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    Thati Lopes vira “Esposa de Aluguel” de Caio Castro. Veja o trailer

    13 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Esposa de Aluguel”, nova comédia brasileira que lembra uma velha Sessão da Tarde. O filme traz Caio Castro (“Novo Mundo”) como um solteirão convicto, que nunca se envolveu profundamente com nenhuma mulher além de sua mãe e das três irmãs. Mas ao saber que vai morrer, sua mãe controladora faz um último pedido: vê-lo casado. E para evitar ficar fora do testamento, o solteirão resolve contratar uma atriz (Thati Lopes, de “Diários de Intercâmbio”) para fingir ser sua noiva. Só que ela começa a improvisar e faz tudo diferente do combinado. E para surpresa de todos, agrada em cheio a matriarca, que até entrega as chaves de um imóvel cobiçado da família para o casal. Embora a premissa seja familiar, com um final feliz sem surpresas, a trama parece incluir reviravoltas novas. Além disso, o talento de Thati Lopes para o humor já conseguiu fazer uma limonada com outra Sessão da Tarde batida, “Socorro, Virei uma Garota!”. “Esposa de Aluguel” tem roteiro de Fil Braz (“Minha Mãe é uma Peça 3”), direção de Cris D’Amato (“Pai em Dobro”) e ainda traz em seu elenco Mariana Xavier (também de “Minha Mãe é uma Peça 3”), Gabi Lopes (“A Menina que Matou os Pais”) e Danielle Winits (“Tudo Bem no Natal que Vem”). A estreia está marcada para 11 de outubro.

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    HBO e HBO Max vencem Netflix no Emmy 2022

    13 de setembro de 2022 /

    A combinação do canal pago HBO e da plataforma HBO Max superou com folga a rival Netflix na contagem geral do Emmy deste ano. Após vencer uma dúzia dos prêmios principais da Academia de Artes e Ciências Televisivas na noite de segunda (12/9), as HBOs chegaram a um total de 37 vitórias, incluindo os troféus preliminares, entregues em 3 e 4 de setembro. As séries mais premiadas do streaming do conglomerado Warner Bros. Discovery foram “The White Lotus” (10 prêmios), “Euphoria” (6) e “Succession” (4). Já Netflix levou para casa um total de 26 troféus, mas apenas três na cerimônia de segunda. Os destaques do streaming mais antigo foram “Round 6” (6), “Stranger Things” (5) e “Arcane” (4). O resultado representa uma reversão das fortunas de 2021, quando a Netflix teve 44 Emmys no total, contra 19 da HBO/HBO Max. O resultado é importante especialmente para a HBO Max, que enfrenta uma crise administrativa após a fusão da Warner e da Discovery, com cancelamentos repentinos e sumiços de séries na plataforma. Também reforça a estratégia de Casey Bloys, chefe de conteúdo das HBOs, de priorizar produtos de qualidade sobre quantidade. Este parece ser justamente o problema da Netflix, que produz uma quantidade inigualável de atrações. Só que o excesso faz com que até produções de qualidade se percam na página inicial da plataforma, sem que o público consiga descobri-las. Com a ambição de reconhecimentos no Emmy e até no Oscar, a Netflix pode ter que repensar seus métodos de produção, aproveitando para transformar a atual crise de assinantes da empresa numa oportunidade para rever seu modelo de negócios. No caso, não se trata sequer de reinvenção, mas de volta às origens. Vale lembrar que, em seus primeiros anos, a aposta da plataforma era em produções de prestígio, como “House of Cards” e “Orange is the New Black”, que fizeram História no Emmy e mudaram a cara da “televisão” para sempre. Em meio à essa disputa, é importante prestar atenção ainda no crescimento das plataformas da Disney, Hulu (equivalente à Star+ no Brasil) e Disney+. Elas tiveram seis vitórias cada, gerando uma dúzia de prêmios somados. Durante a D23 Expo, convenção da Disney realizada no último fim de semana, o CEO da companhia, Bob Chapek, confirmou planos de juntar Hulu e Disney+ num único streaming – o que já acontece na Europa. Isto só não foi adiante ainda nos EUA porque a Disney não detém 100% da Hulu – a Comcast, dona da NBCUniversal, possui 33%. Mas a situação deve mudar a partir de 2024, quando está prevista contratualmente a possibilidade de compra das ações minoritárias pelo império comandado por Chapek. Na D23, o executivo afirmou que gostaria, inclusive, de apressar esse cronograma, revelando que tem participado de conversas com a NBCUniversal sobre o tema. A médio prazo, isso pode significar uma ameaça para o reinado da HBO e da Netflix nas premiações da indústria.

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    “Round 6” faz História no Emmy

    13 de setembro de 2022 /

    “Round 6” fez História no Emmy ao vencer os troféus de Melhor Direção e Melhor Ator em Série de Drama, conquistados respectivamente por Hwang Dong-hyuk e Lee Jung-jae. A premiação da Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA, realizada no Microsoft Theater, em Los Angeles, na noite desta segunda (12/9), marcou a primeira vez que artistas de países que não falam em inglês foram premiados nessas categorias. Série de maior sucesso da Netflix, a produção sul-coreana foi criada por Hwang Dong-hyuk, que escreveu, produziu e dirigiu os episódios sobre uma competição de vida ou morte por dinheiro. Lee Jung-jae interpretou Seong Gi-hun, o vencedor e único sobrevivente dos jogos da 1ª temporada. Enquanto Lee preferiu usar coreano em seu agradecimento, Hwang se mostrou bem desinibido e disse esperar que aquele tenha sido apenas o primeiro Emmy de um diretor estrangeiro e o primeiro de sua própria carreira. Ele também aproveitou para fazer propaganda da 2ª temporada, que entretanto só deve chegar em 2024 na Netflix. Com 1,65 bilhão de visualizações em seus primeiros 28 dias de lançamento, a atração detém atualmente o recorde de série mais assistida da Netflix em todos os tempos, com uma ampla vantagem para as demais produções.

