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  • Série

    Jason Bateman e Jude Law vão estrelar nova série da Netflix

    27 de outubro de 2022 /

    Os atores Jason Bateman (“Ozark”) e Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) vão estrelar e produzir a minissérie “Black Rabbit”, desenvolvida para a Netflix. Segundo o site Deadline, Bateman também deve dirigir a atração. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que a série foi criada pelo roteirista Zach Baylin, indicado ao Oscar pelo roteiro de “King Richard: Criando Campeãs” (2021). O projeto ainda tem detalhes em negociação, mas deverá marcar uma nova parceria de Bateman com a Netflix, depois do sucesso de “Ozark”. “Black Rabbit” ainda não possui previsão de estreia. Atualmente, Jason Bateman está envolvido em um filme sobre a vida de Sonny Vaccaro, executivo da marca Nike. O projeto, sem data de estreia, será dirigido por Ben Affleck (“Argo”). Jude Law, por sua vez, vai interpretar o Capitão Gancho no filme “Peter Pan e Wendy”, dirigido por David Lowery (“A Lenda do Cavaleiro Verde”), que estreia em 2023.

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  • Filme

    O Pálido Olho Azul: Teaser introduz terror gótico estrelado por Christian Bale

    27 de outubro de 2022 /

    A Netflix divulgou o teaser legendado de “O Pálido Olho Azul”, terror gótico que marca a terceira parceria entre o ator Christian Bale e o diretor Scott Cooper – após o thriller “Tudo por Justiça” (2013) e o western “Hostis” (2017). Baseado no livro homônimo de Louis Bayard, o filme gira em torno de uma série de assassinatos na Academia Militar de West Point em 1830. Bale tem o papel de um detetive veterano que investiga os crimes, e para isso conta com a ajuda do jovem cadete Poe, que mais tarde se tornaria mundialmente famoso como escritor, Edgar Allan Poe. Harry Melling, conhecido como o Dudley Dursley da saga “Harry Potter”, vive Poe e o resto do elenco inclui Gillian Anderson (“The Crown”), Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), Toby Jones (“First Cow”), Timothy Spall (também de “Harry Potter”), Harry Lawtey (“Industry”), Simon McBurney (“Carnival Row”), Hadley Robinson (“Moxie”), Joey Brooks (“A Grande Jogada”), Brennan Cook (“Encounter”), Gideon Glick (“The Marvelous Mrs. Maisel”), Fred Hechinger (“The White Lotus”), Matt Helm (“The Tragedy of Macbeth”), Steven Maier (“The Plot Against America”), Charlie Tahan (“Ozark”) e o veterano Robert Duvall (“O Juiz”). A estreia está marcada para 6 de janeiro.

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  • Filme

    Conheça a história real do assassino de “O Enfermeiro da Noite”

