That ’90s Show: Netflix revela teaser da continuação de “That ’70s Show”
A Netflix divulgou fotos e o primeiro teaser de “That ’90s Show”, continuação da série clássica “That ’70s Show”. Liberada apenas em inglês sem legendas, a prévia destaca a volta dos atores Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp, intérpretes de Red e Kitty Forman, os pais da série original, junto com o novo elenco da atração. Ambientada em 1995, a trama vai introduzir a neta de Red e Kitty – e filha de Eric (Topher Grace) e Donna (Laura Prepon), da série original. Na trama, Lea Forman vai visitar seus avós no verão e passa a se relacionar com uma nova geração de adolescentes da cidade interiorana de Point Place, no Winsconsin, sob o cuidado atento de Kitty e o olhar severo de Red. A jovem protagonista é interpretada por Callie Haverda (“Shut Eye”), enquanto Ashley Aufderheide (“Emergence”), Mace Coronel (“Colin em Preto e Branco”), Maxwell Acee Donovan (“Gabby Duran: Babá de Aliens”), Reyn Doi (“Side Hustle: Uma Tarefa Complicada”) e a estreante Sam Morelos vivem seus novos melhores amigos. A produção está a cargo dos cocriadores da atração original, o casal Bonnie e Terry Turner, com o reforço criativo de sua filha Lindsay Turner, e também contará com participações especiais dos antigos protagonistas, Topher Grace (Eric Forman), Laura Prepon (Donna Pinciotti), Mila Kunis (Jackie Burkhart), Ashton Kutcher (Michael Kelso) e Wilmer Valderrama (Fez). O único que ficou de fora foi Danny Masterson (Hyde), que não foi contatado por atualmente responder processo por estupro na justiça americana. Gregg Mettler, que escreveu episódios de “That ’70s Show”, completa a equipe como showrunner. A estreia está marcada para 19 de janeiro. HELLO, WISCONSIN! That '90s Show chega dia 19 de janeiro. Minha nova série acompanha Leia Forman, filha de Eric e Donna, que vai passar as férias de verão em Point Place com os avós Red e Kitty. pic.twitter.com/L6qaJ4Kpvc — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 29, 2022
Edmilson Filho vira “O Cangaceiro do Futuro” em trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer da série de comédia “O Cangaceiro do Futuro”, que volta a juntar o cineasta Halder Gomes com o ator Edmilson Filho após os sucessos do filme, da série e da continuação de “Cine Holliúdy”, além de “O Shaolin do Sertão”. Na história, Virguley (Edmilson Filho) é um cabra frouxo, enrolado e sem moral, que vive em absoluto perrengue em São Paulo e sonha em voltar rico para o Nordeste. Entre seus bicos, aproveita-se da sua semelhança com Lampião para fazer shows em praças públicas na capital paulista. Mas ao arrumar confusão acaba levando um tabefe tão forte que o manda de volta para 1927, no meio do cangaço, onde é confundido pela população local como o verdadeiro Virgulino Lampião. Tirando vantagem da farsa, Virguley reúne um bando pra lá de inusitado, se apaixona por Mariá (Chandelly Braz, de “Orgulho e Paixão”) e fica poderoso na cidade. Mas como nada na vida desse cabra é fácil, a história ainda lhe reserva muitas reviravoltas, incluindo o surgimento do verdadeiro Rei do Cangaço, que vem tirar satisfações. Criada pelo cearense Halder Gomes, que também é responsável pela direção geral, a série ainda traz em seu elenco os atores Dudu Azevedo, Frank Menezes, Fábio Lago, Evaldo Macarrão, Haroldo Guimarães, Max Petterson, Valéria Vitoriano, Solange Teixeira e Carri Costa. A estreia está marcada para 25 de dezembro.
Jenna Ortega diz que Billie Eilish influenciou “Wandinha”
A atriz Jenna Ortega revelou que não quis pedir conselhos a Christina Ricci sobre como interpretar Wandinha na série da Netflix. Em vez disso, buscou inspiração na música pop. Curiosamente, Ricci, que interpretou a personagem nos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990, quando era criança, integrou o elenco da nova produção numa participação especial. “E eu senti que não queria resgatar o que ela fez, primeiro por benefício próprio e, segundo, porque não queria copiá-la. Não queria ser muito parecida com ela”, disse a nova Wandinha em entrevista ao MTV News. Em vez da Wandinha mirim dos anos 1990, a atriz de 20 anos encontrou referência em sua própria geração: a cantora Billie Eilish. Falando ao jornal USA Today, Ortega disse que “não estávamos criando-a como qualquer outra adolescente”, por isso Eilish estava no seu radar de “clima” para definir o estilo de interpretação de Wandinha. Ortega também contou que seu processo intenso de preparação exigiu aulas de alemão, violoncelo, esgrima e arco e flecha. Desenvolvida por Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Smallville” e “Into the Badlands”), a série também chama atenção pelo visual gótico estilizado sob comando de um especialista: Tim Burton, responsável por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, como “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990). Lançada na semana passada, “Wandinha” está disponível na Netflix.
