Público americano já assiste mais Netflix que TV convencional
Pesquisa da empresa de consultoria Cowen & Co., publicada pela revista Variety nesta terça (3/7), revelou que o público americano já vê mais Netflix do que TV. A pesquisa perguntou a 2,5 mil pessoas “qual plataforma você usa mais frequentemente para ver conteúdo de vídeo na TV”. E 27% do público respondeu que usa a Netflix. Na segunda posição, a TV a cabo teve preferência de 20% do público, enquanto apenas 18% disseram preferir a TV aberta. Para completar, a pesquisa ainda assinalou que 11% assistem à maioria do seu conteúdo original no Youtube. A prevalência da Netflix é ainda maior quando a pesquisa considera apenas os entrevistados entre 18 e 34 anos, considerados o público alvo dos anunciantes da TV americana. Entre os jovens adultos, 40% preferem a Netflix, 17% usam mais o Youtube, 12,6% assistem à TV paga básica, 7,6% assinam o serviço Hulu e apenas 7,5% ainda assistem à TV aberta. Por fim, o levantamento também aponta que a Amazon tem um problema sério de conteúdo, já que apenas 3,4% dizem preferir o serviço, quase o mesmo número de pessoas que assinam pacotes premium da TV paga (tipo HBO). A empresa Cowen & Co. conclui que a dominação da Netflix só tende a crescer nos próximos anos, com o investimento cada vez maior do serviço de streaming. Mas a chegada de novos concorrentes de peso, como os serviços da Disney e da Apple, apontam ainda outra tendência: a irreversível obsolescência da TV convencional. Vale observar também que a pesquisa só levou em conta vídeos exibidos no aparelho televisor. Mas a maioria do público da Netflix, segundo estudos da própria plataforma, prefere assistir ao conteúdo da plataforma em aparelhos móveis. Ou seja, a percentagem do domínio da Netflix é muito maior, quando consideradas todas as formas de consumo de conteúdo de vídeo.
Netflix encomenda série de lutas marciais com astro do filme Operação Invasão
A Netflix encomendou a 1ª temporada de “Wu Assassins”, série sobrenatural de artes marciais estrelada pelo indonésio Iko Uwais (o astro de “Operação Invasão”). Além de estrelar, Uwais também atuará como produtor, coreógrafo de lutas marciais e coordenador de dublês. Criada por John Wirth (roteirista das séries “Terminator”, “V” e “Falling Skies”), “Wu Assassins” se passa na Chinatown de São Francisco e gira em torno de Kai Jim (o personagem de Uwais), que segundo a sinopse genérica é “o mais recente e último assassino Wu, escolhido para reunir os poderes de uma tríade antiga e restaurar o equilíbrio mais uma vez”. O elenco também inclui Byron Mann (da série “Altered Carbon”). Wirth e Uwais dividirão a produção com Tony Krantz (produtor da série “Dracula”) e executivos da Nomadic Pictures. Além deles, a equipe também destaca o cineasta chinês Stephen Fung (“O Mestre da Guerra”), que vai dirigir os dois primeiros de um total de 10 episódios. Iko Uwais será visto a seguir no thriller de ação “22 Milhas”, que estreia em 22 de agosto no Brasil.
Fugitiva mais procurada do México é capturada no teaser legendado da 2ª temporada de Ingobernable
A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado da 2ª temporada da série mexicana “Ingobernable”, revelando a captura da fugitiva mais procurada do México e a data de estreia dos novos episódios no serviço de streaming. Criada por Epigmenio Ibarra, Verónica Velasco e Natasha Ybarra Klor (roteiristas da TV mexicana), “Ingobernable” começou como um dramalhão de telenovela sobre uma família poderosa, mas virou um thriller repleto de ação. Quando Emilia Urquiza, a Primeira-dama, decide se divorciar do presidente Diego Nava, o líder mexicano é assassinado e a viúva torna-se a principal suspeita. Com isso, ela inicia uma fuga para provar sua inocência e vai se refugiar num bairro violento da Cidade do México que odeia o ex-presidente, graças a uma invasão do Exército que matou e prendeu diversas pessoas, durante a gestão de Nava. A série é estrelada por Kate del Castillo (da série “Weeds” e da “Reina del Sur” original) e retorna no dia 14 de setembro.
