Eu Nunca: Série sobre a juventude de Mindy Kaling ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever), nova série de comédia criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”). A série é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de uma estudante de high school americana com os hormônios à flor da pele, que sofre pressão extra por pertencer a uma família tradicional indiana. A prévia apresenta o humor resultando desse choque cultural, destacando a versão jovem de Mindy, ou melhor, Devi (interpreta pela estreante Maitreyi Ramakrishnan), desesperada para se enturmar com a turma “cool” e perder a virgindade. O elenco também destaca a tunisiana Poorna Jagannathan (“Messiah”), Ramona Young (“Legends of Tomorrow”), Benjamin Norris (“WTF!”), Adam Shapiro (“Sense8”), Martin Martinez (“Fugitivos da Marvel”), Christina Kartchner (“CollegeHumor Originals”) e Angela Kinsey (“The Office”). “Eu Nunca…” chega à Netflix em 27 de abril.
Code 8: Sci-fi dos primos Robbie e Stephen Amell estreia na Netflix
A Netflix divulgou tardiamente o trailer legendado de “Code 8”, filme que entrou em seu catálogo no fim de semana passado, quatro meses depois de ser disponibilizado em plataformas VOD. Trata-se de uma sci-fi independente dos primos Robbie (“Arquivo X”) e Stephen Amell (“Arrow”), que causou boa impressão entre a crítica americana, atingindo 73% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Code 8” ganhou vida como um curta-metragem estrelado pelos primos em 2016, e acabou virando um longa por iniciativa dos próprios Amells, que lançaram uma campanha de crowdfunding para financiar a filmagem. Conseguiram levantar quase US$ 2,5 milhões de mais de 27 mil investidores, e o resultado chegou em diversas plataformas de aluguel digital em dezembro passado, inclusive no Brasil – onde ganhou o título completo de “Code 8: Renegados”. O roteiro é de Chris Pare e a direção de Jeff Chan, que trabalharam juntos no curta original e também no terror “O Mistério de Grace” (2014). O elenco ainda inclui outros atores conhecidos, como Sung Kang (o Han de “Velozes e Furiosos”), Laysla de Oliveira (“Locke and Key”), Alex Mallari Jr. (“Dark Matter), Greg Bryk (“Bitten”), Kyla Kane (“Channel Zero”), Martin Roach (“The Expanse”), Peter Outerbridge (“The Umbrella Academy”) e Kari Matchett (“Covert Affairs”) A trama se passa numa realidade em que 4% dos seres humanos nasceram com poderes sobrenaturais, que são colocados sob controle policial restrito. Até que um criminoso resolve reunir uma gangue superpoderosa para um grande golpe. De grande potencial, a história também vai virar série, mas não na Netflix. A plataforma Quibi encomendou a produção, que voltará a contar com os primos e se passará após os eventos do filme.
Netflix bate recorde de cotação na bolsa de valores
Nem todo mundo está tendo prejuízo com o novo coronavírus. O isolamento social recomendado como prevenção contra a pandemia está rendendo altas históricas na bolsa de valores para a Netflix. Na manhã desta quarta (15/4), as ações da plataforma de streaming subiram 3,2% para fechar com o preço de US$ 426,75. Trata-se do valor mais alto já alcançado pelas ações da Netflix em Wall Street, desde que passou a ser cotada na bolsa em 2002. O recorde anterior era de US$ 423,21, que ocorreu ao longo de um dia em junho de 2019. Já o resultado mais elevado ao final de um dia de cotação foi US$ 419 por ação, alcançado em julho de 2018. Vale observar que, ao longo desta quarta, as ações da Netflix chegaram a ser cotadas em até US$ 434. As ações da Netflix têm tido aumentos constantes no último mês, somando alta de mais de 40% no período. Com boa parte da população americana – e mundial – em casa, segundo protocolo de prevenção contra a covid-19, a plataforma experimenta uma valorização do seu serviço. Durante a quarentena, a Netflix vem dominando conversas com sua programação inédita, a ponto da minissérie documental “Tiger King” (no Brasil, “Máfia dos Tigres”) virar um dos tópicos mais repercutidos das redes sociais após o seu lançamento. A produção teria sido vista por mais de 34 milhões de espectadores só nos EUA.
