Guillermo del Toro fecha contrato para criar séries e filmes na Netflix
O cineasta Guillermo del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água” (2017), assinou um contrato de exclusividade de vários anos com a Netflix, para desenvolver novos projetos para a plataforma de streaming. Os detalhes do negócio não foram revelados, mas ele é encarado como garantia de uma buscada liberdade criativa para o diretor. Do ponto de vista da Netflix, a contratação também representa a capacidade de apresentar obras de um autor considerado criador de universos e capaz de gerar sucessos em vários gêneros, faixas etárias e formatos, da animação ao terror. O acordo, que envolve filmes e séries, fará com que del Toro se envolva com os projetos não apenas no nível de produção, mas também como roteirista e diretor. Ele já tem vários projetos na Netflix, principalmente no espaço de animação. O cineasta criou a trilogia “Contos de Arcadia”, que teve sua terceira saga lançada no início de agosto, e também é o criador da vindoura série de terror “Guillermo del Toro Presents 10 After Midnight”. Além disso, desenvolve uma animação gótica inspirada em “Pinóquio”, que, junto do anúncio do contrato, apresentou seus dubladores (mais sobre isso neste link). Após “A Forma da Água” vencer o Oscar, a Fox Searchlight, que produziu o longa, chegou a oferecer a Del Toro a possibilidade de ser curador de um selo de filmes fantásticos no estúdio. Mas, desde então, a Disney comprou a Fox, mudou o nome do estúdio para Searchlight e nunca mais se falou desse negócio na imprensa. Del Toro é sabidamente desgostoso de sua relação com os estúdios de seus primeiros filmes, lamentando, entre outras coisas, não ter podido fazer “Hellboy 3” nem filmar “Nas Montanhas da Loucura”, de H.P. Lovecraft, numa produção que seria estrelada por Tom Cruise.
Warrior Nun é renovada
A Netflix anunciou a esperada renovação de “Warrior Nun” para sua 2ª temporada. A série se tornou uma sensação na semana de seu lançamento, mas a plataforma demorou um mês e meio para confirmar a produção de novos episódios. O anúncio foi acompanhado por um vídeo de “reação” do elenco, algo que a Netflix parece ter transformado em fórmula durante a pandemia. Veja abaixo o criador da série dar a notícia para as atrizes principais, durante uma videoconferência. Assim como elas, os assinantes da Netflix que maratonaram a atração estavam aflitos por notícias de sua renovação. Isto porque o final da temporada inaugural é um cliffhanger, que acontece no meio de uma grande batalha e após uma reviravolta inesperada. A série também conquistou a crítica. A ironia é que as primeiras resenhas, baseadas nos capítulos iniciais, não previa nada desse frisson. Muitos jornalistas apressados consideraram a série convencional e até arrastada, com muitas outras reclamações sobre clichês e intérpretes desconhecidos – o elenco é cheio de atrizes novatas. Já as críticas escritas por quem realmente viu a temporada completa manifestam tom oposto, completamente entusiasmado. Até o geralmente contido jornal inglês The Guardian ousou chamar “Warrior Nun” de “o novo ‘Stranger Things'”. “A coisa toda é uma viagem de besteirol absoluto, mas você sente que o algoritmo de produções da Netflix pode ter tido um orgasmo total quando foi apresentado à premissa”, diz o texto que elogia como os clichês de outras séries, de “Buffy” a “Sense8”, são mesclados para gerar um resultado altamente viciante. “O programa é um monte de garotas que chuta traseiros e usa espadas para matar monstros em igrejas. Honestamente, como não amar?”