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  • Série

    Atriz de Jogos Vorazes vai estrelar série musical do diretor de La La Land

    6 de maio de 2019 /

    A atriz Amandla Stenberg, conhecida pelo primeiro “Jogos Vorazes” (2012) e o drama “O Ódio que Você Semeia” (2018), será a protagonista feminina da série “The Eddy”, criada pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”) para a Netflix. Ela se junta ao ator Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”) no elenco da atração, desenvolvida por Chazelle em parceria com o escritor britânico Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). A Netflix venceu uma concorrência com outras plataformas e canais pelos direitos da produção, que vai girar em torno de um clube de jazz de Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, chamado Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg viverá a filha, chamada Julie. A produção também confirmou Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) como o sócio francês do clube e a atriz polonesa Joanna Kulig – que voltará a demonstrar os dotes vocais vistos em “Guerra Fria” (2018) – no papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot. As gravações serão realizadas na França, com diálogos em francês, inglês e árabe. Além de produzir, Chazelle irá dirigir dois dos oito episódios da 1ª temporada. Já as músicas serão compostas por Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. “The Eddy” também contará com Alan Poul, produtor das séries “The Newsroom” (2012) e “Westworld” (2006), como showrunner. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Cineasta desiste de processo de plágio contra criadores de Stranger Things

    6 de maio de 2019 /

    O autor do processo contra os irmãos Matt e Ross Duffer, por plágio na criação da série “Stranger Things”, desistiu da ação. O cineasta Charlie Kessler alegava que os dois roubaram uma ideia dele para produzir a série da Netflix. O julgamento começaria nesta terça-feira (7/5), mas Kessler voltou atrás no domingo. Em um comunicado, ele disse que reconhece que os Duffer “criaram a série de forma independente”. A mudança de tom foi tão grande que a imprensa americana passou a especular se ele recebeu algum dinheiro nos bastidores para desistir do processo. Na ação, Kessler afirmava ter ficado perplexo após o lançamento de “Stranger Things”, em 2016, afirmando que os criadores não só se apropriaram da premissa de seu curta “Montauk” (2011), como usaram o título de “The Montauk Project” para se referir à série, quando a apresentaram para o mercado. Segundo a acusação, a trama sobre um caso de desaparecimento de um menino, envolvendo acontecimentos sobrenaturais em uma pequena cidade com uma base militar misteriosa – tal como Hawkins, cenário da série da Netflix – foi plagiada após uma conversa entre Kessler e os irmãos Duffer no Festival de Cinema de Tribeca em 2014, na qual o roteirista apresentou sua ideia de ampliar o universo do curta para uma série de televisão. A obra teria até mesmo um monstro similar ao Demogorgon, inspirado em um boneco de jogos de tabuleiro. Leia abaixo a declaração integral de Kessler, justificando sua desistência. “Depois de ouvir esta semana o testemunho do especialista legal que contratei, ficou evidente para mim que, apesar do que eu acreditei no passado, meu trabalho não teve nada a ver com a criação de ‘Stranger Things’. Documentos de 2010 e 2013 provam que os Duffers criaram sua série de forma independente. Como resultado, retirei a minha queixa e não farei mais comentários sobre este assunto.”

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    Série de comédia It’s Bruno! ganha divertido primeiro trailer da Netflix

    5 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de sua nova série de comédia “It’s Bruno!”, centrada num homem que só gosta de seu cachorro, o Bruno do título. A prévia é bastante divertida, graças ao jovem misantropo e seu cachorro sem treino algum. A série foi criada e é estrelada pelo rapper, escritor e diretor nova-iorquino Solvan “Slick” Naim (que já dirigiu episódios de “Blacklist” e “Power”). Na trama, ele vive Malcolm, cuja rotina consiste em levar seu cão Bruno para passear na região do Brooklyn, em Nova York. Em cada passeio, ele encontra conhecidos que odeia e potenciais novos inimigos, graças a seu mau-humor constante. Até que uma beldade latina (Shakira Barrera, da série “GLOW”) cruza seu caminho e ele muda completamente de tom. “It’s Bruno!” estreia no dia 17 de maio na plataforma de streaming.

