Fugindo do Amor: Comédia produzida por Alicia Keys ganha trailer
A Netflix divulgou nas redes sociais o trailer legendado da comédia romântica “Fugindo do Amor” (Resort to Love), que tem produção da cantora Alicia Keys. O longa acompanha uma aspirante a cantora pop (Christina Milian, de “Amor em Obras”) que vai trabalhar numa ilha tropical, quando é surpreendida pela chegada inesperada do seu ex-namorado. Ela não apenas precisará conviver com ele, como também terá que cantar no seu casamento. A prévia é bonitinha e tem piadas engraçadas. Mas também sugere de forma bastante evidente como tudo termina. Além disso, lembra demais “Ressaca de Amor” (2008). A diferença é que agora os atores são negros e há uma inversão de gêneros na dinâmica da história. “Fugindo do Amor” é o primeiro longa dirigido por Steven K. Tsuchida (das séries “Younger” e “Cobra Kai”) e ainda traz em seu elenco Jay Pharoah (“Saturday Night Live”) e Sinqua Walls (o Lancelot de “Once Upon a Time”). A estreia está marcada para 29 de julho em streaming. Imagina ir sozinha pra um paraíso tropical trabalhar como cantora… e ter que cantar no casamento do seu ex-noivo. Produzido por Alicia Keys, Fugindo do Amor é meu novo filme de comédia romântica. Estreia dia 29 de julho. ❤️🌴 pic.twitter.com/oal3dCBGSa — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 6, 2021
Trailer de “A Barraca do Beijo 3” foca dilema da protagonista
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “A Barraca do Beijo 3”, que traz Elle aproveitando o último verão antes de tomar uma decisão sobre seu futuro, que afetará as relações mais importantes de sua vida. O filme vai encerrar a franquia adolescente de sucesso da Netflix de forma tradicional, com o final dos anos colegiais dos personagens. Na trama, a protagonista vivida por Joey King foi aceita em duas faculdades e encontra-se num dilema, dividida entre ir para a Universidade da Califórnia, em Berkeley, com o melhor amigo (Joel Courtney) ou estudar em Harvard, no estado de Massachusetts, com o namorado (Jacob Elordi). Assim como os dois primeiros filmes, o terceiro também tem direção de Vince Marcello, e voltará a contar em seu elenco com Taylor Zakhar Perez, Maisie Richardson-Sellers, Meganne Young e Molly Ringwald (convertida na mãe favorita dos filmes e séries adolescentes). O lançamento vai acontecer em 11 de agosto em streaming.
Michelle Yeoh vai estrelar série derivada de “The Witcher”
A atriz Michelle Yeoh, que recentemente se despediu do papel de Philippa Georgiou em “Star Trek: Discovery”, vai estrelar “The Witcher: Blood Origin”, produção da Netflix derivada de “The Witcher”. De acordo com a Netflix, ela interpretará Scían, última sobrevivente da tribo nômade de elfos. “Ninguém se compara com sua habilidade com a lâmina, nem carrega tanto luto no coração. Quando surge a oportunidade de recuperar uma espada sagrada roubada, tirada da sua tribo por meios nefastos, ela se lança em uma busca mortal que mudará o Continente”, diz a descrição oficial da personagem. Além de Yeoh, a série também contará com Laurence O’Fuarain (“O Limite”), que viverá Fjall, uma figura nascida entre guerreiros que partirá em uma jornada de vingança para se redimir pela morte de um ente querido que o salvou em batalha. A série será ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e contará a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contará com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros sobre “The Witcher”, que inspiraram a série. Ainda não há previsão para a estreia.
