Clickbait: Adrian Grenier é sequestrado em teaser tenso
A Netflix divulgou o pôster e o teaser tenso de “Clickbait”. A prévia da minissérie mostra um homem supostamente bondoso que ao final é acusado de abusar física e psicologicamente de mulheres. Como punição, é sequestrado e obrigado a fazer um vídeo de “confissão”, e será assassinado quando o vídeo atingir 5 milhões de visualizações. O elenco destaca Adrian Grenier (ex-protagonista de “Entourage”) no papel principal, além de Betty Gabriel (“Defending Jacob”), Jaylin Fletcher (“Snowpiercer”), Zoe Kazan (“The Plot Against America”) e Motell Gyn Foster (“Wu-Tang: An American Saga”). Criada por Christian White (roteirista de “Relíquia Macabra”) e Tony Ayres (criador das séries australianas “Glitch” e “Nowhere Boys”), e com direção do cineasta Brad Anderson (“Refúgio do Medo”, “Chamada de Emergência”), a minissérie de oito episódios estreia em 25 de agosto.
The Chair: Nova série de Sandra Oh ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “The Chair”, nova série estrelada por Sandra Oh após “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”. A prévia mostra a promoção da protagonista à diretora de departamento de uma grande universidade, cargo que ficou aberto quando o antigo chefe se envolver num escândalo. O detalhe é que ela também faz a defesa do ex-diretor e é apaixonada por ele. “The Chair” foi criada pela atriz Amanda Peet (“Dirty John”) e é produzida pelo marido dela e seu sócio – que são, respectivamente, David Benioff e D.B. Weiss, os criadores de “Game of Thrones”. O elenco ainda destaca Jay Duplass, que trabalhou anteriormente com Peet na comédia “Togetherness”, da HBO, além de Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Bob Balaban (“Caçadores de Obras-Primas”), Nana Mensah (“13 Reasons Why”), David Morse (“Escape at Dannemora”), a adolescente Ella Rubin (“Billions”) e a menina Everly Carganilla (“Dia do Sim”). A estreia está marcada para 20 de agosto.
Sucesso de “Manifest” em streaming está prestes a render “descancelamento”
Desde que foi cancelada pela rede americana NBC no mês passado, “Manifest” viu seus fãs se multiplicarem. Não apenas em campanhas pelo salvamento da série, mas em audiência mesmo. A atração estreou na Netflix na mesma época do cancelamento e desde então a lidera a audiência da plataforma, consagrando-se por semanas consecutivas como o programa mais visto em streaming dos EUA. Atentos a este desdobramento, o criador da série, Jeff Rake, e a equipe da Warner Bros. TV tentaram convencer a Netflix a salvar a atração. A princípio, a resposta da plataforma foi negativa. Mas os números de audiência não caíram como muitos acreditavam que aconteceria com o cancelamento, que deixou a trama sem fim. Ao contrário, as maratonas aumentaram, mantendo a série na liderança do Top 10 da Netflix por um mês inteiro. Impressionada com esse fenômeno, a Netflix teria voltado à mesa de negociações. Mas enquanto a plataforma ia e vinha, outra reviravolta ainda mais inesperada aconteceu na televisão. A própria NBC teria se arrependido do cancelamento. As informações são do site Deadline, que buscou representantes da Warner, Netflix e NBC para confirmar os rumores, mas todos se recusaram a comentar. Neste caso, a recusa serviu como confirmação tácita da negociação em andamento – negar a história seria bem fácil, se nada estivesse acontecendo nos bastidores. A verdade é que a NBC percebeu tardiamente ter tomado a decisão errada em relação a “Manifest”, seu cancelamento de maior audiência. A ideia era renovar apenas uma das quatro atrações que balançavam no canal e a opção teria sido “Good Girls”. Só que, na hora de assinar os contratos para a 5ª temporada, não houve acerto financeiro com as atrizes da atração, que acabou cancelada apesar de tudo. A NBC também não se animou com um novo derivado de “Law & Order”, chamado “Law & Order: For the Defense”, e anunciou ter desistido do projeto na semana passada. Com isso, ficou com verbas extras de produção e um buraco na programação que não existiam quando “Manifest” foi abandonada. A nova situação teria levado a rede a buscar a Warner para reabrir as conversas sobre a série. Só que, a esta altura, a Netflix já estava em negociações. Um acordo entre as partes interessadas é improvável, porque a Warner vendeu os direitos internacionais de “Manifest” para diferentes empresas, mercado por mercado – por exemplo, para o canal pago Sky no Reino Unido e a plataforma Globoplay no Brasil. Portanto, estaria descartada uma divisão que deixasse uma vindoura temporada inédita na NBC nos EUA e na Netflix no exterior. Os únicos direitos na mesa são para exibição nos EUA. Mas o sucesso de “Manifest” em streaming nos EUA é muito grande para a Netflix ignorar. Enquanto NBC, Netflix e Warner não entram em acordo, o showrunner Jeff Rake voltou a atiçar os fãs com os supostos desenvolvimentos de bastidores. Em 12 de julho, ele começou a retuitar histórias sobre o forte desempenho da série na Netflix, acrescentando legendas como “O caso da renovação” e “O caso da renovação se constrói”, pedindo repetidamente aos fãs que “mantenham a fé”. Até que, na segunda-feira (19/7), publicou: “Vocês estão sendo ouvidos”. E fixou este tuite no topo de seu feed.
