Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds anunciam data de estreia de “Alerta Vermelho”
O longa “Alerta Vermelho” (Red Notice) teve sua data de estreia revelada por seu elenco estrelado. Os astros Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase), Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”) anunciaram nas redes sociais que o filme estreia na Netflix em 12 de novembro. “Este é o primeiro filme de streaming da minha carreira e eu queria torná-lo grande e especial para todos os fãs em todo o mundo”, escreveu Johnson ao anunciar a novidade. Gadot afirmou que se trata do “maior filme da Netflix”. E Reynolds explicou que seu terno branco para a fotografia que acompanha os três anúncios tinha sido feito a partir de “uma meia de The Rock”. Em comunicado à imprensa, a Netflix finalmente explicou o significado do título, revelando que o filme irá explorar o “alerta vermelho da Interpol”, um mandato global de busca e apreensão dos criminosos mais perigosos do mundo. Escrita e dirigida por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”), a trama vai juntar “o melhor investigador do FBI” (Johnson) com a “ladra de obras de arte mais procurada do mundo” (Gadot) e “o maior golpista de todos os tempos” (Reynolds). O resultado promete ser uma mescla de ação e comédia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gal Gadot (@gal_gadot) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds)
Globo não renova contrato com Reynaldo Gianecchini
A Globo não renovou seu contrato com o ator Reynaldo Gianecchini, que estava na emissora há 21 anos. Assim como tem procedido com outros artistas, a proposta da Globo agora é fazer contrato por obra específica. “O contrato com Reynaldo Gianecchini não foi renovado. E, como todos sabem, a Globo, em sintonia com as transformações pelas quais passa o mercado, vem adotando novas dinâmicas de trabalho com seus talentos. A não renovação de um contrato não significa o final de uma parceria”, informou a emissora, em comunicado. “Ao contrário, o novo modelo de gestão de talentos permite que essa parceria seja renovada em muitos outros formatos e projetos futuros. Reynaldo Gianecchini tem abertas as portas da empresa para futuros projetos em nossas múltiplas plataformas”, completa a nota. A primeira novela da Globo feita por Gianecchini foi “Laços de Família”, em 2000, e seu último papel foi ao ar em 2019, em “A Dona do Pedaço”. O fim do contrato libera o ator para ser o protagonista da primeira novela da Netflix produzida no Brasil. Os boatos de sua participação no projeto passaram a circular com mais força nesta semana. Ainda não confirmada, a produção é marcada por grande sigilo nos bastidores da empresa de streaming.
Cenas de “Rua do Medo: 1978” destacam atriz de “Stranger Things”
A Netflix antecipou duas cena inéditas de “Rua do Medo: 1978”, a segunda parte da trilogia baseada na obra de R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infanto-juvenil” – e autor também de “Goosebumps”. A melhor cena – e única legendada – traz Sadie Sink (a Max de “Stranger Things”) perseguida, amarrada em uma árvore e chamada de bruxa por outros adolescentes. Os vídeos também confirmam que a trama se passa num acampamento de verão como os filmes clássicos de “Sexta-Feira 13”. Dirigidos por Leigh Janiak (do terror “Honeymoon” e de episódios da série “Pânico”/Scream), os filmes da trilogia estão sendo lançados semanalmente às sextas. “Rua do Medo: 1994” saiu no dia 2 de julho e o próximo, “Rua do Medo: 1978”, chega nesta sexta (9/7).
