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  • Série

    2ª temporada de Disque Amiga para Matar ganha trailer legendado

    26 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Disque Amiga para Matar” (Dead to Me), série protagonizada por Christina Applegate (“Perfeita É a Mãe!) e Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”). A prévia mostra o tom do humor negro da produção, ao mostrar as duas tentando sumir com um cadáver sem ficar muito paranoicas com possíveis pistas deixadas para trás A trama é centrada em Jen (Applegate), uma viúva aparentemente certinha, mas com problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, ela desenvolve uma amizade com Judy (Cardellini), uma mulher de espírito livre que conhece num grupo de apoio. Mas enquanto se tornam amigas improváveis, Judy faz de tudo para esconder um grande segredo. “Disque Amiga para Matar” marcou a volta da atriz Christina Applegate às sitcoms. Lançada ainda adolescente na cultuadíssima “Um Amor de Família” (Married with Children, 1987-1997), ela não protagonizava uma série desde “Up All Night” (2011-2012). A atração volta a reunir a atriz com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois ex-sócios produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman, autora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”. A série ganhou grande visibilidade quando a Netflix passou a divulgar, de forma experimental, sua primeira lista semanal dos dez programas mais vistos em seu catálogo para auxiliar assinantes do Reino Unido a descobrir quais as atrações mais populares em sua região. “Dead to Me”, com seu título original, liderou o ranking por semanas. A 2ª temporada estreia em 8 de maio.

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  • Série

    Into the Night: Série apocalíptica da Netflix ganha trailer

    24 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer com legendas em inglês de sua primeira série belga, “Noite Adentro” (Into the Night), uma trama apocalíptica sobre a maior pandemia já enfrentado pela humanidade: o contágio pelo sol. A trama começa com um evento solar repentino, quando o sol inexplicavelmente começa a matar todos que são tocados por sua luz. Mas um grupo de “sortudos” passageiros e tripulantes de um voo noturno de Bruxelas consegue sobreviver. E a única forma de permanecerem vivos é voar sem parar, rumo ao Oeste e à proteção da noite escura. Mas o combustível não dura para sempre. Nem a alimentação disponível para a viagem. O elenco inclui Jan Bijvoet (“Peaky Blinders”), Laurent Capelluto (“Labirinto Verde”), Pauline Etienne (“A Religiosa”), Stefano Cassetti (“Jovem e Bela”), Vincent Londez (“Troca de Rainhas”), Mehmet Kurtulus (“O Último Guardião”), Astrid Whettnall (“The Missing”) e Alba Gaïa Bellugi (“Intocáveis”). Criada por Jason George, roteirista de “Narcos” e “The Blacklist” (Lista Negra, na TV aberta), a série adapta um best-seller do escritor Jacek Dukaj e tem seis episódios em sua 1ª temporada, com estreia marcada para sexta-feira (1/5).

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  • Série

    White Lines: Primeira série em inglês do criador de La Casa de Papel ganha trailer legendado

    23 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “White Lines”, nova série do espanhol Álex Pina, criador de “La Casa de Papel”. Trata-se da primeira atração do produtor-roteirista falada em inglês, ainda que passada em Ibiza, ilha espanhola que é ponto turístico de baladeiros do mundo inteiro, tanto pelas praias quanto pela agitação noturna. A prévia assume humor negro, com excesso de cocaína e sangue, ao acompanhar a busca de uma mulher pelo assassino de seu irmão, um jovem DJ inglês. Vale lembrar que “white lines” é gíria para cocaína – e título de uma música famosa sobre o consumo da droga, cantada pelo rapper Melle Mel, um dos Furious Five do DJ Grandmaster Flash, em 1982. Na trama, o cadáver do DJ é encontrado em Ibiza 20 anos após seu misterioso desaparecimento. Sua irmã retorna à ilha para investigar e mergulha em um mundo repleto de adrenalina, clubes noturnos, mentiras e dissimulações. Em um lugar onde todos vivem no limite, ela é forçada a encarar o lado mais sombrio de sua própria personalidade. A protagonista é vivida pela atriz inglesa Laura Haddock, que interpretou a mãe de Peter Quill na franquia “Guardiões da Galáxia”, além de ter estrelado “Transformers: O Último Cavaleiro” e a série “Da Vinci’s Demons”. O elenco também destaca Daniel Mays (“Rogue One”), Tom Rhys Harries (“Britannia”), Pedro Casablanc (“Dor e Glória”), Belén López (“Holmes & Watson. Madrid Days”) e Jade Alleyne (“Years and Years”). “White Lines” estreia em 15 de maio na Netflix.

