Requiem: Série britânica de terror ganha trailer legendado da Netflix
A Netflix divulgou um trailer legendado de “Requiem”, série de terror britânica criada pelo australiano Kris Mrksa (cocriador da série “The Slap”, que ganhou remake americano). A trama gira em torno de Matilda Gray, uma instrumentista erudita de Londres, que, após o súbito suicídio de sua mãe, descobre indícios de que toda sua vida foi uma mentira e que ela pode ter sido raptada ainda bebê de uma família galesa. Mas após viajar à comunidade distante e isolada de seus potenciais parentes biológicos, o mistério se revela um terror gótico, com fantasmas e casas mal-assombradas. “Requiem” é estrelada por Lydia Wilson (do filme “Uma Questão de Tempo” e da série “Ripper Street”) e ainda inclui no seu elenco Joel Fry (série “Game of Thrones”), Tara Fitzgerald (também de “Game of Thrones”), Brendan Coyle (série “Downton Abbey”), James Frecheville (“Invasão de Privacidade”), Sian Reese-Williams (série “Hinterland”), Richard Harrington (também de “Hinterland”), Joanna Scanlan (“Notas sobre um Escândalo”) e Simon Kunz (série “The Last Kingdom”). Com seis episódios, “Requiem” começou a ser exibida em fevereiro pelo canal BBC One e será disponibilizada pela Netflix em 23 de março, após a transmissão do último capítulo no Reino Unido.
Vídeo e fotos de Perdidos no Espaço revelam cenas inéditas com muitos efeitos visuais
A Netflix divulgou cinco novas fotos e um vídeo legendado de bastidores da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space). A prévia explora cenas de ação e muitos efeitos visuais do remake, enquanto apresenta comentários do elenco e dos criadores. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, “Perdidos no Espaço” é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o navegador Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia está marcada para 13 de abril.
Claire Foy recebeu menos que Matt Smith para estrelar a série The Crown
A atriz Claire Foy, que viveu a Rainha Elizabeth II em “The Crown”, recebeu menos que seu colega de elenco Matt Smith durante os dois primeiros anos da produção. Quem revelou esta disparidade salarial foram os próprios produtores do drama de época da Netflix, durante um painel realizado na conferência Innovative TV, em Israel. Clare Foy venceu dois troféus do Sindicato dos Atores, o SAG Awards, pelo trabalho nas duas temporadas, além de um Globo de Ouro, e teve mais tempo de tela que Smith, intérprete do Príncipe Philip na série. Os produtores se justificaram dizendo que a diferença se devia ao trabalho anterior de Matt Smith como protagonista de “Doctor Who”, uma das séries mais populares do Reino Unido, por quatro anos. Entretanto, a produtora Suzanne Mackie assegurou que esse tipo de discriminação não aconteceria mais: “De agora em diante, ninguém ganha mais do que a Rainha”. Pena que Claire Foy não poderá aproveitar a nova política, já que não retorna para a 3ª temporada de “The Crown”. Graças a um salto temporal na trama, a atriz será substituída por Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que viverá a Rainha Elizabeth II nos anos 1970.
Gravações da 2ª temporada de O Justiceiro já começaram
As gravações da 2ª temporada de “O Justiceiro” (The Punisher) já começaram. Figurantes da produção divulgaram nas redes sociais as primeiras fotos do ator Jon Bernthal de volta ao papel. Ele aparece ensanguentado nas imagens, tiradas nas ruas de Bellmore, no estado de Nova York. A trama da nova temporada ainda não teve detalhes revelados, mas são esperados os retornos de Amber Rose Revah como a agente Dinah Madani, Ebon Moss-Bachrach como Micro e Ben Barnes como Billy Russo, agora completamente transformado no vilão Retalho. Além deles, foram confirmados três novos personagens na produção, vividos por Floriana Lima (série “Supergirl”), Josh Stewart (série “Shooter”) e Giorgia Whigham (série “Chance”). Dos três, apenas a personagem de Whigham, a golpista Amy Bendix, já foi vista nos quadrinhos da Marvel e ainda assim brevemente – por sinal nas páginas do Justiceiro. A personagem de Floriana Lima se chama Krista Dumont e é uma psicoterapeuta de militares veteranos, enquanto Josh Stewart interpreta John Pilgrim, um homem misterioso que “deixou para trás uma vida de violência”. Ainda não ha previsão para a estreia dos novos episódios.
