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  • Filme

    Netflix revela teaser do programa de palavrões de Nicolas Cage

    13 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o teaser de “History of Swear Words”, programa em que o ator Nicolas Cage vai contar a história dos palavrões. A produção vai abordar as origens, popularização e significados atrelados a vários palavrões da língua inglesa. Prepare-se, portanto, para ouvir o ator falar palavras como “f*ck”, “sh*t”, “b*tch”, “d*ck” e “p*ssy” sem a preocupação de eventual intervenção sonora de censura televisiva, pois o lançamento vai acontecer em streaming. Serão seis episódios de vinte minutos, nos quais Cage vai contar com a ajuda de linguistas e historiadores, além de convidados como os comediantes Sarah Silverman (a voz de Vanellope em “WiFi Ralph”) e Nick Offerman (“Parks and Recreation”), para falar palavrões. A produção é da trupe do site Funny or Die e da B17 Entertainment. A estreia está marcada para 5 de janeiro.

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  • Série

    O Mundo Sombrio de Sabrina terá crossover com Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira

    13 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma cena da 4ª e última temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que esquenta a despedida da série com participações mais que especiais. A cena mostra um encontro entre a Sabrina sombria vivida por Kiernam Shipka com as intérpretes das alegres Zelda e Hilda de “Sabrina, A Aprendiz de Feiticeira”, as atrizes Beth Broderick e Caroline Rhea, respectivamente. No encontro, elas se apresentam como suas tias, o que deixa a jovem confusa. O mais curioso é que a sequência é acompanhada por risadas de sitcom, como na série de comédia dos anos 1990. A explicação do crossover inesperado vem ao final da cena, quando Sabrina percebe que está num set de gravação, interpretando a si mesma numa produção televisiva. O clima lembra os trailers de “WandaVision”, a primeira série do Marvel Studios para a Disney+ (Disney Plus). O roteirista do episódio, Matthew Barry, também compartilhou no Twitter uma foto do encontro das tias dos anos 1990 com as tias atuais, vividas por Lucy Davis e Miranda Otto. “O Mundo Sombrio de Sabrina” parecia ser um dos grandes sucessos da Netflix, que não revela números de audiência. A impressão se devia ao fato de o programa ter ganhado um especial de Natal e ter sido renovado no final de 2018 para suas Partes 3 e 4. Mas, infelizmente, a série vai chegar ao fim após os próximos oito episódios. A estreia da parte final vai acontecer em 31 de dezembro. *HEAD EXPLODES* #Sabrina #ChillingAdventuresOfSabrina #Netflix pic.twitter.com/sovhAaYPlB — Matthew Barry (@mjbarry101) December 11, 2020