. A trama é, na verdade, baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá, e foi transformada em série por Simon Barry, responsável pela cultuada série sci-fi canadense “Continuum” e a menos incensada “Ghost Wars”. Em entrevista na época do lançamento, Simon Berry foi bastante otimista sobre o futuro da série. “Acho que dá para fazermos de 5 a 7 temporadas. Quando estávamos terminando o roteiro da 1ª temporada, tínhamos muitos caminhos a seguir. Então criamos uma coletânea de ideias para usarmos em uma possível 2ª temporada”, afirmou o produtor. Além de muitos elogios para as coreografias de lutas e as reviravoltas da trama, alguns críticos também previram futuro promissor para as atrizes reveladas na série, como a portuguesa Alba Baptista (de “Linhas de Sangue”) em seu primeiro papel em inglês, Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”), a estreante Kristina Tonteri-Young (que rouba as cenas com seu kung fu) e a mais experiente Olivia Delcán (da série espanhola “Vis a Vis”), nos papéis das noviças rebeldes. O elenco ainda inclui o português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), a holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”), o francês Tristán Ulloa (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), a italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) e o inglês William Miller (o vilão McCreary em “The 100”), numa produção que é parcialmente europeia, gravada na Espanha. Warrior Nun has been renewed for a second season — watch the cast find out pic.twitter.com/FOFY4N4RhT — Netflix (@netflix) August 19, 2020 Mas prima, esse ainda não é o fim. A segunda temporada de Warrior Nun tá confirmadíssima. https://t.co/Y0uBK8Yq4I — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 19, 2020
Criador de The Crown diz que série não incluirá Meghan Markle
Peter Morgan, o criador de “The Crown”, confirmou que a série vai acabar antes de tocar no casamento do príncipe Harry e da atriz Meghan Markle. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ele afirmou que a trama deve seguir apenas até o período entre o final dos anos 1990 e o começo dos anos 2000. “Eu simplesmente acho que as pessoas se tornam mais interessantes com o tempo. Meghan e Harry, por exemplo, estão no meio de suas jornadas, e eu não sei qual jornada será, ou como vai terminar. Eu desejo felicidade a eles, é claro, mas me sinto mais confortável em escrever sobre coisas que aconteceram há pelo menos 20 anos atrás. Eu tenho uma espécie de ‘regra dos 20 anos’.” Graças a essa “regra” de Morgan, as polêmicas mais recentes da família real ficarão fora da série. Elas incluem, além da primeira integrante negra da nobreza britânica e o rompimento de Harry com a monarquia, o recente escândalo envolvendo o príncipe Andrew, que também deixou as obrigações públicas após acusações de abuso sexual de menores. “Vinte anos é tempo o bastante para termos distância e entender algo, entender o papel, a posição e a relevância de um fato ou de uma pessoa. Coisas que parecem imensamente importantes hoje serão esquecidas no futuro, e outras coisas se provarão mais relevantes, historicamente falando”, explicou Morgan. Ele justificou essa distância temporal como forma de saber como as situações terminam, algo, por exemplo, que faltou na afobação de “O Mecanismo”. O escritor ainda ponderou que escreve ficção e não “uma narrativa jornalística”, abordagens que se confundiriam se ele escrevesse sobre fatos mais recentes. “Há jornalistas o bastante escrevendo sobre essas coisas. Para escrever ficção, você precisa de distância, e metáfora”, explicou. Mesmo assim, ele considera que a história de Harry e Meghan não é única, e que a série acaba abordando situações similares. “Tivemos tantos exemplos de complicações maritais, seja Wallis Simpsons e Edward 6º, ou Diana e príncipe Charles. Tivemos muitas mulheres que se casaram com membros da família real, mas não se sentiram bem-vindas nesta instituição. Podemos facilmente contar a história de Harry e Meghan sem contar a história de Harry e Meghan”, concluiu.