Alexa & Katie: Nova série adolescente da Netflix ganha pôster nacional e trailer dublado
A Netflix divulgou o pôster nacional, 13 fotos e o trailer dublado da série “Alexa & Katie”. A prévia lembra as produções para tweens da Disney e da Nickelodeon, acompanhando duas amigas inseparáveis que se preparam para entrar no Ensino Médio. Mas o detalhe que faz a diferença é que uma das amigas têm câncer. Criada por Heather Wordham, que trabalhou na Disney e na Nickelodeon, como roteirista de “Hannah Montana” e “A Família Hathaways” (The Haunted Hathaways), a série traz Paris Berelc (de “Lab Rats”) como Alexa, que não quer se torna conhecida como a “garota do câncer”, e a estreante Isabel May como Katie, que faz tudo para que isso não aconteça – inclusive raspar seu próprio cabelo para ficar igual à amiga. Assim como o sucesso de cinema “A Culpa É das Estrelas” (2014), a produção aposta numa protagonista extrovertida e com grande entusiasmo pela vida. O elenco ainda destaca Tiffani Thiessen (da clássica série teen “Galera do Barulho/Saved by the Bell”) como a mãe de Alexa. A estreia está marcada para o dia 23 de março. Confira também o trailer com as vozes originais abaixo – a Netflix não disponibilizou versão legendada.
Netflix anuncia produção de série brasileira criada por KondZilla
A Netflix anunciou nesta segunda-feira (12/2) a produção de uma nova série brasileira. Intitulada “Sintonia”, a série foi criada e será produzida e dirigida por KondZilla, apelido de Konrad Cunha Dantas, paulista conhecido por fazer clipes de sucesso do funk ostentação e dono do canal mais visto do YouTube, com mais de 29 milhões de inscritos. Responsável pelos vídeos de hits como “Deu Onda”, de MC G15, e “Envolvimento”, de MC Loma e as Gêmeas Lacração, KondZilla criou uma série de ficção para a plataforma. “É o projeto mais antigo da minha vida, eu sempre sonhei em criar e dirigir uma ficção. Espero que seja mais uma das minhas realizações a inspirar mais molecada de favela a persistir com seus sonhos também, nada é impossível. Favela venceu!”, disse KondZilla, no comunicado do anúncio. Ele vai trabalhar no projeto com a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) e roteirista Felipe Braga (série “Mandrake”), por meio da produtora da dupla, Losbragas. Felipe Braga e Guilherme Quintella (roteirista de “Meu Amigo Hindu”) também são creditados como cocriadores de “Sintonia”, ao lado de KondZilla. A produção será a segunda série dos Losbragas na Netflix. Felipe Braga também criou a comédia “Samantha!”, que deve estrear ainda neste ano. “‘Sintonia’ é um projeto extremamente relevante, pois é focado em criar uma plataforma original para talentos das favelas do Brasil – como o KondZilla – poderem contar suas próprias histórias, de seus próprios pontos de vista”, comentou a produtora Alice Braga. “Uma voz emergente que encontrou seu lugar fora da mídia tradicional, KondZilla nos mostrou uma mensagem poderosa e força criativa, estabelecendo o que se tornou um dos maiores canais de música do YouTube no mundo. ‘Sintonia’ é uma narrativa em primeira pessoa e estou honrada em ficar ao lado dele enquanto conta sua história – da periferia do Brasil para o mundo”, completou. Segundo a sinopse, a série vai acompanhar três personagens diferentes para explorar a interconexão da música, tráfico de drogas e religião em São Paulo. Doni, Nando e Rita cresceram juntos na mesma favela, onde foram influenciados pelo fascínio do funk, das drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes. Apesar de tentarem levar uma vida diferente de onde cresceram, percebem que as únicas pessoas que podem salvá-los de si mesmos são eles próprios. A série chegará com exclusividade na Netflix em 2019. Veja abaixo o teaser do anúncio da parceria.