    26 de outubro de 2022 /

    O filme “O Enfermeiro da Noite” (The Good Nurse), que estreou na Netflix nessa quinta (26/10), narra uma assustadora história real. O personagem vivido na tela por Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) foi responsável por matar mais de 300 pessoas e conseguiu se safar por muito tempo, apesar de ter sido flagrado repetidamente pelos hospitais que o empregavam. Baseado no livro homônimo de Charles Graeber, “O Enfermeiro da Noite” foi escrito por Krysty Wilson-Cairns (roteirista da série “Penny Dreadful”) e dirigido por Tobias Lindholm (“Sequestro”), e conta a história de Charlie Cullen, enfermeiro que era considerado um bom amigo e profissional, mas usava seu trabalho hospitalar para matar impunemente, tornando-se um dos serial killers mais bem-sucedidos de todos os tempos. Chastain vive uma enfermeira com quem ele trabalhava e que, confrontada com a verdade pela polícia, arriscou tudo para conseguir provas e incriminá-lo. A trama é narrada pelo ponto de vista de Amy Loughren, uma mãe solteira com problemas cardíacos que trabalhava como enfermeira no turno da noite, junto do criminoso. Conforme é mostrado em “O Enfermeiro da Noite”, ela começou a suspeitar do seu novo colega de trabalho depois que uma série de mortes misteriosas de pacientes desencadearam uma investigação. Eventualmente, Loughren arriscou a sua vida e a segurança dos seus filhos para descobrir a verdade sobre Charlie Cullen: que ele estava injetando soro fisiológico misturado com insulina ou digoxina, para matar pacientes por overdose. Na vida real, Cullen começou sua carreira na enfermagem em 1987, no hospital Saint Barnabas Medical Center de Nova Jersey, um ano antes de matar o primeiro paciente. Como sentiu-se impune, continuou matando pacientes até deixar o hospital, quatro anos depois, quando as autoridades começaram a investigar bolsas intravenosas contaminadas. Apesar disso, ele nunca foi acusado de nenhum crime e um mês depois conseguiu outro emprego na enfermagem de outro hospital, o Hospital Warren, onde deu sequência à sua matança. Cullen cometeu seus assassinatos por mais de uma década e meia, trabalhando e matando em muitos hospitais diferentes. Sempre que suas ações eram investigadas e descobertas, os advogados e administradores do hospital decidiam demiti-lo, mas não denunciavam os crimes à polícia para evitar que fossem processados por homicídio culposo. Pelo menos cinco hospitais diferentes sabiam o que Cullen estava fazendo, mas não fizeram nada para detê-lo. E essa decisão dos hospitais de encobrir a verdade permitiu a Cullen continuar trabalhando como enfermeiro – e, consequentemente, continuar matando pacientes. Isso só mudou quando ele começou a trabalhar com Loughren, no hospital Somerset Medical Center, e ela se recusou a ignorar os atos do colega. “Assistir ao filme me deu permissão para ter orgulho de mim mesma”, disse a verdadeira Loughren à revista People. “Eu apareci como mãe. Apareci como enfermeira. Apareci como amiga. A única razão pela qual Charlie parou de matar foi por causa da minha amizade com ele.” O filme fez questão de usar os nomes reais de Loughren e Cullen e dos detetives envolvidos na investigação. Porém, todas as vítimas e suas famílias tiveram as identidades reais preservadas. A roteirista Krysty Wilson-Cairns disse à Vanity Fair que mudou os nomes das vítimas para não “revitimizá-las”. “Eu não conheci as famílias das vítimas para realmente entender quem eram essas pessoas. Então, francamente, eu me sentiria um pouco suja [se usasse as suas identidades]. E a maioria das pessoas não podia dar consentimento porque estava morta. Ou às vezes as famílias não sabiam. No caso de muitas vítimas de Charlie, as famílias ainda não sabem [que os parentes foram assassinados]”, disse. Wilson-Cairns também é bastante pragmática ao dizer que “não há como fazer de um filme a verdade absoluta porque ele é composto de várias perspectivas”. “Nunca pode ser um documento verdadeiro; nunca deve ser apresentado em tribunal”, apontou. Ainda assim, ela se preocupou em tratar as situações com o máximo de verossimilhança. A cena em que os detetives precisam exumar um corpo para uma autópsia, por exemplo, aconteceu de verdade. E assim como é mostrado no filme, Loughren começou a suspeitar que Cullen poderia estar por trás das misteriosas mortes dos pacientes. Ela se tornou uma informante da polícia e auxiliou numa investigação que levou seis meses para obter provas suficientes para prender Cullen em 2003. Mesmo depois de ele ter sido preso, a enfermeira foi essencial para conseguir uma confissão dele, uma vez que as evidências não eram suficientes para condená-lo. Embora seja a verdadeira heroína da história, a identidade de Loughren só foi revelada em 2014, com a publicação do livro de Charles Graeber no qual o filme se baseia. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, Jessica Chastain contou que conheceu a verdadeira Loughren, que foi fundamental para ajudá-la a interpretar seu problema de saúde. “Perguntei a ela sobre sua condição cardíaca, porque ela precisava de um transplante de coração durante esse período. E isso para mim foi o que realmente me ajudou a interpretar a personagem e entender o que significava quando eu entrei em Afib [também conhecido como fibrilação atrial], o que significava quando meu coração começava a bater em um certo nível, o que faria para minha respiração, o que faria com a temperatura da minha pele, se eu ficasse úmida – todas essas coisas eram muito importantes.” Graças aos esforços de Loughren, o assassino está atualmente cumprindo pena de prisão perpétua – 11 consecutivas, que ainda podem aumentar. Diante de todas essas condenações, a data de liberdade condicional mais próxima para ele seria 10 de junho do ano de 2388. A enfermeira convenceu Cullen a admitir que ele cometeu 29 assassinatos, mas ele eventualmente disse aos investigadores que, na verdade, matou 40 pessoas. Porém, durante a pesquisa do seu livro, Graeber descobriu que Cullen disse aos investigadores que ele “dosava” de três a quatro pessoas por semana. Especialistas apontam que, se esse número for real e for multiplicado pelos 16 anos de carreira de Cullen, o número de mortes pode ser superior a 400, o que o torna o pior serial killer da história. O assassino, que ficou conhecido como “Anjo da Morte”, concedeu uma entrevista em 2013 ao programa investigativo “60 Minutes”. Na ocasião, ele admitiu que sabia que o que estava fazendo era errado, mas também disse que não pretendia parar, caso não fosse pego. “Achei que as pessoas não estavam mais sofrendo. Então, em certo sentido, eu pensei que estava ajudando”, disse ele, mas não explicou os motivos que o levaram a começar a matar. “Não há justificativa. A única coisa que posso dizer é que me senti sobrecarregado na época. Parecia que precisava fazer alguma coisa, e fiz. E isso não é resposta para nada.” O elenco de “O Enfermeiro da Noite” ainda conta com Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”), Noah Emmerich (“The Americans”) e Nnamdi Asomugha (“When the Street Lights Go On”). Produzido pelo cineasta Darren Aronofsky (“Mãe!”), o filme já pode ser visto na Netflix. Assista abaixo ao trailer.

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  • Filme

    “Esposa de Aluguel” lidera ranking mundial da Netflix pela segunda semana

    26 de outubro de 2022 /

    A comédia brasileira “Esposa de Aluguel” foi o filme de língua não inglesa mais visto da Netflix pela segunda semana seguida. O longa estrelado por Caio Castro (“Novo Mundo”) e Thati Lopes (“Diários de Intercâmbio”) somou mais 14,1 milhões de horas, ficando muito à frente do 2º lugar, o lançamento sul-coreano “Garota do Século 20”, visto durante 8 milhões de horas. Lançado em 11 de outubro, “Esposa de Aluguel” já acumula 41,4 milhões de horas de visualizações na Netflix. O sucesso internacional de “Esposa de Aluguel” reflete seu apelo de Sessão da Tarde, como uma variação moderna de “Namorada de Aluguel” (1987), que já rendeu muitas abordagens internacionais, como as fraquíssimas produções chinesa “Contract Lover” (2007) e filipina “Girlfriend for Hire” (2016). O filme traz Caio Castro como um solteirão convicto, que nunca se envolveu profundamente com nenhuma mulher além de sua mãe e das três irmãs. Mas ao saber que vai morrer, sua mãe controladora faz um último pedido: vê-lo casado. E para evitar ficar fora do testamento, o solteirão resolve contratar uma atriz (Thati Lopes) para fingir ser sua noiva. Só que ela começa a improvisar e faz tudo diferente do combinado. E para surpresa de todos, agrada em cheio a matriarca, que até entrega as chaves de um imóvel cobiçado da família para o casal. Embora a premissa seja familiar, com um final feliz sem surpresas, a trama parece incluir reviravoltas novas. Além disso, o talento de Thati Lopes para o humor já conseguiu fazer uma limonada com outra Sessão da Tarde batida, “Socorro, Virei uma Garota!”. “Esposa de Aluguel” tem roteiro de Fil Braz (“Minha Mãe é uma Peça 3”), direção de Cris D’Amato (“Pai em Dobro”) e ainda traz em seu elenco Mariana Xavier (também de “Minha Mãe é uma Peça 3”), Gabi Lopes (“A Menina que Matou os Pais”) e Danielle Winits (“Tudo Bem no Natal que Vem”). Veja o trailer abaixo.