Zack Snyder prepara sci-fi espacial na Netflix
Após a relação tensa com a Warner Bros., encerrada após o lançamento de “Liga da Justiça”, o cineasta Zack Snyder está feliz da vida com a Netflix e, de acordo com o site Deadline, já prepara um novo filme para a plataforma. A Netflix também está satisfeita com o sucesso do primeiro filme do diretor em streaming, o terror “Army of the Dead: Invasão de Las Vegas”, e voltou a liberar um grande orçamento para ele realizar sua primeira incursão pela sci-fi espacial, “Rebel Moon”. A história se passa em uma colônia pacífica na orla da galáxia, que se encontra ameaçada pelos exércitos do tirânico Regente Balisarius. Diante do perigo de uma invasão, eles despacham uma jovem com um passado misterioso para alistar guerreiros de planetas vizinhos e ajudá-los a resistir. O roteiro é do próprio Synder em parceria com Shay Hatten e Kurt Johnstad, que trabalharam anteriormente com o diretor em, respectivamente, “Army of the Dead” e “300”. A produção está prevista para começar em 2022.
Festival de Cannes celebra volta ao cinema
O Festival de Cannes começa sua edição de 2021 nesta terça (6/7), estendendo seu tapete vermelho inaugural para a projeção de “Annette”. A ópera rock de Leos Carax, estrelada por Adam Driver, Marion Cotillard e com trilha da banda Sparks, abre a programação do evento, que seguirá com muitas exibições até o dia 17 de julho. Após o cancelamento do ano passado, devido à pandemia de covid-19, o clima deste ano é de celebração. Cannes quer aproveitar a participação presencial do público, astros e cineastas para comemorar a reabertura dos cinemas e a volta do público às sessões. Mas é bastante simbólico que esta festa esteja acontecendo sem a presença da Netflix ou de longas brasileiros em seu Palácio. Em plena pandemia, o festival francês manteve seu veto aos filmes de streaming, embora toda a indústria cinematográfica, incluindo o Oscar e festivais rivais de igual prestígio, tenham aberto suas portas às formas alternativas de exibição cinematográfica. A situação levou o chefe do festival, Thierry Fremaux, a ter que se justificar, citando “regras” da competição – mas até o Oscar mudou suas regras durante a pandemia. Ele também reiterou convite para a Netflix apresentar seus filmes fora de competição no festival, uma condição que a plataforma já recusou anteriormente, por considerar desrespeitoso com os cineastas de suas produções. Premiado na última competição presencial do festival com “Bacurau”, o Brasil, por sua vez, está representado na disputa da Palma de Ouro de 2021 somente pela participação nos bastidores de um dos diretores daquele filme, Kleber Mendonça Filho, convidado a integrar o júri presidido por Spike Lee. Mendonça é um dos artistas que escolherão os melhores trabalhos do evento. A ausência de longas brasileiros na competição do Palácio dos Festivais já é reflexo do desastre cultural do governo Bolsonaro, que implodiu o cinema nacional com o fim de patrocínios e financiamentos, retendo até o dinheiro arrecadado do próprio mercado, cerca de R$ 2 bilhões em taxas cobradas via Condecine e Fistel que deveriam alimentar o inativo Fundo Setorial do Audiovisual. Mesmo assim, dois curtas brasileiros foram selecionados para a disputa da Palma de Ouro de sua categoria: “Sideral”, de Carlos Segundo, e “Céu de Agosto”, de Jasmin Tenucci. Produção do Rio Grande do Norte, “Sideral” contou com ajuda financeira da Lei Aldir Blanc, solução encontrada pelo Congresso para apoiar parcialmente projetos paralisados pela inoperância da Ancine sob o governo Bolsonaro, enquanto “Céu de Agosto” teve première no Festival de Tiradentes deste ano. Já a programação de longas da competição destaca “A Crônica Francesa” (The French Dispatch), de Wes Anderson, que segue a linha de “O Grande Hotel