“Pantera Negra” lidera bilheterias dos EUA pela terceira semana
“Pantera Negra: Wakanda para Sempre” permaneceu pelo terceiro fim de semana consecutivo como o filme mais visto da América do Norte. Durante o feriadão do Dia de Ação de graças – de quarta a domingo – atingiu uma receita doméstica de US$ 64 milhões e chegou a US$ 675 milhões mundiais. Mas se a Disney comemora o sucesso de mais uma produção da Marvel, também enfrenta uma crise de planejamento, devido ao lançamento de “Mundo Estranho” tão próximo do blockbuster do super-herói. Com a disputa de público na mesma faixa etária, a animação se deu mal, faturando apenas US$ 18,6 milhões no feriadão. Trata-se da pior abertura de um desenho da Disney no período de Ação de Graças neste século. No ano passado, “Encanto” registrou uma receita de US$ 40,6 milhões, apesar da pandemia. E em 2019 “Frozen 2” estabeleceu a bilheteria recorde de US$ 125 milhões no período. Extremistas radicais podem comemorar o fracasso como uma derrota da “lacração” da Disney – “Mundo Estranho” é a primeira animação do estúdio protagonizada por um personagem abertamente gay. Mas a análise interna é que o ex-CEO Bob Chapek treinou o público a esperar os lançamentos animados da Disney direto em streaming. Não por acaso, foi demitido na semana passada para retorno de Bob Iger ao comando do conglomerado. O 3º lugar do ranking também apresentou um desempenho que chama atenção, mas desta vez de forma positiva. Com lançamento limitado (em 696 telas), “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” teria faturado US$ 13,2 milhões nos últimos cinco dias. Embora o valor tenha sido registrado pelo Box Office Mojo, ele é uma estimativa fornecida pelos exibidores, porque a Netflix bloqueou a divulgação dos dados oficiais. Contrária à exibição de seus filmes nos cinemas, a Netflix fez uma concessão ao diretor Rian Johnson para contar com as continuações da franquia “Knives Out” (que foi traduzido como “Entre Facas e Segredos” no Brasil) em sua plataforma. “Glass Onion” teve o maior lançamento já feito pela empresa em cinemas dos EUA e Canadá. Mas o sucesso da iniciativa pressiona a companhia a reconsiderar seu discurso da prioridade ao streaming. Muitos apontam que um lançamento tradicional (em mais de 3 mil salas) poderia dar o topo da bilheteria ao filme da Netflix. Outra novidade ocupou o 4º lugar: “Irmãos de Honra”, um filme de aviação passado durante a Guerra da Coreia. Fez US$ 9 milhões em 3,4 mil cinemas, principalmente por sua evocação do blockbuster “Top Gun: Maverick”. Não apenas pelas cenas de aviões de caça, mas pela presença do ator Glen Powell, que é um dos “irmãos de honra” do título, ao lado de Jonathan Majors (“Loki”). Apreciado pela crítica, com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, o drama de guerra vai estrear no Brasil em 8 de dezembro. O Top 5 se completa com o terrir “O Menu”, que arrecadou cerca de US$ 7,4 milhões em 3,2 mil salas durante os últimos cinco dias, totalizando US$ 18,7 milhões no mercado doméstico em dez dias. A comédia de terror culinário segue convidados ricos (entre eles Anya Taylor-Joy, de “Os Novos Mutantes”, e Nicholas Hoult, de “X-Men: Fênix Negra”) que embarcam para uma ilha privada para participar de um banquete luxuoso preparado pelo prestigioso Chef Slowik (Ralph Fiennes, o Voldemort de “Harry Potter”), mas ao chegarem lá descobrem que eles é que são o menu do título. O lançamento no Brasil está marcado para quinta-feira (1/12). Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá. 1 | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE | 2 | MUNDO ESTRANHO | 3 | GLASS ONION: UM MISTÉRIO KNIVES OUT | 4 | IRMÃOS DE HONRA | 5 | O MENU |
Hector Bonilla, galã de “Chaves”, morre aos 83 anos
O ator mexicano Hector Bonilla morreu na tarde desta sexta (25/11), vítima de câncer renal, aos 83 anos. A informação foi confirmada pela Secretaria de Cultura do Governo do México. Em seu comunicado, a entidade ressalta que ele era “considerado um dos melhores atores do México”. Bonilla tinha sido diagnosticado em 2019 com um tumor maligno nos rins e fazia tratamento desde então. Embora tenha uma vasta carreira, iniciada nos anos 1960, ele ficou conhecido no Brasil por sua participação na série “Chaves”, como uma celebridade que visita a vila e é tietado pelas personagens femininas, como Chiquinha (María Antonieta de las Nieves) e Dona Florinda (Florinda Meza). Sua participação foi originalmente gravada em 1979, época em que era galã de telenovelas, como “Viviana” e “Pacto de Amor”. Além de interpretar, Bonilla também exerceu a função de diretor na Televisa e na TV Azteca, trabalhando nos bastidores de novelas e programas. Seu último trabalho como ator foi numa comédia natalina da Netflix, “Natal, mas Pouco”, lançada no fim do ano passado. Ele deixa uma viúva, a também atriz Sofía Álvarez, e três filhos, Leonor, Sergio e Fernando Bonilla.