Quadrinhos do criador de Deadpool vão virar filmes da Netflix
O artista de quadrinhos Rob Liefeld, que criou Deadpool, Cable e X-Force, fechou contrato com a Netflix para a produção de filmes baseados nos personagens de seu Extreme Universe, que ele lançou após sair da Marvel. O próprio Liefeld publicou uma imagem em sua conta de Instagram comemorando o acordo. Confira abaixo. O projeto já começou “bem”, com a contratação de Akiva Goldsman para comandar uma sala de roteiristas responsável pela adaptação. Para quem não lembra – ninguém da Netlix lembrou, por exemplo – , este é o mesmo Akiva Goldsman que, à frente de uma sala de roteiristas, criou o pior e menos lucrativo de todos os “Transformers” da Universal no ano passado – indicado a várias Framboesas de Ouro. Ele também foi o autor da adaptação de “A Torre Negra”, que conseguiu transformar uma das obras mais celebradas de Stephen King num fracasso de bilheteria. Mas Liefeld já tinha anunciado a parceria antes de cair “A Torre Negra” e “Transformers: O Último Cavaleiro” se transformar mesmo no último da franquia. O projeto veio à tona em janeiro do ano passado e, desde então, vinha sendo negociado com interessados. Podem não ter sido muitos. Afinal, o primeiro lançamento do Extreme Studios, de Liefeld, a revista “Youngblood”, foi considerada a pior criação de quadrinhos de super-heróis dos anos 1990. O desenhista culpou o roteirista Hank Kanalz, que foi demitido. E, como resultado, os números posteriores ficaram… ainda piores. Ele acabou mudando o nome da empresa para Awesome Comics em 1997 e… a empresa faliu três anos depois. Depois de uma década na Marvel e DC, ele resolveu ressuscitar o Extreme Universe, que agora reúne seis publicações diferentes com mais de 50 personagens. De acordo com um comunicado de Scott Stuber, responsável pela divisão de filmes da Netflix, a expectativa é que o estilo “subversivo” desses quadrinhos encontre o mesmo sucesso conquistado nos cinemas por Deadpool. “O Extreme Universe de Rob Liefeld apresenta boas histórias e personagens únicos. A voz criativa de Akiva tem estado por trás de algumas das maiores franquias do cinema, tornando-o excepcionalmente capaz de ajudar a dar vida a esses super-heróis na Netflix.” Além de “Transformers” e “A Torre Negra”, Akiva Goldsman também ajudou a cancelar as franquias “O Chamado”, “Divergente” e “A 5ª Onda”, que teriam continuações. Deve ser a isso que Scott Stuber se refere em seu comunicado, quando o coloca “por trás de algumas das maiores franquias do cinema”. Ainda não há previsão para o início de produção dos filmes ou data de lançamento. I guess I can put this up now! Many worlds to share!! So much chill!! #extreme #robliefeld #brigade #bloodstrike #regex #lethal #knightmare #bloodwulf #battlestone #imagecomics #netflix Uma publicação compartilhada por RobertLiefeld (@robliefeld) em 8 de Mar, 2018 às 1:27 PST
Homem é eletrocutado durante filmagens da cinebiografia da banda Mötley Crüe
Um homem foi eletrocutado no set de “The Dirt”, cinebiografia da banda Mötley Crüe, durante as filmagens que aconteciam em Nova Orleans na tarde deste sábado (10/3). Segundo o site de celebridades TMZ, o homem fazia parte da equipe de produção e trabalhava no topo de um prédio quando sofreu o acidente. Imagens disponibilizadas no site mostram uma pessoa sendo atendida e levada ao hospital – veja abaixo. Não há mais informações sobre o estado de saúde da vítima. O filme sobre a banda de rock dos anos 1980 é uma produção da Netflix baseada na “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo autor Neil Strauss e pelos próprios membros do grupo. O elenco traz Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. O roteiro da adaptação é assinado por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine, diretor dos filmes da franquia “Jackass”. “The Dirt” ainda não tem previsão de estreia.
