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  • Série

    Netflix encomenda série sobre viagem a Marte do diretor de Planeta dos Macacos

    11 de junho de 2018 /

    A Netflix encomendou a série sci-fi “Away” sobre a conquista de Marte, com produção do cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”). Criada por Andrew Hinderaker (roteirista de “Penny Dreadful”), a série é descrita como uma história de amor épica e um conto emocionante de sobrevivência tendo como pano de fundo o maior esforço da humanidade – a primeira missão humana a Marte. A trama acompanha Emma Green, uma astronauta americana que deve deixar o marido e a filha adolescente para comandar uma tripulação espacial internacional, que viajará pelo espaço durante um ano, rumo a Marte. A 1ª temporada terá 10 episódios. A próxima etapa será definir o elenco e a equipe técnica para marcar o começo das gravações. Além de Reeves e Hideraker, já está determinado que “Away” terá roteiros e produção de Jason Katims (das séries “Friday Night Lights” e “Parenthood”). Hideraker trabalhou como redator em duas das séries mais recentes de Katims, “Pure Genius” e “The Path”.

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  • Série

    Diretora da Amazon revela negociações para salvar Lucifer e bastidores do resgate de The Expanse

    11 de junho de 2018 /

    Após salvar “The Expanse” do cancelamento, a Amazon pode resgatar outra série do abismo. A nova chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke revelou que há conversas avançadas sobre “Lucifer” no serviço de streaming. “Nós estamos falando sobre ‘Lucifer'”, disse Salke durante uma entrevista para o site Deadline, realizada na quinta-feira passada, mas só publicada nesta segunda (11/6). “Eu sei que a divisão internacional, especialmente o grupo do Reino Unido, é bastante determinada sobre essa série. Eu ainda não chequei como está isso hoje (quinta-feira), mas ouvi conversas sobre isso ontem.” A revelação coincide com o que afirmou a atriz Lauren German, intérprete da detetive Chloe Decker na série, durante sua participação na Comic Con da Austrália no fim de semana. “Há uma chance de que um serviço de streaming possa nos resgatar, mas isso terá que acontecer até 16 de junho”, ela afirmou, explicando a razão do prazo. “Contratualmente, nós não podemos fazer testes para outros papéis até 16 de junho e, infelizmente, ficaremos livres depois disso. Então, estamos apenas rezando para que (o resgate da série) aconteça”, completou. Ou seja, uma notícia definitiva, seja ela positiva ou negativa, terá que ser anunciada até sábado (16/6). Este é o prazo final para um serviço de streaming salvar “Lucifer”. Os fãs da série, cancelada pela rede Fox, estão em campanha intensa nas redes sociais. Mas seus esforços não chegam perto do investimento feito pelos fãs de “The Expanse” para convencer a Amazon a salvar sua série favorita. Salke revelou que até aviões foram alugados para exibirem faixas de #SaveTheExpanse sobre o prédio da Amazon. “Havia aviões nos circulando, eu recebia bolos, havia um monte de coisas acontecendo”, ela revelou. Mas não foi isso que fez a Amazon optar por salvar a série. “Depois disso, pessoas realmente inteligentes, cujas opiniões eu realmente valorizo ​​criativamente, começaram a me procurar, dizendo ‘Você viu esse programa, ‘The Expanse’, é realmente ótimo’. Confesso que não conhecia, então me dediquei a assistir os episódios e fiquei impressionada, porque a série é realmente muito bem feita, e me questionando porque ninguém estava assistindo. Ao mesmo tempo, Jeff Bezos [o dono da Amazon] começou a receber e-mails de um monte de gente, de George R.R. Martin a líderes da indústria, como o fundador da Craigslist, dizendo como a série era boa: ‘Você tem que ver, você tem que comprá-la ou salvá-la'”. Ela contou que, a partir daí e com o aval de Bezos, foi fácil fazer o negócio. “Bezos mandou um e-mail: ‘Eu estou em um evento, um seminário espacial, onde estou olhando para o elenco de ‘The Expanse’ aqui. E eu gostaria de ir até lá e anunciar o resgate da série. Posso, posso?’. Eu fui verificar com o departamento de negócios e disse que ele poderia fazer isso. Foi muito divertido assisti-lo no Twitter ao vivo”, quando o dono a Amazon fez o anúncio do salvamento da série, diante do elenco e sob uma explosão de entusiasmo. Veja o vídeo abaixo. “Ele é um grande fã, e foi divertido poder apoiar isso, não apenas para ele, mas para todas as pessoas que realmente amam essa série. Muitas pessoas realmente inteligentes disseram que amavam o programa, e eu realmente gostei quando o assisti”, concluiu. I'll just let him say it…#TheExpanse#RocinanteIsSafe#BreakingNews Thank you @JeffBezos pic.twitter.com/wxHN31zgJs — Cas Anvar (@Casanvar) May 26, 2018