Lindinhas: Filme adolescente premiado ganha trailer e vira alvo de campanha de ódio
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “Lindinhas” (Cuties), por enquanto disponível apenas com legendas em inglês. A produção é francesa e retrata o esforço de uma pré-adolescente para se integrar com a turma de garotas legais da sua escola para disputar um concurso de dança. Dita assim, a premissa parece uma comédia teen típica, mas há muitas diferenças em relação às produções americanas. A começar pela protagonista, uma menina negra muçulmana de 11 anos, criada numa família de imigrantes senegaleses no bairro mais pobre de Paris, que se encanta com a vizinha moderna da sua idade. O grupo de meninas a que ela se junta contrasta fortemente com os valores tradicionais de sua mãe, e ela logo se dá conta de sua própria sensualidade através da dança. Com isso, o filme também aborda a hiper sexualização das garotas pré-adolescentes nos dias de hoje. “Cuties” teve première no Festival de Sundance, no começo do ano, onde a diretora e roteirista Maïmouna Doucouré levou o troféu de Melhor Direção. Os críticos aplaudiram (82% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas o tema, inspirado na infância da diretora, causou ira entre os grupos conservadores de ódio que tem bombardeado (sem ter visto) o filme com cotações negativas no IMDb. A arte do pôster tampou ajudou. A Netflix acabou suspendendo o marketing do filme após a divulgação inicial e divulgou uma nota oficial: “Pedimos desculpas pela arte inadequada que usamos para o filme ‘Lindinhas’. Não estava certo, nem representava este filme francês que ganhou um prêmio no Festival de Sundance. Estamos trabalhando para atualizar as imagens e a descrição do filme”. A estreia vai acontecer em 9 de setembro em streaming.
Power: Rodrigo Santoro mostra bastidores de sua transformação em monstro
Rodrigo Santoro mostrou em seu Instagram o processo de transformação que precisou passar para viver a versão monstro do vilão Biggie no filme “Power”, da Netflix. Ele disse que o personagem o fez lembrar dos tempos de “300”, em que interpretou o rei Xerxes. “Que trabalho genial do Mike Marino com as próteses e a maquiagem. Passei nove horas – sentado em bancos nem sempre tão confortáveis — pra chegar nesse resultado incrível. Toda essa transformação foi trabalhosa, mas valeu muito a pena. Foi uma grande diversão e uma honra também”, escreveu o ator brasileiro ao publicar o vídeo que detalha a aplicação da maquiagem especial. No filme de ação, Santoro interpreta o vilão da história, encarregado de vender uma droga que dá superpoderes por cinco minutos. Além de receber as próteses que alteraram sua aparência, o ator também teve de cortar a grande barba que usou na série “Reprisal”, da Hulu. Mas não precisará voltar a cultivá-la, porque a série foi cancelada na 1ª temporada. No filme, Santoro enfrenta Jamie Foxx e Joseph Gordon-Levitt numa trama típica de história em quadrinhos, que gira em torno de uma nova droga sintética, altamente viciante, traficada por seu personagem. Foxx vive um pai de família que sofreu uma grande perda e decide rastrear a linha de suprimentos da droga até encontrar o responsável pelo tráfico, papel de Santoro, enquanto Gordon-Levitt interpreta um policial cujo trabalho é tirar a droga das ruas. Ele logo percebe, no entanto, que a única maneira de combater os viciados é usando a droga ele mesmo, de modo a também ganhar poderes. “Power” é um projeto da dupla de diretores Henry Joost e Nev Schulman, responsáveis pela série “Catfish” e por vários filmes da franquia “Atividade Paranormal”. O roteiro foi escrito por Mattson Tomlin (“Rene”). E a estreia aconteceu na sexta (14/8) na Netflix. Ver essa foto no Instagram BIGGIE: que personagem! Me fez lembrar dos tempos de 300. E que trabalho genial do @prorenfx com as próteses e a maquiagem. Passei 9 horas – sentado em bancos nem sempre tão confortáveis – pra chegar nesse resultado incrível. Toda essa transformação foi trabalhosa, mas valeu muito a pena. Foi uma grande diversão – e uma honra também. #Netflix BIGGIE: what a character! Reminded me of the time I worked in 300. And what an amazing job @prorenfx did with the prosthetics and makeup. It took 9 hours – on chairs that weren’t so confortable – to get to this incredible result. All this transformation took so much effort, but it was all worth it. It was a lot of fun, and a great honor as well. #Netflix Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 18 de Ago, 2020 às 8:25 PDT