Grupo conservador americano quer impedir a Netflix de lançar a série brasileira Super Drags
Um grupo de pressão conservador americano, a Christian Film and Television Commission (Comissão Cristã de Filmes e Televisão), iniciou uma petição online para impedir que a Netflix exiba a série brasileira de animação “Super Drags”. A alegação para atacar a produção é que ela quer “forçar uma agenda LGBT politicamente correta”. O que, na verdade, é um feito positivo da série. O documento conta com mais de 20 mil assinaturas, mas a Netflix não se manifestou e não estaria preocupada com a opinião dos conservadores. Anteriormente, um grupo mais forte, o Parents Television Council, tentou forçar o cancelamento de “13 Reasons Why”, mas isso só ajudou a série a ganhar mais repercussão e ser renovada para sua 3ª temporada. Também há reclamação sobre o conteúdo, que é inédito e ninguém, mas que o grupo alega ser “repleto de insinuações sexuais que são inadequadas para o público jovem”. “Encorajada pelo ‘orgulho gay’, a Netflix está lançando um programa voltado para crianças, onde homossexualidade e travestismo são o ponto focal”, reclama a petição. Entretanto, assim como “Big Mouth” e “BoJack Horseman”, “Super Drags” não é uma animação para crianças, mas direcionada ao público adulto da Netflix. Para quem não conhece o Christian Film & Television Commission, o grupo é presidido pelo crítico Ted Baehr, cujo site Movieguide analisa filmes separadamente por qualidade e “aceitabilidade”, a partir de uma “perspectiva bíblica”. Para ele, por exemplo, o filme “Criação” (2009), sobre Charles Darwin, é um lixo por ser uma blasfêmia.
Coisa Mais Linda: Netflix divulga fotos do elenco da série passada na época da bossa nova
A Netflix divulgou três fotos do elenco de sua nova série brasileira, “Coisa Mais Linda”, que começou a ser rodado nesta semana. Os atores aparecem no cenário da produção, mas sem o figurino e a caracterização de seus personagens. Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”) interpreta a protagonista da atração, passada nos anos 1960. Sua personagem, Maria Luiza, será uma mulher dependente do pai, Ademar, e do marido, Pedro. Quando esse último desaparece, ela resolve se mudar de São Paulo para o Rio, onde o marido ia abrir um restaurante, e decide transformar aquela propriedade numa casa noturna dedicada à Bossa Nova. Nesta transformação impulsionada pela paixão, ela será inspirada por novas amigas liberais e feministas, interpretadas por Pathy Dejesus (série “Rua Augusta”), Fernanda Vasconcellos (série “3%”) e Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). Além delas, a atração contará com Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”), Leandro Lima (novela “Belaventura”) e Ícaro Silva (“Sob Pressão”) em papéis de destaque. Criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni (roteirista de “Estação Liberdade” e produtor da série “(fdp)”), a série terá sete episódios escritos por Pati Corso e Leo Moreira. A série não tem previsão de estreia.
Netflix vai transformar best-seller Filhos da Meia-Noite, de Salman Rushdie, em série
O romance “Filhos da Meia-Noite”, de Salman Rushdie, vai virar uma série da Netflix. Publicado em 1981, o livro se ancora no realismo fantástico para contar a história da independência da Índia. A obra ganhou diversos prêmios, incluindo o Booker Prize – duas vezes. “‘Filhos da Meia-Noite’ é um dos maiores romances do planeta, e seus temas ainda são relevantes para a Índia contemporânea”, afirmou Erik Barmack, vice-presidente de conteúdo original da Netflix. Segundo fontes ouvidas pela publicação, um dos objetivos de transformar o livro em série é expandir os negócios da empresa na Índia. Ainda não há informações sobre elenco e data de lançamento. O livro já foi adaptado para o cinema em 2012, com direção de Deepa Mehta. Na época, a estreia na Índia foi cercada de polêmica, já que Salman Rushdie é mal-visto pelos muçulmanos. Seu romance “Os Versos Satânicos”, de 1988, foi considerado blasfêmia e é proibido no país. Por causa de “Os Versos Satânicos”, Rushdie sofreu uma fatwa e teve seu assassinato ordenado pelo Aiatolá Ruhollah Khomeini, líder do Irã, em 1989. A fatwa contra ele foi renovada em 2005 por Ali Khamenei, que declarou: “Mesmo que Salman Rushdie se arrependa ao ponto de se tornar o homem mais piedoso do nosso tempo, a obrigação permanece para cada muçulmano, de o enviar para o inferno, não importa a que preço, e mesmo fazendo o sacrifício de sua própria vida.”