“Sweet Tooth” foi vista por 60 milhões de contas da Netflix
A Netflix revelou que “Sweet Tooth” foi vista por 60 milhões de contas de assinantes desde seu lançamento em 4 de junho. Os números foram revelados no relatório trimestral de lucros da empresa. Graças a esse desempenho, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics, produzida pelos astro Robert Downey Jr., foi a série de maior sucesso do trimestre e entrou na lista das 10 séries originais em inglês mais assistidas da Netflix em todo o mundo. “Sweet Tooth” ocupa o 6º lugar do ranking, à frente de “Emily em Paris” e logo abaixo de “O Gambito da Rainha”. “Bridgerton” lidera a lista de atrações originais com 82 milhões de visualizações. Apesar deste desempenho, a série ainda não foi oficialmente renovada. Mas os números são fortes indicadores de que isso já estaria encaminhado nos bastidores. Baseada nos quadrinhos de Jeff Lemire, “Sweet Tooth” apresenta uma história com elementos de contos de fadas (“era uma vez…”) e sci-fi pós-apocalíptica, que o diretor Jim Mickle (“Somos o que Somos”) transformou num épico de visual cinematográfico. A trama se passa uma década após a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável e acompanha Gus, um menino com chifres de veado, que faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais nascidas após o surto, todas imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho pouco amistoso. Veja abaixo o trailer oficial da 1ª temporada.
Netflix explica seus planos para games
Uma semana após revelar seus planos para incluir games em seu catálogo, a Netflix deu as primeiras dicas reais do que isso significa. Em seu balanço trimestral para acionistas, divulgado na terça (20/7), a plataforma informou que “é o momento certo para aprender mais sobre como nossos membros valorizam games” e acrescentou que games originais serão incluídos em breve no custo da assinatura atual – em vez de serem oferecidos como um complemento. Ou seja, um único login e um único pagamento mensal darão acesso não apenas a filmes e séries, mas também a jogos. Para avançar nesse projeto, a Netflix contratou na semana passada o ex-executivo do Facebook e da empresa de games EA (Electronic Arts) Mike Verdu para o cargo de vice-presidente de desenvolvimento de games. “Estamos nos estágios iniciais de expansão para jogos, com base em nossos esforços anteriores em torno da interatividade”, explicou o relatório da Netflix, apontando para o futuro como distração dos lucros abaixo do esperado do segundo trimestre de 2021. A empresa acrescentou que deseja aprimorar iniciativas interativas como “Black Mirror: Bandersnatch” e seus jogos de “Stranger Things” e que seu impulso inicial será focado em jogos para dispositivos móveis. “Vemos os jogos como outra categoria de conteúdo para nós, semelhante à nossa expansão para filmes originais, animação e reality shows”, continua o texto. “Os jogos serão incluídos na assinatura da Netflix sem nenhum custo adicional aos membros, de forma semelhante como acontece atualmente com filmes e séries. A princípio, vamos nos concentrar principalmente em jogos para dispositivos móveis”. Acompanhando o comunicado, os executivos da Netflix participaram de uma sessão de perguntas e respostas, em que o co-CEO Ted Sarandos reforçou a ideia por trás da nova linha de produção. “Não é um produto separado. Somos uma empresa de um só produto”, ele destacou. Greg Peters, COO e diretor de produto, reforçou que os games serão relacionados a conteúdos da plataforma. “Os conteúdos que criamos, com mundos incríveis, histórias, personagens… Sabemos que os fãs querem um envolvimento mais profundo”, afirmou. Com a revelação de que pretende se focar em produções próprias, a Netflix se mostrou mais tímida do que muitos esperavam. Havia expectativa de que o projeto pudesse se tornar uma competição séria para a Microsoft, que, neste