Jay-Z vai produzir thriller do criador de Luke Cage
O rapper Jay-Z está produzindo um thriller escrito por Cheo Hodari Coker, criador da série “Luke Cage”, para a Netflix. Trata-se de uma adaptação do livro “Forty Acres”, de Dwayne Alexander Smith, que é descrito pela mídia como uma mistura de “A Firma” e “Corra!”. A trama acompanha um advogado negro que precisa lutar para sobreviver após ser convidado a se juntar a uma organização de elite que guarda um segredo chocante. “Forty Acres” já é a segunda produção que Jay-Z desenvolve para a Netflix. Ele também produziu o thriller de vingança “The Harder They Fall”, de Jeymes Samuel (diretor de seus clipes), que ainda não foi lançado. Nenhuma das duas atrações tem previsão de estreia.
Ator brasileiro de Sob Pressão estreou nos EUA em O Gambito da Rainha
Uma das muitas curiosidades de “O Gambito da Rainha”, que se tornou o novo fenômeno da Netflix e minissérie original mais assistida da história da plataforma — vista por 62 milhões de contas, em 28 dias – , é que ela marca a estreia do ator carioca Tatsu Carvalho numa série americana de ficção. Veterano de “Malhação” e intérprete do Dr. Rafael Albertini em “Sob Pressão”, da Globo, Tatsu faz uma pequena participação na trama. Ele até tirou fotos com a protagonista Anya Taylor-Joy no set, durante as gravações em Berlim, como pode ser visto acima. Apesar disso, este não é o primeiro trabalho internacional de Tatsu, que participou das filmagens brasileiras de “Os Mercenários” em 2010, do documentário “America’s War on Drugs” (2017) e de episódios recentes das séries britânicas “Shakespeare & Hathaway” e “Girlfriends”. Ele também vai dar as caras na vindoura “Boys”, nova série de Russell T. Davies (“Queer as Folk”, “Doctor Who”), contracenando com Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”).
O Gambito da Rainha faz disparar vendas de xadrez e livros sobre o jogo nos EUA
O sucesso da minissérie “O Gambito da Rainha” teve um efeito curioso no mundo real, transformando o centenário jogo de xadrez na última moda entre os jovens consumidores de streaming. De acordo com a empresa de pesquisas NPD Group, nas três semanas que se seguiram à estreia da atração, as vendas unitárias de jogos de xadrez aumentaram 87% nos Estados Unidos, enquanto as vendas de livros sobre xadrez subiram 603%. Este pico aconteceu após anos de crescimento estável ou negativo nessas categorias, disse o NPD, apontando que o disparo só poderia estar relacionado à série da Netflix. Por sua vez, a plataforma também informou que “O Gambito da Rainha”, centrada na personagem fictícia Beth Harmon, uma adolescente prodígio do xadrez que enfrenta os melhores jogadores do mundo, tornou-se a minissérie mais assistida da Netflix em seus primeiros 28 dias de disponibilização. Em suas quatro primeiras semanas, 62 milhões de contas de assinantes em todo o mundo assistiram a pelo menos dois minutos da série, que é o critério da empresa para considerar uma série vista (por isso, não está claro quantos assistiram a todos os sete episódios). Além do interesse nos tabuleiros e peças, vários livros sobre como jogar xadrez se tornaram campeões de venda de uma hora para outra, entre eles “Bobby Fischer Ensina Xadrez”, do campeão mundial Bobby Fischer, “Chess Fundamentals” (Xadrez básico, em tradução livre), de Jose Capablanca e até “Chess for Kids” (xadrez para crianças), de Michael Basman. Além disso, os dados de pesquisa do Google Trends mostram que o interesse em xadrez entre os usuários dos EUA quase quadruplicou desde a estreia de “O Gambito da Rainha”. “A ideia de que uma série de televisão em streaming pode ter um impacto nas vendas de produtos não é nova, mas finalmente podemos visualizá-la por meio dos dados”, disse Juli Lennett, consultora da indústria de brinquedos do NPD Group, em comunicado. “As vendas de livros e jogos de xadrez, que anteriormente estavam estagnadas ou em declínio por anos, aumentaram acentuadamente à medida que a nova série se tornou popular e conquistou espectadores.” Baseada no romance homônimo de Walter Tevis, a produção foi desenvolvida por Scott Frank, roteirista do filme “Logan” e criador de “Godless”. Repetindo o trabalho realizado na minissérie “Godless”, ele assina como roteirista, diretor e produtor executivo da atração. Ao longo de seis episódios, a trama retrata a vida de uma órfã que se torna prodígio do xadrez durante a Guerra Fria, seguindo Beth Harmon dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. O papel principal é desempenhado por Anya Taylor-Joy (“Os Novos Mutantes”) e o elenco também inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”), Bill Camp (“The Outsider”), Harry Melling (“Harry Potter”) e Chloe Pirrie (“Emma.”).