A Duquesa: Nova série de comédia da Netflix ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o pôster, seis fotos e o trailer da série “A Duquesa” (The Duchess), projeto da comediante britânica Katherine Ryan (“Badults”). Ela criou, estrela e produz a comédia, em que vive uma mãe solteira sem paciência para o mundo, mas que adora a filha pequena Olive. Percebendo que a menina é melhor coisa que já fez, ela resolve ter outro filho. O problema são os voluntários. Diante das dificuldades do “mercado”, decide convencer seu maior inimigo a conceber a criança com ela: o pai “perdedor” de Olive. Katherine Ryan assinou contrato para dois projetos com a Netflix. O primeiro, o especial de stand-up “Glitter Room”, foi exibido no ano passado. Já a série estreia em 11 de setembro. Co-produzido pela Clerkenwell Films (de “The End Of The F *** ing World”), “A Duquesa” tem seis episódios e também inclui em seu elenco Rory Keenan (“O Guarda”), Steen Raskopoulos (“Feel Good”) e a menina Kate Byrne.
The Crown: Elizabeth Debicki será a Princesa Diana nas temporadas finais da série
A atriz Elizabeth Debicki (estrela de “As Viúvas” e do vindouro “Tenet”) vai interpretar a princesa Diana nas duas temporadas finais da série “The Crown”. O anúncio foi feito nos perfis oficiais da série nas redes sociais. “O espírito da princesa Diana, suas palavras e suas ações vivem no coração de tantos. É um verdadeiro privilégio e uma honra fazer parte desta série magistral, que me prendeu totalmente desde o primeiro episódio”, disse Debicki no anúncio postado na tarde deste domingo (16/8). A princesa Diana, que nasceu em 1961, será apresentada na vindoura 4ª temporada, passada nos anos 1980, por Emma Corrin (“Pennyworth”). A série troca seus intérpretes a cada duas temporadas. Assim, Debicki vai se juntar à terceira geração do elenco, que também contará com Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), nova intérprete da rainha Elizabeth II, Lesley Manville (indicada ao Oscar por “Trama Fantasma”), que assume o papel da princesa Margaret, e Jonathan Pryce (“Dois Papas”) como o príncipe Philip. Por enquanto, a série teve apenas suas três primeiras temporadas disponibilizadas na Netflix. A 4ª temporada deve estrear ainda este ano, mas a 5ª ainda não começou a ser gravada devido à pandemia de coronavírus. Elizabeth Debicki will play Princess Diana in the final two seasons of The Crown (Seasons 5 and 6). pic.twitter.com/Z3CjHuJ56B — The Crown (@TheCrownNetflix) August 16, 2020
Ator de Mulan vai dirigir continuação de 47 Ronins
A fantasia de samurais e efeitos visuais “47 Ronins”, estrelada por Keanu Reeves em 2014, vai ganhar uma sequência. A Universal contratou Ron Yuan para dirigir o novo longa. Ele é mais conhecido como ator, dublê e coordenador de dublês. Inclusive, viverá o Sargento Qiant no live-action de “Mulan”, que estreia em setembro em streaming nos EUA. Como diretor, seu trabalho mais recente foi “Step Up China” (2019), novo capítulo da franquia musical “Ela Dança, Eu Danço”, que revelou Channing Tatum em 2006. Ao contrário do primeiro longa, situado no Japão feudal, a continuação de “47 Ronins” será uma sci-fi futurista, passada 300 anos no futuro, e terá uma estética cyberpunk. Outra diferença é que o filme não será lançado no cinema. A continuação será exibida pela Netflix. “Estou muito animado de trabalhar com a Universal e com a equipe de produtores nesse filme que mistura gêneros de artes marciais, ação, terror e cyberpunk”, afirmou Yuan. “Será uma viagem divertida, intensa e cheia de emoção para o público do mundo todo”. Dirigido por Carl Rinsch, o filme original não foi exatamente um sucesso. Destruído pela crítica, com apenas 16% de aprovação, “47 Ronins” arrecadou apenas US$ 151,7 milhões em todo o mundo, menos que seu orçamento de US$ 175 milhões.