Zack Snyder divulga primeiras fotos do prólogo de “Army of The Dead”
O cineasta Zack Snyder divulgou em suas redes sociais as primeiras imagens oficiais com cenas de “Army of Thieves”, filme derivado de “Army of The Dead: Invasão em Las Vegas”. O longa, que vai chegar à Netflix Brasil com o título “criativo” de “Exército de Ladrões: Invasão da Europa”, é dirigido e estrelado por Matthias Schweighöfer, que interpretou o ladrão de bancos Ludwig Dieter no primeiro filme. Ele concebeu a ideia e trouxe à bordo o roteirista Shay Hatten, um dos escritores de “Army of the Dead” – e da franquia “John Wick” – , além de Snyder, que produziu as filmagens. Até o momento, tudo o que se sabe sobre a trama é que se passa no começo da epidemia zumbi e antes dos eventos de “Army of The Dead”, e envolve, novamente, um grande assalto. Ao lado de Schweighöfer, que reprisa seu papel, o elenco também inclui Nathalie Emmanuel (“Velozes e Furiosos 9”), Ruby O. Fee (“Polar”), Stuart Martin (“Jamestown”) e Guztavo “Guz Khan” Khanage (“Se Joga, Charlie”). A data de estreia ainda não foi anunciada, mas, no post abaixo, Snyder afirma que será “em breve na Netflix”. Meet the Army of Thieves. 💰🔐💰🔐The action-packed prequel to Army of the Dead, directed by and starring Matthias Schweighöfer, is coming soon to Netflix. #ArmyOfThieves pic.twitter.com/hwCNYmbLwC — Zack Snyder (@ZackSnyder) July 7, 2021
Teaser de “Control Z” revela data de estreia da 2ª temporada
A Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada de “Control Z”, que revela a data de estreia dos novos episódios. A série mexicana é uma das produções de mistério colegial lançadas após o sucesso da espanhola “Elite” na plataforma. Com ingredientes que lembram “Gossip Girl” e “Pretty Little Liars”, além do recente filme “País da Violência” (Assassination Nation), a trama gira em torno de segredos escandalosos revelados por um hacker anônimo. Os alvos são os alunos mais populares do Colégio Nacional. Mas é uma estudante reclusa, Sofia (Ana Valeria Becerril), quem demonstra mais interesse em descobrir o culpado, que acaba sendo desmascarado. Na 2ª temporada, outra pessoa vai assumir a campanha de difamação, jurando vingança. Mais uma vez, Sofia tenta encontrar o culpado, enquanto os atos de vingança se tornam cada vez mais sérios, de modo a afetar as vidas dos estudantes para sempre. A série foi criada por Carlos Quintanilla (“Mujeres Asesinas”), Adriana Pelusi (“O Casamento da Vovó”) e Miguel García Moreno (“La Candidata”). O elenco inclui Ana Valeria Becerril (“Muerte al Verano”), Xabiani Ponce de León (“Violetta”), Michael Ronda (“Sou Luna”), Lidia San José (“Luis Miguel: The Series”), Paulina Castro (“A Casa das Flores”), Andres Baida (“Los Elegidos”) e Mauro Sanchez Navarro (“Atrapada”). A estreia da 2ª temporada vai acontecer em 4 de agosto.
Criador do “Arrowverso” assina contrato com a Netflix
Greg Berlanti, criador do “Arrowverso” e produtor com mais séries no ar simultaneamente em todos os tempos, fechou um contrato de exclusividade com a Netflix, centrado na divisão de filmes de sua produtora. Berlanti e sua sócia Sarah Schechter vão desenvolver novos longas com exclusividade para a plataforma de streaming. O acordo não afeta os negócios do produtor com a Warner Bros. Television, avaliados em mais de US$ 400 milhões, mas mostra que a Netflix quer Berlanti em seus quadros. Seu contrato televisivo com a Warner se encerra em dois anos e meio. Ele tem atualmente 14 séries em exibição simultânea nos EUA. O produtor começou a carreira como roteirista de “Dawson’s Creek” em 1999 e fez sua estreia como diretor de cinema no ano seguinte, com “O Clube dos Corações Partidos”. Recentemente, ele voltou ao cinema como diretor de “Com Amor, Simon” (2018), que acabou virando uma série da plataforma Hulu. Após se consolidar como produtor de séries, Berlanti promoveu sua ex-funcionária Sarah Schechter a sócia, aproveitando a experiência cinematográfica prévia dela na Warner Bros., para passar a priorizar novos projetos de filmes. A iniciativa se provou muito bem-sucedida. A produtora Berlanti-Schechter acrescentou rapidamente um portfolio impressionante de projetos, incluindo a comédia “Free Guy – Assumindo o Controle”, como Ryan Reynolds, e o drama “My Policeman”, com Harry Styles, já filmados. A lista inclui ainda mais de uma dezena de produções em andamento para a HBO Max, Fox, New Line, Warner Bros., Focus, Amazon, Netflix, Skydance e Village Roadshow. “Adoramos contar histórias e, nos últimos anos, passamos momentos incríveis contando-as com a equipe televisiva da Netflix e não poderíamos estar mais animados por ter a chance de começar nosso relacionamento com Scott Stuber e sua equipe da divisão de filmes”, disseram Berlanti e Schechter em comunicado. “Mal podemos esperar para arregaçar as mangas e começar a trabalhar criando uma ampla gama de histórias emocionantes, divertidas e impactantes para o grande público global da Netflix”, completaram.