(Des)encanto: Novo desenho animado do criador de Os Simpsons ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Disenchantment”, nova série animada de Matt Groening, o criador de “Os Simpsons”, que no Brasil será chamada de “(Des)encanto” (com parêntesis “criativos” que não existem no título original). A prévia foi disponibilizada na página do YouTube da Netflix Brasil apenas em versão dublada em português, mas é possível encontrar a versão com as vozes originais no endereço da Netflix americana – sem legendas. Veja os dois vídeos abaixo. Esta é a primeira produção de Groening em quase duas décadas, desde o lançamento de “Futurama” em 1999, e a narração faz questão de salientar que ele só desenvolveu três séries em toda a carreira, ao citar que uma delas se passa no presente, outra no futuro e, logicamente, a terceira só poderia se situar no passado. A história é uma fantasia animada que se passa em um lugar mágico chamado Dreamland, descrito como “um reino medieval em ruínas”. A trama acompanhará a vida de uma princesa alcoólatra chamada Bean, ao lado do amigo Elfo e de um demônio chamado Luci. Ao longo de sua jornada épica, o trio vai se deparar com ogros, trolls, e humanos. O personagens serão dublados em inglês por Abbi Jacobson (série “Broad City”), Nat Faxon (“Friends from College”) e Eric Andre (série “2 Broke Girls”). Em recente declaração, Groening descreveu “(Des)encanto” como um show “sobre vida e morte, amor e sexo, e como continuar rindo em um mundo cheio de sofrimento e idiotas, apesar do que os anciãos, magos e outros idiotas lhe dizem”. A estreia está marcada para 17 de agosto.
Josh Brolin vive caçador televisivo no trailer legendado da comédia Minha Primeira Caçada
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Minha Primeira Caçada” (The Legacy of a Whitetail Deer Hunter), comédia estrelada por Josh Brolin (“Deadpool 2”), que foi adquirida pela plataforma durante o Festival SXSW (South by Southwest) em março. Na ocasião, foi destruída pela crítica, com 17% de aprovação no Rotten Tomatoes. A compra pode ter sido justificada pelos nomes envolvidos. Neste primeiro filme escrito e dirigido por Jody Hill, criador da séries “Eastbound & Down” e “Vice Principals”, Brolin vive um caçador de veados que é astro de seu próprio programa de TV e também um pai divorciado. Ele resolve aproveitar o fim de semana com o filho adolescente para gravar um episódio de sua série, ilustrando a tradição americana de um pai levar seu filho para a primeira caçada – daí o título nacional. O garoto, porém, acha tudo chato, da falta de wifi a ter que montar barraca. O elenco inclui Montana Jordan (o Georgie de “Young Sheldon”) como o filho, Danny McBride (“Alien: Covenant”) como o cameraman que embarca junto para registrar a aventura, Carrie Coon (série “The Leftovers”) como a mãe e Scoot McNairy (série “Halt and Catch Fire”) como o padrasto. A estreia está marcada para 6 de julho em streaming
Primeira imagem da 3ª temporada de Jessica Jones mostra estreia de Krysten Ritter como diretora
A produção da 3ª temporada de “Jessica Jones” já começou. E a primeira imagem oficial divulgada pela Netflix revela uma novidade: a atriz Krysten Ritter sentada na cadeira do diretor. Ela vai estrear na função no comando de um episódio do novo arco da série. “Estou mais que animada para estrear como diretora em ‘Jessica Jones’. Toda a equipe e elenco se tornaram uma espécie de família para mim, e sou grata pela oportunidade de trabalhar com um time incrível em uma novo jeito. Sou grata à [showrunner] Melisa Rosenberg, [presidente da Marvel TV] Jeph Loeb, Marvel e Netflix por terem confiado em mim”, disse a atriz em comunicado. As gravações da 3ª temporada de “Jessica Jones” estão em andamento na cidade de Nova York, mas ainda não há previsão de estreia para os capítulos inéditos, que devem explorar os superpoderes desenvolvidos por Trish Walker (Rachael Taylor).