ano, colocou o Game Pass e o Xbox Cloud Streaming como pontos centrais de sua estratégia de crescimento – tentando criar o que muitos analistas chamaram, justamente, de “a Netflix dos games”. Isto não vai acontecer. Pelo menos por enquanto. Mas os planos embutem outras possibilidades. Afinal, Peters admitiu que, apesar de privilegiar adaptações de seus conteúdos, “também tentaremos jogos autônomos”. “Talvez um dia veremos um jogo que gere um filme ou série”, ponderou. E isso implica produção própria de games originais. Para conseguir volume inicial, o executivo adiantará que a Netflix licenciará jogos de terceiros, mas a meta é ter cada vez mais produções próprias, à medida que a capacidade da empresa para criar jogos aumentar. O fundador e co-CEO Reed Hastings encerrou o assunto lembrando que a empresa já explora várias propriedades intelectuais de produtoras de games, que tem adaptado como séries e filmes. “Você pode possuir o conteúdo e ter essas franquias longas. Será melhor se pudermos dominar o conjunto criativo”.
Control Z: Personagens viram alvo de vingança no trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer legendado da 2ª temporada de “Control Z”, que revela uma vingança mortal contra os personagens do primeiro ano da produção. Assim como “Elite”, a série tem elementos que lembram “Gossip Girl” e “Pretty Little Liars”, mas se aproxima mais da segunda na nova prévia, com uma pessoa misteriosa realizando ataques contra o grupo de adolescentes. Até o cartaz principal da temporada lembra uma das artes de “PTL”, como lembraram os fãs nas redes sociais (veja abaixo). Tudo começou quando os alunos mais populares do Colégio Nacional tiveram segredos revelados por um hacker anônimo. Mas foi uma estudante reclusa, Sofia (Ana Valeria Becerril), quem tomou a iniciativa de descobrir a identidade do chantageador, com resultados trágicos. Na 2ª temporada, outra figura misteriosa passa a agir nas sombras, jurando vingança. E mais uma vez Sofia tenta encontrar o culpado, enquanto os ataques se tornam cada vez mais sérios, afetando as vidas dos estudantes para sempre. A série foi criada por Carlos Quintanilla (“Mujeres Asesinas”), Adriana Pelusi (“O Casamento da Vovó”) e Miguel García Moreno (“La Candidata”) e o elenco inclui Ana Valeria Becerril (“Muerte al Verano”), Xabiani Ponce de León (“Violetta”), Michael Ronda (“Sou Luna”), Lidia San José (“Luis Miguel: The Series”), Paulina Castro (“A Casa das Flores”), Andres Baida (“Los Elegidos”) e Mauro Sanchez Navarro (“Atrapada”). A estreia da 2ª temporada vai acontecer em 4 de agosto. #PrettyLittleLiars lo hizo primero!!! #ControlZ pic.twitter.com/JhVDleD9U2 — 𝒯𝑜𝓃𝓃𝓎 𝒞𝒶𝒷𝓇𝑜𝓃𝒸𝒾𝓉𝑜 (@Marco_Roquette) July 20, 2021
Zack Snyder revela pôster do prólogo de “Army of The Dead”
O cineasta Zack Snyder divulgou em suas redes sociais o primeiro pôster de “Army of Thieves”, filme derivado de “Army of The Dead: Invasão em Las Vegas”. A imagem traz um cofre e fones de walkman, elementos que remetem ao personagem de Matthias Schweighöfer no primeiro longa. O novo filme, que vai chegar ao Brasil com o título de “Exército de Ladrões: Invasão da Europa”, é dirigido e estrelado por Schweighöfer, que interpretou o ladrão de bancos Ludwig Dieter no lançamento anterior. O texto do pôster, repetido por Snyder nas redes sociais, chama atenção justamente para o fato de Dieter estar de volta numa produção com mais cofres e menos zumbis. Foi o próprio Schweighöfer que concebeu o projeto e trouxe à bordo o roteirista Shay Hatten, um dos escritores de “Army of the Dead” – e da franquia “John Wick” – , além de Snyder, que produziu as filmagens. Até o momento, tudo o que se sabe sobre a trama é que se passa no começo da epidemia zumbi e antes dos eventos de “Army of The Dead”, e envolve, novamente, um grande assalto. Ao lado de Schweighöfer, que reprisa seu papel, o elenco também inclui Nathalie Emmanuel (“Velozes e Furiosos 9”), Ruby O. Fee (“Polar”), Stuart Martin (“Jamestown”) e Guztavo “Guz Khan” Khanage (“Se Joga, Charlie”). A data de estreia ainda não foi anunciada, mas o pôster alerta que será “em breve” na Netflix. Dieter is back, with more safes and less zombies. 💰🔐 Don't miss the Army of Thieves @Comic_Con panel this Sunday, July 25 at 2 pm PT. #ComicConAtHome #ArmyofThieves pic.twitter.com/IM2m9j3d4n — Zack Snyder (@ZackSnyder) July 20, 2021