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  • Série

    Séries online: The Wilds e Alice in Borderlands garantem a ação do fim de semana

    12 de dezembro de 2020 /

    As duas maiores rivais do streaming investiram bastante na divulgação de dois lançamentos deste fim de semana. A aposta da Amazon, “The Wilds – Vidas Selvagens”, é uma espécie de “Lost” feminino, em que um grupo de garotas acaba numa ilha deserta, após um acidente de avião, e precisa aprender a sobreviver em meio aos perigos do local. Já o destaque da Netflix é a japonesa “Alice in Borderlands”, adaptação de um mangá/anime que tem premissa de videogame – basicamente, lutar para passar de fase. A Netflix também lançou “A Desordem que Ficou”, nova produção espanhola de Carlos Montero, cocriador de “Elite”, que volta a fazer suspense no universo escolar – e até inclui em seu elenco um dos alunos do colégio Las Encinas. Desta vez, porém, a protagonista é uma professora substituta, vivida por Inma Cuesta (“Todos Já Sabem”), que ao ser ameaçada na escola, resolve desvendar o que levou a antiga professor a se matar. Mas o melhor da semana – e na lista dos melhores deste século – são mesmo as sete temporadas de “The Shield”, que a Paramount+ liberou em streaming. Simplesmente uma das melhores séries policiais de todos os tempos, “The Shield” virou o gênero do avesso ao acompanhar um grupo de policiais corruptos e assumidamente criminosos, que logo na estreia em 2002 assassinam um colega à sangue frio. Traições, roubos, ultraviolência, falcatruas e muitas reviravoltas marcaram a produção criada por Shawn Ryder, que não deixa o ritmo cair em nenhum momento, enquanto os protagonistas do mal tentam evitar que a corregedoria descubra seus crimes – até tudo explodir, literalmente, num desfecho irretocável. Michael Chiklis e Walton Goggins saíram desta produção para o estrelato. Entre os demais títulos, vale mencionar ainda como a Globoplay continua a garimpar séries de fantasia cultuadas para seus assinantes. “H2O: Meninas Sereias” é para um público bem jovem, mas os fãs de “The Originals” podem se interessar em saber que esta produção australiana de 2006 já reunia em seu elenco as futuras cunhadas Phoebe Tonkin e Claire Holt como criaturas sobrenaturais. Confira abaixo os trailers das 10 séries disponibilizadas nesta semana.     The Wilds – Vidas Selvagens (Amazon)     Alice in Borderland (Netflix)     The Shield: Acima da Lei – 7 Temporadas (Paramount+)     A Desordem que Ficou (Netflix)     Hospital New Amsterdam – 2ª Temporada (Globoplay)     Archer – 11ª Temporada (Netflix)     Professor Iglesias – 3ª Temporada (Netflix)     H20: Meninas Sereias – 2 Temporadas (Globoplay)     High School Musical: A Série: O Musical: Especial de Festas (Disney+ (Disney Plus))     Quarto 2806: A Acusação (Netflix)

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  • Música

    Filmes Online: Porta dos Fundos é destaque no Top 10 da semana

    12 de dezembro de 2020 /

    O novo especial de Natal do Porta do Fundos, “Teocracia em Vertigem”, é o grande destaque da programação digital do fim de semana. Lançado na quinta (10/12), já foi visto mais de 1 milhão de vezes – de graça! – no YouTube. Como tem sido desde 2013, o especial utiliza a figura de Jesus para fazer humor político. No passado recente, isto valeu a Fabio Porchat, Gregório Duvivier, Antonio Tabet e cia inúmeras críticas, ameaças, processos judiciais e até mesmo um atentado com bomba incendiária. O radicalismo se acirrou principalmente nos dois últimos anos, quando os programas foram disponibilizados pela Netflix. Foram tantos protestos que os Portas voltaram para o YouTube. Em “Teocracia em Vertigem”, o grupo optou por satirizar o cenário político brasileiro desde o impeachment de Dilma Rousseff, usando como metáfora o golpe que levou à crucificação de Cristo. Assim, várias referências políticas brasileiras aparecem na trama bíblica, como micheques (cheques misteriosos) de Fabrício Queiroz, que são usados para pagar Judas, e nas justificativas de votos em Barrabás, um personagem até então do baixo clero. Para estruturar o projeto, o grupo escolheu um formato de falso documentário com depoimentos individuais, que serviu de alternativa à impossibilidade de gravar normalmente, por causa da pandemia. O título, inclusive, presta homenagem a “Democracia em Vertigem”, documentário de Petra Costa sobre o mesmo tema – não o Natal, o impeachment – , que foi indicado ao Oscar. Mas o resultado também tornou este especial mais parecido com um programa de esquetes. Além dos humoristas conhecidos do grupo, a nova produção ainda conta com várias convidados, desde a citada Petra Costa à várias figuras da cultura pop nacional, como Emicida, Thati Lopes, Clarice Falcão, Daniel Furlan, Emicida, Gabriel Louchard, Hélio de la Peña, Marcos Palmeira, Raphael Logam, Renato Góes, Teresa Cristina, Yuri Marçal, Marco Gonçalves, entre outros nomes, além de Arnaldo Antunes, que contribui com uma música – a regravação da canção “Marcha do Demo”, dos Titãs. O Top 10 também inclui a nova versão de “O Poderoso Chefão 3”, reeditada pelo diretor Francis Ford Coppola, a adaptação do musical LGBTQIA+ da Broadway “Festa de Formatura”, com direção de Ryan Murphy (criador de “Pose”, “Glee” e “American Horror Story”), e várias opções menos óbvias que valem a pena serem descobertas. Confira os trailers e os locais onde os filmes podem ser vistos logo abaixo.     Teocracia em Vertigem (Pluto TV, YouTube)     O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone (Apple TV, Google Play, NOW)     Festa de Formatura (Netflix)     Sou Sua Mulher (Amazon Prime Video)     A Incrível História da Ilha das Rosas (Netflix)     Um Jogo Perverso (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Kakegurui (Apple TV, NOW, Vivo Play)     Wolfwalkers (Apple TV+)     Emicida – AmarElo: É Tudo Pra Ontem (Netflix)     O Orfanato (Now, Vivo Play)