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    Netflix apresenta anime sci-fi de terror com trilha de vencedor do Oscar

    12 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Exception”, anime de terror espacial. A prévia apresenta o belo visual da atração, que mistura animação tradicional e 3D, ao mesmo tempo que traz alguns dos questionamentos que guiam a série, como “o que é a consciência?”, “o que é um humano?” e “o que é a vida?” A trama de “Exception” se passa em um futuro distante, após a humanidade ter sido expulsa da Terra e forçada a mover sua população para outra galáxia. Nessa nova realidade, membros de uma equipe de reconhecimento são enviados para procurar um planeta adequado para terraformação. Toda a tripulação é criada através de uma impressora 3D biológica. Porém, o mau funcionamento do sistema faz com que um dos membros, Lewis, surja em um estado deformado e passe a enfrentar os demais tripulantes, inclusive a versão “normal” dele mesmo. “Exception” foi escrito por Hirotaka Adachi, também conhecido como Otsuichi (“Ultraman Jîdo”), e o primeiro episódio foi dirigido por Yûzô Satô (“Hunter x Hunter: Fantasma Vermelho”). Já a trilha sonora da série é composta por Ryuichi Sakamoto, veterano compositor japonês que venceu o Oscar por seu trabalho em “O Último Imperador” (1987) – e mais recentemente compôs a trilha de “O Regresso” (2015). A estreia está marcada para 13 de outubro, na Netflix.

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    Netflix revela trailer da animação do rapper Kid Cudi

    12 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Entergalactic”, animação criada pelo rapper Kid Cudi (“Não Olhe para Cima”) em parceria com Kenya Barris (o criador de “Black-ish”). A atração é voltada ao público adulto e vai acompanhar um álbum musical homônimo de Cudi. Com um visual que lembra o estilo de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, mas com mais aquarelas, a prévia revela uma história romântica, em que garoto encontra garota e desperta faíscas. Mas ele é capaz de estragar tudo por ser inconsequente. Já a sinopse oficial descreve outra coisa, dizendo que a animação mostrará “uma explosão de arte, música e moda” em uma “cidade que consegue equilibrar os três: Nova York”. A produção conta com um elenco estrelado de vozes, que inclui o próprio Kid Cudi (ou Scott Mescudi) no papel principal e Jessica Williams (“Fora de Série”) como seu par romântico, além de Timothée Chalamet (“Duna”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Vanessa Hudgens (“Tick, Tick…Boom!”), Christopher Abbott (“Possessor”), Teyana Taylor (“Um Príncipe em Nova York 2”), Jaden Smith (“The Get Down”), Keith David (“Armageddon”), Arturo Castro (“Narcos”), Macaulay Culkin (“American Horror Story”) e os rappers Ty Dolla $ign e 070 Shake. A estreia vai acontecer em 30 de setembro.

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    Depois do Universo: Primeiro filme de Giulia Be ganha data de estreia

    12 de setembro de 2022 /

    A Netflix anunciou a data de estreia de “Depois do Universo”, primeiro filme da cantora Giulia Be e estreia brasileira de Henry Zaga. Apesar de ter nascido no Brasil, como comprova o nome de batismo Henrique Gonzaga, ele só tinha feito produções americanas, como as séries “Teen Wolf”, “13 Reasons Why”, “Quem É Você, Alasca?”, “Gatunas” e “The Stand”, além dos filmes “XOXO – A Vida é uma Festa” e “Os Novos Mutantes”, entre outros. O filme conta a história da talentosa pianista Nina (Be), que precisa superar os desafios de lidar com o lúpus, uma doença autoimune que pode atacar qualquer parte do corpo – o rim, no caso da jovem. Durante o tratamento, ela é surpreendida por uma forte conexão com Gabriel (Zaga), um dos médicos da equipe que a atende e que irá ajudá-la a superar suas inseguranças na luta para se apresentar nos palcos junto de uma grande orquestra de São Paulo. “Depois do Universo” tem roteiro e direção de Diego Freitas (“O Segredo de Davi”) e seu elenco também inclui os atores João Miguel, Othon Bastos, Rita Assemany, Leo Bahia, Viviane Araújo, Isabel Fillardis, Adriana Lessa, Denise Del Vecchio e João Côrtes. A estreia foi marcada para o dia 27 de outubro. Henrique Zaga e @giulia passando pra avisar que meu novo filme, Depois do Universo, chega dia 27 de outubro. Agora só falta divulgarem quantos lencinhos são necessários pra assistir ao filme. 🥹❤️‍🩹🤧 pic.twitter.com/4bxRCAf5B2 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 12, 2022

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    Emmy 2022: Premiação das melhores séries acontece nesta noite