2ª temporada de “Fate: A Saga Winx” revela novidades
A Netflix publicou vídeo e foto em suas redes sociais nesta terça-feira (20/7) para revelar o início da produção da 2ª temporada de “Fate: A Saga Winx”, além de anunciar que Paulina Chávez (“Ashley Garcia: A de Amor”) será a Flora nos novos episódios A adaptação live-action do desenho animado italiano “O Clube das Winx” foi desenvolvida por Brian Young (roteirista de “The Vampires Diaries”) e também traz em seu elenco Abigail Cowen (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Hannah van der Westhuysen (“Grantchester”), Precious Mustapha (“Endeavour”), Eliot Salt (“Normal People”), Elisha Applebaum (“Undercover Hooligan”), Sadie Soverall (“Rose Interpreta Julie”), Freddie Thorp (“A Descoberta das Bruxas”), Danny Griffin (“So Awkward”), Theo Graham (“Hollyoaks”) e Jacob Dudman (“Não Fale com Estranhos”). A trama acompanha a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em Outro Mundo – literalmente, Outro Mundo é o nome do lugar. Por lá, elas devem aprender a dominar seus poderes enquanto lidam com suas vidas amorosas, novas amizades, rivalidades e monstros que ameaçam suas existências. A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Tem fadinha nova em Alfea: Paulina Chávez será a Flora na segunda temporada. 🌺✨🧚♀️🌸 pic.twitter.com/VZlPqgGDY8 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 20, 2021
Brand New Cherry Flavor: Veja o trailer da nova série de terror da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Brand New Cherry Flavor”, minissérie de terror estrelada por Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”). Ela vive Lisa Nova, uma diretora de cinema aspirante na ensolarada Los Angeles de 1990, que embarca em uma jornada de vingança sobrenatural, que a leva das ruas elegantes de Beverly Hills aos confins da floresta tropical da Amazônia. O elenco também conta com Catherine Keener (“Corra!”), Eric Lange (“Narcos”), Jeff Ward (“Agents of SHIELD”) e Manny Jacinto (“The Good Place”). Criada por Nick Antosca (que também criou “The Act” e “Channel Zero”) e Lenore Zion (roteirista de “Billions” e “Channel Zero”), a série adapta o romance de mesmo nome de Todd Grimson. A estreia está marcada para 13 de agosto.
Netflix apresenta animação de “Monster Hunter”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer “Monster Hunter: Legends of the Guild”, primeiro longa animado derivado da franquia de games. Sem nenhuma relação com o recente longa estrelado por Milla Jovovich, o filme introduz um jovem herói chamado Aiden, que é nada mais nada menos que Ace Cadet no jogo “Monster Hunter 4”. Ele surge antes de se tornar o famoso caçador de monstros, juntando-se com um caçador experiente e sua equipe quando sua vila é ameaçada por dragões. A produção é uma parceria entre a fabricante do game, Capcom, com a produtora Pure Imagination Studios, responsável por várias animações da LEGO. O roteiro é de Joshua Fine, que assina vários episódios de séries animadas da Marvel (como “Wolverine e os X-Men” e “Os Vingadores – Os Maiores Heróis da Terra”), enquanto a direção marca a estreia de Steve Yamamoto, responsável pelos efeitos visuais de vários blockbusters, como “Liga da Justiça”, “Deadpool 2” e todos os filmes da franquia “Transformers”. A estreia está marcada para 12 de agosto. Veja abaixo o pôster e duas versões do trailer, dubladas em português e em inglês (sem legendas).
