Jessica Jones: Rachael Taylor vai usar o uniforme de Felina na 2ª temporada
A atriz Rachael Taylor, que interpreta Trish Walker em “Jessica Jones”, será vista como a heroína Felina (Hellcat) na 2ª temporada da série. Quem adiantou a novidade foi a showrunner Melissa Rosenberg, em entrevista para a revista Entertainment Weekly. Rosenberg adiantou que a semente dessa transformação será plantada na minissérie dos “Defensores”, que contará com participação de Taylor no papel de Trish. A showrunner aproveitou para elogiar a postura dos produtores de “Defensores”, que estabeleceram um processo colaborativo, trazendo os realizadores de todas as séries para colaborarem no crossover. A 2ª temporada dará bastante atenção para Trish e sua amizade com Jessica (Krysten Ritter). “Para mim, a personagem Trish é muito rica, seja como Felina ou não. Ela é durona. O que é mais interessante para mim é o relacionamento delas – aquela amizade, aquela irmandade. Isso está no centro do programa. Esta é a relação principal da série”. A produtora não revelou, no entanto, quais vilões aparecerão no segundo ano de “Jessica Jones”, dizendo ser difícil superar a interpretação de David Tennant como o vilão Kilgrave. Por conta disso, Rosenberg pretende reunir múltiplos vilões na 2ª temporada, que só deve chegar à Netflix apenas em 2018.
Série do Justiceiro pode estrear em 2017 na Netflix
Oficialmente, a plataforma de streaming Netflix confirmou apenas duas séries de super-heróis da Marvel para 2017. A primeira será “Punho de Ferro”, que divulgou seu primeiro trailer da San Diego Comic-Con e deve ser lançada no começo do ano. E a segunda, pelo teaser divulgado, deve ser o crossover de “Defensores” Entretanto, internautas conseguiram encontrar num aplicativo para celulares da Netflix uma descrição e previsão de estreia de uma terceira série da Marvel para 2017: “Justiceiro”. Embora a Netflix não tenha confirmado a informação, vale lembrar que o mesmo mecanismo revelou, em primeira mão, o uniforme vermelho do Demolidor antes da estreia da série do herói. O presidente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, comentou anteriormente o desejo de diminuir a janela entre lançamentos originais da Marvel no serviço de streaming, mas em uma entrevista recente disse que tem encontrado dificuldade em realizar isso devido ao tempo de produção de cada programa, mantendo a estratégia de lançar apenas duas séries de heróis por ano. Ao mesmo tempo, “Os Defensores” terá apenas oito episódios, o que deve reduzir o cronograma de produção. Introduzido na 2ª temporada de “Demolidor”, o Justiceiro é interpretado por Jon Bernthal (série “The Walking Dead”), e teve a produção de sua série solo anunciada em abril. A atração será escrita e produzida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”).
Making a Murder: Série de documentários do Netflix ajuda a inocentar jovem condenado
A investigação conduzida pela série de documentários “Making a Murderer”, do Netflix, pode tirar um dos condenados de sua história da prisão. Um juiz federal dos EUA anulou na sexta-feira (12/8) a condenação de Brendan Dassey, que estava há dez anos preso pelo estupro e morte da fotógrafa Teresa Halbach. Dassey, que tinha 16 anos quando foi condenado, em 2007, é sobrinho de Steven Avery, foco do documentário. Ele cumpria prisão perpétua por participação no crime e agora, aos 26 anos, deve ser libertado da prisão em até 90 dias, a menos que autoridades agendem um novo julgamento. Em sua decisão, o juiz William E. Duffin, de Wisconsin, cita exatamente os problemas apontados pela série, que sugere que a polícia interrogou Dassey de forma injusta, sem um advogado ou um parente presente. A série dá a entender ainda que o jovem era mentalmente incapaz e que foi coagido a confessar. O juiz foi categórico ao afirmar que o acusado teve os direitos violados, citando a idade de Dassey durante o processo, a ausência de um adulto durante o interrogatório, onde foi obtida sua confissão involuntária, e o seu déficit intelectual. “Os investigadores repetidamente afirmavam saber o que tinha acontecido no dia 31 de outubro e garantiram que Dassey não tinha nada com o que se preocupar”, o juiz escreveu em sua sentença. “Essas promessas falsas repetidas, quando consideradas em conjunto com os outros fatores relevantes, violam a Quinta e a Décima Quarta Emenda” da constituição americana. “Making a Murderer” investigou os bastidores do crime, que aconteceu em 2005, e apontou os problemas de condução do caso pela polícia. O depoimento do jovem acabou sendo crucial para a condenação dele e de seu tio, Avery, pela morte da fotógrafa. Avery permanece preso, e a decisão do juiz americano não interfere em sua condenação. Sua família trabalha até hoje para tentar provar a sua inocência. Foco do documentário, Avery esteve preso por 18 anos por tentativa de assassinato e agressão sexual, até que foi inocentado por um exame de DNA. Dois anos depois de ser libertado, ao pedir uma indenização milionária e denunciar policiais do condado de Manitowoc, ele voltou a ser condenado, desta vez à prisão perpétua, pelo homicídio da fotógrafa. A série sustenta a tese de que sua condenação e a de seu sobrinho foram injustas e resultado de manipulação, por parte da polícia, para incriminar e calar Avery. A produção de “Making a Murderer” acabou tendo uma grande repercussão nos EUA e o Netflix já encomendou uma 2ª temporada para suas responsáveis, a dupla de cineastas Moira Demos e Laura Ricciardi, que escreveram, dirigiram e produziram os dez episódios da atração.