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  • Série

    Kiefer Sutherland enfrenta eleições no trailer de Designated Survivor

    3 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada de “Designated Survivor”, a primeira que será lançada direto em streaming, após a plataforma salvar a atração cancelada pela TV americana. A prévia mostra que o presidente Kirkman, vivido por Kiefer Sutherland, vai disputar sua primeira eleição, já que não foi eleito para o cargo, mas começa fazendo tudo errado para permanecer na Casa Branca. Ao mesmo tempo, ele terá que enfrentar a ameaça de um ataque biológico iminente no país. A série dramática vai voltar com menos episódios (10), com um novo showrunner (Neal Baer, de “Under the Dome”) e sem a participação do ABC Studios. Ou seja, será uma produção original da Netflix, em parceria com o estúdio canadense Entertainment One. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo norte-americano que é levado a um local isolado e seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Pois, na trama, um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente, o secretário de desenvolvimento urbano Tom Kirkman (papel de Sutherland), assumir o governo durante o momento de crise. A série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011), que divide a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds”, “Grey’s Anatomy” e inúmeros filmes) e Simon Kinberg (produtor-roteirista da franquia “X-Men”). A estreia dos novos episódios está marcada para 7 de junho.

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    Showrunner de Punho de Ferro desenvolve projeto “excitante” para a Disney+ (Disney Plus)

    2 de maio de 2019 /

    O showrunner da 2ª temporada de “Punho de Ferro”, M. Raven Metzner, assinou um contrato de dois anos com a produtora ABC Studios para desenvolver novos projetos para os canais e plataformas de séries da Disney – que atualmente compreendem ABC, FX, Freeform, Disney Channel, Hulu e Disney+ (Disney Plus). O detalhe é que não há notícia de nenhum projeto novo do produtor. O que faz lembrar que a Marvel prometeu trazer de volta Punho de Ferro, após o cancelamento da série na Netflix. Raven Metzner ficou em alta com a Marvel Television após transformar completamente “Punho de Ferro”, muito criticada de forma negativa em sua 1ª temporada. Sob seu comando, a série passou a ser elogiada pelas cenas de ação, ritmo intenso, desenvolvimento de personagens e evolução geral. Em seu Twitter, ele foi mais direto, ao afirmar que está trabalhando num projeto para o Disney+ (Disney Plus), onde muitos acreditam que os heróis cancelados da Netflix podem reaparecer. “Não poderia estar mais animado para trabalhar no ABC Studios e Disney+ (Disney Plus) – material excitante em desenvolvimento!”, escreveu. Por contrato, a Marvel não pode relançar as séries por dois anos. Mas, no caso de Punho de Ferro, que foi o primeiro herói a ter sua produção cancelada, o prazo já vence em 2020. A Disney ainda não fez nenhum anúncio formal sobre o destino de Punho de Ferro, Demolidor, Luke Cage, Justiceiro e Jessica Jones. A última personagem ainda tem uma temporada inédita de episódios para ser exibida na Netflix. Antes de comandar “Punho de Ferro”, Metzner produziu “Sleepy Hollow”, “Heroes: Reborn” e “Falling Skies”. Ele co-criou a série dramática “Six Degrees” na ABC em 2006 e também trabalhou em “Daybreak” e “What About Brian”, após estrear como roteirista no filme “Elektra” (2005), outra adaptação de quadrinhos da Marvel.

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  • Série

    Veja o trailer do final da série Shadowhunters

    1 de maio de 2019 /

    A Freeform divulgou o trailer do episódio final de “Shadowhunters”, que será exibido em duas partes em 7 de maio nos Estados Unidos. A chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público garantir que a decisão de cancelar “Shadowhunters” não foi criativa, mas “puramente econômica”. Segundo ela, os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. A culpa teria sido da Netflix, que vem boicotando programas da Disney – Freeform é um canal da Disney. A plataforma decidiu não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. O cancelamento foi anunciado logo após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada em maio do ano passado, e chegou a surpreender a equipe de produção e especialmente ao público, que premiou “Shadowhunters” como série favorita no Teen Choice e no People’s Choice Awards de 2018. A atração vai acabar após os dois capítulos, que foram produzidos como “bônus”, encomendados especificamente para encerrar a trama. O Freeform, inclusive, adiou a exibição da midseason para 2019, visando incluir os “bônus” como uma extensão natural da trama, fazendo com que os 12 capítulos remanescentes fossem apresentados em sequência. Desta forma, não haverá uma 4ª temporada da série, que encerrará sua história com a exibição do 22º episódio da 3ª temporada. Vale observar que os 10 episódios originais da midseason adaptaram o quinto volume da coleção literária de “Os Instrumentos Mortais”, enquanto os 2 capítulos extras resumirão o sexto e último romance. Assim, a série completará a transposição de toda a história da escritora Cassanda Clare, que originalmente deveria ter virado uma franquia cinematográfica, mas ficou incompleta após o fracasso do primeiro longa, “Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”, de 2013.