    12 de setembro de 2022 /

    A Academia de Artes e Ciências Televisivas dos Estados Unidos entrega na noite desta segunda-feira (12/9) os prêmios Emmys, principal premiação da indústria americana de televisão e streaming. A cerimônia acontece no Microsoft Theater, em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h do horário de Brasília. Apesar dos prêmios mais esperados estarem concentrados neste evento, a lista de categorias é tão grande que o Emmy é dividido em três noites. Os troféus de categorias técnicas, animações, documentários, especiais de variedades e reality shows já foram, inclusive, entregues na semana passada, quando “Euphoria” e “White Lotus”, da HBO, e “Stranger Things”, da Netflix se destacaram. Cada uma dessas séries levou cinco prêmios, mesma quantidade vencida pela série documental “The Beatles: Get Back”, da Disney+, e o especial “Adele: One Night Only”, da CBS, que não disputam mais troféus. O fenômeno sul-coreano “Round 6”, da Netflix, apareceu em seguida, com quatro vitórias, inclusive de atuação para Lee You-mi, que viveu Ji-yeong, a jogadora 240, e se tornou a primeira artista sul-coreana a vencer o Emmy de Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. Há grande expectativa sobre o desempenho de “Round 6” nesta noite, que já fez História como a primeira produção em língua não inglesa indicada na categoria de Melhor Série de Drama. A atração sul-coreana da Netflix é uma das que soma o maior número de indicações, disputando ainda 8 prêmios nesta noite. Outras produções com grande quantidade de indicações são “Succession” com 12, “White Lotus” com 11, “Only Murders in the Building” com 10, “Dopesick” com 9 e “Ted Lasso” com 8. A cerimônia será comandada pelo ator Keenan Thompson, ex-integrante do humorístico “Saturday Night Live”. Confira abaixo a lista dos indicados e dos que já venceram os prêmios distribuídos na semana passada no Emmy.   INDICADOS Melhor Série de Drama “Better Call Saul” (AMC) “Euphoria” (HBO) “Ozark” (Netflix) “Severance” (Apple TV+) “Succession” (HBO) “Round 6” (Netflix) “Stranger Things” (Netflix) “Yellowjackets” (Showtime) ​ Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer, “Killing Eve” Laura Linney, “Ozark” Melanie Lynskey, “Yellowjackets” Sandra Oh, “Killing Eve” Reese Witherspoon, “The Morning Show” Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” Adam Scott, “Severance” Brian Cox, “Succession” Lee Jung-jae, “Round 6” Bob Odenkirk, “Better Call Saul” Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Patricia Arquette, “Severance” Julia Garner, “Ozark” Jung Ho-yeon, “Round 6” Christina Ricci, “Yellowjackets” Rhea Seehorn, “Better Call Saul” J. Smith-Cameron, “Succession” Sarah Snook, “Succession” Sydney Sweeney, “Euphoria” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Nicholas Braun, “Succession” Billy Crudup, “The Morning Show” Kieran Culkin, “Succession” Park Hae-soo, “Round 6” Matthew Macfadyen, “Succession” John Turturro, “Severance” Christopher Walken, “Severance” Oh Yeong-su, “Round 6” Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” (Episódio A Hard Way To Go) Ben Stiller, “Ruptura” (Episódio The We We Are) Hwang Dong-hyuk, “Round 6” (Episódio Red Light, Green Light) Mark Mylod, “Succession” (Episódio All The Bells Say) Cathy Yan, “Succession” (Episódio The Disruption) Lorene Scafaria, “Succession” (Episódio Too Much Birthday) Karyn Kusama, “Yellowjackets” (Episódio Piloto) Melhor Roteiro em Série de Drama Thomas Schnauz, “Better Call Saul” (Episódio Plan And Execution) Chris Mundy, “Ozark” (Episódio A Hard Way To Go) Dan Erickson, “Ruptura” (Episódio The We We Are) Hwang Dong-hyuk, “Round 6” (Episódio One Lucky Day) Jesse Armstrong, “Succession” (Episódio All The Bells Say) Jonathan Lisco, Ashley Lyle e Bart Nickerson, “Yellowjackets” (Episódio F Sharp) Ashley Lyle e Bart Nickerson, “Yellowjackets” (Episódio Piloto) Melhor Série de Comédia “Abbott Elementary” (ABC) “Barry” (HBO) “Curb Your Enthusiasm” (HBO) “Hacks” (HBO) “Maravilhosa Sra. Maisel” (Amazon Prime Video) “Only Murders in the Building” (Hulu) “Ted Lasso” (Apple TV+) “What We Do in the Shadows” (FX) Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan, “Maravilhosa Sra. Maisel” Quinta Brunson, “Abbott Elementary” Kaley Cuoco, “The Flight Attendant” Elle Fanning, “The Great” Issa Rae, “Insecure” Jean Smart, “Hacks” Melhor Ator em Série de Comédia Donald Glover, “Atlanta” Bill Hader, “Barry” Nicholas Hoult, “The Great” Steve Martin, “Only Murders in the Building” Martin Short, “Only Murders in the Building” Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” Hannah Einbinder, “Hacks” Janelle James, “Abbott Elementary” Kate McKinnon, “Saturday Night Live” Sarah Niles, “Ted Lasso” Sheryl Lee Ralph, “Abbott Elementary” Juno Temple, “Ted Lasso” Hannah Waddingham, “Ted Lasso” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Donald Glover, “Atlanta” Bill Hader, “Barry” Nicholas Hoult, “The Great” Steve Martin, “Only Murders in the Building” Martin Short, “Only Murders in the Building” Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Melhor Direção em Série de Comédia Hiro Murai, “Atlanta” (Episódio New Jazz) Bill Hader, “Barry” (Episódio 710N) Lucia Aniello, “Hacks” (Episódio There Will Be Blood) Mary Lou Belli, “The Ms. Pat Show” (Episódio Baby Daddy Groundhog Day) Cherien Dabis, “Only Murders In The Building” (Episódio The Boy From 6B) Jamie Babbit, “Only Murders In The Building” (Episódio True Crime) MJ Delaney, “Ted Lasso” (Episódio No Weddings And A Funeral) Melhor Roteiro em Série de Comédia Quinta Brunson, “Abbott Elementary” (Episódio Piloto) Duffy Boudreau, “Barry” (Episódio 710N) Alec Berg e Bill Hader, “Barry” (Episódio starting now) Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky, “Hacks” (Episódio The One, The Only) Steve Martin e John Hoffman, “Only Murders In The Building” (Episódio True Crime) Jane Becker, “Ted Lasso” (Episódio No Weddings And A Funeral) Sarah Naftalis, “What We Do In The Shadows” (Episódio The Casino) Stefani Robinson, “What We Do In The Shadows” (Episódio The Wellness Center) Melhor Minissérie ou Série de Antologia “Dopesick” “The Dropout” “Inventing Anna” “Pam and Tommy” “The White Lotus” Melhor Atriz em Minissérie ou Antologia Toni Collette, “A Escada” Julia Garner, “Inventando Anna” Lily James, “Pam and Tommy” Sarah Paulson, “Impeachment: American Crime Story” Margaret Qualley, “Maid” Amanda Seyfried, “The Dropout” Melhor Ator em Minissérie ou Antologia Colin Firth, “The Staircase” Andrew Garfield, “Under the Banner of Heaven” Oscar Issac, “Scenes from a Marriage” Michael