Cardápio de O Poço tem pratos de capitalismo, comunismo e coronavírus
É fortuito que o lançamento em streaming do terror espanhol “O Poço” tenha acontecido justamente no dia em que grande parte do país entrou em uma quarentena devido à ameaça do coronavírus. A obra foi rodada com antecedência e sua estreia já havia sido agendada pela Netflix meses antes do começo da pandemia. Mesmo assim, o primeiro longa dirigido por Galder Gaztelu-Urrutia rende comparações com a realidade atual. Escrito por David Desola (“Almacenados”) e Pedro Rivero (“Psiconautas, As Crianças Esquecidas”), o roteiro acompanha Goreng (Ivan Massagué), um sujeito que acorda certo dia em uma estranha prisão vertical. Ele divide sua cela com Trimagasi (Zorion Eguileor), que lhe explica o funcionamento daquele lugar: todos os dias, a comida dos prisioneiros é servida no primeiro andar, e uma plataforma flutuante desce os alimentos, andar por andar, até chegar ao final. Quem se encontra nos andares acima se serve à vontade, ao passo que falta comida para quem fica nas camadas inferiores. A relação capitalista é óbvia: enquanto sobram recursos para alguns poucos no topo, que se empanturram de comida até não poderem mais, as pessoas das, digamos, classes mais baixas passam – e até morrem de – fome. É uma lógica explicitada logo de início, quando a narrativa afirma: “Existem três tipos de pessoas. Aqueles que estão em cima, aqueles que estão embaixo e aqueles que caem”. A divisão vertical de classes está muito bem estabelecida. E a ascensão social, tão cara ao neoliberalismo, da-se de maneira arbitrária, quando os “residentes” mudam-se para outros andares aleatórios no início de cada mês. Assim, se no começo Goreng e Trimagasi sobrevivem comendo os restos deixados pelas pessoas dos mais de 40 andares acima, existe a possibilidade de, no mês seguinte, eles passarem para algum dos incontáveis andares abaixo. O individualismo visto no filme encontra reflexos nos noticiários da nova realidade. Enquanto deste lado da tela, os supermercados não dão conta de repor os alimentos que a população está estocando-os sem necessidade, no filme a economia e o bom senso, que poderiam ser soluções possíveis para o dilema dos prisioneiros, mas não aplicadas. Se em vez de comerem tudo o que veem pela frente, os prisioneiros se servissem apenas do necessário, haveria recursos suficientes para todo mundo. Uma solução, digamos, socialista. Mas a solidariedade não prospera contra o individualismo, nessa alegoria sobre o capitalismo selvagem – e sanguinário. Quem está nos andares de cima não fala com quem está embaixo. Cada um só se importa consigo mesmo. E logo até o bem-intencionado Goreng descobre que única maneira de conseguir transmitir uma mensagem humanitária é pelo medo. Uma revolução comunista? Embora a metáfora original seja clara, também é possível relacionar a situação representada no longa com o enfrentamento do coronavírus, em que, ao menos em alguns casos, o medo conseguiu unir diferentes lideranças, diferentes partidos, em uma única causa – embora certas pessoas dos andares de cima prefiram não falar com elas e ignorar o problema. Mas, ao priorizar as metáforas e a necessidade de “passar uma mensagem”, o diretor Galder Gaztelu-Urrutia acaba sacrificando a narrativa em prol do martelamento constante da moral da história. Isto o leva a perder o controle no terceiro ato. Por mais que continue clara, sua mensagem se mostra um mero subterfúgio para cenas violentas que se estendem além da conta. Por outro lado, o tédio, comum a obras sobre de encarceramento, é inexistente. A montagem prioriza uma passagem de tempo acelerada, e meses inteiros se passam em questão de minutos, enquanto o diretor atira metáforas para todos os lados, na esperança de resultar em alguma coisa. A amplitude de possibilidades de interpretações permite que se faça diferentes relações acerca daquilo que é mostrado na tela, mas também decorre da falta de sustentação da trama, tão rala que quase não serve nada em seu prato.