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    Os Oito Odiados vira minissérie com 45 minutos a mais na Netflix

    1 de maio de 2019 /

    O filme mais longo de Quentin Tarantino ficou ainda maior – para ser maratonado como uma série. A Netflix relançou “Os Oito Odiados” como uma minissérie de quatro episódios, com 45 minutos de cenas extras. A nova versão já se encontra disponível – sem maior alarde – na plataforma. “A Netflix veio até nós e disse, ‘Olha, se você tiver interesse… Se tiver mais material, se você estiver interessado em juntar tudo de forma que possa ser exibida em 3 ou 4 episódios, dependendo do material extra, poderíamos fazer isso'”, explicou Tarantino sobre o projeto, em entrevista ao site Slash Film. “Eu pensei, nossa isso parece intrigante. Quer dizer, o filme existe como filme, mas se fôssemos usar todo o material que filmamos e colocar em forma episódica… Eu quis tentar isso”, completou o diretor. “Algumas sequências são mais parecidas do que outras em comparação com o filme, mas tem uma sensação diferente. Tem uma sensação diferente que eu gosto bastante, na verdade. Há muitas cenas que se desenrolam diferentemente”, comparou. O filme original chegou aos cinemas com 168 minutos (2h48) em 2016 e até chegou a ganhar uma versão estendida, exibida em circuito limitado nos Estados Unidos, com 187 minutos (3h07). Já a versão da minissérie tem 213 minutos (3h33). A minissérie é 45 minutos mais longa que a edição comercial do filme, e tem 26 minutos a mais que a versão estendida – ou seja, com muitas cenas que nunca foram vistas anteriormente. A prática lembra as parcerias da Globo com alguns filmes brasileiros, que rodam cenas extras – e são remontados – para virar minissérie do canal. O oitavo filme de Quentin Tarantino se passa no Velho Oeste e acompanha um pequeno grupo de pistoleiros que se vê isolado numa cabana durante uma tempestade. O elenco inclui Samuel L. Jackson (“Os Vingadores”), Kurt Russell (“Velozes & Furiosos 7”), Jennifer Jason Leigh (“Mulher Solteira Procura”), Walton Goggins (“Homem-Formiga e a Vespa”), Demian Bichir (série “The Bridge”), Tim Roth (“O Incrível Hulk”), Michael Madsen (“Kill Bill”) e Bruce Dern (“Nebraska”).

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  • Etc,  Filme,  Série

    Produtora de Barack e Michelle Obama anuncia primeiros projetos para a Neflix

    30 de abril de 2019 /

    A Higher Ground Productions, produtora de entretenimento criada pelo ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama e sua esposa Michelle Obama, anunciou nesta terça (30/4) seus primeiros projetos em parceria com a Netflix. São sete filmes, séries e documentários, que devem chegar à plataforma de streaming nos próximos anos. Entre os projetos, destaca-se “Frederick Douglass: Prophet of Freedom”, adaptação em longa-metragem do livro de David W. Blight, que venceu o prêmio Pulitzer, sobre a vida e o trabalho de um dos ativistas negros mais importantes dos EUA. Ex-escravo, Douglass lutou pela abolição, liberação do voto feminino e chegou a ser candidato à vice-presidência do país. Há também duas séries dramática. “Bloom” vai abordar o mundo da moda na Nova York pós-2ª Guerra Mundial e foi criada por Callie Khouri (roteirista indicada ao Oscar por “Thelma & Louise”), Clement Virgo (“The Wire”) e Juliana Maio (“City of the Sun”). E “Overlooked” se baseia na coluna de mesmo nome do jornal The New York Times. Em formato de antologia episódica, como “Black Mirror”, a série adaptará os obituários de pessoas comuns, cujas mortes não mereceram destaque da imprensa. Por sua vez, a lista de documentários inclui “American Factory”, “Fifth Risk” e “Crip Camp”, que abordam temas como os direitos de deficientes e a decadência industrial de cidades interioranas. Completa a relação uma série documental infantil. “Listen to Your Vegetables & Eat Your Parents” vai levar famílias ao redor do mundo para uma viagem que esclarece de onde vem a comida que consumimos todos os dias.