Keaton, “Dopesick” Himesh Patel, “Station Eleven” Sebastian Stan, “Pam and Tommy” Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Connie Britton, “The White Lotus” Jennifer Coolidge, “The White Lotus” Alexandra Daddario, “The White Lotus” Kaitlyn Dever, “Dopesick” Natasha Rothwell, “The White Lotus” Sydney Sweeney, “The White Lotus” Mare Winningham, “Dopesick” Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Murray Bartlett, “The White Lotus” Jake Lacy, “The White Lotus” Will Poulter, “Dopesick” Seth Rogen, “Pam & Tommy” Peter Sarsgaard, “Dopesick” Michael Stuhlbarg, “Dopesick” Steve Zahn, “The White Lotus” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Danny Strong, “Dopesick” (Episódio The People vs. Purdue Pharma) Michael Showalter, “The Dropout” (Episódio Green Juice) Francesca Gregorini, “The Dropout” (Episódio Iron Sisters) John Wells, “Maid” (Episódio Sky Blue) Hiro Murai, “Estação Onze” (Episódio Wheel Of Fire) Mike White, “The White Lotus” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme Danny Strong, “Dopesick “(Episódio The People vs. Purdue Pharma) Elizabeth Meriwether, “The Dropout” (Episódio I’m In A Hurry) Sarah Burgess, “Impeachment: American Crime Story” (Episódio Man Handled) Molly Smith Metzler, “Maid” (Episódio Snaps) Patrick Somerville, “Estação Onze” (Unbroken Circle) Mike White, “The White Lotus” Melhor Série de Esquetes “A Black Lady Sketch Show” “Saturday Night Live” Melhor Talk Show “The Daily Show with Trevor Noah” “Jimmy Kimmel Live!” “Last Week Tonight with John Oliver” “Late Night with Seth Meyers” “The Late Show with Stephen Colbert” Melhor Reality de Competição “The Amazing Race” “Lizzo’s Watch out for the Big Girls” “Nailed It” “Rupaul’s Drag Race” “Top Chef”   VENCEDORES Melhor Ator Convidado em Série de Drama Colman Domingo (“Euphoria – Ruminations: Big and Little Bullys”) Melhor Atriz Convidada em Série de Drama Lee You-mi (“Round 6 – Gganbu”) Melhor Ator Convidado em Série de Comédia Nathan Lane (“Only Murders in the Building – The Boy From 6B”) Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia Laurie Metcalf (“Hacks – Trust The Process”) Melhor Ator em Série Curta de Comédia ou Drama Tim Robinson )”I Think You Should Leave with Tim Robinson”) Melhor Atriz em Série Curta de Comédia ou Drama Patricia Clarkson (“State of the Union”) Melhor Elenco para Série de Drama “Succession” Melhor Elenco para Série de Comédia “Abbott Elementary” Melhor Elenco para Série Limitada, Antologia ou Telefilme “The White Lotus” Melhor Figurino de Série de Época “The Great – Five Days” Melhor Figurino de Série Contemporânea “Hacks – The Captain’s Wife” Melhor Figurino de Série de Fantasia/Ficção-Científica “What We Do in the Shadows – The Wellness Center” Melhores Cabelos para Séries de Época e/ou Personagem “Bridgerton – O Visconde que me Amava” Melhor Edição de Imagem para Série de Comédia Multi-Câmera “How I Met Your Father – Timing is Everything” (Hulu) Melhor Coreografia para Programa Roteirizado Ryan Heffington (“Euphoria – Call Me Irresponsible/Holding Out For a Hero/Cheerleader”) Melhor Mixagem de Som para Série Limitada, Antologia ou Telefilme “The White Lotus – Departures” Melhor Mixagem de Som para Série de Comédia ou Drama (Meia-Hora) “Only Murders in the Building – The Boy From 6B” Melhor Mixagem de Som para Série de Comédia ou Drama (Uma Hora) “Stranger Things – Chapter Seven: The Massacre At Hawkins” Melhor Fotografia para Série de Câmera Única (Meia Hora) “Atlanta – Three Slaps” Melhor Fotografia para Série de Câmera Única (Uma Hora) “Euphoria – The Theater And Its Double” Melhores Efeitos Visuais Especiais em uma Temporada ou Telefilme “O Livro de Boba Fett” Melhor Efeitos Visuais Especiais em um único Episódio “Round 6 – VIPs” Melhor Coordenação de Dublês para Série de Comédia ou Variedades Wade Allen (“Barry”) Melhor Coordenação de Dublês para Séries de Drama, Séries Limitadas ou Antologia ou Telefilme Hiro Koda (“Stranger Things”) Melhor Performance de Dublês “Round 6 – Stick To the Team” Melhor Maquiagem para Série de Época e/ou Personagem (Sem Próteses) “Pam & Tommy – Jane Fonda” Melhor Maquiagem Contemporânea (Sem Prótese) “Euphoria – The Theater And Its Double” Melhor Maquiagem com Prótese “Stranger Things – Chapter Four: Dear Billy” Melhor Design de Produção para Série de Época ou Fantasia (Uma Hora) “A Idade Dourada – Never the New” Melhor Design de Produção para Série Contemporânea (Uma Hora) “Round 6 – Gganbu” Melhor Design de Produção para Série de Comédia (Meia Hora) “Only Murders in the Building – True Crime” Melhor Edição de Imagem para Série de Drama “Euphoria – The Theater And Its Double” Melhor Edição de Imagem para Série de Comédia “Barry – Starting Now” Melhor Edição de Imagem para Série Limitada, Antologia ou Telefilme “The White Lotus – Mysterious Monkeys” Melhor Design de Abertura de Série “Severance” Melhor Design de Movimento “Home Before Dark” Melhor Música e Letra Originais Cinco Paul pela música “Corn Puddin” (“Schmigadoon! – Schmigadoon!”) Melhor Composição Musical para Série Limitada ou Antologia, Telefilme ou Especial Cristobal Tapia de Veer (“The White Lotus – Mysterious Monkey”) Melhor Supervisão Musical Nora Felder (“Stranger Things – Chapter Four: Dear Billy”) Melhor Edição de Som para Séries de Comédia ou Drama (Uma Hora) “Stranger Things – Chapter Seven: the Massacre At Hawkins Lab”) Melhor Edição de Som para Série de Comédia ou Drama (Meia-Hora) “Barry – Starting Now” Melhor Edição de Som para Série Limitada ou Antologia, Telefilme ou Especial “Cavaleiro da Lua – Gods And Monsters” Melhor Composição Musical de Série Theodore Shapiro (“Severance – We We Are”) Melhor Tema Musical Original de Abertura Cristobal Tapia de Veer (“The White Lotus”) Melhor Penteado Contemporâneo “Impeachment: American Crime Story – Assassination of Monica Lewinsky” Melhor Fotografia para Série Limitada, Antologia ou Telefilme Cecco Varese (“Dopesick – Breakthrough Pain”) Melhor Fotografia para Série Multi-Câmera Gary Baum (“How I Met Your Father – Pilot”) Melhor Telefilme “Tico e Teco: Defensores da Lei” Melhor Programa de Animação “Arcane – When These Walls Come Tumbling Down” Melhor Elenco de Reality Show “Love on the Spectrum” Melhor Desempenho de Voz de Personagens Chadwick Boseman (“What If…? – What If… T’Challa Became A Star-Lord?”) Melhor Coreografia de Programação de Variedades ou Reality Show Parris Goebel (“Savage X Fenty Show Vol. 3”) Melhor Fotografia de Programa de Não-Ficção Mike Prickett e Laurent Pujol (“100 Foot Wave – Chapter IV – Dancing With God”) Melhor Fotografia de Reality Show Danny...