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  • Etc,  Série

    Parte 4 de La Casa de Papel teria sido vista por 65 milhões de pessoas

    22 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou um relatório para o mercado em que revela que a Parte 4 de “La Casa de Papel” já foi vista por mais de 65 milhões de pessoas. O comunicado foi feito para investidores, refletindo o aumento significativo de assinantes e grande lucro atingido durante o começo da quarentena forçada pela pandemia do novo coronavírus. Lançada em 3 de abril, a nova temporada da série espanhola é considerada o maior sucesso do ano no catálogo da Netflix, seguida de perto pela atração documental da “Máfia dos Tigres” (Tiger King), que teria sido vista por 64 milhões de contas em seu primeiro mês em streaming. Os números são impressionantes, mas também superestimados. Vale lembrar que a Netflix mudou recentemente a sua forma de contar espectadores de séries. A plataforma considera que um espectador viu uma série se assistir a apenas dois minutos de um capítulo. Segundo a empresa, isso seria o bastante para indicar que a escolha “foi intencional”. Anteriormente, a medição se baseava apenas em episódios que tivessem 70% de exibição concluída. A inspiração para essa alteração foi a medição do YouTube. O detalhe é que 2 minutos de um vídeo do YouTube pode significar um clipe musical completo. Ou a duração de um trailer. O fato é que, assim que alterou sua medição, a Netflix passou a registrar recordes improváveis de audiência. Como nenhum dado pode ser conferido de forma independente, deve-se considerar os números da plataforma apenas indicativos. Por esses números inflados, “The Witcher” seria o maior recordista da plataforma, vista por 76 milhões de pessoas em seu primeiro mês de lançamento, no ano passado.

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  • Etc

    Netflix surpreende mercado com disparada de novas assinaturas no primeiro trimestre

    22 de abril de 2020 /

    A Netflix praticamente dobrou o número de assinantes previsto por analistas para o primeiro trimestre de 2020. De janeiro a março, a empresa adicionou 15,77 milhões de novos assinantes globalmente, bem acima das estimativas do mercado, que girava em torno de 8 milhões, segundo a empresa de pesquisas FactSet. As ações da gigante de streaming, que subiram cerca de 35% neste ano, avançaram mais 4% no after-market de terça (21/4), após a divulgação dos números. Em seu comunicado, a Netflix confirmou que adicionou mais assinantes do que o mercado e ela própria esperavam devido ao começo da quarentena forçada para conter a pandemia do novo coronavírus, situação em que a internet e os serviços de streaming têm se provado ferramentas essenciais das famílias modernas. Alguns analistas acreditavam que os serviços de streaming estariam entre os primeiros itens a serem cortados em meio a uma onda de demissões e temores de uma recessão econômica. Mas a Netflix disse que espera adicionar ainda mais 7,5 milhões de assinantes pagos globalmente no segundo trimestre, também quase dobrando as estimativas de analistas para o período, de 3,81 milhões. O crescimento maior da empresa se deu na região Ásia-Pacífico, onde adicionou 3,6 milhões de assinantes. Na América Latina, foram 2 milhões de novos clientes. Mas o aumento excepcional no número de assinaturas paradoxalmente resulta em receita menor, devido à valorização do dólar. No Brasil, por exemplo, a perda devido à moeda foi de 25% — os R$ 33 da assinatura básica, que equivaliam a US$ 8,50 há um ano, passaram a valer US$ 6,50. A conta final, porém, está sendo positiva. A receita trimestral da Netflix aumentou para US$ 5,77 bilhões (R$ 30,5 bilhões), ante US$ 4,52 bilhões (R$ 23,9 bilhões) no trimestre anterior. Em todo o mundo, a plataforma já soma mais de 180 milhões de assinantes.