A Festa de Formatura: Musical do criador de American Horror Story ganha novo trailer
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres individuais e um novo trailer legendado de “A Festa de Formatura”, adaptação do musical da Broadway “The Prom”, realizada pelo produtor e diretor Ryan Murphy com grande elenco. A prévia tem muitas cenas de música e dança, além de apresentar a trama e destacar a mensagem de superação de preconceitos da história. Para o filme, o criador de “American Horror Story”, “Glee” e “Pose” juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida por Murphy inicia na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) um musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio do estado de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar na luta dela, indo de mala e plumas para a cidadezinha intolerante. O papel da garota, chamada Emma, é desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.
One Day at a Time é cancelada pela segunda vez
Durou pouco a alegria da equipe de “One Day at a Time” após ser salva do cancelamento no ano passado. Mais exatamente, durou meia temporada. A ViacomCBS anunciou nesta terça (24/11) o segundo cancelamento da série, agora definitivo, embora os produtores tenham voltado ao mercado atrás de um segundo milagre. A série é um remake latino da atração homônima, um marco da TV americana, exibido ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984, com produção de Norman Lear, um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970 – também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. A versão original acompanhava uma mãe divorciada (Bonnie Franklin), após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. No remake, porém, a família se tornou latina e a série passou a acompanhar três gerações de parentes sob um mesmo teto. Na trama, a mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (a lendária Rita Moreno, de “Amor, Sublime Amor”) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Apesar de queridinha da crítica, a série não tinha muita audiência e acabou cancelada pela Netflix em março de 2019. Esta situação, porém, durou só três meses. “One Day at a Time” acabou resgatada pelo canal pago Pop, do conglomerado ViacomCBS, que encomendou uma 4ª temporada, lançada em março deste ano. Mas aí veio a pandemia e a exibição dos episódios acabou cortada pela metade. Dos 13 episódios encomendados, apenas seis foram produzidos e exibidos. Assim, o cancelamento deixa a série interrompida e sem final, na metade de sua temporada. O final abrupto também foi efeito colateral de decisões da ViacomCBS, que tirou do ar todas as produções roteirizadas do canal Pop, justamente quando poderia capitalizar a notoriedade da emissora, lar americano da série de comédia “Schitt’s Creek”, que venceu o Emmy 2020 em sua temporada final. “One Day at a Time” foi a última atração a receber a notícia. De fato, mais que a série, o canal é que foi cancelado. Por conta desse impasse, a produtora Sony e a ViacomCBS estavam em negociações para renovar a comédia e transferir sua exibição para a plataforma de streaming CBS All Access. Mas esse acordo acabou frustrado por limitações contratuais que faziam parte do acordo original do programa com a Netflix, que cria empecilhos para outra empresa de streaming transmitir a série. Isto acabou causando o fim da série no conglomerado dono da CBS e da Paramount. “Muita coisa mudou na Viacom no ano passado e infelizmente não estaremos mais no Pop. Obrigado a todos pela oportunidade de fazer a 4ª temporada. E adivinhem? Ainda estamos tentando a 5ª temporada”, tuitou o co-showrunner Mike Royce, sobre a situação. A co-showrunner Gloria Calderón Kellett acrescentou: “Não estou triste ainda, pessoal. Ainda temos esperança de novos lares. Aguentem firme, meus amores. Vocês sabem que se eu cair, vou cair lutando por essa série (e elenco e equipe) que eu amo.”
