Fuller House: Primeira parte da temporada final ganha trailer e data de estreia
A Netflix divulgou o trailer da “Parte A” da 5ª temporada de “Fuller House”, que marca o final da série. O vídeo também revela a data de estreia dos episódios – além de inaugurar uma nova e estranha nomenclatura alfabética para distinguir as metades da temporada na plataforma. “Fuller House” é uma continuação da clássica “Três É Demais” (Full House, no original) e gira em torno das filhas crescidas da atração original. As primeiras temporadas renderam algumas das maiores audiências da Netflix, segundo medições independentes, mas a produção dos novos episódios foi marcada por bastidores tumultuados. Jeff Franklin, o criador da atração, foi demitido no ano passado, após ser acusado de agressividade verbal e por fazer declarações inadequadas no set das gravações e na sala de roteiristas. Detalhes das condutas consideradas impróprias não foram revelados. E, para completar, a personagem de Lori Loughlin foi cortada da série, após a atriz ser envolvida no escândalo de fraude universitária, em que um grupo de pais ricos foi acusado de comprar vagas em faculdades conceituadas nos Estados Unidos para seus filhos. Ela ainda não foi sentenciada, mas deve pegar prisão. A série original dos anos 1980 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente e mãe de três filhos – que no começo de “Fuller House” tinham 12, 7 anos e poucos meses de idade – , ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando “Três É Demais” começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin), que também virou mamãe na 4ª temporada, e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que tem uma filha adolescente. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos originais de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Lori Loughlin vivia a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. A primeira metade (Parte A) da 5ª temporada estreia em 6 de dezembro em streaming.
Titãs: Brenton Thwaites aparece como Asa Noturna na primeira foto oficial
A plataforma DC Universe divulgou a primeira foto oficial de Brenton Thwaites no uniforme de Asa Noturna (Nightwing), que será introduzido no episódio final da 2ª temporada de “Titãs”. Esta é a nova identidade de Dick Grayson (Thwaites), após queimar o uniforme de Robin na temporada anterior, e pode ser conferida também no trailer anteriormente divulgado. Intitulado justamente “Nightwing”, o último capítulo da 2ª temporada vai ao ar na próxima sexta (29/11) nos Estados Unidos. “Titãs” é disponibilizada no Brasil pela Netflix. Ainda não há previsão de estreia da 2ª temporada no país, mas a série já foi renovada para seu terceiro ano de produção.
O Irlandês traz elenco sublime em obra-prima de Martin Scorsese
Cineastas católicos costumam lidar com a culpa de maneira muito intensa. Alfred Hitchcock, Abel Ferrara, Clint Eastwood, Robert Bresson, Éric Rohmer são alguns desses exemplos. Basta citar seus nomes para lembrar da temática da culpa em alguns de seus trabalhos mais marcantes. Mas Martin Scorsese, que vem tratando do peso dos atos de seus personagens, e possivelmente dele mesmo como espelho desses alter-egos, conseguiu chegar a um desses exemplares definitivos em que o remorso acompanha também o espectador, até pela duração e pelo andamento mais pausado – e de certa forma pesado – de “O Irlandês”. Se os filmes de máfia do diretor trazem momentos de euforia e alegria entre suas muitas mortes, Scorsese também sempre foi mestre em mostrar o fundo do poço, a descida aos infernos de seus personagens. Isso aconteceu em “Caminhos Perigosos” (1973), “Os Bons Companheiros” (1990), “Cassino” (1995) e até em “O Lobo de Wall Street” (2013), uma espécie de atualização do gênero. Porém, “O Irlandês” oferece algo de natureza distinta, feita com carta branca da Netflix, que investiu os US$ 159 milhões necessários para a realização deste projeto acalentado há mais de dez anos. O projeto nasceu quando Robert De Niro leu o livro de Charles Brandt, “I Heard You Paint Houses”, e ficou fascinado. Comentou com Scorsese, que percebeu o entusiasmo do amigo. Isso foi na época em que De Niro dirigiu “O Bom Pastor” (2006). Importante lembrar que Scorsese não se reunia com De Niro – e Joe Pesci – nas telas desde “Cassino” (1995). Qualquer reencontro seria cercado de expectativas. Ao incluir Al Pacino, então, a expectativa atingiu o infinito. O livro de Brandt, adaptado pelo roteirista Steve Zaillian (“A Lista de Schindler”, “O Gângster”), gira em torno de Frank Sheeran, um hitman da máfia que foi guarda-costas do líder sindical Jimmy Hoffa, e que conta sua própria versão dos fatos envolvendo a misteriosa morte do sindicalista, desaparecido em 30 de julho de 1975, e declarado morto 10 anos depois. É importante não saber detalhes dessa história – bem popular nos EUA, mas menos conhecida no Brasil – para não estragar as surpresas e principalmente o impacto que o