Netflix doa R$ 5 milhões para fundo de apoio a profissionais do audiovisual brasileiro
A Netflix anunciou a doação de R$ 5 milhões para um fundo emergencial, criado para apoiar os trabalhadores do audiovisual brasileiro afetados pela perda súbita de rendimentos, devido à suspensão de suas atividades como prevenção contra a pandemia do novo coronavírus. O fundo será administrado pelo Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros (ICAB) e ajudará até 5 mil pessoas. Profissionais como produtores, assistentes, coordenadores, técnicos e operadores de diferentes departamentos de produção como câmera, áudio, arte, maquiagem, figurino, cenografia, logística, entre outros, que em sua maioria recebem por semana ou trabalham sem contratos garantidos, serão elegíveis para solicitar o benefício, um único depósito no valor do salário mínimo, R$ 1.045. De acordo com a Netflix, a doação para o ICAB faz parte de um fundo de US$ 100 milhões anunciado em março para apoiar os trabalhadores do audiovisual em vários países onde a companhia possuiu base de produção. Em comunicado oficial, a empresa reforçou que a quantia “é um complemento ao pagamento de cachês que foram feitos às equipes e atores das nossas produções originais no país”. “Estamos gratos em trabalhar com o ICAB para apoiar aqueles trabalhadores da produção de filme e televisão que foram os mais atingidos no Brasil. A comunidade criativa brasileira sempre recebeu muito bem a Netflix e agora queremos fazer nossa parte para ajudar quem precisa de apoio neste momento sem precedentes que vivemos”, declarou o vice-presidente de produções originais da Netflix para América Latina, Francisco Ramos. Diretor executivo do ICAB, Mauro Garcia aproveitou para convocar outros nomes do setor a contribuir para o fundo. “O Instituto, que traz em seu DNA a preocupação com o bem estar dos profissionais, não podia deixar de agir no momento em que essas pessoas mais precisam, por isso estamos muito felizes com esta parceria com a Netflix. Também queremos convocar outros membros da indústria audiovisual para contribuir e aumentar os recursos que visam exclusivamente apoiar aqueles que são uma parte fundamental da produção audiovisual brasileira”.
The Eddy: Série jazzista do diretor de La La Land ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “The Eddy”, série produzida e dirigida pelo cineasta Damien Chazelle, premiado com o Oscar por “La La Land” (2016). A prévia mostra os problemas enfrentados pelo protagonista, Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”), para manter seu clube de jazz funcionando em Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia”) vive a filha, chamada Julie, e Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) é o sócio francês, que deve dinheiro a criminosos perigosos, capazes de colocar a vida de todos em perigos. O elenco ainda destaca Leïla Bekhti (“Sem Palavras”) como a namorada de Rahim e a polonesa Joanna Kulig (que demonstrou dotes vocais em “Guerra Fria”) no papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot/Holland. Gravada na França, a série tem diálogos em inglês, francês e árabe, muitas vezes misturando os três idiomas. E a prévia não tem legendas. Além de produzir, Chazelle dirige os dois primeiros (de um total de oito) episódios da 1ª temporada. Os roteiros são de Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). Mas quem deu o pontapé inicial no projeto foi o músico Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. Ele teve a ideia, juntou diretor, roteirista e compôs a trilha sonora da produção. A Netflix já exibiu os dois episódios dirigidos por Chazelle no Festival de Berlim, mas o lançamento completo em streaming só vai acontecer em 8 de maio.