Budapeste” e reúne um grande elenco para viver repórteres de um jornal francês de expatriados, e “Benedetta”, drama erótico do veterano diretor holandês Paul Verhoeven (de “Instinto Selvagem”) sobre uma freira do século 17 que sofre com visões místicas e tentação sexual. Ambos deveriam ter integrado a edição do ano passado, que não aconteceu devido à pandemia. Além desses, outros títulos com première mundial em Cannes incluem os novos trabalhos do americano Sean Penn (“Na Natureza Selvagem”), do italiano Nanni Moretti (“O Quarto do Filho”), do iraniano Asghar Farhadi (“A Separação”), do russo Kirill Serebrennikov (“O Estudante”), do dinamarquês Joachim Trier (“Mais Forte que Bombas”), do tailandês Apichatpong Weerasethakul (“Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”), do australiano Justin Kurzel (“Macbeth: Ambição e Guerra”) e dos franceses François Ozon (“Frantz”), Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”), Bruno Dumont (“Camille Claudel 1915”), Mia Hansen-Love (“Eden”) e Leos Carax (“Holy Motors”). E vale observar que a nova obra de Hansen-Love, “Bergman Island”, apesar de ter equipe totalmente europeia, foi feita com investimento da produtora paulista RT Features. Entre os destaques das premières fora da competição, Oliver Stone traz à Croisette uma versão retrabalhada de “JFK – A Pergunta que Não Quer Calar”, de 1991, com cenas inéditas, o cineasta Todd Haynes (“Carol”) apresenta seu documentário sobre a banda The Velvet Underground e a atriz Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) estreia na direção com um documentário sobre sua mãe, a icônica estrela de cinema Jane Birkin (“A Bela Intrigante”). São nas sessões especiais e paralelas que se encontram os únicos longas de diretores brasileiros de toda a programação. Com exibição fora de competição, “O Marinheiro das Montanhas” resgata a história de amor dos pais do diretor Karim Ainouz (“A Vida Invisível”), enquanto “Medusa”, segundo longa de Anita Rocha da Silveira (“Mate-me Por Favor”), foi incluído na Quinzena dos Realizadores – é a única produção 100% brasileira, da Bananeira Filmes, com incentivos que antecedem o advento de Bolsonaro. Também na Quinzena, “Murina”, da croata Antoneta Alamat Kusijanovic, e “O Empregado e o Patrão”, do uruguaio Manuel Nieto Zas (Manolo Nieto), são outras coproduções brasileiras no festival, assim como “Noche de Fuego”, da salvadorenha/mexicana Tatiana Huezo, selecionado na mostra Um Certo Olhar e coproduzido pelo cineasta brasileiro Gabriel Mascaro. Foram as últimas obras realizadas antes que sumissem os editais e linhas de financiamento que permitiam aos produtores brasileiros injetar recursos em produções estrangeiras. Além de projetar filmes inéditos, o evento francês ainda prestará homenagens à atriz e diretora americana Jodie Foster (“O Silêncio dos Inocentes”) e ao cineasta italiano Marco Bellocchio (“Em Nome do Pai”) com Palmas de Ouro honorárias pelas realizações de suas carreiras. Entretanto, quem parece ser o grande homenageado do 74º festival é Spike Lee. O rosto do diretor nova-iorquino, extraído de uma campanha da Nike com o personagem de seu primeiro longa, “Ela Quer Tudo” (1986), ocupa cartazes, a marquise do Palácio, a decoração da sala de imprensa e toda a divulgação do evento. Só que ele não vai ganhar uma Palma honorária nem lançar um novo filme. Spike Lee vai entregar a Palma de Ouro oficial ao melhor filme, como presidente do júri. Ele é o primeiro artista preto a ocupar a presidência do festival francês e terá a difícil tarefa de suceder o diretor mexicano Alejandro González Iñárritu (“O Regresso”), que presidiu a premiação com louvor em 2019, apresentando ao mundo “Parasita”, do sul-coreano Bong Joon Ho, vencedor da Palma de Ouro em 2019 e, posteriormente, do Oscar em 2020.