filme provoca. A narrativa atravessa seis décadas e, para viver os personagens na fase mais jovem da vida, Scorsese recorreu a uma tecnologia de rejuvenescimento digital. A decisão encareceu bastante o projeto, mas decorreu da visão do diretor, que acreditava que colocar atores jovens para interpretar os mesmos papéis de De Niro e Pesci seria algo inconcebível, ainda mais que eles viveram na época retratada e conheciam bem demais os nuances da trama, algo importantíssimo para o filme. Scorsese também considerou que utilizar próteses e maquiagem serviria mais para situações de envelhecimento e não ao contrário – o próprio De Niro fez isso em “Era uma Vez na América” (1984), de Sergio Leone, quando teve que envelhecer na base da maquiagem. O resultado do processo digital na tela é o mais bem-sucedido uso dessa tecnologia, embora seja possível notar que os corpos não acompanham a aparência jovial dos personagens – continuam se movimentando como homens septuagenários. No entanto, uma vez que se embarca na história, é fácil ficar não apenas envolvido, mas também muito impressionado com a interpretação das versões mais jovens de De Niro, Pesci e Pacino. Especialmente De Niro e Pesci, sublimes. E pensar que Pesci já estava aposentado e só aceitou voltar a atuar após muita insistência de Scorsese e De Niro… De forma interessante, ele tem um papel bastante distinto de suas parcerias anteriores com Scorsese, geralmente muito elétricas. Em “O Irlandês”, o ator vive um chefão da máfia gentil, doce até. E com uma fala mansa e pacificadora, mesmo quando precisa lidar com situações em que assassinatos são detalhes corriqueiros. Scorsese também elencou atores do porte de Harvey Keitel e Bobby Cannavale e se dá ao luxo de utilizá-los muito pouco. O mesmo poderia ser dito de Anna Paquin, que vive um das filhas de Frank Sheeran, mas sua interpretação, com uma ausência de falas bem explícita, é compensada com o olhar de confronto que ela trava com o pai. Aquilo é forte o suficiente para magoar o coração de um homem velho cheio de remorsos. Um peso que o personagem leva como uma cruz. Velhinho, ele precisa de muletas, cai em uma cena. O filme mostra sua decadência física, seu desaparecimento. Como se ele precisasse daquela trajetória toda para que compensasse, de algum modo, o mal que fez no passado. Do ponto de vista temático, “O Irlandês” ainda coincide com outra reflexão cinematográfica recente sobre a velhice, “Dor e Glória”, de Pedro Amodóvar. Ambos os filmes são trabalhos que lidam com o processamento da dor, com os arrependimentos, com as mudanças provocadas pelo tempo no modo de ver a vida. Saímos deles diferentes de quando entramos. E não apenas por termos acabado de ver uma obra-prima.
Titãs: Robin vira Asa Noturna no trailer do final da 2ª temporada
A plataforma DC Universe divulgou o trailer do final da 2ª temporada de “Titãs”. A prévia destaca a estreia de Asa Noturna (Nightwing), nova identidade de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o antigo Robin, que aparece em cima da hora para salvar os Titãs de um novo ataque do vilão Exterminador (Esai Morales). O vídeo também inclui uma luta entre Superboy (Joshua Orpin) e Moça-Maravilha (Conor Leslie) e um aviso sinistro, de que um Titã “vai cair”. A última cena registra os personagens com roupas pretas e cara de velório – e a ausência de duas heroínas. Intitulado “Nightwing”, o último capítulo da 2ª temporada vai ao ar na próxima sexta (29/11) nos Estados Unidos. “Titãs” é disponibilizada no Brasil pela Netflix. Ainda não há previsão de estreia da 2ª temporada no país, mas a série já foi renovada para seu terceiro ano de produção.
The Crown: Atriz de Harry Potter negocia viver Elizabeth II na 5ª temporada
A atriz Imelda Staunton, que viveu a vilã Dolores Umbridge na franquia “Harry Potter”, negocia virar a próxima Rainha Elizabeth II da Netflix. Segundo o jornal britânico Daily Mail, ela estaria negociando sua participação nas temporadas de número 5 e 6 da série “The Crown”. Sua participação manteria o rodízio bienal, após Claire Foy interpretar a monarca nas duas primeiras temporadas e Olivia Colman nos anos 3 e 4. As mudanças têm o objetivo de acompanhar a passagem do tempo, já que a trama de cada temporada da série se passa numa década diferente. A Netflix emitiu uma nota desmentindo a informação. A plataforma afirma que está focada na 4ª temporada, atualmente em fase de gravações, e ainda nem começou a conversar sobre a renovação da série, quanto mais escalar o elenco do 5º ano. Mas o site Deadline confirmou com suas próprias fontes que as negociações estão de fato acontecendo entre a atriz e a produtora Left Bank Pictures, responsável pela série. Curiosamente, Imelda Staunton já interpretou um membro da família real britânica, a mãe de Elizabeth II na minissérie “Os Espiões” (Cambridge Spies, 2003), da BBC. A 3ª temporada de “The Crown” foi disponibilizada no domingo passado (17/11) em streaming.