Valéria: Nova série com atriz de La Casa de Papel ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de mais uma série espanhola, “Valéria”. Trata-se de uma comédia que, pra variar, é protagonizada por uma atriz de “La Casa de Papel”: Diana Gómez, a Tatiana da série mais famosa. Gómez vive a personagem-título, uma escritora em crise tanto com seus romances quanto com seu marido e a distância emocional que os separa. Ela encontra apoio em suas três melhores amigas: Carmen (Silma López), Lola (Paula Malia) e Nerea (Teresa Riott), que sugere uma saída: uma ficção erótica. A prévia sugere que o resultado não é exatamente “Cinquenta Tons de Cinza”, mas uma novelinha picante, que exalta a infidelidade e não economiza palavrões. Inspirada nos livros de Elísabet Benavent, a série tem roteiro de María López Castaño (“Grande Hotel”) e estreia em 8 de maio na plataforma de streaming.
Festival de Cannes volta a ser adiado e pode virar evento digital
A organização do Festival de Cannes anunciou nesta terça (14/4) que o evento não será realizado na data prevista, entre o fim de junho e início de julho. Era óbvio que isso aconteceria. O anúncio foi feito um dia depois de o presidente da França, Emmanuel Macron, prolongar a quarentena no país, onde a organização de grandes eventos está proibida até meados de julho por conta da pandemia do novo coronavírus. “É claramente difícil supor que o Festival de Cannes possa ser realizado este ano em seu formato original”, diz a nota divulgada pelos organizadores. “No entanto, desde ontem à noite, iniciamos muitas discussões com profissionais, na França e no exterior. Eles concordam que o Festival de Cannes, um pilar essencial para a indústria cinematográfica, deve explorar todas as contingências que permitam apoiar o ano do cinema, tornando real o Cannes 2020, de uma maneira ou de outra”, acrescenta o comunicado. Inicialmente, a organização se manteve confiante de que o Festival seria realizado nas datas originais, entre 12 e 23 de maio. Porém, em março, o Cannes 2020 passou para o final de junho, o que também demonstrava otimismo exagerado. Mesmo diante da realidade, os organizadores evitavam abrir brechas para uma possível edição digital do evento. Isto porque Cannes chegou a banir os filmes da Netflix de sua competição, após pressão dos proprietários de cinemas da França, e a realização de uma versão do festival em streaming representaria uma reviravolta completa em sua posição original. Caso isso aconteça, Cannes perderá argumentos para continuar barrando produções da Netflix e de outras plataformas digitais em sua competição. A outra opção seria o cancelamento do festival neste ano, já que seria inviável a realização do evento no inverno europeu, enfrentando concorrência direta de Veneza. Atualmente, o Palais des Festivals, cinema da mostra competitiva de Cannes, está interditado e servindo de centro de atendimento da população sem-teto da cidade francesa.
Mentiras Perigosas: Suspense estrelado por Camila Mendes ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Mentiras Perigosas” (Dangerous Lies), suspense estrelado por Camila Mendes (“Riverdale”). Na trama, ela viva a cuidadora de um idoso que, ao morrer, deixa todos os seus bens para ela. Ao se mudar para a residência do falecido, ela descobre um baú com uma fortuna em dinheiro, sem procedência conhecida, e se vê envolvida em uma rede de mentiras e assassinato, que o leva a perceber que não pode confiar em ninguém — nem naqueles que ama. O elenco de “Mentiras Perigosas” ainda inclui Jessie T. Usher (“The Boys”), Cam Gigandet (“Burlesque”), Elliott Gould (“Onze Homens e um Segredo”), Jamie Chung (“The Gifted”) e Sasha Alexander (“Rizzoli & Isles”). Conhecida pelo papel de Veronica em “Riverdale”, Mendes é filha de brasileiros e chegou a morar no Brasil durante a infância. “Mentiras Perigosas” é o segundo filme dela na Netflix. No anterior, “O Date Perfeito”, fez par com Noah Centineo. Com roteiro e direção de especialistas em telefilmes genéricos (David Golden e Michael Scott, de “Uma Babá Milagrosa”), o filme estreia em 30 de abril na plataforma.