The Get Down: Comercial com rappers paulistas vira clipe e convite para maratona da série
O serviço de streaming Netflix, mais uma vez inovando no marketing de suas séries, juntou três artistas do “novo” rap paulista num comercial que está mais para videoclipe. Rodrigo Ogi, Jamés Ventura e Tássia Reis cantam um rap envolvente,com produção musical do Nave e gravada e mixada por Leo Grijó, que convida o espectador a dispensar qualquer festa do fim de semana para encarar uma maratona de “The Get Down”. Série de temática hip-hop, “The Get Down” conta a origem do gênero musical no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54. Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção vai incorporar fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e o crítico de música e escritor Nelson George, que trabalharam junto com o criador da atração, o cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) para que a série fosse o mais realista possível. “The Get Down” está disponível no Netflix desde sexta (12/8).
Luke Cage: Veja seis fotos da próxima série de super-heróis da Marvel
Após divulgar o trailer, o serviço de streaming Netflix divulgou seis fotos dos episódios de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. As imagens destacam a superforça do herói vivido por Mike Colter (introduzido em “Jessica Jones”), seu encontro com Claire Temple (Rosario Dawson, repetindo seu papel de “Demolidor”), a amizade com Pops (Frankie Faison, da série “Banshee”) e alguns dos vilões, como Cornell “Cottonmouth” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), Shades Alvarez (Theo Rossi, da série “Sons of Anarchy”) e Mariah Dillard (Alfre Woodard, de “12 Anos de Escravidão”), Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, Luke Cage foi criado em 1972 por Archie Goodwin e John Romita como um ex-presidiário que ganha superforça ao participar como voluntário de uma experiência científica. A partir daí, passa a atuar como herói de aluguel, usando seus poderes para quem pagar melhor. Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série foi desenvolvida por Cheo Hodari Coker, produtor executivo de “Ray Donovan”, que roteirizou os dois primeiros episódios. A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.
The Get Down: Vídeos destacam clima dançante da série hip-hop de Baz Luhrman
O serviço de streaming Netflix divulgou duas cenas de “The Get Down”, série sobre a origem do hip-hop criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), que tem tudo para ser o que “Vinyl” prometia. As prévias mostram duas cenas dançantes, que também refletem dois universos diferentes: um momento de breakdancing entre manos, numa festa de hip-hop, e um dança sincronizada entre minas, num salão de beleza, ao som de um hit das discotecas. A reconstituição da época é apuradíssima, do figurino aos embalos musicais. A série se passa no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54, mas também tem uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel, fã de discoteca e filha de pai conservador (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção vai incorporar fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e o crítico de música e escritor Nelson George, que trabalharam junto com Luhrmann para que a série fosse o mais realista possível. O elenco destaca uma nova geração de atores negros e latinos, mas há alguns rostos mais conhecidos como o veterano Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). “The Get Down” está disponível no Netflix a partir desta sexta (12/8).