Wandinha: Jenna Ortega coreografou sozinha dança que virou hit na internet
A dança de Wandinha, um dos momentos mais icônicos da nova série da Netflix estrelada por Jenna Ortega, viralizou nas redes sociais. E a profusão de memes com passos maníacos e poses psicóticas inspirou a plataforma a dissecar a cena, num vídeo postado no Twitter com participação da atriz e demais integrantes de “Wandinha”. Na conversa, Jenna revela que se sentiu insegura na gravação, porque ela coreografou todos os passos sozinha, mas seus colegas insistem que é a cena favorita deles em toda a série. Confira abaixo. Vale ressaltar que a música é “Goo Goo Muck”, gravação de 1981 da banda The Cramps. E a escolha não poderia ser mais perfeita para a personagem, contrastando com outras opções comerciais da série – o que faz muitos desconfiarem tratar-se de uma seleção específica do diretor Tim Burton. Principal série estreante da semana, “Wandinha” já está disponível na Netflix. The cast of Wednesday reacts to *that* dance scene — which @jennaortega choreographed herself! pic.twitter.com/ljos7uWMj8 — Netflix (@netflix) November 25, 2022 LINDA 🦇 PERFEITA ☠️ IRREVERENTE 🕯️ MAIORAL 🕷️ DANÇARINA 💃 MAGNÍFICA!!!! 🖤🖤 pic.twitter.com/UHE6FnmlMA — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 25, 2022
10 filmes novos pra curtir no conforto do lar
As opções de “cinema” estão ótimas para quem quiser passar o fim de semana chuvoso no sofá. Há desde blockbusters nas locadoras digitais, como “A Mulher Rei” e “Sorria”, até produção de super-herói da Marvel exclusiva do streaming. Confira abaixo 10 filmes novos para ver em casa no fim de semana. | A MULHER REI | *VOD O épico de ação traz Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”) como líder de um exército de guerreiras africanas do século 19 – que foram a inspiração real das guerreiras Dora Milaje dos quadrinhos e filmes do “Pantera Negra”. Durante dois séculos, as Agojie defenderam o Reino de Daomé, uma das nações africanas mais poderosas da era moderna, contra os colonizadores franceses e as tribos vizinhas que tentavam invadir o país, mas sua transformação em personagens de cinema pela diretora Gina Prince-Bythewood (“The Old Guard”) deve mais à ficção dos quadrinhos mesmo, evocando as amazonas de “Mulher-Maravilha”, com todas as cenas de lutas e adrenalina que isso implica. A trama se concentra na relação da general Nanisca (Davis) com uma nova geração de guerreiras, destacando a ambiciosa Nawi (Thuso Mbedu, de “The Underground Railroad”), enquanto combatem lado a lado contra forças escravagistas. Elogiadíssimo, o filme atingiu 95% de aprovação entre a crítica do Rotten Tomatoes e um raro A+ entre o público americano no CinemaScore. O elenco ainda destaca Lashana Lynch (“007 – Sem Tempo Para Morrer”), a cantora Angélique Kidjo (“Arranjo de Natal”), Hero Fiennes Tiffin (“After”) e John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como o rei de Daomé. | GUARDIÕES DA GALÁXIA: ESPECIAL DE FESTAS | DISNEY+ O especial de Natal dos Guardiões da Galáxia é quase um presente de despedida de James Gunn, que no mês passado partiu da Marvel para comandar a DC. Ele fez seu filme mais divertido, mas também sentimental, ao mostrar Mantis (Pom Klementieff) e Drax (Dave Bautista) preocupados com a melancolia do Senhor das Estrelas (Chris Pratt), que sofre pela falta de Gamora (Zoe Saldana). Por conta disso, decidem lhe dar o melhor presente de Natal do universo para alegrá-lo. Os dois vão atrás do ator favorito do Senhor das Estrelas: Kevin Bacon – para convidá-lo para uma festa surpresa no espaço. Logicamente, a execução do plano não acontece como imaginavam, já que Kevin Bacon se desespera ao ver alienígenas tentando abduzi-lo. O especial tem menos de uma hora de duração, como “Lobisomem da Noite” (lançado no mês passado), mas cada minuto rende um sorrisão. Embora tenha sido a última coisa filmada por Gunn na Marvel, o diretor ainda está à frente de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, que ele começou a rodar primeiro, mas que só será lançado em abril nos cinemas. | SORRIA | *VOD O primeiro longa de Parker Finn tem clara inspiração no terror asiático contemporâneo (“Espíritos”, “O Chamado”), mas conta uma história original, onde sorrisos são prenúncios de pavor. A trama acompanha uma terapeuta (Sosie Bacon, a filha de Kevin Bacon) amaldiçoada, após testemunhar o suicídio de uma paciente que dizia não suportar mais ver sorrisos horripilantes nas pessoas ao seu redor. Quando a própria médica começa a ver esses sorrisos, descobre que outros que tiveram as mesmas visões morreram após uma semana. Bastante elogiado pela forma efetiva como usa trauma para conceber sua fantasia sobrenatural, o filme atingiu 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. | THE GIRL WITH ALL THE GIFTS | NETFLIX O terror britânico se passa após a praga zumbi devastar a humanidade. Porém, um grupo de crianças infectadas ainda é capaz de pensar e sentir. Salva da morte certa por uma dessas jovens zumbis, uma cientista (Gemma Arterton, de “João e Maria: Caçadores de Bruxas”) decide usar a menina num experiência para acabar com a epidemia. O filme foge dos lugares-comuns do gênero graças ao roteiro engenhoso e tenso de Mike Carey, que adaptou seu próprio livro – lançado