Punho de Ferro: Próxima série de super-heróis da Marvel ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou um novo trailer legendado e dois pôsteres de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. O vídeo aponta que a produção será fiel à origem mística do personagem, vivido por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), e sua missão de vingança. A prévia também mostra o poder do Punho de Ferro em ação e, embora não registre seu tradicional uniforme, a tatuagem de dragão ganha um close bem destacado. Na história escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane, o jovem Daniel Rand é o único sobrevivente de uma tragédia que o deixou órfão e abandonado ainda criança numa cidade mística, K’un-Lun, que aparece somente uma vez a cada dez anos no Himalaia. Ele cresce neste local secreto, aprimorando o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes, até atingir a maioridade e voltar a Nova York em busca vingança contra o responsável pela morte de seus pais. Uma das personagens mais importantes dos quadrinhos do herói também aparece com destaque na prévia, a lutadora de artes marciais Colleen Wing, vivida por Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”). O elenco também inclui David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Jessica Stroup (série “The Following”) e o adolescente Toby Nichols (série “Underground”) como o jovem Dannny Rand. A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck (showrunner das séries “Dexter” e “Six Feet Under”) e vai estrear em 17 de março de 2017, com 13 episódios.
Quase metade da população brasileira mora em cidades sem cinema
Um relatório divulgado pelo Sindicato da Indústria Audiovisual (SICAV) revelou que o número de salas de cinema no Brasil cresceu 12,2% entre 2013 e 2015, de 2.679 telas para 3.005. Mas o resultado mal pode ser comemorado, porque, apesar do crescimento, 46% dos brasileiros moram em cidades em que não há cinema algum. Os dados fazem parte do estudo Impacto Econômico do Setor Audiovisual Brasileiro, que teve consultoria da Associação de Cinema dos EUA (MPA), entidade que representa os seis maiores estúdios de Hollywood em todo o mundo, e foi revelado no RioMarket, área de negócios do Festival do Rio. “Há uma concentração geográfica das salas de cinema em relativamente poucos estados, portanto, precisa ter mais oferta física para que as pessoas possam consumir também produto audiovisual”, disse o diretor da divisão da associação americana para a America Latina (MPA-AL), Ricardo Castanheira, à Agência Brasil. Entre 2013 e 2015, o número de ingressos vendidos nos cinemas do país também subiu de 149,5 milhões para 173 milhões, o que provocou alta no faturamento de R$ 1,7 bilhão para R$ 2,4 bilhões. O levantamento aponta ainda que, embora a participação dos filmes nacionais tenha crescido no total de lançamentos, saindo de 26,5% em 2009 para 28,9% em 2015, a renda com a venda de ingressos para as produções nacionais não acompanhou esse crescimento. E o motivo é o que os filmes estrangeiros concentram a maior parte da renda das bilheterias. O diretor da MPA-AL disse que muitos brasileiros ainda não frequentam o cinema por causa do valor dos ingressos, considerado elevado. “O valor médio do ingresso em 2013 corresponde 0,6 da renda mensal per capita do brasileiro. Nos países desenvolvidos, é apenas 0,3. Isso se deve à uma elevada carga tributária que incide sobre o setor audiovisual, que se projeta no preço final do ingresso. Reduzir a carga tributária é um desafio extremamente importante para dar um estímulo e vitalidade maior”, apontou. Apesar destes dados, Castanho conclui, como já é tradicional e piloto automático para a MPA, que o maior culpado pela dificuldade de expansão da indústria cinematográfica no país é a pirataria. Esta simplificação simplesmente não cola mais, já que o próprio relatório aponta a falta de salas, preços elevados e até a ausência completa de cinema em muitas cidades. Falta uma política audiovisual decente no país, que não incentive apenas a produção de filmes que a maioria da população não tem acesso. Uma reação à falta de infra-estrutura cinematográfica pode ser constatada em outra parte do relatório, que diz respeito ao crescimento do mercado dos serviços de Vídeo On Demand (VoD), como a plataforma Netflix. Em um ranking mundial, o Brasil é o 8º país que mais consome este tipo de serviço, com receita