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    Filho de Bolsonoro diz que a Netflix planeja série sobre o pai e é chamado de louco pela plataforma

    27 de março de 2018 /

    Netflix vai fazer série de Jair Bolsonoro? Foi o que garantiu o filho do deputado federal, o deputado estadual Flavio Bolsonaro, em seu Twitter. Comentando a reação de alguns políticos da esquerda à série “O Mecanismo”, livremente inspirada na Operação Lava-Jato, ele sugeriu que o serviço de streaming lançaria a seguir uma produção baseada em seu pai. “Se a esquerda está apavorada com a série ‘O Mecanismo’, imagina se eles soubessem que a @NetflixBrasil poderia estar interessada em fazer uma série sobre Bolsonaro?”, escreveu Flavio. Imediatamente, a Netflix fez questão de rebater o comentário. “Você está louca, querida”, afirmou um post do serviço, em resposta. A negativa ironizando o Bolsonaro estadual recebeu mais de 130 mil curtidas e 70 mil retuítes. Mas o parlamentar insistiu no interesse da plataforma. “Olha que eu tenho testemunhas, hein”. E em seguida postou o print de uma conversa com alguém não identificado falando em documentário – e não série – para a Netflix. A plataforma ainda não se manifestou após o novo tuíte. Se a esquerda está apavorada com a série “Mecanismo”, imagina se eles soubessem que a @NetflixBrasil poderia estar interessada em fazer uma série sobre Bolsonaro. — FlavioBolsonaro (@FlavioBolsonaro) March 27, 2018 Você está louca, querida. — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 27, 2018 Olha que eu tenho testemunhaS hein!!! https://t.co/tJfW64OMUE — FlavioBolsonaro (@FlavioBolsonaro) March 27, 2018 Prezadx estagiarix (acho que vc entende melhor se eu escrever assim) da @NetflixBrasil , não tem pq eu inventar uma história dessas. Por que o preconceito com o Bolsonaro? pic.twitter.com/vZR1p8EsLw — FlavioBolsonaro (@FlavioBolsonaro) March 27, 2018

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  • Série

    Vídeo de bastidores explica o que é O Mecanismo do título da série inspirada na Operação Lava-Jato

    26 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “O Mecanismo”, que traz o diretor José Padilha (“Tropa de Elite”) e os atores Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”), Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) e Enrique Diaz (“Justiça”) falando da série, livremente inspirada na Operação Lava-Jato. Na prévia, eles explicam o que é o mecanismo do título e reforçam as semelhanças da ficção com a realidade. Apesar disso, a série altera os nomes que foram manchetes no noticiário político-policial brasileiro e até algumas denominações de instituições públicas, como a Polícia Federal, que vira Polícia Federativa na ficção. Criada por José Padilha e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série vem ganhando bastante publicidade gratuita de simpatizantes do PT, inclusive de um site encrencado na própria Lava-Jato, além da ex-presidente Dilma, que decidiram se manifestar contra a produção na internet. “O Mecanismo” é a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada. Com oito episódios, a série foi disponibilizada na sexta na plataforma de streaming, inclusive no exterior.

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  • Filme

    Festival de Cannes 2018 veta filmes da Netflix e selfies no tapete vermelho

    26 de março de 2018 /

    A organização do Festival de Cannes 2018 confirmou o veto a produções da Netflix na competição pela Palma de Ouro deste ano, após a polêmica causada pela exibição de dois filmes do serviço de streaming na mostra competitiva do ano passado. A informação foi dada pelo diretor do festival, Thierry Fremaux, em entrevista coletiva, que ressaltou que a participação de “Okja”, de Bong Joon-ho, e “Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”, de Noah Baumbach, “causou enorme controvérsia ao redor do mundo”. Trata-se, claro, de um exagero provinciano. A polêmica foi localizada no mercado francês, que tem a maior janela de reserva de lançamentos cinematográficos do mundo – 36 meses entre a exibição em cinema e a disponibilização em streaming de uma produção, contra 3 meses nos Estados Unidos. “No ano passado, quando selecionamos dois de seus filmes, achei que poderia convencer a Netflix a lançá-los nos cinemas. Eu fui presunçoso: eles se recusaram”, disse Fremaux. “As pessoas da Netflix adoraram o tapete vermelho e gostariam de nos mostrar mais filmes. Mas eles entenderam que sua intransigência em relação ao modelo (de negócios) colide com a nossa”. A Netflix poderá, no entanto, exibir filmes à margem do festival, fora da competição oficial, disse Fremaux. O diretor do festival também anunciou a proibição de selfies no tapete vermelho e o fim das sessões matutinas para a imprensa. A partir deste ano, os críticos precisarão disputar lugar com o público e convidados na première mundial ou aguardar sessões posteriores dos filmes exibidos no festival. Para Fremaux, os selfies criam uma “bagunça” e são bregas. “Vão contra o que fez a reputação de Cannes: uma certa elegância, discrição”, concluiu. A seleção oficial dos filmes que participarão do festival será anunciada no dia 12 de abril. A atriz australiana Cate Blanchett vai presidir o júri do evento deste ano, que acontecerá na Riviera francesa de 8 a 19 de maio.