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  • Série

    2ª temporada de GLOW ganha trailer legendado e fotos

    11 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado e 11 fotos da 2ª temporada de “GLOW”, série de lutas-livres femininas passada nos anos 1980. A prévia praticamente resume a temporada, mostrando a ascensão, a queda e o recomeço da trajetória do programa das protagonistas. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa de verdade, que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série gira em torno de uma atriz desempregada (Alison Brie), que agarra a última oportunidade de alcançar o estrelato no projeto do programa de luta livre feminina, idealizado por um produtor inexperiente e comandado por um diretor de filmes trash. Ao ingressar na equipe, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem passa a conviver e a lutar por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série também traz em seu elenco Betty Gilpin (“Master of Sex”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, das novas séries de comédia lançadas pela plataforma em 2017, “GLOW” foi a que mais repercutiu em citações na mídia e nas redes sociais. A 2ª temporada estreia em 29 de junho.

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  • Filme

    Tony Danza é pai do cantor Josh Groban em fotos e teaser de nova série de comédia da Netflix

    11 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o teaser legendado e as fotos da nova série de comédia policial “The Good Cop”, que teve o título aleatoriamente traduzido para “Caso de Polícia” no Brasil e ganhou data de estreia. “The Good Cop/Caso de Polícia” traz o veterano ator Tony Danza (da sitcom clássica “Who’s the Boss?”) como Tony, um policial aposentado de Nova York que nunca seguiu as regras, e que atualmente mora com seu filho Tony Jr. (vivido pelo cantor Josh Groban em seu primeiro papel fixo numa série), um detetive da polícia de Nova York que faz questão de sempre seguir as regras. Logicamente, o pai não se conforma com a aposentadoria e faz questão de ser parceiro informal do filho, oferecendo conselhos excessivos, o tempo todo. O elenco ainda inclui Monica Barbaro (da série “Chicago Justice”), como uma detetive novata disposta a flexibilizar as regras para fazer o trabalho, e Isiah Whitlock Jr. (da série “The Mist/O Nevoeiro”), como um detetive veterano que conta os dias para a aposentadoria e não tem paciência nem tempo a perder com parceiros mais novos. A série foi desenvolvida por Andy Breckman, criador do sucesso “Monk”, mas é inspirada numa produção original israelense de 2015. A estreia está marcada para 21 de setembro na plataforma de streaming.

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  • Série

    Robin Wright é destaque nas primeiras fotos oficiais da temporada final de House of Cards

    11 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais da 6ª temporada de “House of Cards”, que não contará com a presença de Kevin Spacey, demitido em novembro. Como destacam as imagens, feitas nos bastidores da produção, o protagonismo passou para as mãos de Robin Wright no papel de Claire Underwood, agora como presidente dos Estados Unidos. Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey, a estreia ainda não teve sua data confirmada. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para mostrar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele.