no Brasil com o título “A Menina que Tinha Dons”. Carey é cultuadíssimo entre os fãs de quadrinhos por ter escrito todas as 75 edições de “Lucifer”, da DC Comics, que virou a série da Fox/Netflix sem que ele recebesse qualquer crédito. Detalhe: os gibis são muito, mas muito melhores que a versão televisiva. O elenco inclui Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”) e Paddy Considine (“A Casa do Dragão”). | EMILY THE CRIMINAL | *VOD O suspense criminal estrelado por Aubrey Plaza (“The White Lotus”) concorre a quatro prêmios na edição de 2023 do Spirit Awards, o Oscar do cinema independente dos EUA, inclusive Melhor Filme e Atriz. Estreia do diretor-roteirista John Patton Ford, acompanha a endividada Emily (Plaza) que, sem alternativa financeira, é recrutada por uma gangue de golpistas de cartão de crédito. Entusiasmada com o dinheiro fácil, ela vai cada vez mais fundo no submundo dos pequenos crimes de Los Angeles, até começar a encarar consequências mortais. Ao mesmo tempo que leva tensão crescente à tela, o filme também retrata a falta de perspectivas de uma geração que sai da faculdade com dívidas volumosas de crédito escolar apenas para encontrar um mercado saturado e a fila do desemprego. Sombrio, violento e envolvente, tem impressionantes 94% de aprovação no Rotten Tomatoes com mais de 170 críticas positivas. | AS NADADORAS | NETFLIX Escolhido para abrir o Festival de Toronto, o filme da britânica Sally El Hosaini (“My Brother the Devil”) é uma história de superação pelo esporte, que tem como pano de fundo a guerra e o drama dos refugiados, com direito até à travessia tensa pelo mar em embarcação precária. Baseada em fatos reais, a trama acompanha as irmãs nadadoras Yusra e Sarah Mardini, que fugiram como refugiadas da Síria devastada pela guerra para a Europa e conseguiram participar das Olimpíadas do Rio de 2016. | UM LUGAR BEM LONGE DAQUI | HBO MAX Baseado no best-seller de Delia Owens, o filme gira em torno de Kya, uma jovem que cresceu sozinha no brejo de uma cidadezinha e passou a ser tratada como se fosse um bicho. Só que é uma menina doce, que acaba atraindo o interesse de dois rapazes. Quando um deles aparece morto, ela passa a ser caçada pela polícia e precisa provar sua inocência diante de uma população que a odeia. O filme foi escrito por Lucy Alibar (indicada ao Oscar por “Indomável Sonhadora”), dirigido por Olivia Newman (“Minha Primeira Luta”), estrelado por Daisy Edgar-Jones (“Normal People”) e conta ainda com uma música exclusiva de Taylor Swift (“Carolina”) em sua trilha sonora. | THE PHANTOM OF THE OPEN | VOD* O ator Mark Rylance (“Não Olhe para Cima”) estrela esta comédia britânica sobre a vida real de Maurice Flitcroft, um sonhador e otimista irredutível, que em 1976 seguiu um impulso e decidiu entrar no torneio aberto de golfe do Reino Unido, mesmo sem saber jogar. Seu desempenho entrou para a História como a pior participação da competição em todos os tempos. Mas enquanto seus equívocos grosseiros viravam piada, também emocionaram o país, tornando-o um herói popular. Ele ganhou cobertura significativa da mídia, passando a ser conhecido como “o pior jogador de golfe do mundo”. Mas essa situação também fez com que o campeonato mudasse suas regras para impedir que ele voltasse a competir. Ele foi barrado inúmeras vezes, embora tentasse adotar pseudônimos e disfarces. Bem divertido, o filme tem direção do jovem ator Craig Roberts (“Submarino”) e o elenco também destaca Sally Hawkins (“A Forma da Água”) como a esposa de Flitcroft. | EIKE – TUDO OU NADA | NETFLIX, *VOD A dramatização da ascensão e queda do empresário Eike Batista, ex-bilionário que já foi o homem mais rico do Brasil e o sétimo mais rico do mundo, percorre os altos e baixos de sua trajetória, incluindo a criação da petroleira OGX e os escândalos que o fizeram perder a fortuna. Conhecido principalmente por papéis em humorísticos, Nelson Freitas (“Socorro, Virei uma Garota!”) surpreende no papel principal. Ele é o grande achado do filme, ao aparecer transformado em cena — quase uma encarnação de Eike. Carol Castro (“Maldivas”) como Luma de Oliveira é outro ponto alto. Mas o roteiro entrega uma produção despolitizada, sem o cinismo e a crítica contundente que o personagem merecia. Baseado no livro homônimo da jornalista Malu Gaspar, o filme é assinado em dupla por Andradina Azevedo e Dida Andrade (“30 Anos Blues”). | PROCURA-SE | HBO MAX A nova comédia de Marcelo Antunez (“O Palestrante”) é estrelada pelo casal da vida real Camila Queiroz (“Verdades Secretas”) e Klebber Toledo (“Ilha de Ferro”). A trama gira em torno de Alicia (Queiroz), uma jovem bem-nascida que adora baladas e recebe uma herança de um parente milionário, mas com uma condição: apenas após o casamento. Recusando-se a ceder, ela decide trabalhar como assistente na empresa do falecido, logo descobrindo que o salário não cobre nem os gastos com a gasolina do seu Porshe. Então, decide burlar o testamento com um plano maluco, aceitando a proposta de um colega de trabalho para virar seu namorado/marido de mentirinha. A história lembra o recente “Esposa de Aluguel” da Netflix, mas tem desenvolvimento diferente e adapta um best-seller da autora Carina Rissi (“Perdida”). * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.
