“Cyberpunk: Mercenários” não terá 2ª temporada
“Cyberpunk: Mercenários”, anime da Netflix baseado no game “Cyberpunk 2077” da CD Projekt Red, não ganhará novas temporadas. O anúncio foi feito por Satoru Hanma, gerente de comunidade do estúdio, numa entrevista ao site japonês Famitsu. O executivo afirmou que a produção sempre foi idealizada como uma série de apenas uma temporada. Embora afirme ainda desejar fazer novos animes da franquia, Hanma garantiu que qualquer tipo de “continuação” será “completamente diferente de ‘Mercenários’”. “Pessoalmente, gostaria de continuar trabalhando com estúdios japoneses para produzir mais animes, em parte porque recebemos um feedback muito bom”. Lançada em setembro, “Cyberpunk: Mercenários” arrancou elogios rasgados da crítica especializada, atingindo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Muitas resenhas afirmaram que a série animada era melhor que o próprio jogo. Desenvolvida em estilo anime pelo Studio Trigger (“Star Wars: Visions”), a 1ª temporada tem direção de Hiroyuki Imaishi (“Kill la Kill”) e conta uma história independente de 10 episódios sobre um garoto de rua, que vira mercenário para sobreviver numa cidade do futuro obcecada por tecnologia e modificação corporal. Veja o trailer da atração.
Nada de Novo no Front: O horror da guerra ganha trailer visceral
A Netflix divulgou um trailer visceral de “Nada de Novo no Front”, adaptação do clássico literário de Erich Maria Remarque sobre a campanha alemã durante a 1ª Guerra Mundial. Considerada uma das principais obras sobre o horror da guerra, o livro já tinha sido trazido às telas em 1930, com direção de Lewis Milestone, quando venceu o Oscar de Melhor Filme. Esta, entretanto, é a primeira adaptação alemã, com direção de Edward Berger (das séries “Deutschland 83” e “Your Honor”) e um elenco que destaca Sebastian Hülk (“Dark”), Daniel Brühl (“Falcão e o Soldado Invernal”), Albrecht Schuch (“Berlin Alexanderplatz”), Anton von Lucke (“Frantz”) e Devid Striesow (“Eu Estava em Casa, Mas…”). A trama original foi criada a partir da própria experiência de Remarque na guerra. A história gira em torno de um jovem idealista alemão que, instigado pelo patriotismo de seus professores, alista-se para lutar pelo país. Mas, em vez de glórias, encontra o despreparo, a violência extrema e a loucura no front, testemunhando seus colegas de classe morrerem um por um. Exibido no Festival de Toronto, o filme impressionou a crítica norte-americana, que lhe deu 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. O lançamento em streaming vai acontecer em 28 de outubro.
Judi Dench critica “The Crown”: “Sensacionalismo bruto”
A atriz Judi Dench (“Belfast”) criticou a vindoura 5ª temporada da série “The Crown”. Numa carta aberta publicada pelo jornal londrino The Times, Dench acusou os produtores da atração de borrarem “as linhas entre a precisão histórica e o sensacionalismo bruto”. Entre as preocupações levantadas pela atriz na sua carta, destaca-se a possibilidade de a série convencer os espectadores, especialmente seu público internacional, de que a dramatização vista na tela é um retrato genuíno da história da família real. Dench aponta como exemplo problemático disso o relato de que a 5ª temporada mostraria o príncipe Charles conspirando para derrubar a sua mãe, a falecida rainha Elizabeth II, e assumir o trono durante o início dos anos 1990. Segundo a atriz, ao tentar empurrar essa narrativa como verdadeira, a série está sendo “cruelmente injusta com os indivíduos e prejudicial à instituição que eles representam”. Dench se diz defensora da liberdade artística, mas afirma que os pronunciamentos da Netflix de que “The Crown” é um “drama ficcional” não são suficientes para diminuir a noção de realidade histórica que a série passa. O ideal, segundo ela, é que a série insira um aviso mais explicito antes de cada episódio. A atriz também pede que a Netflix considere os