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  • Série

    Shonda Rhimes define tema de sua primeira série na Netflix

    10 de junho de 2018 /

    A produtora Shonda Rhimes escolheu seu primeiro projeto para a Netflix. A criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal” adquiriu os direitos a uma reportagem do New York Magazine sobre a golpista nova-iorquina Anna Delvey, que enganava bancos e milionários se passando por uma rica herdeira alemã. Ela usava o dinheiro alheio para custear seu estilo de vida junto à alta sociedade, até ser desmascarada e presa. Rhimes deverá escrever o roteiro com base no artigo “How Anna Delvey Tricked New York’s Party People”, escrito pela jornalista Jessica Pressler. Vale observar que estúdios de cinema estavam disputando um artigo similar da revista Vanity Fair e cortejando as atrizes Jennifer Lawrence e Margot Robbie para viver Delvey numa cinebiografia. Curiosamente, a empresa de Rhimes, a Shondaland, já produziu uma história de golpista: “The Catch”, cancelada após 20 episódios na ABC. Em compensação, ela não criava uma série própria desde “Scandal”, em 2012, que, por sinal, também era baseada na vida de uma mulher real, a guru das relações públicas americanas Judy Smith. A produtora trabalhou na ABC por 15 anos, até assinar um contrato milionário com a Netflix em agosto do ano passado. Apesar de ter deixado a rede, Rhimes continuará supervisionando suas séries na emissora, que ainda incluem “How to Get Away with Murder” e as novatas “Section 19” e “For the People”, mas todos os seus próximos projetos serão lançados na Netflix.

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  • Filme

    Eddie Murphy vai estrelar biografia do astro de Dolemite, clássico da era blaxploitation

    9 de junho de 2018 /

    O ator Eddie Murphy vai estrelar sua primeira produção da Netflix. Ele será o protagonista de “Dolemite Is My Name”, biografia do comediante Rudy Ray Moore, astro do clássico da blaxploitation “Dolemite”. Moore trabalhava em uma loja de discos de Los Angeles nos anos 1970 quando começou a ouvir histórias obscenas de um cafetão e traficante chamado Dolemite. Ele decidiu transformar essas anedotas numa apresentação de stand-up, cujo sucesso o inspirou a gravar discos em que assumia o papel do personagem, contando histórias fantasiosas do anti-herói do gueto, repletas de palavrões, que viraram influência para diversos astros do rap. Os discos renderam o suficiente para Moore financiar seu próprio filme, lançando “Dolemite” em 1975. Cheio de defeitos de encenação, virou um fenômeno. Cultuadíssimo, o longa original ganhou mais três sequências e até hoje é referenciado. Confira o trailer abaixo para perceber porquê. O longa foi escrito por Scott Alexander e Larry Karaszewski, dupla especializada em filmes biográficos, como “Grandes Olhos” e “Ed Wood”, ambos dirigidos por Tim Burton, e “O Povo Contra Larry Flint” e “O Mundo de Andy”, de Milos Forman. As filmagens começam em 12 de junho com direção de Craig Brewer (de “Ritmo de um Sonho” e do remake de “Footloose”). Vale lembrar que Murphy não filmava há dois anos. Seu último filme tinha sido a comédia “Mr. Church”, de 2016, que nem teve lançamento no Brasil. E o filme anterior a este, “As Mil Palavras”, era de 2012.

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  • Filme

    Marvel confirma não ter planos para 2ª temporada de Os Defensores

    8 de junho de 2018 /

    Não há planos para uma 2ª temporada de “Os Defensores” na Netflix, garantiu o chefão da Marvel TV, Jeph Loeb. Durante um bate-papo com os fãs no Reddit, o produtor respondeu diversas perguntas, mantendo a tradição de ser vago em todas as respostas. Mesmo assim, ao ser questionado sobre o futuro da série que reúne Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, ele foi (quase) assertivo, ao afirmar: “Não está nos planos agora”. Entretanto, acrescentou um indefectível “mas nunca se sabe” para manter abertas todas as possibilidades. A verdade é que a atriz Krysten Ritter, intérprete de Jessica Jones, já tinha dito em março que não existia previsão para nova reunião dos Defensores. “Me diverti muito com ‘Os Defensores’, foi uma experiência tão boa que com certeza faria novamente. Mas não acho que iremos fazer novamente, nunca foi pensado para ser assim na verdade”, ela afirmou, em entrevista ao site Vulture. Os oito episódios do projeto estrearam em agosto e não tiveram a recepção que Marvel e Netflix imaginaram. Considerada extremamente arrastada, a série teve dois episódios inteiros em que os personagens praticamente apenas conversaram sentados num restaurante. Para completar, segundo levantamentos de consultorias independentes, “Os Defensores” foi a série menos vista da Marvel na Netflix. Claro que isso também reflete o fato de a produção ter disponibilizado cinco episódios a menos que as demais. De todo modo, os personagens continuarão a compartilhar o mesmo universo em suas séries individuais. “Jessica Jones” acaba de ser renovada para a 3ª temporada, novos episódio de “Demolidor” estão em produção, “Luke Cage” estreia sua 2ª temporada no dia 22 de junho e o segundo ano de “Punho de Ferro” virá logo em seguida.