Ragnarok: Série de apocalipse nórdico ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o primeiro teaser legendado de “Ragnarok”, nova série norueguesa de temática apocalíptica. “Ragnarok” gira em torno de um grupo de jovens que começa a perceber sinais da chegada do apocalipse, por meio de mudanças climáticas e acontecimentos estranhos. Passada na pequena e fictícia cidade norueguesa de Edda, a trama ainda envolve habitantes que não são o que dizem ser. Diz a sinopse: “Quando icebergs derretem em uma questão de dias, e o inverno é quente e seco, um grupo de adolescentes entra em pânico a medida que mudanças drásticas no clima começam a atingir o planeta inteiro. O grupo de amigos não tem dúvida: estes desastres naturais são sinais do apocalipse – ou Ragnarok, no idioma nórdico”. A série terá seis episódios e tem criação, roteiro e produção de Adam Price (criador de “Borgen”). A estreia está marcada para 31 de janeiro na Netflix.
Última temporada de Vikings ganha data de estreia no Brasil
O canal pago FOX Premium 2 confirmou que vai exibir a próxima e última temporada de “Vikings” no dia 5 de dezembro, a partir das 23h, com um episódio duplo (de 2 horas de duração). O app da FOX para assinantes FOX Premium também disponibilizará o episódio e o canal ainda programou uma “Maratona Vikings”, com exibição dos episódios das primeiras temporadas, a partir das 15h30 desta sexta (22/11). A 6ª temporada contará com 20 capítulos, divididos em duas partes — a segunda metade deles será exibida apenas em 2020. A estreia no Brasil vai acontecer apenas um dia depois da exibição nos Estados Unidos, marcada para 4 de dezembro, também com um capítulo duplo de duas horas. Apesar de estar em sua última temporada, o universo de “Vikings” não vai sair do ar. A Netflix anunciou que vai produzir uma série derivada, “Vikings: Valhalla”, que se passará um século após a produção original.
The Witcher: Série de fantasia estrelada por Henry Cavill ganha novo pôster
A Netflix divulgou um novo pôster de “The Witcher”, que reúne Geralt de Rivia (Henry Cavill), Yennefer (Anya Chalotra) e Ciri (Freya Allan), os protagonistas da nova série de fantasia. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A lista inclui Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes de “Harry Potter”) como Tris Marigold, Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla, Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia vai acontecer em 20 de dezembro e a série já foi renovada para sua 2ª temporada.
Better Call Saul: Teaser revela data de estreia da 5ª temporada
O canal pago americano AMC divulgou o primeiro teaser da 5ª temporada de “Better Call Saul”, que revela a data de estreia dos novos episódios, após hiato de mais de um ano. O último capítulo inédito da série foi exibido em outubro de 2018 nos Estados Unidos. A história será retomada somente em fevereiro de 2020. Em compensação, a 5ª temporada vai iniciar com transmissão em duas noites seguidas, com episódios programados para 23 e 24 de fevereiro. Depois de quatro anos, a nova fase vai finalmente refletir o título da produção. No final da 4ª temporada, o protagonista interpretado por Bob Odenkirk declarou que não ia mais oferecer serviços de advocacia sob seu nome verdadeiro, Jimmy McGill. Essa mudança abre espaço para a adoção do pseudônimo pelo qual os fãs de “Breaking Bad” conheceram o personagem: Saul Goodman. “Better Call Saul” foi indicada ao Emmy de Melhor Série Dramática por todas as suas quatro temporadas anteriores. A atração é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Black Summer: Série de zumbis da Netflix é renovada para a 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Black Summer”, série de zumbis desenvolvida pelos responsáveis por “Z Nation”, que foi disponibilizada em abril na plataforma. Foram sete meses de suspense para quem gostou da série, desenvolvida pelo mesmo criador de “Z Nation”, Karl Schaefer, em parceria com um produtor daquela série, John Hyams, e realizada pela produtora Asylum, responsável por “Z Nation” e os telefilmes de “Sharknado”. Ao contrário da atração trash cancelada pelo SyFy, “Black Summer” é uma série de terror convencional, ao estilo da 1º temporada de “Fear the Walking Dead”, ao apresentar o começo de um surto zumbi. A trama traz a atriz Jaime King (“Hart of Dixie”) como uma mãe que é separada de sua filha e embarca em uma jornada angustiante a sua procura. Confiando em um pequeno grupo de sobreviventes, ela passa a desbravar um novo mundo hostil e tomar decisões brutais durante o apocalipse zumbi. A 2ª temporada de “Black Summer” será a ser gravada no início de 2020 no Canadá, mas ainda não tem previsão de estreia.