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    On My Block é renovada para a 3ª temporada pela Netflix

    29 de abril de 2019 /

    A Netflix anunciou a renovação de “On My Block” para sua 3ª temporada. A novidade foi compartilhada nas redes sociais da plataforma. Veja abaixo a versão em português do anúncio. A confirmação da continuidade veio um mês após a estreia da 2ª temporada, disponibilizada em 29 de março. Embora o serviço de streaming não compartilhe dados de audiência, a série sobre adolescentes latinos que frequentam a mesma high school de Los Angeles aumentou sua aprovação entre a crítica com os episódios mais recentes, atingindo 100% no Rotten Tomatoes – após uma estreia com 95% de aprovação. A série é uma co-criação de Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”), Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez on Me”, cinebiografia de Tupac Shakur), e acompanha quatro amigos inteligentes e descolados, que enfrentam as dores, os sucessos e os desafios do Ensino Médio em um bairro latino da pesada. O elenco inclui Diego Tinoco (série “Teen Wolf”), Jason Genao (“The Get Down”), Jessica Marie Garcia (“Liv e Maddie”), Brett Gray (“Ardmore Junction”) e a estreante Sierra Capri. A série é a segunda produção de comédia latina da Netflix, após “One Day at a Time” (já cancelada), reforçando um segmento sub-representado no universo das séries americanas. Eu tô só o Jamal com essa notícia \o/ \o/ \o/ pic.twitter.com/zrvOXci3Nu — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) April 29, 2019

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    Trailer da 2ª temporada de O Mecanismo foca impeachment de Dilma

    29 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “O Mecanismo”, série baseada na Operação Lava-Jato. A trama mostra a prisão de empreiteiros importantes e a traição política que levou ao impeachment de Dilma (chamada de Janete Ruscov na série), tirada da presidência numa tentativa de impedir os avanços da investigação de corrupção no governo federal. Mas, como no castelo de cartas montado pelo personagem de Selton Mello, quando um cai, caem todos os demais. A série estreou no ano passado e dividiu opiniões por conta da forma como optou por retratar os fatos da vida real. Grande parte da polêmica foi dedicada à decisão de atribuir ao personagem inspirado no ex-presidente Lula a frase “estancar a sangria”, dita por Romero Jucá em um áudio divulgado ao público em 2016. Ele se referia a esforços para deter os trabalhos da Operação Lava Jato. A ex-presidente Dilma Rousseff, inclusive, divulgou nota criticando a Netflix e, principalmente, o diretor José Padilha, produtor da série. Ela disse que, apesar de “O Mecanismo” se dizer “baseada em fatos reais”, o cineasta distorcia a realidade, propagava mentiras e praticava o “assassinato de reputações”. A estreia dos novos episódios foi marcada para 10 de maio. Data em que também devem ser emitidas novas notas de políticos bem conhecidos pelos brasileiros.

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    Netflix salvou terceira série de menor audiência dos Estados Unidos