Trailer da nova animação de “Transformers” resgata “Beast Wars”
A Netflix divulgou um pôster e um trailer dublado em português da nova série animada de “Transformers”, que conta pela primeira vez o que levou Autobots e Decepticons a entrarem em guerra. A prévia revela o retorno de personagens clássicos da franquia e diálogos que abusam do slow motion – arrastadíssimos. O título de “Transformers: War For Cybertron – O Reino” reflete a decisão de dividir os 18 episódios em três temporadas, cada uma com uma etapa diferente da história. “O Reino” é a terceira e última parte, que sucede “O Cerco” e “O Nascer da Terra”, lançados no ano passado. O final pretende homenagear os 25 anos da animação “Beast Wars”, reunindo os grupos liderados por Optimus Prime e Optimus Primal na luta contra Megatron. O próximo filme live-action da franquia, “Transformers: O Despertar das Feras”, também será um resgate de “Beast Wars”. A série está a cargo do produtor-roteirista FJ DeSanto, responsável por outras atrações animadas recentes dos Transformers, que foram produzidas em parceria com o canal de web Machinima – extinto pela AT&T, após comprar a Time Warner. A estreia de “Transformers: War For Cybertron – O Reino” está marcada para 29 de julho. Confira abaixo o trailer nacional e a versão americana, com as dublagens originais.
Trailer da continuação de “Rua do Medo” homenageia terror dos anos 1970
A Netflix divulgou o trailer legendado do segundo filme da trilogia “Rua do Medo”. A prévia reforça a conexão entre os dois primeiros longas ao apresentar a nova história como um grande flashback passado nos anos 1970, que homenageia “Sexta-Feira 13” e outros terrores de acampamentos de verão, e é estrelado por Sadie Sink, de “Stranger Things” A trama é inspirada na famosa coleção literária de mesmo nome escrita por R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infanto-juvenil”. Com livros publicados desde 1989, “Rua do Medo” é a segunda maior franquia do escritor, perdendo apenas para a mais popular de todas, “Goosebumps”, que já virou série de TV e filmes. Outra informação importante sobre o projeto é que os filmes têm classificação etária mais elevada que os livros, originalmente feitos para pré-adolescentes. Dirigidos por Leigh Janiak (do terror “Honeymoon” e de episódios da série “Pânico”/Scream), os filmes estão sendo lançados semanalmente às sextas. “Rua do Medo: 1994” saiu no dia 2 e o próximo, “Rua do Medo: 1978”, chega no dia 9.
Eliana teria gravado reality show na Netflix
Depois de Angélica na HBO Max, parece que a apresentadora Eliana será a próxima estrela da TV aberta a se aventurar pelo streaming. Segundo o Notícias da TV, ela deve apresentar um reality show na Netflix. A descrição do projeto lembra o “Shark Tank Brasil”, do canal Sony, que investe em empreendedores com as melhores ideias. De acordo com o site, o programa de Eliana também deve premiar empresários. Supostamente chamado de “Ideias à Venda”, o reality já teria sido gravado com produção da Floresta, empresa que faz parte do grupo Sony. Seriam apenas seis episódios, que contariam com empresários famosos como convidados e juntariam, em cada capítulo, quatro empreendedores concorrentes de um mesmo segmento – como, por exemplo, beleza, gastronomia ou tecnologia. No final, o vencedor ganharia um prêmio em dinheiro para investir financeiramente em seu negócio.