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    “The Watcher”, nova série de Ryan Murphy, ganha primeiro teaser

    9 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “The Watcher”, nova produção de Ryan Murphy e seu colaborador frequente Ian Brennan (parceiros desde “Glee”). A atração gira em torno de um casal que vê a mudança para a casa de seus sonhos ameaçada por cartas aterrorizantes de um perseguidor. O vídeo de divulgação não detalha quase nada disso. Filmado como se fosse um comercial, o trailer mostra a atriz Jennifer Coolidge (“The White Lotus”) como uma corretora de imóveis apresentando uma casa de alto padrão. O tom se torna mais cômico à medida que o vídeo avança, com Coolidge tentando “desligar” uma lareira ou falando que é possível colocar um corpo inteiro no pequeno elevador de serviço. É só ao final do vídeo que a personagem faz uma sugestão a respeito da temática da série, quando ela fala que é melhor deixar as cortinas fechadas, porque alguém pode estar espiando. A trama é inspirada na famosa casa “Watcher” em Nova Jersey. Um casal comprou o imóvel colonial holandês de 1905 por quase US$ 1,4 milhão em 2014, mas foram forçados a abandonar sua nova casa por causa de cartas arrepiantes de alguém que se autodenominava “O Vigia” e que afirmava ter “vigiado” a casa por décadas. “Eu sou o Vigia. Traga-me seu sangue jovem”, dizia uma das notas. A família abandonou o imóvel e o colocou para locação. Em 2017, o locatário também recebeu uma carta sinistra de “O Vigia”, ameaçando sua vida. A casa foi vendida em 2019 por US$ 959 mil e a identidade do “Vigia” nunca foi descoberta. Segundo a sinopse oficial, Dean (Bobby Cannavale, de “Mr. Robot”) e Nora Brannock (Naomi Watts, de Gypsy) acabaram de comprar a casa dos seus sonhos no idílico subúrbio de Westfield, em Nova Jersey. Mas logo depois de gastarem todas as suas economias para fechar o negócio, eles percebem que o bairro não é nada acolhedor. Há uma mulher mais velha e excêntrica chamada Pearl (Mia Farrow, de “O Ex-Namorado da Minha Mulher”) e seu irmão Jasper (Terry Kinney, de “Billions”) que se infiltram na casa dos Brannock e se escondem no elevador. Há também Karen (Coolidge), a corretora de imóveis e uma velha conhecida de Nora, que os faz sentir como se não pertencessem àquele lugar. Além disso, o bairro ainda conta com os vizinhos intrometidos Mitch (Richard Kind, de “tick, tick… BOOM!”) e Mo (Margo Martindale, de “The Americans”), que não respeitam os limites da propriedade. Mas a vida do casal principal só vira mesmo um verdadeiro inferno quando as cartas sinistras do autodenominado “O Vigilante” começam a chegar, aterrorizando os Brannocks ao ponto de ruptura, à medida que os segredos sinistros do bairro se espalham. “The Watcher” ainda não tem previsão de estreia.

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    Omar Sy vai viver samurai africano em série da Netflix

    9 de setembro de 2022 /

    O ator Omar Sy (“Lupin”) vai estrelar a série “Yasuke”, sobre um homem africano escravizado e levado para o Japão feudal, que se tornou o primeiro samurai não-japonês. O projeto está sendo desenvolvido pela Netflix, que já realizou uma adaptação dessa história no formato de anime. A animação foi lançada em 2021, com dublagem de Lakeith Stanfield (“Atlanta”). Mas enquanto o anime apresentou elementos de fantasia, essa nova minissérie será uma dramatização histórica, focada na amizade entre o protagonista Yasuke e o guerreiro samurai Oda Nobunaga enquanto ele galga a hierarquia samurai. “Sou inspirado por ‘Yasuke’ há um bom tempo”, disse Sy em um comunicado. “Com esta equipe soberba, estamos criando uma série notável mostrando o que significava ser um samurai africano na história japonesa. As sequências de ação por si só serão fenomenais e engenhosas.” “Yasuke” vai ser escrita por Nick Jones Jr., roteirista da versão em anime dessa história. Além de estrelar, Sy também vai produzir a série ao lado de Jones Jr, do cineasta Shawn Levy (“Free Guy: Assumindo o Controle”), do ator Forest Whitaker (“Pantera Negra”) e da produtora Nina Yang Bongiovi (“Desculpe te Incomodar”). “Este é o projeto perfeito que Forest e eu estávamos buscando – a interseccionalidade de duas culturas por meio de uma ótima narrativa”, disse Bongiovi. “Destacar uma figura histórica real, combinando com ação incrível e rostos que representam a herança negra e asiática – atrás da câmera e na frente da câmera – equivale a um cenário de sonho.” “Yasuke” já apareceu em vários mangás, animes e videogames ao longo dos anos, mas essa será a sua primeira versão em live-action. Em 2019, uma adaptação cinematográfica chegou a ser cogitada com o falecido Chadwick Boseman (“Pantera Negra”) no papel principal, mas a morte do ator impediu o projeto de sair do papel. A série da Netflix ainda não tem previsão de estreia. Omar Sy será visto em breve no thriller “Shadow Force”, novo trabalho do cineasta Joe Carnahan (“Mate Ou Morra”), ainda sem data de estreia. Assista ao trailer do anime da Netflix.

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    Estreias: “Cobra Kai”, “Evil” e “Rick & Morty” em novas temporadas