Irmãos Duffer se dizem “profundamente chateados” com acusações de abuso em Strangers Things
Os criadores e showrunners de “Stranger Things”, os irmãos Matt e Ross Duffer, reagiram às alegações de abuso de uma integrante da equipe de produção com um comunicado, em que se dizem “profundamente chateados” com as acusações. A Netflix também se manifestou sobre o caso, declarando não ter encontrou nenhuma evidência de transgressão no set. Em sua declaração, os irmãos Duffer disseram: “Estamos profundamente chateados ao saber que alguém se sentiu desconfortável em nosso set. Devido à natureza de alta tensão da produção, os temperamentos ocasionalmente ficam desgastados e, por isso, pedimos desculpas. No entanto, pensamos que é importante não caracterizar erroneamente o nosso set, onde acreditamos fortemente no tratamento de todos de forma justa, independentemente do sexo, orientação, raça, religião ou qualquer outra coisa. Nós permanecemos totalmente comprometidos em fornecer um ambiente de trabalho seguro e colaborativo para todos em nossas produções”. Netflix, por sua vez, observou: “Examinamos a questão, quando ouvimos falar pela primeira vez da alegação na quinta-feira, e não encontramos nenhuma transgressão. Manter uma atmosfera segura e respeitosa no set é importante para nós, e nós sabemos que é também para os irmãos Duffer”. A acusação foi feita pela contrarregra H. Peyton Brown em seu Instagram. Ela aproveitou o tema do Dia Internacional da Mulher para fazer uma postagem em sua conta pessoal, afirmando que não voltaria mais a trabalhar em “Stranger Things” em apoio à irmandade feminina. Sem dar nomes, ela acusou “dois homens, em alta posição de poder” de destratar várias funcionárias durante a produção da 2ª temporada. “Acho que não há dia melhor que o Dia Internacional da Mulher para dizer que ‘time’s up’ (nome de uma iniciativa contra assédio, que significa ‘o tempo acabou’)”, ela escreveu, explicando que não poderia continuar na série depois do que testemunhou. “Eu pessoalmente testemunhei dois homens, em alta posição de poder naquele set, abusarem verbalmente de múltiplas mulheres. Eu prometi a mim mesma que, se fosse colocada em uma situação onde tivesse que dizer algo, eu iria. Então estou falando isso para os meus 11,5 mil seguidores: TIME’S UP”, escreveu na postagem. Apesar de não citar nominalmente os irmãos, ela confirmou que se referia a eles quando questionada por seguidores nos comentários. Ela também deu exemplos dos abusos: “Houve gritos, insultos, ameaças e pessoas sendo demitidas ou forçadas a se demitir por causa deles”. Entretanto, logo após a postagem, os comentários e as respostas foram apagados. O post original continua no ar e pode ser visto abaixo. I guess there’s no better day than #nationalwomensday to say #timesup and announce that I will not be a part of the filming of Season 3 of Stranger Things. Why, you ask? Because I stand with my sisters. I personally witnessed two men in high positions of power on that set seek out and verbally abuse multiple women. I promised myself that if I were ever in a situation to say something that I would. I have 11.5 thousand followers who can hear me say this, TIME IS UP. Women in the film industry are POWERFUL. We will rise and we will scream from mountain tops in support of each other and I will not contribute my time, efforts, and talent to such abusive people. There is too much going on in this world to be regressive. There are too many amazing and highly respected men in respective positions of power that I have had the utmost pleasure of working beside. Those are the people I want to surround myself with. Those are the projects I want to be a part of. This industry is no longer led by a “few good men,” but instead by an OCEAN of ASTOUNDING WOMEN. Enough is enough. For my sisters- Time is up. #timesup #theabusestopsnow #ontobiggerandbetter #standupforwhatsright #womenempowerment #ladygrip #sisterhood #iatsesisters #wewillbeheard #thispicsaysitall Uma publicação compartilhada por P (@peytonnbrown) em 8 de Mar, 2018 às 10:18 PST