Fugindo do Amor: Comédia produzida por Alicia Keys ganha trailer
A Netflix divulgou nas redes sociais o trailer legendado da comédia romântica “Fugindo do Amor” (Resort to Love), que tem produção da cantora Alicia Keys. O longa acompanha uma aspirante a cantora pop (Christina Milian, de “Amor em Obras”) que vai trabalhar numa ilha tropical, quando é surpreendida pela chegada inesperada do seu ex-namorado. Ela não apenas precisará conviver com ele, como também terá que cantar no seu casamento. A prévia é bonitinha e tem piadas engraçadas. Mas também sugere de forma bastante evidente como tudo termina. Além disso, lembra demais “Ressaca de Amor” (2008). A diferença é que agora os atores são negros e há uma inversão de gêneros na dinâmica da história. “Fugindo do Amor” é o primeiro longa dirigido por Steven K. Tsuchida (das séries “Younger” e “Cobra Kai”) e ainda traz em seu elenco Jay Pharoah (“Saturday Night Live”) e Sinqua Walls (o Lancelot de “Once Upon a Time”). A estreia está marcada para 29 de julho em streaming. Imagina ir sozinha pra um paraíso tropical trabalhar como cantora… e ter que cantar no casamento do seu ex-noivo. Produzido por Alicia Keys, Fugindo do Amor é meu novo filme de comédia romântica. Estreia dia 29 de julho. ❤️🌴 pic.twitter.com/oal3dCBGSa — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 6, 2021
Trailer de “A Barraca do Beijo 3” foca dilema da protagonista
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “A Barraca do Beijo 3”, que traz Elle aproveitando o último verão antes de tomar uma decisão sobre seu futuro, que afetará as relações mais importantes de sua vida. O filme vai encerrar a franquia adolescente de sucesso da Netflix de forma tradicional, com o final dos anos colegiais dos personagens. Na trama, a protagonista vivida por Joey King foi aceita em duas faculdades e encontra-se num dilema, dividida entre ir para a Universidade da Califórnia, em Berkeley, com o melhor amigo (Joel Courtney) ou estudar em Harvard, no estado de Massachusetts, com o namorado (Jacob Elordi). Assim como os dois primeiros filmes, o terceiro também tem direção de Vince Marcello, e voltará a contar em seu elenco com Taylor Zakhar Perez, Maisie Richardson-Sellers, Meganne Young e Molly Ringwald (convertida na mãe favorita dos filmes e séries adolescentes). O lançamento vai acontecer em 11 de agosto em streaming.
Michelle Yeoh vai estrelar série derivada de “The Witcher”
A atriz Michelle Yeoh, que recentemente se despediu do papel de Philippa Georgiou em “Star Trek: Discovery”, vai estrelar “The Witcher: Blood Origin”, produção da Netflix derivada de “The Witcher”. De acordo com a Netflix, ela interpretará Scían, última sobrevivente da tribo nômade de elfos. “Ninguém se compara com sua habilidade com a lâmina, nem carrega tanto luto no coração. Quando surge a oportunidade de recuperar uma espada sagrada roubada, tirada da sua tribo por meios nefastos, ela se lança em uma busca mortal que mudará o Continente”, diz a descrição oficial da personagem. Além de Yeoh, a série também contará com Laurence O’Fuarain (“O Limite”), que viverá Fjall, uma figura nascida entre guerreiros que partirá em uma jornada de vingança para se redimir pela morte de um ente querido que o salvou em batalha. A série será ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e contará a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contará com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros sobre “The Witcher”, que inspiraram a série. Ainda não há previsão para a estreia.
Zack Snyder prepara sci-fi espacial na Netflix
Após a relação tensa com a Warner Bros., encerrada após o lançamento de “Liga da Justiça”, o cineasta Zack Snyder está feliz da vida com a Netflix e, de acordo com o site Deadline, já prepara um novo filme para a plataforma. A Netflix também está satisfeita com o sucesso do primeiro filme do diretor em streaming, o terror “Army of the Dead: Invasão de Las Vegas”, e voltou a liberar um grande orçamento para ele realizar sua primeira incursão pela sci-fi espacial, “Rebel Moon”. A história se passa em uma colônia pacífica na orla da galáxia, que se encontra ameaçada pelos exércitos do tirânico Regente Balisarius. Diante do perigo de uma invasão, eles despacham uma jovem com um passado misterioso para alistar guerreiros de planetas vizinhos e ajudá-los a resistir. O roteiro é do próprio Synder em parceria com Shay Hatten e Kurt Johnstad, que trabalharam anteriormente com o diretor em, respectivamente, “Army of the Dead” e “300”. A produção está prevista para começar em 2022.