estimada em US$ 352,3 milhões em 2016. Superando, por exemplo, o México, com receita estimada em US$ 188,4 milhões, e Argentina (US$ 124,8 milhões). No entanto, o VoD também depende de uma política de expansão das telecomunicações, com ampliação do acesso à internet de banda larga a preços mais baixos e de maior velocidade. Afinal, mesmo somando o VoD, apenas 11% da população têm acesso a serviços audiovisuais no país. Se quase metade da população brasileira mora em cidades em que não existem cinemas, se apenas 11% da população tem acesso a serviços VoD, dá realmente para culpar a pirataria? Ao contrário, apenas a pirataria tem cumprido o serviço de levar filmes à maioria da população do país. E combatê-la, em vez de “resolver o problema”, só tende a agravar a dificuldade de acesso aos produtos audiovisuais para o público brasileiro. Infelizmente, a MPA vê a América Latina como um continente criminoso e busca incentivar táticas de repressão numa guerra frontal contra a pirataria, repetindo o que fez a DEA, em sua guerra ao narcotráfico. Tanto é que seu relatório aponta a existência de mais de 400 websites de pirataria voltados para o mercado brasileiro. Desta lista, 57 recebem mais de 1 milhão de visitas mensais. Então, aí está. Um país com 3 mil salas de cinema tem 1 milhão de visitas mensais em sites de pirataria cinematográfica e a culpa é do crime. Que fácil seria se fosse tão simples. Mas, gente, bora ler o relatório completo. Afinal, pagaram por isso.
Justiceiro: Fotos das gravações revelam encontro entre o herói e Karen Page
Surgiram novas fotos de gravações de cenas do Justiceiro. Os paparazzi registram imagens de Jon Bernthal barbado, ao lado da atriz Deborah Ann Woll, intérprete de Karen Page na série “Demolidor”. Os dois conversam num banco à beira do rio Hudson, em Nova York. Até então, a Netflix só tinha informado que produziria a série do anti-herói, derivada da 2ª temporada de “Demolidor”, mas não a inclui entre os projetos previstos para 2017. Anteriormente, o chefe de conteúdo da empresa, Ted Sarandos, afirmou que a plataforma disponibilizaria apenas duas séries de heróis por ano “para manter a qualidade”, e as séries anunciadas para 2017 foram “Punho de Ferro”, que se encontra em produção, e a minissérie dos “Defensores”, que reunirá todos os heróis da Marvel já apresentados em atrações individuais. Neste sentido, pode ser que a cena do encontro entre Justiceiro e Karen Page seja relativa à participação de ambos em “Os Defensores”. Entretanto, há indícios de que a série “Justiceiro” poderia ser lançada em 2017. Um erro no aplicativo da Netflix “vazou” esta informação. O mesmo erro já tinha revelado o uniforme do Demolidor antes da hora e os títulos dos episódios de “Jessica Jones”, que acabaram se confirmando. Pela previsão inicial, “Justiceiro” chegaria ao catálogo do serviço somente em 2019, após as novas temporadas de “Jessica Jones” e “Demolidor”, previstas apenas para 2018.
The Ranch: Fotos da série revelam reencontro do elenco de That ’70s Show
A segunda metade da temporada inaugural de “The Ranch” vai promover uma mini-reunião do elenco de “That ’70s Show”. O site da revista Entertainment Weekly divulgou uma foto registrando a participação de Wilmer Valderrama na série. Ele parecerá em três episódios, reencontrando-se assim com Ashton Kutcher e Danny Masterson, seus colegas de elenco em “That ’70s Show”. Seu personagem se chamará Umberto, que, por sinal, é um antigo amigo dos irmãos Colt (Kutcher) e Rooster (Masterson). Apesar de não vê-los há tempos, Umberto reforça seus laços com os Bennett e quase vira uma espécie de terceiro irmão ao retornar para Garrison. Mas outras surpresas podem ter sido guardadas, já que uma foto dos bastidores mostrou mais duas visitas à produção. Mila Kunis, que é casada com Kutcher, e Laura Prepon (atualmente em “Orange Is the New Black”) se juntaram ao trio no cenário de “The Ranch”. A foto, que circula nas redes sociais, promove mais que uma mini-reunião: um revival completo, com o reencontro de cinco dos seis protagonistas da série clássica da década de 1990. Será que Mark Brazill, Bonnie Turner e Terry Turner, criadores da série original, poderiam aproveitar e lançar uma continuação, produzindo “That ’80s Show”? Opa, eles já fizeram uma série com este nome. Foi cancelada após 13 episódios… Enfim, a segunda metade da 1ª temporada de “The Ranch” estreia na sexta (7/10) na Netflix.