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  • Filme,  Música

    Documentário de Ariana Grande ganha trailer da Netflix

    12 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Excuse Me, I Love You”, documentário que registra bastidores e shows da turnê “Sweeter”, de Ariana Grande. Os shows ocorreram entre março e dezembro de 2019 – e não passaram pelo Brasil. Foram 68 datas na América do Norte e 29 na Europa, com 1,3 milhões de ingressos vendidos. A turne, que agora poderá ser vista em casa, inclui o repertório dos discos “Sweetener” e “Thank U, Next” — com direito a hits como “God Is a Woman”, “No Tears Left to Cry”, “7 Rings” e faixa-título “Thank U, Next”. Além disso, a prévia mostra muitos momentos íntimos da artista, com direito à correria e lágrimas nos camarins. Vale lembrar que Ariana já lançou um álbum ao vivo dessa turnê. “K Bye For Now” foi disponibilizado na véspera do show de encerramento da excursão, em dezembro do ano passado. Já o filme será disponibilizado em streaming no próximo dia 21 de dezembro.

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  • Filme

    Vídeo mostra os “erros de gravação” de Tudo Bem no Natal que Vem

    12 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo com os “erros de gravação” da comédia “Tudo Bem no Natal que Vem”, estrelada por Leandro Hassum. O vídeo dá uma mostra da zoeira que rolou nos bastidores, onde a descontração, aparentemente, foi total. O filme superou expectativas ao virar um sucesso internacional. Segundo o site Flixpatrol, especializado em rankings de audiência de streaming, a produção nacional, que foi batizada de “Just Another Christmas” no exterior, foi o 3º filme mais visto da Netflix em seu fim de semana de estreia em todo o mundo. Além disso, a produção assumiu o 1º lugar da audiência em vários países europeus, como Portugal, Alemanha, Suíça, Áustria e Luxemburgo. O filme também liderou o ranking brasileiro, é claro. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum já tinha trabalhado nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha o rabugento Jorge, que após desmaiar num tombo acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006) e “Feitiço do Tempo” (1993). A produção também marca um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Desta vez, Winits vive a segunda esposa de Jorge. O elenco ainda conta com Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes.