    9 de setembro de 2022 /

    As maratonas da semana tem super-heróis, artes marciais, demônios, gângsteres, alienígenas animados e carros falantes. Algumas continuações bastante esperadas, como “Cobra Kai”, “Evil”, “Stargirl” e “Rick & Morty” se juntam à novos títulos numa programação que vai do terror à animação infantil. Confira abaixo as 10 estreias de séries de maior destaque na programação de streaming.   | COBRA KAI 5 | NETFLIX   A 5ª temporada mostra Terry Silver (Thomas Ian Griffith) expandindo o império Cobra Kai para tornar seu estilo impiedoso de artes marciais ainda mais dominante. A trama também traz de volta o vilão Mike Barnes (Sean Kanan), visto em “Karatê Kid III”. E mesmo diante do inimigo comum, os ex-rivais Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) não conseguem sequer fazer seus alunos se entenderem. Alimentada pela nostalgia da década de 1980, “Cobra Kai” foi criada por Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”) e segue os personagens clássicos de “Karatê Kid” mais de 30 anos após os eventos da franquia original. Além dos citados, a lista de personagens clássicos inclui ainda Lucille (Randee Heller) e Chozen (Yuji Okumoto), do primeiro e do segundo filme.   | EVIL 3 | GLOBOPLAY   O terror chega à 3ª temporada mostrando que os protagonistas estão longe de se livrar das ameaças que os assombram. Produção do casal Robert e Michelle King (criadores de “The Good Wife” e “The Good Fight”), “Evil” acompanha um funcionário da Igreja Católica encarregado de investigar possessões, que se alia a uma psicóloga forense para distinguir casos reais de surtos psicóticos. A cada episódio, eles são confrontados com casos sobrenaturais, demônios e tentações. Mike Colter (o “Luke Cage”) vive o homem da Igreja, a atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) interpreta a psicóloga e o elenco ainda destaca Aasif Mandvi (“The Brink”) como investigador técnico dos fenômenos, além de Michael Emerson (“Person of Interest”) como um agente do Mal. A série já está renovada para a 4ª temporada.   | STARGIRL 3 | HBO MAX   A 3ª temporada coloca à prova o idealismo de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), a Stargirl. Após heróis e vilões se unirem para derrotar a ameaça de Eclipso, todos tentam conviver em paz, mas aqueles que deveriam ser os heróis não estão muito convencidos do bom comportamento dos ditos vilões. Para complicar ainda mais, as duas adolescentes mais malignas das famílias da Sociedade da Injustiça querem agora entrar para o time da Sociedade da Justiça. E Starman (Joel McHale), que supostamente estava morto, não só sobreviveu ao ataque dos vilões como se mudou para a casa da família da Stargirl, colocando em dúvida o futuro de Courteney como heroína, já que ela herdou seus poderes a partir da “morte” dele. O criador da série é Geoff Johns, que foi quem concebeu “Stargirl” nos quadrinhos da DC Comics.   | ENTRE CASAMENTOS | STAR+   A série britânica estrelada por Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”) e Gavin Drea (“Vikings: Valhalla”) combina comédia romântica com thriller de mistério. Os dois vivem Katie e Stefan, que se apaixonam em um casamento e começam um caso, apesar de Katie já ter um noivo. Assim, quando chega a hora do casamento de Katie, ao invés da festa terminar com um “felizes para sempre”, acaba com oito pessoas envenenadas na mesa de jantar, incluindo o noivo. Mas ela escapa ilesa. Para a polícia, Stefan, o amante, foi o responsável. Já Stefan acredita que Katie é a culpada. Enquanto tentam provar suas inocências e descobrir a identidade do verdadeiro culpado, os amantes descobrem que ainda são alvos do assassino e resolvem deixar as desconfianças de lado para se aliar. Criada por Oliver Lyttelton (“Cheaters”), a produção tem oito episódios.   | ECHOES | NETFLIX   Michelle Monaghan (da franquia “Missão: Impossível”) estrela o suspense em papel-duplo, como duas gêmeas idênticas que trocaram secretamente de lugar durante anos. Mas seus segredos começam a desmoronar quando uma delas desaparece. A trama foi desenvolvida por Vanessa Gazy, criadora do mistério teen australiano “Eden”, que também envolve desaparecimento misterioso e está disponível na Globoplay.   | NARCO-SANTOS | NETFLIX   Essa variação de “Narcos” made in Korea acompanha um empresário coagido a participar de uma missão secreta do governo para prender um traficante coreano, que se passa por pastor e opera na América do Sul. Assim como as tramas latinas de “Narcos”, a história é baseada em crimes reais. A série foi desenvolvida pelo cineasta Yoon Jong-bin (“Gângster sem Nome”) e é estrelada por Ha Jung-woo (“A Criada”), Hwang Jung-min (“Livrai-nos do Mal”), Park Hae-soo (“La Casa de Papel: Coreia”), Jo Woo-jin (“A Fortaleza”) e Yoo Yeon-seok (“Oldboy”).   | GIGOLÔ AMERICANO | PARAMOUNT+   A série é baseada no filme homônimo de 1980 sobre um profissional do sexo que se torna suspeito de assassinato. Traz Jon Bernthal (o “Justiceiro” da Marvel) como Julian Kaye, personagem que foi vivido pelo então galã Richard Gere há 40 anos, e começa recriando cenas do filme escrito e dirigido por Paul Schrader, antes de dar um salto de 15 anos para contar a continuação da história, após o protagonista sair da prisão pelo crime em que foi falsamente implicado. Enquanto procura desvendar a conspiração que o colocou na prisão, Julian tenta retomar seu lugar na indústria do sexo, que mudou muito nos últimos anos, envolvendo-se com novas mulheres vorazes, ao mesmo tempo em que tenta reencontrar sua antiga paixão, a ex-cliente Michelle – na série, vivida por Gretchen Mol (“Boardwalk Empire”). A adaptação do filme foi desenvolvida pelo roteirista-produtor David Hollander, um dos principais escritores de “Ray Donovan”, que já tinha lidado com a indústria do sexo no longa “Censura Máxima” (2000). Mas ele foi demitido durante as gravações, após denúncia e investigação de mau comportamento nos sets, deixando o cargo de showrunner nas mãos de Nikki Toscano – que trabalhou em “Revenge”, “Bates Motel” e na recente “The Offer”. Essa confusão pode ter prejudicado a produção, porque a crítica americana achou muito muito ruim – apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | CARROS NA ESTRADA | DISNEY+   A série derivada da franquia “Carros”, da Pixar, acompanha Lightning McQueen e seu melhor amigo Mate numa viagem pelo campo para se encontrarem com a irmã de Mate. Só que pelo caminho vivem muitas aventuras inesperadas, com direito a novos personagens e referências a “Mad Max: Estrada da Fúria”. Os atores Owen Wilson e Larry the Cable Guy, que dublaram os dois personagens centrais nos três filmes da franquia, retornam para reprisar seus papéis na série animada, na versão em inglês. Já a direção é dividida por Steve Purcell (diretor-roteirista de “Valente”), Bobby Podesta (animador de “Carros”) e Brian Fee (diretor-roteirista de “Carros 3”).   | CENTRAL PARK 3 | APPLE TV+   A animação acompanha uma família de zeladores que vivem e trabalham no Central Park, em Nova York. Na trama, os Tillerman lutam para salvar o parque nova-iorquino – e o mundo – de planos imobiliários sinistros. E, de quebra, ainda cantam vários números musicais. A produção foi desenvolvida por Loren Bouchard (criador de “Bob’s Burgers”), Nora Smith (roteirista de “Bob’s Burgers”) e o ator Josh Gad (o LeFou de “A Bela e a Fera”). E Gad também é uma das vozes principais, junto com Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn (“WandaVision”), Emmy Raver-Lampman (“The Umbrella Academy”) e Kristen Bell (“The Good Place”) – que trocou de personagem após a 1ª temporada, pedindo para ser substituída por uma atriz negra no papel da filha adolescente da família central.   | RICK & MORTY 6 | HBO MAX   Vencedora do Emmy de Melhor Série Animada dos Estados Unidos, a série criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”) acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, que acabam tendo grande impacto na realidade – também conhecida como cultura pop. Após os eventos explosivos da temporada passada, os novos episódios vão acompanhar o Dr. Rick no Multiverso da Loucura, enquanto o cientista tenta impedir uma versão maligna dele mesmo de criar mais caos na realidade. Tudo isso, enquanto sua família lida com invasões do espaço, ataques de outras dimensões e o ocasional fim do mundo.