10 séries novas pra maratonar no fim de semana chuvoso
As novidades de streaming destacam a esperada estreia de “Wandinha”, série baseada em “A Família Adams” com o toque genial do diretor Tim Burton. Mas também há bons suspense, romance, drama, comédia, animação e ação entre os lançamentos recentes das plataformas. Confira abaixo 10 destaques da programação recente dos streamings para aproveitar o clima chuvoso e maratonar no fim de semana. | WANDINHA | NETFLIX A série da filha caçula da Família Addams não é um reboot ou remake, mas uma narrativa inédita da franquia, que mostra Wandinha pela primeira vez como uma jovem adulta, sem perder sua adorável personalidade que a torna um ícone do blasé. Após passar por oito escolas diferentes em cinco anos, ela é enviada pela família para a Nevermore Academy (ou Academia Nunca Mais), onde precisará se relacionar com novos colegas, todos sobrenaturais como ela, enquanto aprende a dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustra uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolve um mistério que envolveu seus pais 25 anos atrás. Com destaque para Jenna Ortega (“Pânico 5”), que encarna Wandinha à perfeição, o vasto elenco inclui Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) como Morticia e Gomez Addams, Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) como Feioso (Pugsley) e Fred Armisen (“Los Espookys”) como o Tio Chico, além de Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Thora Birch (Gamma em “The Walking Dead”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e Christina Ricci, que foi a Wandinha dos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990. Desenvolvida por Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Smallville” e “Into the Badlands”), a série também chama atenção pelo visual gótico estilizado sob comando de um especialista: Tim Burton, responsável por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, como “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990). | BEM-VINDOS AO CLUBE DA SEDUÇÃO | STAR+ A história do Chippendales, clube pioneiro do strip-tease masculino, ganhou uma minissérie focada na ascensão e queda de seu fundador, Somen “Steve” Banerjee, vivido por Kumail Nanjiani (de “Os Eternos”). Criada pelo própria Nanjiani em parceria com Robert Siegel (“Pam & Tommy”), a trama segue a trajetória de Banerjee desde que ele era um pobre imigrante indiano, passando pela criação do Chippendales no final da década de 1970 e culminando no envolvimento dele numa trama de assassinato. Embora a história de Banerjee não seja das mais conhecidas, alguns dos personagens que aparecem na série são bem famosos, como é o caso do falecido cineasta Peter Bogdanovich (“A Última Sessão de Cinema”), interpretado por Philip Shahbaz (“SEAL Team”), e da playmate Dorothy Stratten – vivida por Nicola Peltz (“Bates Motel”) – cujo assassinato pelo marido Paul Snider (Dan Stevens, de “Apóstolo”) rendeu várias manchetes em 1980. A direção é de Matt Shakman (“WandaVision”) e o elenco ainda conta com Annaleigh Ashford (“B Positive”), Juliette Lewis (“Yellowjackets”), Quentin Plair (“Roswell, New Mexico”), Robin de Jesus (“tick, tick… BOOM!”) e Andrew Rannells (“Black Monday”). | ECHO 3 | APPLE TV+ O thriller de ação estrelado por Luke Evans (“A Bela e a Fera”), Michiel Huisman (“Game of Thrones”) e Jessica Ann Collins (“A Hora Mais Escura”) envolve o sequestro de uma brilhante cientista americana na fronteira entre Colômbia e Venezuela, e a determinação de seu marido e seu irmão, ambos integrantes das forças especiais, de realizar um resgate arriscado, travando uma guerra explosiva contra terroristas no interior da floresta amazônica. A trama é inspirado no romance homônimo de Amir Gutfreund (“Valley of Tears”), que já rendeu uma série israelense, “When Heroes Fly”, e foi adaptada pelo roteirista Mark Boal (vencedor do Oscar por “Guerra ao Terror”), que já explorou uma missão de militares dos EUA na América do Sul no thriller “Operação Fronteira”, da Netflix. A direção dos primeiros episódios está a cargo do cineasta argentino Pablo Trapero (“O Clã”). | DECEIT | HBO MAX O true crime britânico traz Niamh Algar (“Raised by Wolves”) como uma policial envolvida numa investigação polêmica dos anos 1990. Ela é enviada disfarçada para obter evidências que garantiriam a condenação de um suspeito de assassinato. Mas ao usar a sedução para se aproximar, vê-se pressionada a ir além dos limites para cumprir a missão, criando controvérsia na Justiça e na mídia, que passou a considerar o caso a armadilha mais infame já realizada pela polícia do Reino Unido. Criada por Emilia di Girolamo (“Lei & Ordem: Reino Unido), a produção rendeu a Algar indicação ao BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Atriz, e também é estrelada por Eddie Marsan (“Ray Donovan”) e Harry Treadaway (“Mr. Mercedes”). | SANGUE E ÁGUA 3 | NETFLIX A produção adolescente de suspense, melodrama