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  • Série

    Audiência de “Bem-Vindos à Vizinhança” mantém reinado de Ryan Murphy na Netflix

    26 de outubro de 2022 /

    A série “Bem-Vindos à Vizinhança”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (parceiros desde “Glee”), foi a mais assistida da Netflix pela segunda semana consecutiva. A atração foi vista por um total de 148 milhões de horas, um número ainda maior do que na sua primeira semana (quando acumulou 125 milhões de horas assistidas). Estrelada por Naomi Watts (“Goodnight Mommy”) e Bobby Cannavale (“Mr. Robot”), “Bem-Vindos à Vizinhança” conta a história real de um casal que compra aquela que seria a sua casa dos sonhos e começa a receber cartas assustadoras de alguém que os vigia. Em 2º lugar ficou outra série de Ryan Murphy, “Dahmer: Um Canibal Americano”, que acumulou mais 69 milhões de horas na sua quinta semana em exibição, totalizando um impressionante número de 856 milhões de horas assistidas desde seu lançamento em 21 de setembro – a série é a segunda atração em inglês mais vista da da Netflix. Fechando o Top 5 semanal estão a minissérie “Recomeço”, com 32 milhões de horas assistidas, seguida pela 3ª temporada do reality show “Casamento às Cegas”, com 24,8 milhões de horas, e a série de terror “O Clube da Meia-Noite”, que teve 21,6 milhões de horas assistidas. Curiosamente, não foi só nas séries que Ryan Murphy marcou presença. Ele também produziu o filme “O Telefone do Sr. Harrigan”, que foi o 8º mais visto da semana, com 5,7 milhões de horas assistidas.

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  • Filme

    Bardo: Filme do diretor de “O Regresso” ganha novo trailer surreal

    25 de outubro de 2022 /

    A Netflix divulgou novos pôster e trailer americanos de “Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades”, que apresenta cenas surreais ao som de “I Am the Walrus”, hit psicodélico dos Beatles. Em clima de delírio, a prévia do novo filme do diretor Alejandro González Iñárritu, vencedor do Oscar por “Birdman” e “O Regresso”, vai da Cidade do México à fronteira dos EUA, retratando cenas históricas, urbanas e a imigração em massa, enquanto o protagonista alucina. O protagonista é um jornalista mexicano vivido por Daniel Giménez Cacho (de “Quem Matou Sara?”), que, durante uma crise existencial, retorna à sua cidade natal, onde precisa se reconectar com sua família, suas lembranças e sua própria identidade, travando uma luta intensa contra as próprias memórias e arrependimentos, ao mesmo tempo que tenta fazer as pazes com as transformações sociais do México. Descrita como uma “comédia nostálgica”, a produção é a primeira falada em espanhol de Iñárritu desde “Amores Brutos” (2000). Escrita pelo próprio Iñárritu em parceria com Nicolás Giacobone (roteirista de “Birdman”), também destaca em seu elenco a atriz Griselda Siciliani (também de “Quem Matou Sara?”). Apesar das imagens impactantes da prévia e um prêmio paralelo no Festival de Veneza, o filme não impressionou a crítica. Atingiu 51% de aprovação no Rotten Tomatoes após passar por dez festivais internacionais. Iñárritu sentiu e se dedicou a fazer uma nova edição do filme, mais enxuta para o lançamento em streaming, que está marcado para 16 de dezembro.

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  • Série

    Netflix cancela “Maldivas”, série estrelada por Bruna Marquezine

    25 de outubro de 2022 /

    A Netflix cancelou “Maldivas”, série estrelada por Manu Gavassi e Bruna Marquezine, após uma única temporada. Além das duas melhores amigas, Sheron Menezzes, Carol Castro e Natalia Klein protagonizavam a produção. Klein também era criadora e roteirista da série, e publicou nas redes sociais um agradecimento a todos envolvidos na série pelo trabalho. “Sou profundamente grata por tudo que ganhei e aprendi ao longo desses anos e pelos profissionais incríveis que conheci, editoras e editor super-heróis, músicos gênios na trilha original e todo o elenco, em especial Manu Gavassi, Carol Castro, Sheron Menezzes, Bruna Marquezine e Vanessa Gerbelli”, escreveu. “E a diretora talentosa e parceira, Daina Giannecchini, que, assim como eu e todas as mulheres nesse mercado ainda muito machista, precisam passar por muito mais obstáculos, provações e julgamentos do que os homens — o que também nos torna muito mais resilientes e menos arrogantes”. Curiosamente, em agosto, circulou a notícia de que o elenco de “Maldivas” teria recebido o aviso de que a série seria renovada até a 3ª temporada, que seriam gravadas simultaneamente em 2023. A informação foi feita pela coluna de Patrícia Kogut, no jornal O Globo. A série, entretanto, não teve repercussão internacional. “Maldivas” não se destacou no Top 10 global da Netflix nem ganhou avaliação do Rotten Tomatoes. A produção brasileira mais promovida da Netflix em todos os tempos rendeu 11,3 milhões de horas assistidas em todo o mundo, graças basicamente ao público brasileiro. A série abriu em 3º no país, atrás de “Peaky Blinders 6” (1º) e “Stranger Things 4” (2º). A atração também atingiu o 7º lugar em Portugal, mas não emplacou no Top 10 dos principais mercados de língua espanhola, como México, Espanha e, incrivelmente, todos os vizinhos do Brasil na América do Sul. Como curiosidade, também não despertou interesse nas Maldivas reais, entre dezenas de outros países. Na trama, o título “Maldivas” é o nome do condomínio em que a goiana Liz (Bruna Marquezine) se infiltra para descobrir pistas da morte de sua mãe, incendida em seu apartamento. Lá, ela se depara com personagens exóticas, como Milene (Manu Gavassi), a síndica e rainha do Maldivas, com um corpo e uma vida aparentemente perfeitos junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo), e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-dançarina de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Há também Kat (Carol Castro), uma mãezona cujo marido, Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. E ainda estão na trama Verônica (Natalia Klein), uma outsider meio gótica que destoa das mulheres do Maldivas, Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz, e o detetive Denilson (Enzo Romani). Para completar, o papel da mãe da protagonista foi encarnado por Vanessa Gerbelli, que foi mãe de Bruna Marquezine quando ela era criança na novela “Mulheres Apaixonadas”, de 2003. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Natalia Klein (@nataliakleintv)