sentimentos da família real e do Reino Unido, que ainda estão de luto pela morte da rainha. Segundo Dench, o ato de a Netflix assumir uma maior responsabilidade seria uma “marca de respeito a uma soberana que serviu seu povo tão obedientemente por 70 anos e uma forma de preservar sua reputação aos olhos de seus assinantes britânicos.” Judi Dench teve uma relação muito próxima com a família real. Ela foi nomeada dama pela falecida rainha em 1988 e já interpretou tanto a rainha Elizabeth I (no filme “Shakespeare Apaixonado”) quanto a rainha Victoria (em “Sua Majestade, Mrs. Brown” e “Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha”). Além dela, o ex-primeiro-ministro britânico John Major, interpretado por Jonny Lee Miller na série, também criticou “The Crown” por apresentar a “mentira prejudicial e maliciosa” de que Charles planejou expulsar a rainha. Em uma declaração ao jornal Mail on Sunday, Major disse que a decisão da série de retratar essa história falsa nada mais é do que “um barril de bobagens jogado para fornecer o máximo de impacto dramático totalmente falso.” A 5ª temporada de “The Crown” estreia em 9 de novembro na Netflix. Leia abaixo a carta aberta de Judi Dench na íntegra. “Senhor, Sir John Major não está sozinho em suas preocupações de que a última série de ‘The Crown’ apresentará um relato impreciso e doloroso da história (News, 17 de outubro). De fato, quanto mais próximo o drama se aproxima de nossos tempos atuais, mais ele parece livremente disposto a borrar as linhas entre a precisão histórica e o grosseiro sensacionalismo. Embora muitos reconheçam ‘The Crown’ pelo relato brilhante, mas ficcional, dos eventos que ela é, temo que um número significativo de espectadores, principalmente no exterior, possa considerar sua versão da história totalmente verdadeira. Dadas algumas das sugestões dolorosas aparentemente contidas na nova série – que o rei Charles conspirou para sua mãe abdicar, por exemplo, ou que uma vez sugeriu que a paternidade de sua mãe era tão deficiente que ela poderia ter merecido uma sentença de prisão – isso é cruelmente injusto para os indivíduos e prejudiciais à instituição que representam. Ninguém acredita mais na liberdade artística do que eu, mas isso não pode passar sem contestação. Apesar de terem declarado publicamente esta semana que ‘The Crown’ sempre foi um ‘drama ficcional’, os criadores da série resistiram a todos os pedidos para que eles carregassem um aviso no início de cada episódio. Chegou a hora de a Netflix reconsiderar – pelo bem de uma família e de uma nação tão recentemente enlutada, como uma marca de respeito a uma soberana que serviu seu povo com tanto zelo por 70 anos e para preservar sua reputação aos olhos de seus assinantes britânicos. Dama Judi Dench Londres W1”
The Crown: Trailer da 5ª temporada destaca crise na monarquia
A Netflix divulgou o trailer da 5ª temporada de “The Crown”, que acompanha a saga da família real britânica durante a crise causada pelo fim do casamento do Príncipe Charles e da Princesa Diana. Os próximos episódios trazem Imelda Staunton, a Dolores Umbridge da saga “Harry Potter”, como última intérprete da rainha Elizabeth II. O papel já foi vivido anteriormente por Claire Foy (nos dois primeiros anos) e Olivia Colman (3ª e 4ª temporadas) e agora será de Stauton por mais duas temporadas, até o encerramento da série. O resto do elenco também foi alterado para refletir a passagem do tempo, trazendo Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como o príncipe Philip, Lesley Manville (de “Trama Fantasma”) como a princesa Margaret, Dominic West (“The Affair”) como o príncipe Charles e Elizabeth Debicki (“Tenet”) como a princesa Diana, além de Claudia Harrison (“Humans”) como a Princesa Anne, Jonny Lee Miller (“Elementary”) como o primeiro ministro John Major e Khalid Abdalla (“O Caçador de Pipas”) como Dodi Al-Fayed. A 5ª temporada vai estrear em 9 de novembro.