Séries: Final de 3% e estreia de Caçadoras de Recompensas chegam ao streaming
A Netflix disponibilizou quatro das cinco séries atuais que chegam em streaming nesta semana. Os principais lançamentos são o final de “3%”, primeira e mais bem-sucedida série brasileira da plataforma, e a estreia de “Caçadoras de Recompensas”, que começa sua trajetória bastante elogiada pela crítica nos EUA. A lista tem também uma “La Casa de Papel” colombiana, novos episódios de “Ricky & Morty” e a estreia das primeiras temporadas de “Chicago P.D.” na Globoplay. Confira abaixo mais detalhes dos novos lançamentos em streaming. 3% | Brasil | 4ª Temporada Passada num futuro distópico, a primeira série brasileira da Netflix discutiu miséria, meritocracia e resistência ao acompanhar o processo seletivo que permite a uma pequena parcela da população ter acesso a melhores condições de vida. A trama agora chega ao fim com reviravoltas, alianças inesperadas e uma disputa ao estilo de “Jogos Vorazes” entre os protagonistas. “Seis candidatos. Quem ganhar, ganhou”. Disponível na Netflix. Caçadoras de Recompensas | EUA | 1ª Temporada A comédia de ação gira em torno de duas irmãs gêmeas que levam a rebeldia adolescente a outro nível, ao descobrir seu talento para surpreender e prender criminosos. Aproveitando-se da aparência inocente para se dar bem neste negócio arriscado, elas se juntam a um caçador de recompensas veterano para aprender os truques e seguir a profissão sem que ninguém saiba, incluindo os pais, os crushes e, claro, as terríveis meninas populares da escola. As gêmeas são vividas pelas atrizes Maddie Phillips (“Ghost Wars”) e Anjelica Bette Fellini (“The Gifted”), que não são realmente parentes, mas demonstram ótima química e garantem a diversão – e os 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A série é a primeira criação de Kathleen Jordan (roteirista de “American Princess”), mas conta com os experientes Jenji Kohan (criadora de “Weeds” e “Orange Is the New Black”) e Jesse Peretz (diretor de “Juliet, Nua e Crua”) entre os produtores. Peretz também dirigiu o primeiro episódio. Disponível na Netflix. O Maior Assalto | Colômbia | 1ª Temporada Minissérie colombiana ao estilo de “La Casa de Papel”, acompanha o planejamento de um roubo milionário ao Banco Central da Colômbia. A trama é inspirada num assalto que realmente aconteceu nos anos 1990 e foi adaptada por Pablo Gonzalez, criador de outra atração criminal da Netflix, “Historia de un Crimen: Colmenares”. Disponível na Netflix. Rick and Morty | EUA | 4ª Temporada – Parte 2 Com cinco novos episódios, a 4ª temporada de “Rick and Morty” finalmente se completa. A primeira parte havia sido disponibilizada em dezembro do ano passado. Mas graças ao sucesso e reconhecimento da crítica, a produção tem mais 60 capítulos encomendados pelo Adult Swim, que produz originalmente a série animada nos EUA. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, que acabam tendo grande impacto na realidade de sua família – e também na cultura pop. Disponível na Netflix. Chicago PD | EUA | 4 Temporadas A Globoplay disponibilizou as quatro primeiras temporadas da série “Chicago PD”, que integra o catálogo da franquia, formada ainda por “Chicago Fire”, “Chicago Med” e “Chicago Justice”. Agora, as quatro séries produzidas por Dick Wolf estão na plataforma. Isto representa um alívio para os fãs, já que elas costumam se cruzar com compartilhamento de personagens e histórias. “Chicago PD” surgiu como um spin-off plantado em “Chicago Fire” em 2014 e acompanha o cotidiano do Distrito 21 do Departamento de Polícia de Chicago, composto pelos policiais uniformizados que patrulham as ruas e a unidade de inteligência que combate os principais delitos da cidade. Liderando a equipe está o sargento Hank Voight (Jason Beghe), um homem que possui seu próprio senso de justiça e está sempre disposto a contornar a lei. Atualmente em sua 7ª temporada nos EUA, a série já se encontra renovada até o 10º ano. Disponível na Globoplay.
