Criador de Black-ish pode romper com a ABC após censura e ir para a Netflix
O roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, estaria ensaiando trocar a TV pelo streaming. A revista The Hollywood Reporter cita múltiplas fontes para afirmar que Barris está tentando romper seu contrato com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015. Essas mesmas fontes garantem que Barris estaria em negociações preliminares para se juntar a Shonda Rhimes e Ryan Murphy num grande acordo com a Netflix. “As conversas são muito reais”, diz uma das gargantas profundas. O ABC Studios e a Netflix se recusaram a comentar. Mas o desconforto do produtor com a rede ABC é notório. No mês passado, por exemplo, a ABC vetou a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas” com Barris. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Além disso, a rede não tem apostado em novas criações do roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto.
Criadores de Strangers Things são processados por suposto plágio do conceito da série
Os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores da série “Stranger Things”, um dos maiores sucessos da Netflix, estão sendo processados por plágio. A ação é movida pelo diretor Charlie Kessler, que acusa “Stranger Things” de ser plágio de seu curta “Montauk” (2012). Premiado no Festival de Hamptons, “Montauk” explora experimentos sobrenaturais secretos, uma das premissas de “Stranger Things”. Segundo documentos do processo obtidos pelo site TMZ, Kessler afirma que, em 2014, ele e seus agentes apresentaram o conceito de “Montauk” aos Duffer para desenvolver um projeto, mas as conversaram não tiveram prosseguimento. Por isso, ele ficou perplexo com o lançamento da série em 2016, afirmando que “Stranger Things” não só se apropriou de suas ideias, como partes de seu roteiro. Além disso, os Duffer chegaram a batizar a atração, em um primeiro momento, como “The Montauk Project”, no que seria uma clara referência a seu trabalho. Kessler quer uma indenização em dinheiro como reparação de danos materiais. Entretanto, as obras são bastante diferentes entre si. “Montauk” falava de criaturas que apareceram na praia do título e era todo registrado ao estilo dos filmes de terror de “found footage”, com trechos de reportagem e outra fontes de vídeo compiladas para contar sua história. O curta podia ser assistido na íntegra no portal Vimeo até a semana passada, mas após a notícia do processo se tornar pública, ele se tornou “indisponível”.
Produtor de Polícia Federal: A Lei É para Todos ataca a série O Mecanismo
O produtor Tomislav Blazic, do filme “Polícia Federal: A Lei É Para Todos”, resolveu aproveitar a crítica petista contra a série “O Mecanismo” para desdenhar da produção da Netflix, que aborda a mesma operação policial de seu filme, a Operação Lava-Jato. O filme também causou polêmica quando entrou em cartaz, acusado pelos mesmos políticos e pelos mesmos motivos: supostamente distorcer falas e eventos da Operação Lava-Jato para atacar o PT. O longa teria sofrido 18 processos e o advogado de Lula chegou a tentar impedir a reconstituição da cena da condução coercitiva do ex-presidente. Além disso, políticos do PT aproveitaram a produção para atacar a própria Operação Lava-Jato, inclusive o juiz Sergio Moro. Mesmo assim, a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, afirmou que Blazic considerou equivocado o uso da frase “estancar a sangria” na série. A expressão dita pelo senador Romero Jucá – do MDB, mas ex-líder de Lula e Dilma no Congresso – , aparece na boca de João Higino, o personagem que seria o ex-presidente Lula na Netflix. Além disso, o produtor ampliou a crítica. “Colocar na série o caso do Banestado [de corrupção nos anos 1990] é também querer prejudicar só o PT. Não é baseado em uma história real”, ele comentou. Blazic está em fase de pré-produção da continuação de “Polícia Federal: A Lei É Para Todos”, na qual afirma que todos os partidos serão impactados. “O PT é corrupto como os demais partidos. No próximo filme será um salve-se quem puder”, diz. Ou seja, exatamente como mostrou “O Mecanismo”, mas apenas para quem realmente viu a série.