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  • Série

    Richard Armitage fura Netflix e confirma produção da 3ª temporada de Castlevania

    8 de junho de 2018 /

    Matadores de vampiros trabalham dia e noite. E as vezes se antecipam até à Netflix. O ator Richard Armitage (de “O Hobbit”) revelou que já vai voltar para o estúdio para dublar Trevor Belmont na 3ª temporada da série animada “Castlevania”, que a plataforma de streaming ainda não anunciou. A Netflix ainda nem estreou a 2ª temporada, mas a notícia, revelada em entrevista ao site Digital Spy, garante a continuação da produção. Vale lembrar que a plataforma renovou a série para seu segundo ano no dia da estreia dos primeiros episódios. Armitage ainda adiantou, na mesma entrevista, que os episódios recém-concluídos, que chegam na plataforma ainda neste ano, vão focar no relacionamento de seu personagem com Alucard, filho de Drácula. Escrito pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”) e inspirado pela clássica série de videogames do Konami do Japão, a série animada é uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. O elenco de vozes inclui ainda Graham McTavish (também trilogia “O Hobbit”), James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard, Emily Swallow (série “Supernatural”) como Lisa, Matt Frewer (série “Orphan Black”) como o Bispo, Tony Amendola (“Annabelle”) como o Ancião e Alejandra Reynoso (série animada “Winx Club”) como Sypha Belnades. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. A 2ª temporada vai contar com oito episódios e continuará a trama do primeiro ano, com Belmont, Alucard e Syphia unindo forças para derrotar Drácula.

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  • Série

    Festa paulista de Sense8 vira comercial em clima de celebração para o final da série

    8 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou três vídeos legendados do episódio especial que encerra a série “Sense8”, disponibilizado nesta sexta (8/5) na plataforma de streaming. E a prévia mais longa mostra a festa realizada em São Paulo na semana passada com a participação de integrantes do elenco. Cinco astros da série, Miguel Angel Silvestre, Toby Onwumere, Brian J. Smith, Tina Desai e Jamie Clayton, encontraram-se com os fãs em frente ao Memorial da América Latina na sexta (1/6) e puxaram um karaokê de “What’s Up”, antigo sucesso da banda 4 Non Blondes, que se tornou uma espécie de hino da produção. O roteiro que conclui a trama – uma trama de duas horas dividida em duas partes – foi escrito por Lana Wachowski, criadora da série, em parceria com David Mitchell, o autor do romance que foi adaptado no filme “A Viagem” (2012) pelas irmãs Wachowski, e por Aleksandar Hemon, escritor de best-sellers – que apareceu como ele mesmo num episódio de “Sense8”. Como lembra o elenco da atração em outro vídeo abaixo, o final foi uma conquista dos fãs da série. Isto porque “Sense8” foi cancelada de forma abrupta, deixando a história sem conclusão. Mas os fãs protestaram de forma ruidosa. Diante da campanha criativa e incessante para que a série não ficasse sem desfecho, o serviço de streaming deu meia volta e se comprometeu a produzir um episódio especial de duas horas para encerrar a história. O final pode ser assistido na Netflix a partir desta sexta.