Zack Snyder vai refilmar Army of the Dead para trocar ator envolvido em polêmica
O novo filme de zumbis do diretor Zack Snyder (“Liga da Justiça”) vai passar por refilmagens para substituir um intérprete de seu elenco. “Army of the Dead” tinha encerrado as filmagens no ano passado e já estava em pós-produção avançada, mas agora o diretor voltará ao set para trocar Chris D’Elia (“Undateable”). Acusado de assediar sexualmente garotas menores de idade, ele terá sua participação substituída pela comediante Tig Notaro. A substituição contará com uma combinação de técnicas, desde refilmagens de cenas opostas a um parceiro de atuação até o uso de efeitos especiais para inserir Notaro digitalmente no lugar de D’Elia. As alegações de assédio surgiram em junho e as negações do ator aparentemente não convenceram. Ele foi dispensado por sua agência e os planos para um programa de humor foram descartados pela Netflix. Sua substituta, por sua vez, é uma comediante assumidamente lésbica, que enfrentou um câncer em público, estrelou sua própria atração na Amazon, “One Mississippi” (2015-2017), e ainda participa da série “Star Trek: Discovery”. O resto do elenco do filme destaca Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Wolverine: Imortal”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”) e a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”). Desenvolvido para a Netflix, “Army of the Dead” representa um retorno às origens para Zack Snyder, que volta ao apocalipse zumbi 15 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”, já que se passa em Las Vegas e acompanha um homem que reúne um grupo de mercenários para realizar o maior assalto já tentado. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O projeto estava acumulando poeira desde 2007 na Warner, onde deveria ter sido dirigido por Snyder logo após “300” (2006). Sem esquecê-lo, o diretor conseguiu convencer a Netflix a bancar sua produção, orçada, segundo o site The Hollywood Reporter, em respeitáveis US$ 90 milhões – orçamento de filme de super-heróis e não de zumbis. A história é do próprio Snyder, mas foi roteirizada por Joby Harold, do infame “Rei Arthur: A Lenda da Espada” (2017). Além de dirigir, Snyder também assina a produção com sua esposa, Deborah Snyder.
Gatunas: Temporada final da série da atriz de Deadpool ganha trailer legendado
A Netflix divulgou fotos e o trailer legendado da 2ª e última temporada de “Gatunas” (Trinkets), série sobre cleptomaníacas adolescentes estrelada por Brianna Hildebrand (a Míssil Adolescente Megassônico de “Deadpool”). A 1ª temporada de 10 episódios foi premiada com o Emmy de Melhor Série Juvenil e Melhor Roteiro de Série Juvenil do ano passado. A categoria é uma premiação do Daytime Emmy, dedicada aos melhores da programação diurna da TV americana, apesar de a série não ter horário de exibição – é disponibilizada em streaming. A trama acompanha três garotas viciadas em furtos de lojas, que nunca foram pegas e se desafiam a ser mais ousadas. Kiana Madeira (a vilã Spin em “The Flash”) e a novata Quintessa Swindell completam o trio central. A prévia do final da história mostra que alguns vícios são difíceis de superar, mas elas agora tem outros desafios, relacionados a suas identidades raciais e sexuais. A trama é uma adaptação do best-seller homônimo de Kirsten Smith, roteirista de Sessões da Tarde clássicas, como “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (1999) e “Legalmente Loira” (2001). A própria escritora assina a adaptação, em parceria com Amy Andelson e Emily Meyer (ambas roteiristas de “Ela Dança, Eu Danço 3” e “Naomi & Eli e a Lista do Não Beijo”). Já a showrunner é Linda Gase (“Switched at Birth”). Os novos episódios estreiam em 25 de agosto.