Festival de Cannes celebra volta ao cinema
O Festival de Cannes começa sua edição de 2021 nesta terça (6/7), estendendo seu tapete vermelho inaugural para a projeção de “Annette”. A ópera rock de Leos Carax, estrelada por Adam Driver, Marion Cotillard e com trilha da banda Sparks, abre a programação do evento, que seguirá com muitas exibições até o dia 17 de julho. Após o cancelamento do ano passado, devido à pandemia de covid-19, o clima deste ano é de celebração. Cannes quer aproveitar a participação presencial do público, astros e cineastas para comemorar a reabertura dos cinemas e a volta do público às sessões. Mas é bastante simbólico que esta festa esteja acontecendo sem a presença da Netflix ou de longas brasileiros em seu Palácio. Em plena pandemia, o festival francês manteve seu veto aos filmes de streaming, embora toda a indústria cinematográfica, incluindo o Oscar e festivais rivais de igual prestígio, tenham aberto suas portas às formas alternativas de exibição cinematográfica. A situação levou o chefe do festival, Thierry Fremaux, a ter que se justificar, citando “regras” da competição – mas até o Oscar mudou suas regras durante a pandemia. Ele também reiterou convite para a Netflix apresentar seus filmes fora de competição no festival, uma condição que a plataforma já recusou anteriormente, por considerar desrespeitoso com os cineastas de suas produções. Premiado na última competição presencial do festival com “Bacurau”, o Brasil, por sua vez, está representado na disputa da Palma de Ouro de 2021 somente pela participação nos bastidores de um dos diretores daquele filme, Kleber Mendonça Filho, convidado a integrar o júri presidido por Spike Lee. Mendonça é um dos artistas que escolherão os melhores trabalhos do evento. A ausência de longas brasileiros na competição do Palácio dos Festivais já é reflexo do desastre cultural do governo Bolsonaro, que implodiu o cinema nacional com o fim de patrocínios e financiamentos, retendo até o dinheiro arrecadado do próprio mercado, cerca de R$ 2 bilhões em taxas cobradas via Condecine e Fistel que deveriam alimentar o inativo Fundo Setorial do Audiovisual. Mesmo assim, dois curtas brasileiros foram selecionados para a disputa da Palma de Ouro de sua categoria: “Sideral”, de Carlos Segundo, e “Céu de Agosto”, de Jasmin Tenucci. Produção do Rio Grande do Norte, “Sideral” contou com ajuda financeira da Lei Aldir Blanc, solução encontrada pelo Congresso para apoiar parcialmente projetos paralisados pela inoperância da Ancine sob o governo Bolsonaro, enquanto “Céu de Agosto” teve première no Festival de Tiradentes deste ano. Já a programação de longas da competição destaca “A Crônica Francesa” (The French Dispatch), de Wes Anderson, que segue a linha de “O Grande Hotel Budapeste” e reúne um grande elenco para viver repórteres de um jornal francês de expatriados, e “Benedetta”, drama erótico do veterano diretor holandês Paul Verhoeven (de “Instinto Selvagem”) sobre uma freira do século 17 que sofre com visões místicas e tentação sexual. Ambos deveriam ter integrado a edição do ano passado, que não aconteceu devido à pandemia. Além desses, outros títulos com première mundial em Cannes incluem os novos trabalhos do americano Sean Penn (“Na Natureza Selvagem”), do italiano Nanni Moretti (“O Quarto do Filho”), do iraniano Asghar Farhadi (“A Separação”), do russo Kirill Serebrennikov (“O Estudante”), do dinamarquês Joachim Trier (“Mais Forte que Bombas”), do tailandês Apichatpong Weerasethakul (“Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”), do australiano Justin Kurzel (“Macbeth: Ambição e Guerra”) e dos franceses François Ozon (“Frantz”), Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”), Bruno Dumont (“Camille Claudel 1915”), Mia Hansen-Love (“Eden”) e Leos Carax (“Holy Motors”). E vale observar que a nova obra de Hansen-Love, “Bergman Island”, apesar de ter equipe totalmente europeia, foi feita com investimento da produtora paulista RT Features. Entre os destaques das premières fora da competição, Oliver Stone traz à Croisette uma versão retrabalhada de “JFK – A Pergunta que Não Quer Calar”, de 1991, com cenas inéditas, o cineasta Todd Haynes (“Carol”) apresenta seu documentário sobre a banda The Velvet Underground e a atriz Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) estreia na direção com um documentário sobre sua mãe, a icônica estrela de cinema Jane Birkin (“A Bela Intrigante”). São nas sessões especiais e paralelas que se encontram os únicos longas de diretores