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    Conheça 10 filmes e séries sobre a rainha Elizabeth II

    9 de setembro de 2022 /

    De vencedores do Oscar e do Emmy à comédias de humor besteirol e até animações, várias produções audiovisuais retrataram a Rainha Elizabeth II ao longo de sua vida. O filme “A Rainha” (2006), que rendeu o Oscar a Helen Mirren, e a série “The Crown”, que coroou duas intérpretes da monarca, Claire Foy e Oliva Colman com o Emmy, são as atrações mais conhecidas. Mas há outras produções que também retrataram Elizabeth II em diferentes fases de sua vida, além de situações completamente inventadas para diversão do público. Confira abaixo 10 obras que representaram a rainha britânica, da infância à vida que ela nunca viveu.   | O DISCURSO DO REI | HBO MAX, VOD*   A história segue os eventos após a abdicação do trono pelo Rei Eduardo VIII, que permitiu a ascensão de seu irmão, Rei George VI (Colin Firth), e abriu caminho para a ainda menina Elizabeth (Freya Wilson) se tornar a primeira na linha da sucessão monárquica.   | A ROYAL NIGHT OUT | AMAZON PRIME VIDEO   A comédia conta uma história da juventude da futura rainha. Durante a comemoração da derrota da Alemanha nazista na 2ª Guerra Mundial, as princesas irmãs Margaret (Bel Powley) e Elizabeth (Sarah Gadon) recebem permissão de deixar o palácio de Buckhingham durante a noite para festejar, e se misturam anonimamente ao povo.   | UM SONHO DE MENINA | NÃO DISPONÍVEL EM STREAMING   Uma menina chamada Elizabeth é escolhida para representar os estudantes na primeira visita de Elizabeth II à Nova Zelândia, mas seu fervor monarquista é abalado quando ela aprende sobre a história do povo maori e passa a ser ameaçada de substituição no encontro. Só que a essa altura a própria monarca está interessada em conhecê-la, após receber suas cartas sobre os problemas do país.   | THE CROWN | NETFLIX   A série é um retrato bastante exaustivo, que segue as rivalidades políticas e bastidores do reinado da rainha Elizabeth II, refletindo eventos que moldaram a segunda metade do século 20. O sucesso das primeiras temporadas catapultou Claire Foy ao estrelato. Ela foi substituída no papel da rainha por Olivia Colman na 3ª temporada e por Imelda Staunton na 5ª, conforme a trama avançou as décadas.   | SPENCER | AMAZON PRIME VIDEO, VOD*   Embora a Princesa Diana (Kristen Stewart) seja o foco principal do filme, a rainha Elizabeth II (Stella Gonet) também tem papel de destaque na reunião natalina que encerrou o matrimônio de Diana e do Príncipe Charles.   | A RAINHA | STARZPLAY, VOD*   Helen Mirren vive a rainha na época da morte da ex-princesa Diana, demonstrando sua dificuldade em lidar com a mídia e a situação. Com a popularidade da monarquia em jogo, ela precisa mostrar ao povo que é capaz de se adaptar, apesar das desavenças com a falecida nora.   | CORRA QUE A POLÍCIA VEM AÍ! | VOD*   A tentativa calamitosa de Leslie Nielsen de salvar a rainha do que ele pensa ser uma tentativa de assassinato é uma das cenas mais memoráveis ​​da franquia cômica e a mais famosa interpretada por Jeanette Charles, a atriz que mais vezes viveu Elizabeth II – sempre em pequenas aparições.   | MINIONS | TELECINE, VOD*   A rainha teve muitas participações especiais em filmes incomuns ao longo dos anos, mas lutar contra um Minion que tenta roubar sua coroa pode ser incluída entre as mais inusitadas.   | CORGI: TOP DOG | TELECINE, LOOKE, VOD*   O cão favorito da monarca britânica se perde no palácio real e começa uma longa jornada para encontrar o caminho de volta para a rainha.   | CHURCHILL: DETONANDO A HISTÓRIA | NÃO DISPONÍVEL EM STREAMING   A versão trash da monarca traz Neve Campbell (ela mesmo, de “Pânico”) como a ainda Princesa Elizabeth, combatendo nazistas de rifle em punho, ao lado de um Churchill americano. A explicação é que se trata de uma produção de Hollywood sobre a 2º Guerra. No primeiro dia de filmagem, um ambicioso executivo do estúdio decide que um homem velho com um charuto não ia vender ingressos e muda a história, colocando em seu lugar um herói de ação para vencer a guerra.