Amazon renova The Expanse para 6ª e última temporada
A Amazon Studios anunciou nesta terça (24/11) que renovou a série “The Expanse” para sua 6ª e última temporada. O anúncio foi feito três semanas antes da estreia do 5º ano da produção, que chegará à plataforma Amazon Prime Video em 16 de dezembro. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), “The Expanse” adapta a saga literária inaugurada por “Leviatã Desperta”, de James S.A. Corey (pseudônimo de Daniel Abraham e Ty Franck), que se passa daqui a 200 anos no futuro, acompanhando uma nave de rebeldes durante uma crise política da Terra com suas colônias em Marte e o cinturão de asteroides. A série é caríssima e foi resgatada pela Amazon após ter sido cancelada pelo canal pago SyFy ao final de sua 3ª temporada. Com o novo e agora definitivo cancelamento, a Amazon iguala a quantidade de episódios produzidos no Syfy, mas dá aos criadores a oportunidade de escolher como terminar a história. “Desde o momento em que nos comprometemos a dar vida a esta série até a temporada final, trabalhamos incansavelmente para honrar a visão dos escritores”, disseram em comunicado os executivos Andrew Kosove e Broderick Johnson, CEOs e Fundadores do Alcon Television Group, produtora de “The Expanse”. “Temos o orgulho de ter um dos mais diversos elencos da televisão e de dar espaço para histórias que importam. Um agradecimento especial a Daniel Abraham e Ty Franck, os escritores dos livros e da série, e a Naren Shankar, showrunner e produtor executivo da série. Continua sendo uma honra e privilégio trabalhar com essa equipe. Também gostaríamos de agradecer à Amazon pelo apoio contínuo em nos ajudar a contar essa história em sua totalidade e por levar ‘The Expanse’ para um público global”. Apesar da menção à totalidade da história, até a 4ª temporada, a produção vinha adaptando um livro por ano. Assim, se seguir essa tendência nos próximos capítulos, a série chegará ao fim bem antes da trama literária, cujo 9º volume tem seu lançamento programado para 2021. A 5ª e a 6ª temporadas terão 10 episódios cada. Mas enquanto o último ano ainda não entrou em produção, os fãs da atração poderão retomar a história em dezembro com o lançamento de três capítulos de uma vez. Os demais chegarão semanalmente ao streaming da Amazon. O elenco da atração inclui Steven Strait (“O Despertar”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (“Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (“Máquinas Mortais”), Cara Gee (“Strange Empire”), Chad Coleman (“The Walking Dead”) e Keon Alexander (“Tyrant”).
Mark Ruffalo será pai de Ryan Reynolds na Netflix
O ator Mark Ruffalo (o Hulk da Marvel) vai se juntar a Ryan Reynolds (o Deadpool da Marvel) e Zoe Saldana (a Gamora da Marvel) num filme que não é da Marvel. Ruffalo será o pai de Reynolds (e sogro de Saldana) em “The Adam Project”. Se você ficou se perguntando como um homem de 53 anos pode ser pai de outro de 44, a resposta é simples: viagem no tempo. Produção da Netflix, “The Adam Project” mostrará Reynolds viajando ao passado para ajudar uma versão adolescente dele mesmo. No presente, ele é casado com Saldana, e no passado terá a curiosa oportunidade de chamar Ruffalo e Jennifer Garner (“Clube de Compras Dallas”) de seus pais. O personagem de Ruffalo também será um cientista brilhante (não chamado de Bruce Banner), que tem uma tecnologia poderosa roubada pela vilã da história, vivida por Catherine Keener (“Corra!”). “The Adam Project” será o segundo longa seguido de Reynolds com direção de Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). Os dois também fizeram “Free Guy: Assumindo o Controle”, que deveria estrear em dezembro, mas saiu do calendário de lançamentos da Disney devido à pandemia de coronavírus. A premissa, que lembra “De Volta ao Futuro” (1985), é de um antigo projeto abandonado, chamado “Our Name Is Adam”, que foi escrito por T.S. Nowlin (roteirista da trilogia “Maze Runner”) e quase virou filme em 2012, com Tom Cruise no papel principal. O roteiro atual foi refeito por Jonathan Tropper (criador da violenta série “Banshee”) e a produção está a cargo dos estúdios Skydance e Paramount, que reforçam suas parcerias com a Netflix após o sucesso de “The Old Guard”. Reynolds também vem de vários projetos com a Netflix, como “Esquadrão 6” e o vindouro “Red Notice”, assim como as duas atrizes principais da produção. Garner acaba de rodar a comédia “Yes Day” e Saldana vai estrelar a minissérie “From Scratch” na plataforma.