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  • Filme

    Versão juvenil de Sherlock Holmes, com Millie Bobby Brown, vai parar na Netflix

    21 de abril de 2020 /

    A Netflix comprou os direitos de exibição do filme “Enola Holmes”, uma espécie de derivado juvenil do universo de Sherlock Holmes. Originalmente produzido pela Legendary Pictures para o cinema, o longa é estrelado por Millie Bobby Brown, que ficou famosa como a Eleven de “Stranger Things”, e ainda destaca Henry Cavill, atualmente na série “The Witcher”, e Helena Bonham Carter, a Princesa Margaret de “The Crown” – três produções originais do serviço de streaming. A produção pretendia iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Além de estrelar no papel-título, Millie Bobby Brown também é produtora do filme, que traz Henry Cavill como seu irmão Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como sua mãe. Na trama, Enola Holmes busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Assim, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. “Enola Holmes” marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”). E apesar do contrato com a plataforma de streaming, ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Marvel dispensa showrunners de O Justiceiro e da série inédita Helstrom

    21 de abril de 2020 /

    A Marvel encerrou os contratos de dois showrunners. Segundo informações do site da revista The Hollywood Reporter, o estúdio teria dispensado Steve Lightfoot, que trabalhou na série “O Justiceiro”, cancelada pela Netflix, e Paul Zbyszewski, responsável pela série “Helstrom”, que ainda nem estreou na plataforma Hulu. Os dois foram os primeiros showrunners dispensados durante a pandemia, no momento em que estúdios de todos os tamanhos começam a apertar seus respectivos cintos. Mas não está claro se o corte tem relação com a crise sanitária. “O Justiceiro” já tinha acabado e “Helstrom” foi a última série produzia pela Marvel Television, divisão encerrada e absorvida no final do ano passado pela Marvel Studios, responsável pelos filmes da empresa. Neste contexto, as dispensas podem fazer parte de uma reorganização maior do estúdio. Zbyszewski ainda acompanhará os trabalhos de pós-produção de “Helstrom”, que conseguiu gravar toda a sua temporada inaugural antes da paralisação das atividades por precaução contra o novo coronavírus. Procurada pelo THR, a Marvel não quis se manifestar. Zbyszewski era produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost” e sua dispensa deixa incerto o futuro de “Helstrom”, já que todas as outras produções live-action da Marvel Television foram canceladas – de “Agents of SHIELD”, que ainda vai exibir sua última temporada em maio, até “Fugitivos” (Runaways), encerrada na Hulu. Nos quadrinhos, o protagonista de “Helstrom” é Daimon Helstrom, filho de um demônio, concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Tanto que suas publicações foram lançadas no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Na trama original, Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série pretendia mudar tudo isso. Na adaptação, Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos terão um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. O elenco destaca Elizabeth Marvel (presidente nas séries “House of Cards” e “Homeland”) como Victoria Helstrom, que está enclausurada em um hospício há décadas, acusada de uma série de assassinatos, enquanto Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon (vista como piloto de helicóptero de um episódio memorável de “Fear the Walking Dead”) vivem seus filhos. Traumatizados pelos supostos crimes da mãe, os irmãos Daimon e Ana dedicariam suas vidas a combater os membros mais sórdidos e violentos da sociedade, um capítulo por vez. O elenco ainda inclui Ariana Guerra (“Raising Dion”), Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e Alain Uy (“The Passage”). Detalhe: a personagem de Ariana Guerra, Gabriella Rosetti, é um homem nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973), conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios.

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  • Série

    Sandman: Neil Gaiman está aprimorando roteiros da série na quarentena

    20 de abril de 2020 /

    O escritor Neil Gaiman revelou que a paralisação das produções de séries, devido à pandemia do novo coronavírus, está lhe permitindo tempo para aprimorar os roteiros da atração baseada em sua criação mais famosa, os quadrinhos de “Sandman”. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics já tinha começado a ser produzida pela Netflix. Conversando com fãs na plataforma Tumblr, Gaiman disse que as gravações estavam prestes a iniciar quando veio a ordem de suspender todos os trabalhos. “Os roteiros da 1ª temporada estavam escritos, começaram as escalações de elenco, diretores estavam contratados e os cenários estavam construídos”, explicou o escritor. “Tudo estava pronto para começar a produção e daí nós demos pause. Voltaremos assim que o mundo estiver pronto para retomar os dramas de TV. Enquanto isso, estamos usando o momento para melhorar os roteiros o máximo possível”. Em uma entrevista recente, o escritor afirmou já ter desenvolvido, ao lado dos produtores-roteiristas David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”), histórias para dois anos da produção. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV (Warner Bros Television), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. Ainda sem uma data para chegar à Netflix, “Sandman” pode formar um universo de Gaiman na Netflix. O autor também criou a versão de Lúcifer, que tem sua própria série na plataforma. Por sinal, a súbita vontade da Netflix em continuar a produzir “Lucifer” parece apontar para planos de integração entre as duas atrações.