Netflix cancela quatro séries de comédia
A Netflix cancelou discretamente, sem anunciar, quatro séries americanas de comédia de seu catálogo. A lista contém “Pit Stop” (The Crew), estrelada por Kevin James (“O Rei do Queens”) e “Família em Concerto” (Country Comfort), com a ex-“American Idol” Catherine McPhee, ambas canceladas na 1ª temporada, a convencional “Professor Iglesias” (Mr. Iglesias), que durou três anos, e a provocante “Amizade Dolorida” (Bonding), que teve duas temporadas elogiadíssimas pela crítica. Premiada no Outfest, festival de cinema LGBTQI+ de Los Angeles, “Amizade Dolorida” era passada no mundo do sexo BDSM, o que inclui práticas consensuais envolvendo bondage e disciplina, dominação e submissão (sadomasoquismo, fetiches e etc). A trama girava em torno Tiff (Zoe Levin, de “O Verão da Minha Vida”), estudante universitária durante o dia e dominatrix à noite, e Pete (Brendan Scannell, de “Heathers”), seu melhor gay que vira o seu assistente. Criada por Kevin Hench (“Last Man Standing”), “Professor Iglesias” era uma sitcom tradicional, estrelada pelo comediante de stand-up Gabriel “Fluffy” Iglesias. Ele também é o Iglesias da ficção, um professor que dá aulas na antiga escola onde estudou, tentando fazer a diferença na vida dos seus alunos desajustados, porém cheios de talento. “Família em Concerto” trazia Katharine McPhee como uma jovem aspirante a cantora country, que aceita trabalhar como babá para os cinco filhos do vaqueiro vivido por Eddie Cibrian (“CSI: Miami”). Para sua surpresa, ela também encontra nessa família a banda que precisava para trilhar o caminho para a fama. Por fim, “Pit Stop” era um desastre completo. A sitcom à moda antiga, que incluía risadas da audiência para piadas nem sempre engraçadas, tinha roteiro e produção de Jeff Lowell, com bastante experiência no gênero – trabalhou em “The Drew Carey Show”, “Spin City”, “Dois Homens e Meio” (Two and a Half Men) e “O Rancho” (The Ranch). Na série, o antigo entregador de cargas de “O Rei do Queens” vivia o chefe de uma equipe da Nascar (circuito de corrida de carros dos EUA), que era surpreendido pela promoção de uma mulher jovem (Jillian Mueller, de “Sedutora e Infernal”) como sua chefe. A premissa sexista foi repudiada pela crítica, levando a produção a atingir apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mesmo assim, a Netflix fechou um novo contrato com Kevin James para ele estrelar e desenvolver uma nova sitcom tradicional. A plataforma também fechou acordo similar com o criador de “Amizade Dolorida”, Rightor Doyle, e já tem outro projeto com Gabriel Iglesias em andamento na área de especiais de stand-up. Lembre abaixo as atrações canceladas com a ajuda de seus trailers originais.
Mestres do Universo: Trailer mostra continuação da saga de He-Man
A Netflix divulgou um novo trailer de “Mestres do Universo: Salvando Eternia”, continuação da série clássica de He-Man. A prévia revela como a trama se conecta à série original, ao mostrar a união dos personagens para impedir a destruição de Eternia. O vídeo também destaca a volta de Esqueleto e seus asseclas, e ainda chama atenção por dar mais destaque à guerreira Teela que ao próprio Príncipe Adam. Criada pelo cineasta Kevin Smith (“O Balconista”), a nova série abordará “histórias não resolvidas dos anos 1980, ao retomar a jornada dos personagens de onde a história parou décadas atrás”. A adaptação tem um visual bem diferente da nova versão de She-Ra, a série da irmã do He-Man, que foi totalmente reformulada para uma estética de anime e ainda ganhou apelo LGBTQIA+ para as novas gerações. Mas os personagens de He-Man também passaram por uma grande repaginação visual, aproximando-se do visual de “Castlevania” – o que fica mais claro no novo vídeo. Não por acaso, a série tem produção da Powerhouse Animation, estúdio por trás de “Castlevania”. Para completar, o elenco de voz é impressionante, com Chris Wood (“Supergirl”) no papel do Príncipe Adam/He-Man, Mark Hamill (“Star Wars”) como o Esqueleto, Lena Headey (“Game of Thrones”) como Maligna, Sarah Michelle Gellar (“Buffy, a Caça-Vampiros”) como Teela, Liam Cunningham (também de “Game of Thrones”) como Mentor, Alicia Silverstone (“As Patricinha de Beverly Hills”) como a Rainha Marlena e muitos outros. Até Alan Oppenheimer, que fez a voz original do Esqueleto, faz parte da equipe de dubladores interpretando outro vilão, Homem-Musgo. A estreia está marcada para 23 de julho.
