia durante a produção, sendo substituída temporariamente por outra atriz no programa. Mas também teve que lutar por sua vida na ficção, quando os roteiristas resolveram “matá-la” em 1968, após reclamações de descaso com sua personagem. Dorothy foi à justiça contra a 20th Century Fox e recebeu uma fortuna – mais de US$ 1 milhão na época – e sua Constance sobreviveu, mas saiu da série. Sem problemas, pois “A Caldeira do Diabo” acabou no ano seguinte sem ela. Apesar do clima inamistoso com que saiu da produção, a atriz voltou ao papel de Constance MacKenzie mais duas vezes, em telefilmes que reuniram o elenco original da série, exibidos em 1977 e 1985. Ela ainda contracenou com Alain Delon no giallo “Crepúsculo dos Insaciáveis” (1969), mas o resto de sua carreira foi preenchido por pequenas participações em filmes e séries. Seu último trabalho aconteceu em 1992, no papel de uma amiga de Sharon Stone no suspense “Instinto Selvagem”. O sucesso profissional não se refletiu em sua vida pessoal. Seus casamentos duraram pouco. O primeiro foi com o ator francês Jacques Bergerac, ex-marido de Ginger Rogers, em 1959, com quem teve duas filhas. O matrimônio terminou num divórcio amargo, em que Malone acusou Bergerac de se casar com atrizes famosas para promover sua própria carreira. Em 1969, ela se uniu ao empresário Robert Tomarkin, mas o casamento foi anulado em questão de semanas, com acusações ainda piores: ele seria um golpista tentando extorqui-la – anos depois, Tomarkin foi preso por roubo. O último casamento foi com um executivo do ramo de motéis, Charles Huston Bell, em 1971. Igualmente curto, terminou após três anos. Dorothy Malone costumava dizer que sua vida tinha mais drama que a ficção de “A Caldeira do Diabo”. Cinéfilos também poderiam afirmar que ela foi uma atriz com muito mais classe que a maioria dos filmes que estrelou. Mas quando se portava mal, fazia um bem danado para o cinema.

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  • Filme

    Greta Thyssen (1933 – 2018)

    13 de janeiro de 2018 /

    A atriz dinamarquesa Greta Thyssen, que foi dublê de corpo de Marilyn Monroe, namorou Cary Grant, estrelou filmes dos Três Patetas e produções cultuadas do cinema B, morreu de pneumonia em 5 de janeiro. Ela tinha 90 anos. Nascido em Hareskovby, Dinamarca, Thyssen foi Miss Dinamarca no início da década de 1950 e, com essa realização na bagagem, veio aos Estados Unidos tentar carreira no cinema. Mas a língua se provou uma barreira. Assim, seus primeiros trabalhos foram como dublê de Marilyn Monroe, com quem se parecia fisicamente. Após filmar cenas como Marilyn em “Nunca Fui Santa” (1956), ela apareceu em três curtas de “Os Três Patetas”, com direito a ganhar uma tortada na cara. Thyssen também estrelou vários filmes “B”, incluindo o terror “Criatura Sangrenta” (1959), uma adaptação barata do clássico de HG Wells “A Ilha do Dr. Moreau”, na qual interpretou a esposa de um cientista maluco. Coprodução filipina, o filme ficou conhecido por incorporar uma “campainha de alerta”, que soava para alertar os espectadores quando uma cena particularmente horrível estava prestes a acontecer, para que pudessem fechar os olhos. Obviamente, a “ideia brilhante” servia apenas para matar todo o suspense da trama. Ela ainda apareceu como loira fatal no noir “Marcado para a Morte” (1956) e como loira festeira no clássico indie “Sombras” (1961), de John Cassavettes, mas é mais lembrada como loira de outro mundo em “Monstro do Planeta Perdido” (1962), uma sci-fi bastante cultuada. A ficção espacial de Sidney W. Pink (mesmo diretor de “Viagem ao Mundo Proibido”) é daqueles filmes ruins que se tornam ótimos com o passar do tempo. Filmado na Dinamarca, país da atriz, o longa acompanhava uma expedição ao planeta Urano, mas em vez de se deparar com uma superfície congelada, os astronautas encontravam um paraíso tropical habitado por mulheres lindas de biquíni, entre elas uma beldade chamada Greta Thyssen – o papel tinha o nome da atriz. Tudo não passava de manipulação mental de um monstro alienígena. O filme ajudou a projetar a imagem de Greta como loira literalmente dos sonhos. Tanto que, na época, ela fez diversos ensaios fotográficos como pin-up e começou a namorar o carismático ator Cary Grant (“Intriga Internacional”). “Aparentemente, o romance terminou quando minha mãe deu uma entrevista à revista Cosmopolitan sobre como era namorar Cary Grant. Ele ficou furioso por ela ter compartilhado isso publicamente”, disse sua filha, Genevieve Guenther, ao site da revista The Hollywood Reporter. A carreira de Thyssen não foi muito longe depois disso. Após mais duas comédias baratas, ela abandonou o cinema em 1967. Sua filha contou que ela não falava sobre os filmes, porque “se sentia um pouco envergonhada com a personalidade que adotou no cinema, como uma loira voluptuosa e glamourosa, que não tinha nada na cabeça”. “Minha mãe era uma mulher muito inteligente. Se ela nascesse em uma época diferente, acho que poderia ter sido advogada ou professora”, disse Guenther.