Netflix anuncia documentário dos Racionais pra novembro
A Netflix anunciou o lançamento de um documentário sobre o grupo de rap Racionais MC’s. Intitulado “Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo”, o documentário será lançado em 16 de novembro. Dirigida por Juliana Vicente (“Cidade Correria”), a obra mostrará a origem e a ascensão do grupo formado por Mano Brown, KL Jay, Ice Blue e Edi Rock, com entrevistas exclusivas e imagens de arquivo de toda a trajetória do grupo. Com cenas inéditas gravadas ao longo demais de 30 anos, a produção também abordará o impacto e o legado dos músicos desde os primeiros shows nas ruas de São Paulo até os dias de hoje. Antes de chegar ao streaming, “Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo” terá exibição na 46ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com sessão de gala marcada para 31 de outubro, na Cinemateca. 30 anos fazendo história. O documentário Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo chega dia 16 de novembro. pic.twitter.com/5MQAUxFTqU — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 19, 2022 QUEM NÃO TÁ EMPOLGADO PODE DAR UNFOLLOW AÍ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 19, 2022
Netflix vai manter lançamentos de temporadas completas: “Mais pessoas assistem”
A Netflix não pretende mudar seu modelo de lançamento de temporadas completas de séries. A informação, divulgada num comunicado enviado aos acionistas da empresa na terça-feira (18/10), veio após o boletim informativo Puck do mês passado ter informado que a gigante do streaming estaria considerando o lançamento de episódios semanais das suas atrações. “Achamos que nosso modelo de lançamento maratonável ajuda a gerar engajamento substancial, especialmente para títulos mais novos”, diz o texto. “Isso permite que os espectadores se percam nas histórias que amam.” A Netflix foi o primeiro serviço a disponibilizar temporadas completas das suas séries e, segundo a empresa, esse modelo é responsável por alguns dos seus maiores sucessos. “É difícil imaginar, por exemplo, como um título sul-coreano como ‘Round 6’ poderia se tornar um mega sucesso global sem o impulso das pessoas que decidiram maratoná-lo. Acreditamos que a capacidade de nossos membros mergulharem em uma história do início ao fim aumenta sua diversão, mas também a probabilidade de contar a seus amigos, o que significa que mais pessoas assistem, participam e ficam com a Netflix”, afirma a carta. A empresa usou como exemplo a série “Dahmer: Um Canibal Americano”, a 2ª série em inglês mais vista da Netflix, e apresentou um gráfico do Google Trends para ilustrar o aumento nas pesquisas pela palavra “Dahmer” no Google na época do lançamento da série, em relação a buscas a respeito de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” e “A Casa do Dragão”, exibidas no mesmo período, mas semanalmente. Ainda assim, a Netflix lança alguns reality shows, como “Casamento às Cegas” e “The Circle”, em blocos de episódios ao longo de várias semanas. Da mesma maneira, o serviço também separou o lançamento das últimas temporadas de “Stranger Things”, “Ozark” e “La Casa de Papel” em duas partes, como forma de maximizar o interesse e o envolvimento do espectador. Segundo a empresa, em alguns casos a temporada inteira não está disponível porque o título é licenciado de uma emissora de TV “e o episódio geralmente estará disponível na Netflix no dia ou semana após a transmissão em sua rede original”. Mas são exceções em seu sistema. Vale lembrar também que embora a Netflix afirme que não deseja mudar a sua forma de lançamento, nada impede que ela reformule esse pensamento no futuro. Afinal, a empresa sempre foi contra a inserção de anúncios dentro do seu serviço, mas agora se prepara para lançar um plano mais barato, com anúncios, em novembro.