Filme de Edir Macedo estreia em 1º lugar com metade da alegada pré-venda
Conforme esperado, o filme “Nada a Perder”, cinebiografia de Edir Macedo, liderou as bilheterias do fim de semana em sua estreia no Brasil. A surpresa ficou por conta da quantidade de ingressos comercializados para as sessões de quinta (29/3) a domingo. Segundo a consultoria ComScore, a produção da Record vendeu 2,1 milhões de ingressos, rendendo um total de R$ 25,8 milhões. Números de respeito, mas bastante inferiores aos 4 milhões da pré-venda apregoada. Pode-se considerar, entretanto, que a venda antecipada também seria para a próxima semana. A conferir. Havia a expectativa de que a estreia estabelecesse um novo recorde de abertura do cinema brasileiro, mas a vendagem não bateu os 2,2 milhões que “Os Dez Mandamentos: O Filme” atingiu em 2016. Mesmo assim, a Record alardeia o tal recorde. É que o site Filme B trouxe números diferentes em seu levantamento, dando 2,3 milhões de ingressos vendidos para “Nada a Perder”. Vale observar que o Filme B aponta que sua apuração é estimada e sujeita a modificações. O filme, porém, teve a maior abertura do ano entre os lançamentos nacionais e o quinto melhor desempenho entre todas as estreias de 2018 no Brasil, atrás de “Pantera Negra”, “Jumanji”, “Cinquenta Tons de Liberdade” e “O Touro Ferdinando”. Em 2º lugar ficou “Jogador Nº 1”, a sci-fi de Steven Spielberg, que, graças à menor quantidade de telas disponíveis, não conseguiu repetir no Brasil o bom desempenho dos Estados Unidos, onde abriu no topo, com US$ 53 milhões. No Brasil, o longa vendeu “apenas” 365 mil ingressos, num total de R$ 7,11 milhões.
Veja a íntegra do clipe musical de Trish Walker exibido na série Jessica Jones
A Netflix divulgou o videoclipe completo da música “I Want You Cray Cray”, que foi parcialmente visto num flashback da 2ª temporada de “Jessica Jones”, dedicado ao passado conturbado de Trish Walker (Rachael Taylor) como uma estrela teen. O vídeo é acompanhado de vários inserts, que comentam a história fictícia por trás de sua produção, como o fato de Trish ter namorado um dos dançarinos – e sua mãe também. Estes insights também explicam que “Cray” é gíria para “loucura”, e um dos apelidos que a mídia colocou em Trish, cujos exageros da época a colocaram numa clínica de reabilitação. “I Want Your Cray Cray” era para ser o primeiro single de sua carreira como cantora, após o sucesso televisivo, mas não estourou, o que fez Trish se afundar ainda mais nas drogas. Felizmente, ela pôde contar com a melhor amiga/irmã Jessica (Krysten Ritter) para se reerguer. Confira abaixo antiga Trish de “I Want You Cray Cray”, antes que a nova versão da personagem surja na 3ª temporada – agora com superpoderes!
Sci-Fi espanhola Órbita 9 ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da sci-fi espanhola “Órbita 9”. A prévia resume a trama, que parte de uma manipulação de perspectiva. Uma garota criada a vida inteira isolada no espaço é impactada pelo primeiro contato com um homem, que vem à sua estação espacial fazer manutenção. O detalhe é que ela não está realmente no espaço, mas trancada numa instalação subterrânea, sem saber que é parte de uma experiência científica sobre isolamento. O filme marca a estreia na direção de Hatem Khraiche (roteirista de “Retornados”) e é estrelado por Clara Lago (“Fim dos Tempos”) e Álex González (“X-Men: Primeira Classe”). O lançamento original aconteceu há um ano na Espanha, e a estreia na Netflix está marcada para 6 de abril.
Segunda parte de La Casa de Papel ganha trailer tenso e repleto de ação
A Netflix divulgou o trailer legendado da segunda parte da série espanhola “La Casa de Papel”, um fenômeno que demonstra a penetração internacional do serviço de streaming. Trama de assalto ousado, a série original ganhou uma nova edição para a Netflix, com episódios menores e, portanto, uma quantidade maior de capítulos. A decisão de dividir a trama em duas partes veio do costume da plataforma de lançar séries de 13 episódios. A prévia da segunda parte é cheia de ação e mostra como a situação dentro da Casa da Moeda da Espanha torna-se cada vez mais insustentável e o jogo psicológico entre Professor (Álvaro Morte) e a delegada Raquel (Itziar Ituño) pode colocar tudo a perder. Criada por Álex Pina (da também cultuada série sci-fi “El Barco”), “La Casa de Papel” mostrou seu alcance mundial com a adoção das máscaras de Salvador Dali, usadas no assalto da trama, até no carnaval brasileiro. Originalmente exibido em novembro na Espanha, o final da trama chega ao streaming em 6 de abril.