The Crown: Jonathan Pryce será o príncipe Philip nos capítulos finais da série
A produção de “The Crown” definiu o ator que interpretará o príncipe Philip nas duas últimas temporadas da série. O papel ficou com Jonathan Pryce, que viveu o Pardal de “Game of Thrones” e o papa Francisco em “Dois Papas”. O marido da rainha Elizabeth II já foi interpretado por Matt Smith (“Doctor Who”) e Tobias Menzies (“Outlander”) na atração da Netflix. Na reta final da produção, Pryce contracenará com Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), nova intérprete da rainha Elizabeth II, e Lesley Manville (indicada ao Oscar por “Trama Fantasma”), nova intérprete da princesa Margaret As gravações da 4ª temporada de “The Crown” terminaram em março, antes do início das restrições pela quarentena. A expectativa é que ela seja lançada no final do ano. Passados nos anos 1980, os novos episódios retratarão a era de Margaret Thatcher no governo britânico e o casamento tumultuado do príncipe Charles com a princesa Diana. Já as tramas da 5ª e 6ª temporadas devem trazer a família real britânica aos anos 1990 e 2000.
Quase uma Rockstar: Drama adolescente com estrela de Moana ganha trailer legendado
A Netflix divulgou cinco fotos, o pôster e o primeiro trailer de “Quase uma Rockstar”, novo drama adolescente de streaming. Mas atenção: o título é cilada. A prévia revela que não há nada remotamente parecido com rock ou comportamento de rockstar na produção. No máximo, a protagonista aparece cantando uma balada triste. O vídeo privilegia mesmo é o drama edificante e a mensagem de solidariedade da história. Trata-se de uma adaptação do livro de mesmo nome, escrito por Matthew Quick, autor de “O Lado Bom da Vida” (livro adaptado para o cinema em 2012 com performance vencedora de Oscar de Jennifer Lawrence). Mas o filme ganhou um título mais apropriado em inglês: “All Together Now”, convocação para uma cantoria coletiva, que na trama se refere tanto a um espetáculo musical de Ensino Médio quanto ao esforço de uma comunidade para ajudar a personagem principal. Vivida por Auli’i Cravalho (atriz revelada ao vencer concurso para dar voz à Moana no desenho da Disney), Amber Appleton é uma otimista incorrigível, embora sua vida seja mais complicada do que aparenta. A jovem é uma estudante que tenta conciliar o trabalho, a vida, os sonhos e alguns difíceis segredos sempre com um sorriso no rosto, na esperança de conseguir estudar numa faculdade prestigiosa de música. Quando novos obstáculos aparecem, Amber descobre que pode contar com a família que ela escolheu (os amigos) para superar os desafios. O longa tem direção de Brett Haley (“Por Lugares Incríveis” e “Corações Batendo Alto”) e o elenco conta com Justina Machado (“Once Upon a Time”), Judy Reyes (“Claws”), Fred Armisen (“Los Espookys”), C.S. Lee (“Dexter”), Rhenzy Feliz (“Fugitivos da Marvel”), Taylor Richardson (“Slender Man: Pesadelo Sem Rosto”) e a veteraníssima comediante Carol Burnett (“The Carol Burnett Show”). A estreia está marcada para 28 de agosto.