Stranger Things: Netflix vai lançar CD com a trilha sonora da série
O serviço de streaming Netflix vai aproveitar o sucesso de “Stranger Things” para lançar a trilha sonora da série. As músicas serão reunidas em dois volumes. O primeiro será liberado nesta sexta-feira (12/8), e contará com 36 faixas em versão digital. Já o CD chegará às lojas apenas no dia 16 de setembro. O Volume 1 contará com as trilha original da atração, criada por Kyle Dixon e Michael Stein, integrantes da banda Survive, enquanto o Volume 2 trará as músicas de cada episódio, que destacam gravações da década de 1980, época em que a trama se passa, como “Should I Stay or Should I Go”, da banda The Clash, “Atmosphere”, do Joy Division, “Nocturnal Me”, do Echo & The Bunnymen, “Sunglasses at Night”, de Corey Hart, e “I Melt With You”, do Modern English. Mas há também canções psicodélicas dos anos 1960 e o contemporâneo Moby. Confira abaixo o link do Spotify para a seleção:
Stranger Things supera super-heróis e vira a terceira série mais vista do Netflix
O que as redes sociais sugerem, uma nova empresa de medição de audiência confirmou: “Stranger Things” é uma das séries mais vistas do Netflix. A série dos irmãos Duffer, que mistura terror, ficção científica e nostalgia dos anos 1980 só perde para a comédia “Fuller House” e “Orange Is the New Black” no serviço de streaming. Os dados não são oficiais, já que o Netflix não compartilha sua audiência, mas foram obtidos pela start-up de tecnologia SymphonyAM, a partir de um aplicativo instalado em computadores e celulares de voluntários para apurar suas escolhas – método similar ao usado para medir a audiência televisiva, por exemplo. Segundo a SymphonyAM, em 16 dias “Stranger Things” foi vista por 8,216 milhões de pessoas. Pelo mesmo critério, “Fuller House”, que é continuação da série clássica “Três É Demais”, atingiu 13,161 milhões, seguida bem de perto por “Orange Is the New Black”, com 13,034 milhões. Outros sucessos da plataforma, como a série de super-herói “Demolidor”, a produção documental “Making a Murderer” e a segunda atração da Marvel “Jessica Jones” aparecem nas posições seguintes.
Star Trek: Nova série terá elenco liderado por uma mulher
A nova série passada no universo de “Star Trek” não contará com um capitão e terá o elenco liderado por uma mulher. As novidades foram adiantadas pelo produtor Bryan Fuller (série “Hannibal”) durante evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Em vez de um capitão, o membro de escalão mais alto da tripulação da nave Discovery será um tenente. Segundo o criador da atração, a decisão permitirá à série explorar histórias de um ponto de vista diferente. “Nós estamos indo fundo em algo que para mim sempre foi muito tentador, e contaremos a história através de uma personagem que está em uma viagem que vai ensiná-la a conviver com outras pessoas na galáxia”, ele revelou. “Para ela realmente entender algo que lhe parece alienígena, ela tem que primeiro entender a si mesma.” Fuller também acrescentou que a série contará com cerca de 7 personagens principais. “‘Star Trek’ começou com uma maravilhosa expressão da diversidade em seu elenco: um russo, uma mulher negra, um asiático, um vulcano… Vamos continuar essa tradição”, ele contou, adiantando que o elenco terá um personagem gay e a frota estelar incluirá uma variedade maior de alienígenas que nas séries anteriores. Ele também revelou a época em que a trama se passa: dez anos antes do Capitão Kirk subir à bordo da Enterprise. Na cronologia, isto representa o elo perdido entre “Star Trek: Enterprise” e a série clássica “Jornada nas Estrelas”. Além disso, Fuller adiantou que a missão da Discovery deverá se concentrar num evento já referido na mitologia de “Star Trek”, mas que “nunca foi totalmente explorado”. A atração está sendo desenvolvida por uma equipe que integra três gerações diferentes de trekkers: Alex Kurtzman, roteirista dos filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão – Star Trek” (2013), Bryan Fuller, que começou a carreira em 1997 como roteirista das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, e Nicholas Meyer, diretor-roteirista do melhor filme da franquia, “Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan” (1982). O Netflix fará a distribuição mundial da série, que nos EUA servirá para lançar o serviço de streaming da rede CBS, o CBS All Access, com estreia marcada para janeiro de 2017.
Stranger Things: 2ª temporada vai se passar um ano depois do último episódio
A 2ª temporada de “Stranger Things” ainda não foi oficialmente encomendada pelo Netflix, mas seus criadores já estão trabalhando em seu desenvolvimento. Em entrevista ao site IGN, os irmãos Matt e Ross Duffer afirmaram que os próximos episódios vão se passar um ano após a história mostrada na série, para acompanhar o crescimento dos intérpretes dos personagens. “Você tem que fazer como em ‘Harry Potter’ e pular um ano. É só ver Gaten Matarazzo [Dustin]: sua voz engrossou um pouco e ele tinha que afina-la. Ele cresceu. Por mais que eu gostasse de ambientar logo após o Natal isso não será possível, então pularemos um ano e levaremos esse período em conta no programa”, disse Matt. “É animador ter essas conversas sobre um pulo porque nós permite incorporar um ‘O que aconteceu naquele ano?’, abrindo muitas possibilidades narrativas”, Ross complementou. Esses personagens mudaram e fica aberto ao público interpretar o que não for mostrado. Para nós, isso é animador.” “A 2ª temporada terá uma estrutura diferente, onde tudo parece bem na superfície mas há pequenas pistas que há algo errado, com efeitos do que aconteceu no passado”, adiantou Matt, que ainda comparou a série com uma famosa obra do escritor Stephen King. “Gosto de pensar que é como ‘It – Uma Obra-Prima do Medo’, de Stephen King, onde eles avançam uns 30 anos mas a ideia é de que o mal continua ali e voltará para assombra-los”, concluiu.