Gilmore Girls: Vídeos celebram os 16 anos da série e a expectativa para seu retorno
A Netflix uma coleção de vídeos para celebrar os 16 anos de “Gilmore Girls”, completados nesta quarta (5/10), e preparar os fãs para o retorno da série, que, por sinal, ganhou pôsteres. Mostrando cenas clássicas da produção, intercaladas com depoimentos atuais do elenco, o primeiro vídeo recorda o que tornou a série tão bem-sucedida, dos diálogos à química do elenco. E há ainda um playlist com sete vídeos narrados por Sean Gunn (“Guardiões da Galáxia”), o intérprete de Kirk, que resumem as sete temporadas da atração, exibidas originalmente entre 2000 e 2007. Centrada no cotidiano da mãe solteira Lorelai e sua filha Rory (Alexis Bledel) na cidadezinha fictícia de Stars Hollow, a atração serviu para lançar a carreira de muitos astros, como Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia Demais”), que viveu a chef Sookie, e os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”), que disputavam o coração de Rory. Todos eles participarão do revival, que também trará de volta Scott Patterson (Luke), Kelly Bishop (Emily Gilmore), Sean Gunn (Kirk), Keiko Agena (Lane Kim), Matt Czuchry (Logan) e Yanic Truesdale (Michel Gerard). A criadora da atração, Amy Sherman-Palladino, é a responsável por continuar a história, escrevendo e dirigindo mais quatro episódios especiais, que terão duração de telefilme e se passarão, cada um, numa estação diferente, no decorrer de um ano na vida das garotas Gilmore. Por isso, o revival acabou ganhando o título “Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar”. Os novos episódios estreiam em 25 de novembro, mas todas as temporadas anteriores já podem ser revistas no Netflix.
Pai exige US$ 100 mil de taxa para quem quiser empresariar a estrelinha de Stranger Things
O pai da atriz mirim Millie Bobby Brown, a Onze (Eleven) de “Stranger Things”, decidiu aproveitar o sucesso da menina para pedir dinheiro a agências e agentes que queiram empresariar a carreira de sua filha, uma das estrelas jovenss de maior destaque no momento. O site da revista The Hollywood Reporter apurou com várias agências que Robert Brown, pai da atriz, está cobrando US$ 100 mil como “taxa de assinatura de contrato”. Pelo menos cinco agências confirmaram a proposta, que, segundo elas, pode prejudicar a carreira da menina. “Isso é sem precedentes”, disse ao site um chefe de agência que não quis se identificar. “Estamos acostumados a diminuir nossas taxas de lucro para um cliente que esteja em alta, mas pagar para conseguir um cliente? Se alguém aceitar as condições, isso abrirá uma caixa de Pandora”. Pais de estrelinhas mirins costumam assumir as finanças das crianças desde a época de Jackie Coogan, o personagem-título de “O Garoto” (1921), clássico mudo de Charlie Chaplin, geralmente torrando o dinheiro das crianças e terminando brigados com os próprios filhos. E isso já fez pelo menos um astro infantil desistir de fazer filmes: Macauley Culkin. Millie ainda não foi confirmada no segundo ano de “Stranger Things”, que terá nove episódios e será disponibilizado pela Netflix em 2017. Os fãs esperam que a falta de confirmação seja apenas uma questão de cronograma da plataforma de streaming e não devido a uma “taxa de assinatura de contrato” que possa afastá-la da produção.