Ryan Reynolds fez 400 vídeos de agradecimentos para equipe de seu novo filme
Quando revelou ter encerrado as filmagens de “Red Notice”, nova comédia de ação da Netflix, Ryan Reynolds (o Deadpool) informou que, para realizar a produção, “mais de 300 almas” precisaram viver “em uma bolha”, afastados da família para evitar o contágio de coronavírus. “Esse sacrifício não é só deles, mas também de seus familiares, amigos e entes queridos que não os veem há meses”, ele acrescentou, num post feito há quase um mês no Instagram. O que o ator não disse – e que o site The Hollywood Reporter acaba de descobrir – é que ele gravou cerca de 400 vídeos para as famílias, amigos e entes queridos dos membros da equipe, que estavam “sequestrados” pela produção. Contatado pelo THR, Reynolds confirmou o gesto de gratidão e acrescentou que, para quem não tinha família, “fiz vídeos para os cães deles”. “O moral estava tão baixa porque todos estavam presos. Eles não podiam ir a lugar nenhum a não ser ao trabalho ou ao hotel. Em alguns casos, suas famílias estavam em casa a menos de um quilômetro de distância. Não consigo imaginar esse tipo de separação. ” Ele admite que filmar “Red Notice” foi um esforço exaustivo, mas “valeu cada segundo”. Assim que o filme terminou e todos estavam livres para voltar para casa, Reynolds ainda presenteou cada membro da equipe com uma garrafa de seu gin Aviation, junto com uma nota personalizada. “Excelente grupo de pessoas”, disse ele. “O que eles fizeram foi muito difícil.” Trama de perseguição de ladrão de arte internacional, “Red Notice” foi escrita e dirigida por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”) e também inclui em seu elenco Gal Gadot (a Mulher-Maravilha) e Dwayne Johnson (the Rock). O filme deve ser lançado em 2021 em streaming.
O Gambito da Rainha se torna a minissérie mais vista da Netflix
A Netflix anunciou nesta segunda (23/11) que “O Gambito da Rainha” estabeleceu um recorde de audiência entre suas minisséries. “Mais de 62 milhões de lares em todo o mundo assistiram a ‘O Gambito da Rainha’ em seus primeiros 28 dias. A minissérie chegou ao Top 10 de 92 países e foi número 1 em lugares como Reino Unido, Argentina e Israel”, informou a plataforma em suas redes sociais. Os números, claro, são inflacionados. O critério usado pela Netflix para definir a audiência de um programa é a soma de usuários que assistiu ao menos dois minutos de determinada produção. Isso significa, basicamente, que quem ver apenas os créditos de abertura de um episódio, sem precisar assistir nenhum segundo da parte roteirizada da produção, já é contabilizado como tendo visto a temporada completa. A justificativa da plataforma é que este critério foi adotado primeiro pelo YouTube. Só que o YouTube exibe basicamente vídeos curtos de até quatro minutos – de modo que 2 minutos podem representar 50% de uma obra completa neste caso, e não 0,05% de uma temporada. Como a Netflix não abre seus números para auditoria externa, o mercado precisa decidir se aceita – com cinismo – tudo o que a empresa informa. Apesar dessa polêmica comercial, o fato é que “O Gambito da Rainha” foi bastante comentada nas redes sociais e recebeu críticas elogiadíssimas. Trata-se de uma das raríssimas produções da Netflix com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, após 70 resenhas publicadas. A série foi desenvolvida por Scott Frank, roteirista do filme “Logan” e criador de “Godless”. Repetindo o trabalho realizado na minissérie “Godless”, ele assina como roteirista, diretor e produtor executivo da