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  • Série

    Hollywood: Trailer da minissérie revela bastidores preconceituosos da Era de Ouro do cinema

    20 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “Hollywood”, nova série do produtor Ryan Murphy, criador de “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Pose” no FX. A prévia revela a ambição da história, que retrata o preconceito racial e sexual dos anos 1940/50 em meio a todo o glamour da Era de Ouro de Hollywood. Além disso, mistura sua trama fictícia com personalidades reais da época, como os atores Rock Hudson e Vivien Leigh. A atração é apresentada como “uma minissérie sobre um grupo de atores e cineastas aspirantes na Hollywood do pós-Guerra, tentando atingir a fama a qualquer custo”. Segundo a sinopse, a trama também irá “fornecer um olhar único sobre a Era de Ouro de Hollywood, chamando atenção para o sistema injusto e parcial, que continua até hoje em relação à discriminação por raça, gênero e sexualidade. Hollywood pretende expor e examinar décadas de dinâmicas de poder e revelar como a cena do entretenimento estaria hoje se não isso tivesse sido desmantelado”. Desenvolvida por Murphy em parceria com Ian Brennan (com quem criou “Glee” e “Scream Queens”), “Hollywood” vai reunir artistas que já trabalharam com o produtor em outros projetos, como Dylan McDermott (“American Horror Story”), Joe Mantello (“The Normal Heart”), Patti LuPone (“Pose”), Darren Criss (“Glee” e “American Crime Story”), David Corenswet (“The Politician”) e até Jim Parsons – o eterno Sheldon de “The Big Bang Theory” atuou para Murphy no telefilme “The Normal Heart” (2014), sobre a epidemia da Aids. Mas há novos parceiros na lista: Maude Apatow (“Euphoria”), Samara Weaving (“Ready or Not”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Jake Picking (“Sicário: Dia do Soldado”) e a estrela da Broadway Jeremy Pope. A segunda série de Murphy para a Netflix (a primeira foi “The Politician”) tem estreia marcada para 1 de maio.

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  • Filme

    Um Crime para Dois: Nova comédia do diretor de Doente de Amor ganha trailer e data de estreia na Netflix

    20 de abril de 2020 /

    A comédia “The Lovebirds” ganhou título nacional e trailer legendado para sua estreia no Brasil. Feita pela Paramount, que chegou a divulgar seu lançamento no circuito cinematográfico, a produção foi adquirida pela Netflix após o fechamento dos cinemas, durante a crise sanitária criada pelo novo coronavírus, e agora vai sair diretamente em streaming no dia 22 de maio, com o nome de “Um Crime para Dois” no Brasil. A prévia mostra Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”) e Issa Rae (“Issa Rae”) como um casal apaixonado, que tem a vida virada do avesso quando os dois se tornam suspeitos de assassinato. “Um Crime para Dois” é a segunda parceria de Najiani com o diretor Michael Showalter. Eles também fizeram juntos o sucesso “Doentes de Amor”, em 2017. Já o roteiro é de Martin Gero (criador da série “Blindspot”) em parceria com Aaron Abrams e Brendan Gall (que também trabalham em “Blindspot”). O lançamento da Netflix vai acontecer uma semana após a data em que o filme seria exibido no Brasil – e um mês após a estreia prevista para os cinemas nos Estados Unidos. Um detalhe curioso é que a Netflix aproveitou até a arte do pôster original da Paramount. Compare abaixo.

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  • Série

    The Midnight Gospel: Animação psicodélica do criador de Hora da Aventura estreia na Netflix

    20 de abril de 2020 /

    A Netflix disponibilizou nesta segunda (20/4) a 1ª temporada de “The Midnight Gospel”, a nova animação de Pendleton Ward, criador da série “Hora de Aventura”, grande sucesso do Cartoon Network. Os oito episódios de aproximadamente 20 minutos já podem ser conferidos na plataforma. Ward desenvolveu “The Midnight Gospel” em parceria com o comediante e apresentador Duncan Trussell (que dublou Ron James em “Hora de Aventura”), e com apoio do estúdio Titmouse Animation, responsável por “Big Mouth”, outra série animada da Netflix. A nova atração acompanha Clancy, um “locutor interdimensional com um simulador de multiverso defeituoso, que decide deixar o conforto de sua casa para entrevistar seres de mundos em extinção”. A produção é inspirada no podcast de Trussell, “Duncan Trussell Family Hour”, que já acumula mais de 360 edições com entrevistas com Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), Rob Schrab (criador de “The Suits”) e muitas celebridades exotéricas em discussões metafísicas sobre o sentido do universo. Como o trailer abaixo atesta, o resultado é altamente psicodélico. Confira.