Scorsese anuncia final das filmagens de The Irishman, seu retorno aos dramas mafiosos
Martin Scorsese anunciou o fim de filmagens de “The Irishman”, no Instagram. Junto de uma foto dos bastidores de seu retorno às tramas mafiosas, o diretor agradeceu “a todos que ajudaram a tornar isto possível”. Entretanto, o longa ainda está longe de ser finalizado. A pós-produção vai consumir bastante tempo, devido aos efeitos de computação gráfica. Como a trama vai atravessar décadas, Scorsese optou por rejuvenescer digitalmente o elenco central para interpretar suas versões jovens, em diferentes fases da história. Não será a primeira vez que esse tipo de processo será tentado no cinema. Filmes como “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008) e “Tron: O Legado” (2010) foram alguns dos pioneiros. Mas Scorsese busca ainda maior realismo. E isto tem um custo. Por conta disso, nenhum estúdio de cinema quis se envolver no projeto, especialmente após o filme anterior do cineasta, “Silêncio”, ter fracassado nas bilheterias. Superprodução que não teve o orçamento divulgado, “Silêncio” fez apenas US$ 7 milhões nos EUA. Quando a Netflix apareceu disposta a bancar a empreitada, o filme tinha um orçamento especulado em US$ 100 milhões. Mas o site Deadline revelou que o valor aumentou bastante desde então. Os custos estariam em US$ 140 milhões e longe de estacionar. O filme conta com roteiro de Steve Zaillian, criado a partir do livro de Charles Brandt “I Heard You Paint Houses”, que detalha a vida de Frank “The Irishman” Sheeran, o maior assassino da máfia americana, supostamente envolvido na morte do sindicalista Jimmy Hoffa. Robert De Niro fará o papel principal. Ele e Scorsese não filmavam juntos há mais de duas décadas, desde “Cassino” (1995). Por sinal, Joe Pesci que já estava aposentado e também trabalhou em “Cassino”, voltará a atuar no filme. O elenco central se completa com outro veterano, Al Pacino. Ainda não há previsão para a estreia. That’s a wrap! Thank you to the many people who made this possible. #iheardyoupainthouses #theirishman Uma publicação compartilhada por Martin Scorsese (@martinscorsese_) em 5 de Mar, 2018 às 1:03 PST
Criadores de Strangers Things são acusados de abuso verbal nas gravações da série
A contrarregra H. Peyton Brown acusou os criadores de “Stranger Things”, os irmãos Matt e Ross Duffer, de abusarem verbalmente e causar demissões de diversas mulheres no set de gravação da série. Ela aproveitou o tema do Dia Internacional da Mulher para fazer uma postagem em sua conta pessoal do Instagram, afirmando que não voltaria mais a trabalhar em “Stranger Things” em apoio à irmandade feminina. Sem dar nomes, ela acusou “dois homens, em alta posição de poder” de destratar várias funcionárias durante a produção da 2ª temporada. “Acho que não há dia melhor que o Dia Internacional da Mulher para dizer que ‘time’s up’ (nome de uma iniciativa contra assédio, que significa ‘o tempo acabou’)”, ela escreveu, explicando que não poderia continuar na série depois do que testemunhou. “Eu pessoalmente testemunhei dois homens, em alta posição de poder naquele set, abusarem verbalmente de múltiplas mulheres. Eu prometi a mim mesma que, se fosse colocada em uma situação onde tivesse que dizer algo, eu iria. Então estou falando isso para os meus 11,5 mil seguidores: TIME’S UP”, escreveu na postagem. Apesar de não citar nominalmente os irmãos, ela confirmou que se referia a eles quando questionada por seguidores nos comentários. Ela também deu exemplos dos abusos: “Houve gritos, insultos, ameaças e pessoas sendo demitidas ou forçadas a se demitir por causa deles”. Entretanto, logo após a postagem, os comentários e as respostas foram apagados. O post original continua no