The Crown: Vídeo destaca transformação de Olivia Colman na Rainha Elizabeth II
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 3ª temporada de “The Crown”, que destaca a transformação da atriz Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) na Rainha Elizabeth II. Nos novos episódios, ela assume o papel que foi desempenhado pela vencedora do Emmy Claire Foy nas duas primeiras temporadas da série. A mudança se deu por conta da passagem de tempo – cada temporada registra uma década na monarquia britânica. A série, que começou nos anos 1950, chega nos novos episódios à década de 1970 e, além de Olivia Colman, conta agora em seu elenco central com Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, o primeiro amor do Príncipe. A 3ª temporada de “The Crown” foi lançada no domingo (17/11) em streaming.
Netflix anuncia continuação da série Vikings
A Netflix anunciou que vai produzir um derivado da série “Vikings”. A atração original, que acaba na próxima temporada, terá uma continuação com novos personagens em streaming. Intitulada “Vikings: Valhalla”, o spin-off foi desenvolvido pelo criador de “Vikings”, Michael Hirst, e se passará um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok. A trama acompanhará as aventuras de vikings ainda mais famosos, como Leif Eriksson, Freydis, Harald Sigurdsson e o rei normando William, o Conquistador (que era descendente dos vikings). “Esses homens e mulheres abrirão novos caminhos à medida que lutam pela sobrevivência em uma Europa em constante mudança e evolução”, diz a sinopse da produção. Parceria da Netflix com o estúdio MGM, a série vai aproveitar a mesma equipe de produção de “Vikings” e terá o veterano roteirista Jeb Stuart (autor do filme “Duro de Matar”) como showrunner. “Estou muito animado porque estamos anunciando a continuação da nossa saga dos Vikings”, disse Hirst em comunicado. “Eu sei que os milhões de fãs de Vikings em todo o mundo ficarão animados em saber da confiança demonstrada pela MGM e pela Netflix em nosso programa. Jeb Stuart, um escritor verdadeiramente maravilhoso, trará novas histórias e uma poderosa visão visceral às histórias sobre alguns dos vikings mais famosos da História.” Channing Dungey, vice-presidente de séries originais da Netflix, também divulgou um comunicado prometendo que “’Vikings: Valhalla’ será tudo o que os fãs amam na franquia: ação emocionante e inexorável, enraizada em personagens ricos e narrativas dramáticas que iluminam temas como família, lealdade e poder. Estamos empolgados em dar vida à continuação da saga de ‘Vikings’. ” “Vikings” começou como uma narrativa das aventuras de Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel), um dos maiores guerreiros vikings de todos os tempos, mas, após a morte do protagonista, a série se expandiu para cobrir as vidas de sua família, incluindo sua mulher Lagertha (Katheryn Winnick) e seus filhos. A última temporada vai estrear em 4 de dezembro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é disponibilizada pelo canal pago Fox Premium.
V-Wars: Ian Somerhalder vira caçador de vampiros em trailer de nova série
A Netflix divulgou cinco fotos e o primeiro trailer de “V-Wars”, nova série estrelada por Ian Somerhalder. Após viver o vampiro Damon Salvatore por oito temporadas em “The Vampire Diaries”, ele agora vai caçar vampiros na atração de dez episódios de streaming. Somerhalder interpreta o Dr. Luther Swann, que entra em um mundo de horror após uma estranha doença transformar o seu melhor amigo em um predador que se alimenta de pessoas. A doença se espalha rapidamente, dividindo a sociedade entre vampiros e pessoas que não foram infectadas. Além de estrelar, Somerhalder atua como produtor e diretor de alguns episódios da atração, que terá como showrunners a dupla William Laurin e Glenn Davis (criadores da série “Aftermath”). O elenco ainda inclui Adrian Holmes (“Arrow”), Laura Vandervoort (“Smallville”), Peter Outerbridge (“Nikita”), Kyle Breitkopf (“The Whispers”), Jacky Lai (“Beyond”) e Kimberly-Sue Murray (“Shadowhunters”). “V-Wars” é baseada em quadrinhos criados por Jonathan Maberry e publicados pela editora IDW (a mesma de “Locke & Key”) e chega na Netflix em 5 de dezembro.