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  • Etc

    Para Steven Spielberg, filmes da Netflix deveriam disputar o Emmy e não o Oscar

    26 de março de 2018 /

    Steven Spielberg declarou que filmes da Netflix são telefilmes, em entrevista ao canal britânico ITV. Durante a divulgação de seu novo longa, “Jogador Nº 1”, ele disse que as produções da Netflix deveriam concorrer ao Emmy e não ao Oscar. “Quando você se compromete a fazer um formato para a TV, você faz um filme para TV. Caso seja um bom programa, você merece um Emmy, mas não um Oscar”, afirmou. Para o diretor, o espaço e o orçamento oferecido pelas empresas de streaming tem sido sedutor para jovens cineastas que têm dificuldades em conseguir financiamento para seus filmes ou que precisam disputar espaço em mostras internacionais para conseguir distribuição. Mas nem que os filmes sejam colocados nos cinemas por uma semana, eles devem deixar de ser considerados telefilmes. “Eu não acredito que filmes que recebem qualificações simbólicas e ficam em cartaz por menos de uma semana em alguns cinemas sejam qualificados para serem indicados pela Academia”, acrescentou. A crítica acontece após o filme “Mudbound”, distribuído nos Estados Unidos pela Netflix, ter sido indicado pela Academia na premiação de 2018 e “Icarus” dado ao serviço de streaming o Oscar de Melhor Documentário. Por outro lado, produções da HBO com tanta ou maior qualidade disputam o Emmy. Caso de “Bessie”, da mesma diretora de “Mudhound”, Dee Rees, por exemplo.

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  • Filme

    Site denunciado na Lava-Jato ataca O Mecanismo e ensina “como protestar junto à Netflix”

    24 de março de 2018 /

    As fronteiras entre realidade e ficção ruíram neste fim de semana com a estreia da série “O Mecanismo” na Netflix. A série que se inspirou na Operação Lava-Jato para denunciar o maior esquema de corrupção política do Brasil foi atacada neste sábado (24/3) por um site denunciado justamente por receber dinheiro de propina dos indiciados na investigação da Polícia Federal. O site Brasil 247 definiu a série como “criminosa” e está em campanha contra José Padilha, exigindo um pedido de desculpas da Netflix pela produção. “É criminosa a série ‘O Mecanismo’, lançada pela Netflix na antevéspera do que seria a prisão do ex-presidente Lula”, diz um dos muitos textos não assinados publicados pelo site nas últimas horas. “Embora diga ser baseada em fatos reais, a série é uma coleção de preconceitos e ‘fake news’. Entre as cenas mais grotescas, dirigidas pelo brasileiro José Padilha, o doleiro Alberto Youssef frequenta o comitê da campanha do PT, a presidente Dilma Rousseff grava um pronunciamento eleitoral sobre como ‘estocar vento’ e o ex-presidente Lula diz a Michel Temer para não se preocupar com os ‘açougueiros’ da JBS”. Entretanto, ao contrário do filme “Polícia Federal: A Lei É para Todos”, a série não identifica nenhuma pessoa real com os nomes citados nessa reclamação. O texto ainda diz que vai ensinar “como protestar junto à Netflix” e em seguida publica o telefone do serviço de atendimento aos clientes da plataforma. Apesar de não ser assinado, o texto abre aspas para dar voz – e identidade – a um suposto leitor indignado, Alexandre Mendes Santos, que define a série como “lamentável”, especialmente por dizer que “o maior problema do Brasil é a ‘corrupção'”. Ao final, ele conclama “os companheiros” a exigir “da diretoria da empresa um pedido de desculpas à imensa maioria dos brasileiros e brasileiras que foram ultrajados na pela (sic) série de Padilha”. Outros textos similares foram publicados, dando vozes a internautas indignados, que dizem que Padilha é “pior que coxinha” e a série é “fake news”. “Fake news”, por sinal, é usado como slogan vazio, repetido várias vezes na cobertura do site, embora a série, obviamente, seja… uma série. Para ser mais didático: série não produz fake news porque não é noticiário. Já site… Segundo o delator da Operação Lava Jato, Milton Pascowitch, o site da Editora 247, representada pelo jornalista Leonardo Attuch, que foi alvo de condução coercitiva da PF, recebeu dinheiro do esquema de corrupção da Petrobras. Em despacho, o juiz Sérgio Moro identificou que o apoio do site Brasil 247 teria sido comprado pelo ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores, João Vaccari Neto. Às vésperas do impeachment, Dilma Rousseff ainda firmou um contrato de RS$ 2,1 milhões com o site. Antes de fundar o Brasil 247, Attuch foi alvo de investigação da Operação Satiagraha, acusado pelo jornalista Mino Pedrosa de usar seu cargo e função na revista IstoÉ Dinheiro para defender o banqueiro Daniel Dantas e o investidor Naji Nahas, também denunciados por corrupção, por meio de… “fake news” – a expressão é usada aqui de forma anacrônica, já que só virou slogan após ser popularizada por Donald Trump no ano passado.