Netflix suspende dublagens por coronavírus: “Prioridade é a saúde dos dubladores”
A Netflix suspendeu o trabalho de dublagem de seus novos lançamentos no Brasil por causa da pandemia do novo coronavírus. Uma mensagem exibida em algumas produções do catálogo avisa: “Algumas opções de áudio não estão disponíveis. A prioridade é a saúde dos dubladores”. Um dos títulos afetados é a comédia “Coffee & Kareem”, que chegou ao catálogo no último dia 3 de abril. O filme está disponível com o áudio original em inglês e com dublagens em alemão, espanhol, francês e italiano — sem opção em português. Veja abaixo a reprodução da mensagem sobre a ausência de dublagem.
Deborah Ann Woll faz desabafo por desemprego e recebe apoio de colegas da Marvel
A atriz Deborah Ann Woll aproveitou a participação num programa de entrevistas do YouTube para fazer um desabafo, mostrando-se preocupada por estar desempregada, situação que a afetava desde antes da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus. Falando no programa de Joe Quesada, diretor criativo da Marvel, ela disse que “não tem certeza se vai conseguir trabalhar novamente” após o fim de “Demolidor” e “Justiceiro”, séries da Marvel na Netflix em que interpretava Karen Page. Woll contou que não conseguiu nenhum papel novo desde o final das séries. “Isso tem sido muito difícil para mim. Eu fico me perguntando se tem alguém por aí que ainda gostaria de trabalhar comigo, se eu ainda sou capaz de fazer meu trabalho, esse tipo de coisa”, admitiu. “Uma parte do meu cérebro diz: ‘Calma, você está sendo paranoica’. Mas a outra parte, a que ama atuar, sabe que isso [a falta de trabalho] é um problema. A tragédia de ser um ator, ou qualquer profissão em que você realmente coloca um pedaço de sua alma no trabalho, é que ela se torna parte de você”, continuou. “Mesmo antes do coronavírus virar tudo de cabeça para baixo, eu estava tendo problemas com isso. Quando não estou atuando, não sei quem sou. Como faz algum tempo que não estou atuando, minha autoestima está se deteriorando”, completou. Em resposta ao desabafo, dois colegas de elenco de Woll em “Demolidor” e “Justiceiro” manifestaram seu apoio nas redes sociais. Vincent D’Onofrio, intérprete do vilão Wilson Fisk (o Rei do Crime), elogiou a atriz como “uma de suas colegas de cena favoritas” em toda a carreira. “Deborah Ann Woll pode interpretar qualquer papel. Todo ator depende do seu colega de cena, e você seria sortudo de tê-la ao seu lado. Ela é invencível. Um presente para qualquer narrativa”, tuitou. Jon Bernthal, o próprio Justiceiro, referendou a declaração de D’Onofrio. “Isso aqui é verdade. Muito amor para vocês dois. Que honra poder ter contracenado com ambos”, acrescentou. Além do papel de Karen Page nas séries da Marvel, Woll se destacou como a vampira Jessica Hamby em “True Blood” (2008-2014), e também foi festejada pelo ator principal daquela série, Stephen Moyer, intérprete de seu “pai” vampiro, que a chamou de “uma das melhores atrizes” com quem já trabalhou. “Ela parecia ser minha filha real e eu amei/a amei muito”, escreveu. Veja abaixo a entrevista completa, que tem 1h20 de duração, seguida pelos tuítes. That right there’s the truth. Big love to both of y’all. What an honor and joy to have rolled with you guys. — Jon Bernthal (@jonnybernthal) April 12, 2020 I feel the same way about you Steve. Big hugs. Miss you and Bill. https://t.co/rq6u9JSig7 — Deborah Ann Woll (@DeborahAnnWoll) April 9, 2020
Netflix vai adaptar best-seller juvenil A Seleção