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    Peggy Cummins (1925 – 2017)

    3 de janeiro de 2018 /

    A atriz Peggy Cummins, loira fatal do cinema noir, morreu na sexta-feira passada (29/12) aos 92 anos de idade. A atriz, que vivia em Londres, foi vítima de um ataque cardíaco. Peggy Cummins nasceu em 18 de dezembro de 1925 no País de Gales e iniciou a sua carreira de atriz ainda jovem, aos 13 anos, nos palcos londrinos. Ela protagonizou alguns longas britânicos antes de ir para Hollywood após a 2ª Guerra Mundial. E logo em seu primeiro filme americano teve seu nome destacado nos letreiros e cartazes, como a filha que escolhe o noivo “errado” na comédia “Tenho Direito ao Amor” (1947), de Joseph L. Mankiewicz. Apesar deste começo, sua carreira não seguiu o caminho dos risos fáceis. Ao contrário, foi marcada por personagens sombrias, como a chantagista do potencial assassino vivido por Victor Mature no suspense “Rosas Trágicas” (1947), a jovem que ajuda um presidiário (Rex Harrison) a fugir da polícia em “Homem em Fuga” (1948) e a filha que rouba o amante da mãe (Myrna Loy!) em “Se Isto É Pecado” (1949). O filme que lhe deu reconhecimento como femme fatale veio em 1950. E foi um papel radical até mesmo para o gênero noir. Como dizia o título nacional, ela era “Mortalmente Perigosa” (1950) no grande clássico do diretor Joseph H. Lewis, escrito por Dalton Trumbo sob pseudônimo, durante o auge da lista negra. O pôster original de “Gun Crazy” (o título em inglês) a estampava de blazer, saia, salto alto, boina e dois acessórios de metal em cada mão: revólveres em ponto de bala. Sua personagem, Annie Laurie Starr, era uma atiradora de circo com a pontaria perfeita, que amava armas e, após se casar com um ex-militar, convence o marido a resolver os problemas financeiros do casamento com uma maratona de assaltos ousados. O problema é que a natureza violenta da mulher não demora a assustar o homem que ela arrasta para o crime. “Mortalmente Perigosa” foi considerado um marco do cinema e é tido como precursor do revolucionário “Um Rajada de Balas” (1967), sobre a história real do casal de assaltantes Bonnie e Clyde (Fay Dunaway usa até a famosa boina popularizada por Cummins), além de ter influenciado produções da nouvelle vague francesa. Até Quentin Tarantino lista o filme entre seus favoritos de todos os tempos. Temendo ficar marcada, a atriz buscou fazer mais comédias, como “A Noiva Eterna” (1953), “A Loteria do Amor” (1954) e “Com a Cegonha Não Se Brinca” (1954). Mas nenhum desses filmes atingiu a mesma repercussão, o que a trouxe de volta ao Reino Unido e ao noir no clássico “Na Rota do Inferno” (1957), de Cy Endfield. Ela não parou nisto e radicalizou, ao estrelar o único terror de sua filmografia, novamente um clássico, “A Noite do Demônio” (1957), sobre um culto satânico, que foi dirigido pelo mestre francês do gênero, Jacques Tourneur (de “Sangue de Pantera”). Sua carreira não foi muito além, encerrando-se em 1962 após mais quatro comédias britânicas bobas. O título da última revela o tom das produções: “Deu a Louca no Doutor”. Mas Cummins não precisava fazer mais nenhum outro filme para completar sua importância na história do cinema. “Na Rota do Inferno” e “A Noite do Demônio” foram belos bônus. Mas sua participação em “Mortalmente Perigosa” é lendária, a ponto de ser considerada uma das maiores interpretações de femme fatale da história do cinema.

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    Guillermo del Toro vai filmar remake do clássico noir O Beco das Almas Perdidas

    17 de dezembro de 2017 /

    O cineasta Guillermo del Toro pretende escrever, produzir e dirigir um remake do clássico “O Beco das Almas Perdidas” (Nightmare Alley, 1947). O excelente filme noir de Edmund Goulding (“Grande Hotel”) é cheio de reviravoltas. A trama acompanha um vigarista (Tyrone Power) que entra num circo para aprender os truques de uma falsa vidente (Joan Blondell). Como ela se recusa a contar seus segredos, ele decide fragilizá-la, tornando-a viúva. Mas acaba se envolvendo com uma jovem assistente (Coleen Gray) e é expulso do circo. Mesmo assim, segue em frente com o golpe de vidente, até conhecer uma psicóloga pilantra (Helen Walker) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela exclusiva com estas informações. O final é extremamente sombrio. De acordo com a Variety, Del Toro vai escrever o roteiro ao lado de Kim Morgan (“O Quarto Proibido”). E por conta desse estágio tão inicial, ainda não há data prevista para o lançamento do projeto. O trabalho mais recente do diretor é “A Forma da Água”, que venceu o Festival de Veneza e lidera as indicações ao Globo de Ouro 2018. Apesar disso, tem estreia marcada apenas para fevereiro no Brasil.

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