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  • Série

    Selton Mello promete não dormir até desvendar todo o Mecanismo, em comercial da série

    23 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo comercial de “O Mecanismo”, série inspirada pela Operação Lava-Jato, narrado por Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”). Ele interpreta um policial e promete não dormir até desvendar o mecanismo do título, que mantém o funcionamento da corrupção do país. Criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série contrasta com a suposta fidelidade de “Polícia Federal: A Lei É para Todos” pela opção por se identificar como ficção e dar mais liberdade criativa e ritmo de thriller à produção. Por conta disso, todos os nomes dos noticiários da Lava-Jato foram alterados. Não apenas dos delegados, mas também dos juízes, políticos, empresários e doleiros. E mais: Petrobras virou PetroBrasil e até a Polícia Federal é identificada como Polícia Federativa. Só faltou chamar o Brasil de… Patópolis. Além de Selton Mello no papel de um delegado à frente das investigações, o elenco destaca Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”), Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), a série tem oito episódios, disponibilizados nesta sexta-feira (23/3). Anunciada há quase dois anos, “O Mecanismo” é a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada.

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  • Série

    The Rain: Novo trailer revela data de estreia da série pós-apocalíptica

    22 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “The Rain”, que revela a data de estreia da série europeia pós-apocalíptica. A prévia traz pessoas com trajes de proteção contra ameaças biológicas e avisa que, para sobreviver, é preciso evitar se molhar. “The Rain” é a primeira produção dinamarquesa da Netflix. A trama se passa seis anos depois de um vírus mortal dizimar a maior parte da população e segue dois irmãos que, ao saírem de seu abrigo protegido, se juntam a um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de vida e segurança. A série foi criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”) e é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. A aposta da plataforma é que a atração repita o sucesso de “Dark”, série alemã de suspense que virou frisson mundial. A estreia está marcada para 4 de maio na plataforma de streaming.

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  • Série

    20 fotos e vídeo legendado apresentam a 2ª temporada de Desventuras em Série

    22 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou 20 fotos inéditas e um vídeo legendado de bastidores da 2ª temporada de “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events), que promete que tudo ficará ainda pior para os orfãos Violet (Malina Weissman), Klaus (Louis Hynes) e o bebê Sunny Baudelaire. Como descreve o ator Neil Patrick Harris, intérprete do vilão Conde Olaf, desta vez eles vão parar com novos adultos, envolvem-se em mais problemas e a cada desventura precisam ter que escapar novamente de Olaf, num ciclo terrível de repetições. A prévia também dá uma mostra das participações de Nathan Fillion (série “Castle”), Tony Hale (série “Veep”), Sara Rue (série “Bones”), Lucy Punch (“Professora sem Classe”) e Roger Bart (série “Revenge”). A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os irmãos Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 2ª temporada estreia em 30 de março – e a série já garantiu seu terceiro ano de produção, que deve ser encerrar a trama.