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  • Série

    2ª temporada da premiada adaptação de Anne de Green Gables ganha trailer legendado

    8 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, duas fotos e o trailer legendado da 2ª temporada de “Anne with an E”, série canadense baseada no clássico da literatura infantil “Anne de Green Gables”. Exibida no Canadá com o título de “Anne”, a adaptação da obra de L.M. Montgomery encantou por sua belíssima fotografia de cenários rurais e pela interpretação cativante de Amybeth McNulty (do terror “Morgan”) no papel-título, e a prévia dos novos episódios mantém a mesma atmosfera encantadora. A personagem criada em 1908 já foi adaptada inúmeras vezes para o cinema, televisão e até mesmo como animação, mas a série atual se provou a versão mais cativante da obra, e não por acaso venceu o Canadian Screen Awards como Melhor Série Dramática e até mesmo o DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos, conquistado pela cineasta neozelandesa Niki Caro. A série foi desenvolvida por Moira Walley-Beckett (criadora de “Flesh and Bone” e roteirista de “Breaking Bad”) e além de Niki Caro (“Terra Fria”), conta com a direção da canadense Patricia Rozema (“Palácio das Ilusões”). Os novos episódios da rebatizada “Anne with an E” chegam na Netflix em 7 de julho.

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  • Série

    CEO da Netflix justifica renovação de 13 Reasons Why: “Ninguém é obrigado a assistir”

    8 de junho de 2018 /

    A renovação de “13 Reasons Why” para uma 3ª temporada causou controvérsia, e não apenas entre grupos conservadores que gostariam de ver a série sumir. Até fãs consideram que a história já acabou. Pois o CEO da Netflix, Reed Hastings, assumiu que a decisão foi movida pela audiência e repercussão da atração, independente de qualquer desdobramento seu conteúdo. Falando a acionistas durante uma reunião, Hastings disse: “’13 Reasons Why é muito popular e bem sucedida’. É conteúdo engajante mas também controverso. Ninguém é obrigado a assistir”. Entretanto, a 2ª temporada não teve inimigos apenas entre militantes de grupos de pressão. A queda de qualidade da série foi destacada pelas avaliações da crítica. Enquanto a 1ª temporada teve 80% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a 2ª despencou para 26%. Não é por acaso que a decisão de continuar a produzir a série está sendo questionada.

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  • Filme

    Netflix atropela proibição de competir em Cannes e compra dois filmes premiados no festival

    6 de junho de 2018 /

    O Festival de Cannes proibiu as produções da Netflix de concorrerem à prêmios em sua edição mais recente, alegando que, após a polêmica do ano passado, apenas filmes feitos para o cinema poderiam participar. Por isso, não deu outra. A Netflix comprou os direitos de exibição de dois filmes premiados no evento. “Girl”, do diretor francês Lukas Dhont, considerado uma das maiores revelações do festival, e “Happy as Lazzaro” (Lazzaro Felice), da italiana Alice Rohrwacher, farão parte do catálogo da plataforma. O drama de Lukas Dhont venceu os prêmios da Palma Queer, para melhor longa de temática LGBT, e Câmera de Ouro, para melhor filme de diretor estreante, e conta a história de Lara, uma menina trans de 15 anos, que sonha ser bailarina. Já o drama de Alice Rohrwacher conquistou o troféu de Melhor Roteiro da competição oficial. Ele narra o encontro entre o camponês Lazzaro, considerado ingênuo por sua bondade excessiva, e Tancredi, um jovem nobre amaldiçoado por sua imaginação. O filme levou o prêmio de Melhor Roteiro. A aquisição dos direitos de filmes vencedores de Cannes foi um recado da Netflix sobre como encara as regras restritivas da competição. E o curioso é que o festival já sabia que isso poderia acontecer, pois o serviço de streaming já tinha adquirido anteriormente um filme premiado com a Câmera de Ouro há dois anos: “Divines”, da francesa Houda Benyamina. O resultado da “proibição” deixa claro que o alcance da Netflix é bem maior do que supunham os organizadores de Cannes. Mas não é necessariamente um bom resultado. Afinal, a política de aquisições da plataforma já corrói de forma irreversível o Festival de Sundance, com repercussões no próprio Oscar. Considere que o filme vencedor de Sundance no ano passado simplesmente sumiu na programação da Netflix, sem maiores consequências. E a concorrência com a plataforma fez a HBO tirar do Oscar 2019 o filme mais falado de Sundance neste ano, programando-o para a televisão. Por outro lado, a exibição na Netflix não impediu indicações a “Mudbound” no Oscar 2018. A Netflix ainda não anunciou quando disponibilizará suas novas aquisições.

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