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  • Música

    Netflix libera trailer do documentário dos Racionais

    24 de outubro de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer do documentário “Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo”, que traz depoimentos e imagens históricas da carreira dos rappers paulistas. Dirigida por Juliana Vicente (“Cidade Correria”), a obra traça a origem e a ascensão do grupo formado por Mano Brown, KL Jay, Ice Blue e Edi Rock, cobrindo toda sua trajetória de três décadas, além de abordar o impacto e o legado dos artistas desde os primeiros shows nas ruas de São Paulo até os dias de hoje. Antes de chegar ao streaming, “Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo” terá exibição na 46ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com sessão de gala marcada para 31 de outubro, na Cinemateca. A produção será lançada em streaming no dia 16 de novembro.

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  • Série

    1899: Terror dos criadores de “Dark” ganha trailer sombrio

    24 de outubro de 2022 /

    A Netflix divulgou novos pôster e trailer nacionais de “1899”, série de terror dos criadores de “Dark”. A prévia acompanha uma viagem de navio que sofre um desvio para realizar o salvamento de outra embarcação. Mas ao chegar no suposto naufrágio, situações sobrenaturais começam a se manifestar, assombrando passageiros e tripulação no oceano sombrio. Desenvolvida pelos produtores e roteiristas alemães Baran Bo Odar e Jantje Friese, que causaram frenesi mundial com a trama de “Dark”, “1899” se passa num navio a vapor que vai de Londres a Nova York na data do título, enquanto a jornada se transforma em um pesadelo horrível. A atração reúne um elenco europeu variado, com destaque para os britânicos Emily Beecham (Melhor Atriz em Cannes pelo terror biológico “Little Joe”), Aneurin Barnard (“Dunkirk”) e Rosalie Craig (“Truth Seekers”), o português José Pimentão (da série da Amazon “Filhas da Lei”), o franco-camaronês Yann Gael (“Loro”), a francesa Mathilde Ollivier (“Operação Overlord”) e vários astros de produções europeias da Netflix, como o alemão Andreas Pietschmann (de “Dark”), o espanhol Miguel Bernardeau (“Elite”), o polonês Maciej Musial (“The Witcher”) e os dinamarqueses Lucas Lynggaard Tønnesen, Clara Rosager (ambos de “The Rain”) e Maria Erwolter (“O Ritual”), além da chinesa estreante Isabella Wei. A estreia está marcada para 17 de novembro.

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  • Série

    Netflix divulga teaser de série baseada em “Cem Anos de Solidão”

    21 de outubro de 2022 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da série baseada no clássico da literatura “Cem Anos de Solidão”, escrito por Gabriel García Márquez. A prévia foi disponibilizada nessa sexta (21/10), data que marca o 40º aniversário do anúncio do prêmio Nobel de Literatura a Márquez, e destaca o longo processo de criação da cidade fictícia de Macondo, que é concebida em páginas datilografadas de uma máquina de escrever, passa para uma maquete e aos poucos começa a ganhar forma. Lançado em 1967, “Cem Anos de Solidão” narra várias gerações da família Buendía, cujo patriarca fundou a cidade fictícia de Macondo. O romance é conhecido por tratar do tema da solidão e da passagem do tempo por meio do realismo mágico. A série foi escrita por José Rivera (“Na Estrada”), em parceria com os escritores colombianos Natalia Santa (“O Maior Assalto”), Camila Brugés (“Fronteira Verde”) e Albatros González (“Lynch”), e por María Camila Arias (“Amores Modernos”). Já a direção ficou a cargo de Alex García López (“Cowboy Bebop”) e Laura Mora (“Matar a Jesús”). O design de produção é assinado por Eugenio Caballero (vencedor do Oscar por “O Labirinto do Fauno”) e Bárbara Enríquez (“Roma”). Já a direção de fotografia é de Paulo Pérez (“Notícia de um Sequestro”). Por fim, a série ainda conta com as diretoras de casting Yolanda Serrano e Eva Leira, responsáveis pelo casting de séries como “La Casa de Papel” e “Elite”. Produzida por Rodrigo García e Gonzalo García Barcha, filhos de Gabriel García Márquez, a série “Cem Anos de Solidão” ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao teaser.