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  • Etc

    Padre Julio Lancellotti “abençoa” especial de Natal do Porta dos Fundos

    12 de dezembro de 2020 /

    O novo especial de Natal do Porta do Fundos, “Teocracia em Vertigem”, foi lançado na quinta (10/12) no YouTube e já começou a repercutir nos círculos religiosos. Mas desta vez recebeu até elogios. O Padre Julio Lancellotti, que recentemente recebeu o Prêmio de Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns, surpreendeu seus seguidores ao abençoar (no sentido de dar seu aval) o trabalho dos humoristas. Em um post publicado em suas redes sociais, ele compartilhou o slogan da campanha de divulgação do filme do canal humorístico: “#NãoAssista Teocracia em Vertigem”. E acrescentou: “Assisti! Impressionante!”. Curiosamente, o trailer da produção incluía condenações prévias de figuras religiosas e conservadoras do país, fazendo até uma sugestão ao distinto público que protestou contra o especial do ano passado: “Você que cancelou a Netflix, prepara-se para cancelar o YouTube”. Desde 2013, os especiais de Natal do Porta dos Fundos polemizam temas relacionados à Bíblia, utilizando a figura de Jesus para fazer humor político. Isso valeu a Fabio Porchat e cia inúmeras críticas, ameaças, processos judiciais e até mesmo atentado com bomba incendiária, especialmente nos dois últimos anos, quando os programas foram disponibilizados pela Netflix. Por isso, o aval positivo de Julio Lancelloti surpreendeu até o elenco. “Que alegria ler isso. Feliz demais”, comentou Fábio Porchat, intérprete de Jesus e autor do roteiro do especial deste ano. Em “Teocracia em Vertigem”, o Porta dos Fundos optou por satirizar o cenário político brasileiro desde o impeachment de Dilma Rousseff, usando como base o golpe que levou à crucificação de Cristo. Assim, várias referências políticas brasileiras aparecem na trama bíblica, como micheques (cheques misteriosos) de Fabrício Queiroz, que são usados para pagar Judas, e nas justificativas de votos em Barrabás, um personagem até então do baixo clero. Para estruturar o projeto, o grupo escolheu um formato de falso documentário com depoimentos individuais, que serviu de alternativa à impossibilidade de gravar normalmente com aglomeração de pessoas, por causa da pandemia. O título, inclusive, presta homenagem a “Democracia em Vertigem”, documentário de Petra Costa sobre o mesmo tema – não o Natal, o impeachment – , que foi indicado ao Oscar. A nova produção ainda conta com várias participações especiais, desde a citada Petra Costa à várias figuras da cultura pop nacional, como Emicida, Thati Lopes, Clarice Falcão, Daniel Furlan, Emicida, Gabriel Louchard, Hélio de la Peña, Marcos Palmeira, Raphael Logam, Renato Góes, Teresa Cristina, Yuri Marçal, Marco Gonçalves, entre outros nomes, além de Arnaldo Antunes, que contribui com uma música – a regravação da canção “Marcha do Demo”, dos Titãs. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Padre Julio Lancellotti (@padrejulio.lancellotti)

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  • Filme

    Ana De Armas vai estrelar thriller de ação dos diretores de Vingadores: Ultimato

    12 de dezembro de 2020 /

    A atriz cubana Ana De Armas (“Blade Runner 2049”) será a protagonista feminina do thriller de ação “The Gray Man”, dos diretores Joe e Anthony Russo (“Vingadores: Ultimato”), que promete ser o filme mais caro já produzido pela Netflix. Ela é o terceiro nome confirmado no elenco, após o anúncio do projeto com os atores Ryan Gosling (“La La Land”) e Chris Evans (também de “Vingadores: Ultimato”) nos papéis principais. “The Gray Man” será o segundo filme dirigido pelos Russo após quebrarem todos os recordes de arrecadação com “Vingadores: Ultimato”, no ano passado. Antes da pandemia de covid-19, eles voltaram a se reunir com Tom Holland, o Homem-Aranha, no drama criminal “Cherry”, que está atualmente em pós-produção. O novo projeto vai custar mais de US$ 200 milhões, maior orçamento já gasto pela Netflix num único filme. Segundo o Deadline, a aposta é alta para transformar a produção no começo de uma franquia “no nível de James Bond”. A presença de Ana De Armas até ajuda a empurrar nesta direção, já que ela será a nova Bond girl de “007 – Sem Tempo para Morrer”. Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, “The Gray Man” vai trazer Gosling como um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência (Evans). Desde a publicação de “The Gray Man”, o matador já apareceu em outras quatro aventuras literárias. A mais recente, “One Minute Out”, foi publicada em fevereiro deste ano nos EUA.