Netflix volta a crescer e chega a 223,1 milhões de assinantes
A Netflix fechou o terceiro trimestre de 2022 com um aumento no número de assinantes, acrescentando 2,41 milhões de novos usuários – o que inclui um ganho de 100 mil somente no mercado dos EUA e Canadá. Com isso, a empresa fechou o mês de setembro com um total de 223,1 milhões de assinantes – superando, e muito, sua previsão de adicionar 1 milhão de novos assinantes nesse período. Entusiasmada com a volta de seu crescimento após perder público no começo do ano, a empresa espera aumentar ainda mais este número no quarto semestre do ano, estimando ganhar mais 4,5 milhões de novos clientes. Em parte, esses novos assinantes podem vir em decorrência do lançamento do plano mais barato de assinatura, com anúncios, que será lançado em 12 países em novembro. Mas a estimativa interna é que essa opção tenha impacto apenas em 2023. Da mesma maneira, também não está claro quantos dos clientes que se inscreverem no plano de anúncios serão assinantes existentes da Netflix, que escolheram migrar para um pacote mais barato. No entanto, o executivo da Netflix, Greg Peters, disse anteriormente que a empresa acredita que a receita por assinante do plano com anúncios será “de neutra a positiva”. A ideia do lançamento dessa opção é faturar com os anúncios e não com as assinaturas. Ainda assim, desde que anunciou seu plano de anúncios, as ações da Netflix subiram mais de 14%. Em termos de receita, a empresa registrou US$ 7,93 bilhões no trimestre, um aumento de 5,9% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, e um lucro diluído por ação de US$ 3,10, superando as expectativas. Para o quarto trimestre, a Netflix prevê uma receita de US$ 7,8 bilhões, atribuindo o declínio “ao fortalecimento contínuo do dólar americano em relação a outras moedas”. Parte desse crescimento se deve aos lançamentos da empresa nesse período, como as séries “Dahmer: Um Canibal Americano”, “Uma Advogada Extraordinária” e os episódios finais da 4ª temporada de “Stranger Things”, além dos filmes “Agente Oculto” e “Continência ao Amor”, que geraram grande repercussão e consumo de dados. Com isso, a Netflix resgata seu histórico de sucesso, após registrar sua primeira perda de assinantes em mais de uma década. No primeiro trimestre de 2022, a Netflix perdeu 200 mil assinantes e, no segundo semestre, esse número subiu para 970 mil. Em parte, essa perda refletiu o crescimento da concorrência acirrada e a inflação, que encareceu as assinaturas. Outro fator que pode aumentar o número de assinantes é o investimento da Netflix no setor de games. Atualmente, a empresa oferece 35 games dentro da sua plataforma, disponíveis nas assinaturas ou em compras nas lojas de aplicativos para celular. “Estamos vendo alguns sinais encorajadores de jogabilidade levando a uma maior retenção”, declarou a empresa, que já tem outros 55 games em desenvolvimento, muitos deles baseados em franquias de sucesso da própria Netflix.
Esposa de Aluguel: Filme brasileiro lidera ranking mundial da Netflix
A comédia brasileira “Esposa de Aluguel” foi o filme de língua não inglesa mais visto da Netflix na semana passada em todo o mundo. Lançado na terça (11/10), o longa estrelado por Caio Castro (“Novo Mundo”) e Thati Lopes (“Diários de Intercâmbio”) acumulou 27,3 milhões de horas e encabeçou o ranking mundial da plataforma. Considerando também a soma de horas dos filmes falados em inglês, “Esposa de Aluguel” só foi superado por “Uma Garota de Muita Sorte”, thriller dramático estrelado por Mila Kunis, visto por 57 milhões de horas. Mas ficou à frente do 2º lugar americano, ocupado por “A Maldição de Bridge Hollow”, que teve 25,1 milhões de horas no streaming. O sucesso internacional de “Esposa de Aluguel” reflete seu apelo de Sessão da Tarde, como uma variação moderna de “Namorada de Aluguel” (1987), que já rendeu muitas abordagens internacionais, como as fraquíssimas produções chinesa “Contract Lover” (2007) e filipina “Girlfriend for Hire” (2016). O filme traz Caio Castro como um solteirão convicto, que nunca se envolveu profundamente com nenhuma mulher além de sua mãe e das três irmãs. Mas ao saber que vai morrer, sua mãe controladora faz um último pedido: vê-lo casado. E para evitar ficar fora do testamento, o solteirão resolve contratar uma atriz (Thati Lopes) para fingir ser sua noiva. Só que ela começa a improvisar e faz tudo diferente do combinado. E para surpresa de todos, agrada em cheio a matriarca, que até entrega as chaves de um imóvel cobiçado da família para o casal. Embora a premissa seja familiar, com um final feliz sem surpresas, a trama parece incluir reviravoltas novas. Além disso, o talento de Thati Lopes para o humor já conseguiu fazer uma limonada com outra Sessão da Tarde batida, “Socorro, Virei uma Garota!”. “Esposa de Aluguel” tem roteiro de Fil Braz (“Minha Mãe é uma Peça 3”), direção de Cris D’Amato (“Pai em Dobro”) e ainda traz em seu elenco Mariana Xavier (também de “Minha Mãe é uma Peça 3”), Gabi Lopes (“A Menina que Matou os Pais”) e Danielle Winits (“Tudo Bem no Natal que Vem”). Veja o trailer abaixo.