brasileiros de toda a programação. Com exibição fora de competição, “O Marinheiro das Montanhas” resgata a história de amor dos pais do diretor Karim Ainouz (“A Vida Invisível”), enquanto “Medusa”, segundo longa de Anita Rocha da Silveira (“Mate-me Por Favor”), foi incluído na Quinzena dos Realizadores – é a única produção 100% brasileira, da Bananeira Filmes, com incentivos que antecedem o advento de Bolsonaro. Também na Quinzena, “Murina”, da croata Antoneta Alamat Kusijanovic, e “O Empregado e o Patrão”, do uruguaio Manuel Nieto Zas (Manolo Nieto), são outras coproduções brasileiras no festival, assim como “Noche de Fuego”, da salvadorenha/mexicana Tatiana Huezo, selecionado na mostra Um Certo Olhar e coproduzido pelo cineasta brasileiro Gabriel Mascaro. Foram as últimas obras realizadas antes que sumissem os editais e linhas de financiamento que permitiam aos produtores brasileiros injetar recursos em produções estrangeiras. Além de projetar filmes inéditos, o evento francês ainda prestará homenagens à atriz e diretora americana Jodie Foster (“O Silêncio dos Inocentes”) e ao cineasta italiano Marco Bellocchio (“Em Nome do Pai”) com Palmas de Ouro honorárias pelas realizações de suas carreiras. Entretanto, quem parece ser o grande homenageado do 74º festival é Spike Lee. O rosto do diretor nova-iorquino, extraído de uma campanha da Nike com o personagem de seu primeiro longa, “Ela Quer Tudo” (1986), ocupa cartazes, a marquise do Palácio, a decoração da sala de imprensa e toda a divulgação do evento. Só que ele não vai ganhar uma Palma honorária nem lançar um novo filme. Spike Lee vai entregar a Palma de Ouro oficial ao melhor filme, como presidente do júri. Ele é o primeiro artista preto a ocupar a presidência do festival francês e terá a difícil tarefa de suceder o diretor mexicano Alejandro González Iñárritu (“O Regresso”), que presidiu a premiação com louvor em 2019, apresentando ao mundo “Parasita”, do sul-coreano Bong Joon Ho, vencedor da Palma de Ouro em 2019 e, posteriormente, do Oscar em 2020.
Trailer da nova animação de “Transformers” resgata “Beast Wars”
A Netflix divulgou um pôster e um trailer dublado em português da nova série animada de “Transformers”, que conta pela primeira vez o que levou Autobots e Decepticons a entrarem em guerra. A prévia revela o retorno de personagens clássicos da franquia e diálogos que abusam do slow motion – arrastadíssimos. O título de “Transformers: War For Cybertron – O Reino” reflete a decisão de dividir os 18 episódios em três temporadas, cada uma com uma etapa diferente da história. “O Reino” é a terceira e última parte, que sucede “O Cerco” e “O Nascer da Terra”, lançados no ano passado. O final pretende homenagear os 25 anos da animação “Beast Wars”, reunindo os grupos liderados por Optimus Prime e Optimus Primal na luta contra Megatron. O próximo filme live-action da franquia, “Transformers: O Despertar das Feras”, também será um resgate de “Beast Wars”. A série está a cargo do produtor-roteirista FJ DeSanto, responsável por outras atrações animadas recentes dos Transformers, que foram produzidas em parceria com o canal de web Machinima – extinto pela AT&T, após comprar a Time Warner. A estreia de “Transformers: War For Cybertron – O Reino” está marcada para 29 de julho. Confira abaixo o trailer nacional e a versão americana, com as dublagens originais.
Trailer da continuação de “Rua do Medo” homenageia terror dos anos 1970
A Netflix divulgou o trailer legendado do segundo filme da trilogia “Rua do Medo”. A prévia reforça a conexão entre os dois primeiros longas ao apresentar a nova história como um grande flashback passado nos anos 1970, que homenageia “Sexta-Feira 13” e outros terrores de acampamentos de verão, e é estrelado por Sadie Sink, de “Stranger Things” A trama é inspirada na famosa coleção literária de mesmo nome escrita por R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infanto-juvenil”. Com livros publicados desde 1989, “Rua do Medo” é a segunda maior franquia do escritor, perdendo apenas para a mais popular de todas, “Goosebumps”, que já virou série de TV e filmes. Outra informação importante sobre o projeto é que os filmes têm classificação etária mais elevada que os livros, originalmente feitos para pré-adolescentes. Dirigidos por Leigh Janiak (do terror “Honeymoon” e de episódios da série “Pânico”/Scream), os filmes estão sendo lançados semanalmente às sextas. “Rua do Medo: 1994” saiu no dia 2 e o próximo, “Rua do Medo: 1978”, chega no dia 9.