Intérpretes de O Homem de Seis Milhões de Dólares e A Mulher Biônica vão contracenar na série Fuller House
A série “Fuller House” trará ainda mais veteranos da televisão americana ao clima nostálgico da série. A 4ª temporada terá participação de ninguém menos que Lee Majors e Lindsay Wagner, que interpretaram os personagens-títulos das cultuadas “O Homem de Seis Milhões de Dólares” e “A Mulher Biônica”. Eles vão encontrar D.J. (Candace Cameron Bure), Stephanie (Jodie Sweetin) e Kimmy (Andrea Barber) num episódio e que elas planejam uma noite de garotas, apenas para descobrir que acidentalmente reservaram um jantar em um cruzeiro para idosos. Lá, as três encontram uma grande variedade de personagens, incluindo um casal de ex-cônjuges interpretado por Majors e Wagner, que, segundo a sinopse, “desfrutam de sua recém-descoberta relação de amor e ódio”. Apesar de divertido, este não é o primeiro reencontro do casal desde os anos 1970. Eles atuaram juntos no ano passado, no telefilme “Eat, Play, Love” (2017) A 4ª temporada de “Fuller House” ainda não tem previsão de estreia na Netflix.
Jason Ritter vai estrelar nova série de super-herói da Netflix
O ator Jason Ritter ficou só um mês desempregado devido ao cancelamento de “Kevin (Probably) Saves the World”. Ele já foi escalado numa nova série: “Raising Dion”, produção de super-heróis da Netflix. A série é baseada no curta-metragem de mesmo nome de Dennis Liu, que conta a história de Nicole Reese (vivida por Jazmyn Simon, de “Ballers”), uma viúva afro-americana tentando criar seu filho Dion, que ganha superpoderes mágicos após a morte de seu marido Mark (Michael B. Jordan, de “Pantera Negra”, em participação especial). Agora, ela tem que tentar manter os poderes do menino em segredo e a salvo daqueles que querem explorá-lo ou descobrir a extensão e a origem das habilidades de Dion. Ritter vai interpretar Pat, o melhor amigo e colega de trabalho de Mark. Ele é um cientista inteligente, bem sucedido e amante de histórias em quadrinhos. Após a morte de Mark, Pat tenta se aproximar de Nicole e seu filho, além de compartilhar um vínculo especial com Dion. Ainda não há previsão de estreia.
Netflix divulga vídeo para exaltar seus artistas negros com participação da brasileira Vaneza Oliveira
A Netflix divulgou um vídeo em que destaca os atores e criadores negros que trabalham na plataforma. O vídeo reúne 47 artistas, e entre eles a brasileira Vaneza Oliveira, da série “3%”, que viajou até Nova York para participar da gravação. Na foto, ela aparece ao lado de astros como Mike Colter (o Luke Cage), Caleb McLaughlin (o Lucas de “Stranger Things”), Alfre Woodard (“Luke Cage”), Simone Missick (“Luke Cage”), Laverne Cox (“Orange Is The New Black”), Danielle Brooks (“Orange Is The New Black”), DeWanda Wise (“Ela quer Tudo”), Logan Browning (“Cara Gente Branca”), Lena Waithe (“Master of None”), Marlon Wayans (“Marlon”), Russell Hornsby (“Seven Seconds”), Sydelle Noel (“Glow”), Hayley Law (“Riverdale”) e Alisha Boe (“13 Reasons Why”), além dos cineastas Ava Duvernay (que fez o documentário “A 13ª Emenda” na Netflix), Justin Simien (criador de “Cara Gente Branca”) e Spike Lee (criador de “Ela quer Tudo”), entre muitos outros. A atriz comemorou sua participação na produção, destacando uma imagem do “evento” em seu Instagram. Veja abaixo. “Esse com toda certeza foi o momento mais incrível da minha vida. E não só por estar ao lado de pessoas que admiro mas também pela troca e acolhimento. Nos olhamos, cantamos… e sorrimos com a felicidade de saber que estávamos juntos fazendo parte de algo histórico”, ela escreveu. “Eu sou muito grata por fazer parte disso… Grata por ter encontrado na minha vida pessoas que me apoiaram para viver esse momento. Obrigada @netflix @netflibrasil @3porcento. Tudo começou com vocês acreditando no meu trabalho e esse foi um dos maiores presentes que já recebi. Obrigada @strongblacklead pelo convite. Foi incrível ver que a representatividade da mulher negra latina está fortalecendo esse movimento. Essa é uma daquelas fotos que, quando estiver velhinha toda vez que alguém perguntar vou contar a história inteira e repetir que “isso não é um momento, é um movimento”. A última frase é uma citação ao texto que acompanha o vídeo, narrado por Caleb McLaughlin. “Nós não