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  • Série

    Tom Ellis teria recusado oferta para voltar a gravar Lúcifer

    18 de abril de 2020 /

    Tudo já está quase certo para a produção da 6ª temporada de “Lucifer”. Só falta um detalhe. O principal. O ator Tom Ellis teria recusado a proposta financeira da Warner para retomar o papel principal. Segundo apurou o site TVLine, o intérprete de Lucifer não aceitou os valores apresentados pelo estúdio e as negociações chegaram num impasse. Como Ellis assinou acordo para produção da 6ª temporada, deixando o acerto financeiro para depois, a WBTV (Warner Bros Television) decidiu cessar as ofertas de aumento. Caso ele se recuse a gravar, poderia ser processado por quebra de contrato. Mas o estúdio prefere realizar a série a processar o ator. Por conta disso, já tinha oferecido um aumento de remuneração, que foi considerado baixo por Ellis e seus representantes. Resolver esse impasse é só o que falta para a Netflix anunciar a 6ª temporada. O problema, porém, foi criado pela própria Netflix, que decidiu cancelar a série na 5ª temporada, desmobilizando o elenco. O cancelamento foi anunciado com muita antecedência, em junho do ano passado, e o equívoco dessa antecipação tornou-se evidente diante do aumento do interesse na atração gerado pela aparição especial de Lúcifer (Tom Ellis) no crossover “Crise nas Infinitas Terras” na TV aberta americana. A 5ª temporada deveria encerrar a série e foi planejada como temporada final. Originalmente concebida com 10 episódios, acabou recebendo autorização para produzir

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  • Série

    Unbreakable Kimmy Schmidt: Especial interativo ganha teaser e data de estreia

    16 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou um teaser e a data de estreia do episódio interativo de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, que servirá como epílogo da série, encerrada na 4ª temporada em janeiro. Em um formato similar ao filme “Black Mirror: Bandersnatch”, o especial permitirá que os espectadores façam escolhas para os personagens seguirem caminhos diferentes na história, dando diferentes finais para a trajetória da protagonista. A prévia destaca a participação de Daniel Radcliffe (o Harry Potter) e o enfrentamento final entre Kimmy (Ellie Kemper) e o Reverendo Richard Wayne Gary Wayne (Jon Hamm), responsável por mantê-la em cativeiro por vários anos. Lançada em 2015, a série “Unbreakable Kimmy Schmidt” acompanhava Kimmy, uma mulher que viveu 15 anos como refém em um culto, acreditando que era uma das únicas sobreviventes de um apocalipse que dizimou a Terra. Após ser resgatada, ela não lamenta a prisão. Em vez disso, fica feliz da vida em saber que o mundo não acabou. E com essa felicidade, ela busca tentar se ajustar ao século 21 e uma Nova York que colide com a sua energia e pensamentos positivos. Os criadores da série, Robert Carlock e Tina Fey (ambos de “30 Rock”), escreveram o especial. Descrito como “a maior aventura de Kimmy até agora”, o capítulo incluirá explosões, um hambúrguer dançarino, um casamento e batalhas de robôs, segundo a sinopse. “‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ foi uma das primeiras séries de comédia originais na Netflix e agora será o primeiro evento de comédia interativo”, disse Tina Fey em comunicado oficial. “Acredito que o conceito é uma ótima opção para o nosso programa e será uma ótima maneira de concluir oficialmente a série”, completou. Intitulado “Kimmy vs The Reverend”, o especial tem estreia marcada para 12 de maio em streaming. Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. the Reverend — an all-new interactive special premieres May 12 Ellie Kemper, Tituss Burgess, Jane Krakow­ski, Carol Kane, and Jon Hamm return — plus Daniel Radcliffe joins in on the fun as you get to decide how the story ends! pic.twitter.com/HU2tjF8xY2 — See What's Next (@seewhatsnext) April 15, 2020

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