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  • Série

    13 Reasons Why muda divulgação com depoimentos de vítimas de bullying e mensagens de apoio do elenco

    22 de março de 2018 /

    A Netflix está mudando o foco da divulgação de “13 Reasons Why”, como se pode observar pelos primeiros vídeos que marcam o começo da campanha da 2ª temporada. As versões brasileira e americana são diferentes, mas centradas em trazer casos reais de vítimas de bullying para compartilhar suas histórias. Além disso, um vídeo apresentado pelos atores da série alerta sobre as diferentes formas que os espectadores podem procurar ajuda caso necessitem. Após a série causar polêmica, a plataforma pretende dar mais voz e opções de ajuda para adolescentes que se veem confrontados com abusos, para evitar que a situação-limite da trama continue a se repetir na vida real. A 1ª temporada foi centralizado na história de Hannah (Katherine Langford), uma estudante de ensino médio que comete suicídio e deixa uma caixa com fitas de áudio explicando porque ela decidiu tirar a própria vida. A série mostrou sua morte em uma cena bastante gráfica, em que a garota corta os pulsos, o que inspirou debates sobre sensacionalismo e a necessidade da exibição tão detalhada daquela situação. Muitos pais acharam que a série glamourizou o suicídio e também houve muita discussão na mídia a respeito da forma como diversos abusos foram retratados na produção, sem aviso prévio. Por conta disso, a Netflix reavaliou como abordar os temas sensíveis da trama – não só suicídio, como assédio sexual e bullying. A principal novidade será a produção de um programa que servirá de companhia para os episódios, em que psicólogos, educadores e os próprios atores debaterão os eventos apresentados. Será uma expansão do que foi o “Beyond the Reasons” (Por trás das Razões), um especial de meia hora com entrevistas de bastidores da 1ª temporada. Por fim, o site oficial da produção oferecerá recursos para adolescentes em crise, para ajudar a prevenir suicídios ou autoflagelamentos. De acordo com um estudo encomendado pela Netflix, enquanto a maioria dos pais achou a falta de fontes de suporte um problema, a maioria dos adolescentes e jovens adultos disse que “13 Reasons Why” os ajudou a processar os temas discutidos. Mais da metade dos adolescentes disse que se desculparam com alguém pelo modo como havia tratado essa pessoa no passado, e quase 75% afirmou que passou a ter mais consideração pelas pessoas após assistir à série. “Esperamos que essas medidas que estamos tomando ajudem a apoiar conversas mais significativas quando a 2ª temporada for exibida este ano. Nós estivemos pesquisando o que os adolescentes tiraram de positivo da série e agora, mais do que nunca, nós estamos vendo o poder e compaixão dessa geração que defende a si e aos seus pares”, disse Brian Wright, o vice-presidente de séries originais da Netflix, em comunicado. A data de estreia da 2ª temporada ainda não foi anunciada.

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  • Série

    Comercial de O Mecanismo usa campanha eleitoral para abordar a corrupção no Brasil

    21 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo comercial de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato. O vídeo pega carona na vindoura campanha eleitoral do país para abordar como funciona a corrupção política. O didatismo, entretanto, tropeça num detalhe. A narração esquece de destacar que o dinheiro desviado vem de impostos pagos pela população, e que esta roubalheira é diretamente responsável pelo fato de o serviço público brasileiro – saúde, educação, previdência, etc – ser de tão baixa qualidade. E que, em vez de combater a corrupção, o governo federal trabalha para livrar condenados de penas duras e multas pesadas, oferecendo como solução para os problemas de caixa causados pelo roubo sistêmico as “reformas” de suposta salvação nacional – que, por sua vez, pioram ainda mais o serviço oferecido à população que paga por tudo. A série foi criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”). O elenco destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, e Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) como sua discípula, uma agente federal ambiciosa, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming – o diretor também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada. A estreia acontece na sexta (23/3).