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  • Série

    Netflix reforça que “The Crown” é uma “dramatização fictícia”

    21 de outubro de 2022 /

    A Netfix esclareceu que a série “The Crown” é uma “dramatização fictícia” da história da família real britânica. O esclarecimento foi feito por meio da adição dessa informação na descrição do trailer da 5ª temporada, no YouTube. A descrição diz o seguinte: “Inspirada em eventos reais, esta dramatização fictícia retrata a história da rainha Elizabeth II e os eventos políticos e pessoais que moldaram seu reinado.” Um porta-voz da Netflix disse ao site Variety que “‘The Crown’ sempre foi apresentado como um drama baseado em eventos históricos. A 5ª temporada é uma dramatização fictícia, imaginando o que poderia ter acontecido entre portas fechadas durante uma década significativa para a Família Real – década que já foi escrutinada e bem documentada por jornalistas, biógrafos e historiadores”. Recentemente, a Netflix tem sido alvo de críticas por apresentar conteúdos relacionados à família real que podem ser compreendidos como genuínos pelo público. A imprensa britânica informou que fontes dentro do Palácio de Buckingham estão preocupadas com a representação do caso entre o agora Rei Charles e Camilla Parker-Bowles, caso este que aconteceu enquanto ele ainda era casado com a Princesa Diana. Após a morte de Diana (que deve ser apresentada apenas na 6ª e última temporada da série), Charles se casou com Camilla. E quando ele subiu ao trono no mês passado, após a morte da rainha Elizabeth II, Camilla se tornou rainha consorte. Entretanto, ao mostrar Charles como infiel, “The Crown” poderia prejudicar a sua imagem. Por isso, o reforço sobre “dramatização ficcional” foi incluído na descrição da série. No início desta semana, a atriz Judi Dench (“Belfast”) escreveu uma carta ao jornal The Times, de Londres, chamando “The Crown” de “sensacionalismo bruto” e afirmando que a atração deveria trazer um aviso de “ficção” no início de cada episódio. A 5ª temporada de “The Crown” estreia em 9 de novembro na Netflix. Assista abaixo ao trailer.