e romance da África do Sul retorna com um novo mistério para se afastar dos limites da escola de Ensino Médio que marcaram suas primeiras temporadas. Originalmente, a série da cineasta Nosipho Dumisa (da “janela indiscreta” sul-africana “Nommer 37”) acompanhava Puleng (Ama Qamata), uma jovem que se transferia para uma nova escola, frequentada pela elite, com o objetivo de investigar em segredo se uma aluna chamada Fikile (Khosi Ngema) era na verdade sua irmã, sequestrada ainda bebê – um crime que abalou sua família. Agora, o clima de “high school thriller” vira suspense de gente grande, envolvendo o desaparecimento da mãe de Fikile e a suspeita de que os responsáveis sejam os integrantes da mesma rede de sequestradores que a raptou na infância. Diante da inoperância da polícia, as jovens protagonistas e seus amigos decidem fazer suas próprias investigações, envolvendo-se em situações de muito mais perigo, ao se depararem com criminosos armados. | SOMEBODY | NETFLIX O novo suspense sul-coreano acompanha uma desenvolvedora de software antissocial, que se torna obcecada por um serial killer. Ao descobrir que ele usa o aplicativo de namoro que ela criou para selecionar seus alvos, ela desenvolve um crush mortal, identificando-se com a frieza do psicopata porque também finge ser quem não é para conviver na sociedade. Criada por Ji Wan Han (“Ghost Detective”), junta Kang Hae-Lim (“Live On”) e Kim Young-kwang (“Mission: Possible”) nos papéis principais. | REPÚBLICA SELVAGEM | HBO MAX A série alemã de fotografia primorosa acompanha um grupo de delinquentes juvenis obrigados a realizar atividades ao ar livre para ressocialização. Durante uma escalada nas montanhas dos Alpes, conduzida por instrutores e funcionários do serviço social, um membro do programa morre violentamente. Ninguém sabe exatamente o que aconteceu e os jovens enfrentam uma decisão difícil. Devem esperar que as autoridades recuperem o corpo e investiguem o crime, podendo ser incriminados? Ou escapar e tomar seu destino em suas próprias mãos? Ao tomar uma decisão arriscada, a trama se torna uma luta pela sobrevivência em meio a situações inóspitas, que renderam comparações dos críticos alemães ao clássico “Senhor das Moscas”. Vale apontar que os episódios escritos por Jan Martin Scharf (criador de “Bárbaros”, da Netflix) e outros acabam num cliffhanger, mas a Deutsche Telekom, que produz a atração, ainda não sinalizou qual será o destino da produção. | MAGGIE, A VIDENTE | STAR+ A personagem do título é uma vidente de verdade, que ganha a vida fazendo previsões sobre o futuro das pessoas. Até que um dia, ao atender um cliente charmoso, descobre seu próprio futuro, ao ter uma visão de seu casamento com ele. A revelação tira seu chão e ela busca ajuda das amigas para lidar com o fato de que um desconhecido aleatório será seu marido. A comédia romântica com humor ácido e personagens carismáticos foi criada por Justin Adler e Maggie Mull, respectivamente criador e produtora de “Life in Pieces”, e traz a atriz Rebecca Rittenhouse (“Era uma Vez em… Hollywood”) como protagonista. | ENCANTADO’S | GLOBOPLAY A nova série da Globoplay é uma comédia sobre uma família negra, algo ainda raro de se ver nesse Brasil que a cada dia se revela mais racista. A atração se passa em Encantado, bairro que compõe a região do Méier, no subúrbio do Rio, onde dois irmãos dividem sua herança: um mercadinho do pai, que morreu recentemente. Enquanto ela se dedica a tocar o negócio que garante a sobrevivência da família, ele aproveita o espaço do mercadinho para realizar ensaios noturnos da escola de samba que também foi fundada por seu pai. Criada pelas estreantes Renata Andrade e Thais Pontes numa oficina para roteiristas negros da Globo, a atração destaca Luís Miranda (“Mister Brau”) e Vilma Melo (“Segunda Chamada”) como os protagonistas, e o veterano Tony Ramos (“Getúlio”) como um bicheiro de olho no mercadinho/quadra de samba. | QUE CHEGUE A VOCÊ – KIMI NI TODOKE | NETFLIX O anime clássico desembarca na Netflix de surpresa. Para quem não conhece, a história baseada no mangá shōjo (feminino) criado por Karuho Shiina e publicado desde 2005 gira em torno de uma secundarista introvertida, que por andar de cabeça baixa e com cabelos sobre o rosto é apelidada maldosamente de Sadako por seus colegas de classe – Sadako é a Samara original japonesa, do terror “O Chamado”. Com boatos de que ela é amaldiçoada, a jovem nunca consegue se aproximar de ninguém, até que o garoto mais popular da escola começa a falar com ela, permitindo que todos a vejam com outros olhos. O desenho original é da Nippon TV e foi produzido de 2009 a 2011, dividindo-se em duas temporadas de 38 episódios. Todos os capítulos foram disponibilizados pela Netflix. Além dessa série, a obra de Shiina também foi adaptada para o cinema, num filme live-action de 2010 do diretor Naoto Kumazawa (“O Hino do Coração”), e vai virar uma série live-action no ano que vem.