Filmes online: O melhor da Netflix, Amazon, HBO Max e VOD pro fim de semana
Com lançamentos fortes em streaming, o fim de semana reflete aumento das opções com a chegada da HBO Max e o acirramento da competição entre as plataformas. O serviço da Warner oferece, por sinal, um das melhores alternativas do cinema em casa. “Nem um Passo em Falso” traz o diretor Steven Soderbergh de volta aos golpes mirabolantes e as muitas reviravoltas da franquia “Onze Homens e um Segredo”. Com influência do cinema noir, a trama tem traição atrás de traição, envolvendo criminosos de todos os tipos e um grande elenco encabeçado por Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Benicio Del Toro (“Sicario”). Na Amazon, a fanfarra se concentra na sci-fi “A Guerra do Amanhã”, estrelada por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), que cumpre seu papel, mas dá saudades das sutilezas de “Tropas Estelares” (1997). Trata-se de uma história básica de guerra contra alienígenas para salvar o planeta, com o diferencial de que a humanidade precisa viajar no tempo para travar a luta no futuro. “Rua do Medo”, a aposta da Netflix, é bastante ambiciosa: uma trilogia de terror lançada durante três fins de semana consecutivos. E a primeira parte tem tudo para agradar aos fãs do gênero. Nem parece se inspirar numa obra infanto-juvenil – a famosa coleção literária de mesmo nome escrita por R.L. Stine, o “Stephen King das crianças”, que criou “Goosebumps”. Passado em 1994, o longa também é uma boa homenagem ao gênero slasher, dos psicopatas mascarados. Fãs de terror têm mais duas sugestões para conferir em locação digital nos serviços de VOD: a forte antologia “Maratona do Terror”, com vários sustos, e o surpreendente “Shirley”, em que Elisabeth Moss (“The Handsmaid’s Tale”) interpreta a escritora Shirley Jackson, autora de “A Assombração da Casa da Colina” (The Haunting of Hill House), best-seller de 1959 que inspirou a série da Netflix batizada no Brasil de “A Maldição da Residência Hill”. A história de suspense é supostamente baseada num caso real. A lista também destaca animações de talentos brasileiros. Mas enquanto “Miuda e o Guarda-Chuva”, de Amadeu Alban, é uma unanimidade para crianças de todas as idades, “America: The Motion Picture”, que é parcialmente animada pelo Combo Studio, tende a dividir opiniões ao mostrar a luta pela independência dos EUA como uma história de super-heróis patrióticos engraçadinhos. Tem mais, inclusive um documentário premiado. Confira abaixo a seleção (com os trailers) dos 10 melhores filmes disponibilizados em streaming nesta semana. Nem um Passo em Falso | EUA | Suspense (HBO Max) A Guerra do Amanhã | EUA | Sci-Fi (Amazon Prime Video) Rua do Medo: 1994 | EUA | Terror (Netflix) Shirley | EUA | Suspense (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play) Maratona do Terror | EUA | Terror (Apple TV, NOW, Vivo Play) Memórias de um Amor | Reino Unido | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, Vivo Play, YouTube Filmes) Minhas Férias com Patrick | França | Comédia (Apple TV, Google Play, Now, Vivo Play, YouTube Filmes) Miuda e o Guarda-Chuva | Brasil | Animação (Apple TV, Google Play, Now, Vivo Play, YouTube Filmes) America: The Motion Picture | EUA | Animação (Netflix) Três Estranhos Idênticos | Reino Unido, EUA | Documentário (Netflix)
Séries online: “Colônia” e o final de “Wynonna Earp” pra maratonar