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  • Série

    Estreias: As 10 melhores séries da semana

    21 de outubro de 2022 /

    A série sobre Sílvio Santos concentra as atenções na semana, apesar da lista de estreias ser fortemente marcada pelo terror com o lançamento de quatro títulos. Há também a volta épica de “Bárbaros” e a estreia da sci-fi “Periféricos” com Chloë Grace Moretz. Confira abaixo as 10 melhores séries para maratonar ou começar a acompanhar nesta semana.   | O REI DA TV | STAR+   A minissérie sobre a vida de Sílvio Santos é divulgada como uma produção para quem gosta e quem não gosta de Sílvio Santos. Na obra, ele aparece diferente do personagem que tem sido apresentado ao público há décadas, como um homem ambicioso capaz de tomar decisões questionáveis por trás das câmeras. Sem compromisso de ser uma produção documental, a trama mistura fatos reais com extrapolações (ficção) e não tem aprovação da família Abravanel. O gancho é uma crise de Silvio Santos, após perder a voz ao vivo e descobrir um problema de saúde que poderia afastá-lo da TV. Esse momento vulnerável (e verídico) é o pano de fundo para apresentar a trajetória do apresentador, de uma forma que é, ao mesmo tempo, reverente e ousada. Cobrindo desde a juventude de Senor Abravanel como camelô nas ruas do Rio de Janeiro, os episódios exploram sua relação inicial com os carnês do Baú da Felicidade e seguem sua escalada para chegar à TV, ao mesmo tempo em que registram seus dias mais recentes como dono de canal televisivo. Na fase madura, ele é interpretado por José Rubens Chachá (“Bom Dia, Verônica”), enquanto Mariano Mattos Martins (“Hebe: A Estrela do Brasil”) vive o apresentador na juventude. A direção é de Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”).   | PERIFÉRICOS | AMAZON PRIME VIDEO   A série sci-fi produzida pelos criadores de “Westworld” traz Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como uma mulher desiludida dos EUA rural, que não vê futuro em sua vida. Até que o futuro chega pelas mãos de seu irmão, vivido por Jack Reynor (“Midsommar”): um novo simulador beta de realidade virtual. Impressionada com o realismo das imagens do aparelho que o irmão foi contratado para testar, ela logo muda de ideia ao perceber que pode ser ferida de verdade ao usar o aparelho perigoso. Na verdade, o que os irmãos pensam ser uma simulação do ciberespaço revela-se uma conexão real com o futuro, possibilitada por uma tecnologia de outra época. A trama é baseada no best-seller homônimo de William Gibson, criador do movimento cyberpunk, e lida com linhas temporais diferentes e como um contato com o futuro pode influenciar o presente e impactar a História. A adaptação foi feita por Scott B. Smith, escritor dos livros que viraram o suspense “Um Plano Simples” (1998) e o terror “As Ruínas” (2008), com Jonathan Nolan e Lisa Joy (os criadores de “Westworld”) atuando como produtores por meio de sua empresa Kilter Films. A série é o primeiro fruto de um contrato fechado pelo casal com a Amazon para desenvolver novas atrações exclusivas. Para completar, o primeiro episódio tem direção do cineasta Vincenzo Natali (“Cubo”, “Splice – A Nova Espécie”)   | BÁRBAROS 2 | NETFLIX   No estilo das batalhas épicas de “Vikings”, a série alemã que se passa na época do Império Romano e conta como tribos guerreiras rivais formaram uma aliança estratégica para enfrentar as legiões invasoras e ocasionar a maior derrota já sofrida por Roma. A série é estrelada pelo austríaco Laurence Rupp (“Os Sonhados”) no papel histórico de Arminius, um bárbaro criado pelos romanos e que usou seu conhecimento militar dos rivais para se tornar um lendário herói germânico. Ele foi capaz de unir as tribos rivais para a batalha sangrenta, que forçou Roma a fugir da Germânia. A 2ª temporada explora a vingança romana, numa tentativa de retomar as terras além do rio Reno. Um ano após sua derrota, os romanos retornam liderados por Flavus (Daniel Donskoy), enquanto as tribos vencedoras buscam se fortalecer com novos aliados. Há traições, reviravoltas e muitas batalhas. A série tem produção executiva de Andreas Heckmann (“Out of Control”) em parceria com Arne Nolting e Jan Martin Scharf, os produtores-roteiristas da versão alemã da série hospitalar adolescente “The Red Band Society”, e direção de Steve Saint Leger, que comandou a sci-fi “Sequestro no Espaço” e vários episódios de “Vikings”.   | OS WINCHESTERS | HBO MAX   Prólogo de “Supernatural”, a nova série semanal de terror conta a história dos pais de Sam e Dean, os irmãos Winchester do programa original. Enquanto Mary Campbell é apresentada como uma jovem de 19 anos que tem lutado contra as forças das trevas desde a infância, John Winchester é um veterano da Guerra do Vietnã que até recentemente desconhecia a existência de demônios. Os personagens principais são interpretados por Meg Donnelly (“American Housewife”) e Drake Rodger (“Not Alone”). “The Winchesters” é comandada pelo showrunner Robbie Thompson, que foi co-produtor executivo de “Supernatural”, e conta com produção de Jensen Ackles, o Dean, que também participa como narrador da história. Outra curiosidade do elenco é a escalação de Tom Welling (o Clark Kent de “Smallville”) como Samuel Campbell, o pai de Mary, originalmente interpretado por Mitch Pileggi em “Supernatural”. Samuel é um caçador veterano e autoritário que ensinou a Mary tudo o que sabe, mas só vai aparecer a partir do episódio sete.   | DEIXA ELA ENTRAR | PARAMOUNT+   O livro do sueco John Ajvide Lindqvist já rendeu dois filmes: a adaptação original “Deixa Ela Entrar” (2008) e o remake hollywoodiano “Deixe-me Entrar” (2010), estrelado por Chloe Moretz e assinado por Matt Reeves (do novo “Batman”). Por ser uma história já bem conhecida, ela passou por grande transformação para virar série, ficando quase irreconhecível. Na produção de Andrew Hinderaker, roteirista de “Penny Dreadful” e criador de “Away”, a vampira mirim e sua família são latinos, e o menininho loiro que se torna o melhor amigo da predadora é interpretado por um adolescente negro, Ian Foreman (“Merry Wish-Mas”). O que permanece é a história do menino que, vítima de bullying de seus colegas de classe, encontra conforto na amizade com a garotinha estranha que acaba de se mudar para seu prédio. O detalhe é que a menina é uma vampira muito velha, embora aparente ter a mesma idade que ele, e sua chegada coincide com uma série de assassinatos sangrentos, que começaram a abalar a população local. A série enfatiza o relacionamento da vampira mirim com sua família, trazendo o ator mexicano Demián Bichir (“Mundo em Caos”) como o pai e a brasileira Fernanda Andrade (“A Filha do Mal”) como a mãe – personagem que não aparece nos filmes. Já a menina é vivida por Madison Taylor Baez, a jovem Selena de “Selena: A Série”.   | AMERICAN HORROR STORY: NYC | STAR+   A 11ª temporada da série de antologia se passa em Nova York durante 1981, quando um serial killer espreita a comunidade gay – a trama é supostamente baseada nos ataques de um psicopata real, batizado de The Last Call Killer por escolher suas vítimas entre os frequentadores de bares gays. Nos dois primeiros episódios disponibilizados, os fãs da série vão encontrar telefonemas assustadores, drogas, sequestro, tortura, desmembramento, assassinato, erupções cutâneas bizarras e um monte de festas noturnas. E, claro, vários habitués da produção, como Denis O’Hare (integrante da série desde o primeiro episódio, de 2011), Zachary Quinto (que participou entre 2011 e 2013), Billie Lourd (entre 2017 e 2021), Leslie Grossman (também de 2017 a 2021), Isaac Powell (em 2021) e Patti LuPone (em 2013). Há também outros colaboradores recorrentes do produtor Ryan Murphy, como Sandra Bernhard (“Pose”), Joe Mantello (“Hollywood” e “The Normal Heart”) e Charlie Carver (“Ratched”). O destaque, porém, coube a Russell Tovey (“Looking”), que trabalha com o criador de “AHS” pela primeira vez. Ele vive um detetive enrustido que é a única esperança para a comunidade LGBTQIAP+, porque o resto dos policiais não pode se importar menos se alguém está matando gays.   | CHUCKY 2 | STAR+   “Chucky” está de volta para aterrorizar os sobreviventes da 1ª temporada e implantar um plano maligno de terror de plástico. Na trama, o personagem-título encontrou suas novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. Inesperadamente, Chucky demonstra empatia pela situação do jovem, mas da forma mais sangrenta possível. Porém Jake e seus amigos acabam incriminados e enviados para um internato católico com regras rígidas. Paralelamente, o plano do brinquedo começa a ganhar vidas (plural) com a volta de Tiffany, a noiva de Chucky, e um exército de brinquedos assassinos com facas de açougueiro. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Don Mancini, o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar – assinou seis continuações e dirigiu três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. O elenco da atração ainda destaca Jennifer Tilly, protagonista de “A Noiva de Chucky”, e recupera a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, num contraponto ao remake recente em que o boneco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker).   | SAGRADA FAMÍLIA | NETFLIX   O novo suspense espanhol de Manolo Caro, criador de “A Casa das Flores”, tem como o tema a maternidade em todas as suas manifestações amorosas e às vezes assassinas. Os episódios se passam do final dos anos 90 ao início dos anos 2000, e acompanham uma família que se muda para Madri, na Espanha, para deixar seu passado para trás. Mas a medida que começam a formar diferentes relacionamentos com seus novos vizinhos, o segredo perturbador que tentam esconder ameaça vir à tona. O elenco é formado por vários conhecidos de séries espanholas, incluindo duas integrantes de “La Casa de Papel”, Najwa Nimri e Alba Flores.   | RECOMEÇO | NETFLIX   A minissérie dramática estrelada pela atriz Zoë Saldaña (“Guardiões da Galáxia”) começa como uma história romântica. A estrela vive uma americana que se apaixona por um chef (o novato Eugenio Mastrandrea) enquanto estuda na Itália. Posteriormente, ela constrói uma vida com ele nos Estados Unidos. Mas então vem a reviravolta tradicional do gênero – veja-se toda a prateleira de obras de Nicholas Sparks – , que envolve doença e a necessidade de seguir em frente. A diferença em relação aos vários exemplares similares é que essa história é real. A atração adapta um best-seller escrito pela também atriz Tembi Locke (das séries “Eureka” e “The Magician”) com base em sua própria vida. A adaptação é assinada pela irmã de Tambi, a roteirista Attica Locke, que escreveu episódios de “Empire” e da minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us), e é produzida pela própria Zoë Saldaña em parceria com Reese Witherspoon (de “Big Little Lies”).   | EXCEPTION | NETFLIX   o anime de terror espacial mistura animação tradicional e 3D. Passado num futuro distante, após a humanidade ter sido expulsa da Terra, a trama segue uma equipe de reconhecimento enviada para procurar um planeta adequado para terraformação. Toda a tripulação é criada através de uma impressora 3D biológica. Porém, o mau funcionamento do sistema faz com que um dos membros surja em um estado deformado e passe a enfrentar os demais tripulantes. Escrito por Hirotaka Adachi, também conhecido como Otsuichi (“Ultraman Jîdo”), a produção destaca uma trilha sonora de Ryuichi Sakamoto, veterano compositor japonês que venceu o Oscar por seu trabalho em “O Último Imperador” (1987) – e mais recentemente compôs a trilha de “O Regresso” (2015).