ar e pode ser visto abaixo. I guess there’s no better day than #nationalwomensday to say #timesup and announce that I will not be a part of the filming of Season 3 of Stranger Things. Why, you ask? Because I stand with my sisters. I personally witnessed two men in high positions of power on that set seek out and verbally abuse multiple women. I promised myself that if I were ever in a situation to say something that I would. I have 11.5 thousand followers who can hear me say this, TIME IS UP. Women in the film industry are POWERFUL. We will rise and we will scream from mountain tops in support of each other and I will not contribute my time, efforts, and talent to such abusive people. There is too much going on in this world to be regressive. There are too many amazing and highly respected men in respective positions of power that I have had the utmost pleasure of working beside. Those are the people I want to surround myself with. Those are the projects I want to be a part of. This industry is no longer led by a “few good men,” but instead by an OCEAN of ASTOUNDING WOMEN. Enough is enough. For my sisters- Time is up. #timesup #theabusestopsnow #ontobiggerandbetter #standupforwhatsright #womenempowerment #ladygrip #sisterhood #iatsesisters #wewillbeheard #thispicsaysitall Uma publicação compartilhada por P (@peytonnbrown) em 8 de Mar, 2018 às 10:18 PST
Site afirma que Black Mirror terá episódio gravado no Brasil
A 5ª temporada da série “Black Mirror” teria um episódio passado no Brasil. Segundo fontes do site BuzzFeeds News, uma equipe internacional estaria de viagem marcada para as gravações, que aconteceriam em São Paulo e no Rio durante abril. O site afirma ter obtido a informação de três profissionais brasileiros que foram contratados para prestar apoio à equipe, e teve acesso aos seus contratos, todos com cláusulas de sigilo. Eles trabalhariam para a Conspiração Filmes. O set deve ser misto, com profissionais locais e estrangeiros, mas a equipe brasileira ainda não viu o roteiro do episódio. Nem a produtora, nem a Netflix confirmaram a notícia. A série, que gravou as primeiras temporadas no Reino Unido, seu local de origem, começou a rodar o mundo quando passou a ser produzida pela Netflix na 3ª temporada. Alguns episódios foram gravados em Toronto, no Canadá, na Almeria, cidade no sul da Espanha, na capital islandesa Reykjavik, no deserto de Nevada, nos Estados Unidos, e em Lanzarote, uma das ilhas Canárias. Caso a gravação se confirme, não será a primeira vez que uma produção da Netflix usa o país como locação. Em 2016, o elenco de “Sense8” veio participar da parada LGBT de São Paulo e gravou cenas que foram exibidas na 2ª temporada da série. O anúncio da renovação de “Black Mirror” foi feito na segunda (5/3) pela Netflix, que não deu maiores detalhes, como a quantidade de episódios que constituirá a 5ª temporada ou uma previsão de estreia para sua exibição.
SBT fará propaganda gratuita para o filme de Edir Macedo
A rede Record e a Igreja Universal do Reino de Deus não serão as únicas empresas engajadas na divulgação do filme “Nada a Perder”, cinebiografia do bispo Edir Macedo. O canal SBT também fará propaganda gratuita do filme. Segundo o UOL, o dono do SBT mandou exibir comerciais do filme sem cobrar nada. Sílvio Santos também é personagem do filme, que mostra como ele vendeu a Record para Macedo. O empresário-apresentador teria dado a ordem para veicular os comerciais após assistir ao filme. Ele recebeu uma cópia em DVD da produção, que só estreia nos cinemas daqui a três semanas. Antes mesmo da campanha publicitária começar, “Nada a Perder” já vendeu mais de 3 milhões de ingressos. Originalmente previsto como trilogia, a cinebiografia de Edir Macedo deve ser divida em dois filmes. O primeiro estreia agora em março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). A estreia está marcada para 29 de março.