Ator premiado de “Round 6” é indiciado por abuso sexual
O ator Oh Yeong-su, conhecido pela sua participação da série sul-coreana “Round 6”, foi indiciado nessa quinta (24/11) por acusações de má conduta sexual na Coréia do Sul, de acordo com reportagens locais e da Agence France-Presse. Yeong-su, que venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Oh Il-nam, o concorrente idoso do jogo, foi acusado de tocar inapropriadamente o corpo de uma mulher. O caso é antigo – o abuso teria ocorrido cinco anos atrás – e já tinha sido descartado no início deste ano, mas foi reaberto devido à apelação da vítima, de acordo com reportagens locais. Em uma declaração ao canal local JTBC, o ator deu sua versão: “Eu apenas segurei a mão dela para guiá-la pelo caminho ao redor de um lago. Pedi desculpas, mas isso não significa que eu admito as acusações.” A agência de notícias AFP também citou um funcionário do tribunal de Suwon que disse que “tudo que foi relatado pela mídia local não é factualmente correto”. Oh Yeong-su atua há mais de 50 anos, principalmente no teatro e em produções locais. Seu papel em “Round 6” lhe rendeu fama e reconhecimento mundial. A 1ª temporada de “Round 6” bateu recordes de audiência, tornando-se a série mais vista da Netflix em todos os tempos. A atração ganhará uma 2ª temporada em breve, mas Oh Yeong-su não fará parte dessa produção devido ao desfecho de seu personagem na trama original.
4ª temporada de “Você” ganha pôster e nova data de estreia
A Netflix divulgou um novo pôster da 4ª temporada de “Você” (You), que mostra Joe (Penn Badgley) em Londres, após seguir Marienne (Tati Gabrielle) até Paris. A arte também fez uma pequena correção da data de estreia dos novos episódios, que vão chegar em streaming um dia antes do previsto inicialmente. Detalhes de como Joe vai parar na capital inglesa ainda não foram revelados, mas ele virou um professor e aparentemente se tornou bem considerado na comunidade Acadêmica – os anos de atendente de livraria devem ter ajudado. A mudança de cenário também é acompanhada por um novo elenco coadjuvante. A plataforma confirmou nada menos que 14 atores novos na produção, com destaque para Ed Speelers (“Downton Abbey”), Lukas Gage (“Euphoria”), Tilly Keeper (“EastEnders”), Amy Leigh Hickman (“Safe”) e Charlotte Ritchie (“Call the Midwife”). Os novos episódios serão divididos em duas partes, com a primeira leva marcada para 9 de fevereiro e a segunda para o mês seguinte, em 9 de março de 2023. Não, Joe, as pessoas não estão flertando, é só o sotaque britânico mesmo. 🧢🩸 A primeira parte da temporada 4 de Você chega dia 9 de fevereiro e a segunda parte chega no dia 9 de março. pic.twitter.com/4VMg86Q4jI — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 24, 2022
Trailer da Parte 2 de “La Casa de Papel: Coreia” destaca ação
A Netflix divulgou três novos pôsteres e o trailer legendado da Parte 2 de “La Casa de Papel: Coreia”. Repleta de ação, a prévia mostra o confronto entre os ladrões e a polícia, além de explorar as reviravoltas da trama. A adaptação da famosa série espanhola introduz contextos políticos coreanos à nova trama, ao se passar após uma imaginária unificação das Coreias. Replicando o que aconteceu na unificação da Alemanha, após o fim das fronteiras os antigos norte-coreanos reparam que continuam pobres, enquanto os milionários do Sul se tornam mais ricos. O desejo de ajuste de contas move o novo Professor e seu grupo, que resolvem tomar posse da fortuna do país num grande assalto. Em vez das célebres máscaras de Salvador Dali, os coreanos também adotam um disfarce diferente: Yangban, um dos 12 personagens tradicionais das máscaras usadas em celebrações de ruas pela população pobre coreana desde o século 12. Yangban representa um aristocrata que costuma ser objeto de zombaria na dança com máscaras. Muito apropriado, já que os ladrões pretendem atacar o sistema que sustenta os mais ricos. O elenco destaca Yoo Ji-tae (“Oldboy”) como o Professor, Park Hae-soo (“Round 6”) como Berlim, Jeon Jong-seo (“Em Chamas”) como