atração. Baseada no romance homônimo de Walter Tevis, a produção de seis episódios retrata a vida de uma órfã que se torna prodígio do xadrez durante a Guerra Fria. A trama segue Beth Harmon dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. O papel principal é desempenhado por Anya Taylor-Joy (“Os Novos Mutantes”) e o elenco também inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”), Bill Camp (“The Outsider”), Harry Melling (“Harry Potter”) e Chloe Pirrie (“Emma.”). Lembre abaixo o trailer oficial da atração. Há exatamente um mês viramos todos gambiters! Mais de 62 milhões de lares em todo o mundo assistiram a O Gambito da Rainha em seus primeiros 28 dias no meu site. A minissérie chegou ao Top 10 de 92 países e foi número 1 em lugares como Reino Unido, Argentina e Israel. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2020
Netflix anuncia contratação de Bruna Marquezine
A Netflix oficializou a contratação de Bruna Marquezine. Sem revelar qual será o primeiro projeto da atriz, a plataforma fez o anúncio com um vídeo que “coloca” a brasileira em algumas de suas principais produções, como “Dark”, “Gambito da Rainha” e “Elite”. Confira a rebatizada #BruFlix abaixo. Apesar da falta de detalhes, a atriz poderá ser vista em breve em pelos menos dois projetos da plataforma, um deles já completamente gravado. Ela estará em “Conquest”, série estrelada e produzida por Keanu Reeves (“John Wick”), que foi rodada em São Paulo e Santos com direção de Carl Rinsch (“47 Ronins”), e ainda não tem previsão de estreia. Além disso, vazamentos consistentes sugerem que ela deve fazer dobradinha com a melhor amiga Manu Gavassi no elenco de “Condom Ladies” (ou “Condom Lady” ou como quer que se chame), que também inclui Enzo Romani (“Me Chama de Bruna”), Sheron Menezzes (“Novo Mundo”) e Guilherme Winter (“Os Dez Mandamentos”). Mas, por enquanto, nada disso é oficial, porque, como demonstra o sigilo de seus números de audiência, a plataforma prefere manter muitas informações no escuro. Por sinal, o vídeo abaixo tem participações de Manu, referência a Bruno Gagliasso, outro ex-Globo contratado pela plataforma, além de incluir uma ligação de boas-vindas de Bobby Berk (“Queer Eye”) e uma divulgação paralela da nova série de Jorge Lopez (“Elite”) gravada no Brasil, “Temporada de Verão”. Não é só um sonho, gente. #BruFlix é real! Seja bem-vinda, @BruMarquezine 💘 pic.twitter.com/YhXlROvSXi — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2020
Netflix prepara série ambientada no universo da música sertaneja
Diante do sucesso de “Sintonia”, série que reflete o universo da música funk, a Netflix está planejando lançar outro drama brasileiro de temática musical. Segundo o colunista Fefito, a plataforma deve dar início em janeiro às gravações de uma atração ambientada em torno da indústria da música sertaneja. A série vai falar sobre música sertaneja e também mostrar os bastidores dessa indústria. Elenco e elenco já teriam sido escalados, apesar de ainda não terem sido anunciados. A produção estaria a cargo da produtora Coração da Selva, que tem em seu portfólio filmes como “Praia do Futuro”, “Chorar de Rir” e “Onde Está a Felicidade”. A Netflix deve divulgar maiores detalhes – na verdade, os primeiros detalhes oficiais – em breve. Vale lembrar que, em julho, a plataforma lançou sua primeira atração sertaneja, o documentário “Amor Sertanejo”, escrito e dirigido por Fabrício Bittar (“Os Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro”) e com participação de Luan Santana, Naiara Azevedo, Chitãozinho e Xororó.