“Bem-Vindo à Vizinhança” vira novo campeão de audiência da Netflix
O thriller imobiliário “Bem-Vindo à Vizinhança” (The Watcher) foi a série mais vista entre 10 e 16 de outubro na Netflix. A atração produzida por Ryan Murphy destronou outra minissérie do mesmo produtor, “Dahmer: Um Canibal Americano”, que liderou por 21 dias consecutivos o topo do ranking do streaming. “Bem-Vindo à Vizinhança” repercutiu com uma estreia muito forte. Entre seu lançamento na quinta (13/10) e o domingo passado (16/10), teve 125 milhões de horas visualizadas, de acordo com informações da própria Netflix. A atração estrelada por Naomi Watts (“Goodnight Mommy”) e Bobby Cannavale (“Mr. Robot”) chegou ao Top 10 da plataforma em 90 países. A trama é baseada na história real de um casal que compra aquela que seria a sua casa dos sonhos e começa a receber cartas assustadoras de alguém que os vigia. Mas mesmo sendo ultrapassada, “Dahmer: Um Canibal Americano” não desacelerou. Depois de se tornar a segunda série em inglês mais vista da Netflix em todos os tempos, a história do serial killer Jeffrey Dahmer continua atraindo grande audiência, vista durante 122,7 milhões de horas na última semana, muito perto do desempenho da estreia de “Bem-Vindo à Vizinhança”. Ao todo, “Dahmer” já rendeu 824,1 milhões de horas de reprodução desde sua estreia em 21 de setembro, abrindo cada vez mais distância do 3º lugar de todos os tempos da plataforma, ocupado pela 2ª temporada de “Bridgerton”, com 656,2 milhões de horas. O filme mais visto na semana passada foi “Uma Garota de Muita Sorte”, thriller dramático estrelado por Mila Kunis, visto por 57 milhões de horas. Mas apesar dessa popularidade, a produção foi muito mal avaliada pela crítica, com apenas 46% de aprovação no Rotten Tomates. Em 2º lugar nesse ranking ficou outra bomba, “A Maldição de Bridge Hollow”, com 41% no Rotten Tomatoes e 25,1 milhões de horas no streaming. A grande surpresa da audiência internacional do serviço ficou por conta da comédia brasileira “Esposa de Aluguel”, que abriu em 1º lugar entre os filmes não falados em inglês da Netflix, com 27,3 milhões de horas.
Família que inspirou “Bem-Vindo à Vizinhança” pediu mudanças na série
A série “Bem-Vindos à Vizinhança” (The Watcher), que estreou na última quinta (13/10) na Netflix, é baseada numa bizarra história real, que há oito anos aterrorizou os proprietários de uma casa em Nova Jersey nos EUA. E embora os antigos donos da casa não tenham se envolvido na produção, eles pediram que a série fizesse algumas mudanças em relação ao que aconteceu de verdade. A família que vivenciou aquela história – e que vendeu os direitos de adaptação para a Netflix – solicitou que a série não usasse os seus nomes reais e apresentasse uma família que fosse diferente deles. A solicitação foi uma forma que a família encontrou de ter um pouco mais de controle sobre sua privacidade, ao contrário do que aconteceu com a produção do telefilme “The Watcher” (2016), que também narrou a mesma história. A Netflix atendeu o pedido, mudando o sobrenome da família de Broaddus para Brannock, e mostrando-os como tendo dois filhos mais crescidos, em vez de ter três filhos no Ensino Fundamental. E embora fosse mais uma sugestão do que um pedido, a família verdadeira também disse que não se oporia se a casa exibida na série fosse queimada até restarem apenas cinzas. Estrelada por Naomi Watts (“Goodnight Mommy”) e Bobby Cannavale (“Mr. Robot”), “Bem-Vindos à Vizinhança” conta a história de um casal que compra aquela que seria a sua casa dos sonhos e começa a receber cartas assustadoras de alguém que os vigia. Ainda que seja baseada em um caso real, a maior mudança feita pela série criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (parceiros desde “Glee”) não tem relação com os pedidos da família, mas sim com a necessidade narrativa. Na história real, o casal nunca chegou a se mudar para a casa que compraram. Portanto, a família real não estava sujeita a hostilidades crescentes, como arrombamentos e telefonemas vistos ao longo da série. Apesar das mudanças, muito do que é mostrado na série aconteceu de verdade. O conteúdo das cartas foi reproduzido com exatidão, assim como a divulgação do endereço da casa, localizada no agora infame endereço 657 Boulevard em Westfield, Nova Jersey (apesar de que a série foi gravada em Nova York) – e que não virou cinzas. “Bem-Vindos à Vizinhança” já está disponível na Netflix. Assista abaixo ao trailer da série.