Robert Downey Jr. se junta aos fãs que querem heróis da TV nos filmes da Marvel
O ator Robert Downey Jr. compartilhou no Facebook um pôster de fã do próximo filme dos Vingadores, que destaca o nome de todos os intérpretes importantes do universo Marvel. Além de incluir “Guardiões da Galáxia”, a lista também integra os astros das séries de TV. Junto da imagem, ele pergunta: “Excitado?” (veja abaixo) Com isso, Downey demonstra apoiar a vontade dos fãs de verem Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro ao lado dos Vingadores no cinema. Os comentários sob a imagem indicam que o público quer mesmo isso. Mas o diretor da divisão televisiva da Marvel, Jeph Loeb, jogou água fria nesse desejo. Em entrevista realizada no evento de verão da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA), ele revelou que os universos Marvel do cinema e da TV não vão se cruzar. Loeb disse que é impossível realizar crossovers entre séries e filmes, devido às particularidades de cada tipo de produção. “Parte do desafio de fazer esse tipo de coisa é que os filmes são planejados com anos de antecedência”, disse Loeb no painel de “Luke Cage” no evento. “Já a televisão avança com uma velocidade incrível. E a outra parte do problema é que, quando você está filmando uma série de TV, vai fazer isso pelos próximos seis ou oito meses. Como eu vou conseguir encaixar Mike [Colter, o Luke Cage] em um filme? Eu preciso que Mike esteja na série”, justificou. Mesmo assim, o lobby para que isto aconteça começa a ganhar cada vez mais força. E com ninguém menos que Tony Stark encabeçando esta nova “guerra civil”. “Vingadores: Guerra Infinita” tem estreia marcada apenas para maio de 2018.
Luke Cage: Trailer da nova série da Marvel é pura blaxploitation
O serviço de streaming Netflix divulgou um novo pôster e o trailer completo de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. A prévia mostra a origem e a relutância do protagonista (vivido por Mike Colter desde “Jessica Jones”) em usar seus poderes, seu encontro com Claire Temple (Rosario Dawson, repetindo seu papel de “Demolidor”) e a decisão de proteger as vítimas do crime organizado, representado pela figura “coroada” de Cornell “Cottonmouth” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”). O clima é pura “blaxploitation” (filmes de cineastas e elencos negros dos anos 1970 com tema criminal), reforçado pela locação no Harlem e a trilha sonora urbana, com destaque para o soul clássico “Walk on By”, de Isaac Hayes, e o remix de “Heart Is Full”, de Miike Snow, com participação da dupla hip-hop Run the Jewels. Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, Luke Cage foi criado em 1972 por Archie Goodwin e John Romita como um ex-presidiário que ganha superforça ao participar como voluntário de uma experiência científica. A partir daí, passa a atuar como herói de aluguel, usando seus poderes para quem pagar melhor. Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série foi desenvolvida por Cheo Hodari Coker, produtor executivo de “Ray Donovan”, que roteirizou os dois primeiros episódios. O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight, a brasileira Sonia Braga (“Tieta do Agreste”) como a mãe de Claire, Frankie Faison (série “Banshee”), Frank Whaley (série “Ray Donovan”) e vilões vividos por Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”), Erik LaRay Harvey (série “Boardwalk Empire”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.
Altered Carbon: Nova série sci-fi do Netflix define elenco com ator de Esquadrão Suicida
O ator sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”) vai encabeçar o elenco de “Altered Carbon”, nova série sci-fi do Netflix. Além dele, a produção contará com Martha Higareda (série “Royal Pains”), James Purefoy (série “The Following”), Dichen Lachman (série “The Last Ship”) e Leonardo Nam (“Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio”). Baseado no romance de ficção científica homônimo de Richard K. Morgan, a série se passa no século 25, quando a mente humana é digitalizada e a alma pode ser transferida de um corpo para o outro. Kinnaman estrela como Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro de elite chamado Envoy que foi preso por 500 anos. Depois de ser transferido para este futuro que ele havia tentado impedir, ele deve resolver um assassinato – em um mundo onde a tecnologia tem feito a morte ser quase obsoleta – para ganhar a chance de ter uma nova vida na Terra. A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”) e terá direção do inglês Miguel Sapochnik, responsável pelos dois últimos episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”. “Altered Carbon” ainda não tem previsão de estreia.