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    Ana De Armas, como Marilyn Monroe, é aplaudida de pé no Festival de Veneza

    8 de setembro de 2022 /

    O filme “Blonde”, cinebiografia da atriz Marilyn Monroe, foi recebida com entusiasmo pela plateia do Festival de Veneza. Ao final da première do filme, ocorrida nessa quinta (8/9), a obra foi aplaudida de pé por mais de 11 minutos. Ao final da ovação, o cineasta Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”), a protagonista Ana De Armas (“Águas Profundas”) e o restante do elenco estavam em lágrimas. Imediatamente o filme entrou nas apostas garantidas do Oscar 2023, especialmente na categoria de Melhor Atriz. Embora o reconhecimento do público seja importante, o foco de Dominik e De Armas sempre foi na figura ali retratada. Eles queriam prestar uma homenagem verdadeira a Marilyn Monroe. E o envolvimento deles com a obra foi tamanho que eles disseram que podiam sentir a presença dela no set. “Nós estávamos meio que perseguindo o fantasma dela. A poeira dela está por toda parte em Los Angeles”, disse Dominik horas antes, durante a entrevista coletiva do filme no festival italiano. “Eu realmente acredito que ela estava muito perto de nós, ela estava conosco”, completou Ana De Armas. “Ela era tudo em que eu pensava, ela era tudo que eu sonhava, ela era tudo o que eu conseguia falar. Ela estava comigo e foi lindo. Acho que ela estava feliz”, continuou a atriz. “Estando nos mesmos lugares que ela esteve, filmando em sua casa, foi uma sensação muito forte de que havia algo no ar, e acho que ela estava aprovando o que estávamos fazendo.” “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade e ficção para contar a história da lendária estrela de cinema. O projeto já estava sendo desenvolvido há mais de 10 anos, mas Dominik encontrou muita dificuldade para tirá-lo do papel. “Algumas coisas têm um tipo de energia criativa emocional”, disse Dominik, explicando o motivo de não ter abandonado o projeto. “Alguns projetos você se envolve e eles podem prender sua atenção por um ano ou dois, mas ‘Blonde’ nunca me deixava ir embora. Mesmo quando desmoronou no passado, eu ainda ficava pensando em ‘Blonde’.” O atraso na produção causou uma mudança no elenco. O papel de Marilyn Monroe, que a princípio seria interpretado por Naomi Watts (“O Livro de Henry”), passou para De Armas depois que o diretor ficou impressionado com a atuação dela no terror “Bata Antes de Entrar” (2015). “Eu sabia que era ela. Foi um pouco como amor à primeira vista – quando a pessoa certa entra pela porta, você sabe disso. O filme ganhou vida quando a encontramos.” A escolha da atriz era essencial para o filme, visto que Dominik abordou os assuntos mais polêmicos da vida da estrela, do assédio de produtores de cinema a surtos nervosos, mas principalmente a síndrome do impostor. Falando sobre a composição da sua personagem, De Armas disse que sua abordagem foi baseada em “compreensão, empatia e em me conectar com sua dor e seu trauma. Eu sabia que tinha que me abrir e ir a lugares que seriam desconfortáveis, sombrios e vulneráveis. Foi aí que encontrei a conexão com essa pessoa.” “Senti que estava vivendo isso, senti aquele fardo, aquele peso nos ombros e aquela tristeza difícil de se livrar, mas acho que também não queria me proteger disso”, completou ela, descrevendo como se deixou levar pela personagem. Quando questionada sobre qual reação ela esperava receber da crítica, a atriz disse: “Fiz esse filme para me esforçar e porque achei que era um presente. Eu não fiz o filme para fazer outras pessoas mudarem suas opiniões sobre mim. Aconteça o que acontecer, eu levo a experiência comigo. Este filme mudou minha vida, o que será, será.” Por mais que Ana De Armas escolha ignorar as críticas, as críticas não conseguirão ignorá-la. Owen Gleiberman, do site Variety, definiu a atuação da atriz como “de tirar o fôlego”. “É uma peça deliciosa de atuação com um grito cru preso dentro de si.” Damon Wise, do site Deadline, foi ainda mais longe, dizendo que “Ana de Armas carrega o filme em seus ombros” e afirmou que a interpretação da atriz “é completa, ferozmente emocional, mas complexa em suas nuances e na maneira como explora muitos paradoxos de um símbolo sexual infantilizado.” Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn. O filme, que tem produção do astro Brad Pitt, chega à Netflix em 28 de setembro. Veja abaixo vídeos da reação de Andrew Dominik, Ana De Armas e Brad Pitt aos aplausos do público. Standing ovation for Ana de Armas at the World Premiere of BLONDE #Venezia79 pic.twitter.com/j4UQUleY1L — Ana de Armas Updates (@ArmasUpdates) September 8, 2022 Ana de Armas reacting to the 11-minute standing ovation at #VeniceFilmFestival for #Blonde pic.twitter.com/2Y4Du3vjVj — Deadline Hollywood (@DEADLINE) September 8, 2022 Brad Pitt during #Blonde’s 11-minute standing ovation #VeniceFilmFestival pic.twitter.com/6N40bl9Fu4 — Deadline Hollywood (@DEADLINE) September 8, 2022

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  • Série

    “The Crown” interromperá produção em luto pela morte de Elizabeth II

    8 de setembro de 2022 /

    O roteirista e produtor Peter Morgan, criador de “The Crown”, está de luto em homenagem à Rainha Elizabeth II, personagem principal da série, que morreu nesta quinta (8/9) no Reino Unido aos 96 anos. “’The Crown’ é uma carta de amor para ela e não tenho nada a acrescentar por enquanto, apenas silêncio e respeito”, disse ele, num comunicado. Ele informou que a série deve ser interrompida por um tempo, em respeito pela morte da Rainha. Tal interrupção já era planejada como contingência desde o início da série. O cineasta Stephen Daldry (“Trash: A Esperança Vem do Lixo”), que produz a atração e dirigiu alguns episódios, já tinha falado que, devido à saúde debilitada da rainha, caso Elizabeth II viesse a falecer, a produção seria paralisada por um tempo. “Nenhum de nós sabe quando esse momento chegará, mas seria certo e apropriado mostrar respeito à rainha. Seria uma singela homenagem e um sinal de respeito. Ela é uma figura global e é o que devemos fazer”, disse ele ao site Deadline em 2016, quando “The Crown” estreou na Netflix. Ao todo, três atrizes interpretaram a rainha em “The Crown”: Claire Foy, Olivia Colman e, mais recentemente, Imelda Staunton. Além de ter criado a série, Peter Morgan também foi roteirista do filme “A Rainha” (2006), sobre a vida da Rainha Elizabeth II. O longa rendeu o Oscar de Melhor Atriz para Helen Mirren, que nessa quinta (8/9) prestou uma homenagem à Rainha. Morgan disse que não fará uma declaração declaração oficial ou nenhum outro comentário sobre a morte da rainha. As quatro primeiras temporadas de “The Crown” estão disponíveis na Netflix. A 5ª temporada tinha previsão de estreia para novembro, mas pode ser que esse prazo mude.

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