Tóquio, Lee Won-jong (“Hand: The Guest”) como Moscou, Kim Ji-hun (“The Flower of Evil”) como Denver, Jang Yoon-ju (“Three Sisters”) como Nairóbi, Lee Hyun-woo (“To the Beautiful You”) como Rio, Kim Ji-hoon (“Voice”) como Helsinki, Lee Kyu-ho (“#Alive”) como Oslo e a sumida Kim Yunjin (de “Lost”) como Woo Jin, a versão sul-coreana da inspetora Raquel. Além destes, a Parte 2 vai incluir uma nova personagem na trama, a ladra Seul, vivida por Lim Ji Yeon (do filme “Spiritwalker: Identidade Perdida”). Os roteiros são assinados por Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e a direção é de Kim Hong-sun (das séries “Black” e “Voice”). Os novos episódios estreiam em 9 de dezembro.
Copenhagen Cowboy: Série do diretor de “Drive” ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Copenhagen Cowboy”, nova série do cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn (de “Drive” e “Demônio de Neon”). A prévia destaca o conhecido estilo do diretor, que passou a assinar apenas NWR. São muitas cenas com iluminação neon, personagens estáticos e violência sangrenta, ao som de uma trilha eletrônica. O resultado é, caracteristicamente, mais parecido com um vídeo de moda que um trailer de série de ação. “Copenhagen Cowboy” é a segunda série da carreira de Refn, que em 2019 lançou a pouco vista “Too Old to Die Young”, estrelada por Miles Teller (“Top Gun: Maverick”), pela Amazon Prime Video, além de sua primeira dinamarquesa em 15 anos. A trama de neon noir gira em torno de uma jovem heroína chamada Miu (Angela Bundalovic, de “The Rain”) que trafega pelo submundo do crime de Copenhague. O elenco ainda destaca as estreantes Lola Winding Refn e Lizzielou Winding Refn, que são filhas do diretor, além de Zlatko Buric (“2012”), Mikael Bertelsen (“Superclásico”) e Per Thiim Thim (“Anti”). A estreia está marcada para 5 de janeiro.
José Padilha faz acordo e encerra processo por lucros de “Narcos”
O diretor brasileiro José Padilha entrou em acordo e encerrou o processo que movia contra o produtor Eric Newman, sob a alegação de ter sido passado para trás na divisão dos lucros da série “Narcos”, da Netflix. Segundo informações do The Hollywood Reporter, o caso foi resolvido fora dos tribunais e não irá mais à julgamento em dezembro, como estava sendo previsto. No entanto, os detalhes do acordo são confidenciais e não deverão vir à publico. No processo aberto em agosto na Corte Superior de Los Angeles, Padilha alegava que o produtor estava ocultando milhões de dólares gerados pela série que ele desenvolveu para a Netflix. O acordo de Padilha lhe daria direito a metade de toda a receita gerada pela atração, incluindo bônus oferecidos pela empresa Gaumont Television. “Apesar de ter voluntariamente aceitado a confiança depositada nele pelos Autores, e em violação desta relação de confiança, Newman (tanto individualmente quanto em nome da sua produtora Spahn Ranch) fez com que os lucros de ‘Narcos’ fossem pagos única e diretamente aos Réus, sem fazer com que os Autores soubessem que essas receitas de ‘Narcos’ foram recebidas pelos réus”, afirma a queixa apresentada no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles. Em outras palavras, o produtor recebeu sozinho toda a renda de “Narcos” e não avisou para Padilha que havia recebido dinheiro a mais (sendo que metade desse dinheiro seria do brasileiro), apesar do contrato entre eles prever que “cada parte recebesse uma quantidade igual de Receitas Brutas em todos os momentos”. Padilha não foi a única pessoa que entrou com processo pelos lucros de “Narcos”. A executiva Katie O’Connell Marsh processou a Gaumont em 2018 por quebra de contrato, afirmando que também não recebeu a sua parte das receitas brutas geradas por “Narcos”, e ainda das séries “Hannibal”, “Hemlock Grove” e “F Is for Family”. “Narcos” foi exibida por três temporadas no streaming da Netflix, centrada no traficante colombiano Pablo Escobar, interpretado pelo ator Wagner Moura. Após este período, a série ganhou um derivado, “Narcos: México”, que durou mais três temporadas.