Desventuras em Série: Primeiro teaser revela humor e data de estreia da série
A Netflix divulgou a primeira foto oficial e o teaser de “Desventuras em Série” (A Series of Unfortunate Events), a série baseada na coleção literária homônima de Daniel Handler, mais conhecido pelo pseudônimo Lemony Snicket. Além de divulgar a data de estreia, o vídeo destaca o humor negro e a metalinguagem da atração, trazendo Patrick Warburton (o homem da foto, visto antes na série “Rules of Engagement”) como Lemony Snicket, em meio aos cenários vazios da produção. Segundo ele, a equipe e os atores não puderam continuar trabalhando após tantas tragédias que acontecem na trama. Mas nem todos ficaram deprimidos, como demonstra a risada ouvida ao fundo – de Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”) ensaiando as maldades do vilão Olaf. Os livros de Handler/Snicket foram publicados entre 1999 e 2006 e contam a saga dos irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire e como eles enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. A franquia já vendeu mais de 65 milhões de exemplares e foi traduzida para 43 línguas, além de ter sido transformada no filme “Desventuras em Série”, de 2004, que tinha Jim Carrey (“Kick-Ass 2”) no papel do vilão Olaf, Emily Browning (“Sucker Punch”) como Violet e Jude Law como a voz de Lemony Snicket. Na nova versão, as crianças Malina Weissman (a jovem Kara nos flashbacks da série “Supergirl”) e o estreante Louis Hynes viverão Violet e Klaus Baudelaire, mas a intérprete da caçula Sunny (um bebê) ainda não foi divulgada. A série é uma produção da divisão televisiva da Paramount, estúdio responsável pelo filme, em parceria com a Netflix. A estreia vai acontecer em 13 de janeiro.
Haters Back Off: Série sobre a “origem” de YouTuber famosa ganha divertido trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Haters Back Off”, sua nova série de comédia, inspirada na vida da famosa Youtuber americana Miranda Sings. Miranda Sings existe. Mas não é real. Trata-se de uma personagem criada pela comediante Colleen Balinger, um “tipo” caricatural como a Velhinha da “Praça É Nossa” ou a Valéria do “Zorra Total”. A diferença é que o canal do YouTube passa a impressão que se trata de uma pessoa de verdade, o que Colleen reforça ao aparecer na mídia como Miranda Sings. Além de viver a personagem na internet, ela já visitou os programas de Jimmy Fallon e Jerry Senfield à caráter. Isto porque, ao contrário da história da série, Miranda se tornou uma celebridade, com alguns de seus vídeos vistos mais de 3 milhões de vezes. A série vai contar a “origem” de Miranda, mostrando como uma garota comum, pouco inteligente, nada atraente e sem nenhum talento acredita que pode virar um fenômeno popular ao postar vídeos de si mesma na internet. Com estímulo do tio, que têm planos para sua carreira de atriz, cantora e mágica, ela começa a postar dicas de maquiagem, vídeos em que canta, dança e compartilha detalhes de seu cotidiano. Mas o resultado não sai como esperado. Tudo o que ela arranja é a atenção de trolls desocupados que não poupam esforços para desmoralizá-la, lançando-a numa espiral de depressão. A sátira de humor negro detona a obsessão por atenção que gerou a cultura das celebridades da internet. E chega no momento perfeito, quando vários youtubers começam a materializar os planos traçados pelo tio de Miranda Sings para virarem atrizes, cantoras e mágicas (ou o equivalente masculino). Além de Balinger, a série conta com Steve Little (série “Eastbound and Down”) como seu tio impróprio e Angela Kinsey (série “The Office”) como sua mãe superprotetora. Com oito episódios, a 1ª temporada de “Haters Back Off” chega à Netflix em 14 de outubro.
Punho de Ferro: Teaser da série anuncia a data da estreia
A plataforma de streaming Netflix divulgou a primeira foto oficial (acima) e o primeiro teaser de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. O vídeo anuncia a data de estreia da atração, mas sua imagem também aponta que a produção será fiel à origem mística do personagem. O caldeirão que exala uma fumaça na forma de um dragão assinala a parte final do ritual que deu a Daniel Rand o poder do Punho de Ferro. Por sinal, o dragão se chama Shou-Lao e não é por acaso que a fumaça de sua silhueta seja idêntica à “tatuagem” que Daniel carrega no peito. E, sim, não é uma tatuagem. Estrelada por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”) e desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck, showrunner das séries “Dexter” e “A Sete Palmos” (Six Feet Under), a série vai estrear em 17 de março de 2017, com 13 episódios.