Adam Sandler e Jennifer Aniston vão estrelar comédia da Netflix
Adam Sandler e Jennifer Aniston vão voltar a trabalhar juntos após “Esposa de Mentirinha” (2011), última comédia bem-sucedida de Sandler nos cinemas. Desta vez, a reunião vai acontecer na Netflix. Apesar do título “Murder Mistery”, a produção será uma comédia romântica com roteiro de James Vanderbit (“O Espetacular Homem-Aranha”) e direção de Kyle Newacheck (“Perda Total”). A trama vai apresentar um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que viram suspeitos no assassinato de um milionário.
Lula diz em discurso que vai processar a Netflix
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou num discurso que processará a Netflix por causa da série “O Mecanismo”, livremente inspirada pela Operação Lava-Jato, investigação federal que já lhe rendeu uma condenação por corrupção, além de mais sete processos criminais. “Nós vamos processar a Netflix. Nós não temos que aceitar isso e eu não vou aceitar”, afirmou Lula em discurso em Curitiba, no encerramento de sua caravana pelo sul do País. Ao contrário do filme “Polícia Federal: A Justiça É para Todos”, a série “O Mecanismo” não cita Lula, Dilma, Petrobrás, Sérgio Moro e nem mesmo a Polícia Federal. Todos os nomes de pessoas e instituições foram alterados, ressaltando que se trata de uma obra de ficção. No entanto, não é difícil associar o personagem João Higino ao ex-presidente. Lula afirmou que a série é “mais uma mentira” que inventaram contra ele e o PT. “Há anos eu já ouvia dizer que a Globo estava fazendo um documentário para passar na Netflix, para não aparecer a cara da Globo”, ele afirmou em seu discurso. Desde o lançamento na última sexta-feira (23/3), a nova série de José Padilha, responsável também por “Narcos” e o filme “Tropa de Elite”, vem causando controvérsia entre petistas e simpatizantes. O discurso de Lula é o ápice de uma campanha de setores da esquerda, que faz de “O Mecanismo” uma das produções mais comentadas do Brasil nos últimos anos, superando até atrações da Globo. A obra motivou até um artigo crítico assinado pela ex-presidente Dilma Rousseff, que destaca o maior incômodo causado pela produção: a inclusão da frase “estancar a sangria”, popularizada pelo ex-líder de Lula e Dilma no Senado, Romero Jucá (do MDB), na boca de João Higino (o avatar de Lula). O diálogo original completo, gravado por uma escuta, insinuava um acordo nacional em torno do Impeachment de Dilma para apaziguar os ânimos e permitir ao Supremo soltar todo mundo, inclusive o próprio Lula – citado textualmente. O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, também condenado na Justiça por corrupção, manifestou-se sobre a série no Twitter, mas para ressaltar como o protesto petista ajuda a divulgação da série. “Com uma pessoa como Dilma fazendo campanha para boicote à série ‘O Mecanismo’, desconfio que a produção vai bater todos os recordes mundiais e planetários de audiência”, escreveu em sua conta no Twitter.
Ator de Outlander e Game of Thrones será o novo Príncipe Philip em The Crown
O ator Tobias Menzies (das séries “Game of Thrones” e “Outlander”) fechou com a Netflix assumir o papel do Príncipe Philip na 3ª temporada de “The Crown”, assumindo o papel desempenhado por Matt Smith nas duas primeiras temporadas. Todo o elenco vai mudar no próximo arco da história da família real britânica, que avançará uma década no tempo para mostrar o Reino Unido nos anos 1970 – época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols. Anteriormente, a produção tentou fechar com Paul Bettany (o Visão da franquia “Vingadores”), mas a negociação foi encerrada, sem que nenhum motivo tenha sido dado para a desistência. Tobias Menzies vai se juntar a Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II, e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. A Netflix ainda não marcou a data de estreia dos novos episódios da série criada por Peter Morgan (“A Rainha”).