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    Estreias: 10 filmes pra ver em casa

    21 de outubro de 2022 /

    A fantasia infantil “A Escola do Bem e do Mal” é o principal lançamento de uma semana sem grandes estreias de sucesso para ver em casa. Além desse título, há mais três atrações infantis, enquanto os destaques para os adultos são dois filmes nacionais: “A Viagem de Pedro”, que reflete o legado da independência do Brasil, e “Predestinado”, cinebiografia do médium Zé Arigó. Confira abaixo 10 sugestões dentre os títulos mais recentes das plataformas streaming e das locadoras digitais.   | A ESCOLA DO BEM E DO MAL | NETFLIX   A superprodução de fantasia tem estrelas famosas e cenários deslumbrantes, mas sua trama genérica reflete uma característica casa vez mais comum entre os filmes caros da Netflix: a falta de originalidade. Baseada no best-seller infantil de Soman Chainani, a história é uma combinação de “Harry Potter” e “Wicked: A História não Contada das Bruxas de Oz”, e acompanha duas melhores amigas, Sophie e Agatha, que entram numa escola onde meninos e meninas comuns são treinados para serem heróis e vilões de fábulas encantadas. Com suas ambições de princesa, Sophie acredita que será escolhida para a Escola do Bem para se juntar às fileiras de ex-alunas como Cinderela e Branca de Neve. Enquanto isso, a aparência sombria de Agatha parece se encaixar naturalmente entre os vilões da Escola do Mal. Mas a sorte das meninas se inverte, com Sophie caindo na Escola do Mal e Agatha na Escola do Bem, o que coloca a amizade das duas à prova. O elenco destaca Kerry Washington (da série “Scandal”) e Charlize Theron (do filme “O Escândalo”) como professoras dessa espécie de Hogwarts dos contos de fada, enquanto as protagonistas adolescentes são vividas por Sophia Anne Caruso (“Valete de Copas”) e Sofia Wylie (“High School Musical: A Série: O Musical”). A adaptação foi escrita por David Magee (de “As Aventura de Pi” e da vindoura “A Pequena Sereia”) e a direção é de Paul Feig (“Missão Madrinha de Casamento”).   | O CLUBE DAS CRIANÇAS FEIAS | HBO MAX   A distopia infantil se passa num futuro em que o presidente da Holanda resolve se livrar de todas as crianças feias do país, mas um garoto orelhudo consegue escapar e iniciar uma revolta contra o governo, inspirando a resistência da nova geração contra o preconceito. Dirigida por Jonathan Elbers (“Fashion Chicks”), a adaptação do livro de Koos Meinderts venceu sete prêmios internacionais, incluindo Melhor Filme Infantil no Festival de Zurique, na Suíça.   | A AVÓ | HBO MAX   Uma modelo parisiense tem que voltar a Madri às pressas para cuidar de sua avó, que a criou, e que acaba de sofrer um derrame cerebral. Mas passar alguns dias com a mulher idosa se transforma em um pesadelo inesperado. Além de explorar a gerontofobia – medo de idosos – que ajudou a transformar “X: A Marca da Morte” num grande sucesso, o terror espanhol também é claustrofóbico, por se passar quase que inteiramente na casa da avó. Com direção de Paco Plaza, dos ótimos “[REC]” e “Verônica”, o filme venceu o Festival de Gérardmer, na França, e foi indicado a dois prêmios Goya (o Oscar espanhal). O lançamento em streaming acontece no sábado (22/10).   | O DESCONHECIDO | NETFLIX   O suspense australiano traz Joel Edgerton (“Obi-Wan Kenobi”) como um policial disfarçado, que constrói uma forte conexão com um suspeito de assassinato, vivido por Sean Harris (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), para ganhar a confiança dele e, assim, conseguir uma confissão. O roteiro se baseia numa história real: o sequestro de um adolescente seguido de assassinato, que motivou empenho de policiais durante anos a fio, mas que também os afetou profundamente. A princípio, Edgerton pretendia dirigir o filme, mas se impressionou com “Acute Misfortune”, estreia na direção do ator Thomas M. Wright (“Top of the Lake”), também baseada numa história real, e convidou o colega a assumir a adaptação do livro-reportagem sobre o crime. O resultado chega à Netflix após ser exibido em festivais internacionais e conquistar 96% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.   | A VIAGEM DE PEDRO | TELECINE   Cauã Reymond (“Alemão”) vive Dom Pedro I no drama histórico, que chega aos cinemas na véspera dos 200 anos da proclamação da Independência. Entretanto, o longa de Laís Bodanzky, diretora dos premiados “Bicho de Sete Cabeças” (2000) e “Como Nossos Pais” (2017), não é um filme para exaltar a data, como foi o marco dos 150 anos, “Independência ou Morte”. O drama de época acompanha o imperador brasileiro em sua viagem de exílio, após ser expulso do país que ele fundou. Destronado, depressivo e doente, ele busca encontrar forças durante a travessia do Atlântico para enfrentar seu irmão, que usurpou seu trono em Portugal, enquanto recorda seu período no Brasil, desde a chegada na colônia à proclamação da independência. O retrato não é heroico, muito pelo contrário, e serve de contraponto à celebração acrítica do bicentenário. O elenco ainda destaca a alemã Luise Heyer (da série “Dark”) como a imperatriz Leopoldina, a artista plástica Rita Wainer, que estreia como atriz no papel de Domitila de Castro, a Marquesa de Santos, o irlandês Francis Magee (“Into the Badlands”), o guineense Welket Bungué (“Berlin Alexanderplatz”) e vários atores portugueses, com destaque para Luísa Cruz (“As Mil e uma Noites”), João Lagarto (“O Filme do Bruno Aleixo”) e Victória Guerra (“Variações”).   | PREDESTINADO | VOD*   O primeiro filme dirigido por Gustavo Fernández (da novela “Pantanal”) traz Danton Mello (“Vai que dá Certo”) como Zé Arigó, um homem comum que recebe o espírito de Dr. Fritz, médico alemão falecido durante a 1ª Guerra Mundial, e se torna um milagreiro. Criticado por céticos, ele teria salvo inúmeras vidas por intermédio da cirurgia espiritual. O drama espírita também destaca Juliana Paes (“Pantanal”) como sua esposa e o inglês James Falkner (“Da Vinci’s Demons”) como o espírito do Dr. Fritz. E chega aos cinemas com uma missão: recuperar a fé no espiritismo depois que o Brasil parou para acompanhar o escândalo do médium João de Deus, condenado por crimes sexuais contra mulheres que acreditavam em seu poder de cura. O biografado é exemplar neste sentido, já que sempre foi humilde. Perseguido, chegou a ser preso por curandeirismo, mas teve o trabalho documentado em filme por pesquisadores americanos, que não conseguiram contestá-lo. Como diz o filme, se tivesse nascido em outro país, Arigó seria motivo de estudo, não de rechaço.   | OPERAÇÃO CERVEJA | APPLE TV+   O novo longa de Peter Farrelly, diretor de “Green Book”, filme vencedor do Oscar 2019, tem uma premissa muito absurda, mas não inventada. O filme conta a história real de John “Chickie” Donohue, um jovem conservador americano que deixou Nova York em 1967 para, sem noção, ir ao Vietnã com a missão de levar cervejas e alegrar seus amigos de infância que serviam no Exército. A experiência acaba sendo transformadora, pois ao chegar lá ele percebe que a guerra não era nada como ele imaginava. Zac Efron (“Baywatch”) tem o papel principal e o elenco ainda destaca Bill Murray (“Os Mortos Não Morrem”), como o dono do bar em que ele tem a ideia maluca, e Russell Crowe (“Robin Hood”) no papel de um fotojornalista que ele conhece no Vietnã e lhe serve de guia na guerra. O roteiro é assinado por Brian Currie, que co-escreveu “Green Book”, por Pete Jones (“Passe Livre”) e pelo próprio Farrelly. Mas desta vez o resultado não render nenhum Oscar – teve só 42% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | RAYMOND & RAY | APPLE TV+   Ewan McGregor (“Obi-Wan Kenobi”) e Ethan Hawke (“Cavaleiro da Lua”) interpretam meios-irmãos que tiveram um pai horrível e se reencontram, após muitos anos, quando este morre. Durante o funeral, eles descobrem que o último desejo do pai era que os dois cavassem a sepultura dele. Com isso, acabam desenterrando os ressentimentos de suas vidas, refletindo sobre os homens que se tornaram, tanto por causa do pai, quanto apesar dele. Roteiro e direção são do colombiano Rodrigo García (“Albert Nobbs”).   | O LENDÁRIO CÃO GUERREIRO | VOD*   A animação que traz dublagem em português do comediante Paulo Vieira (do “BBB 22”) acompanha Hank, um cão sem sorte que resolve trocar sua vizinhança de cachorros raivosos por uma cidade cheia de gatos, após ser salvo por um samurai gatuno. Seu objetivo é encontrar um gato mestre para treinar e virar um samurai, mas o problema desse plano é que os gatos odeiam cachorros. Na produção original americana, Hank é dublado pelo ator Michael Cera (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), enquanto Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel) interpreta seu sensei felino Jimbo, num elenco cheio de vozes de famosos. O filme conta com a direção de três veteranos da Disney, que trabalharam juntos no clássico “Rei Leão” (1994): Rob Minkoff (o diretor original), Mark Koetsier (animador) e Chris Bailey (animador). Mas não impressionou nem público nem crítica (55% de aprovação) nos EUA.   | TROMBA TREM – O FILME | VOD*   A animação brasileira, baseada na série homônima do Cartoon Network, acompanha Gajah, um elefante sem memória que, ao ficar célebre, acaba se afastando de seus velhos companheiros de viagem no Tromba Trem. O estrelato dura pouco, pois ele logo se torna o principal suspeito de misteriosos raptos. Desvendar o mistério só será possível com a ajuda dos amigos pré-fama: um grupo de cupins obstinados e Duda, uma empolgada e inocente tamanduá vegetariana. A direção é de Zé Brandão, criador dos personagens e produtor de “O Irmão do Jorel”.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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