    28 de abril de 2019 /

    A Netflix ajudou a salvar a série “All American” do cancelamento. A atração foi muito mal de audiência em sua 1ª temporada e sua renovação foi considerada uma surpresa, já que, com apenas 670 mil telespectadores por episódio, era a terceira série menos vista na TV aberta dos Estados Unidos. O motivo para sua continuação agora veio à tona. A rede The CW tem um acordo com a Netflix para disponibilizar suas séries na plataforma, após a finalização das temporadas. E “All American” bombou em streaming. O produtor Greg Berlanti confirmou para o site Deadline que o drama esportivo virou um sucesso enorme na plataforma. “A Netflix nos informou que ‘All American’ chegou a ser a terceira série mais vista em toda a plataforma durante uma semana inteira. Entre os adolescentes, foi a segunda colocada”, revelou. Berlanti comparou o alcance de “All American” com “Riverdale”, outra série que ele também produz e que virou hit ao entrar na Netflix, dobrando sua audiência no retorno à TV aberta. Mas nem sempre esse fenômeno acontece. Apesar de ser exibida na Netflix, “Dynasty” não rendeu público extra para a rede CW. De fato, a série novelesca tem menos audiência que “All American”. É a segunda série menos vista na TV aberta americana – a atração que lidera o ranking negativo, “Crazy Ex-Girlfriend”, também da CW, foi cancelada nesta temporada. A 1ª temporada de “All American” foi exibida no Brasil pelo canal pago Warner. A série é inspirada pela vida real de Spencer Paysinger, jogador profissional da NFL – e chegou a ser chamada de “Spencer”, durante seu desenvolvimento. Spencer é vivido por Daniel Ezra (da série “The Missing”). Ele é introduzido na trama como um jogador de futebol americano colegial do bairro pobre, negro e violento de Crenshaw, que chama atenção de um olheiro (Taye Diggs, de “Private Practice”) e é recrutado para jogar no colégio dos filhos de milionários da cidade, Beverly Hills High. Seu chegada gera inveja nos riquinhos de Los Angeles, mas inspira sua família a buscar o melhor para seu futuro. Paralelamente, seu destino também tem impacto na família do homem que o escolheu para trazer vitórias para o time, numa colisão de perspectivas de diferentes mundos. Não é difícil entender a razão do sucesso na Netflix, já que a premissa sugere um remix de três atrações da década passada, juntando o futebol americano colegial de “Friday Night Lights”, o novato rejeitado pelos mimados de “The O.C.” e a locação privilegiada de “90210”. O elenco também inclui o vilãozinho Cody Christian (série “Teen Wolf”), Samantha Logan (série “13 Reasons Why”), Monet Mazur (série “Castle”), Bre-z (série “Empire”), Michael Evans Behling (visto em “Empire”), Karimah Westbrook (“Suburbicon”) e Danielle Campbell (série “The Originals”).

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    Mauricio de Sousa cria arte para a série Stranger Things

    27 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou em suas redes sociais uma nova arte especial de “Stranger Things”, dessa vez assinada por Mauricio de Sousa. A imagem presta homenagem à personagem Max, introduzida na 2ª temporada da série. Veja abaixo. A 3ª temporada de “Stranger Things” tem previsão de estreia para 4 de julho. Visualizar esta foto no Instagram. Quando a gente achava que Stranger Things já tinha batido todos os recordes de nostalgia, vem o Mauricio de Sousa e me faz um pôster da série. ? Uma publicação compartilhada por Netflix Brasil (@netflixbrasil) em 26 de Abr, 2019 às 5:03 PDT

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    Santa Clarita Diet é cancelada após três temporadas

    27 de abril de 2019 /

    A Netflix cancelou “Santa Clarita Diet”, a série de comédia em que Drew Barrymore era uma mãe suburbana zumbi, um mês depois da estreia de sua 3ª temporada. O cancelamento confirma uma padrão adotado pela plataforma, que faz com que a duração de suas séries seja de três temporadas. São raras as produções que conseguem renovação para o quarto ano de produção no serviço de streaming. Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), “Santa Clarita Diet” acompanhava um casal de corretores imobiliários que tem sua vida suburbana perfeita colocada em cheque por um vírus zumbi. Quando a mulher começa a manifestar desejos carnais, em mais de um sentido, o marido se esforça para manter as aparências. O elenco incluía Timothy Olyphant (série “Justified”) como o marido de Barrymore, Liv Hewson (série “Dramaworld”) como a filha do casal e Skyler Gisondo (“Férias Frustradas”) como o nerd adolescente que quer fazer parte da família. O cancelamento foi confirmado em um comunicado. “Tal como o nosso público, apostamos tudo em Sheila e Joel. O relacionamento deles, diante de uma incrível adversidade, foi inspirador de se criar e de assistir. E, na maior parte do tempo, eles eram engraçados, o que é importante em uma comédia”, escreveram Victor Fresco e a produtora Tracy Katsky na despedida. “Sentiremos falta da série, mas estamos orgulhosos do trabalho que fizemos e sempre apreciaremos o amor e o entusiasmo que sentimos em nosso público. Se dependesse deles, Sheila e Joel continuariam por mais 10 mil anos”, finalizaram. A Netflix também divulgou um comunicado oficial de cancelamento da série em que agradeceu aos criadores e exaltou a criatividade da série.

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