Frank Miller desenvolve série sobre Excalibur na Netflix
O famoso criador de quadrinhos Frank Miller, criador de “300”, “Sin City” e clássicos de Demolidor e Batman, está desenvolvendo sua primeira série, que será disponibilizada pela Netflix. Segundo o site Deadline, trata-se de uma adaptação de “Cursed”, livro ainda inédito escrito por Tom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”) e ilustrado pelo próprio Miller (veja uma imagem da obra abaixo). A trama acompanha Nimue, uma poderosa garota que, no futuro, se tornará a Dama do Lago da Lenda Arthuriana, responsável por entregar a espada sagrada Excalibur ao rei Arthur. “Eu sempre fui fascinado pela história mitológica de Arthur – principalmente por Nimue. Pode ser interpretada de inúmeras formas, tanto como uma contagiante história infantil como ‘A Espada Era a Lei, ou uma interpretação assustadora como ‘Excalibur'”, disse Miller em comunicado, sobre o livro. Apesar de mais conhecido por seus quadrinhos, Miller tem bastante experiência cinematográfica. Além de ter escrito os roteiros de “RoboCop 2” e “3” e produzido “300”, ele foi codiretor dos dois filmes de “Sin City”, ao lado de Robert Rodriguez, e dirigiu “Spirit”. Ele vai trabalhar na produção com Tom Wheeler, mas não há mais detalhes nem previsão de estreia para a série.
Atriz de Jane the Virgin vai estrelar filme de Carmen Sandiego
A Netflix vai produzir um filme baseado no jogo e série de animação dos anos 1990 “Em que Lugar da Terra Está Carmen Sandiego?”. A produção será estrelada e produzida pela Gina Rodriguez (série “Jane The Virgin”). O projeto é uma extensão da franquia e tomou forma após a Netflix adquirir os direitos da personagem para lançar um remake da série animada em 2019, que também terá Gina Rodriguez como dubladora principal. Carmen Sandiego surgiu pela primeira vez num jogo (“Where in the World Is Carmen Sandiego?”) criado por Gene Portwood e Lauren Elliott, ex-funcionários da Disney, e lançado em 1985 com o intuito de ensinar geografia às crianças. No game, detetives da agência ACME tentam prender um grupo de ladrões liderados por Carmen Sandiego, que realizava roubos impossíveis ao redor do mundo. Seu prazer é vencer os desafios. Não há maiores informações sobre o filme da Netflix, que teve sua produção identificada pelo site Deadline, mas ainda não foi oficialmente anunciado. Antes desse projeto vir à tona, a atriz Jennifer Lopez (série “Shades of Blue”) chegou a negociar com a produtora Walden Media estrelar um filme “live action” da personagem fugitiva.
Filme sobre Edir Macedo já bate recordes de bilheteria antes da estreia
A cinebiografia do bispo Edir Macedo, “Nada a Perder”, vai estrear nesta quinta (29/3) com 4 milhões de ingressos vendidos de forma antecipada, segundo informações da Record. Com isso, bateu o recorde de pré-vendas do cinema nacional, que pertencia à outra produção religiosa da Record, “Os 10 Mandamentos” (2,3 milhões de ingressos), e, de quebra, já virou o filme nacional mais bem-sucedido do ano, antes mesmo de chegar aos cinemas. O jornal O Globo quis verificar se a estratégia seguia a fórmula bem-sucedida de “Os 10 Mandamentos”, que apesar do recorde da época abriu com salas vazias. Isto porque integrantes da Igreja Universal teriam comprado e distribuído ingressos entre seus fiéis, que não foram ao cinema. A publicação, que pertence a grupo de comunicação rival da Record, questionou três grandes exibidoras para saber se elas firmaram alguma parceria com a Universal. Apenas a Kinoplex confirmou ter vendido pacotes de ingressos para pastores e grupos a partir de cem pessoas, nos quais todos pagam meia entrada. A UCI disse ter vendido ingressos para grupos, “como faz com qualquer filme”. E a Cinemark não se pronunciou. Já a rede Cinépolis anunciou um sorteio relacionado à compra de ingressos, que daria direito a uma viagem a Israel para o vencedor, “com um acompanhante e seu líder religioso”, além de mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Em comunicado, a Universal negou comprar ingressos, mas diz estimular a ida dos fiéis ao cinema. “A imprensa, embasbacada com o espetacular sucesso de bilheteria que se anuncia, esforça-se para inventar uma explicação fajuta para o maior fenômeno cinematográfico brasileiro do ano — ou, talvez, de todos os tempos”, diz o comunicado da Igreja, que ainda chama a imprensa de “rancorosa e preconceituosa”. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estariam negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).