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  • Filme

    Chris Evans se junta a Jennifer Lawrence e Leonardo DiCaprio em filme da Netflix

    10 de dezembro de 2020 /

    O ator Chris Evans (o Capitão América da Marvel) estaria se juntando ao elenco estelar do próximo filme de Adam McKay, vencedor do Oscar por “A Grande Aposta” (2015) e indicado por “Vice” (2018). A informação é do site Deadline, que já conta o ator na produção de “Don’t Look Up”, ao lado de ninguém menos que Jennifer Lawrence (“Mãe!”), Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Matthew Perry (“Friends”), Rob Morgan (“A Fotografia”), Himesh Patel (“Yesterday”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Não é brincadeira. “Don’t Look Up” está sendo desenvolvido para a Netfilx, que não fez comentários sobre a escalação. Na produção, Lawrence vai viver uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e um colega (DiCaprio) são recebidos com desdém e descrença. Esta premissa já foi filmada várias vezes (quem não lembra de “Armageddon”?) e uma versão alternativa (a lua em vez de meteoro/cometa) servirá de base para o próximo filme apocalíptico de Roland Emmerich (“2012”), batizado de “Moonfall”. A diferença é que McKay pretende contar a história como comédia. Além de dirigir o filme, ele também assina o roteiro.

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  • Filme

    Netflix diz que brasileiros viram mais romances, filmes tristes e reality shows em 2020

    10 de dezembro de 2020 /

    A Netflix revelou nesta quinta-feira (10/12) quais foram os conteúdos mais assistidos da plataforma durante o ano de 2020. Mas ao contrário do que fez em 2019, a retrospectiva deste ano foi bem bagunçada, sem relação das dez séries, os dez filmes e, vá lá, os dez realities favoritos do público. Em vez disso, a plataforma decidiu dividir os sucessos em categorias relacionadas a estados de espírito, como “nós choramos”, “nós viajamos”, “nós comemos” e “nós amamos o amor”. Outra bagunça dos listões se deve à opção da empresa de combinar tudo por gênero. Assim, entre as produções de ação mais assistidas aparecem os filmes “Resgate”, “Power” e “The Old Guard”, a série espanhola “La Casa de Papel” e a brasileira “Bom Dia, Verônica”. O resumo das relações é que, ao longo do ano, os espectadores viram muitos reality shows, filmes tristes e romances. Foram duas vezes mais reality shows que no ano passado. Mas era barbada, porque a Netflix também produziu mais reality shows em 2020. O mesmo vale para as produções de chorar e suspirar. O público vê o que a Netflix produz e divulga. Mas muitas das produções da plataforma não são divulgadas nem por ela mesma. Logicamente, elas não emplacam e são escanteadas. Entre as tendências diagnosticadas, é possível reparar ainda que o Brasil dobrou o consumo em muita categorias. Além dos reality shows, o público consumiu duas vezes mais animes que no ano passado – “Pokémon: Mewtwo Contra-Ataca – Evolução”, “One Piece”, “The Seven Deadly Sins: A Ira Imperial dos Deuses” e “O Sangue de Zeus” foram os favoritos. Outro pico aconteceu entre as produções sul-coreanas, que bateram recorde de audiência no país, aumentando seu consumo em mais de 120% em relação ao número do ano passado. O conteúdo turco também se destacou, dobrando sua visualização. O motivo é sempre o óbvio: maior oferta de produtos dos dois países. Entre os sul-coreanos, o terror de zumbis “Alive” liderou a audiência no país, enquanto a série turca “O Último Guardião” esteve entre os mais assistidas da plataforma. A lista de histórias tristes traz o hit “Milagre na Cela 7”, que ficou 23 dias no Top 10, além de “Se Algo Acontecer… Te Amo” e “Por Lugares Incríveis”. Curiosamente, a tristeza aumentou apenas a partir de abril, quando os brasileiros completaram o primeiro mês de isolamento social devido à pandemia de coronavírus. Do mesmo modo, os romances estiveram em alta, refletindo, novamente, a ênfase dada pela plataforma a produções do gênero. A lista tem “A Barraca do Beijo 2”, “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”, “Amor Garantido” e “Ricos de Amor”. No gênero da fantasia, os assinantes brasileiros acompanharam mais “Locke & Key” e “Carta ao Rei”. Já entre os conteúdos para a família (que no Brasil costumavam ser chamados de infantis), os destaques foram “A Caminho da Lua”, “Os Irmãos Willoughby” e “Enola Holmes”.