Enola Holmes aprende a dançar em vídeo do novo filme com Millie Bobby Brown
A Netflix divulgou uma cena de “Enola Holmes 2”, sequência do longa estrelado por Millie Bobby Brown em 2020. A prévia mostra a irmã mais esperta de Sherlock Holmes aprendendo a dançar, graças a um providencial encontro furtuito com o jovem Visconde Tewksbury (Louis Partridge), durante sua nova investigação. Embora o visconde seja exclusivo do primeiro livro, “O Caso do Marquês Desaparecido”, Partridge continua na franquia, assim como Helena Bonham Carter no papel da mãe da protagonista, Susan Wokoma como Edith, Adeel Akhtar como o Inspetor Lestrade e, claro, Henry Cavill como Sherlock Holmes. Os filmes são baseados na franquia literária “Os Mistérios de Enola Holmes” e o segundo título da coleção de seis romances de Nancy Spinger é “O Caso da Senhorita Canhota”. O problema dessa opção é que, como o filme inaugural, que girou em torno do desaparecimento da mãe da protagonista, a trama repete o enredo da busca por uma mulher desaparecida: a jovem Srta. Cecily, que sumiu sem deixar rastros. O detalhe é que o que parece ser um simples caso de desaparecimento acaba coincidindo com uma investigação complexa do irmão famoso de Enola. O diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”), que fez sua estreia em longas no filme anterior, e o roteirista Jack Thorne (“Extraordinário”) também retornam no filme número 2. “Enola Holmes 2” estreia no dia 4 de novembro.
Casal sofre com separação no trailer de “Young Royals 2”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer nacionais da 2ª temporada de “Young Royals”, que mostra a difícil e dolorida separação do casal central do drama LGBTQIAP+ adolescente. O romance sueco conta a história do jovem príncipe Wilhelm (Edvin Ryding), que vai estudar em um internato da alta sociedade após se meter em confusões que prejudicaram a imagem da realeza. Ao chegar à escola de elite, ele é apresentado a Simon (Omar Rudberg), um dos integrantes do coral do colégio, e logo amizade entre os dois ganha profundidade romântica, mas diversas barreiras impedem que eles fiquem juntos. A 1ª temporada teve seis episódios de 40 minutos cada, escritos por Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman, e a história vai continuar com mais seis capítulos no dia 1 de novembro.
5ª temporada de “The Crown” ganha coleção de pôsteres
A Netflix divulgou cinco pôsteres da 5ª temporada de “The Crown”, que traz os novos intérpretes da saga da família real britânica durante a crise do casamento da Princesa Diana. Os próximos episódios trazem Imelda Staunton, a Dolores Umbridge da saga “Harry Potter”, como última intérprete da rainha Elizabeth II. O papel já foi vivido anteriormente por Claire Foy (nos dois primeiros anos) e Olivia Colman (3ª e 4ª temporadas) e agora será de Stauton por mais duas temporadas, até o encerramento da série. O resto do elenco também foi alterado para refletir a passagem do tempo, trazendo Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como o príncipe Philip, Lesley Manville (de “Trama Fantasma”) como a princesa Margaret, Dominic West (“The Affair”) como o príncipe Charles e Elizabeth Debicki (“Tenet”) como a princesa Diana, além de Claudia Harrison (“Humans”) como a Princesa Anne, Jonny Lee Miller (“Elementary”) como o primeiro ministro John Major e Khalid Abdalla (“O Caçador de Pipas”) como Dodi Al-Fayed. A 5ª temporada vai estrear em 9 de novembro.