somos um gênero, pois não há um jeito único de ser negro. Escrevemos a história enquanto negros. Com nuances e complexidade; resilientes e fortes. Isto não é um momento, isto é um movimento. Somos protagonistas negros fortes”, diz o ator, ressaltando a diversidade crescente das tramas que trazem negros como protagonistas e profissionais criativos. A ideia do vídeo foi inspirada pela famosa foto “A Great Day in Harlem”. Tirada em 1958 pelo fotógrafo Art Kane, ela reuniu 57 lendas da jazz, como Charles Mingus e Thelonius Monk em frente a um sobrado no Harlem, bairro da cidade de Nova York. Divulgado pela primeira vez na TV paga americana, durante o intervalo dos prêmios BET, que destacam os melhores aristas negros da indústria do entretenimento dos Estados Unidos, o vídeo também é um evidente esforço de relações públicas, já que foi promovido poucos dias após a Netflix demitir seu chefe de comunicações por usar o termo racista “nigger” durante uma reunião. MY GREAT DAY IN HOLLYWOOD PORTUGUESE/ENGLISH A inspiração para essa foto veio de uma foto icônica em 1958 “A great day in Harlem” Esse com toda certeza foi o momento mais incrível da minha vida. E não só por estar ao lado de pessoas que admiro mas tmb pela troca e acolhimento. Nos olhamos, cantamos… e sorrimos com a felicidade de saber que estávamos juntos fazendo parte de algo histórico. Eu sou muito grata por fazer parte disso… Grata por ter encontrado na minha vida pessoas que me apoiaram para viver esse momento. Obrigada @netflix @netflibrasil @3porcento tudo começou com vcs acreditando no meu trabalho e esse foi um dos maiores presentes que já recebi. Obrigada @strongblacklead pelo convite. Foi incrível ver que a reprentatividade da mulher negra latina está fortalecendo esse movimento. Essa é uma daquelas fotos que, quando estiver velhinha toda vez que alguém perguntar vou contar a história inteira., e repetir que “isso não é um momento, é um movimento.” The inspiration for this photo comes from the iconic 1959's photo 'A great day in Harlem'. This was surely the most incredible day of my life. And not just for being side by side with people I admire but also for the exchange and care. We looked each other in the eyes, we sung… and we smiled with the happiness of knowing we were together, being part of something historical. I'm very thankful to be part of this… thankful for having met people who supported me into living this moment. Thank you @Netflix @netflixbrasil @3porcento, it all started with you guys believing my work, and this was one of the biggest gifts I've ever received. Thank you @strongblacklead for the invitation. It was great to see that the afro-latina woman representation is strengthening this movement. This is one of these fotos I'll remember when I'm older, and tell the whole story everytime someone asks about it, and repeat: it is not a moment, it's a movement. #neflix #netflixbrasil #3porcento #strongblacklead Uma publicação compartilhada por Vaneza Oliveira Oficial (@vaneza.o) em 25 de Jun, 2018 às 8:11 PDT
Toni Collette vai estrelar nova série policial da Netflix baseada em caso real de estupro
A Netflix anunciou a produção de “Unbelievable”, nova série policial alinhada aos tempos atuais de movimento #MeToo. Baseada num caso real, que rendeu uma reportagem vencedora do prêmio Pulitzer em 2016, a série acompanhará a investigação do estupro de uma adolescente desacreditada. Na trama, a adolescente é acusada de ter mentido após denunciar seu estupro. Mas o caso foi investigado por duas detetives que, ao seguirem um caminho tortuoso, conseguem chegar até a verdade. As atrizes Toni Collette (atualmente em cartaz no terror “Hereditário”) e Merritt Wever (série “Godless”) interpretarão as detetives e Kaitlyn Dever (série “Last Man Standing”) dará vida à vítima. A série é uma criação dos roteiristas Susannah Grant (de “Erin Brockovich”) e Michael Chabon (“John Carter”) e da romancista israelense Ayelet Waldman (“As Coisas Impossíveis do Amor”). E o primeiro episódio será dirigido pela cineasta indie Lisa Cholodenko (“Minhas Mães e Meu Pai”). Os quatro compartilharão a produção com os produtores Sarah Timberman e Carl Beverly (ambos da série “Elementary”) e a jornalista Katie Couric. Ainda não há previsão para a estreia da série.