A programação de séries online tem continuações esperadas e um par de finais badalados, mas o grande destaque é uma minissérie brasileira em preto e branco. Criada e dirigida pelo cineasta André Ristum (“A Voz do Silêncio”), “Colônia” adapta o livro “Holocausto Brasileiro”, de Daniela Arbex, sobre o hospício fundado em 1903 em Barbacena, Minas Gerais, que internou e matou milhares de pessoas, vítimas de maus-tratos. O detalhe é que 70% dos internados não tinham nenhuma doença mental. Eram solteiras grávidas, homossexuais, prostitutas, adolescentes rebeldes, feministas e pessoas rejeitadas pela sociedade de 100 anos atrás. É terrível, um verdadeiro terror real, que a opção pelo preto e branco torna ainda mais sombrio. O excelente elenco inclui Fernanda Marques, Andréia Horta, Eduardo Moscovis, Augusto Madeira e Naruna Costa, entre outros. Há mais duas produções nacionais: uma atração documental sobre Juliette Freire, vencedora do “BBB 21”, e a novela (com estrutura de série) “Carrossel”, que reuniu Maisa Silva, Larissa Manoela e grande elenco infantil. Mas quem quiser ficar na vibe de “Colônia” pode optar por outra minissérie latina, a mexicana “Somos.”, também inspirada em fatos reais, sobre um vilarejo dominado pela violência do tráfico. Entre as séries americanas, as dicas são as continuações de “Hanna” e “Nancy Drew”, que chegam à 2ª temporada, além de “Ray Donovan” e “Wynonna Earp”, que se despedem. “Ray Donovan” ainda terá um filme para encerrar sua trama, mas “Wynonna Earp” já deixa saudades nos fãs. Baseada nos quadrinhos de Beau Smith, a atração desenvolvida pela produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”) tornou-se a fantasia televisiva mais cultuada desde “Buffy: A Caça-Vampiros” ao combinar monstros, feminismo, rebeldia e sensualidade LGBTQIAP+. Não por acaso, soma 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. A lista também inclui a produção sueca “Young Royals”, que os adolescentes estão amando, e mais todas as atrações da recém-lançada HB0 Max (veja aqui). Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. Colônia | Brasil | Minissérie (Globoplay) Somos. | México | Minissérie (Netflix) Wynonna Earp | Canadá | 4ª temporada (Globoplay) Nancy Drew | EUA | 2ª temporada (Globoplay) Hanna | EUA | 2ª Temporada (Amazon Prime Video) Ray Donovan | EUA | 7ª temporada (Globoplay) Geração 30 e Poucos | Itália | 1ª Temporada (Netflix) Young Royals | Suécia | 1ª Temporada (Netflix) Você Nunca Esteve Sozinha | Brasil | Minissérie (Globoplay) Carrossel | Brasil | Novela (Netflix)
Vídeo apresenta dubladores da nova animação de “My Little Pony”
A Netflix divulgou o elenco dos dubladores de “My Little Pony: Nova Geração”, nova animação da franquia dos cavalinhos falantes. O anúncio foi acompanhado por um vídeo em que os atores da versão em inglês apresentam seus personagens. “My Little Pony: Nova Geração” será estrelado por Vanessa Hudgens (“A Princesa e a Plebeia”), Kimiko Glenn (“Orange Is the New Black”), James Marsden (“Sonic – O Filme”), Sofia Carson (“Descendentes”) e Liza Koshy (“Dançarina Imperfeita”). Além destes cinco que aparecem no vídeo, a produção também terá as vozes de Jane Krakowski (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Ken Jeong (“Community”), Elizabeth Perkins (“Weeds”) e Michael McKean (“Better Call Saul”). De acordo com a sinopse oficial, a animação vai acompanhar a pônei Sunny (Hudgens) em sua busca para recuperar os encantos e a magia de Equestria, a nação fictícia onde se passam as aventuras de “My Little Pony”. A direção está a cargo do trio Robert Cullen (“A Mansão Foster para Amigos Imaginários”), José L. Ucha (“Invizimals”) e Mark Fattibene (animador de “Trolls”) e a estreia vai acontecer em 24 de setembro.