Teaser apresenta nova diretora da escola de “Sex Education”
A Netflix divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “Sex Education”. O vídeo é apresentado como uma peça publicitária do Colégio Moordale e introduz Jemima Kirke (de “Girls”) no papel de nova diretora da escola. Apesar de jovem, ela pretende resgatar o “passado glorioso” de Moordale com uma abordagem mais tradicional de ensino, que inclui a exigência de uniformes. O traje escolar é citado no vídeo e já foi visto em fotos adiantadas da produção. Logicamente, o perfil conservador da diretora deve render conflitos com Otis (Asa Butterfield), o expert sexual adolescente do colégio, que transforma todo o constrangimento causado por sua mãe (Gillian Anderson, de “Arquivo X”), uma terapeuta sexual, num plano para se tornar popular e ainda ganhar dinheiro de seus colegas. Além disso, o vídeo já deixa claro a má vontade da bad girl da turma (Emma Mackey) em relação às mudanças. Além de Jemima Kirke, a 3ª temporada contará com mais três reforços em seu elenco: Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Indra Ové (“Breeders”) e Dua Saleh, estreando no papel de um(a) estudante não binário de Moordale, que imediatamente entra em conflito com a visão da nova diretora para a escola e conta com o apoio do único gay assumido da escola (Ncuti Gatwa). Os novos episódios vão chegar em streaming em 17 de setembro, após um hiato de 20 meses por conta da pandemia de coronavírus.
Intérprete de Guzmán se despede de “Elite”
O ator Miguel Bernardeau se despediu da série “Elite” após quatro temporadas. Intérprete do personagem Guzmán Osuna, ele gravou um vídeo para agradecer o carinho dos fãs. “Gravar a série não foi fácil, mas foi uma experiência incrível, muito construtiva. Sou muito agradecido a Netflix por ter nos dado essa oportunidade. Adeus”, ele disse no curto vídeo. Sua saída aconteceu após o final da 4ª temporada, em que seu personagem se despediu dizendo que ia viajar o mundo. “Elite” tem sofrido grandes perdas em seu elenco desde o final da 3ª temporada. Além de Bernardeau, outros atores que deixaram a série foram Danna Paola (Lucrecia), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Jorge Lopez (Valério), Álvaro Rico (Polo), Itzán Escamilla (Samuel) e Omar Ayuso (Omar). Por outro lado, a 4ª temporada apresentou novos personagens e o quinto ano continuará a trazer novos alunos para Las Encinas, entre eles o primeiro integrante brasileiro da série, André Lamoglia, conhecido dos assinantes do Disney Channel por “Juacas” e “Bia”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Élite (@elitenetflix)
Gravações de “Bridgerton” são interrompidas duas vezes por covid-19
As gravações da 2ª temporada de “Bridgerton” sofreram duas interrupções em uma semana após testes positivos de covid-19 entre membros da equipe. A produção da série da Netflix está acontecendo na Inglaterra, onde o número de casos da variante delta vem aumentando nos últimos meses. Graças à contaminação no set, as gravações entraram em pausa e não tem previsão para serem retomadas. Isto geralmente acontece quando a infecção atinge algum integrante do elenco ou da equipe criativa, mas a identidade de quem testou positivo está sendo preservada. A única informação confirmada é que as pessoas contaminadas estão em isolamento. Chama atenção o fato da segunda paralisação ter gerado reação bem diferente dos produtores. Na quinta, quando surgiu o primeiro teste positivo, a paralisação durou apenas 24 horas. Na ocasião, circulou a informação de que nenhum membro do elenco foi afetado. Desta vez, esta informação foi omitida do comunicado e a pausa será maior. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” rapidamente se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração da produtora Shonda Rhimes foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês, tornando-se o maior hit da sua história. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que possuiu ao todo nove volumes, e atualmente encontra-se renovada até sua 4ª temporada.