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  • Série

    Versão live-action do Clube das Winx ganha trailer da Netflix

    10 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos e o trailer de “Fate: The Winx Saga”, adaptação live-action do desenho animado italiano “O Clube das Winx”, criado por Iginio Straffi. A série acompanha a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em Outro Mundo – literalmente, este é o nome do lugar. Por lá, elas devem aprender a dominar seus poderes enquanto lidam com suas vidas amorosas, novas amizades, rivalidades e monstros que ameaçam suas existências. A adaptação foi desenvolvida por Brian Young (roteirista de “The Vampires Diaries”) e traz em seu elenco Abigail Cowen (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Hannah van der Westhuysen (“Grantchester”), Precious Mustapha (“Endeavour”), Eliot Salt (“Normal People”), Elisha Applebaum (“Undercover Hooligan”), Sadie Soverall (“Rose Interpreta Julie”), Freddie Thorp (“A Descoberta das Bruxas”), Danny Griffin (“So Awkward”), Theo Graham (“Hollyoaks”) e Jacob Dudman (“Não Fale com Estranhos”). Com seis episódios, “Fate: The Winx Saga” estreia em 22 de janeiro, diante do ceticismo dos fãs de quase uma dezena de séries do gênero que a Netflix cancelou no começo de suas produções.

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  • Filme

    George Clooney foi hospitalizado ao perder peso para filme

    10 de dezembro de 2020 /

    O ator George Clooney contou que, quatro dias antes de começar a rodar seu novo filme, “O Céu da Meia-Noite”, precisou ser hospitalizado com fortes dores no estômago. Ele explica que desenvolveu uma pancreatite pelo fato de ter perdido rapidamente 12 quilos para o papel de um cientista no longa, que ele também dirige. “Acho que estava me esforçando demais para perder peso rapidamente e provavelmente não estava cuidando de mim mesmo”, revelou, em entrevista ao tabloide britânico The Mirror. “Levou algumas semanas para ficar melhor, e, como diretor, não é fácil, uma vez que você precisa de energia”, contou. Mais magro, com olheiras e abatido, Clooney ainda deixou uma barba branca crescer, mudando completamente sua aparência para o filme. O que dividiu opiniões em sua família. “Eu deixei crescer uma barba grande e feia, e meu filho [Alexandre, 3 anos] adorou, porque ele escondia coisas na minha barba, das quais eu não sabia até chegar ao trabalho e perceber: ‘Tem um picolé preso aqui'”, contou. “Mas minha esposa [Amal] e filha [Ella, 3] ficaram muito felizes quando me barbeei, porque era muito difícil encontrar um rosto por trás de toda aquela bagunça”, brincou. No filme, Clooney interpreta um astrônomo que, depois de uma catástrofe mundial, precisa avisar a tripulação de uma nave sobre os perigos de voltar ao planeta Terra. O ator afirmou que o trabalho é “o maior” de sua carreira, acrescentando que gravar nas frias temperaturas na Finlândia ajudou na construção de seu personagem. Baseado no livro “Good Morning, Midnight”, de Lily Brooks-Dalton, “O Céu da Meia-Noite” foi roteirizado por Mark L. Smith (de “O Regresso” e “Operação Overlord”) e também inclui em seu elenco Felicity Jones (“Rogue One”), Kyle Chandler (“O Primeiro Homem”), David Oyelowo (“Selma”) e Tiffany Boone (“Hunters”) como astronautas, além da pequena estreante Caoilinn Springall como filha do personagem de Clooney. A estreia está marcada para 23 de dezembro.