Ninguém Tá Olhando e Órfãos da Terra vencem o Emmy Internacional
A 48ª edição do Emmy Internacional, premiação voltada à produção televisiva mundial, consagrou em sua cerimônia de 2020, realizada nesta segunda (23/11) em Nova York, duas produções brasileiras: “Órfãos da Terra”, da TV Globo, venceu a categoria de Melhor Novela, enquanto a precocemente cancelada “Ninguém Tá Olhando”, da Netflix, foi eleita Melhor Série de Comédia. O cancelamento deixa a Netflix sem graça para comemorar a vitória, mas não seus criadores, o cineasta Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”, “Turma da Mônica: Laços”), que também dirigiu episódios da atração, Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Lançada em novembro do ano passado, a série destacava em seu elenco Kéfera Buchmann (“Eu Sou Mais Eu”), mas tinha como protagonista Victor Lamoglia (“Socorro, Virei uma Garota!”), como o mais novo integrante de uma repartição celestial dos anjos da guarda. Ou melhor, Angelus, que usam camisa e gravata para trabalhar e proteger os humanos. A trama mostrava um Céu burocratizado e a rebelião do anjo vivido por Lamoglia, que decide ignorar as regras do trabalho, que considera arbitrárias, para ajudar mais humanos que o permitido, entre eles a cativante Miriam (Kéfera), o veterinário Sandro (Leandro Ramos) e Richard (Projota), um homem que teve o coração partido. E assim sua atitude acaba contagiando outros anjos – como Julia Rabelo (“Porta dos Fundos”), Danilo de Moura (“Sequestro Relâmpago”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e Telma Souza (“Ò Paí Ó”). Os produtores apostaram num elenco repleto de YouTubers – Kéfera Buchmann, Victor Lamoglia, Júlia Rabello e Leandro Ramos. Mas a Netflix não considerou que eles atraíam interesse suficiente para merecer investimento em sua continuação. Ao todo, o Brasil disputou sete prêmios no Emmy Internacional deste ano. Entre os cinco que bateram na trave, o destaque era Andréa Beltrão na vaga de Melhor Atriz por sua interpretação de Hebe Camargo em “Hebe – A Estrela do Brasil”, filme transformado em minissérie pela Globo. Mas a brasileira perdeu para uma veterana atriz britânica, Glenda Jackson, pelo telefilme “Elizabeth is Missing”. Outro filme que a Globo transformou em minissérie, “Elis – Viver é Melhor que Sonhar”, originalmente uma cinebiografia da cantora Elis Regina, também perdeu a disputa de sua categoria. O vencedor foi o telefilme “Responsible Child”, que também rendeu o prêmio de Melhor Ator para o menino Billy Barratt, de 13 anos. Ele superou o brasileiro Raphael Logam, que concorria por seu trabalho em “Impuros”. Fechando a participação de brasileiros no Emmy Internacional 2020, “Refavela 40” disputou o troféu de Melhor Programa de Arte, mas quem levou foi o francês “Vertige de la Chute”, enquanto “Canta Comigo” perdeu para o australiano “Old People’s Home for 4 Year Olds” na lista da categoria Entretenimento não-roteirizado. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Série de Drama “Delhi Crime” – Índia Melhor Série de Comédia “Ninguém tá Olhando” – Brasil Melhor Filme para TV / Minissérie “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Ator Billy Barratt em “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Atriz Glenda Jackson em “Elizabeth is Missing” – Reino Unido Melhor Série Curta “#martyisdead” – República Tcheca Melhor Novela “Órfãos da Terra” – Brasil Melhor Documentário “For Sama” – Reino Unido Melhor Entretenimento Não-roteirizado “Old People’s Home for 4 Year Olds” – Austrália Melhor Programa de Arte “Vertige de la Chute” (Ressaca) – França (VENCEDOR) Melhor Programa de Língua Estrangeira Exibido nos Estados Unidos “20th Annual Latin GRAMMY®? Awards” – Estados Unidos (VENCEDOR) “La Reina del Sur” – Estados Unidos
Elenco de The Crown se despede de seus papéis
A Netflix divulgou uma despedida do elenco da 4ª temporada de “The Crown”. No vídeo, que pode ser conferido abaixo, Olivia Colman (a Rainha Elizabeth II), Helena Bonham Carter (Princesa Margaret), Erin Doherty (Princesa Anne), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Josh O’Connor (Príncipe Charles) falam de sua jornada ao longo de dois anos com seus personagens, o sentimento de deixar a produção e o desejo de boa sorte para seus substitutos nas próximas duas temporadas, que encerrarão a atração. Este elenco será substituído por Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”) no papel da Rainha Elizabeth II, Lesley Manville (indicada ao Oscar por “Trama Fantasma”) como a Princesa Margaret, Jonathan Pryce (“Dois Papas”) na pele do Príncipe Philip, Dominic West (da série “The Affair”) será o Príncipe Charles, mas a intérprete de Anne, a filha da rainha, ainda não foi definida. Além destes, a princesa Diana, que foi vivida por Emma Corrin, passará a ser interpretada por Elizabeth Debicki (“Tenet”). Será a terceira mudança completa de intérpretes desde o começo da série, para refletir o envelhecimento dos personagens, conforme a trama avança no tempo. E também será a última, uma vez que a produção irá se encerrar na 6ª temporada. The cast of seasons 3 and 4 of The Crown say their goodbyes ❤️🥺🔚 pic.twitter.com/Kckt9QtnJm — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) November 20, 2020