A Netflix encomendou a produção de um filme baseado em “A Seleção” (The Selection), franquia literária juvenil de Kiera Cass. Na trama, 32 garotas são selecionadas pela loteria para competir pelo coração de um príncipe e reinar uma nação destruída pela guerra. O livro da distopia romântica para adolescentes já vendeu 11 milhões de exemplares em todo mundo, originou uma franquia literária, com uma interminável coleção de continuações, contos, antologias e spin-offs, e quase virou série da rede The CW, que chegou a encomendar dois pilotos para a produção, em 2012 e 2013, sem aprovar nenhum deles – embora Mark Pedowitz, presidente do canal, tenha dito que o primeiro roteiro da dupla Elizabeth Craft e Sarah Fain (ambas da série “The Vampire Diaries”) era “muito bem feito”. Desta vez, a adaptação será um longa (o primeiro de uma provável franquia), com roteiro de Katie Lovejoy (“Para Todos os Garotos: Agora e para Sempre, Lara Jean”) e direção da cineasta árabe Haifaa Al-Mansour (“O Sonho de Wadjda” e “Mary Shelley”). Ambientado daqui a 300 anos no futuro, a trama acompanha America Singer (isto mesmo, Cantora Americana), candidata do distrito mais pobre a virar princesa por um concurso que é muito mais “The Bachelor” que “Jogos Vorazes”. A produção está a cargo de Denise Di Novi (“Adoráveis Mulheres”) e Pouya Shahbazian (“Divergente”). “Estou emocionado por trabalhar com a brilhante Haifaa Al-Mansour e nossos amigos da Netflix neste filme especial”, disse Shahbazian, em comunicado. “Tendo trabalhado em algumas adaptações de best-sellers, nunca vi o fervor e a paixão que os fãs de ‘The Selection’ demonstram pela série de livros de Kiera Cass, que adaptaremos em filme.” Di Novi também destacou “a base de fãs extraordinariamente fiel e apaixonada” no comunicado. “Kiera Cass criou uma fantasia fascinante, cuja mensagem de poder e autenticidade é mais relevante hoje do que nunca”, completou. Ainda ampliando o universo de “A Seleção”, Kiera Cass vai lançar mais um livro da franquia, “A Prometida” (The Betrothed), em 5 de maio. Para se ter noção da popularidade da escritora, o livro vai chegar no Brasil no mesmo dia da publicação nos EUA.
Disque Amiga para Matar: 2ª temporada ganha pôster, teaser e data de estreia
A Netflix divulgou o pôster e um teaser da 2ª temporada de “Disque Amiga para Matar” (Dead to Me), que revela a data de estreia dos novos episódios da série protagonizada por Christina Applegate (“Perfeita É a Mãe!) e Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”). A trama é centrada em Jen (Applegate), uma viúva certinha com um senso de humor negro e alguns problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, ela desenvolve uma amizade com Judy (Cardellini), uma mulher de espírito livre que conhece num grupo de apoio. Mas enquanto se tornam amigas improváveis, Judy faz de tudo para esconder um grande segredo. “Disque Amiga para Matar” (quem traduziu isto está “dead to me”) marcou a volta da atriz Christina Applegate às sitcoms. Lançada ainda adolescente na cultuadíssima “Um Amor de Família” (Married with Children, 1987-1997), ela não protagonizava uma série desde “Up All Night” (2011-2012). A atração volta a reunir a atriz com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois ex-sócios produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman, autora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”. A série ganhou grande visibilidade quando a Netflix passou a divulgar, de forma experimental, sua primeira lista semanal dos dez programas mais vistos em seu catálogo para auxiliar assinantes do Reino Unido a descobrir quais as atrações mais populares em sua região. “Dead to Me”, com seu título original, liderou o ranking por semanas. A 2ª temporada estreia em 8 de maio.