O Justiceiro: Surgem fotos de Jon Bernhtal gravando cenas como o anti-herói da Marvel
Surgiram as primeiras fotos de gravações de cenas do Justiceiro. Os paparazzi do site Just Jared registram imagens de Jon Bernthal barbado, circulando pelas ruas de Nova York com uma mochila nas costas. Confira acima. Até então, a Netflix só tinha informado que produziria a série do anti-herói, derivada da 2ª temporada de “Demolidor”, mas não a inclui entre os projetos previstos para 2017. Anteriormente, o chefe de conteúdo da empresa, Ted Sarandos, afirmou que a plataforma disponibilizaria apenas duas séries de heróis por ano “para manter a qualidade”, e as séries anunciadas para 2017 foram “Punho de Ferro”, que se encontra em produção, e a minissérie dos “Defensores”, que reunirá todos os heróis da Marvel já apresentados em atrações individuais. Neste sentido, pode ser que a cena do Justiceiro seja relativa à sua participação em “Os Defensores”. Entretanto, há indícios de que a série “Justiceiro” poderia ser lançada em 2017. Um erro no aplicativo da Netflix “vazou” esta informação. O mesmo erro já tinha revelado o uniforme do Demolidor antes da hora e os títulos dos episódios de “Jessica Jones”, que acabaram se confirmando. Pela previsão inicial, “Justiceiro” chegaria ao catálogo do serviço somente em 2019, após as novas temporadas de “Jessica Jones” e “Demolidor”, previstas apenas para 2018.
Luke Cage: Ouça um rap exclusivo da trilha sonora da série
A Marvel divulgou em seu canal no YouTube a música “Bulletproof Love”, composta especialmente para a série “Luke Cage”. A canção faz parte da trilha hip-hop da produção, que foi criada pelo rapper Ali Shaheed Muhammad, do grupo A Tribe Called Quest, e o compositor Adrian Younge, da trilha de “Black Dynamite” (2009). Além da base produzida pela dupla, a música traz a voz do rapper Method Man, que inclusive aparece na série como ele mesmo. Lançada na sexta (30/9), a série teria “quebrado” a Netflix, por conta do excesso de streaming, deixando a plataforma fora do ar por duas horas.
Estreia de Luke Cage “quebra” a Netflix
O público norte-americano teve excesso de vontade para assistir a estreia de “Luke Cage”, a terceira série de super-herói da Marvel na Netflix. Os servidores da plataforma de streaming não aguentaram o congestionamento e caíram, deixando a Netflix fora do ar por duas horas durante o sábado (1/9). Apenas servidores dos Estados Unidos e Reino Unido foram afetados. Claro que “o herói que quebrou a Netflix” acabou virando meme. Até o showrunner da série, Cheo Hodari Coker, usou o Twitter para questionar seus seguidores: “Será que vocês quebraram a Netflix?”. A própria Netflix sugeriu que a procura por “Luke Cage” foi superior ao esperado, publicando uma mensagem nas redes sociais com uma imagem do herói rindo à toa, acompanhada pelo texto: “Nem todos os heróis usam capas. Engenheiros no resgate. Estamos de volta”. A 1ª temporada de “Luke Cage” foi inteiramente disponibilizada na sexta (30/9) e a “quebra” da Netflix aconteceu durante as maratonas dos episódios.
The Ranch: Série “sertaneja” de Ashton Kutcher ganha o trailer de sua “segunda parte”
A plataforma de streaming Netflix divulgou o trailer da “segunda parte” de “The Ranch”, que terá mais 10 episódios para completar a duração tradicional de uma temporada de sitcom nas redes de TV aberta. A série “sertaneja” do Netflix estreou no serviço de streaming em 1 de abril e segue o formato de sitcom com risos gravados, mas como a prévia demonstra também possui vários momentos dramáticos. A produção é estrelada por Ashton Kutcher e Danny Masterson, que retomam a parceria de “That ’70s Show”, uma década após o final da série clássica, agora no papel de irmãos. Kutcher é um jogador de futebol semi-profissional, que, após uma rápida carreira, retorna ao rancho da família, no Colorado, visando gerir os negócios do pai (Sam Elliott, da série “Justified”). O elenco também inclui a atriz veterana Debra Winger (“O Casamento de Rachel”) como a mãe do protagonista e Elisha Cuthbert (a eterna Kim, filha de Jack Bauer) como o interesse romântico. “The Ranch” é uma criação de Jim Patterson e Don Reo, roteiristas e produtores da série “Dois Homens e Meio” (Two and a Half Men), que também foi estrelada por Kutcher. Os novos episódios serão disponibilizados no dia 7 de outubro.