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  • Etc

    Sony compra a plataforma Crunchyroll da Warner

    9 de dezembro de 2020 /

    A AT&T, dona da WarnerMedia, vendeu a plataforma de anime Crunchyroll para a Sony por quase US$ 1,2 bilhão, como parte de seu esforço para aliviar suas dívidas gigantescas. Nem parece que o CEO da AT&T, John Stankey, se disse literalmente contra dar “armas adicionais aos concorrentes” nesta mesma semana – na terça (8/12), para ser exato, ao defender o plano de lançar os filmes da Warner na HBO Max e não aceitar ofertas milionárias da Netflix por seu portfólio. Com a venda da Crunchyroll, a AT&T não está apenas se desfazendo de conteúdo valioso que não vai mais para a HBO Max, num momento em que a Netflix triplica suas apostas em animes. Na verdade, está armando a Sony até os dentes. A ex-plataforma de animes da Warner agora fará parte da Funimation, da Sony, que se passa a ter status de gigante no segmento, tendo apenas a Netflix como concorrente. O acordo dará à Funimation o controle completo sobre a marca Crunchyroll, 3 milhões de assinantes do serviço e mais de 90 milhões de usuários registrados. “A equipe da Crunchyroll fez um trabalho extraordinário não só de fazer crescer a marca Crunchyroll, mas também de construir uma comunidade apaixonada de fãs de anime. O sucesso da Crunchyroll é um resultado direto da cultura da empresa e do compromisso com seus fãs”, disse Tony Gonçalves, diretor financeiro da WarnerMedia, elogiando o que perdeu. “Ao combinar com a Funimation, eles continuarão a nutrir uma comunidade global e levarão mais anime para mais pessoas”, continuou, descrevendo o novo gigante do mercado. “Estou muito orgulhoso da equipe da Crunchyroll e do que eles conseguiram realizar no espaço da mídia digital em um período tão curto de tempo. Eles criaram um ecossistema global de ponta a ponta para essa forma de arte incrível.” E que foi vendido por um preço extremamente desvalorizado pela AT&T. Fundada em 2006, a Crunchyroll foi uma empresas pioneiras de streaming, focando-se em um nicho de público de amantes de anime em vez de tentar competir com a Netflix. O Grupo Chernin adquiriu o controle acionário da empresa em 2013 e mais tarde a envolveu em sua joint venture com a Otter Media. A AT&T adquiriu o controle total da Otter Media em 2018 e os ativos do grupo foram absorvidos pela WarnerMedia. A WarnerMedia, sob a liderança do recém-nomeado CEO Jason Kilar, começou a oferecer uma liquidação da Crunchyroll no verão norte-americano passado. A empresa tem procurado se desfazer ou implodir todas as iniciativas de nicho de seu portfolio para se focar exclusivamente no crescimento da abrangente HBO Max, que oferece programação de todos os seus ativos – algo que o cineasta Christopher Nolan chamou de “pior serviço de streaming” do mundo. Paralelamente, a AT&T também está procurando maneiras de pagar suas dívidas, que cresceram para mais de US$ 180 milhões com a compra da Warner. Após se desfazer da Crunchyroll, a empresa quer tocar para frente o serviço de TV via satélite DirecTV. Enquanto isso, a Sony celebra. “Estamos orgulhosos de trazer a Crunchyroll para a família Sony”, disse o presidente e CEO da Sony, Tony Vinciquerra. “Por meio da Funimation e de nossos fantásticos parceiros da Aniplex e da Sony Music Entertainment Japan, temos um profundo conhecimento dessa forma de arte global e estamos bem posicionados para oferecer conteúdo excepcional para o público em todo o mundo. Junto com a Crunchyroll, criaremos a melhor experiência possível para fãs e maiores oportunidades para criadores, produtores e editores no Japão e em outros lugares. A Funimation tem feito isso há mais de 25 anos e esperamos continuar a alavancar o poder da criatividade e da tecnologia para ter sucesso neste segmento de entretenimento em rápido crescimento.”

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