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  • Série

    Allison Williams entra na 3ª e última temporada de Desventuras em Série

    21 de março de 2018 /

    A atriz Allison Williams (“Corra!”) se juntou ao elenco da 3ª e última temporada de “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events). O papel da atriz ainda não foi divulgado, mas deve ser introduzida ainda na 2ª temporada, numa pequena participação. A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os irmãos órfãos Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Neil Patrick Harris vive o tio vilão Conde Olaf, Malina Weissman (a jovem Kara nos flashbacks da série “Supergirl”) e o estreante Louis Hynes interpretam Violet e Klaus Baudelaire, e Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”) narra a trama como Lemony Snickets. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 3ª temporada já está sendo rodada em Vancouver, no Canadá, mas ainda não tem previsão de estreia. Já o segundo ano chega à Netflix em 30 de março.

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  • Filme

    Amy Poehler vai dirigir seu primeiro filme para a Netflix

    21 de março de 2018 /

    A atriz Amy Poehler vai fazer sua estreia como diretora de longa-metragem. A Netflix anunciou que vai dirigir a comédia “Wine Country”, que será disponibilizado por streaming. Confira abaixo. Além de dirigir, a comediante ainda vai estrelar e produzir o filme, que ainda não tem previsão de lançamento. “Vai acontecer – a estreia de Amy Poehler na direção. Wine Country chegará em breve na Netflix! Estrelando Amy Poehler, Rachel Dratch, Ana Gasteyer, Paula Pell, Maya Rudolph, Emily Spivey e com participação de Tina Fey. Fique animado. Fique muito animado!”, diz o anúncio da produção. O filme conta a história de um grupo de velhas amigas que vão para Napa, região da Califórnia conhecida pela produção de vinhos, para um fim de semana de celebração dos 50 anos de uma delas. O roteiro é de Emily Spivey, que trabalhou com Poehler na série “Parks and Recreation”. Poehler já tinha dirigido anteriormente episódios de “Parks and Recreation” e “Broad City”, além do piloto recusado de uma série. It's happening—Amy Poehler's directorial debut, Wine Country, is coming soon to Netflix! Starring Amy Poehler, Rachel Dratch, Ana Gasteyer, Paula Pell, Maya Rudolph, Emily Spivey and featuring Tina Fey. Get excited. Get real excited. pic.twitter.com/kZedPmzeVC — Netflix US (@netflix) March 20, 2018

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  • Série

    Produtora de The Crown pede desculpas a atores por revelar discrepância salarial

    20 de março de 2018 /

    Após quebrar a confidencialidade sobre os salários recebidos pelos protagonistas de “The Crown”, a produtora britânica Left Bank, responsável pela produção da série, pediu desculpas publicamente aos atores Claire Foy e Matt Smith pelos problemas que possa ter causado, e afirmou que trabalharia com a iniciativa Times’ Up, daqui em diante, para eliminar diferenças financeiras relacionadas a gênero. A revelação de que a atriz Claire Foy, que viveu a Rainha Elizabeth II na série, recebeu menos que seu colega de elenco Matt Smith, durante os dois primeiros anos da produção, gerou diversos protestos na internet e levou à criação de uma petição para que o ator doasse parte de seu salário para movimentos de igualdade de gênero. A polêmica veio à tona durante um comentário dos produtores na conferência Innovative TV (INTV), em Israel. Eles justificaram ter pago menos à atriz vencedora de dois troféus do Sindicato dos Atores, o SAG Awards, do que para o intérprete de seu marido, porque Matt Smith tinha sido protagonista de “Doctor Who”, uma das séries mais populares do Reino Unido. No comunicado emitido nesta terça (20/3), a empresa insiste que os atores não sabiam quanto cada um ganhou e não podem ser responsabilizados por quaisquer discrepâncias. A responsabilidade pela decisão dos salários diferenciados é exclusivamente da Left Bank “Nós queremos pedir desculpas para Claire Foy e para Matt Smith, atores brilhantes e amigos, que entraram no centro de um turbilhão midiático nesta semana sem terem culpa”, diz o comunicado. “Nós da Left Bank Pictures somos responsáveis por orçamentos e salários; os atores não estão cientes de quem ganha o quê, e não podem ser pessoalmente responsabilizados pelo pagamento de seus colegas.” Os produtores disseram estar “absolutamente unidos à luta por pagamento justo” e por um “reequilíbrio” do tratamento de mulheres na indústria. E que irão garantir maior isonomia daqui em diante. O comunicado não fala em compensação retroativa a Claire Foy. Nem ela, nem Matt Smith ou a Netflix, que disponibiliza a série, manifestaram-se sobre a polêmica.

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